Cientistas desenvolvem gel eficaz na prevenção contra o HIV
Um inovador gel vaginal destinado a ser aplicado depois da relação sexual mostrou resultados satisfatórios na prevenção contra...

Embora os testes estejam em numa fase ainda inicial, os investigadores esperam que o gel possa tornar-se uma opção mais prática e eficaz do que os cremes já disponíveis no mercado, aplicados antes da relação sexual.

O gel foi desenvolvido por cientistas dos chamados Centros para Prevenção e Controlo de Doenças e contém o fármaco raltegravir, que reduz a quantidade de HIV na corrente sanguínea. O raltegravir é produzido pelo laboratório Merck.

“O que nós fizemos neste estudo foi identificar uma droga anti-HIV que bloqueia a integração do vírus no ADN”, explicou Walid Heneine, co-autor do trabalho.

“Esse é um pré-requisito para a infecção por HIV, e esse passo leva pelo menos seis horas após a infecção. Então, existe uma grande janela para uma actuação do fármaco depois do sexo”, frisou.

O gel foi testado na região vaginal de seis macacos do sexo feminino e foi aplicado até três horas depois da exposição a um vírus de imunodeficiência similar, encontrado em primatas e semelhante ao HIV que afecta seres humanos.

O estudo mostrou que o gel preveniu que o vírus afectasse cinco das seis macacas, para uma taxa de 84% de eficácia, segundo um relatório da revista Science Translational Medicine.

Direcção-Geral da Saúde
A partir de 25 de Abril, a linha telefónica Saúde 24 vai passar a ter um serviço dedicado especificamente aos idosos.

O número é o mesmo (808 24 24 24) mas o serviço será “mais completo”, porque, além do tradicional aconselhamento telefónico, pretende-se fazer uma espécie de “acompanhamento activo” dos cidadãos com mais de 65 anos, explica o director-geral da Saúde, Francisco George.

O projecto Saúde 24 Sénior ainda está a ser limado, mas o objectivo é disponibilizar, a partir de 25 do próximo mês, data em que a linha completa sete anos, um contacto telefónico regular com os idosos, assegurando o acompanhamento desta população mais vulnerável e evitando idas desnecessárias aos serviços de saúde.

Além do esclarecimento de dúvidas — a Linha Saúde 24 disponibiliza aconselhamento terapêutico e apoio em matérias relacionadas com medicação e assistência em saúde pública —, no programa dedicado aos idosos está prevista a possibilidade de definição de um “plano individual de cuidados” a monitorizar com periodicidade semanal.

Outra hipótese ainda em estudo é a da criação de um sistema de alarme para pessoas com mais de 75 anos que permita vigiar quedas e prestar apoio em situações de maior isolamento.

Os responsáveis acreditam que o investimento vai compensar, porque, à medida que a idade avança, aumenta de forma significativa a prevalência de doenças crónicas, e, consequentemente, a procura de cuidados de saúde. Experiências realizadas noutros países provam que o acompanhamento telefónico pode ajudar a diminuir de forma significativa o número de hospitalizações e o tempo de internamento e, consequentemente, as despesas em saúde.

Mas ainda há muito por definir. Quando este projecto foi anunciado, em Janeiro, numa altura conturbada em que se multiplicavam os protestos dos trabalhadores contra os despedimentos e cortes salariais em curso no call center, Luís Pedroso Lima, responsável da empresa que gere a linha, previa que seria necessário recrutar “um número significativo de enfermeiros” para o Saúde 24 Sénior. “Há todo um trabalho clínico a fazer, um trabalho complexo, que obriga a reunir um conjunto de profissionais que domine esta matéria”, justificava então. Agora, os responsáveis da empresa dizem que ainda é cedo para avançar com mais detalhes.

Quercus denuncia:
Uma especialista da Quercus denunciou que a identificação dos materiais com amianto nos edifícios públicos está a ser realizado...

Carmen Lima, que tem seguido o assunto e visitado várias instituições, como escolas, disse que “há um desconhecimento total do que é o amianto e o trabalho de identificação, que não pode ser chamado ‘levantamento’ dos edifícios, está a ser realizado por funcionários sem formação” nesta a área.

O Ministério da Saúde elaborou um guia listando os procedimentos para detectar o amianto, substância cancerígena utilizada antes dos anos 80 em cerca de três mil produtos de construção para telhados, tetos ou chão.

A primeira regra refere a formação dos funcionários que vão ter esta tarefa, explicou Carmen Lima. O segundo passo, disse, é a identificação dos materiais susceptíveis de terem amianto em escolas, hospitais ou bibliotecas, e o terceiro a realização de análises de amostras em laboratórios. “Isso sim, é um levantamento dos edifícios com amianto e não aquilo que os dois ministérios [Ambiente e Defesa] fizeram”, salientou.

