Inclusão dos estudantes de Ciências Farmacêuticas nos grupos prioritários de vacinação
A Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia (APEF) questiona o silêncio do Coordenador da Task Force relativamente à...

No dia 24 de fevereiro, o Coordenador da Task Force do plano de vacinação admitiu, no Parlamento, equacionar a vacinação dos estudantes de ciências farmacêuticas que se encontram a realizar Estágios Curriculares em ambiente hospitalar. No entanto, segundo a Presidente da estrutura que representa a nível nacional estes estudantes, Carolina Simão, “ainda não foi feito nenhum contacto nesse sentido” admitindo mesmo “que sempre entendemos que a escassez de vacinas deveria condicionar a sua administração aos mais vulneráveis, mas, acreditamos na necessidade de basear as decisões na ciência, sendo que só assim poderemos controlar a pandemia e garantir a proteção de quem está na linha da frente.’’

A Presidente da APEF adianta que, após a atualização da norma da Direção-Geral de Saúde (DGS) relativa à campanha de vacinação que exclui diversos grupos de estudantes de saúde, inclusive os estudantes de Ciências Farmacêuticas em Estágio Curricular, o Fórum Nacional de Estudantes de Saúde (FNES), em conjunto com o Conselho Nacional de Juventude (CNJ), contactaram o Ministério da Saúde por forma a obter esclarecimentos relativamente aos critérios científicos que suportaram tal decisão, já que após as declarações do Coordenador da TF, diversas Instituições de Ensino Superior que ministram o MICF foram contactadas para dar início à realização das listagens dos estudantes que se encontram em Estágio. A dirigente associativa alerta que “estes estudantes estão num ensino de risco e deve ser uma prioridade de todos salvaguardar a sua segurança, principalmente quando os profissionais que os acompanham se encontram já vacinados”

Os estudantes de Ciências Farmacêuticas, ainda que compreendam as dificuldades de gestão de um plano de vacinação em massa, solicitam ‘‘coerência na mensagem transmitida’’ e informam que procederam, na passada terça-feira, ao contacto com a Diretora-Geral da Saúde, para obtenção de informações adicionais relativamente à situação acima exposta e procurando esclarecer os critérios científicos que suportaram a exclusão dos estudantes estagiários do MICF até à data.

Carolina Simão relembra que existem, aproximadamente, 630 estudantes de Ciências Farmacêuticas a realizar Estágios Curriculares em diversas áreas, nomeadamente, em Farmácia Comunitária e em Farmácia Hospitalar, os quais se encontram integrados nas equipas de cuidados de saúde e sendo, em muitos casos, os únicos elementos por vacinar nas equipas.

 

Webinar
O Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF) promove, no dia 31 de maio, das 9h00 às 16h30, um webinar, destinado a...

Esta conferência digital sobre os desafios atuais na área da saúde materna e obstetrícia será enriquecida com o contributo de diversos profissionais de saúde especialistas do HFF, de outras instituições de saúde nacionais e internacionais.

Do programa constam duas mesas-redondas, uma dedicada ao tema «Os desafios da pandemia por Covid-19» e outro sobre «Os desafios enfrentados pelos profissionais de saúde durante a pandemia».

Durante o webinar vão decorrer ainda apresentações sobre vários temas, como a mutilação genital feminina, o desafio das redes sociais e a satisfação dos profissionais de saúde.

A participação no webinar é gratuita, mas sujeita a inscrição, aqui: [email protected]. Para validar a participação os interessados devem indicar o nome, profissão e instituição a que pertencem.

 

No âmbito do Euromelanoma
A plataforma Check-Up Virtual lança agora uma nova funcionalidade que possibilita o agendamento de sessões de esclarecimento...

Para já, esta funcionalidade será dedicada à área dermatológica e os interessados terão a possibilidade de agendar uma conversa com a enfermeira do IPO e da Associação Enfermeiros de Dermatologia, Emília Magalhães, onde terão a oportunidade de receber alguns conselhos da profissional e esclarecer as suas dúvidas. Os agendamentos desta sessão são gratuitos e realizados na plataforma Check-Up Virtual, estando sempre sujeitos a confirmação. Após a validação, os inscritos recebem um link zoom onde poderão aceder à sessão com a enfermeira. 

Esta nova funcionalidade da Check-up terá início a 19 de maio e deverá prolongar-se até ao final do mês de junho.

 

Comité de Medicamentos Humanos
O comité de medicamentos humanos da EMA (CHMP) recomendou uma alteração das condições de armazenamento aprovadas para a...

Esta alteração alarga o período de armazenagem, aprovado do frasco descongelado por abrir a 2-8°C (isto é, num frigorífico normal após a retirada de condições de congelação), de cinco dias para um mês (31 dias).

Segundo faz saber, esta alteração foi aprovada na sequência da avaliação dos dados adicionais do estudo de estabilidade apresentados à EMA pelo titular da autorização de introdução no mercado. Com esta medida a Agência Europeia de Medicamentos, espera “que uma maior flexibilidade no armazenamento e manuseamento da vacina tenha um impacto significativo no planeamento e na logística da aplicação de vacinas nos Estados-Membros da UE”.

As alterações descritas vão ser incluídas nas informações publicamente disponíveis sobre a Comirnaty no website da EMA e vão ser implementadas pelo titular da autorização de introdução no mercado na rotulagem atualizada do produto.

