Entrevista
Apresentando um papel determinante na manutenção da saúde do nosso organismo, a microbiota intestina

Para além do papel de efeito barreira e de estimulação do sistema imunitário, vários estudos têm apontado outras funções para a microbiota intestinal, nomeadamente que terá um efeito protetivo contra doenças inflamatórias e metabólicas ou até problemas do foro neurológico e comportamental. Deste modo, começo por lhe perguntar, qual a importância da Microbiota intestinal para a saúde humana?

A microbiota intestinal é essencial para a saúde humana. O desequilíbrio desse sistema delicado que habita cada um de nós parece estar na base de diversas patologias - desde as doenças digestivas, a diversas patologias não digestivas muito comuns como a obesidade, a diabetes, as doenças cardiovasculares, doenças do foro neurológico, etc. Existe mesmo a teoria do ser holobionte defendida por diversos cientistas - o holobionte é definido como a soma do organismo hospedeiro (o ser humano, no nosso caso) e toda a sua microbiota simbiótica. Este ser funciona como uma unidade biológica evolutiva e inseparável mais capaz de se adaptar ao meio e perpetuar a espécie. Isto significa que os microrganismos são tão importantes que podemos considerá-los como uma parte integrante de nós mesmos.

Afinal, que microrganismos compõem a microbiota intestinal? Destas, quais as espécies dominantes e as mais raras? Quais as que podem pôr em risco a nossa saúde e quais as mais benéficas?

Existem cerca de 10 triliões de microrganismos no corpo humano, dos quais 95% estão presentes no trato digestivo, desde o estômago até ao cólon. Incluem bactérias, fungos, vírus e parasitas. A maioria das estirpes do intestino são do grupo dos Firmicutes ou Bacteroidetes. Desequilíbrios nestas colónias podem causar disbiose. Espécies como Campylobacter jejuni, Salmonella enterica, Vibrio cholera, Escherichia coli e Bacteroides fragilis, que sendo raros (<0,1%da microbiota intestinal) podem ser causar infeção.

Neste sentido, o que pode causar o desequilíbrio da microbiota intestinal? Sendo os hábitos alimentares responsáveis pela multiplicação de bactérias nocivas, que alimentos devemos evitar? E quais devemos privilegiar?

A exposição alimentar do nosso trato digestivo a uma dieta ocidental, algumas patologias, o uso de fármacos como por exemplo a toma frequente e repetida de antibióticos pode provocar disbiose. Privilegiar o consumo de produtos naturais, sazonais e de proximidade são boas práticas. Beber bastante água também. E um aspeto fundamental é o uso racional e justificado de antibióticos.

Sabendo que a nossa microbiota intestinal evolui de acordo com a idade, e que algumas alterações fisiológicas podem contribuir para o empobrecimento da mesma, que cuidados devemos ter?

Evitar o uso de antibióticos desnecessário, evitar o excesso de açucares e conservantes artificiais presentes numa grande quantidade de produtos que ingerimos diariamente, mesmo os que nós consideramos menos nocivos.

Prebióticos, probióticos, simbióticos: em que consiste e para que servem?

Os prebióticos são os nutrientes que melhoraram a composição e a atividade da nossa microbiota. Os probióticos são os microrganismos vivos que quando administrados em adequada quantidade terão um efeito benéfico para a nossa microbiota intestinal. Os simbióticos são uma combinação desses probióticos e prebióticos. Servem para reequilibrar a nossa microbiota intestinal após algum evento condicionador de disbiose como por exemplo uma infeção com necessidade de toma de antibiótico. Os simbióticos (combinação de probióticos e prebióticos) parecem ser a opção mais eficaz embora as espécies ou estirpes mais eficazes não estejam identificadas.

De que forma o consumo de determinados medicamentos pode contribuir para o desequilíbrio da microbiota intestinal? Que cuidados devemos ter, por exemplo, com a toma de antibióticos?

Os antibióticos, falando genericamente, podem condicionar um desequilíbrio no rácio dos vários grupos de bactérias do nosso organismo, perdendo a diversidade e composição relativa de cada grupo de microrganismos.

E todos os antibióticos são iguais e têm este efeito? Ou há exceções, por exemplo, em relação aos antibióticos intestinais com pouca absorção sistémica?

Os antibióticos não têm todos o mesmo efeito na nossa microbiota intestinal. No caso dos antibióticos intestinais com pouca absorção sistémica como é o caso da rifaximina, estudos demonstram o seu benefício na reposição do equilíbrio da nossa microbiota intestinal, combatendo a disbiose e com mínimos efeitos sistémicos, isto é, sem dano para os outros órgãos e sistemas do corpo humano.

Na área da gastrenterologia, que doenças podem estar associadas ao desequilíbrio da microbiota intestinal?

A esteato-hepatite metabólica, a que chamamos vulgarmente o “fígado gordo inflamado”, as patologias do eixo cérebro-intestino denominadas habitualmente de doenças funcionais como por exemplo a dispepsia, a síndrome do intestino irritável.

No âmbito deste tema, que mensagens-chave gostaria de deixar?

Cuidem da vossa microbiota intestinal porque a nossa microbiota intestinal também cuida de nós.

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Opinião
Verão é sinónimo de sol, bom tempo e dias longos, mas também de viagens.

Os comuns enjoos que muitos sentem podem ser sentidos em qualquer meio de transporte, devendo-se ao movimento e sendo, por isso, chamados de “enjoos de movimento”. Esta condição ocorre quando os mecanismos de controlo do equilíbrio são estimulados em demasia e/ou quando o cérebro recebe informação contraditória sobre os movimentos do contexto envolvente. O cérebro recebe dois tipos de informações sensoriais opostas — o corpo está parado, mas o ambiente em movimento — e não consegue interpretá-las, confundindo-se e manifestando-se em vários sintomas. Os mais comuns são vómitos, tonturas, mal-estar geral, suores frios, vertigens e dores de cabeça.

Nem todas as pessoas sentem enjoos quando viajam, havendo quem tenha mais tendência para sofrer desta condição, nomeadamente, as crianças, as mulheres, as grávidas e quem sofre de cefaleias. Ainda assim, a habituação ao movimento pode reduzir a frequência do problema.

Apesar de se poderem tratar estes enjoos, são sempre uma situação desagradável, principalmente para quem está a ir de férias. Desta forma, a prevenção pode ser essencial. Cocculine® é um medicamento homeopático que pode ser administrado como prevenção dos sintomas dos enjoos, não provocando sonolência. Contudo, também pode recorrer a esta solução natural se os sintomas já se começaram a manifestar, ajudando no tratamento das náuseas e vómitos, dos suores frios, das tonturas, da hipersalivação e das dores de cabeça.

Quando for de viagem, não se esqueça: aposte nas soluções homeopáticas, não deixe que os enjoos lhe estraguem a viagem e comece as férias com o pé direito.

