Contando com o contributo de quem já enfrentou o desafio
A Novo Nordisk Portugal lança hoje uma nova campanha de sensibilização para o tema da Obesidade, intitulada “O Que Eles Não...

A campanha irá, ao longo de dois meses, dar a conhecer o testemunho de pessoas com Obesidade ou que acompanham o desafio diário de quem vive com a doença, como forma de sensibilizar a população para uma das grandes pandemias do século XXI, e desmistificar os preconceitos que ainda persistem sobre o tema.

“O que eles não sabem é que pode não ter a ver apenas com o estilo de vida” ou “O que eles não sabem é que viver com Obesidade não é o que pensam” são algumas mensagens utilizadas nesta campanha que visa alertar, também, para a importância de procurar apoio médico especializado para uma correta gestão do peso.

Os apresentadores José Carlos Malato e a Tia Cátia, figuras bem conhecidas do panorama televisivo, aceitaram dar rosto à campanha “O Que Eles Não Sabem” e partilham, com os seus testemunhos, a verdade sobre como é viver com Obesidade e os desafios pelos quais passaram ao longo da sua vida.

Os testemunhos podem ser conhecidos no site A Verdade sobre o Peso, onde é disponibilizado, também, um localizador para encontrar apoio médico.

A propósito desta campanha, Paula Barriga, Diretora-Geral da Novo Nordisk Portugal, refere que “todos temos um papel importante na promoção da literacia em saúde e na comunicação responsável sobre temas que constituem verdadeiros desafios de saúde pública, como é o caso da Obesidade”.

A Obesidade, reconhecida como uma doença pela Organização Mundial de Saúde, é uma doença crónica complexa em que a acumulação anormal ou excessiva de gordura corporal compromete a saúde, aumenta o risco de complicações médicas e reduz a esperança de vida.

Neste processo, o cérebro desempenha um papel fundamental, nomeadamente ao influenciar o equilíbrio energético e o apetite em resposta ao ambiente e às necessidades energéticas do corpo, exercendo alterações hormonais e metabólicas muito poderosas que são ativadas para evitar a fome.

3 de junho
Em celebração do seu segundo aniversário, assinalado a 29 de maio, a RD-Portugal, União das Associações das Doenças Raras de...

O IRIS Concerts, produzido pela Cartola de Artistas, produtora artística dos eventos Candlelight By Fever em Portugal, é projetado para cativar os sentidos e envolver os participantes num ambiente singular de arte interativa e música. A partir das 21h00, o público é convidado a imergir num mundo de luz, cor e criatividade com a curadoria do Studio Kubix com várias instalações de arte interativa, pulseiras de luz exclusivas e animadores, iluminando e tornando o Parque Palmela num local mágico e inspirador.

Quanto à música, os mais nostálgicos vão poder recordar os sucessos musicais dos anos 2000 através do concerto ao vivo dos Stout Covers Band e com uma seleção de DJs da AIMEC Portugal.

Durante o IRIS Concerts, os participantes vão poder desfrutar também de um bar completo e de diversas opções gastronómicas oferecidas por food trucks selecionados.

O valor das receitas reverte inteiramente para a RD-Portugal.

Obtenha mais informações sobre o evento aqui.

 

“Sem equilibrar a organização não existe uma eficaz gestão da doença”, diz Estevão Pape
A organização e gestão da diabetes em Portugal vai estar em destaque na 9ª Reunião Temática do Núcleo de Estudos da Diabetes...

Este encontro conta com a participação das principais autoridades nacionais na área da diabetes: Ricardo Mestre, Secretário de Estado da Saúde, Sónia do Vale, Coordenadora do Programa Nacional da Diabetes, Pedro Cunha, Presidente do Colégio de Medicina Interna da Ordem dos Médicos e Luís Campos, do GAPS, vão analisar a atual situação nacional sobre esta patologia

Para Estevão Pape, Coordenador do NEDM, “num momento em que tanto se aborda a reorganização do Serviço Nacional de Saúde (SNS), nós ousamos levar a efeito uma reunião sobre um tema de organização e gestão, quer da doença da diabetes, quer da assistência da diabetes, ou seja, das consultas, das entidades, dos grupos e equipas que tratam as pessoas com esta doença”.

Ainda segundo Estevão Pape “sem equilibrar a organização não existe uma eficaz gestão da doença. Não basta ter novos fármacos, novas realidades, novos tratamentos, novas maneiras de educação terapêutica. Se não há equipas organizadas não basta ter fármacos modernos e eficazes. É preciso estarmos organizados em equipas multidisciplinares. É um passo importante para que lancemos o debate que até agora não tem sido lançado especificamente a nível da diabetes”.

Cerca de 12% dos portugueses são diabéticos e dentro de um ano serão 15%. A hospitalização de doentes diabéticos tem uma expressão muito grande, nos serviços de Medicina Interna os diabéticos representam 30% dos internamentos. Em Portugal são realizadas 12 milhões de consultas anuais no sistema público e 8 milhões no sistema privado.

Consulte aqui o programa - https://www.admedic.pt/uploads/programa_9-reunia-o-tema-tica-do-nedm.pdf

 

 

DGS e DGE
O Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo da Direção-Geral de Saúde e a Direção-Geral da Educação vão...

O Manual, que se constitui num guia para profissionais de saúde e de educação, possibilita uma melhor compreensão do tema, apresentando propostas de métodos e de meios a utilizar para aumentar a literacia em saúde que permitam fazer escolhas responsáveis e uma vida livre do consumo do tabaco.