 

Situação Epidemiológica
Nas últimas 24 horas, foram registadas duas mortes associadas à Covid-19 e identificados mais 199 novos casos de infeção.

Segundo o boletim divulgado, foram registas duas mortes associadas à Covid-19, desde o último balanço, em todo o território do país: uma na região de Lisboa e Vale do Tejo e uma na região Norte.

Quanto ao número de novos casos, o boletim epidemiológico divulgado hoje, pela Direção Geral da Saúde, mostra que foram diagnosticados 199 novos casos. A região de Lisboa e Vale do Tejo contabilizou 90 novos casos e a região norte 59. Desde ontem foram diagnosticados mais 20 na região Centro, cinco no Alentejo e nove no Algarve. Quanto às regiões autónomas, no arquipélago da Madeira foram identificadas mais oito infeções e oito nos Açores.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 246 doentes internados, mais um que ontem. No entanto, as unidades de cuidados intensivos contam agora com menos quatro doentes. Estão, atualmente, nas UCI 72 doentes internados.

O boletim desta segunda-feira mostra ainda que, desde ontem, 291 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 803.191 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 22.181 casos, menos 94 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância menos 303 contactos, estando agora 18.505 pessoas em vigilância.

 

 

Professor Manuel Abecasis
A Leucemia Mieloide Aguda é um tipo de cancro do sangue raro com origem na medula óssea e que, habit

Segundo Manuel Abecasis, Presidente da Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), “a Leucemia Mieloide Aguda (LMA) é uma variante das leucemias agudas que se distingue por se originar na linhagem mieloide, isto é não envolve os linfócitos. Trata-se de uma doença heterogénea, com muitas variantes que o recurso à biologia molecular permite identificar”.

A doença acontece a partir de uma mutação em um ou mais genes responsáveis pela formação das células sanguíneas. Neste caso, esta atinge a células mieloides, que têm como função formar os glóbulos vermelhos (hemácias), as plaquetas e grande parte dos glóbulos brancos (leucócitos, células do sistema imunitário). A forma como se manifesta depende, deste modo, do tipo de célula sanguínea afetada. No entanto, os sinais são inespecíficos e confundirem-se com os de outras patologias. “A apresentação clínica é inespecífica, o doente com LMA pode apresentar-se com, por exemplo cansaço fácil, hemorragias, febre – em geral é uma doença que evolui rapidamente, em poucas semanas”, esclarece Manuel Abecassis.

“Na maioria dos casos não se conhecem as causas, embora haja fatores de risco associados a tratamentos prévios com quimioterapia ou exposição a radiação e ainda em pessoas que foram vítimas de acidentes nucleares, como o que aconteceu em Chernobyl ou nos sobreviventes das explosões atómicas no Japão no final da II Guerra Mundial”, adianta quantos as causas associadas à doença.

Mais frequente acima dos 60 anos – “a mediana de idade no diagnóstico anda pelos 67 anos” -, a LMA pode atingir doentes mais jovens.

“A hipótese diagnóstica é baseada em análises de sangue (ex.: hemograma), e confirmado por um estudo da medula óssea”, esclarece.

No entanto, os testes genéticos têm-se demonstrado importantes uma vez que identificam o subtipo específico de LMA, permitindo indicar a melhor opção de tratamento. Hoje sabe-se que pessoas com determinadas mutações apresentam respostas diferentes aos tratamentos, apresentando quadros com gravidade e prognóstico distintos.

“À exceção da variante promielocítica aguda, o tratamento é feito com quimioterapia, com o objetivo de alcançar uma remissão completa. Hoje em dia, graças aos conhecimentos adquiridos com o estudo do genoma humano e as novas técnicas de análise molecular é possível, para algumas variantes, utilizar terapêuticas dirigidas que intervêm nas vias de sinalização da doença e permitem obter resultados mais favoráveis”, afirma o presidente da APCL, sublinhando que, quanto ao prognóstico, “este depende da variante” em causa.  Na leucemia promielocítica aguda, exemplifica, “é possível obter cerca de 80% de cura só com o tratamento inicial, seguido de manutenção”.  No entanto, reforça: “a idade do doente e as alterações moleculares encontradas assim como a resposta ao tratamento são as principais condicionantes do prognóstico”.

Em todo o caso, e apesar de esta se tratar de uma “doença muito grave”, Manuel Abecasis revela que “com recurso aos tratamentos adequados, não só a quimioterapia como todos os meios de suporte necessários (antibióticos, transfusões, etc.) e em alguns casos, com a transplantação de medula óssea é possível ser mais otimista, sabendo que cerca de 50% dos casos são curáveis”.

Durante e após o tratamento, o presidente da APCL, sublinha que “é importante seguir cuidadosamente todas as indicações que a equipa de profissionais de saúde, médicos e enfermeiros, dão ao doente”.

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Forest Therapy
Não é por acaso que são muitos os que não prescindem de um passeio pela natureza, esteja esta mais distante ou tão perto como...