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São necessárias "medidas estruturais e organizativas no SNS"
Os Internos de Medicina Interna enviaram uma carta aberta à Ministra da Saúde, assinada por 416 dos 1061 Internos em formação...

Segundo a sociedade científica, “a atividade na Urgência é fundamental para a formação do Interno de Formação Específica e deveria ser obrigatória nos dois primeiros anos para todas as Especialidades Médicas e Cirúrgicas”.

No entanto, salienta em comunicado que, “em Portugal, apenas os Internos de Medicina Interna fazem Urgência durante os 5 anos da sua Especialidade, e as várias Subespecialidades vão encurtando cada vez mais o tempo de Serviço de Urgência”. Deste modo, “nas equipas médicas da maioria dos hospitais, para além dos Especialistas, só os Internos de Medicina Interna preenchem as escalas, muitas vezes abaixo do número mínimo admissível”.

A fuga de muitos Especialistas de Medicina Interna do SNS, sublinha a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, “compromete a formação dos Internos e fragiliza as Equipas de Urgência”.

“O Serviço de Urgência é importante para a criação da experiência clínica do Interno de MI, mas não pode ser tão avassalador que impeça a formação noutras áreas essenciais. A Medicina Interna é uma especialidade com múltiplas outras competências nas suas diferentes valências que têm de ser desenvolvidas pelos futuros internistas”, afirma a Presidente da SPMI, Lèlita Santos.

A SPMI realça a necessidade de serem tomadas medidas estruturais e organizativas no SNS, “sem as quais os múltiplos problemas dos Serviços de Urgência, serão apenas os primeiros de muitos outros a nível do funcionamento normal dos Serviços”.

 

Veterinários e proprietários podem detetar doenças subjacentes
Investigadores da Mars Petcare pertencentes às equipas do Instituto de Ciências Waltham Petcare e do Hospital Banfield Pet...

“O bem-estar dos cães importa tanto para os donos quanto para os veterinários”, disse Nefertiti Greene, Presidente de Ciência e Diagnóstico da Mars Petcare. “Este projeto permitir-nos-á obter dados mais precisos sobre a saúde e o bem-estar dos cães, o que é essencial para continuar a investigação sobre a saúde dos animais de estimação e, assim, para avançar no nosso propósito: UM MUNDO MELHOR PARA OS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO”, acrescentou.

Para realizar o projeto, os resultados do questionário foram confrontados com os prontuários do Banfield. Assim, os níveis de mobilidade e energia revelaram-se menores em cães com osteoartrite; os níveis de sociabilidade e felicidade diminuíram à medida que os cães envelheceram e desenvolveram doenças crónicas, e o apetite dos animais era menor em cães com doenças dentárias. Além disso, graças aos dados extraídos e às informações específicas desses parâmetros, os investigadores conseguiram identificar uma dor subjacente que poderia passar despercebida, uma vez que é difícil de detetar.

“Do ponto de vista de um veterinário, este estudo da condição geral e da qualidade de vida de um animal de estimação fornecerá informações valiosas sobre como os cuidados veterinários podem ajudar a melhorar a qualidade de vida dos animais de estimação”, disse Jennifer Welser, DVM, DACVO, Diretora Médica de Mars Veterinary Saúde: “Com base nestes conhecimentos, podemos aferir quais os tratamentos e intervenções que têm impacto mais positivo na saúde e bem-estar dos animais de estimação, e melhorar a comunicação entre donos e animais de estimação para ter maior conhecimento sobre a saúde destes últimos; avançando assim no nosso propósito: UM MUNDO MELHOR PARA OS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO", acrescentou Welser.

O estudo pode ainda servir de suporte para futuras aplicações ou ferramentas digitais que veterinários e proprietários podem utilizar para monitorizar de forma mais precisa o bem-estar e a saúde dos cães em qualquer fase das suas vidas, bem como perceber quais os tratamentos e intervenções que estejam a contribuir mais significativamente para a saúde dos animais de estimação.

Um novo estudo publicado na Scientific Reports valida este estudo para medir a saúde e o bem-estar canino.

Estudo
A redução da fibrose e da inflamação das vias aéreas, características da asma, estão entre os resultados mais significativos de...

Segundo a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, no nosso país, a asma afeta cerca de 700 mil portugueses, dos quais 175 mil são crianças e adolescentes.

Apesar de, nas últimas décadas, se terem verificado melhorias no tratamento dos doentes asmáticos, a eficácia das soluções disponíveis ainda apresenta limitações, havendo, por isso, necessidade de desenvolver tratamentos mais eficazes.

“Pela sua capacidade de regulação do sistema imunitário, e de acordo com alguns estudos que sugerem o seu efeito anti-inflamatório e antiasmático, as células estaminais mesenquimais têm vindo a ser testadas para o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes para a asma”, afirma Bruna Moreira, investigadora do Departamento de I&D da Crioestaminal.

Neste estudo, em modelo animal de asma, os investigadores procuraram, numa primeira fase, avaliar se a liproxstatina-1, uma molécula com atividade antioxidante, tinha capacidade de aumentar o efeito terapêutico das células estaminais mesenquimais, conforme sugeriam os resultados de um estudo anterior. Após algumas experiências, verificaram que a exposição das células estaminais mesenquimais à liproxstatina-1 poderá, efetivamente, potenciar o seu efeito terapêutico na asma.

Os investigadores concluíram, ainda, que a administração intratraqueal das células estaminais esteve associada à redução da fibrose e da inflamação das vias aéreas, características da asma.

Os resultados mostram, também, que as células estaminais mesenquimais pré‑tratadas com liproxstatina-1 ajudam a reverter alterações induzidas pela asma nas populações de macrófagos – células do sistema imunitário que se pensa desempenharem um papel importante nesta doença –, o que poderá estar na base do seu efeito terapêutico.

Este estudo evidencia o efeito antiasmático das células estaminais mesenquimais do cordão umbilical pré-tratadas com liproxstatina-1, sendo necessário confirmar o seu potencial para o tratamento de doentes asmáticos através da realização de ensaios clínicos.

 

Calor e humidade
Verão é sinónimo de calor, férias e diversão.

Ao contrário do que pode pensar, as queimaduras solares não são o principal motivo de consulta nesta época do ano. A verdade é que, como o aumento das temperaturas e da transpiração, estão criadas, por exemplo, as condições perfeitas para a proliferação de fungos. No entanto, as micoses – que podem atingir os dedos dos pés ou as virilhas - não são as únicas doenças de pele que podem “estragar” as suas férias.

Os cuidados com a pele são importantes durante o ano inteiro mas durante a estação mais quente precisamos redobrar a atenção para evitar surpresas. Não só não devemos descurar o uso de proteção solar, evitando a exposição direta excessiva entre as 10h e as 16h, como devemos manter a pele limpa e seca (tanto quanto for possível) para evitarmos algumas dermatoses.

