Merck Serono premeia
Foram seleccionados três vencedores internacionais pelos seus projectos de investigação únicos, com potencial para fazer...

Merck Serono, divisão biofarmacêutica da Merck, anunciou os vencedores da primeira Bolsa de Inovação em Oncologia (GOI), os quais irão receber prémios no valor de €1 milhão. Os vencedores de 2014 foram formalmente anunciados numa cerimónia de entrega dos prémios, a decorrer em paralelo com a reunião anual da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO), em Madrid, Espanha.

Lançado em Setembro de 2013, no Congresso Europeu de Oncologia (ECCO-ESMO-ESTRO) 2013 em Amesterdão, o GOI pretende apoiar os investigadores que desenvolvem projectos inovadores com potencial para fazer avançar a investigação no tratamento personalizado de tumores sólidos. 

 

Áreas de interesse do GOI:

  • Acesso ao tratamento personalizado dos doentes
  • Investigação inovadora com relevância clínica e benefício para os doentes
  • Neoplasias malignas de tumores sólidos

 

O Comité Científico Internacional, composto por oncologistas e investigadores chave, seleccionou os seguintes vencedores:

Dr.ª Clara Montagut, Hospital del Mar, Barcelona, Espanha; pesquisa em: Ultra-selection and molecular monitoring of CRC patients treated with anti-EGFR therapy using NGS platforms and serial liquid biopsies

Dr. Stefan Sleijfer, Erasmus MC Cancer Institute, Roterdão, Holanda; pesquisa em: Non-invasive monitoring of breast cancer therapy using cell-free tumor DNA in blood

Dr. Ulrich Güller, Hospital Cantonal, St. Gallen, Suiça; pesquisa em: Prospective, double-blinded, placebo-controlled, phase III randomized trial of adjuvant aspirin treatment in PIK3CA mutated colon cancer patients

“Gostaria de felicitar os vencedores e as suas equipas pela qualidade dos seus projectos de investigação. Na última década, a investigação inovadora em oncologia fez uma série de descobertas que contribuíram para uma melhor compreensão da biologia de cada tumor, permitindo uma terapêutica personalizada aos doentes”, mencionou Belen Garijo, Presidente e CEO da Merck Serono. “Esperamos que esta primeira Bolsa de Inovação em Oncologia impulsione o desenvolvimento de mais investigações pioneiras no tratamento personalizado do cancro que poderão culminar numa melhoria dos resultados clínicos dos doentes.” 

A Bolsa de Inovação em Oncologia da Merck Serono dá continuidade e assenta no sucesso da Bolsa de Inovação em Fertilidade (GFI), Bolsa de Inovação na Esclerose Múltipla (GMSI) e Bolsa de Inovação no Crescimento (GGI), as quais entre si já concederam prémios em mais de €10 milhões a projectos de investigação desde 2010.

Para mais informações e detalhes de como se candidatar ao GOI 2015, visite:

www.grantforoncologyinnovation.org

 

About Merck Serono

Merck Serono is the biopharmaceutical division of Merck. With headquarters in Darmstadt, Germany, Merck Serono offers leading brands in 150 countries to help patients with cancer, multiple sclerosis, infertility, endocrine and metabolic disorders as well as cardiovascular diseases. In the United States and Canada, EMD Serono operates as a separately incorporated subsidiary of Merck Serono.

Merck Serono discovers, develops, manufactures and markets prescription medicines of both chemical and biological origin in specialist indications. We have an enduring commitment to deliver novel therapies in our core focus areas of neurology, oncology, immuno-oncology and immunology.

For more information, please visit www.merckserono.com.

 

Evite os excessos alimentares
A época de verão anda à espreita e com ela a vontade de fazer refeições mais leves e evitar alimento
Saúde cardiovascular

O aspecto cultural que caracteriza o Verão leva-nos a ingerir alimentos mais leves, frescos e menos calóricos. Não só porque a temperatura nos empurra para essas escolhas, mas também porque estamos mais atentos ao acumular de gorduras durante o Inverno.   

Cometer alguns excessos alimentares em ocasiões especiais, como por exemplo no Natal, na Passagem de Ano e na Páscoa, alturas em que é difícil resistir a tão vastas e aliciantes propostas gastronómicas, não representa um perigo para a saúde, desde que, este comportamento não se arraste durante dias ou mesmo semanas consecutivas. No entanto, este tipo de vida tão pouco saudável em termos de alimentação – a que se juntam, quase sempre, estilos de vida muito sedentários – é particularmente prejudicial para as pessoas que sofrem de problemas digestivos, gastrointestinais e biliares, para além de poderem originar outras consequências, tais como a subida da tensão arterial, dos níveis de colesterol e dos triglicéridos, muitas vezes já aumentados, além de também contribuirem para um aumento de peso.

Assim, passada que está esta época de pequenos grandes exageros, há que proceder à “desintoxicação” do organismo e, para o efeito, existem várias formas de o fazer.

A limpeza do organismo e a perda de peso não se fazem através da privação dos alimentos, mas através da sua ingestão criteriosa. É fundamental continuar a comer de tudo, só que de forma equilibrada. Ou seja, importa diversificar e fraccionar os alimentos ao máximo e apostar mais em alguns em concreto. Por exemplo, deve-se reduzir ao máximo as gorduras de origem animal, comer mais fruta, produtos hortícolas e cereais pouco refinados.

No que respeita à carne, deve dar-se prioridade às carnes brancas, uma vez que são mais saudáveis do que as vermelhas. O peixe deve ser consumido, preferencialmente, cozido ou grelhado.  

É importante conhecer a pirâmide dos alimentos e a forma como estes se comportam no organismo. Esta mesma tese é válida tanto para os casos em que se pretende manter o peso certo como para purificar o organismo dos excessos. Também se deve beber muita água durante o dia, já que esta ajuda à limpeza orgânica do organismo.

Exercício Físico
Segundo os especialistas, a adopção de um plano alimentar saudável e equilibrado no dia-a-dia não invalida a prática de exercício físico. Ao contrário, estes completam-se na perfeição. Por vezes, basta implementar o hábito de andar a pé, em passo acelerado, todos os dias pelo menos durante 20 a 30 minutos, de manhã e à tarde.

Para evitar o peso a mais e queimar calorias, recomenda-se a marcha ou o subir escadas com alguma frequência.

É claro que a ida ao ginásio também pode ser uma solução, mas, não é forçoso que a prática de uma actividade física tenha de passar necessariamente por estas academias. O que importa verdadeiramente é que o exercício seja apropriado às necessidades de cada indivíduo, tendo em conta a importância desta actividade ao nível do aparelho cardiovascular e como meio de consumir as calorias.

Tratamento farmacológico
Os ácidos gordos ómega 3 (EPA/DHA) são um tipo de gordura sem a qual o nosso organismo não funciona adequadamente. Por essa razão, este ácido gordo é chamado de “essencial” e deve ser incluído na dieta alimentar.

Os ómega 3 são conhecidos como um nutriente cardioprotector, permitindo a diminuição dos triglicéridos no sangue; a prevenção de batimento cardíaco irregular (arritmia); a redução da agregação plaquetária e o aumento da fluidez do sangue. Ou seja, previnem a formação de placas de aterosclerose responsáveis pelo entupimento progressivo das artérias e asseguram uma maior elasticidade das paredes das veias.

Em 2002, foi publicado na revista Circulation o estudo italiano GISSI, que avaliou os efeitos do consumo diário de um medicamento ómega-3 (EPA/DHA) marinhos, em doentes que haviam sofrido um enfarte do miocárdio. Com esta pesquisa verificou-se uma redução de 28 por cento da mortalidade total e de 47 por cento da morte súbita naqueles indivíduos.

