Teste sueco
Um grupo de investigadores suecos desenvolveu um novo método para o diagnóstico de cancro pancreático num estágio muito mais...

O teste detecta os primeiros sinais da doença mortal com 97% de precisão e os investigadores esperam que ajude a melhorar a baixa taxa de sobrevivência entre os doentes diagnosticados.

Apenas 5% dos doentes com cancro pancreático sobrevivem mais de cinco anos após a doença ser diagnosticada, com os tumores a desenvolverem-se frequentemente sem serem detectados e a espalhar-se a outros órgãos antes do diagnóstico.

“Estamos muito esperançosos de que o método permita mais casos de descoberta precoce do cancro do pâncreas numa fase em que pode ser tratado ou prevenido”, afirmou Karolina Jabbar, uma das investigadoras envolvidas no estudo da Academia Sahlgrenska.

O teste funciona como uma endoscopia normal, através da inserção de um tubo na boca do doente e fazendo-o descer até ao estômago. “A diferença é que o tubo tira imagens ultra-som, pelo que é possível ver o órgão muito melhor e, depois, consegue-se retirar os fluidos”, explicou Jabbar.

Os investigadores esperam que este procedimento possibilite a detecção de cancros em fases mais embrionárias, ao mesmo tempo que reduz o risco de cirurgias não necessárias.

Inglaterra:
A Fundação britânica Cancer Research lançou um jogo para Android e iPhone sobre o cancro, com base em dados científicos de...

A Cancer Research UK criou o jogo “Jogar para Curar - Genes no espaço” – uma espécie de guerra espacial entre genes que pretende que pessoas de todo o mundo sejam capazes de ajudar os cientistas a desvendar dados sobre genes para encontrar as respostas para algumas das perguntas mais difíceis sobre o cancro.

Ao jogar este jogo divertido e interactivo através da nave espacial, as pessoas vão analisar simultaneamente dados de genes da Cancer Research UK, destacando falhas genéticas que podem causar cancro e ajudar os cientistas a desenvolver novos tratamentos.

Os jogadores devem guiar uma nave espacial em ritmo acelerado, mas com segurança, ao longo de uma viagem cheia de sobressaltos para recolher material precioso chamado ‘Elemento Alpha’. Cada vez que o jogador dirige a nave espacial, a informação é enviada para os cientistas da Cancer Research UK, fornecendo uma análise de variações nos dados de genes. Os cientistas precisam desta informação para calcular quais os genes defeituosos em pacientes com cancro para poderem desenvolver novos medicamentos.

Hannah Keartland, da Cancer Research UK, espera que “milhares de pessoas em todo o mundo possam jogar este jogo o mais rápido possível, para ajudar os nossos pesquisadores com estes dados. Instamos as pessoas a darem cinco minutos do seu tempo, onde e quando puderem. Juntos, nos nossos momentos livres, podemos ajudar a vencer o cancro mais cedo".

O cientista português Carlos Caldas, líder sénior do grupo do Instituto Cambridge UK Cancer Research, da Universidade de Cambridge, disse que, “no futuro, doentes com cancro serão tratados de forma mais orientada com base na impressão digital genética do seu tumor e a nossa equipa tem vindo a trabalhar para entender o motivo pelo qual alguns compostos actuam e outros não. Mais nenhum dispositivo pode fazer isso de forma fiável e, para tal, seria necessário um longo caminho para fazer o trabalho manualmente. O jogo vai-nos ajudar a encontrar formas de diagnosticar e tratar o cancro com maior precisão e mais cedo”.

Investigação
Uma equipa de investigadores identificou a região do cérebro afectada pela síndrome das pernas inquietas, uma doença que se...

“O problema está em que falha um interruptor que acende o Meisl no telencéfalo e, ao caírem os níveis deste gene, produzem-se pequenos defeitos neurais, que, em pessoas idosas, causam o desenvolvimento da doença, possivelmente associada a outros problemas”, afirmou José Luis Gómez Skarmeta, investigador do Centro Andaluz de Biologia do Desenvolvimento, uma das instituições científicas que participaram no estudo.

Segundo Gómez Skarmeta, mutações neste “interruptor” causam uma falha na activação do Meisl e a consequente acção dos gânglios basais, células nervosas que se encontram perto da base do cérebro, dentro do telencéfalo, e que estão ligadas fundamentalmente aos movimentos.

Calor, inquietação, dor, pontadas e espasmos nas pernas durante o sono são outros dos sintomas da patologia, que levam os doentes a terem necessidade de movimentar as pernas para aliviarem essas sensações.

Os resultados da investigação, na qual participou também a Universidade de Standford, nos Estados Unidos, foram publicados na revista Genome Research.

Lisboa
O secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde disse que Lisboa é a zona do país com “maior desproporção entre clínicos...

“Temos a noção clara de que, em todo o território nacional, a Administração Regional de Saúde (ARS) com maiores dificuldades é exactamente a de Lisboa. Por circunstâncias várias, acaba por ser a zona do país onde temos uma maior desproporção entre clínicos existentes e utentes a necessitarem de médico”, afirmou Fernando Leal da Costa na inauguração da unidade de saúde familiar “Auren”, em Ourém, distrito de Santarém.

O secretário de Estado, respondia ao presidente da Câmara de Ourém, o socialista Paulo Fonseca, que alertou para a existência no concelho, ainda, de cerca de oito mil utentes sem médico de família.