Para Carmen Lima, “o trabalho de identificação do amianto está a ser feito à pressa, depois de o primeiro-ministro ter dito que seria concluído em dois meses”. Passou um mês desde as declarações de Pedro Passos Coelho, na Assembleia da República, a 14 de Fevereiro.

A Quercus está a preparar uma estratégia definida para a identificação do amianto nos edifícios públicos com vista à sua remoção, trabalho que vai enviar ao Conselho de Ministros.

Somente os ministérios do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, liderado por Jorge Moreira da Silva, e da Defesa Nacional terminaram o 'levantamento' dos seus edifícios.

Especialista alerta
O presidente da Associação Portuguesa de Cronobiologia e Medicina do Sono alertou que a privação de sono pode causar acidentes...

“Os acidentes de viação relacionados com o sono são mais graves do que os relacionados com o álcool e a prevalência de acidentes de viação em doentes privados do sono é extraordinariamente maior quando acumulado com excesso de álcool”, afirmou Miguel Meira da Cruz, presidente da Associação Portuguesa de Cronobiologia e Medicina do Sono, a propósito do Dia Mundial do Sono que se assinalou na passada sexta-feira [14 de Março]

Para o investigador da Faculdade de Medicina de Lisboa, a privação ou as doenças do sono “aumentam o risco profissional”, por exemplo em motoristas, ao potenciar acidentes rodoviários.

Além disso, “afecta a capacidade de concentração e de memória” e, consequentemente, a “capacidade de decisão no exercício de profissões como de médico, enfermeiros ou advogados”, sujeitos a excesso de horas de trabalho ou, no caso dos dois primeiros, de turnos desajustados à capacidade de enfrentar o chamado relógio biológico.

Resultados preliminares de um estudo que está a ser desenvolvido por investigadores da associação e hoje divulgados revelam que “44% dos advogados são sonolentos, dormem menos de sete horas e 15% têm alto risco para a apneia do sono”.

Segundo o investigador, o sono é também causa do insucesso escolar devido à falta de regras e hábitos para dormir das crianças e adolescentes. “As crianças privadas de sono são mais hiperactivas, são mais desatentas, irritadas, rabugentas, têm mais dificuldades de concentração e de memória e aprendem menos”, explicou.

Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida
O Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida vai aumentar o valor pago a cada doação de óvulos e esperma. O...

Os portugueses e portuguesas que queiram doar esperma e óvulos vão passar a receber mais, segundo o Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) que vai aumentar o valor pago a cada doação.

De momento, a mulher recebe cerca de 628 euros pela doação de óvulos e o homem 41 euros pela de esperma. O novo valor deverá ser anunciado em meados de Junho.

O presidente da CNPMA, Eurico Reis, destacou que são cada vez mais as pessoas que procuraram fazer a doação, mas que a grande maioria dos dadores são estudantes universitários, embora existam casos de pessoas com família e empregos estáveis.

A procura destes métodos de inseminação artificial é também frequente e o aumento do valor pago pelas doações tem como principal objectivo aumentar o stock e o número de dadores. Só em 2011, de acordo com os últimos dados apresentados pela instituição, a doação de óvulos originou 159 nascimentos, das quais resultaram 133 partos.

O recurso a material doado por terceiros permitiu iniciar 269 ciclos com óvulos e 306 com esperma privado.

Nos Açores
O programa de saúde oral dos Açores permitiu que em 10 anos se passasse de 20 para 30 mil consultas anuais nos centros de saúde...

O secretário regional da Saúde, Luís Cabral, disse que o programa regional de saúde oral, projecto iniciado em 2002, já permitiu “instalar a cadeira de dentista” e médicos nessa área “em todos os concelhos” dos Açores, à excepção da Calheta, na ilha de São Jorge, onde está a ser instalado o equipamento.

O programa iniciou-se com o objectivo de uma melhor acessibilidade na saúde oral “das crianças, idosos e grávidas, mas os bons resultados têm permitido alargá-lo à restante população”, nomeadamente “a doentes crónicos e grupos mais carenciados”, disse o secretário regional da Saúde.

De acordo com Luís Cabral, “em 2002 foram realizadas 20 mil consultas anuais de saúde oral pública e 30 mil em 2013”, frisando que o objectivo é “continuar a aumentar” o acesso da população aos médicos dentistas.

O titular pela pasta da Saúde nos Açores destacou ainda os “bons resultados” do programa regional de saúde oral que tem permitido assegurar “uma cobertura eficaz da população”.

Este programa de saúde oral, que tinha como ponto central a dotação de cada centro de saúde com médicos dentistas e um gabinete devidamente equipado, inclui ainda um Boletim Individual de Saúde Oral e a vigilância de crianças, grávidas e idosos e respectivo encaminhamento.

