Cancro do pulmão é o tumor com maior mortalidade
Assinala-se no dia 1 de agosto o Dia Mundial do Cancro do Pulmão. Este é o terceiro tipo de cancro mais frequente em ambos os...

A principal causa associada a esta doença é o consumo de tabaco, sendo responsável por 85% dos casos, existindo, no entanto, “outros fatores associados como o envelhecimento da população, exposições ocupacionais, poluição, nutrição, infeções e fatores genéticos”, como explicam Gabriela Fernandes e Margarida Dias da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP).

Além dos avanços no diagnóstico da doença, as médicas pneumologistas destacam também a evolução do tratamento deste tipo de tumor com o desenvolvimento de “terapêuticas dirigidas a alterações moleculares específicas que são responsáveis pelo desenvolvimento de certos tumores (cerca de 50% dos adenocarcinomas) e o que permitiu aumentar a sobrevivência e melhorar a qualidade de vida dos doentes com doença metastática”. A par disto, salientam também a imunoterapia que é “outro pilar atual do tratamento, utilizando fármacos que estimulam o sistema imunitário para reconhecer e destruir as células tumorais  e com respostas muito sustentadas no tempo”.  Gabriela Fernandes e Margarida Dias evidenciam igualmente o contributo que a medicina personalizada aplicada ao cancro do pulmão tem, pois, os doentes “têm acesso a terapêuticas personalizadas,  baseadas no perfil genómico do tumor e nas características anatomopatológicas, que se associam a maior eficácia dos tratamentos, melhor tolerância, mais tempo sem progressão da doença, maior sobrevivência, com preservação e melhoria da qualidade de vida”.

Quanto à prevenção desta doença, a prevenção primária do consumo de tabaco continua a ser “a medida mais significativa conduzindo, as medidas antitabágicas mais restritivas, a uma redução do consumo e, por conseguinte, a uma redução da incidência e mortalidade por cancro do pulmão”, referem as especialistas que destacam ainda ser “necessária a implementação de um programa nacional de rastreio, pois estes programas, em populações de maior risco, ou seja, fumadores, demonstraram reduzir em cerca de 20% a mortalidade por cancro do pulmão”.

 

 

Protocolo de Cooperação
A Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) e o Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) acabam de firmar um...

De acordo com o texto do protocolo, rubricado pelo presidente do Conselho de Administração do SUCH, Paulo Jorge Rendeiro Sousa, e pela Presidente da ESEnfC, Aida Maria de Oliveira Cruz Mendes, «o SUCH disponibilizará as refeições que não sejam diariamente consumidas nas suas instalações», enquanto «a ESEnfC disponibilizará os recursos humanos e meios, para a recolha dos alimentos, registo e quantidade de alimentos, acondicionamento em condições de segurança alimentar e registo e entrega dos bens alimentares aos estudantes».

Uma vez que este donativo incidirá apenas sobre as refeições que não sejam consumidas no refeitório da ESEnfC (instalações do Polo C), «não fica estabelecida qualquer quantidade mínima de doação de refeições ou componentes de refeição, nem a obrigatoriedade da sua disponibilização diária», lê-se também no documento ontem assinado.

De acordo com a professora Aida Cruz Mendes, «a ESEnfC acredita que é possível construir um mundo mais inclusivo e respeitador do ambiente» e que «educar para a responsabilidade social» deve ter por base «a realização de ações concretas, aplicadas no quotidiano».

Diminuir o desperdício alimentar e melhorar condições de aprendizagem

«A assinatura deste protocolo de colaboração com o SUCH materializa a preocupação destas duas instituições de diminuir o desperdício alimentar e, simultaneamente, apoiar os estudantes, criando-lhes as melhores condições de aprendizagem», sublinha a Presidente da ESEnfC, agradada pela «pronta disponibilidade do SUCH ao desafio que lhe foi lançado».

Com esta ação, a ESEnfC colabora no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com os quais se comprometeu publicamente, nomeadamente “Erradicar a Pobreza” (ODS1), “Erradicar a Fome” (ODS2), “Educação de Qualidade” (ODS4), “Reduzir as Desigualdades” (ODS10), “Produção e Consumo Sustentáveis” (ODS12) e “Parcerias para a Implementação dos Objetivos” (ODS17).

Pelo SUCH, o diretor regional do Centro, Pedro Dias, refere que «é com enorme prazer e orgulho» que a associação privada sem fins lucrativos que representa «se associa a esta causa, apoiando os alunos carenciados e contribuindo desta forma para a redução do desperdício alimentar e combate à fome».

«Um dos valores mais importantes do SUCH é a responsabilidade social, pelo que esta cooperação representa mais um passo nesse sentido, ajudando-se quem mais precisa. Numa sociedade em que o flagelo da fome é uma realidade bem presente e perto de nós, se todos contribuirmos, por muito pequeno que seja o gesto, terá sempre um grande impacto junto de quem recebe», defende este responsável da organização tutelada pelos ministérios da Saúde e das Finanças.

Quase 500 estudantes com bolsa de ação social

No âmbito do presente protocolo, que ontem mesmo entrou em vigor, pelo prazo de um ano, considera-se estudante com carência económica todo o estudante que solicitar integrar o programa de apoio alimentar, mediante avaliação das necessidades pela técnica superior de Serviço Social da ESEnfC.

O SUCH assegura o serviço de alimentação na ESEnfC, através da exploração do refeitório situado no Polo C e do bar do Polo A.

No ano letivo que agora termina, a ESEnfC contou com um total de 2062 estudantes inscritos, dos quais 1472 frequentaram a licenciatura, sendo que 489 beneficiaram de bolsa de ação social.

Iniciativa vai apoiar 200 cidadãos durante 1 ano, no acesso aos medicamentos prescritos
O Programa abem: Rede Solidária do Medicamento é um dos projetos vencedores do Prémio Caixa Social 2022, promovido pela Caixa...

O Programa abem: distinguiu-se na categoria “Recuperação e Resiliência do setor social” e foi apoiado com 18.507€, que serão aplicados no Fundo Solidário abem:, utilizado exclusivamente para comparticipar medicamentos a pessoas em situação de carência socioeconómica.

No âmbito do apoio da Caixa Geral de Depósitos, Paulo Moita de Macedo, Presidente da Comissão Executiva da CGD refere: “A situação pandémica confrontou a Sociedade com desafios extremamente exigentes e elevados impactos sociais, económicos e financeiros. O setor social teve a capacidade e a coragem de se reorganizar e reinventar, desempenhando um papel determinante na resposta às inúmeras necessidades da população mais vulnerável. Enquadrando-se na missão e desígnio da Caixa, os Prémios Caixa Social têm vindo a contribuir para o crescimento sustentável e inclusivo através do apoio às organizações sociais, que diariamente trabalham junto de quem mais precisa.

O «Programa abem: Rede Solidária do Medicamento» encontra-se plenamente alinhado com este propósito, merecendo o nosso apoio de forma a garantir o acesso a medicação prescrita a mais 200 beneficiários em situação de carência socioeconómica e evitar o agravamento da situação de saúde. Mais do que nunca precisamos de organizações capazes de desenvolver soluções inovadoras para os problemas sociais que persistem na sociedade.”

 

 

Reforçar o investimento em inovação e garantir a introdução de tratamentos e vacinas de última geração no país
Helena Freitas acaba de ser nomeada como Country Lead da Sanofi Portugal, posição que acumula com a de General Manager da área...