“A verdade dos factos é que temos dado pequenos passos no sentido de minimizar essa situação que me causa grande incómodo pessoal e profissional”, declarou Fernando Leal da Costa. Além da questão dos utentes sem médico de família, Paulo Fonseca apontou, novamente, a obrigatoriedade dos doentes do concelho se deslocarem para o hospital de Abrantes, do Centro Hospitalar do Médio Tejo, a 70 quilómetros de distância, quando têm o Centro Hospitalar de Leiria a 20 quilómetros.

“Essa é uma circunstância que merece alguma explicação, parte da qual se prende com a existência de um mapa territorial entre as ARS”, adiantou o governante, garantindo que no âmbito do “plano de reorganização em curso” não deixará “de olhar com muita atenção para a forma mais conveniente de proceder à disposição de cuidados hospitalares à população de Ourém, tendo até em conta que o município é muito grande”.

Fernando Leal da Costa adiantou que estão a ser preparadas “alterações relativamente à distribuição dos serviços de urgência”, assegurando que não deixará de “voltar a insistir” no aumento da capacidade de resposta do hospital de Tomar para responder “às necessidades deste concelho”, como combinado com o autarca de Ourém, assim como com o de Tomar e aos concelhos limítrofes.

“Estou certo que o presidente da Administração Regional de Saúde [de Lisboa e Vale do Tejo] tem desenvolvido esforços no sentido de aumentar a mobilidade dos profissionais, tentando dessa forma aproximá-los das populações, mas parece-nos que a primeiríssima prioridade é encontrar, tão cedo quanto possível, médicos especialistas de medicina geral e familiar para colmatar aqueles que ainda estão sem médico de família”, declarou.

O governante considerou que o modelo das unidades de saúde familiar é “muito importante” e constitui “um marco fundamental da assistência nos cuidados primários de saúde”, considerando estar na altura de o “aperfeiçoar”.

A unidade inaugura de “Auren”, a segunda no concelho, abriu em Janeiro e presta atendimento a 7.600 utentes, podendo, com o alargamento da equipa, chegar a 11 mil pessoas. Funciona no espaço da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Ourém. Segundo a ARS Lisboa e Vale do Tejo, o concelho de Ourém tem 19.549 utentes com médico de família e 8.710 sem médico.

Novo centro de oncologia na Feira
A última etapa da construção da clínica deverá arrancar na próxima semana, pelo que o presidente da Câmara da Feira anunciou...

Em causa está um investimento global na ordem dos 20 milhões de euros por parte do grupo português Lenitudes, que em Setembro de 2009 iniciou na Feira a construção do centro oncológico Maio Clinic, junto ao centro de ciência Visionarium e ao centro de congressos Europarque.

“[Esta obra] vai colocar Santa Maria da Feira no mapa da oncologia”, garante Emídio Sousa, considerando que este projecto “é o embrião” para olhar para o sector da saúde como “um dos futuros ‘clusters’ da Feira”. A última etapa da construção da clínica deverá arrancar na próxima semana, depois de ter sido assinado o contrato de empreitada relativo aos "acabamentos e instalações especiais do edifício”.

Ocupando cerca de 6.000 metros quadrados de área de construção, a nova unidade integra um centro oncológico e um outro de investigação e desenvolvimento.

Segundo informação avançada pelo grupo à autarquia, a actividade dessas estruturas permitirá criar “cerca de 200 postos de trabalho logo que a unidade esteja a funcionar em toda a sua plenitude”.

Emídio Sousa realça que “a saúde se assume como um sector económico gerador de negócios, que pode também ajudar na recuperação da crise financeira”. “Entendemos que o concelho reúne excelentes condições para o desenvolvimento das diferentes áreas deste sector, onde não posso deixar de incluir o chamado turismo de saúde”, explica.

No lançamento da primeira pedra deste centro oncológico, a 09 de Setembro de 2009, o director clínico da nova unidade afirmou que ela iria adoptar “um modelo revolucionário, utilizando o que há de melhor no mercado mundial”.

Guilherme Bezerra de Castro referiu também que o novo equipamento iria tratar cerca de 1.500 doentes por ano, pelo que a administração previa um “constante aprimoramento [da equipa médica] nos grandes centros oncológicos mundiais”.

“Sabemos que as inovações tecnológicas nem sempre estão acessíveis a toda a população e podemos oferecer avanços consideráveis à população do distrito e do país”, disse, na ocasião, o responsável.

Nova endoscopia com ultra-sons permite
Investigadores da Universidade de Gotemburgo, no sudoeste da Suécia, desenvolveram um novo método para tentar diagnosticar a...

“Temos muitas esperanças de que o método permita detectar mais casos precoces (...) numa fase na qual o cancro ainda pode ser tratado ou detido”, declarou uma médica do hospital universitário de Sahlgrenska em Gotemburgo, Karolina Jabbar.

“É como uma endoscopia comum, com a diferença de que um tubo emite ultra-sons e permite ver o órgão muito melhor para extrair o líquido”, explicou a investigadora. Graças a este método de análise, é possível determinar em que fase está o tumor”, acrescentou. Este procedimento, que permite limitar o uso da cirurgia, pode começar a ser utilizado dentro de cinco anos.

O cancro do pâncreas tende a expandir-se rapidamente pelo corpo e é particularmente letal, já que em muitos casos só é descoberto depois de estar espalhado.

Os doentes que não recebem tratamento normalmente morrem entre três a seis meses depois e a taxa de sobrevivência a cinco anos é de apenas 4%.

Conselho Nacional PMA
O presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida defendeu a maternidade de substituição como solução para...