Micoses

A micose de pele é um tipo de doença causada pela presença de fungos na pele que causa comichão, vermelhidão e descamação e pode atingir qualquer região do corpo. No verão é bastante frequente atingir os dedos dos pés (pé-de-atleta) ou as virilhas.

Causado pelos fungos Trichophyton, Mycrosporon ou Epidermophyton, o pé de atleta (ou Tinea Pedis) é uma infeção altamente contagiosa e que pode rapidamente estender-se a outras partes do corpo. Por isso todo o cuidado é pouco!

O tratamento com um antifúngico tópico (colocado diretamente sobre a pele) é uma forma rápida e eficaz de combater esta infeção. No entanto, em alguns casos é necessário recorrer à terapêutica oral.

Mais frequente em obesos, atletas ou pessoas que usem roupas demasiado apertadas, a Tinea Cruris – infeção fúngica que atinge as virilhas – provoca prurido intenso e rash cutâneo,

A micose da virilha, como é vulgarmente conhecida, é considerada a segunda dermatofitose mais comum e pode estender-se a toda a região púbica, atingindo nádegas e coxas. É três vezes mais comum entre homens e, tal como o pé de atleta, pode ser tratada com pomadas antifúngicas.

Especialistas aconselham a secar bem a pele depois do banho e a usar roupa interior de algodão.

Acne Solar

Caracterizado por uma erupção que atinge principalmente o tronco e os ombros, o acne solar surge frequentemente após a exposição intensa ao sol. Com aparência diferente da acne comum, apresenta pústulas (elevações da pele repletas de pus) menores, menos inflamatórias e que secam mais rapidamente.

Muito comum durante o verão, a acne solar pode ser evitada com a utilização de filtros solares, de preferência com base não oleosa (“oil free”), aplicados antes e durante a exposição ao sol.

Quanto ao tratamento, este poderá ser igual ao aplicado na acne vulgar, como é o caso do uso de exfoliantes e antibióticos em loção ou gel, sempre que houver inflamação.

Foliculite

A foliculite ocorre quando existe infeção dos folículos pilosos causada por bactérias, como o estafilococo, ou outros fatores. No verão, o calor e o suor são os principais fatores que condicionam o seu desenvolvimento.

Apesar de existem dois tipos de infeção, consoante a sua “gravidade”, a maioria não traz complicações. A foliculite superficial afeta apenas a parte superior do folículo piloso e cursa com borbulhas com ou sem pus, pele avermelhada e inflamada, e algum prurido.

No entanto, caso a inflamação atinja áreas mais profundas da pele, pode haver a formação de furúnculos apresentando dor intensa.

As foliculites bacterianas podem ser tratadas com antibiótico tópico, oral ou uma combinação dos dois.

A melhor forma de prevenção passa por manter a pele limpa e seca.

Pitiríase Versícolor

Considerada um infeção leve e não contagiosa, a Pitiríase Versicolor é uma infeção fúngica da primeira camada superficial da pele, causada por um fungo encontrado na flora normal da pele, conhecido como Malassezia furfur, e que provoca o surgimento de placas escamosas e incolores. Tronco, pescoço e, por vezes, o rosto são as zonas mais atingidas por estas lesões.

A Pitiríase Versicolor, também conhecida como “micose de praia” ou “pano branco”, é resolvida com aplicação tópica de medicamentos antifúngicos.

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Infecções bacterianas da pele

Tipos de acne: tratamento e prevenção

Micoses superficiais da pele

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Técnica de radiologia de intervenção
Uma equipa multidisciplinar do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) aplicou recentemente técnica inovadora para...

A técnica foi aplicada numa grávida com 38 anos, sem filhos, portadora de uma prótese valvular mecânica, desde os 14 anos, devido a uma patologia cardíaca congénita. Esta alteração cardíaca assim como outras comorbilidades associadas (trombofilia) conferiam-lhe, na gravidez, um elevadíssimo risco tromboembólico, com necessidade de uma monitorização apertada em termos de hipocoagulação, de forma a evitar a formação de trombos na corrente sanguínea que poderia ser fatal.

Às 22 semanas de gestação ocorreu a formação de um trombo valvular que levou a internamento nos cuidados intensivos da cirurgia cardiotorácica do CHUC. Na sequência desta complicação a grávida teve um AVC, do qual conseguiu recuperar quase na totalidade tendo-se mantido vigilância apertada.

Esta gravidez, de muito alto risco, culminou com a preparação de uma cesariana programada às 35 semanas no polo HUC do CHUC, envolvendo uma equipa multidisciplinar com várias especialidades: Ginecologia e Obstetrícia, Anestesia, Radiologia de Intervenção, Imunohemoterapia, Cardiologia e Pediatria. O maior desafio foi manter a hipocoagulação adequada, sem que ocorresse uma hemorragia abundante quer durante quer após a realização da cesariana. Para este efeito, foram colocados dois balões hemostáticos nas artérias ilíacas internas, por via percutânea.

Desta forma, foi possível fazer um controlo local do fluxo sanguíneo que irriga o útero, bloqueando-o temporariamente, sem comprometer o bem-estar da criança e mantendo a hipocoagulação necessária no resto do organismo. O procedimento decorreu sem intercorrências, com perdas mínimas de sangue e quer a mãe quer a bebé estão bem.

A técnica dos balões hemostáticos utilizada pela radiologia de intervenção foi descrita para os casos de acretismo placentar (retenção placentar) em que se realiza histerectomia logo após a cesariana. Esta técnica nunca tinha sido utilizada em grávidas antes de retirar o bebé.

 

Com corridas noturnas e muitas atividades em família
Portugal pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), está de regresso de 23 a 30 de setembro próximo. Com o início...

“A principal mensagem desta oitava edição da Semana Europeia do Desporto, uma vez mais plena de atividades para todos, sem exceção, é que, depois de dois anos de menor atividade física devido à pandemia e aos sucessivos confinamentos, está na altura de regressarmos todos às atividades indoors e outdoors que nos ajudam a estar mais ativos e saudáveis, inclusive em casa e no local de trabalho. Acima de tudo, devemo-nos mexer pela nossa saúde e essa é a principal meta a cortar em 2022: o combate à inatividade e ao sedentarismo”, afirma o Presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Vítor Pataco.

A Semana Europeia do Desporto 2022, iniciativa da Comissão Europeia iniciada em 2015 e coordenada em Portugal pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), regressa, uma vez mais com o objetivo de promover a atividade física junto de todos os cidadãos e ao longo de todo o ano.

À semelhança de edições anteriores, o tema da campanha é #BeActive e esta iniciativa continua a merecer o apoio, o carinho e o envolvimento de muitas figuras do desporto nacional.

