Situação Epidemiológica
Nas últimas 24 horas, foi registada mais uma morte associada à Covid-19 e identificados mais 594 novos casos de infeção.

Segundo o boletim divulgado, há mais um óbito a assinalar, associado à Covid-19, desde o último balanço. A região autónoma da Madeira foi a única região, em todo o território português, a registar uma morte.

Quanto ao número de novos casos, o boletim epidemiológico divulgado hoje, pela Direção Geral da Saúde, mostra que foram diagnosticados 594 novos casos. A região de Lisboa e Vale do Tejo contabilizou 280 novos casos e a região norte 185. Desde ontem foram diagnosticados mais 64 na região Centro, 13 no Alentejo e 18 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, no arquipélago da Madeira foram identificadas mais oito infeções e 26 nos Açores.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 233doentes internados, menos quatro que ontem. Já as unidades de cuidados intensivos contam agora com mais um doente. Estão, atualmente, nas UCI 53 doentes internados.

O boletim desta quarta-feira mostra ainda que, desde ontem, 417 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 807.065 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 22.347 casos, mais 176 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância mais 762 contactos, estando agora 20.613 pessoas em vigilância.

28 de maio
A CUF e a Fundação Amélia de Mello promovem, no próximo dia 28 de maio, a conferência "O Contributo da CUF para a Medicina...

Ao longo de quatro décadas de carreira dedicadas à investigação na área da oncologia, Sandra Swain destacou-se, no panorama internacional, com o estudo “CLEOPATRA Study Group” que foi considerado “o ponto de viragem” no tratamento do cancro da mama metastizado HER2+. Sandra Swain liderou a equipa de investigadores que, em 2015, publicou, no New England Journal of Medicine, o estudo que marca o tratamento de um cancro considerado até então letal.

Esta investigação, que define a formulação de uma combinação terapêutica, permitiu aumentar a taxa de sobrevida dos doentes com cancro da mama metastizado HER2+ para quase 16 meses, alcançando, em muitos casos, vários anos de vida.

Dados recentes, divulgados por Sandra Swain, demonstram que 37% dos doentes com cancro da mama metastizado HER2+ continuam vivos após o diagnóstico e tratamento e que 16% dos casos não viram a doença progredir após terem sido submetidos à combinação terapêutica definida pelo estudo liderado por Sandra Swain.

Presidente da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), de 2012 a 2013, a oncologista tem dedicado a sua vida à investigação do cancro, que inclui ensaios clínicos e pesquisas translacionais em tumores de mama metastático e inflamatório, tratamento adjuvante de cancro da mama e tratamentos de cancro da mama metastático HER2.

Publicou mais de 300 artigos científicos e é reconhecida internacionalmente como líder na área da investigação e tratamento do cancro da mama. Atualmente lidera o Departamento de Investigação e Desenvolvimento do Centro Médico da Universidade de Georgetown e tem vindo a trabalhar em estreita colaboração com a indústria e parceiros da comunidade para melhorar acesso dos doentes a tratamentos e tecnologias de ponta, ampliando as oportunidades de investigação clínica.

A Conferência “O Contributo da CUF para a Medicina em Portugal”, no âmbito do Programa de Comemorações dos 150 Anos de Alfredo da Silva, que tem como tema central a Inovação em Saúde, contará, igualmente, com especialistas nacionais que irão abordar áreas como a Inteligência Artificial aplicada à Saúde - com Ana Teresa Freitas, da HeartGenetics -, a Simulação Médica - com Pedro Garcia, do Centro de Simulação CUF - e a Inovação Farmacológica - com Sérgio Simões, da Bluepharma.

A abertura da conferência estará a cargo de Vasco de Mello, Presidente da Fundação Amélia de Mello e de Rui Diniz, Presidente da Comissão Executiva da CUF. João Paço, Presidente do Conselho Médico da CUF e Diretor Clínico do Hospital CUF Tejo, fará, também, uma intervenção sobre “O Contributo da CUF: Um modelo clínico diferenciador”.

A conferência "O Contributo da CUF para a Medicina em Portugal" integra o ciclo de conferências do Programa de Comemorações dos 150 anos de Alfredo da Silva, constituindo-se como um espaço de reflexão sobre a atuação da CUF no sistema de saúde em Portugal, ao longo de mais de sete décadas, ao mesmo tempo que pretende ser um contributo para a promoção do conhecimento sobre a Inovação em Saúde.

Iniciativa decorre no âmbito de uma campanha da ANADIAL e do Dia Mundial da Criança
A Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL) vai realizar várias sessões de esclarecimento sobre a doença renal...

As sessões de esclarecimento estão adaptadas para os alunos que se encontrem no ensino básico e secundário, e vão ser realizadas, em formato online, para as escolas de Almancil, Lisboa e Figueira da Foz.

“Esperamos que esta iniciativa online possa contribuir de forma positiva para o programa de educação em saúde das várias escolas, bem como prevenir e reduzir a incidência da doença renal crónica. Desta forma, iremos continuar a promover diversas ações de consciencialização, ministradas por médicos e enfermeiros, em escolas básicas e secundárias de norte a sul do país, proporcionando aos alunos a oportunidade de aprender a cuidar da saúde dos seus rins”, explica Jaime Tavares, presidente da ANADIAL.

A campanha “A vitória contra a doença renal começa na prevenção” conta com o apoio da Associação de Doentes Renais de Portugal, da Associação Portuguesa de Enfermeiros de Diálise e Transplantação, da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais, da Sociedade Portuguesa de Nefrologia e da Sociedade Portuguesa de Transplantação.