No Japão dão-lhe o nome de ‘shirin-yoku’ - shirin, que em japonês significa floresta e yoku, ou seja, banho. Mas não é de um banho literal que se trata, mas sim de uma imersão sensorial na natureza, uma experiência guiada pelos sentidos que permite desligar da tecnologia, das preocupações, dos receios, e que ganha cada vez mais adeptos em todo o mundo. Já todos o sentimos e a ciência confirma que basta um passeio pela natureza para acalmar os nervos ou reduzir a pressão arterial. Mas o conceito de Forest Therapy vai mais além. É uma prática em que somos convidados a desacelerar, num processo de conexão, connosco e com a natureza, com benefícios para a saúde física, mental, emocional e espiritual.

Reduz os níveis de stress

Depois de um ano em que os níveis de stress dispararam - de acordo com um estudo internacional que incluiu Portugal, a pandemia agravou o stress para um terço dos inquiridos e mais ainda para os jovens adultos (36%) -, encontrar formas de relaxar é cada vez mais um imperativo. E é aqui que entra a Forest Therapy. É que, segundo os muitos estudos científicos já realizados, a natureza ajuda a reduzir os níveis de cortisol, a principal hormona do stress.

Aumenta a felicidade

A Forest Therapy é também uma das mais simples receitas para alcançar a felicidade. E embora um destes ‘banhos’ possa não ser tão acessível como dar uma caminhada na hora do almoço, a verdade é que o impacto que tem na saúde física e mental pode bem ser o incentivo certo para agendar um dos programas disponíveis através da Renature, empresa que trouxe o conceito para Portugal. Afinal, a felicidade não tem preço.

Simples, fácil e acessível

A boa notícia é que em Portugal não faltam espaços verdes e já não faltam também programas de Forest Therapy. Seja um passeio de três horas, orientado por um guia certificado, ou programas de um, dois ou cinco dias, mais a norte ou a sul, a Renature oferece a possibilidade, a qualquer pessoa, de se poder deliciar com um ‘banho’ quente na floresta e libertar-se do peso do dia-a-dia.

No Âmbito dos Angelini University Awards!
Os profissionais de saúde têm desempenhado um papel incontornável, que demonstra capacidade de resiliência, empenho e adaptação...

Capacidade de inovação e pensar de forma diferente são algumas das qualidades que Miguel Guimarães, Bastonário da Ordem dos Médicos, identifica nos jovens que ainda estão nas universidades. Em tempo de pandemia, este considera os Angelini University Awards! uma iniciativa “que se adapta na perfeição aos tempos atuais”.

“Estamos a falar de jovens que estão nas universidades, pessoas que transportam em si mesmos a capacidade de inovação, que conseguem pensar fora da caixa”, defende, acrescentando que esta é “uma época em que estamos em grande transformação dos sistemas de saúde e na qual as ideias inovadoras podem ter um impacto muito grande”.

“Considero muito relevante podermos efetivamente reconhecer aquilo que os mais jovens, e que ainda estão nas respetivas academias, pensam sobre a saúde e como é que olham para soluções nesta área”, afirma Ana Paula Martins, Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, que dá como exemplo a forma como os farmacêuticos tiveram de se adaptar ao contexto pandémico e arranjar estratégias para conseguirem responder às necessidades da população.

Segundo a Bastonária, a farmácia hospitalar teve um enorme impacto, sendo obrigada a reorganizar-se por completo. Foi necessário pensar em modelos inovadores que facilitassem o acesso dos doentes à terapêutica, algo que aponta como uma mudança muito importante que se deve à pandemia. Mesmo com todas as dificuldades com as quais os profissionais de saúde e, concretamente, os farmacêuticos tiveram de lidar, a pandemia trouxe-lhes também “o benefício de mostrar que efetivamente conseguem lidar com situações de crise”.

Relativamente aos médicos, o Bastonário explica que estes “foram apanhados de surpresa, tal como toda a gente, e, de repente, tiveram de ter o engenho e a arte para tentar superar as grandes dificuldades que as pessoas já estavam a sentir”.

“Estávamos a lutar contra um vírus desconhecido. Os médicos, enfermeiros, farmacêuticos e outros profissionais de saúde tinham uma missão difícil de tentar salvar vidas. Por outro lado, tinham também a missão de tentar controlar as cadeias de transmissão da doença e éramos poucos”, diz Miguel Guimarães, realçando a capacidade de liderança clínica, nomeadamente dos Conselhos de Administração dos Hospitais, e de adaptação para tentar ultrapassar as dificuldades de recursos humanos.

Estes exemplos vão ao encontro da opinião de Miguel Telo de Arriaga, Chefe da Divisão de Literacia em Saúde e Bem-Estar da Direção-Geral da Saúde, que explica que a DGS teve também de se adaptar ao contexto pandémico. Um dos principais desafios passou pela capacidade de comunicar de forma correta e bem-sucedida junto da população.

Para o fazer, uma das inovações adotadas pela DGS foi a formação de agentes sociais que funcionam como “micro-influenciadores”. “Formámos militares da GNR, agentes de segurança pública, bombeiros, proteção civil social, (…) e já são mais de cinco mil. Conseguimos chegar a pessoas a quem dificilmente conseguiríamos chegar”, congratula, explicando que o mote foi sempre o mesmo desde o início: “Não deixar ninguém para trás”.

“Ao invés de uma fase repressiva, tivemos desde o primeiro momento uma fase de promoção de literacia com múltiplos atores”, acrescenta. “O que nos trouxe esta pandemia foi a necessidade de trabalharmos em conjunto e fizemo-lo de uma forma muito rápida e ágil. É algo que não podemos perder”, refere ainda Miguel Telo de Arriaga . Uma opinião partilhada pela bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, que considera que existe uma “inteligência colaborativa” que veio para ficar.

