Doenças A a Z

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Sintomas que acompanham muitas das afeções da boca ou que podem ser temporárias ou persistentes, neste caso podem resultar da degradação de proteínas pelas bactérias, habitualmente por doença gengival ou boca seca.

É uma lesão vascular benigna e o tumor mais comum na infância. O quadro clínico pode variar muito, desde uma mancha vermelha brilhante a uma placa ou nódulo ao azul-violeta.

A hemocromatose é uma doença caracterizada pela ocorrência de depósito de ferro nos tecidos em consequência do seu excesso no organismo. Os principais locais de deposito são o fígado, o pâncreas, o coração e a hipófise, podendo resultar na perda gradativa de suas funções.

Este tipo de hemocromatose é a doença genética mais comum na população caucasiana, e resulta da herança de duas cópias defeituosas de um gene e caracteriza-se pela excessiva absorção de ferro da dieta.

Este tipo de hemocromatose é provocada por outra/s doença/s. As principais causas são as hemoglobinopatias, como anemias carregadoras de ferro, talassemia maior e anemia megaloblástica.

O termo genérico "hemofilia" descreve um grupo de distúrbios da coagulação hereditários, nos quais existe uma anomalia permanente no mecanismo da coagulação do sangue.

Os factores da coagulação, que estão presentes no sangue, são representados em numeração romana de I a XII.

As hemorróidas são veias dilatadas e inflamadas no ânus e recto, que podem causar dor, comichão e sangramento. Como em qualquer outra parte do nosso corpo, esta região é vascularizada por artérias e veias, que recebem o nome de artérias e veias hemorroidais.

A hepatite é basicamente uma infecção no fígado. Existem vários tipos de hepatites e a gravidade da doença é variável em função disso e também dos danos já causados ao fígado quando descoberta. As hepatites virais podem ser agudas ou crónicas.

Trata-se de uma infecção provocada pelo vírus da hepatite A (VHA) que é absorvido no aparelho digestivo e multiplica-se no fígado, causando neste órgão a inflamação denominada hepatite A.

A hepatite auto-imune é uma doença inflamatória do fígado, progressiva, que pode evoluir para cirrose hepática.

A hepatite B é provocada pelo Vírus da Hepatite B (VHB) e é a mais perigosa das hepatites. Os portadores podem desenvolver doenças hepáticas graves, como a cirrose e o cancro no fígado, contudo é possível fazer prevenção através da vacina da hepatite B, com uma eficácia de 95 por cento.

É uma inflamação do fígado provocada por um vírus, que em muitos casos pode levar a falência hepática, cirrose e cancro.

A hepatite D foi conhecida em 1977, ano em que foi descoberto o vírus que a provoca, o VHD ou vírus Delta como também é designado.
A hepatite D só se manifesta em conjunto com a hepatite B, isto é, surge por co-infecção ou por superinfecção.

A hepatite E resulta da infecção pelo vírus da hepatite E (VHE), é transmitida de pessoa a pessoa, através da água e de alimentos contaminados com matéria fecal.

A hepatite G é provocada pelo vírus VHG e estima-se ser responsável por 0,3 por cento de todas as hepatites víricas. Desconhecem-se, ainda, todas as formas de contágio possíveis, mas sabe-se que a doença é transmitida, sobretudo, pelo contacto sanguíneo.

O herpes genital é uma doença crónica, recorrente e sexualmente transmissível provocada pelo vírus Herpes simplex.

A hiperglicemia é uma concentração anormalmente alta de açúcar (glicose) no sangue.
Consideram-se que valores acima de 126 mg/dl em jejum caracterizam indícios de diabetes. Valores acima de 200 mg/dl, em qualquer ocasião, confirmam o diagnóstico.

Perturbação do sono em que se regista uma sonolência excessiva pelo menos durante um mês, evidenciada por episódios de sono nocturnos prolongados ou por episódios de sono diurnos ocorrendo quase todos os dias.

A hipertensão arterial (HTA), conhecida popularmente como pressão alta, é uma das doenças com maior prevalência no mundo moderno e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial, aferida com esfigmomanômetro (aparelho de pressão) ou com o tensímetro, tendo como causas a hereditariedade, a obes

Desenvolvimento anormal de pêlos numa região que não os possui ou que normalmente só apresenta uma penugem. Pode ser congénita ou adquirida, localizada ou generalizada.

Consiste num aumento da glândula e é conhecido pelo nome de hipertrofia benigna da próstata, muitas vezes referida pela sigla HBP. Com o aumento da esperança de vida, tem aumentado o número de doentes prostáticos. Em Portugal, realizam-se anualmente cerca de 10.000 operações por HBP.

Doentes submetidos a terapêutica que ocasiona crescimento gengival apresentam mais dificuldade na remoção da placa pelo que devem ser observados pelo médico, sendo da responsabilidade do farmacêutico identificar estes casos e recomendar a consulta médica.

A hipocondria é uma perturbação psiquiátrica em que o indivíduo, embora saudável, está preocupado, tem medo ou está convencido, de forma angustiante e obsessiva, há mais de meio ano, que tem uma doença grave, tendo-se para tal baseado numa interpretação errada de sintomas físicos.

Designa o baixo nível de glicose no sangue. As causas podem ser variadas (consumo de álcool, jejum, alimentação insuficiente, esforço físico, consumo de medicamentos, etc.) e surgir em qualquer idade e indivíduo.

O hirsutismo é o crescimento excessivo de pêlo em zonas onde as mulheres habitualmente não o têm, já que o pêlo nestas zonas depende dos androgénios (hormonas masculinas), determinado por um conjunto de factores, normalmente de natureza endócrina ou tumoral que obrigam a uma abordagem médica.

A doença de Hodgkin, ou linfoma de Hodgkin, pertence a um grupo de neoplasias denominadas linfomas (termo genérico para designar os carcinomas que se desenvolvem no sistema linfático).

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.