Estruturada nos temas educação, locais de trabalho, atividades ao ar livre, atividades em casa, clubes desportivos e centros de fitness, destacam-se na SED – 2022, entre outras, o #BEACTIVE NIGHT, uma corrida e caminhada de 5 km para pessoas de todas as idades em circuitos específicos criados no Jamor e em Vila Nova de Famalicão (visite www.beactivenight.pt) ou o #BEACTIVE EM FAMÍLIA, onde, na tarde de sábado, 24 de setembro, as famílias podem experimentar diversas modalidades desportivas (atletismo, basquetebol, boxe, canoagem, ciclismo, escalada, futebol, golfe, judo, karts, mini golfe, remo, vela, voleibol, mas também fitness, dança ou animação) no Centro Desportivo Nacional do Jamor.

 

Catarina Frazão Santos é a editora-chefe da npj Ocean Sustainability
Catarina Frazão Santos, investigadora e docente do Departamento de Biologia Animal da Faculdade de Ciências da Universidade de...

A primeira edição da revista publicada online a 10 de agosto de 2022 inclui o editorial de lançamento, assinado pela equipa editorial - Catarina Frazão Santos, Tundi Agardy, Edward H. Allison, Nathan J. Bennett, Jessica L. Blythe, Helena Calado, Larry B. Crowder, Jon C. Day, Wesley Flannery, Elena Gissi, Kristina M. Gjerde, Judith F. Gobin, Clement Yow Mulalap, Michael Orbach, Gretta Pecl, Marinez Scherer, Austin J. Shelton, Carina Vieira da Silva, Sebastián Villasante & Lisa Wedding -, composta por 20 peritos de várias nacionalidades e instituições de renome.

Num artigo de opinião publicado no site da Ciências ULisboa, Catarina Frazão Santos, apresenta a nova revista científica que tem um cariz fortemente interdisciplinar e que está particularmente interessada em investigação que incida sobre as interligações existentes entre ciência, política e prática, bem como abordagens sistemáticas, soluções transformativas, e inovação para suportar a sustentabilidade do oceano a múltiplos níveis, daí que sejam incentivadas submissões provenientes de qualquer área disciplinar (ou combinação de áreas), desde que sejam cumpridos os padrões académicos da área e a investigação esteja claramente alinhada com a sustentabilidade do oceano.

Catarina Frazão Santos foi convidada em setembro de 2021 para fundar esta revista. A bióloga marinha de formação especializou-se em ordenamento do espaço marinho e políticas do mar, trabalhando como especialista internacional nesta área.

 

Programa ReADAPTAR
O Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil (IPO de Coimbra) lançou o Programa ReADAPTAR, um banco de...

Em comunicado, o IPO de Coimbra explica que a perda auditiva é muitas vezes fator de isolamento social pela dificuldade de comunicação que acarreta, com potencial para induzir quadros de ansiedade e depressão, pelo que este programa pretende contribuir para devolver a capacidade de audição aos doentes oncológicos, independentemente da fase da doença ou do tratamento.

O Programa ReADAPTAR é uma iniciativa do Serviço de Otorrinolaringologia que está acessível a toda a comunidade e que funcionará numa perspetiva de complementaridade às respostas já existentes.

De acordo com o IPO de Coimbra, são candidatos ao programa ReAdaptar “todos os doentes oncológicos do IPO de Coimbra que beneficiem de prótese auditiva (prescrita em consulta) unilateral ou bilateralmente, de acordo com a avaliação efetuada no Gabinete de Audiologia”.

O banco de próteses auditivas que possam ser readaptadas para os doentes oncológicos, espera contar com a doação de aparelhos em desuso, cedidos por particulares, próteses auditivas descontinuadas ou equipamentos de campanhas de “Retoma”, por empresas ou fabricantes, assim como equipamento e software de programação.

 

Doença neurológica
Sendo a enxaqueca mais comum nos adultos em idade laboral, esta apresenta, neste contexto, um impact

Embora a enxaqueca possa atingir qualquer pessoa, em qualquer idade, - pensa-se, aliás, que esta possa surgir desde a nascença, “no entanto, os sintomas de enxaqueca em bebés podem ser muito difíceis de aferir por se confundirem com outras doenças e não haver possibilidade do bebé se expressar” -, esta é mais comum entre adultos, atingindo três vezes mais o sexo feminino. Não obstante, apesar de não se saber ao certo o que está na sua origem, admite-se que existe uma componente genética e ambiental associada ao seu desenvolvimento.

“A enxaqueca acontece no cérebro, nos nervos que dele partem e nas artérias que lhe fornecem sangue, num circuito chamado sistema trigeminovascular. Ainda não se sabe ao certo porque é mais sensível e fica erroneamente ativado nalgumas pessoas, mas há determinantes genéticos, que explicam a componente hereditária, e determinantes ambientais, que explicam porque é que nalgumas pessoas expostas a determinadas hormonas (como os estrogénios nas mulheres), medicamentos, alimentos, bebidas, variação no padrão de sono, e estímulos sensoriais como luzes e cheiros desenvolvem uma crise de enxaqueca”, começa por explicar a neurologista do Hospital Garcia de Orta, Liliana Pereira.

Infelizmente, por ser tão comum entre a população pode ser desvalorizada e considerada como apenas “mais uma dor de cabeça”, alerta a especialista. “Todos conhecem alguém que já teve uma e passou sem trazer consequências, alguém que oferece um comprido que já funcionou para ele/ela no passado e insiste que se experimente, ou oferece o seu conselho sobre alternativas terapêuticas não farmacológicas. Atendendo à componente hereditária da enxaqueca, muitos dos doentes também cresceram em estreita proximidade com um sofredor de enxaqueca e podem utilizar estratégias aprendidas por imitação neste contexto, pouco cientes das oportunidades de tratamento atualmente disponíveis”, explica.

Por isso, importa saber distinguir sintomas, valorizando o facto de que esta é uma patologia com elevado impacto socioecónomico, mas que tem tratamento, sendo todo o sofrimento evitável.

“A enxaqueca é uma doença do sistema nervoso central que pode começar horas a dias antes da dor propriamente dita, com sintomas prodrómicos como depressão, irritabilidade, letargia, sensibilidade exagerada às luzes e aos sons, dificuldade de concentração, bocejo ou outros, bastante variados”, descreve Liliana Pereira. “Para algumas pessoas pode ser apenas uma sensação indefinida e mal caracterizada de que uma crise de enxaqueca está iminente”, acrescenta.

Outro dado importante é que, se estima que “uma em cada três pessoas com enxaqueca tem também aquilo a que se chama aura, que é um conjunto de sinais neurológicos, como perturbação na visão, formigueiros ou dormência e dificuldade em encontrar ou compreender as palavras, que se instalam gradualmente e duram cerca de cinco a sessenta minutos”.

“Segue-se a dor que mais tipicamente é unilateral, pulsátil, de intensidade moderada a grave, agravando com a atividade física de rotina, como caminhar ou subir escadas. Acompanham muito frequentemente esta fase náuseas, vómitos, sensibilidade aumentada à luz e aos sons”, adianta a médica.

A dor que caracteriza a enxaqueca pode durar até 72 horas e sintomas como o cansaço ou dificuldade de concentração podem continuar a persistir para lá deste período.