Opções não farmacológicas

Chás
As catequinas do chá verde conferem uma protecção natural contra as doenças cardiovasculares, ao mesmo tempo que são um forte aliado para todos os que querem reduzir a gordura abdominal.

Assim, ao mesmo tempo que está a beber uma chávena de chá verde pode estar a proteger o seu organismo dos efeitos nocivos da poluição ou dos maus hábitos alimentares, pois as catequinas, um fitonutriente da família dos polifenóis, tem uma forte acção antioxidante. E, como de todos os chás é o menos fermentado, preserva assim uma maior quantidade de catequinas.

Vitamina C
A vitamina C é indispensável para o metabolismo de absorção do ferro e da formação de hemoglobina (glóbulos vermelhos do sangue). Tem acção desintoxicante.

A vitamina C (ácido ascórbico) é encontrada nas frutas, principalmente na laranja, limão, mamão, caju, kiwi, goiaba, abacaxi, morango, e melão. Também o agrião, a salsa, a alface, o repolho, a abóbora, o pimentão, a fava, o tomate, a cenoura e outros vegetais frescos são portadores da vitamina C. A vitamina C é facilmente destruída pelo calor e pela luz, portanto estes alimentos devem ser armazenados em local fresco e escuro e preparados ou cozidos da maneira mais rápida possível.

Guaraná
O Guaraná constitui a matéria vegetal mais rica em cafeína actualmente conhecida e apresenta numerosos benefícios, principalmente porque permite ao organismo “queimar” mais rapidamente as suas gorduras. É possível encontrar no mercado esta substância em diversas formulações.

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.
Bristol-Myers Squibb Announces
FDA accepts for priority review the Biologics License Application for previously treated advanced melanoma, based on data from...

Bristol-Myers Squibb Company announced multiple regulatory milestones for Opdivo (nivolumab), an investigational PD-1 immune checkpoint inhibitor, in the U.S. and European Union. In the U.S., the Food and Drug Administration (FDA) has accepted for priority review the Biologics License Application (BLA) for previously treated advanced melanoma and the Prescription Drug User Fee Act (PDUFA) goal date for a decision is March 30, 2015. The FDA also granted Opdivo Breakthrough Therapy status for this indication. In the European Union, the European Medicines Agency (EMA) has validated for review the Marketing Authorization Application (MAA) for Opdivo in advanced melanoma. The application has also been granted accelerated assessment by the EMA’s Committee for Medicinal Products for Human Use (CHMP).

“The filing acceptance and validation of our Opdivo applications by the FDA and EMA represent significant steps forward in our commitment to delivering innovative immuno-oncology treatments to patients with cancer around the world,” said Michael Giordano, MD, senior vice president, Head of Oncology Development, Bristol-Myers Squibb. “Additionally, the Breakthrough Therapy Designation and the accelerated assessment for advanced melanoma underscore our focus on developing treatments for diseases in which a significant unmet medical need remains.”

 

About the U.S. Biologics License Application

The U.S. BLA is based on data from CheckMate -037, a multinational, multicenter, randomized open-label Phase 3 trial evaluating Opdivo compared to the physician’s choice of either dacarbazine (DTIC) or carboplatin/paclitaxel in patients with unresectable or metastatic melanoma who have been previously treated with Yervoy and, if BRAF-mutation positive, a BRAF inhibitor. Interim data from CheckMate -037 will be highlighted at an ESMO 2014 Congress press briefing on September 29 in the morning and presented during the Presidential Symposium at 4 p.m. CEST (Abstract #LBA3_PR).

In the U.S., priority review status is granted for applications for drugs that treat a serious condition and, if approved, would be a significant improvement in the safety or effectiveness of the treatment, diagnosis, or prevention of serious conditions when compared to standard applications. Breakthrough Therapy Designation, according to the FDA, is intended to expedite the development and review of drugs for serious or life-threatening conditions. The criteria for this designation require preliminary clinical evidence that demonstrates that the drug may have substantial improvement on at least one clinically significant endpoint over available therapy.

 

About the E.U. Marketing Authorization Applications

The MAA submitted to the EMA in advanced melanoma is also supported by data from CheckMate -037. Accelerated assessment procedure may be requested for medicinal products of major interest from the point of view of public health and, in particular, from the point of view of therapeutic innovation. The acceptance of accelerated assessment by the CHMP could shorten the review time of Opdivo in advanced melanoma by approximately two months.

 

About Opdivo

Cancer cells may exploit “regulatory” pathways, such as checkpoint pathways, to hide from the immune system and shield the tumor from immune attack. Opdivo is an investigational, fully-human PD-1 immune checkpoint inhibitor that binds to the checkpoint receptor PD-1 (programmed death-1) expressed on activated T-cells.

Bristol-Myers Squibb has a broad, global development program to study Opdivo in multiple tumor types consisting of more than 35 trials – as monotherapy or in combination with other therapies – in which more than 7,000 patients have been enrolled worldwide. Among these are several potentially registrational trials in non-small cell lung cancer (NSCLC), melanoma, renal cell carcinoma (RCC), head and neck cancer, glioblastoma and non-Hodgkin lymphoma.

In 2013, the FDA granted Fast Track designation for Opdivo in NSCLC, melanoma and RCC. In April 2014, the company initiated a rolling submission with the FDA for Opdivo in third-line pre-treated squamous cell NSCLC and expects to complete the submission by year-end. The FDA granted its first Breakthrough Therapy Designation for Opdivo in May 2014 for the treatment of patients with Hodgkin lymphoma after failure of autologous stem cell transplant and brentuximab. On July 4, Ono Pharmaceutical Co. announced that Opdivo received manufacturing and marketing approval in Japan for the treatment of patients with unresectable melanoma, making Opdivo the first PD-1 immune checkpoint inhibitor to receive regulatory approval anywhere in the world.

Bristol-Myers Squibb has proposed the name Opdivo (pronounced op-dee-voh), which, if approved by health authorities, will serve as the trademark for nivolumab.

 

About Advanced Melanoma

Melanoma is a form of skin cancer characterized by the uncontrolled growth of pigment-producing cells (melanocytes) located in the skin. Metastatic melanoma is the deadliest form of the disease, and occurs when cancer spreads beyond the surface of the skin to the other organs, such as the lymph nodes, lungs, brain or other areas of the body. The incidence of melanoma has been increasing for at least 30 years. In 2012, an estimated 232,130 melanoma cases were diagnosed globally. Melanoma is mostly curable when treated in its early stages. However, in its late stages, the average survival rate has historically been just six months with a one-year mortality rate of 75 percent, making it one of the most aggressive forms of cancer.

 

Immuno-Oncology at Bristol-Myers Squibb

Surgery, radiation, cytotoxic or targeted therapies have represented the mainstay of cancer treatment over the last several decades, but long-term survival and a positive quality of life have remained elusive for many patients with advanced disease.

To address this unmet medical need, Bristol-Myers Squibb is leading advances in the innovative field of immuno-oncology, which involves agents whose primary mechanism is to work directly with the body’s immune system to fight cancer. The company is exploring a variety of compounds and immunotherapeutic approaches for patients with different types of cancer, including researching the potential of combining immuno-oncology agents that target different and complementary pathways in the treatment of cancer.

Bristol-Myers Squibb is committed to advancing the science of immuno-oncology, with the goal of changing survival expectations and the way patients live with cancer.