“É um documento inédito no país, que é entregue pelo médico no acto da consulta no centro de saúde e o objectivo é que toda a população possa ter um Boletim Individual de Saúde Oral. Estamos a trabalhar na sua digitalização para um registo fidedigno e um acompanhamento regular”, disse Luís Cabral. Semelhante a um boletim de vacinas, o documento é gratuito e permite registar toda a informação e historial clínico. Com a criação deste documento, o executivo açoriano pretendeu dotar o Serviço Regional de Saúde de um instrumento de registo e consulta para a promoção da saúde e prevenção das doenças orais nas nove ilhas.

Actualmente existem nos Açores 22 médicos dentistas a trabalhar nos centros de saúde da região, segundo a Secretaria Regional da Saúde.

Conheça as diferenças
As epidemias de gripe sazonal ocorrem anualmente em todo o mundo.

Diferenças entre epidemia e pandemia

Epidemia
- É a ocorrência em larga escala de uma doença numa comunidade, população ou região;
- Tem uma duração limitada no tempo e a sua extensão geográfica é variável.

Exemplos:

Epidemia de papeira em Portugal, em 1998.
Epidemia de cólera em Angola, em 2006.

Pandemia
- É a ocorrência de uma doença em todo o mundo, atingindo vários milhares ou milhões de pessoas em diversos países e continentes;
- Tem duração e extensão geográfica ilimitadas;
- É uma "epidemia com extensão mundial".

Exemplo:

Pandemia de SIDA/VIH (ocorre há várias décadas em todos os países do mundo).

Diferenças entre gripe sazonal e gripe pandémica

Gripe sazonal (epidémica)
- Ocorre todos os anos, sobretudo durante os meses de Inverno;
- Geralmente afecta 5-10% da população;
- Pensa-se que, em todo o mundo, o número total de mortes, por ano, varia entre 500 mil e um milhão;
- É geralmente uma doença pouco grave, que cura em 1-2 semanas sem tratamento médico;
- As mortes por gripe sazonal ocorrem sobretudo em grupos de risco: idosos, crianças muito jovens, pessoas com doenças crónicas (pulmonares, renais, cardíacas, cancro, diabetes) e imunodeprimidos (transplantes, SIDA, etc.);
- A vacina contra a gripe sazonal é eficaz porque é possível prever as estirpes virais circulantes durante o Inverno. Esta vacina, adaptada anualmente, deve ser administrada sobretudo aos grupos de risco;
- Existem fármacos antivirais que podem ser prescritos nos casos mais graves de gripe sazonal e em casos especiais.

Gripe pandémica
- Ocorre esporadicamente, em qualquer estação do ano;
- Pode atingir mais de 25 % da população;
- A mortalidade é muito superior à da gripe sazonal – durante a pandemia de 1918 morreram 40-50 milhões de pessoas;
- É uma doença muito mais grave que a gripe sazonal, com maior risco de morte;
- A infecção pode atingir qualquer pessoa, em qualquer idade;
- Na fase inicial de uma pandemia de gripe não existem vacinas eficazes, por se desconhecer a nova estirpe viral. Não é possível prever o novo tipo de vírus, e só existe uma certeza: a estirpe será diferente das que circularam no Inverno anterior;
- A quantidade disponível de fármacos antivíricos pode ser limitada. A prescrição depende da sua eficácia, que só pode ser determinada após a eclosão da pandemia.

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.
Causada por substâncias químicas e bactérias
Este tipo de pneumonia ocorre quando ocorre a entrada de substâncias tóxicas ou bactérias para dentr

A pneumonia por aspiração desenvolve-se quando substâncias químicas irritantes e bactérias da boca e do estômago entram para as vias aéreas e pulmões. A partir daí, é desenvolvida a pneumonia que, geralmente, é causada por um anaeróbio – bactéria que pode conseguir viver na ausência de oxigénio. De um modo geral essas substâncias são eliminadas pelos mecanismos normais de defesa antes que possam chegar aos pulmões ou causar inflamação ou infecções.

Por isso, esta pneumonia é mais comum nas pessoas que sofreram acidentes vasculares cerebrais (AVC) e que têm dificuldade em controlar os reflexos de deglutição, ou em pessoas que estão inconscientes em resultado da ingestão de álcool ou de uma sobredosagem de medicamentos ou de drogas ilícitas.

Por outro lado, quando a pneumonia é contraída por pessoas hospitalizadas, o quadro clínico tende a ser mais grave uma vez que as bactérias hospitalares são, geralmente, resistentes a muitos antibióticos e o próprio doente já está com o sistema imunológico debilitado devido a outra doença/causa.