“Estes sintomas podem não estar todos presentes no mesmo doente, mas são em número habitualmente suficiente para distinguir a enxaqueca da cefaleia tipo tensão, uma dor mais frequentemente bilateral, em pressão ou aperto (não pulsátil), de intensidade ligeira a moderada, não agravada pela atividade física de rotina e sem náuseas acompanhantes”, explica a neurologista.

Com um grande impacto no dia-a-dia de quem dela padece, - “a gravidade da enxaqueca é tão maior quanto a incapacidade que implicar na realização das tarefas de rotina daquela pessoa” -, estima-se que, no contexto laboral, esta seja responsável pela perda de 27 mil milhões de euros, todos anos, em matéria de produtividade. “Este valor engloba não só os dias de trabalho perdidos por falta, mas também a perda de produtividade do trabalhador que, presente no local de trabalho, devido à intensidade da dor, sintomas acompanhantes e queixas cognitivas, não consegue ter o seu desempenho habitual”, revela a especialista.

“Felizmente, há estratégias que os empregadores podem adotar para minimizar este impacto: instituir programas educacionais sobre enxaqueca, aumentando o alerta sobre a doença, programas de identificação da doença e acompanhamento médico do trabalhador, e instituir um ambiente promotor de saúde, com disponibilização de recursos como ginásio e saúde ocupacional, e limitação de fatores desencadeantes com ambientes muito ruidosos, com luzes brilhantes, má qualidade do ar e difícil acesso a água”, salienta.

«Quem tem desencadeantes bem identificados para as crises pode tentar evitá-los»

De acordo com a neurologista, sempre “que não haja uma resposta completa da crise aguda de dor à medicação de venda livre na farmácia e outras estratégias que a pessoa possa utilizar para obter alívio da dor, e quando o número de vezes que a dor se repete por semana ou por mês é suficiente para interferir no dia-a-dia da pessoa e limitar a sua aprendizagem na escola, produtividade no trabalho e capacidade de aproveitar os tempos livres”, deve ser consultado um médico, de modo a instituir o tratamento indicado.

Segundo Liliana Pereira, o tratamento da enxaqueca assenta em três pilares: o tratamento farmacológico da crise aguda de enxaqueca, o tratamento farmacológico preventivo e o tratamento não farmacológico.

“O tratamento da crise aguda tem como objetivo aliviar rapidamente a dor e os sintomas acompanhantes, que se ligeiros respondem habitualmente à medicação analgésica e anti-inflamatória disponível em venda livre nas farmácias”, diz. No entanto, se este não for suficiente, “pode ser necessário o uso de doses mais altas, apenas disponíveis com receita médica, ou o uso de medicação específica para a enxaqueca, que se chamam triptanos”.

“Nos casos em que as náuseas são um sintoma importante pode ser também necessário utilizar medicação específica para este sintoma, ou usar supositórios em vez de comprimidos para evitar que se perca o efeito da medicação”, acrescenta chamando a atenção para o facto de que “quanto mais rapidamente a medicação for tomada depois do início da crise maior será a probabilidade de fazer efeito, no entanto, há que ter cuidado e não tratar crises muito frequentes sem aconselhamento médico porque há o risco de ao tomar muitas vezes a medicação para a dor vir a causar mais dores de cabeça no futuro”.

“O tratamento preventivo nestes casos ajuda a reduzir o número de crises de enxaqueca por mês, a reduzir a sua intensidade e a melhorar a resposta aos medicamentos analgésicos”, diz.

Quanto ao tratamento não farmacológico, este implica mudanças no estilo de vida: “ter um horário regular de sono com o número de horas suficiente, ter uma alimentação saudável e boa hidratação ao longo do dia, e praticar exercício físico de forma regular, principalmente exercício aeróbico”.

De acordo com a especialista, “há várias comidas e bebidas que são identificadas pelas pessoas com enxaqueca como despoletando crises”. “Quanto ao exercício físico está demonstrado que a prática regular de exercício físico aeróbico pode ser benéfica na prevenção da enxaqueca. Mas se a pessoa já está com dor no momento em que inicia o exercício, é provável que vá piorar da mesma com a atividade física, pelo que nessa ocasião deve ser evitada”, revela.

Quando não for possível identificar os fatores que desencadeiam uma crise, “terapias realizadas pela Psicologia, como a terapia cognitivo-comportamental, podem ajudar a lidar com os desencadeantes inevitáveis”.

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Infeção fúngica da pele
A chegada do Verão é sinónimo de calor, sol e, consequentemente, peles bronzeadas, o que poderá repr

Esta é uma infeção fúngica da pele que ocorre devido ao crescimento anormal de um fungo, o Malassezia furfur, que se encontra na flora natural da pele e cresce quando encontra as condições ideais.

A infeção caracteriza-se pelas múltiplas manchas brancas (mas que também podem adotar outras tonalidades, dependendo do tom de pele do afetado) com ligeira descamação e que se localizam geralmente na parte superior do tronco, nos braços e no pescoço. Por este motivo, é mais fácil de identificar durante o Verão, já que há um maior contraste entre a pele infetada e a saudável, sendo esta a razão pela qual é associada à praia. Em casos mais severos, é ainda possível sentir dor ou comichão.

Como tal, é crucial desmitificar a falsa ideia de que esta é uma doença contagiosa. Não existe risco de transmissão do fungo de pessoa para pessoa, nem de contágio em locais públicos, como piscinas ou balneários, ao contrário do que acontece em outras infeções fúngicas da pele, como o pé de atleta.

Aliadas a outros fatores ambientais, genéticos ou imunológicos, as condições ideais de temperatura e humidade são o que leva o fungo Malassezia furfur a crescer descontroladamente, provocando a pitiríase versicolor. A melhor forma de tratar esta condição é através da utilização de um antifúngico eficaz. Os antifúngicos tópicos são os mais comuns por serem de aplicação direta na pele e, por isso, fáceis de aplicar.

Dependendo da extensão da infeção, pode ser necessário o uso de medicamentos orais que devem ser tomados apenas com prescrição de um médico. No entanto, existem alguns cuidados a ter para prevenir o seu aparecimento e facilitar a recuperação:

  1. Tomar banho com frequência – A pitiríase versicolor tende a desenvolver-se mais facilmente em ambientes ricos em lípidos. Assim, é crucial tomar banho com maior frequência, de forma a reduzir a quantidade de sebo na pele.
  2. Secar bem a pele – Os ambientes húmidos criam condições favoráveis à propagação dos fungos como a pitiríase versicolor, pelo que é importante secar bem a pele sempre que se molhar.
  3. Evitar a utilização de produtos oleosos na pele - O excesso de oleosidade na pele proporciona uma das condições ideais para o fungo Malassezia furfur crescer de forma descontrolada e provocar pitiríase versicolor. Neste sentido, é recomendado que evite o uso de produtos oleosos.
  4. Proteger a sua pele do sol – A exposição solar potencia a ação do fungo que causa a pitiríase versicolor e favorece o aumento do contraste entre as manchas e a pele saudável, pelo que é recomendado evitar a exposição solar e usar sempre protetor solar.
  5. Utilizar preferencialmente roupas largas e de algodão – A humidade e a temperatura são dois fatores que levam ao crescimento do fungo Malassezia furfur e, por isso, deve utilizar roupas que permitam reduzir a transpiração.
  6. Estar mais atento em determinadas idades – A pitiríase versicolor é mais comum nos jovens adultos fisicamente ativos, em crianças e nos adolescentes. Isto pode dever-se às alterações hormonais que aumentam a produção de sebo na pele.
  7. Consultar o seu médico – Caso estejam a ser tidos em conta todos os cuidados e a ser realizado o tratamento adequado, mas não houver melhoria dos sintomas até 4 semanas ou a infeção continue a disseminar-se, deve consultar o seu médico para evitar o agravamento da infeção.
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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Terapia
O processo de regressão ainda intriga muitas pessoas.