 

About the Bristol-Myers Squibb and Ono Pharmaceutical Collaboration

In 2011, through a collaboration agreement with Ono Pharmaceutical, Bristol-Myers Squibb expanded its territorial rights to develop and commercialize Opdivo globally except in Japan, South Korea and Taiwan, where Ono had retained all rights to the compound at the time. On July 23, 2014, Bristol-Myers Squibb and Ono Pharmaceutical further expanded the companies’ strategic collaboration agreement to jointly develop and commercialize multiple immunotherapies – as single agents and combination regiments – for patients with cancer in Japan, South Korea and Taiwan.

 

About Bristol-Myers Squibb

Bristol-Myers Squibb is a global pharmaceutical company whose mission is to discover, develop and deliver innovative medicines that help patients prevail over serious diseases. For more information about Bristol-Myers Squibb, visit www.bms.com, or follow us on Twitter at http://twitter.com/bmsnews.

 

Bristol-Myers Squibb Forward-Looking Statement

This press release contains "forward-looking statements" as that term is defined in the Private Securities Litigation Reform Act of 1995 regarding the research, development and commercialization of pharmaceutical products. Such forward-looking statements are based on current expectations and involve inherent risks and uncertainties, including factors that could delay, divert or change any of them, and could cause actual outcomes and results to differ materially from current expectations. No forward-looking statement can be guaranteed. Among other risks, there can be no guarantee that Opdivo will receive regulatory approval in the U.S. or, if approved, that it will become a commercially successful product. Forward-looking statements in this press release should be evaluated together with the many uncertainties that affect Bristol-Myers Squibb's business, particularly those identified in the cautionary factors discussion in Bristol-Myers Squibb's Annual Report on Form 10-K for the year ended December 31, 2013 in our Quarterly Reports on Form 10-Q and our Current Reports on Form 8-K. Bristol-Myers Squibb undertakes no obligation to publicly update any forward-looking statement, whether as a result of new information, future events or otherwise.

 

Entidade Reguladora da Saúde
A Entidade Reguladora da Saúde considera que o Vale Cirurgia com que os utentes podem escolher a instituição para serem...

“O conteúdo do Vale Cirurgia (VC) tem características inibidoras do exercício da escolha, na medida em que a opção, por parte do utente, por estabelecimentos não incluídos na selecção apresentada no vale é penalizada com a não cobertura das despesas de deslocação”, lê-se no relatório.

O estudo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) visou avaliar o acesso, a concorrência e a qualidade dos cuidados cirúrgicos no SNS, em concreto no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC).

A ERS recorda que “um aspecto fundamental para se efectivar a concorrência na parte convencionada do SIGIC é a existência de liberdade de escolha”.

Contudo, prossegue o documento, “a própria informação que é transmitida aos utentes juntamente com o VC emitido não apoia claramente a livre escolha, uma vez que não se faz referência à possibilidade de escolha de qualquer estabelecimento do sector convencionado ou do SNS que realize a cirurgia em causa e se encontre disponível para a realizar”.

Além deste aspecto, “a Entidade apurou que a Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) e a mediana dos tempos de espera dos utentes em LIC apresentaram uma tendência decrescente entre 2006 e 2012, apenas interrompida em 2011”.

“A média do tempo de espera dos utentes efectivamente operados apresentou tendência decrescente até 2010, aumentando em 2011 e 2012”, lê-se no documento.

De 2012 para 2013, “a mediana do tempo de espera da LIC e a média do tempo de espera dos utentes operados diminuíram, embora as LIC tenham aumentado”.

Segundo a ERS, “as percentagens de inscritos e de utentes operados prioritários que ultrapassaram o Tempos Máximos de Resposta Garantidos (TMRG) exibiram igualmente tendência decrescente até 2010, aumentando em 2011, e denotando sinais de estabilização em 2012 e 2013”.

O estudo apurou ainda que nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) verificou-se “uma maior percentagem de episódios prioritários relativamente ao número total de episódios, em comparação com os hospitais protocolados, o que poderá evidenciar uma casuística de maior complexidade e uma maior necessidade de resposta célere, para cumprimento dos TMRG, por parte dos hospitais do SNS”.

Em relação à proximidade à rede de hospitais de origem e de destino, a Entidade concluiu que “toda a população do território continental se encontra a menos de 90 minutos de viagem de um ponto de oferta”.

“Constata-se ainda que somente 0,7% da população se localiza a mais de 60 minutos de viagem de um hospital de origem (SNS ou protocolado), percentagem que é de 0,5% quando se considera a rede de hospitais de destino (SNS e convencionados)”.

Outro indicador refere que “os hospitais de origem realizam a maioria da produção no âmbito do SIGIC (97%), predominando nesta primeira linha de oferta os hospitais do SNS”.

“A produção como hospitais de destino é residual, e realizada maioritariamente por hospitais convencionados, sendo o papel dos hospitais do SNS como hospitais de destino pouco representativo”, lê-se no documento.

 

Estudo revela:
Seis em cada 10 vítimas de traumatismo crânio encefálico grave estão desempregadas ou reformadas um ano após o acidente e 82%...

O estudo “Impacto sócio-familiar do Traumatismo Crânio Encefálico (TCE)”, realizado pela Novamente - Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e Suas Famílias, quis verificar o impacto da doença na vida das vítimas e dos cuidadores, disse a investigadora e directora da associação, Vera Bonvalot.

A recolha dos dados foi realizada quatro, oito e 12 meses após o acidente e analisou 266 casos admitidos nos serviços de urgência hospitalares nos últimos três anos.

O estudo, que é hoje apresentado na Fundação Calouste Gulbenkian, refere que “o drama do traumatismo crânio encefálico grave tem impacto na vítima, na família, mas também na sociedade, adiantou Vera Bonvolt.

Cerca de 58% das vítimas (com idades entre os 18 e os 45 anos) trabalhavam ou estudavam antes de sofrer o traumatismo e após a lesão apenas 19% manteve a sua actividade. Dos que voltaram a trabalhar, 75% desempenham a mesma função e trabalham as mesmas horas, 17% realizam menos horas e 8% mudaram de tipo de trabalho.

A diminuição da frequência dos tratamentos é outra conclusão do estudo, salientando que 72% das vítimas não têm acesso a terapias de reabilitação ao fim de oito meses e 82% após um ano. É um número “muito assustador”, porque as terapias de reabilitação são fundamentais para a recuperação das vítimas, explicou Vera Bonvalot.

O estudo acrescenta que esta situação, além de “comprometer seriamente” as melhorias físicas e neurológicas do doente, aumenta “a responsabilidade e trabalho dos cuidadores”.

Entre as razões apresentadas pelos inquiridos para esta dificuldade, encontram-se a falta de vagas, a demora da aprovação por parte das seguradoras e o elevado custo dos serviços privados.

Um aspecto relatado pelos cuidadores e vítimas como factor importante para a recuperação é o apoio que recebem da família e dos amigos, mas este vai diminuindo ao longo do tempo.

Segundo o estudo, 73% perderam o contacto da família e 93% dos amigos.

A doença também tem consequências nas vítimas, com 76% a apresentarem, ao fim de um ano, sinais de ansiedade e depressão e 71% de impulsividade, irritação, agressividade e perda de capacidade para lidar com as pessoas.

Os cuidadores têm um “grande peso na vida das vítimas e também sofrem”, disse a investigadora, adiantando que, um ano após o acidente, 62% não retomaram em pleno a actividade laboral, 67% tiveram impactos negativos na saúde e 77% sentem-se emocionalmente esgotados.

Muitas famílias não compreendem os comportamentos da vítima, o que resulta da “pouca informação que é transmitida à família que, além de se deparar com uma situação totalmente nova para si, não obtém qualquer informação que a ajude a compreender e a fazer face a esta realidade”, sublinha o estudo.

O estudo conclui que o percurso da vítima e dos cuidadores “é complexo e exige a compreensão e intervenção adequada por parte de todos os profissionais que intervêm directamente com estes casos e uma entidade externa que possa defender e representar a família”.