A doença renal crónica caracteriza-se pela deterioração lenta e irreversível da função dos rins. Como consequência da perda desta função, existe retenção no sangue de substâncias que normalmente seriam excretadas pelo rim, resultando na acumulação de produtos metabólicos tóxicos no sangue (azotemia ou uremia). Os doentes com diabetes, hipertensão arterial, obesidade e historial familiar de doença renal podem estar em risco de desenvolver esta doença.

 

 

 

Inquérito online
A pandemia por COVID-19 levou a que o uso da máscara faça parte do dia-a-dia em muitas partes do mundo. Mas para quem sofre de...

Embora o uso da máscara seja essencial para a saúde pública, os resultados do novo inquérito online, no qual participaram 220 pessoas do Canadá e da Alemanha, revelam que quase dois terços dos inquiridos (63%) estão a experienciar um agravamento dos sintomas relacionado com o uso da máscara, como vermelhidão (75%), borbulhas e/ou pústulas (72%) e mais surtos (53%).

Um estudo clínico recente e independente realizado em Itália, que investiga o impacto do uso da máscara em doentes com rosácea e acne, também revelou que o uso prolongado de máscaras aumenta a gravidade da doença e afeta significativamente a qualidade de vida dos doentes com rosácea e acne.

Apesar do agravamento dos sintomas, mais de 1 em cada 2 (52%) inquiridos admitiram usar a máscara como forma de ocultar a doença e 40% referiu não sair tão frequentemente para evitar o uso de máscara. O inquérito também evidenciou que quase um terço (30%) está a dedicar mais tempo à sua rotina de cuidado da pele durante a pandemia.

Adicionalmente, quase metade (48%) alterou a forma como gere a doença desde que usa máscara; 51% tem experimentado produtos não sujeitos a receita médica e só 27% recebeu por parte do médico a prescrição de um novo tratamento.

O Departamento Médico Global da Galderma comenta estes resultados: “Com apenas um terço dos doentes com rosácea a agendar uma consulta com o seu médico durante a pandemia, há um enorme motivo de preocupação. O nosso inquérito sugere que mais doentes estão a automedicar-se, o que poderá significar que estão a utilizar produtos que não são adequados para a sua patologia cutânea, e isto poderia acabar por fazer mais mal do que bem”.

Durante a atual pandemia, a automedicação e a fraca adesão aos tratamentos prescritos para a rosácea são uma preocupação.

"Se sofrer de rosácea, não tenha medo de contactar com o seu médico pelo telefone, videochamada, ou se possível, de forma presencial. É importante cumprir com os tratamentos prescritos e procurar ajuda médica no caso de notar o agravamento dos sinais e sintomas da rosácea devido ao uso da máscara", alerta a Galderma em comunicado. O inquérito demonstrou que apenas um terço (33%) dos inquiridos consultou um médico de forma presencial desde o início da pandemia, e que só 8% realizou uma consulta através de videochamada. Dos que não agendaram consulta, 47% afirmou que não queria agendar, enquanto que 21% afirmou não ter conseguido agendar.

Sessão gratuita mas exige inscrição
Realiza-se, no próximo dia 15 de junho, terça-feira, às 9H30, no Grande Auditório do Museu do Oriente, a 9.ª edição da...

Com a presença confirmada de Diogo Serra Lopes, secretário de Estado da Saúde, na sessão de abertura, e Pedro Siza Vieira, Ministro da Economia, na sessão de encerramento, a conferência conta ainda com a participação de inúmeras outras personalidades de relevo no panorama político, social e académico.

Como habitualmente, no primeiro painel, será apresentado o Índice de Saúde Sustentável, desenvolvido pela NOVA Information Management School (NOVA IMS), que nesta edição destaca a resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS) face à pandemia de Covid-19. A Pedro Simões Coelho, Presidente do Conselho Científico e Professor Catedrático da NOVA IMS, juntam-se para discussão dos resultados Adalberto Campos Fernandes, ex-ministro da Saúde, e Ricardo Batista Leite, deputado e vice presidente do grupo parlamentar do PSD.

Sob o mote “É tempo de olhar em frente”, será ainda promovido um debate sobre a recuperação da atividade do SNS no pós-pandemia e o futuro dos cuidados de saúde em Portugal. Este segundo painel reúne Alexandre Lourenço, presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, António Araújo, diretor do serviço de oncologia médica do Centro Hospitalar e Universitário do Porto, Armando Carvalho, diretor do serviço de medicina interna do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e Carlos Rabaçal, chefe do serviço de cardiologia do Hospital Vila Franca de Xira.

Este tema será ainda objeto de discussão num webinar, no dia 1 de junho, pelas 18h, que antecede a conferência Sustentabilidade em Saúde. Neste pré-evento, transmitido no site do DN, estarão presentes Tamara Milagre, presidente da EVITA (Associação de Apoio a Portadores de Alterações nos Genes relacionados com Cancro Hereditário), Ricardo Mexia, presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública e Guilherme Macedo, diretor do serviço de gastrenterologia do Centro Hospitalar Universitário de São João e presidente eleito da Organização Mundial de Gastrenterologista.

 A entrada na 9ª. Conferência Sustentabilidade em Saúde é gratuita mediante inscrição que pode ser feita aqui.

 

Só este ano utentes pouparam 181 milhões
No período de 2021 a 2023, o lançamento de novos medicamentos genéricos pode gerar uma poupança adicional, em regime...