"O processo de regressão não envolve nenhum tipo de magia ou coisa mirabolante. Também não é nada místico, nem tem que ver com a pessoa acreditar ou não. É como quando perguntam o que comeu no almoço e você para, pensa, lembra e responde. Nesse momento, está a fazer uma regressão de memória", explicou.

O profissional de saúde explicou que o processo consiste, basicamente, em ser incentivado a pensar e lembrar de algo que já aconteceu. "Esse facto pode ter acontecido há dois minutos, ou há anos. Você está a pensar no presente, em algo que aconteceu no passado", disse.

O processo é muito utilizado durante as terapias para identificar traumas e acontecimentos no geral que interferem no agora: nas formas de se relacionar com as pessoas, no jeito de lidar com as mais diversas situações e até na forma como cada pessoa se enxerga e se entende.

“Temos a partir desse processo, o acesso a perceção daquilo que aconteceu a qual podemos gerar uma nova interpretação, que pode contribuir com o que acontece na nossa vida no agora”, disse.

O psicólogo explicou: “uma pessoa que sofreu uma tentativa de abuso sexual na infância, sem perceber, pode criar um bloqueio que a sabote no processo de emagrecimento no presente, como se a mente subconsciente funcionasse como um “segurança cego”, dizendo: “se continuar a engordar, vai evitar que outros tentem cometer abusos.” Então, através de um processo de regressão dentro da terapia, de forma bem feita, é possível ajudar essa pessoa a perceber que cresceu, e que não corre mais risco contra aquele abusador, e que ela pode ser amada e respeitada como verdadeiramente merece. Contribuindo para gerar novos significados aos traumas, de forma a poder se sentir mais livre no presente, construindo significados mais positivos sobre a própria história.”

Por fim, Romanni afirmou que uma coisa curiosa sobre a regressão também é que nunca se tem acesso àquilo que de facto aconteceu, mas sim da perceção do acontecido, mas é justamente por isso que a terapia funciona tão bem.

“Um exemplo, duas pessoas na mesma festa. A primeira pode-se lembrar da festa dizendo que a festa estava maravilhosa. A segunda pode dizer que a festa estava horrível. O trabalho a ser feito na regressão sempre tem haver com perceção subjetiva do acontecimento, não com o acesso ao acontecimento em si”, finalizou. 

 

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“Especial Grávida”
A Academia Mamãs Sem Dúvidas realiza uma nova edição “Especial Grávida”, dedicada à pedagogia Montessori, um tema cada vez mais...

Maria Montessori estudou o funcionamento do cérebro infantil para assim desenvolver o seu trabalho e potenciar o desenvolvimento da criança. Caracteriza-se por proporcionar vários níveis de independência, autonomia, liberdade com limites e acima de tudo, por um respeito revolucionário pela criança. Consiste numa pedagogia de ensino assente essencialmente em três pilares: o ambiente preparado, o adulto preparado e os materiais.

É sobre esta pedagogia, em particular a forma como os casais devem introduzir a pedagogia Montessori na gravidez e nos primeiros meses de vida do bebé, que Catarina Jerónimo e Maria Sousa, representantes do Jardim da Descoberta, se vão debruçar na próxima sessão online organizada pela Mamãs Sem Dúvidas.

A sessão, de aproximadamente hora e meia, divide-se em três partes, cada uma conduzida por um especialista diferente. Além da pedagogia Montessori, haverá ainda espaço para abordar outras duas temáticas: a preparação do casal para a amamentação, com a intervenção da Enfermeira Alice Araújo, especialista em saúde materna e obstetrícia; e o potencial de cura das células estaminais provenientes do cordão umbilical do bebé, com a participação de Diana Santos, formadora do laboratório português BebéVida.

A participação é totalmente gratuita, mas requer inscrição prévia. Ao participar, as grávidas ficam habilitadas a receber um cabaz de produtos no valor de 350 €, que inclui: um tapete de atividades para o bebé; uma cadeira de papa; um peluche Babiage; e ainda a oferta de uma ecografia Emocional 3D/4D BebéVida. A vencedora será conhecida no dia 30 de agosto, na página de Instagram da Mamãs Sem Dúvidas.

Para mais informações relacionadas com a Academia Mamãs Sem Dúvidas, conteúdos informativos e os próximos eventos visite o website mamassemduvidas.pt.

 

Saúde Cardiovascular
Apesar de frequentemente associada a idades avançadas a insuficiência cardíaca pode-se desenvolver e

Insuficiência cardíaca significa que o coração não consegue bombear sangue com a eficiência que deveria. A doença é o resultado do coração ficar muito fraco ou muito rígido. Na insuficiência cardíaca, o coração não consegue acompanhar as demandas para bombear sangue para o resto do corpo.

A doença arterial coronária é a principal causa de insuficiência cardíaca. O enrijecimento do músculo cardíaco é, sobretudo, uma consequência da hipertensão ou da diabetes. Existem causas mais raras de insuficiência cardíaca, como a miocardite (que pode ser causada por uma infeção viral) e as cardiomiopatias, diz Gosia Wamil, cardiologista da Mayo Clinic.

Há também fatores de risco relacionados ao estilo de vida.

“Manter uma dieta saudável, tratar a obesidade, evitar o tabagismo e o fumo passivo, além de evitar a ingestão de bebidas alcoólicas podem ajudar a prevenir a insuficiência cardíaca”, explica a especialista.

Outros fatores de risco para insuficiência cardíaca incluem a apneia do sono, alguns medicamentos usados para tratar o cancro e infeções virais que danificam o músculo cardíaco, dianta a cardiologista.

Sintomas:

Alguns sinais de alerta de insuficiência cardíaca são intuitivos, como inchaço no tornozelo, falta de ar, dor no peito, batimentos cardíacos acelerados ou irregulares e fadiga durante a prática de exercícios físicos.

