Coronavírus
Se no início da pandemia Covid-19 se alegava que as crianças eram “super-contagiosas”, a verdade é que, até hoje, múltiplos...

Segundo o artigo, publicado na revista 'JAMA Pediatrics', os bebés e as crianças são menos propensos a ficarem infetados do que os adolescentes, mas quando o fazem, são mais propensos a transmitir o vírus aos seus coabitantes. A origem parece estar num fator comportamental, uma vez que crianças muito pequenas requerem muita atenção e não podem ser isoladas quando estão doentes.

Assim como os adolescentes passam mais tempo longe de casa, juntos e muitas vezes, em lugares bastante fechados, tocando e até partilhando bebida, os mais novos têm menos interação social fora de casa, tendem a estar em contacto físico próximo com coabitantes, além de levarem as mãos e outros objetos à boca com frequência. Há uma combinação de condições que facilita o contágio dentro da casa.

O novo estudo, realizado por investigadores da Public Health Ontario, foi desenvolvido a partir de registos de casos Covid-19 e testes positivos de coronavírus em Ontário de 1 de junho a 31 de dezembro de 2020. Os cientistas detetaram todos os positivos associados a casas particulares e identificaram o "caso do índice" (a primeira pessoa a desenvolver sintomas de coronavírus ou a testar positivo para o vírus). Depois de analisarem 6.280 agregados familiares em que a primeira pessoa a contrair o vírus tinha menos de 18 anos, procuraram casos secundários entre coabitantes nas próximas duas semanas.

Segundo se sabe, na maioria dos casos, a cadeia de transmissão parou com a criança infetada, mas em 27,3 por cento dos agregados familiares, as crianças infetaram pelo menos um outro membro da família.

Ao cruzar dados, observou-se que, embora os adolescentes (entre os 14 e os 17 anos) constituíssem 38% dos casos de índice e os menores de três anos, apenas 12%, quando se tratava de se espalhar em casa, as probabilidades eram 40% mais altas nas crianças.

Os autores do estudo não descartam a possibilidade de as crianças terem níveis mais elevados do vírus do que os adolescentes. Pesquisas anteriores mostraram que, embora os mais pequenos raramente fiquem gravemente doentes, podem transportar níveis de vírus semelhantes ou mesmo superiores aos dos adultos.

Para já, e enquanto o papel das crianças na propagação do vírus permanece incerto, especialistas recomendam que se tomem precauções, não só em casa como nas creches: : distanciamento físico, boa ventilação, máscaras e higiene frequente das mãos.

 

Despacho publicado
Segundo um despacho publicado pelo Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, no próximo ano letivo haverá...

O documento, além de estabelecer as normas a ter em conta na elaboração das ementas e impões restrições na venda de géneros alimentícios nos bufetes e nas máquinas de venda automática nos estabelecimentos de educação e de ensino da rede pública do Ministério da Educação.

Assim, no próximo ano letivo passam a ser proibidos géneros alimentícios e bebidas de elevado valor energético, teor de sal, açúcar, ácidos gordos saturados e ácidos gordos trans em escolas do Ensino Pré-escolar, Básico e Secundário.

Por outro lado, nos bufetes escolares vão deixar de ser vendidos alimentos como bolos, pastéis, croissants, salgados pães doces, produtos processados, sandes com molhos, refrigerantes, guloseimas, sobremesas doces ou gelados.

O mesmo despacho indica os produtos que os bufetes terão de obrigatoriamente disponibilizar, por exemplo, água potável gratuita, leite simples, iogurtes sem adição de açúcar, pão, fruta fresca, saladas ou sopas.

“No sentido de promover a alimentação saudável junto da população escolar, o espaço do bufete deve ser organizado de modo a posicionar na primeira linha de observação” os alimentos saudáveis.

Quanto à elaboração das ementas, estas devem contemplar refeições vegetarianas, dietas justificadas por prescrição médica ou dietas justificadas por motivos religiosos.

Estas medidas “devem ser acompanhadas por programas, desenhados em articulação com as autoridades de saúde, com o objetivo de informar e capacitar para escolhas informadas e mais saudáveis, promovendo-se o aumento da literacia alimentar das crianças e jovens”.

Este Despacho tem por base as diferentes orientações conjuntas já existentes e que já norteavam a alimentação nos espaços escolares, reforçando e atualizando a informação técnica e a evidência científica anterior e colocando mais uma vez Portugal na linha da frente neste tipo de diretrizes alimentares.

Maior segurança, agilidade e excelência nos cuidados prestados
A consultora Lean Health Portugal conduziu um projeto de melhoria contínua realizado no Hospital de Braga com principal foco na...

No decorrer do projeto, a situação atual do serviço do Hospital de Dia Oncológico foi analisada, tendo sido identificado potenciais desperdícios e ineficiências, para depois se definir um plano de melhoria.

A metodologia Lean convida a equipa a mapear todos os processos do serviço incluindo o fluxo de informação, do doente, do doente para levantar a medicação oral e o fluxo do medicamento em si. Foi desenvolvida uma análise de todas as ferramentas utilizadas, desde o sistema informático, à Folha Verde - documento físico que contém toda a informação associada ao doente e respetivo tratamento.

Em reuniões semanais, promovidas pela equipa multidisciplinar, sinalizam-se situações que potencialmente criavam desperdício ou ineficiências, para mais tarde fazer o levantamento das oportunidades de melhoria, que seriam à posteriori testadas e aplicadas ao real funcionamento do hospital.

No decorrer do projeto, a equipa conseguiu alcançar o total de seis áreas distintas - melhoria do circuito do utente que levanta a sua medicação oral, a otimização da utilização das salas do serviço, o circuito geral do utente (que inclui idas ao HD para realizar consultas, colheita de sangue, tratamentos, entre outros), a melhoria da utilização das salas de tratamento e agendamentos, assim como a melhoria do circuito da folha verde e do espaço da equipa de farmácia.