Só este ano, a dispensa de medicamentos genéricos em ambulatório já permitiu poupar mais de 180 milhões de euros, de acordo com o contador das poupanças disponível no site desta associação. Em 2020, um ano marcado pela pandemia da COVID-19, os medicamentos genéricos geraram uma poupança de 462 milhões de euros ao Estado e às famílias portuguesas, o que a presidente da APOGEN considera ser “uma ajuda muito grande à sustentabilidade financeira do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e das famílias”.

Numa altura em que a associação completa 18 anos de crescimento em Portugal, a presidente realça os principais resultados do trabalho desenvolvido: “O investimento nos medicamentos genéricos e biossimilares contribuiu para que fosse possível alocar mais recursos ao dispor do SNS, criar mais postos de trabalho e contribuir para a economia, nomeadamente através da exportação”. Só no ano passado, a exportação de medicamentos produzidos em Portugal representou 1,5 mil milhões de euros.

Perante estes números, a presidente sublinha que o “Governo deve estar ao lado daqueles que criam mais-valias e facilitam uma gestão equilibrada dos seus recursos”. A APOGEN acrescenta, ainda, que “o acesso a cuidados de saúde, através da maior penetração dos medicamentos genéricos e biossimilares no mercado, é um importante indicador de desenvolvimento económico e social da sociedade, e tal é uma realidade nos países mais ricos da Europa, os quais têm todos uma elevada quota de mercado destas soluções terapêuticas”.

Sob o lema “18 anos ao lado dos portugueses para mais acesso e melhor saúde”, a APOGEN assinala um percurso que contribuiu para o aumento da confiança dos portugueses nestas soluções terapêuticas e permitiu um maior acesso a medicamentos mais acessíveis, com inquestionável qualidade, eficácia e segurança.

 

Estudo colaborativo
Um consórcio constituído por cinco parceiros europeus, do qual o Centro Hospitalar e Universitário (CHUC) faz parte, recebeu do...

De acordo com o CHUC, “trata-se de um projeto a dois anos e que terá a empresa sueca Tada Medical a trabalhar com as empresas irlandesas Gasgon Medical e a Remote Signals para desenvolver dispositivos médicos para reduzir as questões de desconexão intravenosa (IV) e Air-in-Line, respetivamente, enquanto a Remote Signals irá criar um dispositivo do tipo sensor ligado à cloud para informar remotamente os clínicos sobre o desempenho da infusão. Os resultados esperados para este projeto, irão determinar se a tecnologia desenvolvida vai contribuir para melhorar a entrega de medicamentos intravenosos em ambientes hospitalares e de cuidados domiciliários”.

Segundo o centro hospitalar, este estudo colaborativo vai testar as tecnologias desenvolvidas em dois hospitais europeus, o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, em Portugal e o Parc Sanitari Sant Joan de Déu, em Espanha, antes do lançamento a nível europeu.

“A infusão intravenosa é o procedimento invasivo mais comum nos cuidados de saúde modernos, com mais de 80% dos doentes em hospitais a receberem uma IV como parte do seu tratamento. A IV fornece medicação diretamente na veia utilizando tubos que estão ligados a um saco de líquidos”, explica em comunicado. As complicações da IV são frequentes, “com interrupções da dose prescrita, levando a uma redução da qualidade dos cuidados aos doentes, especialmente nos casos em que são necessários fármacos críticos em termos de tempo. Os riscos de IV podem incluir a entrada de ar na veia, o fluxo do medicamento ser perturbado ou sofrer exposição a fluidos, perturbações que concorrem também para que a terapia seja entregue a preços sub-óptimos”.

O mercado de dispositivos IV de utilização única está avaliado em mais de 40 mil milhões de euros a nível mundial. As interrupções para a IV e os respetivos acontecimentos adversos resultantes, concorrem para uma carga adicional significativa para os sistemas de saúde.

“Ao partilhar recursos e soluções de fabrico para necessidades comuns não satisfeitas, os parceiros pretendem fornecer um valor significativo aos seus parceiros hospitalares e aos prestadores de cuidados de saúde a nível mundial. Este projeto fará com que cada tecnologia atinja a marca CE com aprovação para vender os dispositivos em toda a Europa até 2023”, acrescenta o CHUC.

Alertar e sensibilizar para a DM1
Com o objetivo de alertar e sensibilizar para a diabetes mellitus tipo 1 (DM1) em idade pediátrica e desafiar as crianças com...

Esta iniciativa, que arranca no Dia Mundial da Criança e conta com o apoio da Sanofi, é dirigida a todas as crianças com diabetes entre os 6 e os 10 anos de idade, residentes em Portugal. A participação decorre até 15 de setembro e os vencedores serão anunciados na Reunião Anual da SPEDP.

A Diabetes mellitus tipo 1(DM1) é uma das doenças crónicas mais frequentes em crianças e adolescentes e continua a ser a forma mais comum de diabetes nesta faixa etária. A sua incidência tem vindo a aumentar, particularmente nas crianças mais pequenas.

Segundo o relatório mais recente da IDF (International Diabetes Federation), de 2019, calcula-se que existam cerca de 1,1 milhões de crianças e adolescentes (idade < a 20 anos) com DM1 no mundo inteiro. A Europa é o continente com mais casos, estimando-se um número total de 297000.

Antes da descoberta da insulina, a esperança de vida destas crianças e jovens, não ia além dos 2-3 anos. Com a descoberta da insulina há cem anos, em Toronto, pelas mãos de Frederick Banting e Charles Best, estas crianças e jovens viram a sua esperança de vida prolongada.

De acordo com Teresa Borges, Presidente da SPEDP, “Nos últimos 20-30 anos temos assistido a um grande progresso da tecnologia associada à diabetes que, sem dúvida, tem contribuído para melhorar a qualidade de vida e a sobrevida destas pessoas que vivem com diabetes desde tenra idade. Atualmente estas crianças e adolescentes conseguem ter uma vida normal igual aos seus pares, apenas com alguns cuidados adicionais”.