Helena Freitas entrou para a Sanofi há quase 6 anos, como Diretora de acesso ao mercado e Public Affairs e desempenhava atualmente funções de General Manager da área de Vacinas. Assume agora a posição de Country Lead de uma das maiores companhias farmacêuticas a operar e investir no nosso país, sendo responsável por conduzir os caminhos da Sanofi, garantindo o alinhamento entre as unidades de negócio, e pelo sucesso da implementação da estratégia Play to Win, tanto a nível interno quanto externo.

“É uma honra para mim poder contribuir para uma companhia que é líder global em cuidados de saúde e poder liderar equipas que perseguem o poder da ciência para melhorar a vida das pessoas! Enquanto GM da área de Vacinas a minha missão é a de construir um mundo em que ninguém sofra ou morra de uma doença que possa ser prevenida através da imunização. Agora, enquanto Country Lead em Portugal, esta missão eleva-se! Vamos continuar a apostar no nosso país, trazendo inovação para os profissionais de saúde e os doentes, estabelecendo parcerias para encontrar soluções que promovam a equidade na saúde e a sua sustentabilidade. Para isso contamos com uma equipa diversificada e muito talentosa em Portugal a quem desde já agradeço todo o apoio.” afirma Helena Freitas.

Com mais de 20 anos de experiência, e sempre orientada para os resultados, Helena Freitas tem sido uma profissional inspiradora e um verdadeiro exemplo de uma liderança inclusiva e empática, com uma mentalidade inovadora, um forte background financeiro e uma sólida experiência profissional nas áreas comercias, assuntos governamentais e acesso ao medicamento. É licenciada em Economia pela Universidade do Porto e mestre em Administração de Empresas pela AESE Business School.

O seu conhecimento do ecossistema de saúde português e a sua vasta experiência no setor farmacêutico serão elementos fundamentais para o sucesso do seu trabalho nesta nova posição.

“A minha ambição é continuar a reforçar o investimento em inovação e garantir a introdução de tratamentos e vacinas de última geração no nosso país” refere a nova Country Lead.

 

Nutricionista Iara Rodrigues responde a dúvidas
Manter o peso desejado pode ser uma verdadeira odisseia para muitas pessoas.

O primeiro passo para atingir os seus objetivos é cair menos em tentação, ou seja, fazer escolhas mais saudáveis. Além disso, deve ter em atenção que o que come deve estar em linha com as suas necessidades: peso, altura, nível de atividade física, sexo e idade.  

O segundo passo é cuidar da sua microbiota (flora) intestinal. Quanto mais variada for a comunidade de microrganismos presentes no intestino, melhor será a sua saúde e bem-estar, até porque algumas bactérias que habitam o intestino têm um papel de relevo na prevenção e tratamento do excesso de peso e da obesidade. Por exemplo, a proteína ClpB é produzida pelas enterobactérias Hafnia alvei, que atuam no controlo do apetite ao comunicar com os neurónios responsáveis pela sensação de saciedade. 

Em terceiro lugar deve comer alimentos mais ricos em energia nos períodos de maior atividade, geralmente durante a manhã e ir reduzindo o aporte ao longo do dia. E, por outro lado, evitar comer fora dos horários estabelecidos para as refeições, para que o organismo utilize as reservas de gordura como energia. 

Mas, para que não restem quaisquer dúvidas sobre o que comer foi criada a parceria “Tem perguntas sobre Dieta Alimentar? A equipa Clínica Iara Rodrigues pode ajudar”, onde poderá encontrar respostas para as dúvidas relacionadas com a alimentação durante todo o verão. Entretanto, pode tomar nota de cinco dicas que vão fazer a diferença para o bom funcionamento do seu organismo: 

1. Mais alimentos ricos em fibra, menos alimentos processados. A fibra é um prebiótico, os prebióticos estimulam o crescimento e/ou atividade dos probióticos, como a Hafnia alvei, uma estirpe naturalmente presente na microbiota intestinal humana. Estes alimentos apresentam, em geral, um baixo valor calórico e conferem saciedade. Além disso, os alimentos de origem vegetal são ricos em fitoquímicos, muitos deles com importantes funções na regulação da microbiota, de forma benéfica, e ainda na regulação do metabolismo, facilitando a degradação de gordura. Acresce que a ingestão destes alimentos potencia a ingestão de vitaminas e minerais, fundamentais no combate ao stress oxidativo e à inflamação. Quanto aos alimentos processados, têm normalmente valores calóricos elevados, bem como emulsionantes ou adoçantes que podem alterar a microbiota intestinal com impacto metabólico não desejável, como inflamação crónica de baixo grau e consequentemente resistência à insulina. 

2. Escolha gorduras de boa qualidade. Privilegie o azeite como gordura de adição e reduza o consumo de alimentos ricos em gordura, como as carnes gordas, leite e derivados, enchidos, etc. Os frutos secos apesar de serem ricos em gordura, contém gordura de boa qualidade que nos confere saciedade, por isso são uma boa escolha para fazer uma pequena refeição a meio do dia. Dentro das gorduras polinsaturadas, privilegie as gorduras ómega-3, presentes sobretudo na gordura do peixe, uma vez que favorecem a perda de peso. 

3. Imponha limites ao açúcar. Eduque o paladar e reduza gradualmente a quantidade de açúcar. O consumo de açúcar leva à libertação da insulina e esta hormona está implicada não só na regulação do apetite como também em processos metabólicos que gerem a forma como armazenamos energia (gordura) no organismo. 

4. Atenção ao sal. O consumo de sal está associado ao aumento da pressão arterial e ao risco de acidente vascular cerebral, mas também à obesidade. Evite a adição de sal na confeção das refeições e opte por ervas aromáticas e especiarias para garantir refeições saborosas. 

5. Beba (muita) água. A água é essencial para o bom funcionamento do organismo: ajuda a regular a temperatura do nosso corpo, a eliminar as toxinas e a estimular o trânsito intestinal. Por isso, beba água e chás não açucarados e coma sopas. As reações químicas do organismo ocorrem em meio aquoso. Já as bebidas alcoólicas são de evitar, uma vez que têm muitas calorias. 

Fonte: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Causa mais frequente de cegueira irreversível acima dos 60 anos
A Degenerescência Macular da Idade ou DMI é a causa mais frequente de cegueira irreversível acima do

A doença afeta a visão central. A visão central permite-nos ler, conduzir, reconhecer faces, perceber as cores e, em geral, desempenhar todo o tipo de atividade que exija uma visão do detalhe. Acima dos 50 anos, 1 em cada 7 pessoas pode revelar os primeiros sinais da presença desta doença, sendo em geral assintomáticas. Com o decorrer do tempo podem surgir problemas de definição, distorção da imagem (metamorfopsia) ou perda da visão central (escotoma). Entretanto, deve realçar-se que esta doença não produz perda total de visão. De facto, a maioria das pessoas com doença avançada mantém uma visão da periferia, a visão navegacional.

A prevalência (número total de casos) aumenta com o grupo etário, sendo de 15% dos 65 aos 74 anos, 25% dos 75 aos 84 anos e de 30% acima dos 85 anos. Embora a taxa de incidência (número de novos casos/grupo etário) não esteja a aumentar, o número total de casos está a aumentar devido ao envelhecimento acentuado da população portuguesa. Aplicando as supramencionadas taxas de prevalência por grupo etário aos dados da PORDATA para a população portuguesa, estima-se que haja cerca de 400.000 pessoas sofrendo de DMI em Portugal.