“Há cada vez mais mulheres a sobreviver ao cancro, mas que ficam com o útero incapaz de acompanhar a gestação do feto e isso acontece com raparigas e mulheres ainda muito jovens”, disse o juiz desembargador Eurico Reis. Essa é uma das razões pela qual o presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) defendeu a maternidade de substituição como solução para as mulheres que sobreviveram ao cancro poderem ser mães e lamentou o atraso na discussão desta possibilidade legislativa.

A questão da maternidade de substituição será abordada por Eurico Reis durante o Colóquio “PMA - Presente & Futuro”, que vai decorrer quinta e sexta-feira, no Porto.

Especialista em saúde pública alerta
O especialista em saúde pública Mário Durval alertou para os riscos da falta de higiene das roupas de cama, a propósito do caso...

O alerta de Mário Durval, da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública, surge na sequência de uma notícia divulgada esta segunda-feira pelo Jornal de Notícias, que denuncia a falta de condições de limpeza das roupas de cama no Estabelecimento Prisional da Carregueira (EPC).

O jornal revela que as capas dos colchões dos guardas prisionais da cadeia da Carregueira não são lavadas há 12 anos e os cobertores dos reclusos há dois anos.

“Desde a inauguração da cadeia, em 2002, que os 180 guardas do EPC, Sintra, vivem com medo de apanhar alguma doença, dada a falta de higiene nas camas. Mas os cobertores, colchas e edredões dos 740 reclusos também não são lavados há cerca de dois anos e a roupa de trabalho há dois meses”, adianta o jornal de Notícias Online.

Confrontado com esta situação, Mário Durval disse que “há uma série de situações que podem advir da falta de higiene de roupa que se utiliza nas camas”, como doenças infecciosas e pragas. “É evidente que roupa de cama e outras roupas que estão em condições de prisão, com uma proximidade muito grande - nem sei se as próprias condições de ventilação são as melhores” -, podem acumular microrganismos, poeiras, que podem implicar doenças infecciosas ou pragas, salientou.

O especialista defendeu que, neste tipo de estabelecimentos, em que há “uma utilização intensiva do espaço” por várias pessoas, o “mais importante” é fazer “uma higiene frequente desse tipo de roupas”. “Espero que, pelo menos, mudem as roupas nos quartos em que os reclusos podem receber as companheiras”, comentou.

Sobre a regularidade com que as roupas devem ser mudadas e lavadas, Mário Durval disse: “Anos não de certeza que não é aconselhável”.

Há também várias condicionantes que devem ser ponderadas, como se a roupa é utilizada por mais do que uma pessoa. Contudo, “nas cadeias há normalmente alguma rotação de pessoas” e, por isso, cada vez que há uma pessoa nova deve mudar-se e lavar-se a roupa, aconselhou. “Quando está a mesma pessoa a usar a mesma roupa, a frequência de lavagem dos cobertores deve ser idêntica à que se faz nas nossas casas de, pelo menos, uma vez por ano”, adiantou. No que respeita à lavagem das roupas de trabalho, estas devem ser tratadas no final da semana de trabalho, “isso é uma coisa que não faz sentido que não seja assim”, comentou.

O presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, Jorge Alves, confirmou esta situação ao jornal, afirmado que “são deploráveis as condições de falta de higiene no EPC”. “Há até suspeitas de que um guarda tenha ficado doente precisamente por causa dessa falta de limpeza da roupa”, afirmou Jorge Alvez.

Uma fonte prisional revelou ao jornal que “das quatro máquinas de lavar industriais existentes no EPC, só uma funcionava até há cerca de um mês - as outras estão avariadas há imenso tempo -, altura em que uma fiscalização detectou elevados níveis de monóxido de carbono na lavandaria, o que levou ao seu encerramento”.

Saiba tudo
Esta é uma situação que levanta algumas dúvidas na maioria das mulheres.

Para tentar explicar melhor porque é que os homens adormecem após o sexo, iremos primeiro analisar quais as razões que podem levar as mulheres a sentirem um sentimento de rejeição ou de mal-amadas pelos seus parceiros.

Concretamente, salvo algumas exepções, o sexo antecede-se de uma fase de romance em que o homem procura cortejar a mulher, tentando proporcionar-lhe um misto de emoções positivas de afecto e carinho, com o objectivo de despertar a sua atenção. Faz todo o sentido que após toda esta envolvência a mulher se sinta desejada, e que, existindo também uma atracção da sua parte, acabe por se envolver com a pessoa que a fez sentir especial.

Tudo aparenta ser normal, a relação dos dois segue o seu rumo natural acabando mesmo por se envolverem sexualmente.

Até aqui tudo bem... e depois do sexo?

Enquanto a mulher se sente bem e procura mais conforto junto da pessoa que ainda há momentos atrás a fez sentir-se especial… o homem atinge o orgasmo, sente-se bem e acaba por adormecer.

Desenganem-se as mulheres que pensam que esta atitude está relacionada com uma má prestação sexual, com a falta de interesse do parceiro ou com o seu objectivo ser exclusivamente sexual.

Há uma razão biológica que explica tudo!

A verdade é que nem sempre a mulher atinge o orgasmo após uma relação sexual. E mesmo quando atinge, é como se fosse uma explosão interna de energia. É diferente do homem, pois este ao atingir o orgasmo ejacula, fazendo com que haja uma libertação exterior da sua energia. Energia essa que faz com que haja um elevado desgaste físico do homem e consequente necessidade de reposição da mesma.