O concurso ‘Diabetes com cor’ é, assim, uma forma de assinalar junto das crianças uma descoberta tão marcante e revolucionária como a insulina, além de promover uma maior literacia em saúde ao mesmo tempo que é valorizado o imaginário e a criatividade dos mais novos.

 

 

 

Avaliação do quadro clínico
A Lusíadas Saúde acaba de lançar uma nova linha de atendimento telefónico, que vai permitir fazer uma avaliação clínica de...

Com base na avaliação do quadro clínico do doente, este será encaminhado, através da Linha de Saúde Lusíadas, para o canal de atendimento mais adequado dentro da oferta de serviços disponível. Este encaminhamento contempla as Unidades de Atendimento Urgente ou Consultas sem Marcação, as Teleconsultas SOS Pediatria ou Adultos, Consultas ou Teleconsultas de Especialidade, entre outros. Em alguns casos, pode ser aconselhada a autovigilância, evitando uma deslocação desnecessária às unidades.

“A Linha de Saúde Lusíadas oferece apoio e direcionamento clínico para além das portas das nossas Unidades. A personalização e humanização são core para a Lusíadas, com a Linha de Saúde pretendemos garantir o acompanhamento e proximidade com os doentes ainda antes de chegarem às nossas unidades. Importa salientar que esta linha telefónica não responde a situações de emergência médica, para as quais as pessoas devem ligar de imediato para o 112”, revela Sofia Couto da Rocha, Chief Transformation Officer da Lusíadas Saúde.

O novo serviço de aconselhamento clínico é gratuito e está disponível para crianças e adultos, durante todos os dias, das 8h às 24h, sendo assegurado por uma equipa de enfermeiros qualificados, que seguem protocolos validados com base nas melhores práticas internacionais.

 

 

Opinião
Fazer ou não fazer uma Cirurgia Estética no verão é uma questão levantada por muita gente que pensa

Vivemos num País em que, apesar das alterações climatéricas, continua a ter estações do ano com características diferentes de clima, temperatura, sol, etc. - Primavera, Verão, Outono e Inverno.

Há Países onde há sol e calor todo ou quase todo o ano o que faz com que as cirurgias estéticas tenham que ser realizadas mesmo com sol. E, na realidade, podem-se fazer todas ou praticamente todas as Cirurgias Estéticas com alguns condicionalismos. Há cuidados próprios a ter com cada tipo de cirurgia de forma a evitar as consequências do sol, que nalguns casos podem ser menos boas principalmente no resultado final das cicatrizes.

A questão principal é saber se as zonas operadas podem ou não apanhar sol diretamente. Nem todas as cirurgias estéticas são realizadas em zonas do corpo sujeitas a exposição ao sol. E as que podem ficar expostas são dadas indicações de como se devem proteger e prescrições de produtos a usar para proteção solar com índices altos.

No nosso País a procura do tipo de Cirurgias Estéticas a realizar também é sazonal, sendo mais procuradas as cirurgias de corpo quando aparece a Primavera, pois a aproximação do Verão com maior exposição do corpo, menos roupas, outro tipo de vestuário em que as formas são mais visíveis, leva a uma maior preocupação para se estar com o corpo em forma, com boa silhueta e harmonia. Por isso são mais procuradas as cirurgias para remover gorduras, para diminuir volume e melhorar a forma, através de técnicas objetivas e reais de diversos tipos de lipoaspiração, sendo a mais recente a Lipoescultura Infrasónica Nutacional – N.I.L. ®, as cirurgias para aumento de mama com próteses da nova geração de silicone – gel coesivo – que para além de terem uma garantia vitalícia têm um resultado objetivo, seguro e para toda a vida, não sendo necessário estar a fazer enchimentos periódicos como o que se passa com alguns novos produtos de enchimento que são de durabilidade muito limitada – 1 a 2 anos.

Aumento da barriga das pernas ou dos glúteos também com próteses são mais procurados nesta época do Ano.

Todas estas cirurgias são realizadas sem internamento, sob anestesias locais, com poucas limitações para a vida habitual a partir do dia seguinte. Apanhar sol direto entre 1 a 3 semanas depois da cirurgia.

Já para o rosto as cirurgias são mais procuradas depois do Verão, depois de terminada a praia.

Cirurgias para tratar a cara, as pálpebras, os “papos nos olhos”, narizes e até orelhas são mais procuradas após o Verão. Por um lado, porque há menos sol e os cuidados a ter são mais fáceis de seguir. Por outro lado, é o que fica à mostra, pois no Outono e Inverno vai-se cobrindo o corpo cada vez mais e mais, ficando só a cara de fora, daí agora a preocupação incidir sobre o que está à mostra.

O importante é saberem-se todas as regras e cuidados que se têm que ter a seguir porque na realidade todas as cirurgias podem ser feitas em qualquer época do ano. Tudo tem a ver com a vida pessoal e profissional de cada um (muitas professoras preferem o Verão para aproveitarem as férias…) e tudo tem a ver com um conhecimento prévio e

completo dos cuidados a ter em cada caso e quanto tempo tem que estar sem apanhar sol direto. As técnicas atuais são mais permissíveis, mas também têm as suas limitações.

Escolher bem e adequadamente é o mais importante.

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Exposição no MAR Shopping
A exposição fotográfica integrada no projeto “110 retratos de uma luta”, da autoria de Marcus Garcia, em parceria com o Centro...