“Existem outros sintomas que as pessoas podem não associar à insuficiência cardíaca. Eles incluem tosse persistente, inchaço abdominal, rápido ganho de peso, náusea e falta de apetite”, diz a médica. “Quem apresentar um desses sintomas deve entrar em contato com seu médico”, salienta.

Tratamento:

É importante identificar a causa da insuficiência cardíaca porque os tratamentos podem ser diferentes. Na maioria dos casos, a insuficiência cardíaca não pode ser curada, mas os sintomas geralmente podem ser controlados por muitos anos.

“Depois da insuficiência cardíaca ser diagnosticada, os doentes precisam gerir a doença para resto de suas vidas, geralmente por meio de cuidados em clínicas especializadas em insuficiência cardíaca”, explica a cardiologista

Segundo a médica, há muitas opções de tratamento. “Elas incluem medicamentos, dispositivos implantados cirurgicamente e, em casos avançados, transplante cardíaco. Médicos e investigadores estão a trabalhar para descobrir novos tratamentos”, revela.

“Nos últimos anos, observamos avanços significativos com a introdução de novas classes de medicamentos para a gestão da insuficiência cardíaca”, diz. Isso inclui os medicamentos chamados de inibidores de SGLT2, desenvolvidos inicialmente para reduzir os níveis de glicose em doentes com diabetes. 

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Cientistas da Universidade de Coimbra
Uma equipa multidisciplinar de cientistas da Universidade de Coimbra (UC) e do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra ...

Miguel Castelo-Branco, investigador da Faculdade de Medicina e do Centro de Imagem Biomédica e Investigação Translacional do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde da Universidade de Coimbra, revela que a descoberta abre caminho «para o desenvolvimento e teste de terapêuticas direcionadas à redução da neuroinflamação na doença de Alzheimer».

A região cerebral identificada chama-se cíngulo posterior e demonstra, em fases muito iniciais da doença de Alzheimer, alterações tripartidas únicas: inflamação neuronal, acumulação de amiloide e atividade neuronal aparentemente compensatória. «A região identificada é crítica, pois serve de pivô em processos de memória de curto e longo prazo que sabemos estarem crucialmente afetados na doença de Alzheimer», reitera o investigador da Universidade de Coimbra.

Esta descoberta no cérebro humano foi demonstrada in vivo, através de um conjunto de técnicas avançadas de imagem funcional e cerebral: o PET duplo (que mede, no mesmo doente, neuroinflamação e deposição de amiloide) e a ressonância magnética funcional para medir a atividade cerebral em tarefas de memória. Este estudo contou com a participação de pessoas em fases muito iniciais da doença de Alzheimer e pessoas saudáveis com as mesmas características sociodemográficas.

A investigação contou ainda com o envolvimento de Nádia Canário e Lília Jorge, primeiras autoras do estudo, e de Ricardo Martins, investigadores do Centro de Imagem Biomédica e Investigação Translacional do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde da UC. Os resultados da investigação estão disponíveis no artigo científico “Dual PET-fMRI reveals a link between neuroinflammation, amyloid binding and compensatory task-related brain activity in Alzheimer’s disease”, agora publicado na revista Communications Biology: www.nature.com/articles/s42003-022-03761-7.

 

Doença de Alzheimer e Corpos de Lewy
Segundo estimativas até 2050 os casos de demência podem até triplicar no mundo, mas apesar da grande

A demência é uma doença neurodegenerativa caracterizada pela progressiva deterioração de várias funções cognitivas limitando o convívio social do indivíduo afetado, ela também causa delírios, alucinações, mudanças de humor, ansiedade, irritabilidade e alterações de apetite.

Ao contrário do que grande parte da população pensa, a demência não é uma doença específica e sim compreende uma série de patologias que apresentam sintomas neurológicos semelhantes que geram a demência, como por exemplo Alzheimer e Corpos de Lewy.

Na procura por compreender melhor o surgimento e a progressão da doença, o neurocientista e biólogo Fabiano de Abreu Agrela produziu o estudo “Neuropatologias da demência: Descrição e caracterização” publicado pelo Journal Health and Technology.

O artigo ressalta a dificuldade de identificar as doenças ligadas à demência que deve ser feita através de testes laboratoriais e de imagem, mas mesmo assim, muitas vezes a patologia não é detetada em vida.

“Para complica ainda mais o diagnóstico e o tratamento, as patologias associadas à demência são difundidas no cérebro idoso mesmo na ausência de demência. Quase 50% dos idosos dementes que participara de um estudo post mortem realizado pela realização de autópsias e avaliação […] apresentaram lesões cerebrais associadas a patologias de demência”.

Saiba mais sobre as principais doenças causadoras da demência:

Doença de Alzheimer (DA)

A Doença de Alzheimer é provavelmente a mais famosa das doenças causadoras de demência, ela é caracterizada por um declínio cognitivo que causa perda de memória e gera dificuldades na linguagem.

“A DA é a principal causa de demência, representando mais de 50% dos casos em indivíduos com mais de 65 anos. O paciente apresenta respostas cognitivas mal adaptativas devido ao seu extenso comprometimento cerebral. [...] O primeiro sintoma da DA é geralmente o declínio da memória episódica, que pode ser seguida por alterações linguísticas, principalmente anomia, distúrbios em funções executivas e habilidades visuais e espaciais”.

“O diagnóstico clínico da DA baseia-se na observação de um quadro clínico compatível e na exclusão de outras causas de demência por meio de exames laboratoriais e neuroimagem estrutural”.

Corpos de Lewy (DCL)

Esse tipo de demência é conhecido por depósitos anormais - conhecidos como corpos de Lewy - de uma proteína chamada alfa-sinucleína no cérebro do paciente, esses acúmulos causam alterações em substâncias químicas do cérebro que podem alterar funções como humor, movimento e gerar alucinações.

“A característica central dessa demência é a perda de habilidades relacionadas a perceções visuais, de atenção e executivas, cognição flutuante, alucinações visuais recorrentes [...] DCL. Ele é uma demência com início insidioso, geralmente ocorrendo em pacientes com mais de 60 anos de idade e com uma prevalência ligeiramente maior em homens”.

Existem alguns hábitos simples que podem ser implementados na sua rotina para evitar o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como a prática de atividades físicas regulares, alimentação saudável baseada em dietas como a mediterrânea e MIND, dormir bem e exercitar o cérebro com jogos e práticas que fortaleçam a cognição.

No entanto, quando a doença já se instalou é essencial diagnosticá-la o mais rápido possível, dessa forma as abordagens médicas serão mais efetivas em reduzir a evolução da patologia.

“As causas da demência podem ser diagnosticadas por histórico médico, exame físico e cognitivo, testes laboratoriais e imagens cerebrais. A gestão deve incluir abordagens não farmacológicas e farmacológicas, embora a eficácia dos tratamentos disponíveis permaneça limitada.  O controlo dos fatores de risco e a deteção do transtorno em estágios iniciais podem ser importantes na tentativa de amenizar as perdas, diminuindo o número de casos”.

