Doenças A a Z

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A raiva é uma infecção viral do tecido cerebral que causa irritação e inflamação deste e da espinhal medula. O vírus da raiva está presente na saliva dos animais infectados. Um animal com raiva transmite a infecção a outros animais ou aos humanos ao morder-lhes ou, por vezes, ao lambê-los.

Raquitismo é uma doença decorrente da mineralização inadequada do osso em crescimento, ou seja, da placa epifisária. Está entre as doenças mais frequentes da infância em muitos países desenvolvidos.

Doença que se caracteriza por perturbações vasomotoras simétricas das extremidades que evoluem por surtos e cujas fases sucessivas são: isquemia (paragem ou insuficiência do fornecimento de sangue a um tecido ou órgão), cianose dolorosa (coloração azul da pele) e asfixia local com sensação de de

Doença metabólica hereditária degenerativa associada à ausência de um sistema enzimático que, em condições normais, degrada o fitol fornecido pela alimentação (frutas e legumes verdes) e que tem por consequência a acumulação de ácido fitânico no sangue e nos tecidos.

O mesmo que constipação. Infecção viral do revestimento do nariz, dos seios perinasais, da garganta e das vias respiratórias. Em geral, os primeiros sintomas são mal-estar no nariz e na garganta e tosse.

Refere-se a um grupo de afecções, agudas ou crónicas, com origens diversas e muitas vezes desconhecidas, normalmente dolorosas, acompanhadas por tumefacção (aumento de volume) das partes moles e que atinge sobretudo as articulações.

Contracções espasmódicas (contracção involuntária súbita e transitória de um ou mais músculos) dos músculos dilatadores da boca, que concede à face a aparência de riso forçado. Observa-se em certas neuroses e em algumas doenças graves como o tétano.

Rinite alérgica é a inflamação das mucosas da cavidade nasal causada por uma reacção exagerada do sistema imune aos alergénios do ar. O que causa a reacção alérgica não é a acção directa e activa do alergénio, mas sim a resposta exagerada do organismo ao contacto com o mesmo.

Refere-se ao corrimento de sangue pelas cavidades nasais. A hemorragia pode ter uma proveniência que não a mucosa nasal (uma fractura da base do crânio).

Incapacidade para se manter na posição de pé (ataxia estática), com os calcanhares juntos e os olhos fechados, que se traduz por oscilações que podem chegar à queda.

A rubéola é um dos cinco exantemas clássicos da infância (outros são a varicela, sarampo, eritema infeccioso e o exantema súbito). Era uma doença frequente e habitualmente benigna, mas, actualmente em Portugal, devido à vacinação é rara.

A infecção pelo vírus da rubéola durante a gravidez pode levar à infecção do feto com alterações que podem ser muito graves como atraso de crescimento intra-uterino, cataratas, surdez e alterações cardíacas.

Rubor é a vermelhidão da pele que pode ocorrer em qualquer área do corpo, em qualquer extensão, em virtude da dilatação dos vasos sanguíneos e consequentemente, maior fluxo de sangue naquela área. É um dos quatro sinais característicos da inflamação: rubor, calor, dor e tumor.

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.