“Após a realização do projeto, o serviço reconhece uma maior segurança, agilidade e excelência prestados aos seus utentes como também uma maior qualidade no seu ambiente de trabalho”, explica uma médica oncologista do Hospital de Dia Oncológico do Hospital de Braga.

Situação Epidemiológica
Desde ontem foram registados mais 2.983 novos casos de infeção pelo novo coronavírus e 17 mortes em território nacional. O...

A região de Lisboa e Vale do Tejo foi aquela que registou maior número de mortes, desde o último balanço: seis de 17. Segue-se a região Centro com quatro e o Algarve com três óbitos registados. A região Norte e o Alentejo registaram duas mortes cada.

De acordo com o boletim divulgado hoje pela DGS, foram ainda diagnosticados 2.983 novos casos. A região de Lisboa e Vale do Tejo voltou a ser aquela que registou a maioria dos casos, nas últimas 24 horas: 1.146, seguida da região Norte com 858 novas infeções. Desde ontem foram diagnosticados mais 419 casos na região Centro, 185 no Alentejo e 287 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, no arquipélago da Madeira foram identificadas mais 45 infeções e 43 nos Açores.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 695 doentes internados, menos 49 que ontem.  Também as unidades de cuidados intensivos têm menos cinco doentes internados, relativamente ao último balanço: 139.

O boletim desta quarta-feira mostra ainda que, desde ontem, 2.206 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 947.465 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 44.505 casos, mais 760 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância menos 1.115 contactos, estando agora 51.013 pessoas em vigilância.

Parceria
A Escola de Negócios da Universidade Católica no Porto estabeleceu uma parceria com a Academia Clínica do Dragão e lançou um...

A prestação autónoma de serviços de medicina no desporto, saúde e reabilitação tem apresentado uma procura significativa e crescente, requerendo por isso uma diferenciação técnico-científica continuada. Aos profissionais de ciências médicas, de reabilitação e desporto, exigem-se elevados padrões de competência, organização e de gestão. Por sua vez, a prestação de serviços clínicos e de saúde requerem um exercício profissional seguro e eficaz, suportado em boas práticas e nas últimas evidências. Frequentemente desenvolvido num contexto interdisciplinar, determinantes como a liderança, o compromisso e o desempenho das pessoas impactam os resultados económicos da atividade profissional. 

João Espregueira-Mendes, diretor do curso da Clínica Espregueira FIFA Medical Centre of Excellence, no Porto, explica que “o Curso Executivo Medicina do Desporto, Reabilitação e Gestão, vem contribuir decisivamente para o sucesso profissional e empresarial de profissionais de saúde e desporto. Uma oportunidade única no contexto universitário para todos os que querem desenvolver as suas equipas e serviços.”

O curso pretende assim promover o desenvolvimento de conhecimentos e competências de gestão e de liderança de equipas que servem para a prestação de serviços de qualidade em diferentes contextos, bem como desenvolver conhecimentos em medicina do desporto e reabilitação. Tudo isto sem esquecer a evolução técnico-científica no exercício profissional e o acesso a princípios para controlo de gestão de unidades económico-empresariais de medicina, de reabilitação e de saúde. Aos alunos oferece-se a possibilidade de se diferenciarem num contexto teórico e prático de excelência académica e clínica, internacional e pluralmente reconhecido através de um conjunto abrangente e singular de acreditações. 

Gonçalo Faria, diretor do curso e professor da Católica Porto Business School salienta que “A Católica Porto Business School tem como visão ser uma escola líder na área da gestão e da economia com impacto na sociedade. Entendemos como nossa missão o desenvolvimento de profissionais para uma sociedade sustentável e contribuir com avanços no conhecimento em gestão e economia, inovando e com uma visão global. Os nossos programas de formação executiva refletem esta visão e missão. Em consistência com estas linhas orientadoras, é com grande entusiasmo que estabelecemos esta parceria com a Academia Clínica do Dragão para o desenvolvimento e implementação da componente de Gestão do Curso Executivo em Medicina do Desporto, Reabilitação e Gestão.” 

O curso é especialmente direcionado a fisioterapeutas, médicos, profissionais da educação física ou ciências do desporto e enfermeiros e tem como objetivo oferecer formação teórica e teórico-prática sólida que, no contexto de competências da sua graduação permitam trabalhar de forma mais segura e capaz, desenvolver capacidades de comunicação e referenciação no contexto interdisciplinar da Medicina e das Ciências da Saúde, assim como o desenvolvimento da atividade económico-empresarial autónoma com controlo da gestão.

O curso executivo, em formato online, terá a duração de 220 horas letivas e 20 horas de aulas práticas opcionais e tem data prevista de arranque para outubro deste ano.

Sustento muscular da coluna é fundamental
Numa altura em que as famílias portuguesas preparam a chegada de mais um ano letivo, a campanha “Olhe pelas Suas Costas” deixa...

Transportar mochilas com mais de 10% do peso da criança/jovem ou com alças pouco ergonómicas, adotar uma má postura na escola ou até ao estudar em casa, dois hábitos comuns de crianças e adolescentes, podem originar distúrbios musculoesqueléticos. Além disto, a obesidade e o sedentarismo são também prejudiciais para a saúde das costas, devendo ser contrariados desde a infância através do exercício físico, uma vez que é também nesta altura que podem surgir os primeiros sinais de alerta para doenças na coluna.

“Com o regresso às aulas e muitas crianças a iniciarem agora o seu percurso académico, é crucial garantir que estas começam já a adotar hábitos saudáveis e benéficos para a saúde das suas costas, evitando problemas futuros”, afirma Bruno Santiago, neurocirurgião e coordenador nacional da Campanha “Olhe pelas Suas Costas”.

