Expansão
A SWORD Health, startup portuguesa que criou a primeira solução digital para o tratamento de patologias músculo-esqueléticas,...

A aquisição vai permitir reforçar os planos de expansão e crescimento do unicórnio português liderado por Virgílio Bento, através da aposta na criação de uma equipa de excelência nas áreas de engenharia e de produto na área de Saúde Digital.

“A aquisição estratégica da área de desenvolvimento de software da Bright Technologies reforça as nossas prioridades de crescimento e expansão, apostando numa equipa de excelência em áreas fundamentais da engenharia e de produto, essenciais para a construção de soluções cada vez mais disruptivas na área da saúde” afirma Jorge Meireles, VP de Engenharia da SWORD Health.

Com a missão de democratizar o acesso a cuidados de saúde de qualidade a mais de 2 mil milhões de pessoas que sofrem de patologias músculo-esqueléticas em todo o mundo, a SWORD Health quer acelerar o tratamento destas patologias através do desenvolvimento de novas terapias digitais, desde a prevenção até à reabilitação pós-cirurgia. Recorde-se que estas patologias representam o maior custo de saúde a nível mundial e que são uma das principais causas de dor crónica e incapacidade.

Recentemente a SWORD Health fechou uma ronda de financiamento Série D no valor de 189 milhões de dólares, que colocou a valorização da startup portuguesa nos 2 mil milhões de dólares, tornando-se na start-up que mais rapidamente chegou ao estatuto de unicórnio.

 

Situação Epidemiológica
Desde ontem foram registados perto de 58 mil novos casos de infeção pelo novo coronavírus e 48 mortes em território nacional. O...

A região Norte foi a região do país que registou maior número de mortes, desde o último balanço: 19 em 48. Segue-se a região de Lisboa e Vale do Tejo com 17 óbitos registados, a região Centro com sete, o Algarve com quatro e o Alentejo com uma morte.

De acordo com o boletim divulgado hoje pela DGS, foram ainda diagnosticados 57.657 novos casos. A região Norte voltou a registar a maioria dos casos, nas últimas 24 horas: 25.504 seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo com 16.740 novas infeções. Desde ontem foram diagnosticados mais 9.543 casos na região Centro, 2.044 no Alentejo e 1.501 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, o arquipélago da Madeira conta agora com mais 1.408 infeções, e os Açores com 917.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 2.320 doentes internados, menos 28 que ontem. Também as unidades de cuidados intensivos têm agora menos 14 doentes internados, desde o último balanço: 158.

O boletim desta terça-feira mostra ainda que, desde ontem, 54.666 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 1.780.008 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 512.571 casos, mais 2.943 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância mais 18.895 contactos, estando agora 520.014 pessoas em vigilância.

Campanha
E se um dia acordar e não reconhecer a sua família, a sua casa ou aqueles amigos que sempre fizeram parte da sua vida? Para a...

Com esta campanha, desafiamos os portugueses a imaginar que um dia irão esquecer-se de quem consideram ser inesquecível. Este é um exercício cada vez mais urgente e necessário para promover o aumento do conhecimento sobre os fatores de risco modificáveis e as estratégias que cada um de nós pode adotar para diminuir o risco de vir a desenvolver demência. Há muitas coisas que cada um de nós pode fazer pela saúde do seu cérebro - desde a adoção de um estilo de vida saudável até ao aumento da estimulação intelectual e social.

Segundo um novo estudo acabado de divulgar pela publicação científica The Lancet Public Health, estima-se que 153 milhões de pessoas em todo o mundo terão demência em 2050, quase o triplo do estimado para 2019 (57 milhões), e que em Portugal esse número aumente de 200 mil para 350 mil pessoas, devido ao crescimento e envelhecimento da população. Hoje sabe-se que 40% dos quadros demenciais podem ser preveníveis se, por um lado, se diminuir o risco de lesão no cérebro e, por outro, se aumentar a chamada Reserva Cognitiva (a revista Lancet publicou em 2017 uma importante revisão da literatura na qual se identificam nove fatores de risco modificaveis, sendo que numa atualização desta revisão publicada em 2020 se acrescentaram mais três à lista).

“Há pessoas que infelizmente já conhecem a Doença de Alzheimer de perto, devido a algum caso na família. Mas depois há inúmeras pessoas, como as mais jovens, que nem sequer pensam sobre isso e que acreditam que esta é uma realidade distante. É sobretudo com estas pessoas que queremos falar, para provocá-las a refletir sobre o problema e ajudar a preveni-lo desde já”, refere José Bomtempo, CCO-Partner da BAR Ogilvy, explicando que a campanha nasceu a partir deste insight e pretende consciencializar as pessoas sobre a iminência deste problema.

Com uma certa dose de suspense e emoção, o filme traz uma metáfora de como a Doença de Alzheimer pode entrar de forma silenciosa e quase impercetível na vida de uma pessoa e convida-nos a refletir sobre como é sentir os seus efeitos na própria pele. Esta campanha que vai para o ar em televisão no dia 25 de janeiro, estará também presente nas redes sociais da Associação e na página retratosdesconhecidos.pt

Num segundo momento da campanha, a Associação pretende ainda promover um maior conhecimento sobre a doença e as suas formas de prevenção.

 

ADTI reforça os cuidados que pessoas com hipotiroidismo devem ter no Inverno
As hormonas produzidas pela tiroide regulam o metabolismo e provocam uma libertação de calor no corpo, aumentando a temperatura...

“Quando o hipotiroidismo é muito grave ou está mal controlado, a temperatura corporal pode baixar 3 ou 4 graus”, afirma Maria João, médica endocrinologista A especialista explica ainda que quando as condições atmosféricas agravam, “o organismo destes doentes funciona mais devagar na tentativa de conservar todo o calor possível”. 