Nos últimos 25 anos, mais de 275 mil pessoas terão sofrido um TCE grave em Portugal e vivem com sequelas. As quedas são a causa mais frequente (59%), seguidas de acidentes de viação, de desporto e agressões.

 

Faça escolhas saudáveis
Morrem 35 mil pessoas por dia em Portugal por doenças cerebrovasculares, incluindo o AVC. Neste Dia Mundial do Coração saiba...

 

 

 

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Da região Centro
A Administração Regional de Saúde do Centro informou que 93% da população da região está abrangida pelo programa Pão.come, que...

Cerca de 1 milhão e meio de pessoas da região Centro está já “abrangida pelo Pão.come”, um projecto da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), que procura prevenir doenças cardiovasculares e cerebrovasculares e que foi implementado pelo Departamento de Saúde Pública em 2007.

Inicialmente, começou em “322 padarias em 26 concelhos”, contabilizando na actualidade “1.139 estabelecimentos ligados à indústria da panificação distribuídos por 73 concelhos” da região, informou a ARSC, em comunicado.

“Esta intervenção teve como base um diagnóstico realizado em 150 amostras de pão, cujo resultado médio de teores de sal foi de 1,58 gramas por 100 gramas de pão”, tendo como meta final proposta a redução de sal para 0,8 gramas por 100 gramas de pão, em 2020, explicou a administração regional.

Desde 2007, já foram realizadas “cerca de 5.000 análises a pão”.

Segundo a nota de imprensa, a iniciativa “envolve uma vasta equipa de médicos e enfermeiros de saúde pública, técnicos de saúde ambiental, nutricionistas, engenheiros sanitaristas, técnicos de laboratório e padeiros”, tendo ainda como parceiros a Associação do Comércio e de Indústria da Panificação, Pastelaria e Similares e a Fundação Portuguesa de Cardiologia.

A iniciativa da ARSC foi já premiada na categoria Promoção da Saúde, pelo Alto Comissariado da Saúde em 2009, e pelos Nutrition Awards em 2010, com uma menção honrosa.

Um tipo muito agressivo
Um novo tratamento aumenta em 40% a sobrevivência, num tipo de cancro de mama muito agressivo, HER2 positivo metastizado, de...

Nesta investigação participaram um total de 250 centros de 19 países, entre os quais nove hospitais espanhóis, e 808 mulheres com este tipo de cancro de mama.

Um acompanhamento a longo prazo, de 50 meses, deste estudo demonstrou os benefícios do novo fármaco neste cancro com metástases, assinalam os seus autores, já que a sobrevivência global passou de uma mediana de 40,8 meses a 56,5, conseguindo mais 15,7 meses de vida.

O tratamento acrescenta um novo princípio activo, pertuzumab, ao actual, com trastuzumab e quimioterapia.

O cancro da mama HER2 positivo representa entre 15% e 20% do total destes tumores.

No mesmo congresso foi também revelado que cerca de 7% dos doentes oncológicos interrompe o tratamento, devido aos efeitos secundários, segundo um inquérito europeu realizado junto de 7.899 doentes de França, Alemanha, Itália, Reino Unido e Espanha.

“Destes 7% (531 de um total de 7.899), 87% seguiam um tratamento citotóxico e 13% uma terapia hormonal”, explicou um dos investigadores.

 

Apresentar casos de estudo
O neurocientista norte-americano Joe Dispenza, autor da obra “Como Criar um novo eu”, esteve pela primeira vez em Portugal,...

Em Lisboa, de 28 a 30 de Novembro, Joe Dispenza apresentou estudos ao cérebro que contribuem para “eliminar a angústia, a tristeza, a depressão e o 'stress'” e realizou exercícios interactivos e práticos.

O neurocientista norte-americano abordou novos comportamentos pessoais, na recta final do Ano Europeu do Cérebro 2014 e a propósito do filme “Lucy”, que retrata as potencialidades do cérebro humano.

Joe Dispenza garante que é possível mudar comportamentos através da reprogramação do cérebro, explicando “porquê” fazê-lo e, principalmente, “como” fazê-lo através do conceito de neuroplasticidade.

“Quebrar hábitos que nos prejudicam, mas que estão enraizados no nosso comportamento e, mais grave, na nossa personalidade, é o desafio”, referiu Dispenza.

A apresentação dos resultados de investigações sobre mudança comportamental, com base no funcionamento do cérebro, teve por objectivo ajudar cada um a tornar-se no que ambiciona ser a nível pessoal e profissional, alterando “o sistema limitado de crenças, que impedem a concretização dos desejos”.

Joe Dispenza é autor de três best seller nos Estados Unidos da América (“Como Criar um novo eu”, editado recentemente em Portugal) e é doutorado em bioquímica, com pós-graduação em neurociência, química e biologia celular.

BICMINHO - Centro Europeu de Empresas e Inovação
O BICMINHO e o Governo Regional da Galiza/Xunta da Galiza querem criar na euro-região Norte de Portugal-Galiza um ‘cluster’...

Segundo fonte do BICMINHO - Centro Europeu de Empresas e Inovação, as duas entidades assinaram um “acordo de compromisso” para criação deste pólo durante o 7.º Encontro Internacional de Biotecnologia BIOSPAIN 2014, que decorreu de quarta a sexta-feira em Santiago de Compostela.

O que se pretende é “definir estratégias conjuntas de actuação e concertar acções a realizar nos próximos meses para consolidar o desenvolvimento sustentado do lançamento deste ‘cluster’ transfronteiriço no sector da biotecnologia, que se espera vir a concretizar-se em 2016”.

Neste sentido, o BICMINHO e a Xunta da Galiza pretendem arrancar já em Outubro com o que designam de Bio Investor Program Transfronteiriço, uma iniciativa destinada a “formar e assegurar assessoria técnica especializada no desenvolvimento do plano de negócios a 10 projectos biotecnológicos da euro-região”.

O objectivo, refere o BICMINHO em comunicado, é “facilitar aos empreendedores e ‘start-ups’ o acesso à captação de financiamento, fundamentalmente do sector privado, mediante a apresentação do seu projecto a um conjunto de investidores, portugueses e galegos, sob a forma de ‘networking’.

Segundo salienta, a euro-região Norte de Portugal-Galiza, e o Minho em particular, apresenta “excelentes condições para atrair investimento nos sectores da nano e biotecnologia”.

“Temos centros de investigação de topo, empresas de referência no sector agro-alimentar, ambiente e saúde. Temos de aproveitar estas condições e este momento histórico para criar com a Galiza um ‘cluster’ transfronteiriço neste sector emergente chave, fundamental para construirmos, para a região do Minho e para a Galiza, um futuro suportado na inovação, na competitividade e no sucesso empresarial”, sustenta o administrador executivo do BICMINHO, Nuno Gomes.

 

Através do exercício físico
Uma equipa de investigadores, incluindo o português Jorge Ruas, concluiu que a prática de exercício físico faz crescer os...

Jorge Ruas, professor-auxiliar do Instituto Karolinska, na Suécia, explicou que uma situação de "stress" leva ao aumento de uma molécula, a quinurenina, que actua no cérebro, através do sangue, e está associada a comportamentos como a depressão, as tendências suicidas e a esquizofrenia.

A sua equipa deu a substância a ratinhos geneticamente modificados e verificou, mediante testes validados por análises ao sangue, que os roedores não revelaram sintomas depressivos, porque tinham os músculos "treinados" para o exercício físico, ou seja, tinham elevados níveis de uma proteína, a PGC-1a1, que "confere ao músculo uma resistência à fadiga" e produz uma classe de enzimas, KAT, que protege o cérebro dos efeitos tóxicos da quinurenina, transformando-a em ácido quinurénico.