São 110 retratos dos colaboradores do CHUSJ que estiveram na linha da frente do combate à Covid-19, captados durante os meses de junho a agosto do ano passado. A inspiração foram as imagens que, no período mais intenso da primeira vaga da pandemia em Portugal, vários meios de comunicação transmitiram de profissionais de saúde em cujos rostos eram visíveis os sinais de exaustão de horas, dias, semanas seguidas de esforço pessoal.

Humanizar e homenagear, não só os profissionais do CHUSJ, mas de todo o sistema nacional de saúde português, que quase perderam a sua identidade atrás de máscaras, fatos de proteção, viseiras, óculos, luvas e toucas, é o principal propósito da exposição.

Ao receber a exposição nos seus centros comerciais em Portugal, a Ingka Centres associa-se à homenagem. “Nos períodos mais críticos da pandemia, ouvimos vários responsáveis chamar de guerra a situação pandémica que vivemos. Se o que enfrentámos foi uma guerra, os profissionais de saúde foram os nossos soldados. Durante meses sacrificaram a sua vida pessoal para salvar a vida a desconhecidos. Quantos não passaram semanas e até meses sem estarem com os seus filhos? Homenageá-los desta forma é o mínimo que podemos fazer”, revela Sandra Monteiro, diretora-geral do MAR Shopping Matosinhos. 

“Este projeto surgiu da vontade de consciencializar a população para o esforço realizado pelos profissionais de saúde. Queria mostrar quem eram essas pessoas, ouvi-las, conhecê-las. Lutavam diariamente atrás das proteções que usavam, tornando-se quase incógnitas”, explica Marcus Garcia, que recorreu à cor como elemento expressivo dos rostos.

Por sua vez, Fernando Araújo, presidente do conselho de administração do CHUSJ, encara a passagem da exposição pelos centros comerciais MAR Shopping Matosinhos e Algarve como “uma continuação do objetivo principal deste projeto que é dar a conhecer à comunidade o olhar e o rosto daqueles que deram o melhor de si por todos nós.”

No dia 4 de junho, às 17h, no espaço de restauração, no piso 1, terá lugar uma sessão de apresentação da iniciativa, que contará com testemunhos do Marcus Garcia (fotógrafo) e quatro colaboradores fotografados (um médico, um enfermeiro, um técnico superior de diagnóstico e terapêutica e um assistente operacional).

Protocolo com FPCardiologia e Senilife
A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC) vai ter, a partir de julho, capacidade de resposta para eventuais...

“A qualificação dos recursos humanos nesta área é muito importante”, assumiu o presidente da ESTeSC, João José Joaquim, aquando da assinatura do protocolo, lembrando que a comunidade escolar integra 1500 pessoas, às quais se juntam frequentemente elementos externos, que participam nos eventos promovidos pela Escola. “Tendo capacidade para atuar, estamos preparados para ajudar a salvar vidas”, afirmou.

Salvar vidas é precisamente o mote da campanha pública de sensibilização para a morte súbita que a Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) e a empresa Senilife estão a desenvolver a nível nacional, com o apoio do grupo Auchan. O projeto tem como objetivo equipar espaços com um fluxo significativo de pessoas – como é o caso da ESTeSC – com um kit salva-vidas, composto por formação em Suporte Básico de Vida com Desfibrilhação, desfibrilhador automático externo com reanimação de alta qualidade, licenciamento do Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa e formação de primeiros socorros.

A ESTeSC aderiu formalmente ao programa Salva-Vidas na passada segunda-feira, numa cerimónia protocolar com a presença da presidente da Delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia, Maria do Carmo Cachulo, e da diretora geral da Senilife, Cristina dos Santos. A primeira formação em Primeiros Socorros prevista no âmbito do protocolo iniciará já hoje (26 de maio), com um grupo de docentes de componente prática laboratorial e não docentes. O equipamento de desfibrilhação será entregue a 5 de julho.

De acordo com dados da FPC, estima-se que, todos os anos, 10 mil pessoas sejam vítimas de morte súbita em Portugal, onde existe apenas, em média, um desfibrilhador para cada 10 mil habitantes. A reanimação cardiorrespiratória de alta qualidade aumenta em 2,72 vezes a probabilidade de sobrevivência do doente sem sequelas neurológicas.

 

 

Estudo
Ao longo da pandemia os médicos viram provas de que os homens com Covid-19 apresentam pior prognóstico. Uma teoria é que as...

O novo estudo da Washington University School of Medicine, em St. Louis, sugere que os baixos níveis de testosterona no sangue estão ligados a doenças mais graves.

"Ao longo pandemia, surgiu uma ideia generalizada de que ter elevado níveis de testosterona era mau para o prognóstico da doença", começou por dizer Abhinav Diwan, o autor principal deste estudo. "Mas nós descobrimos exatamente o oposto no sexo masculino. Se um homem tinha baixos níveis de testosterona, o risco de ter COVID-19 grave — ou seja, o risco de necessitar de cuidados intensivos ou de morrer — era muito maior em comparação com os homens que tinham testosterona mais circulante. E se os níveis de testosterona baixaram ainda mais durante o internamento, o risco aumentou."

Os investigadores mediram várias hormonas em amostras de sangue de 90 homens e 62 mulheres que foram ao Barnes-Jewish Hospital com sintomas de COVID-19 e que confirmaram casos da doença. Nos 143 doentes que necessitaram de internamento hospitalar, os investigadores mediram novamente os níveis hormonais nos dias 3, 7, 14 e 28, desde que os pacientes permanecessem hospitalizados ao longo destes períodos de tempo. Além da testosterona, os investigadores mediram os níveis de estradiol, uma forma de estrogénio produzido pelo corpo, e IGF-1, uma importante hormona de crescimento que é semelhante à insulina e desempenha um papel na manutenção da massa muscular.