Mas não é tudo, as hormonas libertadas durante o sexo e após a ejaculação são talvez a principal razão que leva os homens a terem uma elevada tendência para adormecer após o sexo. Prolactina e oxitocina são o nome dessas hormonas. A sua libertação durante e após o acto sexual reduz os níveis de stress e provoca também um elevado estado de relaxamento do organismo que, por sua vez, se traduz em alguma sonolência.

Perante este facto, e tendo em consideração que a relação sexual possa ocorrer principalmente à noite, altura do dia em que uma pessoa possa estar mais cansada, pode-se considerar normal que os homens tenham esta tendência natural para adormecer após o sexo.

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.
Saiba a importância e conheça os benefícios
Uma prática moderada de desporto ou actividade física pode contribuir para melhorar a qualidade de v
Grande parte dos problemas cardíacos, vasculares cerebrais e até mesmo cancerígenos estão directamente relacionados com o estilo de vida, sedentário, de cada indivíduo. Tendo em consideração que cada um destes problemas é responsável por uma elevada taxa de mortalidade a nível mundial, percebemos que um estilo de vida saudável associado a uma prática de exercício físico moderada pode ser um importante contributo para contrariar as estatísticas e evitar complicações futuras.

Os problemas psicológicos, como a depressão, derivados do stress e não só, também podem ser combatidos recorrendo à prática de exercício. A diminuição dos níveis de ansiedade e uma imagem melhorada, proporcionados pelo exercício, são dois factores importantíssimos para elevar a auto-estima e, consequentemente, reduzir a probabilidade deste tipo de problemas.

Existem também outros tipos de problemas relacionados com a falta de exercício físico. São eles, algumas complicações respiratórias, musculares, ósseas, articulares, etc.

Aconselha-se que ao iniciar a prática de qualquer desporto ou actividade física seja elaborado um plano de treino, e haja um supervisionamento por parte de um profissional. Do mesmo modo que o exercício traz benefícios para a saúde, quando praticado de modo incorrecto, também pode causar lesões musculares e nas articulações. Um aquecimento adequado e uma prática moderada são fundamentais.

Existem diferentes tipos de exercícios aeróbicos e anaeróbicos, que podem ser praticados. Correr, nadar e andar de bicicleta são apenas alguns dos exercícios aeróbicos mais praticados e que produzem benefícios a nível cardíaco, respiratório, muscular e também ajudam a manter o peso ideal consoante a estrutura óssea de cada um. Os exercícios não aeróbicos não exigem tanto esforço físico, mas quando combinados com os aeróbicos completam-se. Preferencialmente devem ser exercícios em que haja, por parte do praticante, um interesse e gosto pelos mesmos. São exemplo disso o golfe, o tiro ao alvo ou até mesmo a jardinagem.

A prática de exercício é igualmente importante para o crescimento das crianças e jovens, estimulando o desenvolvimento cognitivo, social, afectivo e fisiológico.

Podem-se então descrever os benefícios da prática de desporto e actividades físicas:

  • Controle da pressão sanguínea e dos níveis de colesterol;
  • Melhora as funções cardio-respiratórias;
  • Redução da ansiedade;
  • Aumento da densidade óssea;
  • Fortalece os músculos e articulações;
  • Melhora a flexibilidade, a agilidade, a força e o equilíbrio;
  • Aumenta a sensação de bem estar e a auto-estima;
  • Aumenta a longevidade e reduz os riscos de morte prematura.
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Infecção fúngica:
As onicomicoses são infecções das unhas causadas por microrganismos vulgarmente denominados por fung
Dedos do pé com fungo na unha grande

Com a idade, as unhas podem mudar de aspecto. Essas mudanças podem ser apenas ligeiras: a ponta branca da unha fica amarela ou acastanhada, mas também pode acontecer que essa cor amarela ou acastanhada alastre a toda a superfície da unha. Nestes casos é importante apurar se se trata apenas de uma consequência natural do envelhecimento ou se a causa do problema é uma infecção fúngica, neste caso de uma onicomicose. Caso se trate de uma infecção, é importante pôr fim ao problema o mais cedo possível.

A onicomicose é uma infecção da unha e pode dever-se ao facto de a pessoa ter uma falha nos mecanismos de defesa, de ter estado em contactos com o agente causal ou de viver num microclima húmido que facilita a instalação do agente fúngico e permite que este se desenvolva e sobreviva.

Segundo os dados disponíveis, sabe-se que o sexo feminino é o mais atingido devido ao seu maior contacto com manicuras e pedicuras. Mas não se trata de um problema exclusivo às mulheres, porque se por um lado, os sapatos abertos utilizados pelas mulheres facilitam o contacto com os fungos que se encontram no solo, por outro lado também os sapatos fechados e o microclima húmido que estes proporcionam estão na origem deste tipo de problema.

A doença fúngica onicomicose pode ser causada por fungos filamentosos como por leveduras, por exemplo a Candida, embora algumas doenças dermatológicas com alterações ao nível das unhas (psoríase) podem propiciar também um "terreno" favorável à instalação de uma onicomicose. Nestes casos, o doente pode ter em simultâneo alterações das unhas pela sua doença dermatológica de base mas também uma onicomicose associada, de instalação secundária.

Por outro lado, os diabéticos são doentes mais susceptíveis às infecções fúngicas ao nível da pele, e também o são ao nível das unhas, sendo habitual ter mais do que uma unha atingida por determinado fungo ou levedura.

