Doenças A a Z

A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
W
X
Y
Z

B

Inflamação da glande do pénis. Embora a inflamação da glande seja, na maioria dos casos, provocada por uma infecção, nos restantes casos, pode ter várias origens.

Trata-se de uma inflamação conjunta da glande e prepúcio desencadeada por diversos factores.

Consiste na lesão do ouvido, resultante das alterações da pressão atmosférica ou da pressão da água nesta região. Acontece nomeadamente a pilotos e mergulhadores.

Doença provocada por carência de vitamina B1 (tecnicamente chamada avitaminose B1) que provoca fraqueza muscular e dificuldades respiratórias. Pode afectar o coração, dando origem a uma cardiomiopatia por deficiência nutricional chamada de Beribéri cardíaco.

Nome dado à perturbação anteriormente designada por doença maníaco-depressiva. Afecta cerca de 2 por cento da população e tem, habitualmente, início entre os 10 e os 40 anos.

Inflamação das pálpebras, produzida por uma infecção provocada pela existência excessiva de bactérias na pele, por uma dermatite seborreica na cara ou couro cabeludo ou por estes dois factores.

A blenorragia ou gonorreia é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, ou gonococo, em que há infecção da uretra, do colo uterino, garganta ou olhos pela acção da bact

Xerostomia ou boca seca caracteriza-se por redução ou falta de saliva, que pode ser induzida por obstrução mecânica à secreção de saliva, por medicamentos (tabela 1) ou por patologias como o Síndroma de Sjögran.

Aumento da glândula tiroideia que pode ser difuso ou nodular e que pode ser acompanhada ou não pela alteração da função.

Trata-se de uma intoxicação alimentar, potencialmente mortal, que pode causar danos graves aos nervos e músculos e causada pelas toxinas produzidas pela bactéria Clostridium botulinum.

Designa-se pela inflamação dos brônquios. Existem dois tipos de bronquite, a aguda, geralmente causada por vírus ou bactérias e pode durar vários dias e até semanas, e a bronquite crónica com duração de anos, e que não é, necessariamente, causada por uma infecção.

Frequentemente causada por vírus que infectam o epitélio dos brônquios, resultando em inflamação e aumento da secreção de muco. Geralmente desenvolve-se durante o curso de uma infecção respiratória, como a gripe comum.

A bronquite crónica é uma doença que afecta os pulmões dificultando a função respiratória. A bronquite crónica é causada por uma lesão recorrente ou irritação do epitélio respiratório dos brônquios, resultando em crónica a inflamação, edema (inchaço), e aumento da produção de muco.

Conhecida também como febre-de-malta, estamos perante uma infecção causada pela bactéria brucella transmitida pelos lacticínios não pasteurizados.

Comportamento inconsciente que consiste no hábito de ranger e friccionar os dentes e que se acredita estar ligado à ansiedade e ao stress, bem como à forma como os dentes se ajustam.

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.