Estas conversas foram moderadas por Eduardo Ribeiro, diretor médico da Angelini Pharma Portugal, e surgem no contexto dos Angelini University Awards!, um concurso dirigido a jovens universitários na área da saúde, que este ano tem como tema “Soluções de Crises em Saúde - Identificar, gerir e cuidar”.  Os dois melhores projetos serão distinguidos com um prémio no valor de € 10.000 e € 5.000, respetivamente. Paralelamente, decorre ainda a 4.ª edição do Prémio de Jornalismo, promovido pela Angelini Pharma e que pretende distinguir o melhor trabalho jornalístico publicado ou emitido por um meio de comunicação social em Portugal, entre 1 de janeiro e 30 de setembro de 2021. O prémio tem um valor de € 2.500 e as candidaturas podem ser submetidas até 30 de outubro.

Para mais informação sobre os Prémios AUA! e o Prémio de Jornalismo, consultar o site oficial: www.aua.pt.

Evento online
As relações sexuais durante a gravidez e o pós-parto ainda é um assunto tabu entre muitos casais. As Conversas com Barriguinhas...

Será que prejudica a gestação e afeta o bebé? Acelera o parto normal? Existem contraindicações ou alguns cuidados que se devem ter nos meses finais da gravidez? E as doenças sexualmente transmissíveis? Quando posso ter a primeira relação sexual após o parto? Se por um lado, podem surgir dúvidas quanto à segurança da prática sexual para a saúde do bebé, por outro lado, os fantasmas em relação à vida sexual podem estar relacionados com a autoestima ou com o desconforto devido às náuseas, ao cansaço e a todas as mudanças no corpo da mulher. Para esclarecer todas as dúvidas associadas a cada fase desta nova etapa, a psicóloga Ana Afonso, do espaço Bebé da Mamã, vai estar presente na sessão da próxima terça-feira, 18 de maio, com o tema “Sexologia e vida em casal na gravidez e no pós-parto”.

Neste dia, os primeiros cuidados ao recém-nascido serão ainda explicados pela Enfermeira Raquel Fonseca, conselheira em aleitamento materno. Está também agendada uma outra sessão para dia 20 de maio, e cujas inscrições já se encontram abertas aqui, destinada a “reconhecer os sinais de saúde na gravidez”. A Enfermeira Sara Paz, especialista em saúde materna e obstetrícia, vai ajudar as futuras mamãs a interpretar alguns sintomas e dar a conhecer os sinais a que devem estar atentas.

Outro dos temas discutidos será a importância da ligação entre a mãe e o bebé no útero, com o contributo da educadora pré-natal Susana Lopes, que vai ainda fechar a sessão de 20 de maio com uma aula prática de Yoga para todas as mamãs.

A criopreservação das células estaminais do cordão umbilical do bebé será também um dos temas abordados em ambas as sessões. A criopreservação é uma opção terapêutica para todos? Para que doenças esta pode ser uma opção terapêutica? Há casos de sucesso no tratamento destas doenças? Estas são algumas das principais dúvidas que os futuros pais vão poder esclarecer com um especialista em células estaminais da Crioestaminal, o laboratório líder em Portugal, de forma a tomarem uma decisão informada durante a gravidez e levarem consigo o kit de colheita das Células Estaminais para a maternidade.

As sessões online das Conversas com Barriguinhas realizam-se todas as semanas e têm como objetivo ajudar as grávidas portuguesas a preparar a chegada do seu bebé, a partir do conforto da sua casa.

Doença inflamatória crónica
A psoríase é uma doença inflamatória crónica, relativamente comum, estimando-se que afete 250.000 in

As unhas podem também estar envolvidas, tornando-se mais espessas, de aspeto ponteado ou de cor amarelada. Afeta igualmente homens e mulheres e pode surgir em qualquer idade sendo, contudo, o seu início mais frequentemente entre os 20-30 anos e os 50-60 anos. A extensão e gravidade da doença são altamente variáveis. As lesões podem ser localizadas e em número reduzido ou atingirem quase toda a superfície corporal.

Esta doença, que não é contagiosa, resulta da conjugação de fatores genéticos e ambientais tais como stress, infeções, trauma e alguns medicamentos.

A psoríase tem um elevado impacto físico e psicossocial nos doentes e seus familiares. Foi aliás demonstrado que o impacto da psoríase na qualidade de vida dos doentes é superior ao de muitas outras patologias socialmente significativas, tais como cancro, diabetes ou doença cardiovascular. Em aproximadamente 30% dos doentes, a psoríase associa-se a uma forma de artropatia inflamatória, a artrite psoriática, que pode afetar as articulações periféricas (por exemplo mãos e pés) e/ou esqueleto axial (coluna vertebral e bacia) e condicionar ainda episódios de entesites (inflamação dos locais onde os tendões e ligamentos se inserem nos ossos) e dactilites (inflamação das pequenas articulações das mãos e pés com edema periarticular, isto é, em redor da articulação).

O diagnóstico e tratamento precoces destas condições são fundamentais para prevenir a destruição permanente das articulações e assim promover o bem-estar dos doentes. Apesar do envolvimento cutâneo ser frequentemente a manifestação mais proeminente e por vezes a única identificada desta doença, sabe-se atualmente que a psoríase é uma doença inflamatória multissistémica que se associa a várias doenças.