“É aqui que entra a importância do exercício físico. A grande causa para as dores de costas é o sedentarismo, sendo que a melhor forma de prevenir o aparecimento destas, em qualquer faixa etária, é adotando um estilo de vida ativo. A prática de desporto, por exemplo, é uma atividade extracurricular que tem benefícios inequívocos para a saúde dos mais novos", acrescenta.

Desde prevenir a obesidade, fortalecer ossos e músculos, incentivar a adoção de uma boa postura e até fomentar a disciplina, esta é uma forma divertida, mas também pedagógica de garantir que os mais novos têm um estilo de vida mais ativo e saudável.

Segundo o Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física da DGS, a atividade física melhora a aptidão física (cardiorrespiratória e muscular), a saúde cardiometabólica (pressão arterial, dislipidémia, glicose e resistência à insulina), a saúde óssea, a cognição, a saúde mental e promove a redução da gordura corporal de crianças e adolescentes entre os 5 e os 17 anos. É, por isso, recomendado que estes realizem pelo menos uma média de 60 minutos por dia de atividade física de intensidade moderada a vigorosa, maioritariamente aeróbia. A DGS recomenda ainda que seja limitado o tempo em comportamento sedentário, particularmente o tempo de ecrã.

No entanto, segundo a Organização Mundial de Saúde e o estudo de saúde mundial Global Burden of Disease, publicado na revista The Lancet, mais de 80% dos adolescentes entre os 11 e os 17 anos não cumprem as recomendações atuais de pelo menos uma hora diária de atividade física, colocando em risco a sua saúde.

 Já dados do Inquérito Nacional de Saúde (INS), a partir de diários de atividade física, estima-se que, em média, crianças e adolescentes entre os 6-14 anos passem cerca de 9 horas/dia em comportamentos sedentários, excluindo o tempo de sono.

Dados recolhidos em 2019 revelam ainda que as dores lombares ou outros problemas crónicos nas costas continuam a ser as que mais afetam a população. No entanto, 65% da população portuguesa com 15 ou mais anos indica nunca praticar qualquer tipo de exercício físico. Para inverter esta situação, é essencial ter uma atitude preventiva desde a infância.

Relatório
De acordo com o relatório de vacinação, divulgado esta semana pela Direção Geral da Saúde, mais de 6,7 milhões de pessoas (66%)...

Até domingo, além dos 6,76 milhões de pessoas (66%) que concluíram a vacinação, este relatório revela que 79 milhões (76%) tomaram pelo menos uma dose de vacina.

Na última semana, mostra o documento, o número de pessoas com a vacinação completa cresceu 4%, tendo sido registado um aumento de 5% naqueles que tomara a primeira dose

Os dados mais recentes da campanha de vacinação recuam até domingo, 15 de agosto, e abrangem a inoculação de pessoas a partir dos 16 anos.

As regiões do Alentejo e do Centro são as que continuam com o processo de vacinação mais avançado, respetivamente com 69% e 68% da população com o ciclo vacinal completo, seguindo-se as do Algarve, Madeira e Norte, todas com 66%.

Açores e Lisboa e Vale do Tejo, respetivamente com 63% e 64% da população totalmente vacinada, são as regiões mais atrás no processo. A DGS ressalva que, no caso dos Açores, os dados «poderão estar subestimados», uma vez que houve um «atraso entre as vacinas administradas e o seu registo».

As pessoas mais velhas, que começaram a ser vacinadas mais cedo, estão entre as mais imunizadas, com 90% (50-64 anos) a 97% (65 anos em diante) com a vacinação completa.

As faixas etárias mais novas, que começaram a ser vacinadas mais tarde, são as que mais progrediram ultimamente: na dos 25-49 anos, 70% das pessoas já têm o ciclo vacinal completo e 83% pelo menos uma dose, no grupo acima, dos jovens entre 18 e 24 anos, 30% concluíram a vacinação e 54% iniciaram o processo.

Portugal recebeu 15,3 milhões de doses de vacinas e distribuiu 14,0 milhões por todo o território.

 

Cultivo de Canábis
A Flowr, através de uma subsidiária integral, será a parceira exclusiva de cultivo e venda a retalho da marca Cookies em...

De acordo com os termos dos acordos de licenciamento, a RPK Biopharma, subisidiária da Flowr Corporation, vai cultivar e ter os direitos exclusivos para vender produtos da marca Cookies, incluindo produtos sem canábis, em Portugal durante três anos sujeitos a determinados compromissos ao longo do tempo. A Flowr iniciou o processo de importação da genética da marca Cookies do Canadá para Portugal e espera poder iniciar a sua produção comercial até ao final do ano. A Cookies irá auxiliar a Flowr no desenvolvimento de uma estratégia de distribuição a retalho em Portugal através das redes de farmácias existentes no país e da conceção de até três pontos de venda a retalho de farmácias próprias no país. A RPK Biopharma é uma subsidiária integral da Holigen Holdings Limited.

A Cookies é uma marca internacional de canábis dirigida por Berner, co-fundador e CEO da marca Cookies, um empresário e rapper de sucesso. A Cookies assumiu um papel de liderança no desenvolvimento da genética, com a estirpe Girl Scout Cookies, e tem estado na vanguarda da cultura da canábis a nível mundial. Atualmente, a marca Cookies está disponível nos Estados Unidos, Canadá, Israel e Espanha. A marca Cookies estende-se para além da canábis e é também uma marca líder em vestuário e lifestyle. Em 2021, a Cookies foi eleita uma das melhores marcas de canábis ("one of the hottest”) no mundo pela Ad Age (ver em www.adage.com).

