Saúde do Homem

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“Carcinoma da Próstata Resistente à Castração”
“Carcinoma da Próstata Resistente à Castração” é o mais recente livro da autoria de Fernando Calais, urologista do Grupo Português Génito-Urinário, uma obra que vem esclarecer os profissionais de saúde que tratam esta doença sobre os tratamentos que estão atualmente disponíveis no mercado, como atuam e como devem ser administrados. O livro é apresentado no dia 13 de dezembro, às 19h, na Ordem dos Médicos, em Lisboa.
Urologistas
Uma equipa de urologistas, entre os quais Ricardo Leão, coordenador de Urologia do Hospital CUF Coimbra, descobriu que o uso de biomarcadores (miRNA) permite evitar cirurgias agressivas que, até hoje, eram realizadas sem hipótese de diagnóstico prévio em doentes com tumores do testículo metastizado. O cancro do testículo é o tumor mais frequente nos homens entre os 18 e 35 anos e qualquer intervenção médica que cause alteração da sua qualidade de vida deve ser devidamente ponderada.
Universidade do Porto
Numa altura em que a taxa de natalidade portuguesa atingiu recentemente o seu mínimo, estando na cauda da Europa, uma equipa multidisciplinar da Universidade do Porto, composta por investigadores e docentes das Faculdades de Psicologia (Mariana Martins, Juliana Pedro, Maria Emília Costa), Medicina (Alberto Barros e Pedro Xavier) e Ciências (Vasco Almeida), desenvolveu dois curtos vídeos com o objetivo de aumentar a literacia em fertilidade, que podem agora ser consultados no site da Biblioteca de Literacia em Saúde no SNS.
Electroporação Irreversível
A técnica da Electroporação Irreversível é um tratamento focal guiado por tecnologia de fusão de imagens de ressonância magnética (RMN) e ecografia que destrói as células cancerígenas sem danificar os tecidos envolventes, preservando as funções da glândula.
Estudo
A testosterona, a hormona sexual masculina por excelência, aumenta as preferências dos homens por produtos com marcas relacionadas com um status social mais alto, conclui um estudo publicado pela revista científica "Nature Communications".

Artigos

Saiba mais
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INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.