Entre as mulheres, os investigadores não encontraram qualquer correlação entre os níveis de hormona e gravidade da doença. Entre os homens, apenas os níveis de testosterona estavam ligados à severidade da COVID-19. Um nível de testosterona sanguínea de 250 nanogramas por decilitro ou menos é considerado baixo em homens adultos. No internamento hospitalar, os homens com COVID-19 grave tinham níveis médios de testosterona de 53 nanogramas por decilitro enquanto homens com doenças menos graves tinham níveis médios de 151 nanogramas por decilitro. No terceiro dia, o nível médio de testosterona dos homens mais gravemente doentes era de apenas 19 nanogramas por decilitro.

Isto permitiu concluir que, quanto mais baixo são os níveis de testosterona, mais grave é a doença. Aqueles que apresentaram níveis mais baixos de testosterona no sangue correram maior risco de serem ventilados, precisar de cuidados intensivos ou de morrer. 37 doentes - 25 dos quais homens - morreram durante o estudo.

Os investigadores observaram que outros fatores conhecidos por aumentar o risco de COVID-19 grave, incluindo a idade avançada, obesidade e diabetes, também estão associados a níveis mais baixos de testosterona. "Os grupos de homens que estavam a ficar mais doentes eram conhecidos por terem testosterona mais baixa ", disse Sandeep Dhindsa, endocrinologista da Universidade de Saint Louis. "Também descobrimos que aqueles homens com COVID-19 que não estavam gravemente doentes inicialmente, mas tinham baixos níveis de testosterona, eram suscetíveis de necessitar de cuidados intensivos ou intubação nos próximos dois ou três dias. Níveis mais baixos de testosterona pareciam prever quais os pacientes que provavelmente ficariam muito doentes nos próximos dias”, conclui.

Além disso, os investigadores descobriram que os níveis mais baixos de testosterona nos homens também se correlacionaram com níveis mais elevados de inflamação e um aumento na ativação de genes que permitem ao corpo executar as funções de hormonas sexuais circulantes dentro das células. Por outras palavras, o corpo pode estar a adaptar-se a menos testosterona que circula na corrente sanguínea, marcando a sua capacidade de detetar e usar a hormona. Os investigadores ainda não sabem as implicações desta adaptação e pedem mais investigação.

"Estamos agora a investigar se existe uma associação entre hormonas sexuais e resultados cardiovasculares na Covid-19 de longa duração, ou seja, quando os sintomas se prolongam por muitos meses", disse um cardiologista. "Também estamos interessados em saber se os homens que recuperam da COVID-19 podem beneficiar da terapia com testosterona. Esta terapia tem sido usada em homens com baixos níveis de hormonas sexuais, por isso pode valer a pena investigar se uma abordagem semelhante pode ajudar os sobreviventes da COVID-19 na sua reabilitação."

Estudo
Um estudo conduzido pelo Fórum Económico Mundial e pela NetBase Quid, uma plataforma de análise de insights de consumo e de...

Segundo Fórum Económico Mundial, a principal razão que leva as pessoas a confiaram na vacinação é a "proteção" oferecida pela vacina. A proteção é referenciada pelo menos cinco vezes mais vezes que outras palavras. Esta foi uma das principais conclusões do estudo agora divulgado e que tem como objetivo perceber de onde vem a confiança nas vacinas e como o discurso público pode ajudar a construir essa confiança. 

Por outro lado, esta análise permitiu determinar que as mensagens que se focam numa responsabilidade moral para aderir à vacinação, quando provenientes de figuras públicas visíveis, podem resultar numa forte reação.

As comunicações positivas dos profissionais de saúde, influenciadores das redes sociais foram mais eficazes do que as de outros grupos, particularmente os políticos.

Esta análise permitiu ainda verificar que as pessoas que expressam baixa confiança nas vacinas parecem alinhar-se com dois grandes grupos: um grupo com pouca confiança no sistema de vacinas, governo ou empresas farmacêuticas, e um grupo com preocupações sobre como a vacina irá afetar a sua própria saúde pessoal.

As pessoas online raramente distinguem entre os tipos de vacinas, mas expressam preocupações gerais de que "a vacina" não funcione ou não esteja garantida para protegê-lo do COVID-19.

O documento descreve ainda alguns dos principais impulsionadores da confiança das vacinas que sustentam estas conclusões, como a confiança no governo e noutras instituições, se as pessoas sentem que as suas preocupações estão a ser ouvidas e devidamente valorizadas, e as diferentes formas de as pessoas ponderarem os riscos e benefícios de serem vacinadas.

Heidi Larson, Diretora do Projeto de Confiança das Vacinas da London School of Hygiene & Tropical Medicine, e que apoiou a investigação, afirmou que "o desafio da baixa confiança das vacinas não é novo, embora seja particularmente premente à medida que os governos lutam para conter o COVID-19."

"Em última análise", disse Larson, "este é um desafio que vai estar connosco a longo prazo. Como mostra este relatório, o público em geral pode ser altamente eficaz na construção da confiança das vacinas entre os seus amigos e familiares, pelo que todos podemos desempenhar um papel na escuta das pessoas que têm preocupações e ajudam a resolvê-las. Precisamos de uma abordagem de toda a sociedade para nos protegermos a nós e às nossas comunidades contra a COVID-19. "

Bob Goodson, Presidente e Cofundador da NetBase Quid, afirmou: "Uma das coisas únicas sobre o sistema que usámos para analisar este conteúdo é que podemos compreender profundamente as reações emocionais das pessoas às mensagens que encontram nas redes sociais e, de vez em quando, as pessoas reagem de forma mais positiva a mensagens simples e positivas sobre a vacinação e negativamente a serem ditas o que fazer."