“Vamos cultivar em Portugal as variedades de canábis mais reconhecíveis do mundo, incluindo Gary Payton, Cereal Milk, Gelatti, Pancakes e Pink Runtz. Assim como fazemos no Canadá, queremos que as nossas operações em Portugal cultivem apenas a canábis medicinal ultra premium e uma parceria com a Cookies foi muito óbvia para a companhia, comentou Darryl Brooker, CEO da Flowr. “Mal podemos esperar para cultivar a genética da Cookies e exibir orgulhosamente a marca. Estabelecer esta parceria é o próximo passo na evolução do nosso negócio na União Europeia e irá proporcionar-nos uma vantagem competitiva no mercado da canábis medicinal na europa, que se encontra em rápido crescimento.”

“O facto de Portugal ter descriminalizado drogas no início dos anos 2000 e de os indivíduos nos Estados Unidos da América ainda estarem a ser detidos devido a canábis 20 anos mais tarde mostra ao mundo, principalmente aos Estados Unidos, que podemos aprender muito com o pensamento prospetivo. Os parceiros que escolhemos em Portugal têm uma das instalações mais avançadas que já vi e vão produzir das melhores canábis do mundo. São parcerias como esta que me mantêm entusiasmado com o crescimento e expansão da Cookies em todo o mundo”, comentou Berner, cofundador e CEO da Cookies.

A RPK Biopharma irá cultivar a genética da marca Cookies nas suas instalações interiores de 25,000 metros quadrados localizadas propositadamente em Sintra, Portugal, nos arredores de Lisboa. As instalações de Sintra são de cultivo interior, onde se realiza o processamento de extratos e embalamento final do produto. As instalações de Sintra obtiveram a sua certificação GMP da União Europeia no primeiro trimestre de 2020. A RPK Biopharma está posicionada para distribuir o seu produto medicinal a outros países europeus que permitam a venda de canábis medicinal.

O mercado Europeu de canábis medicinal continuou a crescer à medida que outros países atualizaram os seus regulamentos para legalizar o uso medicinal de canábis. Brightfield estima que o mercado irá gerar mais de U.S.$570 milhões em 2021 e atingir mais de U.S.$11 mil milhões em 2025.

70% dos clientes portugueses prefere realizar as suas compras através de dispositivos móveis
A Atida | Mifarma, ecossistema online de saúde e bem-estar que pretende tornar-se na maior plataforma de saúde online da Europa...

A nova plataforma foi pensada sempre com a farmácia e parafarmácia em mente, concebida para dar resposta às necessidades específicas da área. Permitirá, também, que as atualizações futuras possam ocorrer de forma muito mais facilitada.

Mobile-first e rapidez

A plataforma da Atida | Mifarma apresenta um novo e atraente look and feel e foi pensada para ser totalmente mobile-first - até porque, segundo dados da empresa, 70% dos seus clientes em Portugal efetuam as suas compras a partir de dispositivos móveis. Garante, igualmente, uma ótima e fluida experiência de utilizador noutros dispositivos. Torna-se, assim, mais fácil comprar produtos de farmácia e parafarmácia a partir de qualquer lugar, com a vantagem acrescida de os poder receber em apenas 24-48 horas, graças ao rápido serviço de logística da Atida | Mifarma.

Apoiar os consumidores para além da compra

Para além das inovações na sua plataforma, a Atida | Mifarma vai continuar a reforçar o posicionamento enquanto especialista e parceiro ideal para todos os temas relacionados com a saúde e o bem-estar, apostando por isso na partilha consistente de conteúdo útil e especializado nos seus diversos canais digitais, assegurando uma experiência e acompanhamento completos a todos os clientes.

Para consolidar a sua presença no setor das farmácias online em cada um dos países em que opera, a Atida | Mifarma está a trabalhar em conjunto com os seus fornecedores, desenhando estratégias alinhadas que promovem o desenvolvimento mútuo e a melhoria constante da experiência do consumidor. Para além disso, outro dos pontos fundamentais do plano da empresa passa por manter os seus preços a um nível económico e acessível para todo o tipo de clientes.

Crescimento consolidado em Portugal

A empresa chegou a Portugal em 2019 ainda sob a égide da marca espanhola Mifarma, que em 2020 decidiu unir-se à Atida, plataforma europeia de saúde online que pretende transformar o setor com a sua moderna farmácia online. Atida - palavra que significa “futuro” em Hebreu - não representa apenas o nome da marca, mas sim o objetivo da empresa de criar um futuro mais saudável, e a evolução constante no sentido de criar uma marca sólida e de confiança que dá resposta às necessidades de cada pessoa.

Esta realidade tem garantido o absoluto sucesso da Atida | Mifarma em Portugal, com números de crescimento muito relevantes. Efetivamente, em 2020 registou um crescimento de 164% no nosso território, e os números de 2021 apontam para um crescimento continuado na ordem dos 105% em relação ao ano anterior, revelando que os Portugueses confiam nesta empresa inovadora.

“Na Atida | Mifarma, queremos assegurar a todos os clientes da Europa uma experiência personalizada, intuitiva, descomplicada e otimizada de pesquisa e compra online de produtos de saúde e bem-estar. Atualizamos constantemente a nossa plataforma para oferecer o melhor aos nossos clientes e garantir também que somos o melhor parceiro para as marcas a que nos associamos,”, afirma Ernesto Martín, Managing Director, Southern Europe da Atida. “Queremos construir um futuro mais saudável para todos e trabalhamos diariamente para que a nossa marca continue a evoluir e a dar resposta às necessidades de todos os Europeus. Assim, prosseguimos na construção de um novo conceito holístico de saúde preventiva, apoiando os clientes em toda a sua jornada, desde a prevenção à cura.”

Norma ISO 15189
A SYNLAB Algarve é o primeiro (e único) laboratório de Análises Clínicas acreditado para a determinação de SARS-CoV-2 por PCR ...

No atual contexto de crise pandémica e numa altura do ano em que se assiste a um aumento de viagens ao estrangeiro, a Acreditação pela Norma ISO 15189 revela-se especialmente importante para quem vai viajar para países que obrigam à apresentação de testes COVID-19 realizados por um laboratório Acreditado, como é o caso de Hong Kong.