No presente manual os autores relatam a sua experiência de trabalho nas Escolas EB 2,3 do concelho de Palmela no processo de construção, implementação e avaliação do Projeto E-STOPS. 

Este Projeto, pioneiro e inovador, teve início no ano letivo de 2013/2014, nas escolas do Concelho de Palmela, junto das turmas do 7.º ano, tendo tido continuidade nos anos letivos seguintes, junto dos alunos das turmas dos 8.º e 9.º anos. 

O Manual foi delineado para abranger o 3.º ciclo do Ensino Básico, tendo por base uma sucessão estruturada de conteúdos e de atividades que tiveram em consideração a fase evolutiva dos jovens nestas idades, à luz dos princípios da escola promotora de saúde. Integra um total de 20 sessões programadas: sete sessões para o 7.º ano, seis para o 8.º ano e sete para o 9.º ano.

A apresentação do “Manual de Implementação – Escolas sem Tabaco a Olha a Promoção da Saúde” terá transmissão em streaming, em link a divulgar brevemente.

 

 

 

Dia 23 de junho
A Equipa para a Prevenção da Violência em Adultos (EPVA) do Hospital do Espírito Santo de Évora assinala o Dia Mundial da...

De acordo com o HESE, a iniciativa pretende alertar para este flagelo da nossa sociedade, um fenómeno tendencialmente crescente que requer obrigatoriamente atenção e intervenção por parte de todos os cidadãos, em especial dos profissionais de saúde. Durante a manhã a temática incidirá nos sub-temas: a importância da articulação interinstitucional e a investigação e jurisprudência e contará com a presença de profissionais da área da saúde, da Segurança Social e da GNR e da PSP.

O aumento de ano para ano, do número de pessoas idosas, vítimas de violência, impõe uma análise rigorosa da realidade social, sobretudo das dinâmicas/relações interpessoais, uma vez que os dados demonstram na maioria uma correlação entre o agressor e a vítima, enquadrável no crime de violência doméstica.  A Organização Mundial de Saúde define a violência contra a pessoa idosa, como: “A ação única ou repetida, ou a falta de resposta adequada, que causa angústia ou dano a uma pessoa idosa e que ocorre dentro de qualquer relação onde exista uma expectativa de confiança”.  

Existem vários sinais que podem indiciar a prática de violência contra a pessoa idosa. No entanto, os dados mostram que há uma predisposição para as vítimas esconderem situações de violência, por temerem o seu agravamento, não quererem preocupar as famílias, ou ainda por limitações físicas e/ou mentais. A violência pode apresentar várias formas, física, psicológica/verbal, sexual, negligência e abandono e/ou financeira/económica. 

A tomada de consciência relativamente à violência contra a pessoa idosa é urgente e indispensável, pois só através dela é possível PREVENIR e consequentemente diminuir o seu risco.  

No dia 15 de junho de 2023, assinala-se mais um Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa, mas o Seminário será dia 23 e contará com a presença da Coordenadora Nacional do Programa Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida Casuística, Daniela Machado.

Apresentação de alguns livros que abordam a saúde
O Grupo editorial LIDEL marca presença, como habitual, na 93ª edição da Feira do Livro de Lisboa, que começa hoje dia 25 e...

Ao longo destas seis décadas, a LIDEL tem mantido um compromisso com a produção de conteúdos atualizados e relevantes em diversas áreas do saber. Com um catálogo diversificado, a editora tem sido um parceiro fundamental para estudantes, profissionais e entusiastas que buscam conhecimento e informação de qualidade.

Na 93ª edição da Feira do Livro de Lisboa, o Grupo LIDEL destaca livros com temas diversificados, tais como a formação, a nutrição, o envelhecimento e o 5G. Com uma programação repleta de eventos e lançamentos de obras notáveis, a LIDEL convida todos os entusiastas da literatura e do conhecimento a participarem desta celebração cultural.

No dia 3 de junho, às 17h, na Praça Amarela, a LIDEL terá o prazer de lançar o livro "Sabemos Comer? Estratégias para o mundo atual” da autoria do conselheiro médico de várias caras conhecidas, José Maria Tallon. Depois de mais de 213 mil pacientes atendidos, e de mais de 2.000.000 de quilos perdidos o autor apresenta este livro inovador que oferece aos leitores estratégias essenciais para uma alimentação consciente e saudável, em sintonia com os desafios do mundo moderno. O lançamento será um evento imperdível para todos aqueles que buscam melhorar seus hábitos alimentares e adquirir conhecimentos valiosos.

No mesmo dia, às 19h45, no Auditório Poente, a LIDEL terá uma sessão de apresentação com o médico Armando de Medeiros, autor do best seller da área da saúde “Saber Envelhecer – Uma Viagem pela Saúde dos Séniores”. Nesta obra profunda e perspicaz, os leitores são convidados a embarcar numa jornada única, explorando questões essenciais relacionadas com a saúde e o envelhecimento. A sessão com o autor promete ser enriquecedora, proporcionando insights valiosos e práticos sobre como viver uma vida plena e saudável na terceira idade.

A participação da LIDEL na Feira do Livro de Lisboa de 2023 reforça o compromisso da editora em promover a disseminação do conhecimento, abrangendo diversos temas e públicos. A pensar em quem não tem oportunidade de visitar presencialmente a feira do Livro de Lisboa, o Grupo LIDEL lançou no site www.lidel.pt a promoção “Livros em Festa”, com descontos que vão até aos 40%, até dia 11 de junho.