No entanto, mesmo uma pessoa saudável que aspirar uma grande quantidade desse tipo de substâncias irritantes pode contrair pneumonia por aspiração.

A aspiração de bactérias é a forma mais frequente de pneumonia por aspiração. A sua causa deve-se, geralmente, à deglutição e à consequente aspiração de bactérias para o interior dos pulmões.

A obstrução mecânica das vias aéreas pode ser causada pela aspiração de partículas ou de objectos. As crianças pequenas correm um risco muito elevado porque, com frequência, levam objectos à boca e podem aspirar pequenos brinquedos ou parte desses brinquedos.

Quando um objecto fica bloqueado na parte superior da traqueia, a pessoa é incapaz de respirar ou de falar. Se o objecto não for extraído imediatamente, a morte ocorre com rapidez. A manobra de Heimlich, efectuada para extrair o objecto, pode salvar a vida do afectado.

Se o objecto ficar bloqueado na parte inferior das vias aéreas, pode produzir uma tosse crónica irritante e infecções recorrentes. O objecto extrai-se, em geral, através de uma broncoscopia (um procedimento que utiliza um instrumento que permite ao médico observar a via respiratória e extrair amostras e corpos estranhos.

Pneumonite química
Pode acontecer que a substância tóxica aspirada provoque uma pneumonite química, isto é, uma irritação nos pulmões que não chega a ser uma infecção. Por exemplo, um produto tóxico aspirado frequentemente é o ácido do estômago. O resultado imediato é a súbita falta de ar e uma aceleração do ritmo cardíaco. Pode surgir também febre, expectoração com espuma cor-de-rosa e uma tonalidade azulada na pele, causada pelo sangue escassamente oxigenado (cianose).

O diagnóstico da pneumonite química é habitualmente confirmado com uma radiografia ao tórax e medições da concentração de oxigénio e de anidrido carbónico no sangue arterial. Já o tratamento consiste na administração de oxigénio e na respiração artificial, se for necessária. Pode aspirar-se o conteúdo da traqueia para eliminar as secreções e as partículas das vias aéreas. Pode em alguns casos ter de se administrar antibióticos para a prevenir a infecção.

De um modo geral, os indivíduos com pneumonite química recuperam rapidamente ou evoluem para a síndroma de dificuldade respiratória aguda do adulto. Podem ainda desenvolver uma infecção por bactérias.

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Circular Informativa N.º 062/CD/8.1.6. Data: 13/03/2014
Foi emitida uma circular informativa para esclarecimento do preço dos dispositivos comparticipados destinados a pessoas com...

Em aditamento à circular informativa n.º 054/CD/8.1.6, de 06/03/2014, e na sequência das questões que têm sido colocadas, clarifica-se que os preços dos dispositivos comparticipados destinados a pessoas com diabetes se regem pelo regime de preços máximos, o que significa que podem ser praticados preços inferiores ou iguais ao preço máximo, desde que devidamente notificados ao Infarmed.

Deste modo, os preços que decorriam da aplicação do Despacho n.º 4294-A/2013, de 20 de Março, atendendo a que são inferiores aos preços máximos em vigor a partir de 07-03-2014, são considerados preços válidos, pelo que não têm um prazo de escoamento.

Assim, informa-se o seguinte:

Fabricantes e mandatários de dispositivos médicos

- Podem escoar os stocks que dispõem ao preço anterior (sem necessidade de notificação);

- Podem remarcar os produtos que têm em stock ou que se encontrem no circuito comercial;

- Podem notificar ao Infarmed outros preços para os seus produtos, desde que estes sejam inferiores ao preço máximo.

Distribuidores e farmácias

- Podem escoar os stocks que dispõem ao preço marcado;

- A marcação do preço é da responsabilidade do fabricante ou mandatário, pelo que estes produtos não podem ser remarcados por outras entidades;

Em Programa de Controlo da Diabetes Mellitus está disponível a lista de Dispositivos Médicos abrangidos pelo regime de preços e comparticipações definidos na Portaria n.º 364/2010, de 23 de Junho, que inclui todos os preços válidos.

Circular Informativa N.º 046/CD/8.1.7. Data: 26/02/2014
O Infarmed emitiu uma circular informativa sobre a revogação da AIM das formulações líquidas orais contendo metoclopramida.

Na sequência do parecer do Comité de Medicamentos de Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia do Medicamento (EMA) divulgado através da Circular Informativa n.º 183/CD/8.1.7, de 30 de julho de 2013, e da Circular Informativa n.º 237/CD/8.1.7, de 25 de outubro de 2013, a Comissão Europeia proferiu a Decisão de Execução n.º C(2013)9846, de 20 de dezembro, que determina:

- A revogação das Autorizações de Introdução no Mercado (AIM) das formulações líquidas orais contendo metoclopramida com concentração superior a 1 mg/ml;

- A alteração dos termos da AIM dos restantes medicamentos contendo metoclopramida referidos no Anexo I da Decisão e a utilização de um dispositivo de medição para as formulações líquidas orais que permanecem autorizadas.