A Acreditação pela Norma ISO 15189 é o reconhecimento da competência técnica do laboratório SYNLAB para execução de ensaios, tornando os seus resultados válidos em qualquer país do Mundo. Este reconhecimento, a nível internacional, foi concedido pelo Organismo Oficial de Acreditação Português IPAC (Instituto Português de Acreditação), reconhecido a nível Mundial, dando segurança e tranquilidade aos seus clientes.

A SYNLAB disponibiliza mais de 150 unidades, clínicas, walks e drives para realização de testes COVID-19.

Mas os peritos estão divididos e alguns aconselham cautela
A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) alargou, esta terça-feira, a autorização condicional para a...

Esta decisão surge poucas semanas depois de a Spikevax ter obtido o apoio do Comité dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia de Medicamentos para o Uso Humano (CHMP) para alargar a autorização da UE da vacina a esta faixa etária. Há dois meses, a agência reguladora britânica deu luz verde à vacinação de com apenas 12 anos com a vacina da Pfizer e da BioNTech.

A Spikevax, também conhecida como mRNA-1273, está a ser investigada no ensaio da Fase II/III TeenCOVE, em curso, envolvendo participantes dos 12 aos <18 anos. Em maio, a Moderna informou que a vacina tinha atingido o seu principal ponto final de imunogenicidade, desencadeando respostas imunitárias comparáveis às observadas num estudo fundamental de adultos no ano passado. Entretanto, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde britânica não identificou quaisquer novos efeitos secundários com esta vacina e avançou que os dados de segurança nas crianças são semelhantes aos que têm sido vistos em adultos jovens, com a maioria dos efeitos secundários a serem de natureza leve a moderada.

Especialistas divididos 

Cabe agora ao Comité Misto do Reino Unido para a Vacinação e Imunização (JCVI) decidir se a Spikevax deve ser dada a jovens entre os 12 e os 17 anos, no âmbito do seu programa de implantação. O JCVI deu o direito de avançar no início deste mês para que os adolescentes saudáveis de 16 e 17 anos recebessem a primeira dose de Comirnaty antes da reabertura das escolas em setembro, acrescentando que os conselhos sobre quando oferecer a segunda dose "viriam mais tarde".

No entanto, vários membros da comissão de peritos mantiveram-se em grande parte contra o alargamento da vacinação a jovens entre os 12 e os 15 anos, apesar de os legisladores terem sinalizado que gostariam de ver uma mudança na orientação. Neste momento, as crianças nessa faixa etária só são vacinadas com a Comirnaty, se forem consideradas clinicamente vulneráveis.

"Na situação atual do Reino Unido, em que existe uma boa adesão à vacina entre adultos, podemos tomar uma abordagem mais cautelosa para a implementação da vacina em pessoas mais jovens, que estão em menor risco de danos graves por parte da Covid-19", refere o painel na sua orientação de 4 de agosto, citando dados que apontam para um pequeno risco de inflamação cardíaca ligado às vacinas de mRNA, particularmente nos jovens.

Riscos, complicações, maus resultados ou resultados diferentes dos esperados
Existe muitas vezes informação incorreta e falta de conhecimentos, que levam a confundir, quando se

De uma forma geral e concreta, não se pode afirmar que não haja riscos quando uma pessoa se vai submeter a uma cirurgia, seja ela qual for, pequena ou grande, com anestesia geral, local ou outra. O que se passa é que o risco é maior ou menor consoante o tipo de procedimento a realizar, as condições gerais e particulares da pessoa, as condições do local onde se vai realizar o procedimento no que respeita à segurança, os equipamentos de emergência, a realização prévia de uma consulta e exames de rotina, e uma adequada proposta e planificação da cirurgia a realizar. Pode haver impedimentos de ordem geral ou local que podem levar a adiar uma cirurgia temporariamente ou definitivamente.

Em rigor, e de uma forma exagerada, podemos dizer que desde que se nasce que se correm riscos. O risco aumenta consoante o que fazemos e ao que nos sujeitamos. Andar de mota terá mais riscos do que andar de carro, e este terá mais risco do que andar a pé. Aqui, são as probabilidades que pesam e aumentam o risco. Estudos estatísticos Americanos revelam haver muito menos riscos em fazer uma Cirurgia Estética do que andar de automóvel.

Ainda assim, não deixamos de fazer o que temos que fazer por haver risco. Temos é que ter consciência dele e reduzi-lo ou anulá-lo, tomando as medidas e precauções adequadas para que seja mínimo ou inexistente. É o que se faz em Medicina e em Cirurgia, em que se trabalha com o chamado «risco calculado». Por isso se deve sempre garantir que os meios humanos e materiais sejam os adequados. Tudo isto ainda é reforçado se acrescentarmos as novas técnicas cirúrgicas e anestésicas, menos agressivas e mais seguras.

Do mesmo modo, a realização de várias cirurgias no mesmo tempo cirúrgico, cirurgias muito demoradas, aumentam a “agressão”, o trauma cirúrgico, os riscos, as complicações e o tempo de recuperação. O que parece poder ser mais rápido pode tornar-se muito mais lento. Defendo que sejam feitos programas de cirurgias seriadas e programadas de acordo com cada caso, sendo apenas realizadas cirurgias combinadas em casos menores e pontuais, devidamente ponderados e realizados em segurança.

Minimizar os riscos passa também por uma escolha criteriosa e correta do cirurgião que o vai tratar, devendo ser um especialista com experiência e formação em Cirurgia Plástica e Estética, com uma boa formação de base, de forma a conhecer todos os possíveis riscos de cada cirurgia que realiza, podendo assim evitá-los ou saber tratá-los e orientá-los corretamente caso venham a suceder.