A DMI assume 3 estadios evolutivos: a forma precoce, a intermédia e a tardia. A forma precoce é assinalada pela presença na retina de pequenas formações de cor amarelada, os drusen, em pessoas geralmente assintomáticas. A forma intermédia caracteriza-se pela presença de drusen com maiores dimensões (acima de 125 µm ou 1/10 de milímetro) e de alterações pigmentares na retina, podendo ser igualmente assintomática. Só o médico oftalmologista poderá efetuar o diagnóstico da presença destas duas formas de doença numa consulta de rotina. A forma tardia pode ser de dois tipos: em 80-90% dos casos, uma forma de atrofia progressiva da retina com perda relativamente lenta da visão, embora possa ser relativamente acentuada em alguns casos; em 10-20% dos casos, uma forma exsudativa, com presença de vasos anormais na retina ou imediatamente abaixo dela, que promovem a sua perda de transparência e a sua destruição estrutural, condicionando uma perda acentuada da visão que pode ser muito rápida.

A prevenção assenta numa dieta normal, com presença de fruta e peixe e abstenção de fumar. Existe evidência sugerindo que certos complexos vitamínicos poderão ser eficazes no atraso da progressão da doença, mas deverão ser prescritos apenas nos casos de DMI intermédia. Pessoas cujos pais tiveram DMI possuem um risco aumentado.

As formas exsudativas serão até 20% das formas tardias, sendo a sua prevalência de 1% no grupo dos 55-65 anos e até 4,4% no grupo acima dos 75 anos, o que dará um número estimado de prevalência acima de 7000 doentes necessitando de tratamento. Como os doentes não tratados desenvolvem atrofia da retina e perda irreversível da visão, não é de surpreender que muitos doentes com forma atrófica possam ter tido no

passado uma janela de tratamento que, entretanto, passou. Por isso mesmo, não é de surpreender que se aplicarmos os dados da prevalência da DMI exsudativa aos dados populacionais da PORDATA esse número final possa ser quatro vezes superior.

O tratamento das formas exsudativas consiste na administração de fármacos anti-angiogénicos por injeções no olho (intra-vítreas). O resultado do tratamento depende do número de injeções administradas, devendo ser de 8 injeções, em média no primeiro ano (alguns doentes poderão ter que fazer mais injeções; outros menos) e de 5-6 injeções, em média, no segundo ano, existindo variabilidade entre doentes e entre as formas da própria doença exsudativa. A doença exsudativa pode ser do tipo 1 (membrana neovascular abaixo da retina), do tipo 2 (membrana neovascular acima da retina com atrofia), do tipo 3 (alterações vasculares na retina média) e ainda a chamada vasculopatia polipoide da coroide. É de admitir que em muitos doentes, mas não em todos, o número de injeções vá diminuindo ao longo dos anos. Mais importante que tudo, importa sublinhar que é crucial evitar recaídas da doença, o que implica mais atrofia e um certo grau de perda de visão irreversível. Tudo deve ser feito para evitar essas recaídas. Os medicamentos anti-angiogénicos administrados agem dentro do olho impedindo o crescimento dessas membranas neovasculares anormais e a consequente destruição da retina central, a mácula.

Um ponto fundamental é o atraso no diagnóstico da doença e no respetivo tratamento. Cerca de metade dos casos já se apresentam ao médico oftalmologista com visão abaixo da visão de leitura e 20% já se apresentam com apenas 10% de acuidade visual (20/200, 35 letras ETDRS). De facto, estes doentes perdem 5 letras numa escala de leitura ETDRS por cada duas semanas de atraso. Cerca de 76% dos doentes têm visão de um décimo ao fim de 3 anos, quer devido ao atraso de diagnóstico quer ao tratamento insuficiente. Quando se possui um olho com uma forma exsudativa, o segundo olho tem um risco de 4 a 19% por ano de ser também envolvido. Por consequência, é muito importante, não só a consulta regular com o médico oftalmologista, que deve ser tanto mais frequente quanto maior for o escalão etário a que se pertença, mas também a auto-monitorização com uma grelha de Amsler, que é aproximadamente, uma folha de um caderno de exercícios de matemática. A distorção ou interrupção ou encurvamento das linhas deverá motivar uma consulta imediata com o médico oftalmologista. Muito importante também é não faltar aos tratamentos. Sempre que essa ausência seja inevitável, é necessário reagendar o tratamento mediante contacto imediato com o médico ou o hospital sede do tratamento.

A grande maioria dos doentes com DMI exsudativa, se tratada convenientemente por forma a evitar recidivas, progride muito mais lentamente e poderá conservar o seu nível de visão de apresentação durante bastante tempo. Existe mesmo a possibilidade que entre 30 a 40% dos doentes possam melhorar a visão que apresentavam quando acorreram ao médico oftalmologista pela primeira vez.

Ler mais:

https://spoftalmologia.pt/wp-content/uploads/2015/10/Degeneresc%C3%AAncia-Macular-Ligada-%C3%A0-Idade.pdf

https://www.ger-portugal.com/retrievedocumentos.aspx?id=77

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Mediante inscrição
A amamentação é um momento muito especial que pode, contudo, gerar muitas preocupações e ansiedade às mães. Para saber como ter...

Na mesma sessão, a terapeuta da fala, e instrutora de Baby Signs, Carina Pinto vai ensinar os pais a comunicar com os seus bebés, antes de começarem a dizer as primeiras palavras.

Para promover uma gestação tranquila e um parto mais preparado, no dia 30 de julho, pelas 10h00, a enfermeira Carmen Ferreira, especialista em saúde materna e obstétrica e autora do blog “Bebé Saudável” e dos livros – “Estamos Grávidos! E agora?” e “Nascemos! E agora?” –, estará presente para ensinar as futuras mães a manterem-se ativas durante a gravidez.

O sono dos bebés é outro assunto que preocupa os pais, e o excesso de informação sobre o tema contribui para o aumento da ansiedade e da confusão junto das famílias. Para abordar os principais mitos sobre este tema, estará presente a psicóloga pediátrica, da ForBabiesBrain, Clementina Almeida.

Nestas duas sessões, as famílias vão ter ainda a oportunidade de conhecer as potencialidades das células estaminais e a sua aplicação terapêutica. Um especialista da Crioestaminal – o laboratório português líder em Células Estaminais e o único com acreditação internacional pela Association for the Advancement of Blood & Biotherapies (AABB) - vai explicar tudo sobre a utilização destas células em Portugal e sobre a adesão ao serviço de criopreservação.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na plataforma dos eventos.

 

 

 

 

Estudo
No final de dezembro de 2020 iniciou-se a administração das primeiras vacinas contra a covid-19 em Portugal. Entre a crença...

O estudo, realizado entre 21 de abril e 10 de maio de 2021, incluiu um questionário online a 1062 professores (educação pré-escolar, ensinos básico, secundário e superior) e a 890 profissionais de saúde (médicos, farmacêuticos, enfermeiros e dentistas) e um questionário por entrevista telefónica assistida por computador a 602 idosos não institucionalizados.

O trabalho foi coordenado por Teresa Herdeiro, investigadora do Instituto de Biomedicina (iBiMED). A investigação foi também assinada por Tânia Silva e Marta Estrela, igualmente investigadoras daquela unidade de investigação da UA, e contou com a participação de Fátima Roque e de Vítor Roque do Instituto Politécnico da Guarda, de Eva Gomes, da Universidade do Porto, e de Adolfo Figueiras, da Universidade de Santiago de Compostela.

De uma forma geral, sublinha Teresa Herdeiro, “os resultados mostraram que quem tinha maior preocupação quanto à segurança e eficácia das vacinas, era também mais cético em relação à vacinação contra a covid-19”. Este dado foi transversal aos três grupos em estudo (profissionais de saúde, professores e população idosa).