Além da artrite psoriática, destaca-se a doença cardiovascular, a síndrome metabólica (que engloba aumento perímetro abdominal, elevação dos triglicerídeos e do colesterol, hipertensão arterial e diabetes tipo 2), a doença inflamatória intestinal, a doença pulmonar obstrutiva crónica e doença psiquiátrica (ansiedade, depressão).

Embora estas associações ainda não estejam completamente compreendidas, pensa-se que a inflamação sistémica objetivada nos doentes com psoríase tenha um papel preponderante. Estas doenças aumentam o impacto psicossocial negativo da psoríase.

Ainda não existe cura para a psoríase, mas nos últimos anos têm sido aprovadas várias terapêuticas que permitem tratar cada vez de forma mais eficaz esta patologia. Os objetivos do tratamento são controlar os sinais e sintomas da doença, garantindo qualidade de vida e permitindo uma vivência pessoal, familiar, social e profissional indistinguível dos indivíduos não doentes.

Nas formas ligeiras, as terapêuticas tópicas são geralmente eficazes, embora muitas vezes com baixas taxas de adesão. No entanto, têm sido conseguidas novas formulações e dispositivos de aplicação, com o objetivo de ultrapassar esta problemática.

Nos casos mais graves, a fototerapia e/ou as diferentes terapêuticas sistémicas permitem alcançar um bom controlo da doença. Recentemente, têm sido aprovados vários medicamentos sistémicos, com taxas de resposta muito favoráveis e que representam um grande avanço no tratamento dos doentes mais graves.

É fundamental que o doente com psoríase procure o seu Dermatologista e/ou Médico de Família, de forma a ser discutida a melhor estratégia terapêutica para o seu caso. A abordagem terapêutica deve ser global e holística, incluindo não só o tratamento das lesões cutâneas, mas também a avaliação e tratamento das diversas comorbilidades que possam estar associadas. Além do tratamento, deve ser encorajado um estilo de vida saudável, incluindo dieta equilibrada para manutenção do índice de massa corporal adequado, a prática de exercício físico e cessação tabágica.

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Sessão online dia 19 de maio
A Sanofi promove, no dia 19 de maio, entre as 21h e as 22h, um encontro virtual com dois especialistas, um dermatologista e um...

A abordagem do doente com dermatite atópica pode por vezes ser um desafio complexo. Este webinar resulta da necessidade de informar acerca do diagnóstico, e da otimização do tratamento das formas ligeiras nos cuidados de saúde primários, assim como as alternativas inovadoras no tratamento da dermatite atópica moderada a grave disponíveis em contexto hospitalar.

Moderado porDuarte Mesquita, Medical Advisor para a área de Imunologia da Sanofi, este webinar conta com a partilha de conhecimentos de Fernando Mota, Dermatologista do Hospital da Senhora da Oliveira em Guimarães e de Daniel Fernandes, Médico de Família e Médico do Conselho Técnico na USF São Nicolau e Médico da ECL do Aces Alto Ave. No final há espaço para troca de ideias entre os participantes e os oradores.

 

Sessão online e gratuita
Atualmente, é possível os pais decidirem se querem ou não criopreservar as células estaminais do seu bebé no momento do parto....

Uma oportunidade única de participar numa sessão aberta diretamente com o CEO da BebéCord, João Duarte, e Mara Miranda, Diretora do Departamento de Gestão de Clientes, que irão abordar a importância da criopreservação das células estaminais, transmitindo toda a segurança e confiança necessárias para estes momentos tão delicados como a gravidez e o parto. Esta será uma sessão aberta onde todos os futuros pais têm a oportunidade de intervir, tirar dúvidas e partilhar informações ou experiências. No fim da MasterClass, haverá ainda uma oferta especial para os participantes.

As células estaminais têm a capacidade de se transformarem e permitem a reparação de tecidos danificados, substituindo as células que vão morrendo. A criopreservação já ajudou a salvar mais de 45.000 vidas em todo o mundo e as células estaminais são usadas no tratamento de mais de 80 doenças, incluindo diversos tipos de cancro ou distúrbios de sangue.

Se pretende guardar as células estaminais do seu bebé, a BebéCord conta com uma equipa especializada e dedicada, que acompanha os futuros pais em todos os momentos do processo. Líder na recolha das células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical, esta destaca-se pela confiança e segurança, contando com mais de 14 anos de experiência e 90.000 amostras criopreservadas.

A inscrição é feita através deste link.

Submissão de casos clínicos decorre até dia 16 de julho
O HPV Clinical Cases está de regresso com uma nova edição, este ano sob o mote “HPV como um TODO!”. A iniciativa, que pretende...

Dado o sucesso das duas primeiras edições, que somaram mais de 170 casos clínicos submetidos, o HPV Clinical Cases renova o compromisso com a saúde da população afetada por este vírus: a nível mundial, estima-se serem já cerca de 600 milhões de pessoas nesta situação, com tendência para uma prevalência cada vez maior.

A 3.ª edição do HPV Clinical Cases pretende ampliar os contributos desta partilha científica através da inclusão de um maior número de especialidades médicas, que refletem a transversalidade deste problema de saúde pública.