Sinais e sintomas

Os sinais clínicos são muito variados e poucas vezes poderemos ter a certeza de que determinadas alterações das unhas correspondem a onicomicoses. Há uma tendência generalizada de interpretar toda e qualquer alteração das unhas como onicomicose. Assim, para um correcto diagnóstico, é necessária a análise de material colhido da ou das unhas atingidas para exame micológico directo e cultural.

Os sintomas surgem se houver inflamação dos tecidos que rodeiam a unha, uma situação rara e que como consequência surge dor. Este processo inflamatório chama-se perioníquia e surge com frequência nas empregadas domésticas que molham muito as mãos ou cabeleireiras.

Terapêutica

Depois de confirmada a onicomicose o tratamento inclui terapêutica medicamentosa, mas também medidas e hábitos de higiene.

Os doentes devem ter presente determinadas regras básicas para evitar esta infecção, nomeadamente, molhar as mãos o mínimo possível, secar os pés muito bem após o banho diário, usar meias de algodão e calçado não muito oclusivo, etc.

No que toca ao tratamento com medicamentos, existem dois grupos de medicamentos: os fármacos tópicos - como o verniz -, ou os sistémicos. Após a avaliação da gravidade da infecção, o especialista pode considerar que as duas terapêuticas – tópica e sistémica - podem associar-se.

A duração da terapêutica é em média de seis meses para onicomicoses ao nível das mãos e de um ano para as onicomicoses ao nível dos pés.

Como evitar as onicomicoses

- Lave regularmente as unhas com água e sabão;
- Mantenha as unhas secas – seque-as bem depois do banho;
- Use luvas de borracha para lavar a loiça;
- Substitua e lave regularmente as toalhas e não deixe que as suas toalhas sejam utilizadas por outros membros da família - em especial se estiver em período de tratamento de qualquer infecção;
- Procure não andar descalço, principalmente em locais públicos, como piscinas. Use calçado adequado ao local sempre que possível;
- Mude de sapatos, de meias diariamente;
- Evite usar meias ou sapatos excessivamente apertados;
- Use pó de talco (não amido de milho) nos sapatos ou meias, para ajudar a absorver a humidade;
- Não apare as cutículas – se as cortar (ou as afastar para trás) é mais fácil a infecção instalar-se na unha;
- Não utilize unhas postiças: retêm a água, que pode estagnar, permitindo o desenvolvimento de fungos;
- Certifique-se de que o equipamento utilizado pela manicura ou pedicura está esterilizado e que as superfícies se encontram limpas. Mesmo que faça a manicura das suas unhas em casa, certifique-se de que os seus instrumentos estão limpos e devidamente esterilizados;
- Ensine todos os membros da família a identificarem quaisquer sinais de onicomicose e examine as unhas deles se já tiver uma onicomicose;
- Se tiver uma infecção fúngica, deite fora os sapatos ou luvas velhos, a fim de prevenir uma eventual reinfecção.

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A idade aumenta e os cuidados a ter com os pés também

Micoses superficiais da pele

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.
Março
A Europacolon Portugal torna pública a sua posição sobre o Rastreio do Cancro do Intestino em Portugal, nomeadamente, o...

A Europacolon Portugal, Associação de Luta Contra o Cancro do Intestino, congratula-se pelo conhecimento da emissão do despacho 3756/2014 que demonstra um importante ponto de partida para a efectiva implementação do rastreio de base populacional do Cancro Colo-rectal em Portugal.

Contudo, será importante avaliar a capacidade de resposta que terá de ser significativamente aumentada, em termos de disponibilidade de colonoscopias de diagnóstico, após pesquisa de sangue oculto positivos, bem como a autonomia, sensibilização e a agilização da intervenção dos médicos de família ao nível das unidades de Cuidados de Saúde Primários para que tenham acesso à prescrição imediata, dos exames de diagnóstico necessários.

Aguardamos com expectativa o conhecimento da elaboração das normas de orientação clínica, prometida até ao final de Março deste ano, dado que elas serão fundamentais para definir os critérios de rastreio, a metodologia a seguir e os meios necessários.

Constatamos contudo, com grande apreensão que, de acordo com a tabela da área F, endoscopia gastrenterológica publicada no sítio da ACSS, prevê-se que a sedação do referido exame será executada por um gastroenterologista e com um produto que não faz mais parte do “estado da arte”, o que contraria os procedimentos habituais estabelecidos, com o aumento potencial da insegurança do exame.

Importante é ainda a necessária informação, sensibilização e motivação da população para a adesão ao futuro rastreio do CCR e das vantagens do diagnóstico precoce.

Lamentamos ainda que os representantes dos pacientes, contrariamente ao que está estabelecido e muitas vezes proferido, continuem a não ser ouvidos na decisão de matérias tão importantes para os cidadãos, pela qual a Europacolon reclama há mais de 7 anos.

A Europacolon acredita que com 11 mortes diárias no nosso país, torna-se premente reforçar o incentivo ao rastreio, com a devida sedação e vai continuar a monitorizar esta situação, sob pena de continuarem a morrer doentes diagnosticados e não diagnosticados em Portugal.

Das 21 Unidades de Saúde privadas com acordo para a prestação de cuidados de saúde com o SNS existentes no início de Março, a oferta reduziu para 9.A Europacolon contactou essas Unidades de Saúde com o objectivo de avaliar a sua capacidade de resposta a um problema grave: falta de acesso às colonoscopias em Lisboa.

 

4 não fazem colonoscopia

5 fazem apenas a partir do mês de Abril / Maio

 

A colonoscopia continua a ser o único exame que previne mortes. Em Portugal o cancro colo-rectal é o tumor maligno com maior incidência; anualmente surgem mais de 7.000 novos casos e morrem mais de 3.000 pessoas com a doença.