“É igualmente importante salientar que os participantes no estudo que apresentavam maior confiança nas entidades e instituições de saúde, também apresentavam maior predisposição a aceitar a vacinação. Estes dados mostram a importância das instituições de saúde na transmissão da informação às populações”, alerta a investigadora.

Teresa Herdeiro revela que “embora a maioria dos participantes tivesse consciência dos benefícios da vacinação, uma pequena, mas significativa proporção dos inquiridos mostrou preocupação sobre a eficácia da vacina e seus efeitos indesejáveis, e alguns tencionavam recusar a vacinação”. De uma forma global, aponta, “os resultados obtidos neste estudo evidenciam uma elevada confiança da população na vacinação contra a covid-19”.

Tomar ou não tomar?

Cerca de 60 por cento dos profissionais de saúde e idosos e aproximadamente metade dos professores já tinham sido vacinados com a primeira dose, na altura da realização do estudo. Por outro lado, cerca de 10 por cento de todos os participantes referiram que não estavam dispostos a receber a vacina quando esta lhes fosse disponibilizada.

Embora os participantes estivessem conscientes do potencial da vacinação para pôr fim à pandemia da covid-19, principalmente através da prevenção da infeção e das complicações associadas, o estudo conclui que uma grande proporção dos inquiridos (superior a 30 por cento) se mostrou cética em relação a este resultado.

A hesitação na vacinação, aponta o trabalho, estava principalmente relacionada com a incerteza sobre a eficácia e possíveis efeitos indesejáveis da vacina, particularmente entre professores e profissionais de saúde (cerca de 50 por cento), e não com a origem do fabricante da vacina, salientando a necessidade de aumentar a confiança na vacina.

Mais de 75 por cento dos participantes consideraram as autoridades competentes como uma fonte de informação fiável relativamente à vacinação contra a covid-19.

O estudo conclui ainda que, enquanto cerca de 90 por cento dos professores e profissionais de saúde gostariam de ser testados quanto à resposta imunitária obtida após infeção por covid-19 ou vacinação, apenas cerca de dois terços dos idosos partilhavam o mesmo desejo.

Parceria entre Universidade Europeia e APIFARMA
Os estudantes dos vários níveis de ensino e investigadores da Universidade Europeia terão, a partir de agora, a possibilidade...

Esta colaboração permite, a estudantes e investigadores da Universidade Europeia, o acesso a instalações e equipamentos da indústria farmacêutica e a oportunidade de desenvolverem projetos colaborativos de âmbito nacional e internacional, com profissionais do setor. Haverá, igualmente, um reforço, valorização e alargamento de ofertas formativas especializadas, nomeadamente nas áreas de pós-graduação em domínios farmacêuticos, de gestão e regulação na indústria farmacêutica e de saúde baseada em valor. Com esta preparação técnica e profissional especializada prevê-se ainda, através deste protocolo, o alargamento do número de profissionais qualificados que poderão aceder a uma carreira na Indústria Farmacêutica e na área das Ciências da Vida.

“O estabelecimento desta parceria com uma organização como a APIFARMA, reconhecida pelo muito relevante trabalho desenvolvido na indústria farmacêutica, significa associar a Universidade Europeia a esta área e a um conjunto de empresas absolutamente fundamentais para o desenvolvimento do tecido empresarial português e, juntas, podermos elevar ainda mais a qualidade e inovação do ensino superior em Portugal. É mais um passo no caminho que a nossa instituição tem vindo a construir na área das Ciências da Saúde em Portugal, com o forte investimento que tem feito (tecnologia, inovação, capital humano e novos programas) e na dinamização do crescimento económico e social do nosso país”, destaca a Reitora da Universidade Europeia, Hélia Gonçalves Pereira.

Uma perspetiva acompanhada pelo presidente da APIFARMA, João Almeida Lopes, que acrescenta: “há muito que a APIFARMA sublinha a relevância do ensino superior para a dinamização da Ciência e da Economia em Portugal. A indústria farmacêutica nacional está muito motivada com este projeto que formará futuros profissionais mais completos e que eleva a qualidade e a eficiência do ensino aos padrões de referência internacionais. Sendo certo que a melhor aprendizagem é aquela que é adquirida com um conhecimento do contexto profissional, esta parceria é uma possibilidade única e que garantirá aos alunos da Universidade Europeia um desenvolvimento académico ímpar”.

Com este protocolo, a Universidade Europeia pretende dar continuidade ao reforço da sua capacidade de diferenciação no âmbito do ensino das Ciências da Saúde, tendo por base o conhecimento profundo que tem adquirido nos últimos anos, promovendo a indispensável ligação ao mundo real das entidades do terceiro setor e, desta forma, contribuir para a formação de profissionais qualificados para ir ao encontro das necessidades da sociedade portuguesa e ajudar ao enriquecimento da rede de ensino superior em Portugal.

Diligências
Lamentando a ocorrência de “eventos de índole comprometedora à prestação de cuidados de Emergência Médica”, a Sociedade...

“A Sociedade Europeia de Emergência Médica, tem vindo a acompanhar os desenvolvimentos dos Serviços Médicos de Emergência em Portugal e desde já lamenta que ocorram eventos de índole comprometedora à prestação de cuidados de Emergência Médica, como aqueles que temos assistido pela sua divulgação através dos órgãos de comunicação social”, escreve em comunicado.

“Do entendimento que detemos e depois das tentativas já levadas a efeito por diversas entidades, sem que qualquer efeito fosse produzido no sentido de colmatar as insuficiências funcionais e organizacionais dos Serviços Médicos de Emergência”, a Sociedade irá avançar com o pedido da criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

 

Saúde e bem-estar
A hidratação, a utilização de produtos com fórmulas que combinam vários elementos e o cuidado do cor

A Atida | Mifarma, plataforma online de saúde e bem-estar, sabe que adotar rotinas de autocuidado ajuda a melhorar o bem-estar e a saúde por dentro e por fora. Embora a prioridade nesta altura do ano seja “desligar” e descansar, é fundamental manter alguns hábitos de cuidado básicos durante as férias, pelo que a empresa preparou um guia de cuidados que pode pôr em prática durante estes meses, de forma rápida e fácil:

1. Utilizar produtos “all in one” para cuidar do rosto (e poupar tempo). Uma rotina de cuidados faciais fará com que sinta a pele do rosto muito mais cuidada, revitalizada e saudável. Para o fazer de forma eficiente e sem perder tempo de praia ou piscina, a Atida | Mifarma recomenda produtos que combinem vários elementos, como vitamina C, E e ácido hialurónico, aplicados diariamente, de preferência de manhã e à noite. Existem também fórmulas combinadas que incluem proteção SPF50 e que, para além de nutrir a pele, a protegem dos raios solares. Para além destes passos básicos, pode incluir na sua rotina séruns revitalizantes para sobrancelhas ou contornos de olhos, entre outros.

2. Manter o cabelo hidratado e cuidado. Isto é algo essencial durante todo o ano, mas especialmente durante os meses mais quentes, devido a fatores como a incidência do sol ou o efeito do cloro da piscina. Para cuidar deste ponto sem perder horas de descanso, existem diversas opções de champôs hidratantes que nutrem o cabelo e o couro cabeludo e proporcionam brilho e suavidade. Para complementar, é aconselhável aplicar séruns que estimulem a hidratação e reparação do cabelo.