Segundo Jorge Ruas, apesar de ser do conhecimento científico de que "o exercício físico protege e/ou trata a depressão induzida pelo stress", o estudo "oferece uma promessa de criação de uma nova classe de antidepressivos", que actua nos músculos, e não no cérebro, como a maior parte dos antidepressivos em comercialização, e que "têm muitos efeitos secundários".

O investigador, do Departamento de Fisiologia e Farmacologia do Instituto Karolinska, indicou, a este propósito, que um dos próximos passos da investigação será procurar produzir um medicamento que tenha como substância activa a proteína PGC-1a1, para que possa ser usado como terapêutica alternativa ou complementar ao exercício físico.

Jorge Ruas lembrou que os doentes depressivos nem sempre estão motivados para a prática de actividade física.

Os testes iniciais envolveram dois grupos de ratinhos, um deles com roedores geneticamente modificados, com mais moléculas PGC-1a1, que tornaram os seus músculos num estado “como se estivessem completamente adaptados ao exercício físico, sem necessidade de o fazerem”.

Os cientistas sujeitaram ambos os grupos a ambientes de “stress”, como ruídos altos ou luzes brilhantes, e concluíram, ao fim de cinco semanas, que os roedores transgénicos não revelaram sintomas de depressão. Numa outra experiência, os ratinhos geneticamente modificados demoraram menos tempo a ultrapassar uma situação de desespero: sair de um recipiente com água.

“Se estiverem deprimidos, não tentam salvar-se activamente, passam mais tempo a boiar na água, porque não têm motivação”, interesse, sustentou Jorge Ruas, assinalando que uma pessoa deprimida vê o mundo “a preto e branco”, perde igualmente o interesse pelo que o rodeia. Posteriormente, a equipa de investigadores fez testes com um grupo de 13 voluntários - seis homens e sete mulheres saudáveis, entre os 22 e os 28 anos.

Dos participantes, foram recolhidas amostras (biopsias) de músculo, antes e depois de se terem submetido a um programa de exercício físico de três semanas, que incluía andar numa bicicleta estática e correr numa passadeira rolante.

No final do programa, os investigadores confirmaram “alterações bioquímicas”, o aumento da proteína PGC-1a1, que protege o cérebro do efeito nocivo da molécula quinurenina, associada a comportamentos depressivos gerados pelo “stress”.

A equipa do Instituto Karolinska, que inclui um grupo de investigação na área das neurociências, liderado por Mia Lindskog, tenciona, em trabalhos futuros, alargar a amostra de voluntários, e a sua faixa etária, e acompanhar doentes depressivos, aos quais os médicos receitaram a prática de exercício físico, e ver os mecanismos de resposta muscular.

“Na Suécia, um psiquiatra pode prescrever exercício físico como terapia para um doente que tenha depressão”, realçou Jorge Ruas. As conclusões do estudo foram publicadas esta semana na revista Cell.

28 de Setembro - Dia Mundial do Surdo
Estima-se que 590 milhões de pessoas em todo o mundo tenham problemas de audição. O Dia Mundial do Surdo assinala-se com...

No próximo dia 28 de Setembro assinala-se o Dia Mundial do Surdo e a Amplifon, líder mundial em soluções auditivas, vai assinalar a efeméride com a realização de rastreios auditivos gratuitos a toda a população, nos diferentes centros por todo o país.

Estima-se que 590 milhões de pessoas em todo o mundo tenham problemas de audição. Devido à evolução demográfica tem-se verificado um progressivo envelhecimento da população e também um aumento de um conjunto de riscos para a surdez:

  • Hábitos e hobbies – Uso de altifalantes, de ipods e mp3. Prática de caça e tiro. Consumo ou inalação de substâncias tóxicas.
  • Riscos profissionais – Trabalhar em condições e ambientes ruidosos
  • Riscos socio-ambientais – Poluição sonora dos espaços públicos e poluição atmosférica
  • Enfermidades – Doenças como a diabetes e o colesterol que podem agravar a perda auditiva.

Conscientes destes problemas, os especialistas aconselham a todas as pessoas, e em especial às pessoas com mais de 50 anos, a realizar um rastreio auditivo de forma a identificar precocemente este problema ou sinais e comportamentos que possam levar ao mesmo.

Por este motivo, todos os interessados em avaliar o estado da sua audição gratuitamente, poderão fazê-lo durante o próximo dia 26 de Setembro em qualquer Centro Amplifon de norte a sul do país. Consulte aqui o mais próximo de si: www.amplifon.pt .

No âmbito desta efeméride a Amplifon divulga ainda um estudo que está a ser realizado pelo Centro de Investigação e Estudos da Amplifon juntamente com especialistas em otorrinolaringologia das mais reconhecidas instituições em todo o mundo, que tem por objectivo provar os benefícios do uso de aparelhos auditivos.

Sabemos que a perda auditiva está relacionada com o declínio auditivo acelerado e com a demência cognitiva, mas será que a amplificação auditiva pode melhorar, a curto e longo prazo, a capacidade cognitiva? É o que estão a investigar os especialistas, com a análise de diversos estudos clínicos realizados que analisam o benefício dos aparelhos auditivos na preservação e, também, na melhoria das capacidades cognitivas.

 

Devido a maiores exigências
O ministro da Saúde admitiu hoje que as instituições que venham a ser classificadas como centros de referência venham a receber...

Paulo Macedo, que hoje enviou para publicação em Diário da República mais legislação sobre a criação dos centros de referência, unidades prestadoras de cuidados de saúde com reconhecidos conhecimentos técnicos na prestação de cuidados de saúde de elevada qualidade aos doentes com determinadas situações clínicas.

Estes centros exigem “uma especial concentração de recursos ou de conhecimento e experiência, devido à baixa prevalência da doença, à complexidade no diagnóstico ou tratamento e aos custos elevados dessas mesmas situações”.

Paulo Macedo recordou que estes centros de referência irão depois ser “avaliados e selecionados”.

“É um grande passo para o nosso país, no sentido de saber como vão ser agregadas as unidades com o melhor conhecimento”, disse Paulo Macedo aos jornalistas, à margem da Conferência “Reconhecimento da Qualidade no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, que decorre em Lisboa.

Estes centros, que irão posteriormente fazer parte da Rede Hospitalar Portuguesa e de Referência Europeia, poderão vir a receber mais verbas financeiras, tendo em conta o que lhes é exigido.

“Estamos a exigir-lhes determinadas características, mas também lhes é pedido que tratem de maneira diferente e em número crescente”, disse.

“Um centro de referência deve integrar equipas multidisciplinares experientes e altamente qualificadas, e dispor de estruturas e equipamentos médicos altamente especializados”, segundo o relatório de um grupo de trabalho sobre o tema criado pelo governo.

Estas unidades devem “garantir que os cuidados são prestados de acordo com os mais elevados padrões de qualidade, em conformidade com a evidência disponível e as recomendações específicas da comunidade científica”, prossegue o documento.

Hospital de Gaia
O Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho anunciou hoje que vai realizar na próxima quinta...

“Trata-se de uma válvula percutânea aórtica de última geração que será implantada, pela primeira vez em Portugal, neste Centro Hospitalar. Não só se trata de uma válvula de diâmetro mais reduzido, sendo possível reposicionar e /ou retirar a mesma, como há um controlo de posicionamento mais fino e mais preciso”, explicou o director do serviço, Vasco Gama Ribeiro.

Vai ser implantada “num doente que sofre de estenose aórtica severa que, após estudado e examinado, se verificou que não era tratável por cirurgia convencional”, esclareceu.