Deve escolher um Cirurgião Especialista que esteja sempre presente para a acompanhar. Infelizmente é cada vez mais frequente a vinda de Cirurgiões de outros Países, sem qualquer controlo de entrada, saída ou permanência, a operar na total clandestinidade, ganhando dinheiro fácil e sem pagarem impostos. Infelizmente quando ocorrem complicações, que são mais frequentes do que é habitual, as pessoas que recorreram a estes cirurgiões já não sabem mais deles, se voltam ou não, e vêem-se muitas vezes com sequelas difíceis ou mesmo irreparáveis.

É muito fácil saber da situação dum Médico ou Cirurgião no nosso País. Basta uma consulta ao Site ou um simples telefonema para a Ordem dos Médicos a perguntar se o seu médico está inscrito na Ordem em Portugal e qual é a sua situação e Especialidade.

Assim diminuem-se muito os possíveis riscos.

Ninguém está interessado em correr riscos desnecessários, nem médicos nem doentes, por isso tudo deve ser bem ponderado e feito como deve ser. Os imprevistos são e serão sempre imprevistos, mas tudo o que for possível prever e evitar deve sê-lo a todo o custo.

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Contratação de 15 nutricionistas estava prevista no Orçamento do Estado de 2020
Os bufetes e máquinas de venda automática das escolas públicas passam, já a partir do novo ano letivo, a respeitar novas regras...

Ambas as medidas, incluídas no Orçamento do Estado para 2020, têm como objetivo promover uma alimentação adequada para os mais novos, bem como um estilo de vida mais saudável e, por essa mesma razão, Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas, sublinha que “são absolutamente indissociáveis”. 

“Restringir a venda de géneros alimentícios menos saudáveis deve ser acompanhado com programas de apoio à promoção da alimentação adequada, o que implica investir na contratação de nutricionistas”, acrescenta Alexandra Bento.

A contratação de 15 nutricionistas para o Ministério da Educação estava prevista no Orçamento do Estado de 2020, no entanto, por “inação ou falta de interesse do Governo, estamos há um ano a aguardar a mera abertura do concurso”, avança a bastonária da Ordem dos Nutricionistas.   

O Despacho n.º 8127/2021, publicado em Diário da República esta terça-feira, 17 de agosto, contempla ainda que as regras de disponibilização de alimentos nas escolas públicas devem ser acompanhadas por programas de apoio à promoção e educação para a saúde, desenhados em articulação com as autoridades de saúde. A este respeito a bastonária da Ordem dos Nutricionistas realça que “não se compreende como se poderá levar a efeito este objetivo, pois o número de nutricionistas nos serviços públicos de saúde e nas autarquias é manifestamente insuficiente”. 

 

Relatório INSA
Segundo os dados, hoje, divulgados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), a variante Delta é a variante...

O relatório do INSA revela ainda que “do total de sequências da variante Delta analisadas, 62 apresentam a mutação adicional K417N na proteína Spike (sublinhagem AY.1). Esta sublinhagem tem mantido uma frequência relativa abaixo de 1% desde a semana 24 (14 a 20 de junho), não tendo sido detetado, de acordo com os dados disponíveis até à data, nenhum caso nas semanas 30 e 31”.

No que diz respeito às variantes Beta (B.1.351) e Gamma (P.1), associadas inicialmente à África do Sul e ao Brasil (Manaus), estas, revelam os especialistas, mantem uma frequência relativa “baixa e sem tendência crescente”. Além disso, adiantam que não foi detetado nenhum caso destas linhagens nas últimas semanas em análise (semana 30 e 31).

O relatório semanal do INSA sobre a diversidade genética do SARS-CoV-2 em Portugal, refere também que não se detetaram novos casos da variante Lambda (C.37), a qual apresenta circulação vincada nas regiões do Peru e do Chile.

Desde abril de 2020, o INSA tem vindo a desenvolver o “Estudo da diversidade genética do novo coronavírus SARS-CoV-2 (COVID-19) em Portugal”, com o objetivo principal de determinar os perfis mutacionais do SARS-CoV-2 para identificação e monitorização de cadeias de transmissão do novo coronavírus, bem como identificação de novas introduções do vírus em Portugal.

Até à data, foram analisadas 14.181 sequências do genoma do novo coronavírus, obtidas de amostras colhidas em mais de 100 laboratórios, hospitais e instituições, representando 298 concelhos de Portugal.

Em média, têm sido analisadas 573 sequências por semana desde o início de junho de 2021, provenientes de amostras colhidas aleatoriamente em laboratórios distribuídos pelos 18 distritos de Portugal continental e pelas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, abrangendo uma média de 121 concelhos por semana.

Pode conhecer o relatório em detalhe, aqui: https://insaflu.insa.pt/covid19/

Situação Epidemiológica
Desde ontem foram registados mais de 2.118 novos casos de infeção pelo novo coronavírus e 11 mortes em território nacional. O...

A região de Lisboa e Vale do Tejo foi aquela que registou maior número de mortes, desde o último balanço: quatro de 11. Segue-se a região Norte, Centro e Alentejo com duas mortes a cada. O Algarve registou um óbito.

De acordo com o boletim divulgado hoje pela DGS, foram ainda diagnosticados 2.118 novos casos. A região Norte foi a que registou a maioria dos casos, nas últimas 24 horas: 775, seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo com 727 novas infeções. Desde ontem foram diagnosticados mais 265 casos na região Centro, 131 no Alentejo e 174 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, no arquipélago da Madeira foram identificadas mais 43 infeções e três nos Açores.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 744 doentes internados, menos 24 que ontem.  Também as unidades de cuidados intensivos têm menos dez doentes internados, relativamente ao último balanço: 144.

O boletim desta terça-feira mostra ainda que, desde ontem, 3.666 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 945.259 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 43.745 casos, menos 1.559 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância menos 1.310 contactos, estando agora 52.128 pessoas em vigilância.