3. Garantir uma pele saudável e resiliente para mitigar os efeitos do sol. A pele está constantemente exposta e precisa de cuidados diários para se manter saudável e resistente, sobretudo nos meses em que a exposição solar é maior. Pode optar por loções e géis corporais adequados para todos os tipos de pele que nutrem, hidratam e suavizam. No caso dos hidratantes, optar por aqueles com uma textura não oleosa e não gordurosa – são a solução ideal para o quotidiano, especialmente após o banho.

4. Evitar os calcanhares magoados. As sandálias, sejam planas ou de salto, são as rainhas desta época – mas, em conjunto com andar descalço na praia ou na piscina, podem afetar os seus calcanhares. As fissuras, secura, rugosidade ou simplesmente os pés cansados são situações típicas e é, por isso, aconselhável utilizar bálsamos com aloé vera, que aliviam os sintomas.

“Elaborámos este guia simples porque queremos continuar a ser o aliado de todos aqueles que procuram cuidar da sua saúde por dentro e por fora. Foi com este objetivo em mente que surgiu a Atida, uma marca própria da Atida | Mifarma que resolve as necessidades do dia-a-dia e pretende tornar as rotinas de cuidado pessoal mais fáceis e acessíveis,” afirma Verónica Núñez, farmacéutica da Atida I Mifarma. “A Atida não é apenas uma marca de beleza, mas uma opção viável para quem procura estar bem a todos os níveis, apresentando uma vasta gama de produtos que fazem parte da nossa rotina diária.”

 

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Dia Mundial do Cérebro assinalou-se no dia 22 de julho
As doenças neuromusculares incluem-se no grupo das doenças raras e englobam um conjunto alargado de

Estima-se que em Portugal existam mais de 5 mil doentes neuromusculares distribuídos pelas diferentes patologias, em alinhamento com os dados estatísticos internacionais disponíveis.

As doenças neuromusculares podem ser debilitantes, uma vez que destroem ou danificam os neurónios (células nervosas), impedindo que estes comuniquem com o cérebro. Perante este fator, assistimos a uma diminuição progressiva da qualidade de vida dos seus portadores.

Os portadores destas doenças podem ter sintomas, tais como fadiga e fraqueza muscular, que, normalmente, se vão agravando ao longo do tempo. Existem outros sintomas que dependem do tipo de distúrbio neuromuscular e da parte do corpo afetada, podendo apresentar-se em qualquer fase da vida.

Existem doenças neuromusculares que também apresentam envolvimento direto do sistema nervoso central, seja envolvimento do corno anterior da medula espinhal (como a Esclerose Lateral Amiotrófica), visual (como nas doenças mitocondriais) ou mesmo cerebral (doenças metabólicas). Outras afetam exclusivamente o sistema nervoso periférico.

Indiretamente, as doenças neuromusculares cursam frequentemente com dor, perturbações do sono, depressão, ansiedade e reduzem qualidade de vida dos nossos doentes e afetam o seu desempenho profissional e social.

Na sua grande maioria, estas doenças não têm, por enquanto, cura. No que diz respeito ao tratamento, acredita-se que os diversos problemas que afetam os doentes neuromusculares podem ser reduzidos através do apoio das equipas multidisciplinares, que permitirá alcançar um diagnóstico precoce e um tratamento mais adequado.

Por outro lado, os portadores de doenças neuromusculares que recebem diagnósticos tardios ou carecem de apoio experienciam crescentes problemas médicos e sociais, como resultado, os cuidados continuados são de extrema importância.

Desta forma, é importante que os sintomas não sejam ignorados e que as consultas não sejam adiadas. Cuide da saúde do seu cérebro.

 

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
O ovo contém nutrientes muito benéficos para o cuidado da pele e do cabelo
O ovo é um dos alimentos mais consumidos em todo o mundo – contudo, o que talvez não saiba é que é t

Fonte natural de proteína e nutrientes, o ovo pode ajudar a aumentar a densidade, luminosidade e suavidade do cabelo. É também um forte aliado do cuidado do rosto, pois ajuda a combater pontos negros, acne e inchaços, para além de hidratar e acalmar a pele, sendo aconselhado no tratamento de queimaduras.

Uma rotina completa à base de ovo

1. Máscara facial

A clara de ovo tem propriedades únicas para tonificar e iluminar o rosto, já que elimina as impurezas que se acumulam nos poros e pode ser aplicada em qualquer tipo de pele.

1.1. Peles oleosas ou com tendência acneica

O ovo é o aliado perfeito para as peles oleosas, limpando a pele de forma completa e tratando o acne sem alterar o pH. Pode reduzir eficazmente o excesso de óleo com a aplicação de uma máscara adequada, que atue de forma eficaz sem danificar a pele ou a secar.

1.2. Peles secas

O ovo ajuda a hidratar a pele em profundidade e é, por isso, recomendado para peles secas e desidratadas. Os especialistas recomendam a utilização de fórmulas com ovo e azeite, como um creme de hidratação intensa, que deverá ser aplicado de manhã e/ou à noite com uma massagem suave, para garantir total absorção.

1.3. Peles muito secas

Para nutrir a pele em profundidade, aconselha-se uma máscara especial feita com 1 clara de ovo, 15g de iogurte natural ou azeite e 10g de casca de laranja ralada. A mistura deve atuar no rosto durante 10 a 15 minutos e, depois de enxaguar, deve aplicar-se um creme hidratante.

2. Eliminar os papos dos olhos

A clara de ovo é um dos melhores ingredientes naturais para tratar os papos nos olhos, pois reduz visivelmente a inflamação. Um creme de contorno de olhos que contenha este ingrediente poderá ser muito útil.

3. Condicionador para o cabelo

Para obter um cabelo macio, maleável e brilhante, recomenda-se a utilização regular de um amaciador que contenha, para além de ovo, azeite ou óleo de coco.

4. Máscaras capilares

4.1. Para combater a caspa

Basta bater claras numa tigela e adicionar algumas gotas de sumo de limão. Aplique o resultado no couro cabeludo com uma massagem suave e deixe repousar durante 30 minutos. Depois de enxaguar, lave o cabelo com o seu champô habitual.

4.2. Para cabelos oleosos

A clara de ovo é um grande aliado para cabelos oleosos, já que combate o excesso de sebo e regula o pH do couro cabeludo sem afetar a produção de óleos naturais. Nada como aplicar uma máscara capilar com limão e ovo para ajudar a combater este problema.

4.3. Para cabelos secos

Os cabelos secos e sem brilho têm muito a ganhar com um champô que contenha clara de ovo e leite de coco, oferecendo os nutrientes de que o cabelo necessita para se regenerar.

4.4. Para cabelos baços e caídos

Acrescentar ovo e limão ao seu champô pode ajudar muito a aumentar o brilho e volume do cabelo, restaurando a sua vivacidade.

“O ovo tem propriedades fantásticas para promover a saúde e equilíbrio da pele e do cabelo, pelo que podemos e devemos incluí-lo na nossa rotina de higiene e cuidado,” afirma Reme Navarro, farmacêutica e Business Strategy da Atida para o Sul da Europa. “Na Atida | Mifarma queremos apoiar todos, através da nossa oferta e aconselhamento, para que estes hábitos possam ser facilmente incorporados nos momentos de autocuidado, sem esforços adicionais.”

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
2,6 mil milhões de dólares de investimento em 2021
De acordo com um estudo da consultora Evaluate Medtech, o setor das tecnologias da saúde investiu 17.200 milhões de dólares em...