Embora a relação risco-benefício dos medicamentos contendo metoclopramida tenha sido considerada positiva, o CHMP limitou a concentração máxima das formulações líquidas orais a 1 mg/ml como uma medida de minimização dos riscos de reacções adversas neurológicas graves.

Esta revogação resulta do facto de o CHMP considerar que as formulações líquidas orais com 1 mg/ml de concentração são adequadas para todas as indicações, mas a disponibilidade de concentrações mais elevadas acarreta um risco de sobredosagem na população pediátrica.

Em Portugal, o único medicamento com AIM com estas características é o medicamento Metoclopramida Medinfar, 2,6 mg/ml, gotas orais, solução.

Para dar cumprimento à Decisão supracitada, o Infarmed deliberou o seguinte:

1. Revogação da AIM do medicamento Metoclopramida Medinfar, 2,6 mg/ml, gotas orais, solução, com o número de registo 9651620, de que é titular a empresa Laboratório Medinfar - Produtos Farmacêuticos, S.A..

2. Prazo para a recolha

O titular da AIM do medicamento supracitado deve proceder à retirada do mercado de todos os lotes do medicamento em causa, fornecendo à Direção de Inspecção e Licenciamentos do Infarmed (através do e-mail [email protected]) o relatório de reconciliação e informação sobre o destino das embalagens recolhidas.

O Infarmed relembra ainda o seguinte:

- os profissionais de saúde dispõem de outras alternativas terapêuticas disponíveis no mercado;

- os distribuidores e as farmácias devem separar este medicamento dos restantes e proceder à sua devolução;

- os doentes em tratamento com Metoclopramida Medinfar, 2,6 mg/ml, gotas orais, solução, devem falar com o médico para identificação de uma alternativa terapêutica.

16 de Março
A Direcção-Geral da Saúde - PN VIH/SIDA associa-se à 24ª Meia Maratona de Lisboa no próximo dia 16 de Março.

No próximo dia 16 de Março realiza-se a 24ª Meia Maratona de Lisboa, com início marcado para as 10h30. No âmbito da Campanha “VIH/SIDA em Portugal - 30 anos: reflectir e agir", a Direcção-Geral da Saúde - PN VIH/SIDA associa-se à Maratona Clube de Portugal, e participa na maior manifestação popular do atletismo português, a 24ª Meia Maratona de Lisboa, cujas inscrições encerraram a duas semanas da prova.

A Direcção-geral da Saúde - PN VIH/SIDA vai estar no local a distribuir preservativos e folhetos informativos, após a meta, junto ao Mosteiro dos Jerónimos.

Os preservativos vão ser distribuídos pelos Embaixadores da Campanha "VIH/SIDA em Portugal - 30 anos: reflectir e agir", membros da Comissão Executiva e por jovens entre os 16 e os 23 anos. Vestidos com t-shirts alusivas à Campanha “VIH/SIDA em Portugal - 30 anos: reflectir e agir", pretendemos alertar e sensibilizar os já 38 mil atletas inscritos para a importância do uso do preservativo na prevenção da infecção pelo VIH/SIDA, bem como para a realização do teste de diagnóstico.

Para mais informações por favor contacte: Cátia Lemos | 93 985 3438 | [email protected]

 

 

Dia Mundial da Saúde
O Dia Mundial da Saúde, que se comemora no dia 7 de Abril, é dedicado este ano às doenças transmitidas por vectores.

Comemora-se a 7 de Abril o Dia Mundial da Saúde que este ano é dedicado às oenças transmitidas por vectores. A campanha é organizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e todas as informações podem ser consultadas no respectivo website.

Semana da Incontinência Urinária
Cerca de 600 mil portugueses sofrem de incontinência urinária, mas a taxa de cura é de cerca de 90%.

Durante a Semana da Incontinência Urinária, celebrada de 10 a 16 de Março de 2014, a Associação Portuguesa de Urologia (APU) e a Associação Portuguesa de Neuro-Urologia e Uro-Ginecologia (APNUG) indicam que a incontinência urinária (IU) pode ter uma taxa de cura de 90% pelo que a procura de ajuda médica quando se sentem os primeiros sintomas, é essencial para o tratamento adequado. Cerca de 600 mil portugueses sofrem com esta doença.

Miguel Ramos, urologista do Hospital de Santo António e membro da APU e APNUG, refere que “não faz sentido as pessoas esconderem a doença e isolarem-se, com vergonha e medo que os outros percebam”. O médico explica também que existem “terapêuticas capazes de controlar a maior parte das situações. Algumas formas de IU são, inclusivamente, tratadas com medicamentos ou técnicas de reabilitação, e a maioria das cirurgias quase não implica internamento”.