 

Sobre a Europacolon

A Europacolon Portugal - Associação de Luta Contra o Cancro do Intestino é uma Associação sem fins lucrativos que promove a prevenção do cancro colo-rectal, difundindo o conhecimento da doença e os seus sintomas, apoiando os doentes, familiares/cuidadores, na área psico-emocional, no esclarecimento dos seus direitos e criando parcerias com a comunidade médica em tudo o que a esta patologia se refira.

www.europacolon.pt

Alergias são a sexta doença mais frequente no mundo
A alergia a pólenes é uma das causas mais frequentes de manifestações alérgicas. Com a chegada da Primavera, no próximo dia 21,...

“Olhos vermelhos, comichão, lacrimejo, inchaço e dor ou desconforto locais (sensação de corpo estranho no olho) são os principais sintomas da conjuntivite ocular. Os sintomas podem ser ligeiros e sazonais mas podem também tornar-se intensos e persistirem ao longo do ano”, alerta Mário Morais de Almeida, Coordenador do Centro de Alergia do Hospital CUF Descobertas.

E acrescenta: “Se os sintomas perturbarem o dia-a-dia, alterarem a qualidade do sono ou a actividade normal, deve procurar ajuda de um médico especialista. A conjuntivite alérgica constitui uma doença ocular frequente e com potencial impacto na qualidade de vida do doente”.

Na Primavera, a principal causa de alergia aos pólenes são as gramíneas, conhecidas também por fenos e que estão profusamente distribuídas em todo o território nacional, nas áreas rurais e urbanas. A sua polinização ocorre, habitualmente, nos meses de Março a Julho.

A alergia é uma resposta exagerada do sistema de defesas do corpo humano a uma substância presente no ambiente, que por si só não seria uma agressão para o organismo. As alergias são a sexta doença mais frequente no mundo e estima-se que afectem mais de 10% da população mundial e quase um terço dos portugueses.

A Imunoalergologia do Hospital CUF Descobertas é um dos centros nacionais com maior número de casos tratados em todos os grupos etários. Para mais informações consulte: http://www.cufdescobertas.pt/

Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma
A Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma elaborou um guia informativo dos direitos dos doentes. Consulte-o aqui.

Alguns doentes têm direitos e benefícios especiais acrescidos. No caso dos doentes oncológicos, em decorrência de eventuais repercussões na sua doença e, possivelmente até, diminuição das suas capacidades, direitos e benefícios especiais podem ser atribuídos.

Este pequeno manual, elaborado pela Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e eLinfoma, para o doente Hemato-Oncológico, tem como objectivo principal dar a conhecer os seus direitos, com o intuito de poder ajudá-lo para o acesso às medidas e benefícios previstos na lei.

Neste manual pode encontrar várias informações, de forma compilada, que abordam o Sistema Nacional de Saúde, Segurança Social e Benefícios Fiscais, para além de outros benefícios.

No final de cada tópico, é apresentada alguma legislação considerada pertinente, com o intuito de poder ajudar se necessário em informação adicional.

Consulte-o no ficheiro em anexo.

 

Actualizar conhecimentos
Promover a actualização de conhecimentos na área da tuberculose é o principal objectivo do workshop sobre tuberculose que a...

Esta acção de formação decorrerá na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa e é dirigida essencialmente a "médicos que trabalham em CDP/consultas de tuberculose".

Um dos objectivos do Programa Nacional para a Tuberculose (PNT) é a actualização científica dos profissionais que trabalham na área da tuberculose, "divulgando e discutindo tudo que surge de novo na comunidade científica nacional e internacional". A reunião do dia 22 de Março é a primeira de um conjunto de reuniões destinadas a dinamizar a discussão de práticas, a partilha sobre as dificuldades do dia-a-dia e a contribuir para a uniformização de procedimentos.

 

PROGRAMA:

9:00 - 9:30 Epidemiologia da tuberculose

9:30 - 11:00

Novos e velhos métodos laboratoriais em tuberculose

Sua utilização e interpretação na prática clínica diária

Que testes utilizar e como os interpretar no estudo da tuberculose pulmonar e extra-pulmonar

Imagiologia em tuberculose - o doente imunocompetente e o doente imunocomprometido

 

11:00 - 11:30 Intervalo

11:30 - 12:30 Discussão de casos clínicos

12:30 - 14:00 Intervalo almoço

 

14:00 - 16:00

Tratamento da tuberculose susceptível, mono, poli e multirresistente

Abordagem dos efeitos adversos graves ao tratamento da tuberculose

Abordagem das faltas e abandonos ao tratamento – quando continuar, interromper ou reiniciar o tratamento

 

16:00 - 16:30 Intervalo

16:30 - 17:30 Discussão de casos clínicos

 

Inscrição

A participação está limitada a 40 pessoas, estando sujeita a inscrição. A inscrição deverá ser feita aqui. Os candidatos serão seleccionados de acordo com a motivação e a experiência em tuberculose.

Ciência Portuguesa premiada
A investigadora da Universidade de Coimbra Sandra Morais Cardoso é a vencedora do Prémio Janssen Neurociências, de 50 mil euros...

O trabalho científico, que está a ser desenvolvido desde 2009, permitiu, numa primeira instância, descobrir a principal causa da doença de Parkinson, que será a disfunção da mitocôndria, responsável pela produção de energia nas células.