Tal como nas primeiras edições, o HPV Clinical Cases propõe-se a recolher, selecionar e divulgar, junto da classe médica nacional, os melhores casos clínicos resultantes da infeção por Papilomavírus Humano (HPV). Para tal, a avaliação independente dos trabalhos é assegurada pelo comité científico composto por Cândida Fernandes (dermatologia e venereologia), Daniel Pereira da Silva (ginecologia oncológica), José Maria Moutinho (ginecologia oncológica), Prof. Doutor Luís Varandas (pediatria), Pedro Montalvão (otorrinolaringologia), Sandra Pires (gastrenterologia) e Teresa Fraga (ginecologia e obstetrícia).

Os casos clínicos submetidos devem ter em consideração os seguintes critérios: pertinência, originalidade, rigor científico, raciocínio clínico e o impacto que o caso terá no conhecimento da comunidade médica e nos cuidados a prestar aos doentes. Os melhores trabalhos submetidos serão apresentados posteriormente sob a forma de comunicação oral ou e-póster no Congresso Virtual HPV Clinical Cases 2021 e publicados no livro digital do evento.

O projeto HPV Clinical Cases 2021 conta já com o patrocínio científico / apoio de várias sociedades médicas: Associação Portuguesa de Urologia (APU),  Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (SPDIMC), Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG), Grupo de Estudos de Cancro da Cabeça e Pescoço (GECCP), Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SPORL) e Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG).

Para mais informações e consulta do regulamento aceda a: https://hpvclinicalcases.pt/

Iniciativa conta com uma exposição de arte
A Roche está a promover uma campanha e uma exposição de arte em Luanda, de nome “Arte ao Peito”, que será feita através de...

A "Arte ao Peito" tem como principal objetivo ajudar as doentes com cancro da mama e as suas famílias em Angola, através da angariação de fundos e de donativo de soutiens para mulheres mastectomizadas. As verbas angariadas vão apoiar a LACC em ações preventivas e também na assistência às mulheres vítimas de cancro em Angola.

Será feito um donativo de soutiens novos para mulheres mastectomizadas em Luanda, uma vez que em Angola há carência da produção de soutiens com este propósito específico.

Está em curso neste momento em Portugal uma recolha de soutiens usados, que será feita entre os colaboradores da Roche, para envio posterior para Angola no início de junho.

Depois, esses soutiens serão recolhidos e transformados por doentes, antigos doentes, familiares, profissionais de saúde e pessoas do mundo artístico em Angola. Mampuya, Rita GT, Kapuka, Sozinho Lopes, Tho e Nelo são alguns dos nomes já associados a esta iniciativa. De Portugal, haverá ainda o contributo do estilista Miguel Gigante e da artista plástica Marta Silvestre.

A instalação de arte em Luanda, feita com os soutiens transformados, vai permitir angariar fundos para ajudar a Liga Angolana Contra o Cancro, apoiando os doentes nas suas deslocações e estadias durante o tratamento no Instituto Angolano Contra Cancro (único centro de tratamento de cancro no país).

Esta é a primeira edição da campanha “Arte ao Peito”.

 

Revela neurocientista
A pandemia da covid-19 alterou o quotidiano a que estávamos habituados, incluindo a forma como vivemos o desporto. No caso do...

O neurocientista e neuropsicólogo luso-descendente Fabiano de Abreu considera que “a ausência de claques, o silêncio nos estádios, a falta de incentivo e estímulos dos adeptos para os jogadores ou a ausência do calor humano afetam os jogadores negativamente a nível psicológico, já que estavam adaptados a outro cenário. Por mais que se criem novas ferramentas de estímulo para motivar os jogadores, o subconsciente não esconde a realidade vivida, unificada a essa atmosfera sombria em que vivemos”.

O neurocientista aborda também a importância dos estímulos e de como toda a carga emotiva e condicionantes mentais interferem nas equipas de futebol: “os jogadores são movidos por estímulos, não só da vitória e da meta para o título, mas há também o estímulo do momento. Estímulos de meta não são os mesmos que acontecem num dado momento, que podemos chamar de entusiasmo. Adrenalina, noradrenalina, dopamina, ocitocina, GABA, acetilcolina, glutamato, endorfina ou serotonina são neuro-hormonas envolvidas na vontade e desempenho dos jogadores. Um grito dos adeptos é um estímulo imediato que pode ser determinante no impulso de cada ação do jogador”.

A competência das equipas e o seu desempenho decaiu largamente, sendo um fenómeno que pode ser observado em vários campeonatos do mundo, incluindo o nacional. “Vimos o Flamengo ser coroado como campeão brasileiro e, embora tenha tido um desempenho menor, conseguiu sobressair em comparação com as outras equipas devido ao seu plantel. Em Portugal, o Sporting ganhou o campeonato que não conquistava há 19 anos com um plantel sem nomes famosos. Nas cinco melhores ligas europeias (segundo o “ranking” da UEFA), apenas na Alemanha é que o campeão, Bayern de Munique, mantém-se o mesmo, também devido ao seu plantel extraordinário. Em Espanha, vemos o Atlético de Madrid com uma vantagem confortável para os rivais e habituais campeões Barcelona e Real Madrid. Já em Inglaterra, o Manchester City venceu o campeonato, enquanto em França o campeão foi o Lille. Em Itália, o Inter de Milão quebrou a hegemonia de vitórias da Juventus”, afirma.