Até 2028, a tendência será para continuar a investir em I&D, acompanhando as necessidades em saúde a nível mundial. Segundo o estudo da Evaluate Medtech, a  Medtronic, à semelhança do que tem acontecido nos últimos anos, será a empresa que mais investirá em investigação e desenvolvimento nos próximos seis anos, com uma previsão de 3,4 mil milhões de dólares (3,37 mil milhões de euros) investidos até 2028, o que representará cerca de 7,7% das vendas.

Até 2020, o investimento da Medtronic em investigação e desenvolvimento totalizou os 2,5 mil milhões de dólares (2.478 milhões de euros), sendo que o valor foi ultrapassado em 2021, com o investimento total nesta área a chegar aos 2,6 mil milhões de dólares (2.577 milhões de euros), representando 8,3% das vendas.

“É com muito orgulho que constatamos que a nossa liderança não se manifesta apenas em market share, mas também no investimento em investigação e desenvolvimento de novas soluções tecnológicas para a saúde. O nosso objetivo é melhorar e salvar vidas através da inovação das tecnologias de saúde. Para tal, colaboramos com profissionais de saúde e doentes, permitindo uma participação conjunta na solução terapêutica e colaborando na literacia e no desenvolvimento do conhecimento da saúde em geral”, afirma Luís Lopes Pereira, diretor-geral da Medtronic Portugal.

Relativamente a vendas, a consultora indica que a Medtronic - que em 2021 liderou o mercado - continuará em primeiro lugar, aumentando a sua quota de mercado.

Em 2020, as 10 maiores empresas de tecnologia em saúde investiram 15 mil milhões de dólares (14.869 milhões de euros) em novas tecnologias, um investimento que em 2021 voltou a crescer. Segundo a Evaluate Medtech, a tendência será para que este investimento se mantenha, mas com uma redução ao longo dos próximos seis anos.

Saúde e Beleza
A bichectomia é uma cirurgia realizada para remover a Bola de Bichat, tecido gorduroso presente na f

Qual o objetivo da cirurgia?

Segundo o dentista, o procedimento é feito por pacientes que procuram um afinamento da face, criando a sensação de que a pessoa está mais magra.

“Também vale lembrar que ele é indicado para pessoas que mordem as bochechas com frequência por terem um maior volume de tecido nessa região”, disse.

Como a cirurgia é realizada?

Conforme o dentista, são realizadas incisões dentro da boca de 1 a 2 cm, com anestesia local, com ou sem sedação.

“A gordura é tracionada e retirada. Geralmente é um procedimento super-rápido, que dura cerca de 40 minutos. O inchaço é variável para cada paciente, mas normalmente dura cerca de uma semana.”

Podem existir complicações?

Ajuz explicou que existem algumas complicações possíveis, como: sangramento, infeções, e outras mais específicas, porém igualmente raras.
“Diante disso, é sempre muito importante confiar no profissional com quem você realizará seu procedimento, seja ele qual for. O seu tempo de trabalho, as outras cirurgias que ele realizou. Vivemos em uma época em que apenas a rede social vale, mas quando falamos de saúde e beleza, devemos olhar muito além disso”, finalizou.

 

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Enfermeiro especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica
António Fernando Salgueiro Amaral é novo Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), eleito ontem (dia 20...

O docente, que tomará posse brevemente, assume a liderança da instituição, no último mandato exercida pela professora Aida Maria de Oliveira Cruz Mendes que, por limite de idade, não se recandidatou ao lugar.

Competência, compromisso e cooperação são palavras-chave – de resto, também o título – de um programa de ação, sufragado pelo Conselho Geral da ESEnfC, através do qual Fernando Amaral elege como prioridades a integração na Universidade (por direito próprio e agora também ancorado no início da oferta do doutoramento, programa de 3º ciclo ministrado em colaboração), a valorização do ensino, da cooperação e da internacionalização, o incentivo à investigação e a criação de uma escola aberta para o mundo.

«Garantir as condições para que nenhum estudante fique para trás em razão de condicionalismos económicos e ou sociais, consolidar a marca ESEnfC no panorama nacional e internacional e promover a Escola como um ambiente de estudo cultural e socialmente cativante e promotor do bem-estar para todos» são compromissos do professor coordenador da ESEnfC.

Por outro lado, o novo Presidente eleito assume «o propósito de uma gestão pelo conhecimento e na conciliação trabalho e vida particular, que permita desocultar os talentos de cada um dos profissionais e maximizá-los, não apenas para que a escola obtenha benefício, mas também para a criação de um ambiente onde cada um se sinta realizado profissionalmente e com maior satisfação e bem-estar».

Além deste «compromisso de trabalhar com todos», com uma candidatura a ocorrer «num tempo de grande imprevisibilidade», Fernando Amaral propõe-se «garantir a transição digital/tecnológica, promovendo a conceção de um verdadeiro sistema de informação, de modo a reduzir trabalho e esforço aos vários níveis da organização, evitando trabalho redundante, menor pegada ecológica, maior eficiência e mais satisfação».

Quem é Fernando Amaral Professor coordenador na ESEnfC, enfermeiro especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica, com a opção de controlo de infeção, o novo Presidente da ESEnfC possui o curso de Pedagogia Aplicada ao Ensino de Enfermagem e o curso de Direção Estratégica de Instituições do Ensino Superior na Cátedra UNESCO da Universidade Politécnica de Catalunha. É mestre em Gestão e Economia da Saúde pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (UC) e doutor em Gestão de Empresas, na especialidade de Estratégia e Comportamento Organizacional, também pela UC, onde realizou uma tese centrada na efetividade dos cuidados de Enfermagem.

Fernando Amaral foi, também, investigador principal de alguns projetos de investigação financiados pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, pela União Europeia e pela Ordem dos Enfermeiros.

Na carreira docente desde 1988 – ingressou na Escola de Enfermagem de Bissaya Barreto –, o atual coordenador do Gabinete de Relações Nacionais e Internacionais da ESEnfC já ocupou os cargos de presidente e vice-presidente do Conselho Científico, do Conselho Pedagógico. Fez, ainda, parte do Conselho Geral nos últimos tês mandatos. O Presidente da ESEnfC é eleito pelo Conselho Geral, órgão de governo composto por 25 membros: 14 representantes dos professores e ou investigadores, três representantes dos estudantes, um representante do pessoal não docente e sete personalidades externas de reconhecido mérito. A eleição é feita por voto secreto, requerendo uma maioria absoluta do número estatutário dos membros do Conselho Geral.

O Presidente da ESEnfC é o órgão superior de governo e de representação externa da instituição e a ele compete a condução da política da Escola, presidindo igualmente ao Conselho de Gestão. O mandato do Presidente tem a duração de quatro anos, sendo-lhe vedada a possibilidade de cumprir além de dois mandatos consecutivos.

Prémio de 100 mil euros
O prazo para entrega das candidaturas à 20ª edição do Prémio BIAL de Medicina Clínica termina no último dia de agosto.

Promovido pela Fundação BIAL, o prémio tem um valor de 100 mil euros e o trabalho vencedor será também publicado em livro.

As candidaturas serão analisadas por um júri independente presidido por Manuel Sobrinho Simões que, para além do vencedor, poderá ainda atribuir, no máximo, duas menções honrosas no valor de 10 mil euros cada.

O Prémio BIAL de Medicina Clínica visa galardoar uma obra intelectual original, de índole médica, com tema livre e dirigida à prática clínica, que represente um trabalho com resultados de grande qualidade e relevância. Não são elegíveis trabalhos publicados sob a forma de artigos, livros ou teses, e, pelo menos um dos autores, tem de ser médico nacional de um país de expressão oficial portuguesa.