A equipa liderada por Sandra Morais Cardoso e composta pelas alunas de doutoramento Ana Raquel Esteves e Daniela Arduino identificou duas estratégias diferentes que permitem “diminuir as lesões patológicas”, a partir dessa primeira descoberta.

Uma das estratégias passa pela inibição da enzima Sirtuína 2 que, quando activada erradamente, era responsável pela modificação da tubulina, uma componente fundamental nas “auto-estradas” do neurónio, explicou a investigadora.

Outro alvo terapêutico passou pela utilização de uma molécula que liga os microtúbulos do neurónio (as auto-estradas) e que leva a que estes “funcionem melhor”, aclarou.

“Esperemos que as terapêuticas sejam aplicadas a doentes de Parkinson”, afirmou Sandra Morais Cardoso, considerando, contudo, que não quer dar “falsas esperanças”.

Recordou que, “no mínimo dos mínimos”, levará mais dez anos até que a descoberta possa ser aplicada em humanos, tendo que haver antes ensaios com animais.

A investigadora sublinhou que “quanto mais conhecimento há da doença mais fácil será chegar-se a um alvo terapêutico”.

Sandra Morais Cardoso frisou também que “os cortes na investigação científica fazem com que seja muito difícil trabalhar”, lembrando que agora a equipa terá que voltar “a pedir financiamento para continuar o projecto”.

O prémio de 50 mil euros “vai para apoiar os investigadores do grupo, para não ficarem desprotegidos”, disse, manifestando o seu “orgulho” aquando da recepção da notícia.

A equipa do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra teve “colaborações pontuais com outros grupos do mundo”, informou Sandra Morais Cardoso.

Na nota de imprensa relativa ao prémio é afirmado que o trabalho desenvolvido pelo grupo da Universidade de Coimbra é “uma descoberta científica pioneira a nível mundial”.

20 de Março
A Ordem dos Médicos Dentistas e os ministros da Saúde e da Educação assinalam, a 20 de Março, o Dia Mundial da Saúde Oral, numa...

Sob o mote, “Celebrando Sorrisos Saudáveis”, as comemorações juntam as áreas da Saúde e da Educação com o objectivo de promover a literacia da população.

A sessão institucional tem início às 14h00 e conta com a presença do Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas e dos ministros da Saúde e da Educação.

No âmbito desta acção, a Ordem dos Médicos Dentistas (OMD) instituiu o concurso “Faça lá um poema na Ordem”, dirigido a médicos dentistas, em que os poemas premiados serão lidos durante a celebração do Dia Mundial da Saúde Oral.

De acordo com a OMD, nesta parceria "estão também incluídas a celebração do dia Mundial da Poesia, a 21 de Março, e a Semana Nacional de Leitura, de 17 a 21 de Março, que inclui algumas actividades relacionadas com o lançamento da segunda versão do projecto SOBE (saúde oral/bibliotecas escolares)”.

 

Programa:

“O Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral: da escola à escovagem dos dentes, da leitura à intervenção precoce no Cancro Oral”

14H00: Sessão Institucional

14H00: Director-Geral da Saúde e Director-Geral da Educação

14H15: Celebrando sorrisos saudáveis

Secretário-geral da Ordem dos Médicos Dentistas, Prof. Paulo Melo

14H35: Evolução da Saúde Oral no último quinquénio

Coordenador Nacional do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral, Dr. Rui Calado

14H55: A leitura e a saúde oral - perspectiva do PNL

Comissário do Plano Nacional de Leitura, Prof. Fernando Pinto do Amaral

15H15: Entrelaçar palavras e sorrisos. Um novo SOBE

Coordenadora Interconcelhia da RBE, Dra. Ana Cabral

15H40: Cancro Oral – A Intervenção precoce

Consultor da DGS para o cancro oral, Dr. António Mano Azul, e coordenador do programa nacional de promoção da saúde oral, Dr. Rui Calado.

17H00: Sessão de encerramento com a presença dos Ministros da Saúde e da Educação e do Bastonário da Ordem dos Médicos

Dia Mundial da Tuberculose alerta
Dia 24 de Março de 2014 assinala-se o Dia Mundial da Tuberculose, promovido pela Parceria Stop TB.

Este ano a campanha está centrada nos 3 milhões de pessoas que ainda não recebem o tratamento de que necessitam: “dos nove milhões de pessoas que todos os anos adoecem com tuberculose, um terço está ‘desaparecido’ dos sistemas de saúde pública”.

 

21 de Março
Dia 21 de Março de 2014 marca o 9º aniversário do Dia Mundial da Síndrome de Down, este ano sob o lema "Saúde e bem-estar ...

No âmbito das actividades deste dia, realiza-se uma conferência nas Nações Unidas, em Nova Iorque, que contará com intervenções de especialistas dos EUA, Índia e Reino Unido.

A Down Syndrome International, entidade que promove o Dia Mundial da Síndrome de Down a nível global, pretende que a campanha passe algumas mensagens centrais, nomeadamente que ter “Síndrome de Down é uma condição genética, não uma doença”, “profissionais de saúde não devem discriminar pessoas com Síndrome de Down”, “as pessoas com Síndrome de Down podem ter problemas de saúde ao longo das suas vidas, tal como qualquer outra pessoa, e devem ter acesso aos cuidados de saúde, tal como acontece com qualquer pessoa”.

Novos cursos
Novos Cursos na Cozinha Dietética da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal arrancam a 26 de Março.