Saúde da mulher
Assinala-se, no dia 28 de maio, o Dia Internacional da Saúde Feminina, uma data em que importa relem

Um terço dos problemas de saúde das mulheres entre os 15 e os 44 anos ocorre devido a questões de saúde sexual e reprodutiva que podiam ser evitadas. Com um compromisso de mais de 80 anos de investigação na área de saúde da mulher, a Bayer reuniu quatro conselhos que deve seguir para cuidar melhor de si:

  1. Conhecimento e aconselhamento sobre a contraceção - Os métodos contracetivos trouxeram maior liberdade sexual e empoderamento às mulheres, permitindo-lhes planear a gravidez de acordo com o seu projeto de vida. É crucial conhecer as várias opções disponíveis e aconselhar-se junto de um profissional de saúde sobre os respetivos riscos e benefícios, de modo a encontrar o método que mais se adequa ao seu caso.
  2. Cuidados de higiene adequados – Ter o melhor cuidado possível com a higiene íntima é fundamental para evitar a proliferação de bactérias e o aparecimento de infeções vaginais, como a candidíase ou vaginose bacteriana. A maioria das doenças vaginais são fáceis de tratar, mas podem trazer consequências físicas e psicológicas se não forem tratadas atempada e adequadamente. A higiene regular e adequada é o primeiro passo para manter o pH normal da vagina.
  3. Realização de rastreios com regularidade – O equilíbrio hormonal influencia diretamente a saúde sexual. Assim, importa que as consultas e os exames ginecológicos sejam realizados regularmente, permitindo detetar doenças sexualmente transmissíveis, ou outras doenças ginecológicas que podem impactar significativamente a vida da mulher.
  4. Adotar um estilo de vida saudável – Adotar hábitos saudáveis no nosso dia-a-dia ajuda muito em qualquer aspeto, incluindo na saúde sexual e reprodutiva individual. Evitar o tabaco e substâncias nocivas ao organismo, praticar exercício físico com regularidade, controlar o peso e manter uma alimentação equilibrada, são algumas medidas que protegem a saúde sexual e reprodutiva da mulher de possíveis danos de fatores que podem levar a infertilidade.

 

Fonte: 
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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Portugueses não dormem, andam stressados e ansiosos
O KuantoKusta revelou hoje uma análise que indica que os portugueses cada vez dormem menos, andam ansiosos e stressados e a...

De acordo com o comparador de preços e marketplace, entre 1 de janeiro e 20 de maio de 2023, registaram-se aumentos de cerca de 184% na procura por MNSRM para o sistema nervoso, e 98% nos suplementos para o sono, stress e ansiedade, comparativamente com o período de 15 de agosto a 31 de dezembro de 2022.

“A tendência de crescimento na procura destes produtos tem sido constante desde o início do ano, o que revela uma notória preocupação dos portugueses com a sua saúde mental e bem-estar. Com os desafios e preocupações que enfrentamos um pouco por todo o país, é essencial que procuremos cuidar do nosso bem-estar”, explica Ana Rego, gestora de comunicação do KuantoKusta.

A mesma responsável alerta ainda que “é muito importante que os consumidores consultem profissionais de saúde antes de iniciar o uso de suplementos ou medicamentos”.

OS gastos médios com este suplementos e medicamentos chegam aos 22,61€

 

 

Mulheres em idade reprodutiva sofrem frequentemente de hipotiroidismo
As doenças da tiroide atingem cerca de uma em cada 10 pessoas em Portugal, mas estão subdiagnosticad

De acordo com Paula Celada, ginecologista do IVI Valência, as mulheres em idade reprodutiva sofrem, muitas vezes, de alterações da glândula da tiroide que podem resultar numa produção excessiva da hormona da tiroide (hipertiroidismo) ou menor (hipotiroidismo). "Quando falamos de hiper ou hipotiroidismo, observamos, com frequência, alterações no ciclo menstrual das mulheres que, por vezes, produzem ciclos anovulatórios. Estas alterações causam maior dificuldade em conseguir uma gravidez espontânea", explica. 

Além disso, o bom funcionamento da glândula da tiroide afeta a gravidez. "O hipotiroidismo   não tratado está associado a uma maior taxa de aborto, descolamento da placenta, pré-eclâmpsia ou baixo peso das crianças no momento do parto. Também está comprovado que existe uma associação entre hipotiroidismo e neurodesenvolvimento fetal", acrescenta Paula Celada. 

Por outro lado, embora seja mais frequente entre as mulheres, o hipotiroidismo também afeta os homens, uma vez que tem impacto na qualidade dos espermatozoides, podendo alterar a morfologia e motilidade dos espermatozoides. Tudo isto diminui a fertilidade masculina. 

Diagnóstico e tratamento   

A especialista esclarece que diagnosticar e tratar patologias da tiroide é muito simples. Em primeiro lugar, um exame de sangue pode determinar se há alguma anormalidade na atividade da glândula da tiroide, seja por excesso ou por diminuição de função. Quanto ao tratamento, o funcionamento pode simplesmente ser restaurado com um suplemento hormonal, para que as funções se recuperem normalmente. 

Em relação às mulheres que querem ser mães, Celada é otimista: "Muitas vezes, a mera normalização da função da tiroide devolve a fertilidade às pacientes que conseguem alcançar a gestação espontaneamente. No caso de haver algum problema adicional de fertilidade ou de não se conseguir uma normalização do ciclo ovulatório, será possível alcançar uma gravidez com tratamentos de reprodução assistida ou através da fertilização in-vitro”.  