A IU reduz a qualidade de vida de quem dela sofre e mesmo as perdas ligeiras de urina têm implicações graves no quotidiano, afectando a relação conjugal. A Semana da Incontinência Urinária visa contrariar esta tendência e provar que existe esperança no tratamento da patologia. A marcação de uma consulta médica assim que surgem os sinais de que algo de errado se passa é o primeiro passo na cura da IU.

Estado poupa 1,6 milhões
Cada dose da vacina contra o vírus do papiloma humano vai ficar 7,90 euros mais barata ao Estado.

Este ano a vacinação das raparigas a partir dos 13 anos contra o vírus do papiloma humano (HPV), principal responsável pelo cancro de colo do útero, vai custar aos cofres do Estado cerca de 4,5 milhões de euros, menos 26% do que em 2013, anunciou esta quinta-feira a Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), escreve o jornal Público, citado pelo Sapo Saúde.

A SPSM, a central de compras do Serviço Nacional de Saúde, informa que poupou mais de 1,6 milhões de euros graças à aquisição centralizada das doses destas vacinas que são dadas às raparigas nos centros de saúde do Continente e regiões autónomas, no âmbito do Plano Nacional de Vacinação. O preço de cada dose da vacina baixou para 22 euros (antes era de 29,90), na sequência do concurso público.

O Plano Nacional de Vacinação recomenda a imunização das raparigas contra o HPV a partir dos 13 anos para “maximizar a efectividade da vacina porque, à medida que a idade aumenta, sobe o risco de se contrair uma infecção sexualmente transmitida”, explica a entidade. A introdução desta vacina foi aprovada em Março de 2008.

Em Portugal, anualmente cerca de 350 mulheres morrem de cancro do colo do útero e são diagnosticados quase mil novos casos.

Ordem e sindicatos juntam-se
Se o projecto do Governo de revisão do regime de internato médico avançar nos moldes em que está definido, muitos licenciados e...

Primeiro foi a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) a alertar para o risco de os jovens clínicos deixarem de poder escolher uma especialidade no final do curso, se o projecto de decreto-lei do Ministério da Saúde que altera o regime do internato médico avançar nos moldes em que foi apresentado. Agora, a contestação a esta proposta governamental avoluma-se: a Ordem dos Médicos (OM) vai preparar com os sindicatos uma resposta conjunta.

As duas organizações sindicais do sector, o Sindicato Independente dos Médicos e o Sindicato dos Médicos do Norte, organizaram um debate cujo objectivo é concertar uma resposta a nível nacional, estando previstas outras reuniões no Centro e no Sul.

Mas o presidente da OM/Norte, Miguel Guimarães, admite que “o momento é grave e merece uma resposta concertada e firme de todos”. Em causa está, entre outras coisas, a eventualidade de os licenciados e mestres em Medicina deixarem de poder escolher uma especialidade, no final do curso, se não obtiverem nota superior a 50% na futura prova de selecção, que vem substituir a prova de seriação. Actualmente todos os jovens médicos podem escolher uma especialidade, independentemente da classificação final na prova de seriação.

“Está em causa o futuro dos mais novos e o futuro do SNS. A prova de admissão ao internato da especialidade já em tempos foi de exclusão e não queremos que a experiência se repita”, defende Merlinde Madureira, do Sindicato dos Médicos do Norte. “O conteúdo do projecto de decreto-lei representa um retrocesso de anos e anos”, corrobora Mário Jorge Neves, da FNAM, que teme a multiplicação de médicos indiferenciados, sem especialidade. “Se a actual prova de seriação visa apenas escalonar os candidatos, a futura prova de avaliação tem carácter eliminatório”, explica.

A OM não põe em causa a imposição de uma nota mínima na prova, “porque as faculdades de medicina não oferecem todas a mesma garantia de qualidade, mas deverá sugerir uma percentagem mais baixa”, adianta Miguel Guimarães. O mais grave do projecto de diploma, no seu entender, é a passagem, para a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), das tarefas de definição das idoneidades dos serviços e respectivas capacidades formativas, actualmente a cargo da Ordem. “Passar [isto] da OM para o Estado é querer baixar a qualidade da formação médica que é reconhecida internacionalmente”, considera.

Cientistas acreditam:
Foi descoberta uma ligação entre a baixa pressão sanguínea e a aparência mais jovem nas mulheres.

Uma investigação sobre aparência e envelhecimento foi realizada por cientistas da Unilever e da Leiden University Medical Center, na Holanda, e revela que as mulheres que aparentam ser mais jovens tendem a ter a tensão arterial baixa.