O foco desta abordagem é a pessoa, não a doença
A recuperação pessoal, na área da saúde mental, é completa quando a experiência na primeira pessoa é

O conceito de recuperação, particularmente na saúde mental, tem duas valências amplamente estudadas, a clínica e a pessoal. A recuperação clínica, advém essencialmente da experiência dos profissionais e tem no seu foco o tratamento dos sintomas e restabelecimento do normal funcionamento da pessoa. Por sua vez, a recuperação pessoal emerge das vivências das pessoas com comprometimento da saúde mental, diferindo assim de acordo com emoções, valores, objetivos de vida, funções de cada um. A recuperação pessoal almeja a transformação da sua existência, crescimento e descoberta, mais que um retorno à normalidade, é um renascimento de uma nova versão da pessoa dentro dos limites e condicionantes impostos pelo desenvolvimento ou superação da doença mental.

Atualmente, os serviços de saúde mental, estão organizados na direção da recuperação clínica, nesta exposição serão apresentadas as principais diferenças entre esta abordagem mais tradicional e a aposta numa abordagem centrada na recuperação pessoal, fundamentada no guia “100 Modos de apoiar a Recuperação Pessoal: Um Guia para Profissionais da Saúde Mental” – da autoria da Comissão Consultiva para a participação de utentes e cuidadores; Coordenação Nacional para a Saúde Mental.

Uma abordagem centrada na recuperação pessoal, foca-se nos valores, na responsabilidade em todo o processo (mais do que nos profissionais), é orientada para a escolha (mais do que para o controlo extrínseco da situação), despertando o poder sobre a situação. Esta abordagem é humanística, centrada na vida da pessoa e não na sua patologia, no significado pessoal atribuído ao diagnóstico, ao invés do diagnóstico em si.

Os objetivos do Serviço de Saúde Mental são notavelmente mais orientados para a promoção de saúde ou invés de se centrarem no combate à doença. A abordagem centrada na recuperação pessoal, em termos de práticas de trabalho promove maior compreensão, salientando as competências e potencialidades da pessoa, incluindo na análise feita e na totalidade da intervenção, as suas esperanças e sonhos, desvia o foco da descrição da situação, do problema e na redução dos efeitos danosos. O foco desta abordagem é a pessoa, cada uma individualmente, não a doença que apresenta, convergindo assim numa prestação de cuidados diferenciada que reforça o empoderamento e a humanitude de cada pessoa que experiencia a sua saúde mental comprometida.

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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Sessões online realizam-se todas as semanas
Da gravidez à maternidade, o que os pais mais desejam é garantir que vivem esta fase com tranquilidade. Há dúvidas que devem...

Como posso aliviar as dores lombares e ter um sono de qualidade na fase final da gravidez? Faz mal se o bebé adormecer na mama? São as questões que vão marcar a sessão online do dia 19 de outubro, cujas inscrições já se encontram disponíveis aqui. A terapeuta Inês Ramos da Clizone vai dar dicas de postura para o último mês e Clementina Almeida, psicóloga pediátrica da ForBabiesBrain, esclarecerá se adormecer na mama é, afinal, bom ou mau.

Já no dia 24 de agosto, os pais ficarão a saber como identificar os sinais de alerta no recém-nascido, com a pediatra Susana Nobre, que vai explicar o que fazer nesses momentos. Também estará presente a Enfermeira Joana Gonçalves, especialista em saúde materna e obstétrica, para indicar “tudo o que precisa de saber sobre o coto umbilical do seu bebé”. As inscrições gratuitas já se encontram disponíveis aqui.

A prática de exercício físico proporciona benefícios tanto para a mãe como para o bebé, por isso, não podia deixar de ser assunto nas Conversas com Barriguinhas. No dia 26 de agosto (inscrições disponíveis aqui), a fisioterapeuta Sara Magalhães, do Bebé da Mamã, vai demonstrar alguns exercícios de pilates clínico e treino funcional para realizar na gravidez. Nesta sessão, a Enfermeira Núria Durães, especialista em saúde materna e obstétrica, abordará a “muda da fralda e prevenção de assaduras”.

Por fim, a 31 de agosto, vão estar presentes duas especialistas em saúde materna e obstétrica. Para as mamãs que questionam “como sei que vou entrar em trabalho de parto?”, a Enfermeira Clara Aires explicará os sinais aos quais se deve estar atenta. Por sua vez, a Enfermeira Queila Guedes vai indicar “como preparar a chegada do seu bebé. Inscrições disponíveis aqui.

Em todas as sessões, vai ser possível conhecer as potencialidades das células estaminais do cordão umbilical, que apenas podem ser colhidas no momento do parto e que são úteis no tratamento de mais de 80 doenças. E com o apoio de um especialista da Crioestaminal esclarecer todas as dúvidas sobre o processo de guardar ou doar as células estaminais do cordão umbilical do bebé.

Os futuros pais inscritos usufruem da oferta de vales em marcas de puericultura e terão a possibilidade de acederem aos conteúdos da plataforma 24 horas depois da transmissão. No final do mês de agosto, será ainda entregue um conjunto de ofertas para um dos participantes, que, além da subscrição anual do Plano Premium das Aulas de Preparação para o Nascimento 100% Online, com a enfermeira Carmen Ferreira, inclui várias ofertas.

As sessões online das Conversas com Barriguinhas realizam-se todas as semanas e têm como objetivo ajudar as grávidas portuguesas a preparar a chegada do seu bebé, a partir do conforto da sua casa.

Doação
Mais de 37 mil doses de vacinas contra a Covid-19 vão ser doadas a São Tomé e Príncipe, com o objetivo de reforçar o plano...

De acordo com o ministro são-tomense da Saúde, Edgar Neves, as previsões apontam para que as vacinas cheguem no final de agosto, sendo que aquele país africano quer ter pelo menos 70% da sua população vacinada contra a Covid-19 até março de 2022. 