Para aliviar os problemas de fertilidade masculina, técnicas como a fertilização in vitro com ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoides) podem ser a solução, permitindo a seleção dos melhores espermatozoides para fertilizar os óvulos. 

Uma vez alcançada a gravidez, a mulher deve ir ao seu endocrinologista para ajustar as doses do tratamento da tiroide, que podem variar ao longo da gravidez.  "Com um bom diagnóstico e com um bom tratamento da patologia da tiroide, conseguimos alcançar uma gravidez sem qualquer risco, quer para a mãe, quer para o bebé", conclui a médica.  

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
O dia 24 de maio marcou o Dia Mundial da Esquizofrenia
Em Portugal, estima-se que a esquizofrenia afete cerca de 23 milhões de pessoas em todo o mundo. Em Portugal, de acordo com os...

A esquizofrenia é uma doença neuropsiquiátrica complexa que afeta, segundo a Gedeon Ritcher aproximadamente 1 em cada 100 indivíduos em todo o mundo, ou seja, cerca de 80 milhões de doentes. Na mente do público – e frequentemente nos filmes de Hollywood – a doença é confundida com personalidade múltipla ou transtorno de personalidade dissociativa, mas a esquizofrenia não implica a presença de personalidades múltiplas. O termo ultrapassado "split of mind", portanto, não se refere à divisão da personalidade ou do eu, mas sim de que as funções emocionais, percetivas, cognitivas e comportamentais são perturbadas e desarmonizadas devido às características da doença. Infelizmente, na maioria dos casos, a esquizofrenia acompanha o doente durante toda a sua vida, no entanto, pode ser tratada de forma eficaz com medicamentos atuais e terapias de suporte usadas em adição à medicação, o que dá aos doentes a oportunidade de viver vidas ativas e significativas.

A esquizofrenia é um estado físico, social e mental substancial não apenas para os doentes, mas também para as suas famílias. De acordo com uma pesquisa realizada há dois anos pela Gedeon Richter Plc. em quatro países – Hungria, Rússia, Bulgária, República Checa – um dos problemas mais comuns enfrentados pelos familiares é a falta de informação, conforme indicado por mais da metade dos entrevistados.

Os efeitos sociais da doença também não devem ser ignorados: após o diagnóstico, os familiares encontram-se numa situação significativamente alterada. Um bom exemplo disso é que seis em cada dez parentes lutam para manter os seus empregos, e a situação financeira de quase todas as pessoas afetadas piora significativamente.

Uma das áreas de foco da Richter é o tratamento de transtornos psiquiátricos, e na Europa Ocidental, a Recordati trabalha em parceria a fim de apoiar pessoas que vivem com esquizofrenia e ajudar as suas famílias. É um trabalho constante para melhorar a qualidade de vida dos doentes com medicamentos seguros e eficazes, e também para fornecer informações confiáveis aos doentes, cuidadores e familiares por meio de um website dedicado.

A recente publicação, designada The Candid Book, para familiares e cuidadores de doentes com esquizofrenia também está disponível online. Oferece dicas práticas para navegar por questões difíceis. Ambas as entidades estão orgulhosas de que um medicamento desenvolvido e adequado para o tratamento da esquizofrenia, esteja agora disponível na maioria dos estados-membros da União Europeia e tenha sido homenageado com o prémio de Medicamento do Ano na Hungria.

Com o apoio da Align Technology
A fenda lábio-palatina designa-se como uma malformação, uma fissura na boca que não fechou durante os primeiros meses de...

Atualmente, é possível as crianças que vivem com fenda lábio-palatina terem um novo sorriso. Segundo a Global Standards of Care da Operation Smile, a fenda labial deve ser corrigida até aos seis meses de vida da criança; e a fenda palatina até a criança completar um ano.1 Sem tratamento, as fendas lábio-palatinas podem causar graves problemas de saúde que podem ser fatais, e as crianças que sobrevivem frequentemente enfrentam anos de isolamento social e bullying.

Desde 2013 que a Align Technology tem apoiado a Operation Smile, uma organização médica internacional sem fins lucrativos que tem proporcionado centenas de milhares de cirurgias gratuitas a pessoas nascidas com fendas lábio-palatinas em países de baixo e médio rendimento. Os cuidados das fendas lábio-palatinas são prestados por mais de 6.000 voluntários e a organização opera em mais de 30 países como o Brasil, República Dominicana, Etiópia ou Vietname. Além das cirurgias, a organização disponibiliza apoio em várias áreas como nutrição, os terapeutas ensinam aos pais técnicas de alimentação para os seus bebés, porque as crianças com fissuras muitas vezes não se conseguem alimentar corretamente e podem ficar malnutridas; terapia da fala, uma vez que a fenda lábio-palatina cria dificuldades à fala; cuidados de saúde oral, com médicos dentistas a ajudarem ao criar procedimentos especializados e a desenvolverem dispositivos que melhoram os resultados cirúrgicos dos pacientes e a saúde em geral; apoio psicológico, disponibilizado por psicólogos certificados que apoiam os pacientes e as suas famílias durante todo o seu tratamento; e cuidados ortodônticos, cruciais para um desenvolvimento oral saudável dos pacientes e para o desenvolvimento da sua confiança.