Genya Dana, Diretora de Saúde e Saúde do Fórum Económico Mundial, afirmou: "É importante reunir e dialogar para compreender as preocupações de saúde pública. As vacinas representam um dos maiores avanços na saúde pública nos tempos modernos. O seu papel no fim da pandemia COVID-19 depende, em grande parte, da compreensão de como conhecer as pessoas onde estão e de ouvir e responder às suas perguntas."

 

 

Secção Regional Centro da Ordem dos Enfermeiros organiza webinar
A Secção Regional do Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros (OE) vai organizar o Webinar Saber+2.0: Parentalidade Positiva...

Saber+2.0: Webinar Parentalidade Positiva e Consciente irá decorrer no dia 1 de junho, das 21h às 23h, através da plataforma online Cisco Webex.

O desenvolvimento e experiência profissional, nas mais diversas áreas da intervenção dos enfermeiros, obrigam a que se atente à família que cada um traz consigo, às relações interpessoais e familiares inerentes aos processos de cuidar e que precisam estar patentes nos planos de cuidados definidos.

As nossas intervenções e capacidade de cuidar dependem, não só de conhecimento técnico-científico, mas, também, de um saber ser, estar e sentir que nos regula no nosso próprio equilíbrio. Se cada enfermeiro que tem crianças ao seu cuidado estiver sobressaltado porque não consegue o equilíbrio consigo ou com os seus, não será fácil conseguir cuidar e estruturar planos de intervenção para o equilíbrio com os outros.

Este webinar pretende promover uma reflexão na ação que se transverta em estratégia regeneradora do quotidiano de cada um e que, concomitantemente, contribua para habilidades promotoras de um exercício profissional cabal e de um “chegar a casa” tranquilo e que permita continuar a trilhar o caminho.

Pretende-se conversar sobre ferramentas e estratégias que permitam identificar focos de atenção para que se intervenha ou se encaminhe a intervenção adequada, assim como promovam estilos de vida saudáveis.

A promoção do equilíbrio do quotidiano da vida é fundamental à ponderação necessária para o exercício profissional prudente.

André Maravilha, Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica, no Serviço de Pedopsiquiatria do Hospital Dona Estefânia (Centro Hospitalar Lisboa Central); Joana Pinto, Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstétrica, Certificada em Parentalidade Consciente e Babyoga, da Unidade Cuidados na Comunidade Feira Norte; e Mikaela Övén, especialista em Mindfulness, Heartfulness & Parentalidade Consciente, integram o painel de palestrantes desta atividade.

A moderação ficará a cargo de Helena Catarino, Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica e Professora Coordenadora na Escola Superior Saúde – Instituto Politécnico Leiria.

Este Webinar, com atribuição de 0,35 Créditos de Desenvolvimento Profissional, é aberto a todos os enfermeiros com interesse pela temática, sendo a inscrição gratuita, mas obrigatória no Balcão Único AQUI.

 

 

Sessões virtuais
No âmbito do Fórum 2021 do projeto Noite Saudável das Cidades do Centro de Portugal (NSCCP), vão ter lugar amanhã, 26 de maio,...

Na sessão de Abertura vão estar presentes Carlos Santos, Presidente do Conselho de Administração do CHUC; António Sales, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde; Rosa Monteiro, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade e a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

A presidente da CCDRC, Isabel Damasceno, e o Secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, vão participar da sessão de encerramento.  

De acordo com o CHUC, João Redondo, Psiquiatra do CHUC, e Diana Breda, Administradora Hospitalar e Presidente do Conselho Diretivo do Hospital do Arcebispo João Crisóstomo, participam “em ambas as sessões”, “em representação da Coordenação do projeto NSCCP”

O centro hospitalar faz ainda saber que “as sessões são virtuais e decorrerão através da plataforma zoom e, em simultâneo, na página de Youtube do projeto «Noite Saudável das Cidades do Centro de Portugal»”.

O Fórum é organizado pelo subprojeto «Contextos Recreativos Noturnos e Violência Interpessoal. Pensar a Prevenção. Uma Perspetiva de Saúde Pública e de Trabalho em Rede».

Para consultar o programa detalhado e inscrever-se basta seguir o link:  www.noitesaudavel.pt

 

 

Grupo desenvolveu miocardite
O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) está a investigar a deteção de casos de miocardite num...

Num comunicado do organismo de seguranças das vacinas, refere-se que estes casos são "relativamente raros" e que podem não ter qualquer ligação à vacinação. No entanto, num pequeno grupo de pessoas vacinadas, cujo número não foi detalhado, foram detetados casos de miocardite - inflamação do músculo cardíaco, embora não seja possível determinar que este problema possa ser desencadeado após uma infeção ou se é uma consequência direta da vacinação.

Enquanto não há respostas, as autoridades norte-americanas recomendam que os profissionais de saúde estejam cientes deste problema médico. "Pode ser simplesmente uma coincidência que algumas pessoas tenham desenvolvido miocardite após a vacinação", diz Celine Gounder, especialista em infeções no Bellevue Hospital Center, em Nova Iorque.

No entanto, estes casos parecem ter ocorrido, sobretudo, em adolescentes e jovens adultos cerca de quatro dias após terem recebido a segunda dose das vacinas à base de RNA que foram autorizadas.