Desde o seu início, o Prémio BIAL já distinguiu 105 trabalhos de 302 autores, tendo sido editadas e distribuídas gratuitamente aos profissionais de saúde 41 obras premiadas, num total de mais de 320.000 exemplares.

No total, foram analisadas 686 obras candidatas de 1.742 investigadores, médicos e cientistas de 20 países.

Para além de Manuel Sobrinho Simões, o júri inclui João Bessa (Escola de Medicina - U. Minho), Jaime Branco (Faculdade de Ciências Médicas | Nova Medical School | U. Nova de Lisboa), Filipe Caseiro Alves (Faculdade de Medicina - U. Coimbra), Miguel Castelo-Branco (Faculdade de Ciências da Saúde - U. Beira Interior), Altamiro da Costa Pereira (Faculdade de Medicina - U. Porto), Henrique Cyrne Carvalho (Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar - U. Porto), Helena Leitão (Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas - U. Algarve)e José Melo Cristino (Faculdade de Medicina - U. Lisboa).

O regulamento, formulário de candidatura e mais informação sobre esta edição estão disponíveis aqui.

Entrevista | Dr. Miguel Costa e Silva
Do total de casos diagnosticados, estima-se que a entre 20 e 30% dos doentes com Psoríase sofram de

Considerada uma doença sistémica, estima-se que a psoríase afete cerca de 300 mil portugueses. Uma vez que ainda é mal compreendida, começo por lhe perguntar que doença é esta e a que sinais devemos estar atentos?

A psoríase é uma doença dermatológica crónica, de caráter inflamatório, imuno-mediada e de ocorrência universal. Esta doença pode-se manifestar de várias formas.  A variante mais comum, a psoríase em placas, manifesta-se por placas eritematosas e descamativas, cobertas por escamas esbranquiçadas a prateadas, envolvendo preferencialmente os cotovelos, joelhos, região lombo-sagrada e couro cabeludo, associando-se frequentemente a prurido e escoriações resultantes do ato de coçar. Existem, no entanto, outras formas de psoríase: palmoplantar, gutata (ou em gotas que se caracteriza por pequenas manchas vermelhas bem individualizadas), inversa (ocorre sobretudo nas pregas da pele), pustulosa, eritrodérmica (inflamação atingindo mais de 90% da superfície corporal) e artropática (artrite psoriática). Podíamos falar de psoríases, e não apenas na psoríase.

A partir de que idade podem surgir as primeiras manifestações da doença? Quais as faixas etárias mais atingidas?

A psoríase ocorre em aproximadamente 2% da população mundial, afetando ambos os géneros de forma semelhante. Embora se possa manifestar em qualquer idade, tem uma incidência bimodal, ou seja, apresenta dois picos de incidência: a maioria dos casos ocorre entre os 15 e os 30 anos, havendo um segundo pico entre os 50 e os 60 anos de idade.

Apesar das causas exatas ainda permanecerem desconhecidas, quais os fatores de riscos associados a esta doença? E quais as principais complicações?

Apesar da etiologia da doença não ser totalmente conhecida, reconhece-se o papel da hereditariedade, dos fatores ambientais e do sistema imunológico no desenvolvimento desta patologia. Estão descritos vários genes que conferem risco ou suscetibilidade para a doença e existe história familiar em cerca de um terço dos casos. A interação entre os fatores genéticos, ambientais e o sistema imunitário desencadeia uma sequência de eventos que culminam na expressão clínica da doença.

Quais as comorbidades mais comuns da psoríase?

A psoríase é uma doença inflamatória crónica e sistémica, o que significa que é uma doença que se manifesta na pele, mas isso é apenas a ponta do iceberg. Há um processo inflamatório sistémico, dos vasos, das articulações e de alguns órgãos o que torna a psoríase um fator de risco independente para comorbilidades cardiometabólicas (diabetes mellitus, resistência à insulina, obesidade, hipertensão arterial, dislipidemia, síndrome metabólica) e para o aparecimento de aterosclerose precoce que se vai traduzir num risco superior de eventos cardiovasculares (enfarte agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral), comparativamente à população geral. Para além disso os doentes com psoríase têm uma maior incidência de comorbilidades psiquiátricas (como depressão e ansiedade), artrite psoriática, doença inflamatória intestinal, uveíte e esteatose hepática não alcoólica, além da maior prevalência de hábitos tabágicos e alcoólicos.

Por conseguinte, é crucial que o dermatologista reconheça precocemente estas comorbilidades, que podem ter um impacto significativo na sobrevida dos doentes e influenciar as opções terapêuticas.

O que pode ativar ou agravar os sintomas da doença?

Estímulos exógenos, tais como infeções víricas e bacterianas (como por exemplo infeção VIH e amigdalites estreptocócicas), medicamentos (betabloqueadores, o lítio, fármacos antimaláricos, etc) traumatismos na pele, queimaduras solares, tempo frio e seco, mas também o estado imunológico do indivíduo e o stress, em doentes geneticamente predispostos podem promover as manifestações da psoríase. Além dos fatores de risco já referidos o tabagismo, a obesidade e o alcoolismo também podem agravar a psoríase.

O que determina a gravidade da doença? O que caracteriza os quadros de psoríase moderada a grave, por exemplo?

Em 70 a 80 por cento dos casos, as manifestações da psoríase são ligeiras. No entanto, a psoríase pode ter diferentes graus de gravidade que é objetivamente baseada nas características das lesões, extensão de pele envolvida, e o compromisso que a doença exerce sobre a qualidade de vida do doente. O índice de severidade e área da psoríase (PASI) é o mais utilizado para avaliar a gravidade da patologia em ensaios clínicos, tendo em consideração o eritema, a espessura e o grau de descamação das lesões, bem como a área da superfície corporal envolvida. A psoríase diz-se grave quando o PASI é superior a 10. Esta avaliação, devido à sua complexidade, nem sempre é realizada na prática clínica, sendo a psoríase clinicamente classificada como ligeira se as lesões atingirem menos de 2% da superfície corporal, moderada caso envolvam 2 a 10% e severa quando atinge mais de 10%. O outro método é o índice dermatológico de qualidade de vida (DLQI), no qual são colocadas perguntas ao doente para avaliar o impacto da doença na vida do mesmo. A psoríase diz-se grave quando o DLQI é superior a 10.

Neste sentido, em que consiste o seu tratamento? Que opções terapêuticas se encontram disponíveis? E quais os principais desafios quanto a esta matéria?

No sentido estrito da palavra, não existe cura para a psoríase. Contudo, existem tratamentos disponíveis que possibilitam uma resolução de grande parte (ou até de todas) as manifestações psoriáticas permitindo melhorar a qualidade de vida dos doentes.  Os tratamentos tópicos - que incluem cremes, pomadas e champôs - geralmente são suficientes para o controlo das formas ligeiras de psoríase e são um complemento importante dos tratamentos sistémicos nas formas mais graves. Para os casos de maior gravidade ou em situação de resistência aos tratamentos locais, existem soluções na forma de fototerapia, que recorre à radiação ultravioleta A ou B, medicamentos orais ou injetáveis que incluem retinóides, imunomoduladores e imunossupressores. Casos graves e selecionados podem recorrer a medicamentes biológicos. Apesar de sujeitos a protocolos de prescrição específicos (pelo seu custo superior) são opções extremamente eficazes e seguras, desprovidas de toxicidade cumulativa e específica de órgão, que bloqueiam de forma seletiva as células e mediadores inflamatórios envolvidos na patogénese da psoríase garantindo grande probabilidade de controlo da doença. Constituem, à data, a maior revolução no tratamento da psoríase.