“Trata-se do primeiro caso de colocação de uma válvula percutânea Evolut R dentro de uma válvula cirúrgica degenerada, evitando assim uma nova cirurgia a este doente. Com a possibilidade de reposicionamento desta válvula, o procedimento torna-se ainda mais fácil e preciso”, acrescentou o cardiologista.

Segundo Vasco Gama Ribeiro, a estenose aórtica é uma das doenças cardíacas mais comuns na terceira idade e atinge um em cada 15 portugueses com mais de 80 anos.

“Consiste num aperto da válvula aórtica, que tem como função evitar que o sangue bombeado pelo coração volte para trás. Quando existe este problema, o sangue começa a passar com dificuldade, provocando sintomas como cansaço fácil, falta de ar, tonturas e desmaios”, referiu o cardiologista.

Resultante de um processo de envelhecimento, “a estenose aórtica afecta 32.000 portugueses e, sem tratamento, a mortalidade é de 100% ao fim de dois anos”, disse.

Segundo o especialista, “a solução para o tratamento desta doença é a cirurgia de substituição da válvula aórtica, mas hoje existe uma alternativa à cirurgia cardíaca convencional, menos invasiva, colocando a válvula através de um cateterismo pela artéria femoral”.

Unidades de Saúde aderem lentamente
O ministro da Saúde reconheceu hoje que ainda é “lenta” a progressão de unidades que aderem ao sistema nacional de notificação...

Paulo Macedo falava aos jornalistas, à margem da Conferência “Reconhecimento da Qualidade no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, que decorre em Lisboa, durante a qual foi hoje lançado um renovado sistema nacional de notificação de incidentes e de eventos adversos, agora designado de “Notifica”.

Questionado sobre a reacção dos profissionais de saúde a este sistema, Paulo Macedo reconheceu que esta ainda não é a ideal, registando-se uma “progressão lenta” do número de unidades que aderem.

Ainda assim, o ministro disse que o sistema foi “bem acolhido” quando foi disponibilizado.

“Isto deve continuar a ser incentivado, porque é através da correcção e do seu estudo que se regista uma melhoria contínua dos serviços”, adiantou, garantindo: “vamos continuar a insistir”.

Na conferência, o director do Departamento da Qualidade, da Direcção Geral da Saúde (DGS), Alexandre Diniz, classificou o sistema como “uma ferramenta que vai aumentar o nível de segurança” nas instituições.

“As pessoas têm o direito de conhecer as instituições que apresentam elevados níveis de qualidade”, sublinhou.

A notificação é uma actividade voluntária do profissional e/ou do cidadão com vista ao desenvolvimento de uma análise causal e à tomada de medidas correctivas sistémicas para evitar que situações geradoras de dano, real ou potencial, se venham a repetir.

O sistema nacional de notificação de incidentes e de eventos adversos é uma plataforma anónima, confidencial e não punitiva, de gestão de incidentes e eventos adversos ocorridos nas unidades prestadoras de cuidados do SNS.

28 de Setembro - Dia Mundial do Surdo
No próximo dia 28 de Setembro assinala-se o Dia Mundial do Surdo e a Amplifon vai assinalar a efeméride com a realização de...

No âmbito desta efeméride será divulgado ainda um estudo que está a ser realizado por especialistas em otorrinolaringologia das mais reconhecidas instituições em todo o mundo em conjunto com o Centro de Investigação e Estudos da Amplifon, que tem por objectivo provar os benefícios do uso de aparelhos auditivos na demência.

Sabemos que a perda auditiva está relacionada com o declínio auditivo acelerado e com a demência cognitiva, mas será que a amplificação auditiva pode melhorar, a curto e longo prazo, a capacidade cognitiva?

É o que estão a investigar os especialistas, com a análise de diversos estudos clínicos realizados que analisam o benefício dos aparelhos auditivos na preservação e, também, na melhoria das capacidades cognitivas.

Existe de facto uma grande relação entre a perda auditiva, a demência e o declínio cognitivo.

Alguns estudos recentes1 mostram até que nas pessoas com uma perda auditiva leve, moderada e grave multiplica-se por 2, 3 e 5 vezes, respectivamente, a probabilidade de vir a desenvolver demência, em comparação com as pessoas com uma audição normal.

E embora ainda não seja conhecida a relação específica entre o défice auditivo e a demência, os investigadores sugerem que o aumento do “esforço do cérebro” ao longo dos anos para descodificar os sons e convertê-los em informação pode tornar estas pessoas mais vulneráveis à doença, bem como, o maior afastamento e isolamento social destas pessoas, que é já um conhecido factor de risco para a demência.

Surge então a questão se será possível parar os efeitos da perda auditiva no declínio cognitivo através da amplificação auditiva, com uma intervenção precoce assim que se observam os primeiros problemas de comunicação causados por este problema. Muitos estudos foram desenvolvidos com objectivo de analisar o efeito a longo prazo da amplificação sobre a cognição e os resultados foram positivos.

Os vários estudos demonstraram que a amplificação da audição provoca uma melhoria importante do rendimento mental em comparação com os pacientes que não utilizavam amplificação2, melhorias na capacidade da memória de trabalho3, melhorias do estado mental geral4 e até melhoria na capacidade de aprendizagem5.

Embora o uso de aparelhos auditivos se associe a níveis mais baixos de declínio cognitivo e do risco de problemas cognitivos entre as pessoas com perda auditiva, as provas que apoiam o efeito positivo a longo prazo da amplificação são ainda escassas. Apesar do efeito positivo que os aparelhos auditivos possam ter sobre a qualidade de vida geral, o papel da amplificação sobre a cognição requer ainda uma investigação mais profunda.

E segundo os investigadores, se se puder demonstrar clinicamente que os aparelhos auditivos ajudam a adiar o início da demência, os benefícios podem ser extremamente valiosos.

A importância deste estudo aumenta com as estimativas das Nações Unidas para 2050, quando a população com mais de 60 anos chegará aos 1,95 mil milhões de pessoas. Esta situação vai comportar o aumento do número de pessoas com demência que, neste momento, segundo a OMS se situa nos 36 milhões e que se prevê que triplique em 2050.

 

“Actualmente, 590 milhões de pessoas em todo o mundo têm problemas de audição. Com o crescimento constante da população mundial, se tivermos em conta que mais de 40% das pessoas entre os 60 e os 69 anos sofrem uma perda significativa da audição é de esperar que esta situação duplique em 2050 até alcançar quase 1,2 mil milhões de pessoas com problemas de audição e consequentemente com uma disfunção cognitiva muito acrescida”, explica Celso Cruz Martins, Director Técnico da Amplifon e Audiologista no Centro Hospitalar do Porto.

O especialista acrescenta, “Avaliando os estudos que têm sido realizados e a previsão dos dados demográficos, vemos o quão importante é incentivar esta população, por um lado, à prática de actividade física, e por outro, à sua envolvência e convívio social que lhe permita manter-se activa e desperta para os estímulos visuais e sonoros que se encontram à sua volta, de modo a permitir a que este prolongar dos seus dias seja também sinónimo de qualidade de vida”. Segundo o Dr. Celso é também importante estar atento aos primeiros sinais de défice auditivo e realizar exames auditivos regulares, para que haja um diagnóstico e intervenção precoce evitando assim os danos da surdez.

Por este motivo, todos os interessados em avaliar o estado da sua audição gratuitamente, poderão fazê-lo durante o próximo dia 26 de Setembro em qualquer Centro Amplifon de norte a sul do país: www.amplifon.pt.