“É extraordinário testemunhar o impacto do trabalho da Operation Smile. Não só nas próprias crianças, mas também nos seus familiares, nos seus amigos e nos seus vizinhos. As crianças que antes eram intimidadas e excluídas pelos seus pares, estão agora a desenvolver-se, frequentam a escola e estão integradas na comunidade. Estamos orgulhosos do apoio que recebemos da Align Technology durante estes anos, isso permitiu-nos fazer mais e proporcionar o acesso a cuidados a ainda mais crianças, às suas famílias e às suas comunidades", referiu a Dra. Maria Moore, Presidente do Conselho de Administração da Operation Smile no Reino Unido.

Juan Manuel Frade, Diretor Geral da Align Technology para Portugal e Espanha, comentou a parceria “estamos muito orgulhosos da nossa parceria com a Operation Smile e por ajudar mais pessoas em todo o mundo a sorrir. A Operation Smile preconiza um futuro onde a saúde e a dignidade são melhoradas através de cirurgias seguras, uma missão em consonância com a nossa: transformar sorrisos e mudar vidas”.

A Align Technology já doou mais de 2,5 milhões de dólares, permitindo à organização proporcionar cirurgias e cuidados de saúde oral a centenas de milhares de pacientes nos países mais vulneráveis no mundo.

Estudo
A INTIMINA, marca que oferece a primeira gama de produtos dedicados ao cuidado da saúde íntima feminina, realizou um estudo em...

O estudo foi realizado no âmbito do Dia da Higiene Menstrual que se assinala mundialmente a 28 de maio, com o objetivo de sensibilizar, quebrar o silêncio, promover a consciencialização e mudar as normas sociais negativas em relação à higiene menstrual. Atualmente, milhões de mulheres e raparigas em todo o mundo encontram-se em situação de pobreza menstrual, prejudicando as oportunidades de educação, saúde e sociais, acabando impedidas de atingir o seu pleno potencial.

De acordo com as conclusões do estudo da INTIMINA, em Portugal não existem tradições de exclusão social relativamente à menstruação e existe um esforço coletivo entre família, escolas e organizações para que se aborde a menstruação como uma coisa natural e se promova informação adequada e generalizada. Assim, 90% das inquiridas confirmam que falam abertamente sobre menstruação com a família e amigos e mais de metade afirma que não conhece o termo “pobreza menstrual”.

Quando questionadas sobre o custo de ter período, 30% das jovens refere não ter noção, ou por não fazer as contas ou pela gestão financeira ser realizada por terceiros. Já 5 em cada 10 revela saber que gasta mais de 5€ por mês em produtos de higiene menstrual. Contudo, quando inquiridas sobre se já sentiram dificuldades financeiras para adquirir produtos de higiene menstrual, uma em cada 10 revelou que sim e que esse fator já condicionou a frequência com que trocam de produto menstrual por dia.

Os tradicionais pensos e tampões descartáveis são os produtos mais usados pela maioria das inquiridas, no entanto, são os mais caros, com 16% a revelar que gasta mais de 10€ por mês em produtos menstruais. Por outro lado, duas em cada 10 jovens, revelam que, por já usarem um produto menstrual reutilizável, não têm gastos mensais com o período. Ou seja, um copo menstrual (que em Portugal ronda os 30€) faz com que, após a compra, não existam gastos adicionais. Ou, em rigor, considerando uma vida útil de 10 anos do copo, o custo mensal de ter período seja cerca de 0,30 cêntimos.

Mas, então, qual o motivo para a maioria das inquiridas ainda ter gastos mensais com o período? 93% revela que nunca experimentaram um copo menstrual e apenas 16% afirma que não se preocupa com a sustentabilidade na menstruação. Com a missão de reforçar a preocupação das boas práticas de sustentabilidade menstrual e incentivar a experimentação de produtos menstruais amigos do ambiente, a INTIMINA desenvolve cada vez mais iniciativas para, em conjunto com as mulheres, fazerem parte da mudança. Destaque para a Greentimina, uma calculadora de resíduos menstruais que permite calcular a quantidade de resíduos produzidos, desenvolvida para que se possa ver de forma clara o impacto ambiental da menstruação, promovendo a consciencialização. Para incentivar a experimentação, a INTIMINA desenvolveu o Lily Cup One, um copo menstrual criado especialmente para novas utilizadoras que estão hesitantes em experimentar. Pequeno, cómodo e prático – com argola de remoção fácil e aro duplo para evitar fugas; universal a todos os tipos de fluxo e 100% de silicone de grau médico, é saudável para o corpo, além de isento de odores, secura ou irritação.

O estudo revelou ainda resultados otimistas quanto à preocupação das jovens na gestão da higiene menstrual, seja a nível social, económico e sustentável, contudo, ainda há um caminho a percorrer. Há quem sinta dificuldades em ter acesso a produtos de higiene menstrual (10,46%), quem não esteja preocupada com o impacto ambiental (16,8%) e quem não tenha noção da realidade da pobreza menstrual na sociedade (58,42%), pelo estigma que ainda existe em abordar estes temas.

“Olhar para a mulher na sua total liberdade e igualdade”
Mais conhecimento da população sobre a forma de ver a mulher, mais rastreios de saúde, melhor acesso digital à formação dos...

A presidente da sociedade científica acredita que “este plano deve reconhecer a importância da literacia em saúde e apresentar medidas precisas sobre acesso, prevenção, promoção e capacitação das mulheres”.

A proposta vai ao encontro daquilo que já se faz noutros países: a adoção de uma orientação nacional que responda às necessidades da saúde feminina. Entre as propostas, a SPLS defende um foco na saúde holística da mulher integrada num determinado contexto, na saúde reprodutiva e planeamento familiar, na prevenção e rastreio de doenças, como as infeções sexualmente transmissíveis (IST), e no investimento em pesquisas científicas para melhorar a compreensão das questões de saúde específicas das mulheres. 