“Até ao momento já vacinámos, com a primeira dose, 32.114 pessoas, e 11.873 com as duas doses”, revelou, anunciando para setembro o arranque da segunda fase de vacinação com a administração da segunda dose para cerca de 19 mil pessoas. 

A representante da Organização Mundial de Saúde (OMS) em São Tomé e Príncipe, Anie Ancie, considerou que “estes dados de cobertura colocam o país entre os que têm uma alta probabilidade de alcançar a meta da Assembleia Mundial da Saúde de ter 10% da sua população totalmente imunizada até 2021”.

 

Eventos adversos comunicados após vacinação
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) disse, durante a última semana, que o seu painel de segurança está a investigar se...

Assim, o Comité de Avaliação de Riscos de Farmacovigilância (PRAC) da agência está a analisar se o eritema multiforme pode ser um efeito colateral da Comirnaty e da Spikevax, depois de alguns casos terem sido comunicados à sua base de dados de eventos adversos após a vacinação. O PRAC também está a investigar possíveis ligações com a glomerulonefrite e a síndrome nefrótica, com base em casos relatados após a vacinação na literatura médica, incluindo casos em que as pessoas sofreram uma recaída de condições renais pré-existentes.

A agência não especificou quantos casos das novas condições foram registados, mas disse ter solicitado mais dados e análises às empresas para ajudar o PRAC a avaliar qualquer relação potencial entre elas. A EMA também não fez recomendações para alterar a rotulagem das vacinas.

Recorde-se ainda que no mês passado, a Agência Europeia de Medicamentos concluiu que a miocardite e a pericardite podem ocorrer em casos "muito raros" na sequência da imunização com vacinas baseadas em mRNA, com o PRAC a recomendar que essas condições sejam adicionadas como novos efeitos colaterais nas suas fichas de informação sobre o produto.

A Comirnaty e a Spikevax são atualmente as duas únicas vacinas à base de mRNA autorizadas na União Europeia para prevenir a Covid-19. As outras duas vacinas que receberam luz verde para serem usadas na região são a Vaxzevria da AstraZeneca e a Ad26.COV2.S. da Johnson & Johnson. No início deste ano, ambas as vacinas virais baseadas em vetores estavam ligadas a casos raros, mas graves de coágulos sanguíneos caracterizados por plaquetas baixas.

 

Forte declínio da eficácia contra a variante Delta
A Pfizer e a parceira BioNTech anunciaram, esta segunda-feira, que submeteram dados da Fase I à FDA que apoiam a utilização de...

A medida surge poucos dias depois de a FDA ter dito que permitiria que fossem administradas três doses de vacinas mRNA a certos indivíduos imunocomprometidos para proteção extra contra a Covid-19, mas observou que atualmente não vê a necessidade de administrar injeções de reforço a outras pessoas totalmente vacinadas. Neste momento, a vacina da Pfizer e da Moderna são as únicas duas vacinas contra o coronavírus baseadas em mRNA autorizadas nos EUA para uso de emergência. Ambos são administradas em duas doses, estando a vacina da Pfizer/ BioNTech autorizada para pessoas com apenas 12 anos, enquanto a vacina da Moderna é permitida para aqueles com mais de 18 anos.

Em comunicado, segunda-feira, o CEO da Pfizer, Albert Bourla, disse que "os dados que vimos até à data sugerem que uma terceira dose da nossa vacina provoca níveis de anticorpos que excedem significativamente os observados após a toma de duas doses". Bourla tem vindo a sugerido a necessidade de uma terceira dose para manter altos níveis de proteção, especialmente face às variantes emergentes.

Forte declínio da eficácia contra a variante Delta

Um estudo recente não-revisto por pares analisou a eficácia destas duas vacinas, entre milhares de utilizadores no Sistema de Saúde da Clínica Mayo, durante o período de sete meses até julho, durante o qual as variantes Alpha ou Delta eram muito prevalentes. As conclusões enviadas para medRxiv no início deste mês mostraram que ambas ofereceram uma boa proteção contra infeções SARS-CoV-2, com taxas de eficácia de 76% para a vacina da Pfizer/ BioNTech e 86% para a vacina de mRNA da Moderna, respetivamente, bem como contra hospitalizações, onde as taxas foram de 85% e 91,6%, respetivamente.

No entanto, o estudo descobriu que em julho, quando a variante Delta se assumiu como a estirpe dominante, o fosso de eficácia entre as duas vacinas começou a alargar-se. Especificamente, a eficácia contra a infeção SARS-CoV-2 foi consideravelmente menor para o BNT162b2 em 42%, embora a diminuição da proteção tenha sido menos pronunciada para a vacina da Moderna, cuja eficácia caiu para 76%.

Ugur Sahin, presidente executivo da BioNTech, disse que os novos dados de reforço da Fase I "indicam que podemos preservar e até ultrapassar os elevados níveis de proteção contra o vírus de tipo selvagem e variantes relevantes usando uma terceira dose da nossa vacina", acrescentando que isso poderia ajudar a "controlar melhor a propagação das variantes do vírus durante a próxima temporada".

No estudo, os participantes receberam uma dose de reforço de 30-μg de BNT162b2 oito a nove meses após terem a segunda oportunidade. De acordo com a Pfizer e a BioNTech, os resultados mostram que a terceira dose provocou anticorpos neutralizantes significativamente mais elevados contra a estirpe original, em comparação com os níveis observados após as séries primárias de duas doses, bem como contra as variantes Beta e Delta.

Entretanto, os dados da fase III que avaliam a terceira dose são esperados em breve e serão apresentados às autoridades reguladoras globais, incluindo a FDA. A Pfizer e a BioNTech dizem que planeiam procurar um aceno da FDA para a terceira dose em pessoas com 16 anos ou mais, enquanto se aguarda a aprovação da FDA do seu pedido de conversão da autorização de utilização de emergência para o BNT162b2 em plena aprovação – uma decisão que poderá surgir nas próximas semanas.

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