Para Abreu, “não há dúvidas de que os adeptos fazem uma diferença enorme”. “A Neurociência explica. Se eu fosse presidente de um clube, contrataria neurocientistas-biólogos ou neurocientistas-psicólogos para cuidar da motivação do grupo”, conclui.

Investigação
Uma equipa multidisciplinar de cientistas, liderada por Jorge Coelho e Paula Morais, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da...

Este novo verniz inteligente com elevada atividade antimicrobiana, que é ativada por ação de luz branca, inócua para o ser humano, foi desenvolvido no âmbito do projeto de investigação “SafeSurf”, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), e teve a participação de investigadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).

O projeto, cujos resultados já se encontram publicados na revista científica ACS Applied Materials & Interfaces, compreendeu três fases. Primeiro, os cientistas desenvolveram e testaram uma nova geração de polímeros catiónicos com propriedades antimicrobianas contra várias espécies de bactérias. De seguida, procuraram um fotossensibilizador com atividade fotodinâmica à superfície, tendo sido utilizado um composto natural que é produzido por plantas, a curcumina.

Ao combinar os polímeros catiónicos com a curcumina, os cientistas verificaram que a atividade antimicrobiana dos polímeros aumentou de forma significativa, permitindo matar um maior número de bactérias em menos tempo, como relatam Jorge Coelho e Paula Morais: «quando juntámos os dois sob a ação da luz branca, verificámos que as bactérias morriam passado muito pouco tempo. As várias experiências realizadas em superfícies mostraram que, em apenas 15 minutos de exposição, estes dois compostos combinados reduziam mil vezes o número de bactérias gram-positivas e gram-negativas, como por exemplo, da Escherichia coli. Ou seja, numa ação conjunta, os dois materiais provocam stress oxidativo nas bactérias, eliminando-as de forma eficaz e segura».

Perante os resultados obtidos, os investigadores avançaram então para a formulação de um revestimento (verniz). Com recurso a uma formulação industrial, desenvolveram um verniz de base poliuretano contendo, pela primeira vez, biocidas poliméricos catiónicos combinados com um fotossensibilizador de curcumina.

A bateria de testes antimicrobianos realizados com o verniz desenvolvido mostrou a eficácia na eliminação de bactérias. A grande inovação, segundo os coordenadores do projeto, reside no facto de «conseguirmos incorporar estes dois compostos num verniz de formulação industrial de base poliuretano, utilizando condições industriais, dando ao verniz a inovação da funcionalidade antibacteriana, facilitando assim a sua introdução no mercado. A formulação do verniz contendo os polímeros catiónicos e o fotossensibilizador constituiu uma etapa do projeto de elevada complexidade que foi realizada pelos nossos colegas da FEUP».

Sabendo-se que a grande maioria das infeções surge em ambiente hospitalar, Jorge Coelho e Paula Morais salientam que «os revestimentos de superfície inteligentes que apresentam vários mecanismos de atividade antimicrobiana surgiram como uma abordagem avançada para prevenir com segurança esse tipo de infeção». Assim, acrescentam, este novo verniz representa «uma solução eficaz e segura para a prevenção e controlo de infeções nosocomiais [contraídas nos hospitais], uma vez que impede a proliferação das bactérias nas superfícies».

Questionados sobre quando é que esta solução poderá chegar ao mercado, os docentes e investigadores dos departamentos de Engenharia Química e de Ciências da Vida da FCTUC referem que, do ponto de vista científico, «o conceito está provado, ou seja, foi desenvolvido um verniz eficaz e completamente seguro para o ser humano. No entanto, é necessário realizar uma avaliação económica do projeto».

Dia Mundial da Doença Inflamatória do Intestino
O guia, lançado no âmbito do Dia Mundial da Doença Inflamatória do Intestino (DII) é composto por oito capítulos sobre Fadiga,...

O primeiro capítulo deste Guia é dedicado ao Bem-estar emocional, e foi concebido com o objetivo de promover o bem-estar de todos os que sofrem de doença de Crohn (DC) fistulizante. "É normal que os indivíduos que sofrem de DC experienciem ocasionalmente emoções negativas, tais como stress, frustração ou raiva. Estes sentimentos são mais frequentes quando ocorrem complicações, tais como fístulas perianais, especialmente quando este constitui o primeiro sinal de DC, assim como em doentes que necessitam de cirurgia", pode ler-se no comunicado.

Além de mostrar que o doente não está sozinho e que não é o único a sentir-se desta forma, este guia, dá a conhecer algumas formas de melhorar o estado de espírito, como por exemplo a prática de atividades que melhoram e aliviam o bem-estar emocional, relaxantes e que aliviem o stress e a ansiedade.

Segundo Ana Sampaio, presidente da Associação Portuguesa Doença Inflamatória Intestino, “nem sempre é fácil ao doente falar ou explicar a sua doença de Crohn fistulizante. Neste novo guia o doente encontrará esclarecimentos e orientações que o poderão ajudar a ter melhor qualidade de vida"

O Bem-estar emocional é apenas o primeiro de um conjunto de oito capítulos do guia, que vai abordar temas como a Fadiga, Nutrição, Família e Amigos, Exercício, Viagens, Problemas masculinos e Problemas femininos.