Cristina Vaz de Almeida, presidente da SPLS, recorda que, em Portugal, “apenas 22% das mulheres afirmaram ter feito um exame para detetar qualquer tipo de IST, de acordo com o Índice Mundial da Saúde das Mulheres de 2022”. Além disso, relembrando um relatório do Instituto Europeu para a Igualdade de Género de 2021, diz que “a saúde das mulheres portuguesas é pior do que a dos homens: têm mais dificuldade em pagar despesas de saúde mental e dentárias e vivem menos tempo com qualidade de vida depois dos 65 anos”. 

O plano deve também dar destaque à implementação de estratégias para a promoção da saúde mental, focando-se na prevenção, deteção e tratamento de condições como depressão, ansiedade e violência doméstica. Atualmente, os transtornos alimentares figuram na lista de doenças psiquiátricas com maior prevalência em indivíduos do sexo feminino. 

A sociedade científica defende ainda que é fundamental olhar para as mulheres em situação de vulnerabilidade, como idosas, reclusas e vítimas de violência de género. “É necessário que consigamos responder a todos os pedidos de ajuda, principalmente dos grupos que, perante as suas vulnerabilidades, tendem a esconder-se mais ou recusam pedir ajuda por vergonha ou receio”. Cristina Vaz de Almeida afirma que o diploma deve também deixar claro a responsabilidade das instituições de saúde em dar uma resposta assertiva e inclusiva aos membros da comunidade LGBTQI+, como mulheres transgéneras. 

Saúde materna e acesso das mulheres aos lugares de topo na saúde são outras das preocupações da associação. Para já, a SPLS recomenda a criação de um grupo de trabalho que possa estudar e analisar estas e outras propostas. “Uma estratégia nacional de saúde da mulher é importante para garantir que as mulheres recebam cuidados de saúde abrangentes, específicos e acessíveis, promovendo a sua saúde e bem-estar. É preciso olhar para a mulher de uma forma holística, na sua total liberdade e igualdade”, conclui.

Prémio Hologic Saúde da Mulher
O Prémio Hologic Saúde da Mulher 2023, no seu primeiro ano e no valor de 12 mil euros, é hoje atribuído à investigação liderada...

O estudo “Impacto clínico do VGF como um biomarcador preditivo e de prognóstico para a metastização cerebral em mulheres com cancro da mama” antecipa o desenvolvimento de novas ferramentas de diagnóstico e terapêuticas que irão permitir melhorar a vigilância precoce das doentes, que podem beneficiar de terapias específicas e reduzir os custos associados ao tratamento.

Como explica a premiada, Ana Sofia Ribeiro, investigadora do i3S - Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, da Universidade do Porto, “a deteção precoce permite um tratamento mais eficaz e com melhores resultados. Quase 98% das mulheres diagnosticadas com cancro da mama em estádios iniciais apresentam uma sobrevida significativamente melhor quando comparada com as 30% de doentes que são diagnosticadas nos estádios mais avançados. Com o nosso trabalho, antecipamos uma abordagem significativa e inovadora para enfrentar esta condição mortal, com vista a melhorar o diagnóstico e a terapêutica para mulheres com cancro de mama metastático cerebral”.

A investigadora acrescenta ainda que “o cancro da mama é a neoplasia maligna mais comum e a principal causa de morte em mulheres devido a metástases distantes no osso, pulmão, fígado e cérebro. Em particular, a metastização cerebral tem vindo a aumentar e apresenta as piores taxas de sobrevida entre as doentes com cancro da mama metastático. Desta forma, existe uma necessidade urgente de identificar biomarcadores preditivos, que nos ajudem a identificar as doentes que estão em maior risco para desenvolverem metástases cerebrais. Assim, poderemos acompanhar melhor estas doentes para além de promovermos o desenvolvimento de novos tratamentos”.

Para a presidente do júri do Prémio Hologic Saúde da Mulher, Maria do Carmo Fonseca, “o júri selecionou unanimemente este projeto por se tratar de um trabalho de investigação inovador e muito bem fundamentado, focado na metastização cerebral do cancro da mama. Atualmente não existem tratamentos eficazes para os cancros da mama que dão origem a metástases no cérebro, pelo que o trabalho premiado tem o potencial de gerar conhecimento de grande relevância para o acompanhamento médico das mulheres com este tipo de cancro. O prémio permitirá à jovem investigadora que lidera o projeto realizar mais experiências laboratoriais, aumentando assim a sua competitividade no processo de atração de fundos adicionais necessários para demonstrar a aplicabilidade clínica dos resultados”.

De acordo com Emilia De Alonso, Country Business Lead Iberia da Hologic, “o Hologic Women's Health Award reconhece claramente a importância das mulheres como um pilar fundamental para a prosperidade e desenvolvimento sustentável das sociedades. O nosso contínuo apoio a este prémio, hoje atribuído pela primeira vez, reforça o nosso compromisso em continuar a promover o conhecimento e o desenvolvimento da Saúde da Mulher em Portugal, com o objetivo de melhorar a sua qualidade de vida e bem-estar.”

Workshop “Pé Diabético” vai decorrer no dia 27 de maio, em Mafra
A B. Braun, uma das maiores empresas no mercado dos cuidados de saúde, vai realizar um workshop gratuito subordinado ao tema ...