1 Uhlmann et al, JAMA 1989 & Lin et al, Arch Neurol, 2011
2 Mulrow et al, 1990
3 Lehrl et al, 2005
4 Acar et al, 2010
5 Choi et al, 2011

Para combater o Ébola
Milhares de vacinas experimentais contra o vírus Ébola, desenvolvidas pelas companhias britânica GSK e norte-americana NewLink...

“A GSK deverá ter 10 mil doses disponíveis no início do próximo ano”, declarou Marie-Paule Kieny, subdirectora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), numa conferência de imprensa hoje, em Genebra.

Já a NewLink Genetics, que doou cerca de mil doses à OMS, deverá dispor de alguns milhares mais de vacinas nos próximos meses”, acrescentou a responsável da OMS.

No que se refere ao soro ZMapp, que não passou por ensaios clínicos, mas que foi administrado a muitas pessoas infectadas pelo vírus Ébola, os stocks estão esgotados no mundo inteiro.

“Algumas centenas de doses” do soro, de acordo com a subdirectora-geral da OMS, deverão estar disponíveis até ao final do ano, mas não serão suficientes para ter um grande impacto sobre a epidemia.

Não existe uma vacina ou o tratamento específico homologado contra o Ébola.

A OMS autorizou este mês a utilização de terapias à base de sangue, como os soros convalescentes, nos países afectados.

“A transfusão de sangue foi iniciada em pequena escala”, disse Kieny, referindo que a OMS espera que o número de transfusões aumente no início do próximo ano.

“A mobilização em curso vai permitir o desenvolvimento de vacinas e medicamentos promissores. Ninguém sabe ainda se vai resultar”, sublinhou.

A responsável da OMS sublinhou que, “o problema principal não é a falta de medicamentos” na actual crise, “o problema principal é a fragilidade dos sistemas de saúde”.

 

26 de Setembro - Dia Mundial da Contracepção
Assinala-se hoje o Dia Mundial da Contracepção sob o mote de “Sua vida. Seu futuro. Suas opções”.

O Dia Mundial da Contracepção (DMC) realiza-se todos os anos no dia 26 de Setembro. Conforme nos explica Fernando Cirurgião, director do serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de São Francisco Xavier (Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental), em Lisboa, “a campanha global anual centra-se na visão para um mundo onde todas as gravidezes são desejadas”. O DMC foi lançado em 2007 e o principal objectivo é o de melhorar a consciência sobre a contracepção, para que homem e mulher possam tomar decisões informadas sobre a sua saúde sexual e reprodutiva. Este ano o mote da campanha é “Sua vida. Seu futuro. Suas opções”.

Há alguns anos atrás a Organização Mundial da Saúde elaborou uma série de orientações técnicas, aplicáveis a nível mundial, sobre recomendações práticas para o uso e escolha de métodos contraceptivos. Estes critérios de elegibilidade, diz o especialista, “têm por base aspectos clínicos, atendendo ainda a componente social e devendo salvaguardar a preferência individual”. É isso mesmo que garante a definição de contracepção adoptada em 1994: “Saúde reprodutiva é um estado de bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade, em todos os aspectos relacionados com o sistema reprodutivo, suas funções e processos”.

Ou seja, “este conceito pressupõe que um casal possa ter uma vida sexual satisfatória recorrendo a métodos contraceptivos que lhes permitam decidir com segurança quando terem filhos, preparar para uma maternidade e paternidade responsáveis”, explica Fernando Cirurgião, acrescentando que, a prestação de cuidados de saúde deve facultar a informação adequada e o acesso a métodos de planeamento familiar de forma gratuita. É verdade que vários métodos contraceptivos estão disponíveis gratuitamente nos centros de saúde nas consultas de Planeamento Familiar, mas nem sempre estão de acordo com a preferência da utente.

As actividades de Planeamento Familiar devem garantir a promoção da saúde pela informação e aconselhamento sexual, prevenção e diagnóstico precoce de doenças sexualmente transmissíveis, do cancro do colo do útero e da mama, de cuidados pré-concepcionais e no pós-parto, prevenção do tabagismo e do uso de drogas ilícitas.

 

Diferentes métodos contraceptivos

Contracepção hormonal

  • Oral
  • Adesivo
  • Anel vaginal
  • Injectável
  • Implante

Dispositivo Intra-uterino

  • Metal
  • Hormonal

Preservativo

  • Masculino
  • Feminino

Métodos naturais

  • Calendário
  • Temperatura
  • Muco cervical

Contracepção cirúrgica

Laqueação de trompas

Vasectomia

Contracepção de emergência

 

Os mais utilizados e em que faixas etárias

Conforme refere o especialista, “a pílula combinada, portanto a contracepção hormonal oral, é a mais usada ao longo de toda a vida fértil da mulher, sendo usada por 65,9%”.

A pílula é um método contraceptivo muito eficaz, seguro, reversível e que apresenta outros efeitos benéficos como sejam a resolução da acne, o alívio das dores menstruais, da síndrome pré-menstrual, do inchaço, a redução do fluxo menstrual e até redução da incidência de cancro do ovário. As complicações e contra-indicações são pouco frequentes e os efeitos secundários são ligeiros e geralmente desaparecem ao fim de 3 meses, um dado que Fernando Cirurgião realça como “muito importante na prevenção de abandono prematuro da pílula”. Um dos temas que tem sido envolto em algum mediatismo é a incidência de problemas vasculares atribuídos à pílula. Contudo, o ginecologista alerta que “a mais recente informação veio tranquilizar e reassegurar o que já se sabia: existe mais risco de tromboembolismo venoso numa gravidez do que na toma de uma pílula”.

O compromisso diário da toma pode ser um dos motivos de falha e que pode justificar a opção de um outro método, como por exemplo o dispositivo intra-uterino que pode ser usado até 5 anos. 

O Dispositivo Intra-Uterino (DIU) é mais uma opção da mulher que já teve filhos, ainda que comece a ser uma opção válida mesmo para a mulher que nunca teve filhos pela comodidade, eficácia e duração, em 8,8%.

Já a laqueação de trompas tem alguma expressão após os 30-40 anos devendo ser encarada como um método contraceptivo definitivo.

“Os métodos de barreira, preservativos e os naturais têm a mesma expressão ao longo de toda a vida fértil. Sendo que o recurso ao preservativo acontece em apenas 13,4%. Ainda assim 15% das mulheres sexualmente activas não utilizam nenhum método contraceptivo”, lamenta o ginecologista.

Importante lembrar que apenas o preservativo protege das doenças sexualmente transmissíveis.

 

Gravidezes indesejadas, porquê?

Conforme nos assegura o especialista, a divulgação da importância do Planeamento Familiar tem gerado resultados favoráveis na diminuição de gravidezes indesejadas. “O uso de métodos contraceptivos nas mulheres com idade mais avançada acontecia, em média, pelos 25,6 anos e geralmente só depois do primeiro filho, enquanto nas gerações mais recentes já está a acontecer pelos 20,7 anos e mesmo ainda antes da primeira relação sexual”, refere Fernando Cirurgião, acrescentando que ainda assim, se deve continuar a insistir e relembrar periodicamente do Planeamento Familiar, uma vez que ainda cerca de 1/3 das mulheres tiveram uma gravidez indesejada e também 1/3 dos jovens sexualmente activos não usam contracepção regularmente. Ou seja, a realidade de alguns números mostra que ainda há muito para fazer.

Os dados conhecidos indicam que 42% dos jovens europeus já teve relações sexuais desprotegidas com novos parceiros, este foi um número que aumentou; Em 14% que têm relações desprotegidas acontece porque o parceiro não gosta de usar um método de barreira (preservativo), sendo que os percalços também aconteceram em 11% por causa da influência do álcool; Em alguns países mais de metade dos jovens acredita que o coito interrompido é um método contraceptivo eficaz, bem como ter relações sexuais desprotegidas durante a menstruação e que basta um duche após o acto sexual para evitar uma gravidez.