Um estudo designado "Leiden Longevity" da Unilever e da Leiden University Medical Center, na Holanda, revela que um envelhecimento mais tardio nas mulheres pode estar relacionado com a baixa tensão arterial. Isso significa também que o risco de contraírem doenças cardiovasculares é mais reduzido.

A investigação revela existir uma forte relação entre a idade aparente de uma pessoa e as doenças cardiovasculares - como um ataque cardíaco ou um enfarte.

Os cientistas chegaram a esta conclusão depois de estudarem um grupo de mulheres - com base em fotografias do seu rosto - e verificarem que aquelas que corriam menor risco de contraírem doenças cardiovasculares aparentavam ser, no mínimo, dois anos mais novas.

David Gunn, investigador da Unilever, explicou terem identificado “que a pressão sanguínea nos conduzia à relação que existia entre a doença cardiovascular e a aparência. É a primeira vez que essa relação é comprovada”.

Descobriram também que “a forma como a pressão sanguínea se manifesta no rosto de uma pessoa não é através de rugas, mas naquilo a que chamamos de 'pele flácida'. O mais interessante é que investigações futuras vão permitir localizar, em detalhe, no rosto, a pressão sanguínea de uma pessoa”, acrescenta David Gunn.

O 'Leiden Longevity' envolveu irmãos com idades superiores a 89 anos, os seus descendentes e os parceiros destes (650 descendentes e parceiros). Para o estudo os cientistas analisaram a severidade do enrugar da pele nos braços e a sua idade aparente, usando um método que envolve fotografias faciais.

Lançado em Coimbra segunda-feira 17 de Março
Saber comunicar em Enfermagem, por profissionais e nos órgãos de Comunicação Social, é o objectivo da obra Do Silêncio À Voz,...

Com a chancela da Lusodidacta, ‘Do Silêncio À Voz - O que as Enfermeiras Sabem e Precisam de Comunicar ao Público’, será apresentada publicamente segunda-feira [17 de Março], pelas 16 horas, no Auditório da Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros, em Coimbra.

Trata-se da tradução da segunda edição americana, publicada em 2006, e que constitui praticamente uma obra nova, com os ensinamentos que já se encontravam na primeira, mas muito revistos e clarificados, com exemplos recolhidos ao longo de vários anos de contacto de Bernice Buresh e Suzanne Gordon com enfermeiros no mundo inteiro, incluindo Portugal.

“Na realidade, esta segunda edição é uma obra preciosa também para jornalistas e outros profissionais que se interessam pela visibilidade das profissões de saúde junto do público em geral, e dos meios de comunicação social em particular”, afirma no prefácio a Professora Ana Albuquerque Queiroz.

Contribui para que as competências de comunicação pública dos profissionais de enfermagem se tornem uma ferramenta a ser estudada desde a escola e praticada no dia-a-dia do exercício profissional.

Na opinião da autora do prefácio, o trabalho de cada enfermeiro e enfermeira deve ser conhecido e reconhecido com uma tónica no que os profissionais fazem e nos conhecimentos que têm de possuir para o desempenho de cuidados de qualidade, em vez de ser valorizado pela bondade e sacrifício.

“Para exercer enfermagem de qualidade e cuidar no sentido humano e cientifico exige-se muito mais do que virtude, exige-se que cada um de nós saiba utilizar os conhecimentos técnicos e científicos de forma apropriada, pois só assim salvamos vidas, só assim aliviamos o sofrimento, só assim confortamos na dor e na morte”, acentua a Professora Ana Albuquerque Queiroz.

Nesta obra os enfermeiros encontram uma base orientadora para potenciarem as suas energias e para interiorizarem de uma forma mais confiante o poder que possuem e que na realidade e no quotidiano faz a diferença nos cuidados aos doentes e utentes dos serviços de saúde.

“Aprender a usar a Voz da Enfermagem é aprender a escutar verdadeiramente o sofrimento dos que estão lá, nas camas dos hospitais ou nas salas de espera dos centros de saúde, ou ainda nos lares de idosos, ou em casa, por vezes sozinhos e com poucos recursos”, refere.

Na opinião da Professora Ana Albuquerque Queiroz, a actuação dos enfermeiros portugueses precisa de ser reforçada no trabalho que dê contributos significativos para uma vida melhor do povo português, num país com uma grande diversidade cultural e com o positivo e o negativo do seu processo de desenvolvimento.

“O contributo do livro será tanto maior quanto mais os enfermeiros, os professores de enfermagem e os estudantes usarem efectivamente a sua voz, criando renovadas energias de forma a contribuir para que todos os nossos concidadãos usufruam de uma vida mais saudável e harmoniosa”, conclui.