Em Portugal, estima-se que a diabetes afete cerca de 10% da população, muitas das quais desconhecem ter a doença. Todos os dias são diagnosticados com diabetes cerca de 200 pessoas, sendo Portugal o país da Europa com a mais elevada taxa de prevalência da doença. A diabetes é a causa de várias complicações, sendo uma das mais frequentes o pé diabético.

Esta complicação é caracterizada pela dificuldade na cicatrização de feridas que surgem nos pés e é responsável pela maioria das amputações em Portugal, facto que vem mostrar a importância dos doentes saberem como prevenir o aparecimento de lesões.

A inscrição para o workshop pode ser feita por telefone através do número 261 149 400 ou através do email clí[email protected].

Para saber mais informações consulte o site: www.bbraun.pt/pt/doentes/cuidados-renais-para-doentes-/portugal/Clinica-Mafra/A-Clinica.html

 

 

 

30 de maio em Linda-a-Velha
A Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS), em parceria com a biofarmacêutica GSK, organizam no próximo dia 30 de maio...

“O que são as vacinas?”, “Qual o impacto da vacinação?”, “Imunossenescência”, “Programa Nacional de Vacinação no adulto” e “Vacinas do adulto extraprograma nacional de vacinação - quais as vacinas recomendadas e porquê?” serão alguns dos temas abordados. A sessão estará a cargo da Dra. Raquel Ramos, médica especialista em Medicina Geral e Familiar, também responsável pela sessão realizada no dia 19 de maio, em Queluz.

“Esta iniciativa reflete aquela que é a nossa principal missão: desenvolver competências e literacia em saúde à população. Nestas duas sessões vamos ter oportunidade de esclarecer utentes de duas universidades sénior sobre a importância da vacinação ao longo da vida, particularmente na idade adulta, como uma estratégia de prevenção e manutenção da qualidade de vida. Sabemos que em Portugal a qualidade de vida após os 65 anos é apenas de cerca de 6 anos, e numa altura em o sistema imunitário mostra as suas debilidades, é preciso levar mais conhecimento sobre a importância da vacinação. Acreditamos que as pessoas em Portugal podem melhorar a sua qualidade de vida após os 65 anos e a literacia em saúde é deveras importantes”, explica Cristina Vaz de Almeida, presidente da SPLS.”

Já Neuza Teixeira, diretora médica da GSK Portugal, considera que “a educação e a literacia em saúde são ferramentas essenciais para que a população saiba que comportamentos e estratégias adotar para viver mais e melhor, facilitando inclusivamente o trabalho dos profissionais de saúde, pois uma população esclarecida compreende melhor as recomendações de tratamento ou de prevenção que lhe são feitas”.

A esperança média de vida deverá aumentar 4,4 anos até 2040, quando comparada com a de 2016, estima o Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME). Além disto, espera-se que o número de pessoas acima dos 60 anos supere o número de pessoas entre os 10 e os 24 anos em 2050 e que, em 2100, quase 30% da população tenha 60 ou mais anos. A tendência será para que a proporção de população envelhecida continue a aumentar ao longo do tempo.

Uma longevidade com qualidade é fundamental para o sucesso social e económico da sociedade. A vacinação tem, por isso, um papel fundamental, ao contribuir para a proteção da população mais vulnerável. Ao reduzir ou eliminar doenças infeciosas graves, as vacinas são consideradas um dos avanços mais importantes da medicina moderna. Mais de 1,5 milhões de mortes poderiam ser evitadas melhorando a cobertura de vacinação global, apontam os dados apurados pela Vaccines Europe. Estima-se ainda que a vacinação salve até 5 milhões de vidas em todo mundo, por ano.

 

 

Mais exames, com maior qualidade e menor exposição do utente à radiação
O Centro Hospitalar e Universitário de Santo António dispõe de dois novos equipamentos de Tomografia Computorizada (TAC), cujo...

“Estamos a falar de uma diferença na capacidade de resposta em termos quantitativos e qualitativos, uma vez que nos permite fazer coisas que os aparelhos convencionais não permitem, por exemplo a distinção de vários tipos de lesões que a TAC convencional não permite”, afirma João Xavier, Diretor do Centro Imagiológico de Diagnóstico e Intervenção do Centro Hospitalar e Universitário de Santo António.

Este investimento serve as especialidades de radiologia, neurorradiologia e cardiologia do Centro Hospitalar e Universitário de Santo António e e será utilizado de forma a tornar a realização dos exames TAC mais eficiente, maioritariamente em situações em que os equipamentos conferem uma vantagem mais significativa, permitindo assim aumentar a produtividade destes serviços.

João Xavier acrescenta que “este investimento representa o compromisso do Centro Hospitalar Universitário do Porto com a população do Norte, em continuar a apresentar as melhores soluções de prestação de cuidados, tendo em vista a consciência de que todos poderão obter um diagnóstico mais preciso e, assim, receber uma melhor resposta”.

Rui Costa, diretor-geral da GE HealthCare Portugal, refere que “a inovação tecnológica é a solução para o progresso na assistência médica, em Portugal e no mundo, e é nesse sentido que continua a ser gratificante que a GE HealthCare trabalhe lado a lado com os hospitais com o objetivo comum de melhorar a qualidade de vida dos portugueses, através de diagnósticos mais precisos”.

 

Maior cooperativa nacional fornece atualmente mais de 1000 farmácias
Há um ano com uma nova Direção, a Cooprofar, a maior cooperativa nacional de farmácias, encerrou 2022 com um volume de negócios...