A consciencialização para as Doenças Inflamatórias do Intestino não se resume ao dia 19 de maio, e como tal, a Takeda, vai apoiar a APDI no ciclo de Webinars que esta associação está a levar a cabo. Todos os Webinar têm a duração de uma hora, com ínicio às 18h30, e o próximo, dia 12 de maio, será dedicado ao “Impacto da DII no Trabalho”, seguindo-se, a 19 de maio, “Como atingir a remissão na DII?” e o último, a 26 de maio, é dedicado ao “Impacto da DII na sexualidade”.

 

Investigação
Uma nova pesquisa publicada no Canadian Medical Association Journal (CMAJ) mostra que a maioria dos pacientes em hemodiálise...

De acordo com Rita Suri, Diretora da Divisão de Nefrologia do Centro de Saúde da Universidade McGill (MUHC), a segunda dose da vacina BNT162b2 [Pfizer] deve ser “administrada aos pacientes que recebem hemodiálise no intervalo de tempo recomendado de 3 semanas”. Além disso, recomenda que as medidas de prevenção e controlo da infeção SARS-CoV-2 sejam rigorosamente cumpridas nas unidades de hemodiálise “até que a eficácia da vacina seja conhecida".

O estudo incluiu 154 pacientes que fazem hemodiálise no Quebec (135 sem e 19 com infeção anterior da SARS-CoV-2), 40 voluntários saudáveis (20 sem e 20 com infeção anterior de SARS-CoV2) e plasma de convalescença de 16 doentes de diálise que sobreviveram à Covid-19. Os investigadores mediram os níveis de anticorpos nos participantes e descobriram que os pacientes em diálise que nunca foram previamente expostos ao vírus tinham níveis de anticorpos mais baixos do que os participantes nos dois grupos de controlo, mesmo até oito semanas depois. Os anticorpos eram indetetáveis em 57% dos pacientes em hemodiálise. Dos 154 doentes que receberam diálise, quatro desenvolveram Covid-19 após a vacinação.

"Os doentes em hemodiálise que não responderam às quatro semanas permaneceram sem resposta imunitária às oito semanas, o que é um argumento contra a possibilidade de uma resposta retardada nestes indivíduos. Os doentes mais velhos e os que sofrem de imunossupressão tinham taxas de seroconversão ainda mais baixas, mas mesmo os doentes mais novos que não tinham imunossupressão tinham uma taxa de seropositividade significativamente mais baixa do que os controlos", escrevem os autores.

Vacinação
Um cientista que assessora o programa de vacinação do Reino Unido disse que as vacinas que estão a ser administradas para...

Anthony Harnden, vice-presidente do Comité de Vacinação e Imunização do Reino Unido (JCVI), disse que era importante abordar o abrandamento do bloqueio em Inglaterra com "a máxima cautela", uma vez que ainda não é claro o quão mais transmissível é a variante detetada na Índia.

No entanto, reiterou que embora "as vacinas possam ser menos eficazes contra doenças leves... não achamos que sejam menos eficazes contra doenças graves. Mas em última análise, elas são quase certamente menos eficazes contra a transmissão..."

No âmbito do plano de ação do Reino Unido, estabelecido para fazer face à variante B1.617.2, identificada pela primeira vez na Índia, todos os grupos com mais de 50 anos e os grupos mais vulneráveis devem receber a segunda dose de vacina Covid-19 mais cedo do que o previsto.

 

Affidea Scientific Talks - Imagiologia de Urgência: Cabeça & Pescoço
É já no próximo dia 22 que se realiza mais uma edição das Affidea Scientific Talks, um encontro em formato digital, desta vez...

Ao longo de uma manhã, vários especialistas irão abordar o tema e fazer a apresentação de casos clínicos relevantes, com o objetivo de “familiarizar os médicos radiologistas e técnicos de radiologia sobre o tipo de lesões mais frequentes e o tipo de apresentação dessas lesões, de forma a possibilitar um diagnóstico rápido e eficiente, portanto, alertar as pessoas para o tipo de abordagem a estes doentes e o tipo de imagens que vamos encontrar”, explica Fernando Torrinha, médico radiologista e um dos oradores do webinar.

De acordo com o especialista, apesar das situações de urgência em cabeça e pescoço não serem muito frequentes, “podem ser muito graves. Reconhecer os padrões das patologias que necessitam intervenção urgente passa por rever a anatomia dos espaços cervicais e as patologias mais relevantes neles encontradas, tanto no adulto como na criança”, explica.

“Perturbação da via aerodigestiva superior, ou seja, situações que comprometem a respiração ou a deglutição e ainda as situações infeciosas, nomeadamente todo o tipo de inflamações, infeções, fleimões e abcessos do anel de Waldeyer e do compartimento visceral do pescoço, além das situações de trauma facial e cervical, incluindo a aspiração ou deglutição acidental de corpos estranhos” são, segundo o especialista, as situações de urgência mais frequentes. “E muitas vezes urgências clínicas com perigo de vida por causa, precisamente, da perturbação da via aérea”, o que torna a rapidez da terapêutica “extremamente importante. A imagiologia permite localizar e definir a doença para melhor ação terapêutica, se necessário de intervenção”.

O webinar, organizado pela Affidea Portugal, com o patrocínio científico da Ordem dos Médicos, Sociedade Portuguesa de Radiologia e Medicina Nuclear e da Nova Medical School, é de inscrição gratuita, mas obrigatória.

Mais informações e forma de inscrição aqui.

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