Esta não é a primeira vez que a administração de vacinas mensageiras de RNA está associada a casos de miocardite. A EMA também informou no início de maio a deteção de casos de miocardite em pessoas vacinadas com a vacina Pfizer. Embora a agência tenha sublinhado que não existem atualmente dados de ligação causal, e que a situação continua a ser monitorizada.

 

 

 

 

Estudo TeenCove
A Moderna anunciou esta terça-feira que a sua vacina Covid-19 protege efetivamente crianças de 12 anos. Recorde-se que, no...

Os dados do estudo TeenCove que testou a vacina em 3700 adolescentes e crianças, entre os 12 e os 17 anos, vão ficar disponíveis para as autoridades reguladoras de saúde no próximo mês, mas a empresa, adiantou já que os resultados preliminares mostram que esta vacina desencadeia os mesmos sinais de proteção imunológica nas crianças como nos adultos.

Por outro lado, determina que os efeitos adversos são iguais, traduzindo-se em dores de cabeça, dores no braço e fadiga.

A Moderna adiantou ainda que não foi detetada qualquer infeção por vírus entre os que receberam as duas doses da vacina Moderna em comparação com as crianças que recebem injeções de placebo. A empresa anunciou em comunicado que a vacina parece ter 93% de eficácia duas semanas após a administração da primeira dose.

Embora as crianças sejam muito menos propensas a adoecer gravemente com o novo coronavírus, são responsáveis por 14% das infeções nos Estados Unidos.

Entretanto, a Pfizer e a Moderna já começaram a testar crianças mais novas, com idades compreendidas entre os 11 e os seis meses. O teste é mais complexo. Se os adolescentes recebem a mesma dose que os adultos, os investigadores estão agora a tentar fornecer doses mais suaves aos mais pequenos. Os resultados, segundo os especialistas, vão estar disponíveis no outono.

 

Dados UE
O anúncio foi feito esta manhã através das redes sociais pela Comissão Europeia: metade dos adultos da União Europeia (UE) já...

Ao todo foram já entregues cerca de 300 milhões de doses de vacinas anticovid-19 aos Estados-membros, dados aplicáveis até 30 de maio.

Segundo os dados avançados, do total de doses entregues, já foram administradas 245 milhões, tendo já recebido pelo menos uma dose do fármaco 170 milhões de pessoas, ou seja, 46% da população adulta da UE.

“Esta semana vamos atingir um novo marco: metade dos adultos da UE terão recebido a sua primeira dose”, afirmou na ocasião Ursula von der Leyen.

A responsável dá ainda conta de que no primeiro trimestre do ano chegaram à UE 106 milhões de doses de vacinas, número que deverá subir para 413 milhões no segundo trimestre e para 529 milhões no terceiro.

No quarto trimestre do ano as entregas deverão abrandar, à medida que a inoculação também estabiliza após a vacinação de milhões de cidadãos europeus, prevendo-se a chegada à UE de 452 milhões de doses de vacinas.

O objetivo do executivo comunitário é ter 70% da população adulta vacinada até ao final do verão.

 

 

Evento cross-tumoral decorre no dia 19 de junho
No próximo dia 19 de junho, a MSD Portugal promove a 1.ª Edição do “Cancer Summit”, uma iniciativa única na área da Oncologia,...

Sob o mote “Redefining survival expectations” e num formato 100% digital, o “Cancer Summit” decorrerá no período da manhã, a partir das 9h30. Todos os profissionais de saúde interessados podem inscrever-se e conhecer o programa em detalhe na plataforma profissionaisdesaude.pt 

Neste encontro, que terá início com uma sessão plenária dirigida por Paula Martins de Jesus, Diretora Médica da MSD Portugal, os profissionais de saúde poderão participar em 5 workshops, dedicados à discussão de casos clínicos e ao debate dos mais recentes avanços no tratamento dos cinco tipos de cancro em análise neste evento, nomeadamente:

Cancro do Pulmão: “Cancro do Pulmão: uma realidade em constante evolução” e “O doente, a família e os profissionais de saúde. Esforços individuais ou em equipa?”;

Cancro Renal: “Casos do Mundo Real: o dilema” e “Oportunidades atuais e dilemas futuros”;

Melanoma: “Melanoma Metastático - casos da vida real” e “Melanoma Adjuvante em Debate”;

Cancro de Cabeça e Pescoço: “Part 1: How to manage 1L treatment of R/M HNSCC” e “Part 2: R/M HNSCC treatment sequence”;

Biomarcadores: “PD-L1 no CCECP” e “MMRd / MSI-H”.

Além dos workshops, os participantes vão ter também a oportunidade de assistir a uma sessão plenária sobre a “Implementação da Imunoterapia na Prática Clínica”, apresentada por Mariana Malheiro, Oncologista no Hospital São Francisco Xavier e no Hospital CUF Tejo, e por Mário Fontes e Sousa, Oncologista no Hospital CUF Tejo.

A sessão de encerramento “Inteligência artificial aplicada à Saúde” contará com a participação especial do Professor Leonardo Vanneschi, Professor e Investigador na NOVA Information Management School e especialista reconhecido na área da Inteligência Artificial (IA). O especialista vai partilhar a sua experiência neste campo de investigação, focando a aplicação da IA na área da Oncologia, com a apresentação de exemplos práticos da forma como as novas soluções digitais podem ajudar os doentes oncológicos ao longo de diferentes fases: diagnóstico, tratamento e recuperação.

A 1.ª Edição do “Cancer Summit” conta com a chancela científica de diversas entidades:  Associação de Cancro do Rim de Portugal, Grupo de Estudos de Cancro de Cabeça e Pescoço, Grupo Português Génito-Urinário e Sociedade Portuguesa de Anatomia Patológica.

 

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