Apesar de uma conjuntura mundial adversa, em boa parte devido ao conflito na Ucrânia e à subida da inflação que teve impacto direto no negócio, os resultados cresceram, como explica Hélder Mesquita, Presidente da Direção da Cooprofar: “Felizmente, começámos a preparar-nos com antecedência, mal percebemos os primeiros sinais. A verdade é que crescemos a um bom ritmo, aumentámos em número de cooperadores, reativámos clientes que estavam afastados da cooperativa e que nos voltaram a reconhecer valor. “

Atualmente com mais de 500 associados e responsável por abastecer mais de 1000 farmácias de norte a sul do país, a Cooprofar, que conta já 48 anos de existência, quer continuar a crescer. “Em 2023 queremos consolidar a estratégia que lançámos em 2022, atraindo mais cooperadores e clientes. Temos como missão ser a primeira escolha das farmácias, trazendo mais valor, qualidade e serviços, sendo essencial que as farmácias recebam o medicamento que precisam, quando precisam, ao melhor preço possível”, acrescenta Hélder Mesquita.

Para este ano, a Cooprofar quer aumentar a base de clientes, assim como a rentabilidade das farmácias que a integram. Internamente, a cooperativa está a investir no desenvolvimento dos seus recursos humanos porque só assim é possível defender “os valores de sempre, pelas farmácias”.

No último ano, a cooperativa mudou a marca mantendo o azul tradicional da cooperativa e trazendo o verde das farmácias, mas sem esquecer os valores que estiveram na génese. O objetivo foi o de marcar uma linha relativamente ao passado e modernizando a marca, mais à semelhança das farmácias.

 

 

Prémio promovido pela Ordem dos Médicos e pela Fundação BIAL
O período de submissão de candidaturas à terceira edição do Prémio Maria de Sousa, uma iniciativa da Ordem dos Médicos e da...

Este prémio visa reconhecer e apoiar até cinco projetos de investigação na área das Ciências da Saúde, desenvolvidos por jovens investigadores científicos portugueses, incluindo obrigatoriamente um estágio num centro internacional de excelência.

No total, o prémio vai distribuir até 150 mil euros por um máximo de cinco vencedores, de idade igual ou inferior a 35 anos, residentes em Portugal ou no estrangeiro.

Através deste galardão, pretende-se perpetuar o trabalho de Maria de Sousa, uma personalidade incontornável que marcou o desenvolvimento científico e académico em Portugal e a nível mundial.

O júri é composto por investigadores que foram muito próximos de Maria de Sousa: Rui Costa, Presidente e CEO do Allen Institute (EUA) e Presidente do júri; Maria do Carmo Fonseca, Presidente do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM); Graça Porto,  Diretora do Grupo de Investigação sobre a Biologia do Ferro do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto; Miguel Castelo-Branco, Diretor do Centro de Imagem Biomédica e Investigação Translacional (CIBIT) da Universidade de Coimbra; e Joana Palha, Professora Catedrática da Escola de Medicina da Universidade do Minho.

O regulamento, formulário de candidatura e mais informação sobre esta edição estão disponíveis aqui.

Estudo sugere proteção
O selénio é um oligoelemento essencial que é incorporado no organismo em proteínas designadas de sel

As selenoproteínas fornecem proteção antioxidante à tiroide, controlando o stress oxidativo causado pelos radicais livres e contribuem, através das iodotironina deiodinases, para a conversão das hormonas da tiroide. Sabe-se que o stress oxidativo desempenha um papel importante na carcinogénese e que nas últimas décadas tem havido um aumento na incidência do cancro da tiroide. A ação anti-carcinogénica do selénio, embora não totalmente compreendida, é atribuível principalmente às propriedades antioxidantes das selenoproteínas e à capacidade de modular a proliferação celular (ciclo celular e apoptose), o metabolismo energético e a resposta imunitária celular, significativamente alterada durante a carcinogénese.

Carência de selénio na Europa

Os solos europeus apresentam níveis muito inferiores de selénio, quando comparados com outras regiões, como os Estados Unidos, Canadá ou Japão. Estima-se que cerca de 20% da população europeia não obtenha a quantidade recomendada de selénio. Portugal não é exceção, o trigo cultivado em solo português, assim como os vegetais e frutos, é muito pobre em selénio.

Nas últimas décadas, o consumo de selénio pela população europeia tem vindo a diminuir consideravelmente devido, essencialmente, à baixa ingestão de cereais integrais (hábitos alimentares) e ao aumento do consumo de trigo produzido nos solos empobrecidos da Europa.

Nova evidência entre o selénio e a tiroide

Na recente revisão “Selénio, selenoproteínas e cancro da tiroide”, Rua et al (Faculdade de Ciências do Porto, em colaboração com a Faculdade de Farmácia de Sevilha), publicada no Journal of Trace Elements in Medicine and Biology, os investigadores sugeriram que diferentes formas de suplementação de selénio podem ser benéficas na prevenção e tratamento do cancro da tiroide, contudo, os estudos têm várias limitações metodológicas. Esta revisão é um resumo do conhecimento atual sobre como o selénio e as selenoproteínas se relacionam com o cancro da tiroide. O selénio já começou a fazer parte da estratégia terapêutica para combater o cancro da tiroide. É de esperar que, num futuro próximo, haja um maior conhecimento acerca dos mecanismos de ação envolvidos, a fim de melhorar a sua utilização na prevenção e tratamento do cancro da tiroide.

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.

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