O que explica o subtratamento da psoríase moderada a grave? O que falha?

O subtratamento na psoríase é um problema bem conhecido e a satisfação com o tratamento entre aqueles que vivem com psoríase é frequentemente citada como sendo modesta, na melhor das hipóteses.

No entanto, atualmente temos disponível uma gama ampla de tratamentos eficazes para a psoríase e muitos doentes e até médicos não Dermatologistas desconhecem a possibilidade de atingir 100% de remissão. É certamente necessária uma maior consciencialização do paciente sobre as opções de tratamento disponíveis. Além disso, uma fonte segura e confiável de educação do paciente pode ajudar a combater a desinformação que influencia as decisões dos pacientes.

Enfrentar os problemas de conscientização e desinformação requer uma educação eficaz do paciente.

Após o diagnóstico, que cuidados deve o doente ter?

Gerir o carácter flutuante, crónico e altamente impactante da doença é muito difícil sem ajuda especializada. Além, claro, do tratamento diário da pele, um estilo de vida saudável, com um regime alimentar adequado, exercício físico regular, abstinência de consumo de tabaco ou bebidas alcoólicas, pode ajudar no combate à psoríase. A gestão destes fatores comportamentais, bem como o cumprimento rigoroso do tratamento instituído, são fundamentais. Por fim, o doente poderá sempre recorrer ao seu dermatologista para dúvidas que possam surgir, quer sejam relativas à doença, bem como ao tratamento. É numa relação médico-doente sólida que reside o sucesso do controlo da psoríase.

Qual o impacto da doença na qualidade de vida e na saúde mental de quem convive com a psoríase?

A psoríase, pelas suas características é frequentemente conhecida como a doença dos “três nãos”, uma vez que não mata, não contagia, mas, não tem cura. Sendo, portanto, uma doença crónica que afeta predominantemente a pele, fica à vista de todos e isso pode causar grande impacto na qualidade de vida que se faz sentir tanto a nível físico como emocional, social, profissional e económico. A nível físico, a doença origina sintomas como o prurido, o ardor, a sensação de desconforto, a dor na pele e nas articulações e a incapacidade funcional. A nível psicoemocional, podem ser notórios sintomas de ansiedade, raiva, frustração, baixa autoestima, inibição, constrangimento, tristeza, solidão, depressão e maior frequência de ideação suicida. A nível interpessoal, sexual e social, foca-se a estigmatização, a discriminação, o isolamento, a rejeição social, a menor tendência para procurar relacionamentos, a disfunção sexual e a diminuição da participação em atividades desportivas e sociais. A nível profissional, está demonstrado que a psoríase contribui para absentismo laboral, afeta as oportunidades de emprego e as perspetivas de carreira e associa-se a menor produtividade. Do ponto de vista económico, é de prever que a psoríase se associe a avultadas despesas pagas pelos doentes (consultas, tratamentos, produtos para cuidado da pele) e a sobrecarga financeira para o sistema de saúde.

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Sociedade Portuguesa de Oftalmologia alerta
Na semana em que se assinala o Dia Mundial dos Avós (26 de julho), a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) alerta para a...

Segundo dados oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS), a DMI é a principal causa de cegueira nos países desenvolvidos e a principal causa de perda grave de visão depois dos 50 anos de idade. Em Portugal estima-se que 12% das pessoas, neste grupo etário, sofram de DMI e que cerca de 1% apresentam a forma avançada da doença.

“Os principais fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da DMI são a idade, a genética e o tabagismo. Uma vez que a cegueira é uma das consequências mais graves provocadas por esta doença, é fundamental um diagnóstico precoce e um acompanhamento regular do médico oftalmologista para que se consigam implementar as estratégias de prevenção e tratamento mais adequadas, de modo a evitar danos irreversíveis na visão dos doentes”, destaca Rufino Silva, médico oftalmologista e presidente da SPO.

No entanto, a DMI tem a particularidade de em fases precoces poder evoluir silenciosamente e ser praticamente assintomática, o que traz alguns desafios acrescidos ao diagnóstico. Nesta fase inicial, as pessoas não conseguem perceber que existem lesões maculares e apenas a observação do médico oftalmologista vai permitir fazer o diagnóstico correto e determinar o risco de cada doente desenvolver formas avançadas da doença.

“O fator tempo é determinante nos casos de DMI, uma vez que a doença vai progredindo e pode levar a alterações da visão de contraste, da visão das cores e da visão em ambientes com má luminosidade, por exemplo. Com o progredir desta patologia, o doente poderá ficar incapacitado para várias situações da vida diária, tais como ler, escrever, ver as horas, conduzir, entre outras. Por este motivo, a SPO alerta para que todas as pessoas com mais de 50 anos, caso notem distorção das imagens acompanhadas de um ponto preto, consultem imediatamente um especialista para que se inicie os tratamentos o mais rápido possível”, reforça ainda o presidente da SPO.

Existe atualmente tratamento para as formas húmidas da doença nas que é realizado através de injeções intraoculares e pode evitar a perda visual progressiva. Esta terapêutica é eficaz e que pode ser necessária manter por vários anos.

Para reduzir o risco de desenvolvimento de DMI, ou retardar a sua progressão, recomenda-se a adoção de hábitos de vida saudável, como evitar fumar; praticar exercício físico regularmente; manter uma dieta rica em frutas e vegetais; monitorizar os níveis de tensão arterial e colesterol; toma de vitaminas e antioxidantes quando indicadas e o acompanhamento regular de um médico oftalmologista a partir dos 50 anos.

Para mais informações sobre DMI, consulte: https://spoftalmologia.pt/wp-content/uploads/2014/03/degenerescencia_macular_da_idade.pdf

Dia 23 de julho
A obesidade infantil, infelizmente, é um problema que está a tomar alguma proporção, em Portugal. Por isso, sensibilizar a...

Esta iniciativa, inserida no Movimento S, atingiu no decorrer deste ano letivo cerca de 50.000 crianças com o filme Dimensão S, e comemora o impacto pedagógico e a capacidade do projeto para introduzir boas práticas e alterar os comportamentos dos jovens, no âmbito de um estilo de vida saudável.  

Diverso e recheado de atividades lúdicas a partir das 10h da manhã.

Promovido pela Filmideia, o roadshow teve início a 8 de julho na Festa da Juventude, em Lagoa. O projeto tem o Alto Patrocínio do Presidente da República e conta com o apoio de diversas entidades, como: DGE, CONFAP, AEEP, ABAE, Associação 5 ao Dia, Cinemas NOS, Águas de Portugal, Porto Editora, CPE Clínicas, Oculista das Avenidas, Strong Tribe, Fundação BF, DGE, CONFAP, AEEP, ABAE, Associação 5 ao Dia, Cinemas NOS, entre outros, já a comunicação está a cargo da agência Creative Minds.  

Este projeto é divido em três momentos, o lançamento do filme Dimensão S, um roadshow pelo país e a grande novidade: a estreia de uma série televisiva ‘’Movimento S’’. A série ‘’Movimento S’’ contará com a participação de várias caras conhecidas, entre elas, Carolina Patrocínio, Tia Cátia, Isabel Zibaia, Nuno Queiroz Ribeiro, Ricardo Pereira, Vírgul, Ann Luísa de Castro, Tia Cátia, Miguel Costa, Margarida Serrano, João Frizza e mais.  

 

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