Informação sobre contracepção

Os cuidados de saúde primários, conhecidos como Centros de Saúde ou Unidades de Saúde familiares, são a primeira linha onde desenvolver actividades de Planeamento Familiar, devendo seguir o estipulado em Decreto-Lei de 2000.

Na opinião do profissional de saúde, “deve ser um trabalho de equipa que envolve médico, enfermeiro e administrativo, e muitas vezes o serviço social e a psicologia, em que devem ter um papel facilitador no que respeita à prestação dos cuidados adequados. Esta atitude tem um especial relevo no grupo dos adolescentes”.

E as estatísticas dizem isso mesmo, já que 28% dos jovens assume ter-se informado de forma incorrecta e em mais de metade deles limitaram-se a perguntar a amigos. Para além disso, apenas metade dos jovens afirma estar bem informado sobre as diferentes opções de contracepção. Sabe-se, inclusive, diz Fernando Cirurgião, “que a 34% dos jovens portugueses não é facultada informação”.

A escola tem um papel muito importante na educação e informação dos jovens. O especialista quer acreditar que a Lei de 2010 em relação à educação sexual será plenamente implementada em todas as escolas.

“As actividades a desenvolver devem passar por elucidar sobre a anatomia e a fisiologia da reprodução, as consequências de uma gravidez não desejada, facultar informação sobre os métodos contraceptivos, proceder ao acompanhamento clínico, fornecer gratuitamente os contraceptivos, prevenir as doenças sexualmente transmissíveis, promover estilos de vida saudáveis e realizar o rastreio do cancro do colo do útero e da mama”, finaliza o especialista.

 

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.
Cuidados a ter
Agora que tomou coragem e fez o seu piercing, é altura de saber que cuidados deve ter para que não i
Piercing cuidados

Antes de mexer, manusear, limpar qualquer piercing deve lavar bem as mãos, principalmente se este é novo ou se está num qualquer processo inflamatório ou com alguma complicação.

A melhor solução de limpeza passa pela aplicação de uma solução salina que pode até ser feita em casa. Bastar-lhe-á ferver um pouco de água num recipiente limpo e acrescentar sal marinho. Depois pode usar um ou mais cotonetes para limpar a área do piercing, retirando com cuidado qualquer excesso de crosta ou acumulação de líquido que se possa ter formado na área. Após a limpeza, certifique-se que o seu piercing permanece seco e que não ficou nenhum resto de algodão na área.

A limpeza do seu piercing deve ser feita de um modo regular e pelo menos duas vezes por dia, ou até mais se estivermos em alturas de calor onde o corpo sua, ou se tiver estado a praticar desporto. Nessas alturas é ainda mais importante que cuide da limpeza da área onde o seu piercing esta inserido.

É muito importante que esteja atento a qualquer alteração de aspecto do seu piercing.

Se isso acontecer, comece a tratar do problema o quanto antes para que a tempo possa evitar dissabores desagradáveis.

Durante a cicatrização deve evitar nadar em piscinas pois isso pode provocar uma irritação, já a água do mar, por ser salina, é em teoria muito boa, embora deva evitar tomar banho em águas consideradas poluídas, pois de outra forma pode acontecer também uma irritação ou inflamação.

Tenha cuidado com as roupas que veste pois o roçar desta pode irritar também a zona do piercing e provocar irritações ou inflamações. Por outro lado, não se esqueça que até estar cicatrizado o seu corpo vai soltar um liquido pelas zonas furadas. Se estiver em contacto com a roupa e com o seu piercing, pode também irritar a zona.

Uma vez cicatrizado, o seu piercing vai criar um canal artificial onde podem começar muitas infecções. Isto porque é uma área criada dentro da sua pele onde se podem acumular elementos estranhos ou sujidade.

Para evitar que isto aconteça nunca se esqueça de lavar o seu piercing com uma solução anti-séptica por pelo menos 6 meses e com a solução salina por pelo menos 4 meses. Limpezas essas mais frequentes como já vimos se estivermos nos meses mais quentes, ou se for praticante de desporto. Se assim fizer vai evitar a acumulação de germes, bactérias e sujidade nessa área, evitando que aconteçam infecções.

Há pessoas cujo canal fecha mais rapidamente do que outras. Isto pode ser um problema nomeadamente quando queremos retirar o piercing para limpar, ou apenas para mudar o adorno. A primeira troca só poderá ser realizada normalmente após os dois primeiros meses e com a ajuda de um profissional. A partir dos 4 meses já poderá em principio trocar em casa.

Se em alguma destas situações não conseguir colocar o piercing de volta, não force o local. Experimente lubrificar a ponta com um lubrificante à base de água, ou alguma pomada cicatrizante. Se não conseguir passar o piercing pelo furo de uma forma suave, não insista e consulte um profissional.

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Saiba tudo
Nesta fase os bebés são completamente dependentes dos pais, pelo que devem existir cuidados muito es
Acidentes domésticos crianças

 Cuidados com potenciais quedas

  • Nunca deixe o bebé ou a criança sozinha em cima de uma cama, bancada ou móvel onde muda as fraldas e a roupa;
  • Tenha as fraldas, as toalhinhas de limpeza e os cremes necessários sempre à mão;
  • Prepare as roupas que lhe vai vestir com antecedência e tenha-as à mão na altura em que vai vestir a criança.

 Cuidados com camas de grades

  • Use cama de grades, pois evitam que o bebé ou a criança caia da cama;
  • Assegure-se de que os espaços entre as barras do berço são adequados. Normalmente as grades são adaptáveis em altura, para facilitar o colocar e tirar a criança da cama;
  • Não se esqueça de verificar se a grade está bem colocada depois de pôr a criança na cama;
  • Tome cuidado quando a criança começar a mostrar movimentos de sentar, gatinhar ou ficar de pé; está na altura de adequar a grade, se for o caso, às suas novas capacidades;
  • Verifique se o estrado está bem seguro e que o colchão é adequado;
  • Não deixe brinquedos dentro do berço ou da cama do bebé.

Cuidados com o banho

  • Nunca deixe o seu filho sozinho na banheira, seja qual for a circunstância. Mesmo com água rasa é perigoso. Uns segundos bastam para que se afogue;
  • Verifique a temperatura da água com um termómetro ou com o seu cotovelo, para evitar queimar a criança se a água estiver demasiado quente;
  • Use tapetes ou formas antiderrapantes na banheira.

Cuidados com brinquedos

  • Os brinquedos devem ser suficientemente grandes para não poderem ser engolidos e suficientemente resistentes para não lascarem ou partirem;
  • Verifique os rótulos e etiquetas dos brinquedos para saber quais os materiais de que são feitos, evitando, por exemplo, o risco de alergias;
  • Os brinquedos não devem ter arestas ou ser pontiagudos;
  • Compre brinquedos adequados à idade da criança e verifique se os oferecidos também são apropriados.

Outros riscos

  • Sacos plásticos, fios de telefone soltos, almofadas e travesseiros altos e fofos podem asfixiar ou estrangular;
  • Não permita que a criança mastigue pastilhas elásticas ou coma rebuçados;
  • Não ponha cordões à volta do pescoço da criança para segurar as chupetas;
  • Não permita que a criança brinque com objectos pequenos que possa engolir;
  • Não beba líquidos quentes com o seu filho no colo. Mantenha os líquidos quentes (café, chá, etc.) fora do alcance dele;
  • Proteja os cantos das mesas e de outros móveis que possam significar perigo para o bebé.
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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.

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