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Conselhos
Nos dias de hoje, o ruído é uma caraterística da vida quotidiana.

Segundo o grupo de investigadores que elaboraram o estudo “Coping the noise: Consesus Paper on the effects of noise in the world” afirmam, a partir de vários estudos, que o ruído pode ser prejudicial à audição, na medida que pode desencadear alterações de humor, ansiedade, entre outras perturbações psicológicas. Para fundamentação ao estudo realizado, foi feita uma pesquisa internacional realizada pela GFK Eurisko com base nas respostas de 8.800 pessoas de 47 cidades em 11 países, sobretudo Itália, França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Reino Unido, Espanha, Portugal, Estados Unidos da América e Nova Zelândia.

Para além disso, o documento “Consesus Paper” demonstra que cada pessoa lida com o ruído de maneiras diferentes e em diferentes graus.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que mais de 1 bilhão de pessoas entre os 12 e os 35 anos, possam correr o risco de perder a audição devido à exposição em excesso à música alta.

Segundo estimativas da OMS, 5% da população mundial, aproximadamente 466 milhões de pessoas, possui deficiências auditivas consideráveis.

Nas últimas décadas, os jovens têm vindo a adquirir, cada vez mais, o hábito de ouvir música através do uso de fones nos ouvidos. Este fenómeno, aumentou sobretudo, a partir dos anos 2000, principalmente, em cerca de 90% dos jovens entre os 12 e os 19 anos, onde metade admite ouvir música num volume alto.

De acordo com alguns especialistas em saúde auditiva, a presenta a um elevado número de decibéis pode trazer consequências graves e, muitas vezes, irreversíveis.

Mas o ruído não está presente somente na música. Como havia sido mencionado anteriormente, com a urbanização a taxa de ruído teve um crescimento exponencial.

Nesse sentido, a Minisom apresenta alguns conselhos para prevenir uma presenta alta a grandes volumes de barulho.

1. Utilizar protetores auriculares. Consegue-se desfrutar da música na mesma, sem distorção e sem perda de qualidade, uma vez que o som dos instrumentos pode alcançar facilmente os 100 decibéis;

2. Vidros duplos para edifícios em ruas movimentadas

3. Ficar longe das colunas do som. É nas saídas do som que o ruído atinge proporções maiores;

4. Estabelecer limites de volume para música e vídeo jogos

5. Beber água. A hidratação é fundamental, pois tem um impacto na saúde auditiva;

6. Fazer pausas regulares. “Descansar” os ouvidos para prolongar as células que ativam o sistema auditivo.

No entanto, se após a exposição elevada ao ruído, começar a sentir zumbidos ou problemas em ouvir sons agudos, dificuldade em ouvir conversas pelo ao telemóvel, ou até mesmo em ambientes agitados e barulhentos são sinais de que podem já existir danos nos ouvidos. Nesse caso, o melhor conselho é agendar uma consulta no médico para avaliar possíveis danos auditivos.

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Técnica percutânea com Ozono
Cada vez mais as pessoas procuram tratamentos minimamente invasivos para a dor.

A Ozonoterapia é uma técnica que tem uma grande aceitação e elevado prestígio clínico. Trata-se de um procedimento que embora não seja considerado um procedimento cirúrgico, é realizado nas clínicas Paincare com anestesia local.

Tal como a maioria dos tratamentos realizados nas clínicas Paincare, a Ozonoterapia Intra discal, é um procedimento minimamente invasivo.

O tratamento consiste na introdução de uma agulha de baixo calibre dentro dos discos na coluna vertebral com recurso a intensificador de imagem (que é uma espécie de RX em tempo real) e infiltra-se Ozono tanto a nível do núcleo do disco como a nível dos músculos para-vertebrais o que favorece a sua reidratação e a redução do conflito disco-radicular eliminando a sensação de dor.

O tratamento com ozono, embora muitas vezes não tenha um resultado imediato, tem resultados muito bons a curto e médio prazo.

Este tratamento também é usado para outros problemas articulares como artroses do joelho, ombro ou outras com excelentes resultados terapêuticos

O procedimento com ozono, de onde é proveniente o nome do tratamento Ozonoterapia, tem a vantagem de ser muito seguro, não é tóxico e pode administrar-se com segurança, o que favorece enormemente o tratamento da dor ao diminuir a inflamação.

Segundo um estudo internacional, desenvolvido e publicado em 2010 no Journal of Vascular and Interventional Radiology, que avaliou cerca de 8 mil doentes, o tratamento com Ozono comprovou ser eficaz e extremamente seguro na erradicação da dor.

A Ozonoterapia é utilizada para:

  • Hérnias Discais
  • Artroses
  • Síndrome Túnel Cárpico
  • Dores ligamentares e articulações.

 

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Até ao final de agosto
Até ao final de agosto, a BebéVida tem preparados novos workshops online a pensar nas futuras mamãs. Com o contributo especial...

No dia 19 de agosto, vão realizar-se duas sessões: a primeira, às 12h00, centra-se na experiência de parto positiva e conta com a participação da Enfermeira Raquel Silva, especialista em saúde materna e obstetrícia; e a segunda, às 19h00, foca-se nas células estaminais e tem o apoio do Lusíadas Knowledge Center.

Na manhã de dia 25 de agosto, às 10h00, as grávidas são desafiadas a fazer yoga, numa aula prática promovida pela Academia Mamãs Sem Dúvidas que será conduzida por uma instrutora de yoga especializada.

Mitos inerentes à amamentação e sinais de alerta no recém-nascido são os outros dois temas que estarão em destaque durante o mês de agosto. O primeiro será abordado no dia 26, às 21h00, pela Enfermeira Cátia Costa, especialista em saúde materna e obstetrícia; e o segundo será aprofundado no dia 31, às 16h30, e conta com as recomendações da Enfermeira Sónia Patrício, especialista em saúde infantil e pediatria.

Os workshops têm a duração aproximada de uma hora. A participação é gratuita mas a inscrição é obrigatória no website da BebéVida. O uso da câmara é requisito obrigatório e a gravação da sessão não é permitida. 

Se está grávida de 17 semanas ou mais, aproveite também as várias experiências “Eco My Baby”, sessões de ecografia 3D/4D promovidas pela BebéVida que vão acontecer em várias localidades de norte a sul do país, tais como: Lisboa e Bragança (ambas a 18/8), Figueira da Foz (19/8), Grândola e Guimarães (ambas a 22/8), Sines (23/8), Rio Maior e Esposende (ambas a 25/8), Batalha e Oliveira do Hospital (ambas a 26/8), Marco de Canavezes (29/8), Belas e Castelo Branco (ambas a 30/8), e Albufeira (31/8). Paralelamente, a sede da BebéVida, no Porto, irá receber sessões nos dias 18, 19, 22, 23, 24 e 25 de agosto.

Para saber mais sobre cada evento e efetuar a sua inscrição visite o website da BebéVida.

 

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