Depois do sucesso da última edição, a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) lança novos Cursos de Cozinha Saudável, na Escola da Diabetes (Rua do Sol ao Rato, 11), em Lisboa. Ministrados por um Chef de Cozinha e uma Dietista, associam o convívio e a descontracção a uma componente educativa. Cada Curso tem um tema específico, mas todos seguem os princípios do equilíbrio, qualidade e sabor. O primeiro é já no próximo dia 26 de Março e centra-se na primeira e na mais importante refeição do dia: o pequeno-almoço.

 

Cursos e Datas:

 

Pequenos-Almoços

26/Mar

17h30-19h30

Pratos de Microondas

10/Abr

17h30-19h30

Pratos de Baixo Índice Glicémico

23/Abr

15h00-17h30

Pão e Bolachas

15/Mai

15h00-17h30

Doces de Verão quase sem Açúcar

21/Mai

15h00-17h00

Pratos Apetecíveis, Metade das Calorias

18/Jun

17h30-20h00

Legumes para Miúdos

25/Jun

15h00-17h30

 

“Vários estudos indicam que o pequeno-almoço é uma refeição essencial à saúde e ao bem-estar, mas também que esta é uma das refeições mais desvalorizadas e até omitidas do dia. Ajuda a aumentar o gasto energético, a melhorar o rendimento cognitivo, a concentração e a controlar o apetite para o almoço. Este primeiro curso que a APDP disponibiliza, além de dar dicas importantes de como preparar a primeira refeição do dia de forma equilibrada é um excelente programa para fazer em família”, lembra Luís Gardete Correia, presidente da APDP.

Os cereais de pequeno-almoço, por exemplo, mesmo os que são considerados de “dieta”, têm elevadas quantidades de açúcar. Neste primeiro curso da APDP, os participantes podem aprender a fazer o seu muesli, a conhecer quais os melhores alimentos para a primeira refeição do dia e ainda provar panquecas mais saudáveis e igualmente saborosas.

Outras dicas importantes ao nível de uma alimentação saudável, ao alcance de todos, se seguirão nos próximos cursos agendados. “Pratos de Microondas” inicia no dia 10 de Abril e vai permitir aprender a preparar receitas completas de forma rápida e sem sujar tachos e panelas. Já o curso “Pratos de Baixo Índice Glicémico” ajudará a esclarecer os vários mitos associados a este conceito, a interiorizar como funciona e como deve ser utilizado no dia-a-dia. As refeições com um índice glicémico mais baixo podem contribuir para um melhor controlo metabólico e do apetite.

Outro dos cursos a encher de cheiros e sabores a cozinha da Escola da Diabetes é o do “Pão e Bolachas”. “As bolachas são muito comuns na nossa alimentação, crescemos com elas, e esquecemo-nos de que são produtos de pastelaria. Por exemplo, aquelas que encontramos no supermercado, se olharmos para o rótulo, percebemos que são uma "junk food" disfarçada de ‘alimento saudável’. Em termos práticos, muitas destas bolachas são compostas por ingredientes de má qualidade e extremamente calóricas. Assim, deve evitar-se o seu consumo e preferir as caseiras”, refere Joana Oliveira, dietista e uma das formadoras.

“Doces de Verão Quase sem Açúcar”, “Sobremesas simples, frescas e pouco calóricas para o verão”, “Legumes para Miúdos e Graúdos” são outras opções a considerar para saber como tornar alimentos saudáveis mais apetecíveis para as crianças, com receitas que podem ir de um simples puré de batata e legumes a nuggets de legumes.

As inscrições para os Cursos de Cozinha da APDP devem ser feitas através do e-mail [email protected] ou do telefone 213 816 101. O custo associado é de 20 euros, sendo que as crianças até aos 12 anos não pagam.

 

Sobre a diabetes

É uma doença crónica em larga expansão em todo o mundo. Segundo os números da Federação Internacional da Diabetes – IDF, a Diabetes atinge mais de 382 milhões de pessoas em todo o mundo, correspondendo a 8,3% da população adulta mundial e continua a aumentar em todos os países. Em 46% destas pessoas a Diabetes não foi ainda diagnosticada, prosseguindo a sua evolução silenciosa.

A Diabetes é uma doença crónica que tem graves implicações a nível cardiovascular e é a principal causa de insuficiência renal, de amputações e de cegueira. Esta doença é já a quarta principal causa de morte na maior parte dos países desenvolvidos e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Ainda segundo dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde, esta patologia pode conduzir a uma redução da esperança média de vida, pela primeira vez em 200 anos.

Em 2013 a Diabetes matou 5,1 milhões de pessoas. Estima-se que em 2035 o número de pessoas com Diabetes no mundo atinja os 592 milhões, o que representa um aumento de 55% da população atingida pela doença.

Portugal posiciona-se entre os países Europeus que registam uma mais elevada taxa de prevalência da Diabetes.

 

Sobre a APDP

Fundada em 1926, a APDP é a associação de doentes mais antiga do mundo. Com cerca de 50 mil diabéticos inscritos, desenvolve a sua actividades na luta contra a diabetes e no apoio à pessoa com a doença, tendo sempre como meta a integração das pessoas com diabetes na sociedade, enquanto elementos activos. A APDP tem sido pioneira na prevenção e educação das pessoas com diabetes. Conhecer melhor a doença e explorar novas formas de tratamento, são os principais objectivos, a par da criação de estruturas capazes de dar resposta aos diversos problemas que envolvem a diabetes. Inscrições através do e-mail: [email protected] ou do telefone: 213 816 101.Inscrições através do e-mail: [email protected] ou do telefone: 213 816 101.Inscrições através do email: [email protected] ou do telefone: 213 816 101.

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