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Estudos recentes demonstram:
A oxitocina, hormona produzida no cérebro - também conhecida como a “hormona do amor” - estimula a produção de dopamina e...

Pesquisas recentes têm mostrando que a substância pode também contribuir com o combate a doenças como depressão e obesidade, além de ajudar no comportamento de crianças autistas. Agora, um estudo aponta para uma nova possibilidade do uso da hormona: tratar a anorexia, doença para a qual ainda não existem medicamentos, avança o RCM Pharma.

De acordo com os autores da pesquisa, a anorexia envolve problemas relacionados não somente à alimentação e formato do corpo, mas também à ansiedade e sensibilidade a emoções negativas. “Doentes com anorexia apresentam uma série de dificuldades sociais que geralmente começam na adolescência e antes de a doença se manifestar. E essas dificuldades são importantes para entender a anorexia”, diz Janet Treasure, investigadora do Instituto de Psiquiatria da King’s College London e coordenadora do estudo, publicado no jornal Psychoneuroendocrinology.

Os investigadores deram doses de placebo a 64 mulheres com e sem anorexia e pediram que elas olhassem e descrevessem imagens de alimentos, de pessoas com formatos de corpo variados e de partes específicas do corpo, como olhos ou da boca. Depois, os autores repetiram o mesmo procedimento, mas, em vez de placebo, deram doses de oxitocina às participantes.

O estudo mostrou que, com o placebo, as mulheres com anorexia deram muito mais atenção às figuras de alimentos e de pessoas mais gordas – que, para elas, são imagens negativas — do que as mulheres saudáveis. No entanto, com a oxitocina, o foco das participantes anoréxicas nessas imagens diminuiu e a reacção delas aos alimentos e formatos de corpo maiores ficou mais parecida com a das participantes saudáveis.

“Esse é um estudo inicial com um número pequeno de participantes, mas é extremamente animador ver o potencial que esse tratamento pode ter”, diz Treasure. “Agora, precisamos de realizar pesquisas maiores antes de podermos começar a fazer diferença em como esses doentes são tratados”, concluiu.

Estudo conclui:
Pensamentos de suicídio, dificuldades sexuais e torpor emocional como resultado do uso de antidepressivos parecem ser muito...

Numa pesquisa com 1.829 pessoas que tomavam antidepressivos com receita médica, os investigadores descobriram que mais da metade deles podem apresentar problemas psicológicos devidos à medicação, avança o RCM Pharma. O resultado aumenta as já grandes preocupações com a escalada do problema do excesso de prescrição destes medicamentos.

“A medicalização da tristeza e da angústia atingiu níveis bizarros. Uma em cada 10 pessoas em alguns países estão a tomar antidepressivos com receita médica”, disse o Dr. John Read, da Universidade de Liverpool no Reino Unido.

Mais da metade das pessoas com idade de 18 a 25 anos no estudo relataram sentimentos suicidas e, na amostra total, houve uma grande percentagem de pessoas que sofrem de “dificuldades sexuais” (62%) e “sentir-se emocionalmente entorpecido” (60%).

As percentagens para outros efeitos incluíram: “sentindo-me como se não fosse eu” (52%), “redução dos sentimentos positivos” (42%), “ligando menos para os outros” (39%) e “efeitos de abstinência do medicamento” (55%).

Por outro lado, 82% afirma que o medicamento tinha ajudado a aliviar a sua depressão.

“Embora os efeitos secundários biológicos dos antidepressivos, tais como ganho de peso e náuseas, estejam bem documentados, problemas psicológicos e interpessoais têm sido largamente ignorados ou negados. E eles parecem ser assustadoramente comuns”, disse o Dr. Read.

“A nossa descoberta de que mais de um terço dos entrevistados relata ideação suicida como resultado de tomar os antidepressivos sugere que os estudos anteriores podem ter subestimado o problema”, concluiu.

Espanha
Um doente espanhol foi diagnosticado na Corunha com uma pneumonia provocada pela utilização de cigarros electrónicos. Este foi...

O primeiro caso de pneumonia provocada pelo uso de cigarros electrónicos foi detectado e tratado no Hospitalar Universitário da Corunha.

O homem, de 50 anos, estava a tentar deixar de fumar e, para isso, trocou os tradicionais cigarros pelos electrónicos. Contudo, teve de ser hospitalizado e foi-lhe diagnosticada uma pneumonia que terá sido provocada por estes cigarros.

De acordo com a agência Efe, citada pelo Notícias ao Minuto, a pneumonia foi provocada pela presença de glicerina vegetal nos componentes dos cigarros electrónicos, a componente responsável pela vaporização da nicotina líquida que assim chega aos pulmões sem uma combustão prévia.

Esta glicerina, que é no fundo um lípido, obstrui as vias pulmonares, dificultando desta forma a respiração.

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