Por isso, pessoas com hipotiroidismo devem evitar ambientes com baixa temperatura extrema e proteger-se do frio, agasalhando-se convenientemente com várias camadas de roupa, luvas, cachecol e gorro. A prática do exercício físico também facilita a libertação de calor, pelo que é essencial para minimizar o impacto do tempo mais frio. “Pode ainda ser necessário consultar o médico, caso a intolerância ao frio seja superior à habitual, para analisar os níveis das hormonas tiroideias e adaptar a medicação se for preciso”, acrescenta Maria João. 

A ADTI alerta para especial cuidado por parte dos doentes de hipotiroidismo nos próximos dias, uma vez que os valores da temperatura mínima estão muito baixos e quinze distritos do país estão em aviso amarelo devido ao frio até à próxima segunda-feira, segundo o Instituto Português do Mar.

 

27 e 28 janeiro
Organizado pela Associação de Estudos, Núcleo e Grupo de Doenças Infeciosas de Lisboa (NUGEDIL), realizam-se nos dias 27 e 28...

As 13as Jornadas de Atualização em Doenças Infeciosas do Hospital de Curry Cabral, que têm como Presidente da Comissão Organizadora o Prof. Doutor Fernando Maltez, Diretor do Serviço de Doenças Infeciosas do Hospital de Curry Cabral – CHULC, apresentam um programa amplo e relevante, procurando a discussão de um conjunto de temas importantes na área das doenças infeciosas reunindo os nomes mais prestigiados da infeciologia e de outras áreas médicas. Destaque para a realização do 7º Curso Temático Pré-Jornadas, no dia 26 de janeiro, dedicado à SARS-CoV-2 e à COVID-19, onde serão debatidos os principais temas da atualidade ligados à pandemia.

Muito se tem dito sobre a pandemia, mas há ainda muitas dúvidas e questões que precisam de ser respondidas e é o que farão os especialistas no próximo dia 26 de janeiro durante 7º Curso Temático Pré-Jornadas| SARS-CoV-2 e COVID-19.

Em que fase estamos? Continuamos em pandemia, estamos já em endemia? Para onde caminhamos e o que é esperado em termos de impacto na vida das pessoas?

O que significa imunidade? Estamos perto de atingir a imunidade de grupo ou é uma utopia? Qual a real importância da 3ª dose de reforço e qual o risco/benefício dos reforços vacinais frequentes? Qual o papel das vacinas no nosso sistema imunitário? Face às novas variantes com aparente menor gravidade (omicron), qual o papel da vacinação vs a imunidade adquirida?

Modelos de testagem: estamos a seguir um caminho de testagem massiva quando muitos países estão a ir numa direção oposta. Fará sentido a testagem massiva? O que faremos com esses dados face à diminuição das medidas de isolamento? O que vale a pena manter? Será sustentável e até quando?

Apesar das medidas preventivas os internamentos continuam a aumentar, geram peso sobre os cuidados de saúde e continuam a existir doentes graves. Que soluções têm essas pessoas? Qual a perspetiva da abordagem terapêutica? O que temos a oferecer aos doentes que evoluem na gravidade da sua doença?

Existe um contraste entre o silêncio científico e o barulho mediático sobre as sequelas da covid. Estamos a acompanhar estes doentes? O que já sabemos e o que temos para oferecer? que impacto é que identificamos tanto a nível individual como a nível coletivo (ex.: absentismo laboral, consumo de recursos de saúde...)

Qual o papel da pediatria? Serão as crianças saudáveis e de alguma forma isentas de risco de doença grave? Vemos nesta vaga que são muito mais atingidas do que em vagas anteriores. Por que motivo e qual o impacto?

Do Programa Científico das 13as Jornadas de Atualização em Doenças Infeciosas, para além da COVID-19, constam temas como Poliomielite, - Doenças Endémicas Tropicais, Infeções fúngicas e resistências, Infeção por VIH, Tuberculose, Tularémia, Hepatites Víricas, entre outros. Refira-se ainda a conferência “A Pintura, os pintores e as doenças infeciosas”.

Patrocínio científico da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Sociedade Portuguesa de Neurofisiologia Clínica e Medicina do Sono
Depois da elevada procura registada em 2021 – com aproximadamente o dobro dos candidatos para as vagas existentes – a Escola...

A ESTeSC-IPC foi pioneira na criação de uma pós-graduação em Electroencefalografia (EEG), especialização que, até então, estava apenas acessível a médicos especialistas que frequentassem o Ciclo de Estudos Especiais em Neurofisiologia, tutelado pela Ordem dos Médicos. Podem candidatar-se ao curso da ESTeSC-IPC licenciados em Fisiologia Clínica, Neurofisiologia e Cardiopneumologia, licenciados ou mestres em Medicina, e licenciados ou mestres em Psicologia com Especialização em Neuropsicologia Clínica.

Trabalhando numa lógica de “equipa e complementaridade”, a pós-graduação aborda “de forma exaustiva, mas sintética”, todas as áreas da Electroencefalografia, “incluindo as noções mais básicas de aquisição de sinal bioeléctrico cerebral e fundamentos de neurofisiologia e neuroanatomia aplicada, aos padrões normais, variantes e patológicos de EEG e a sua correlação com doenças neurológicas e sistémicas”, descreve o coordenador, Daniel Filipe Borges.

O corpo docente do curso integra – além dos docentes da ESTeSC-IPC – 20 médicos especialistas (neurologistas e pediatras) e com subespecialidade (neurofisiologia clínica e neuropediatria) que exercem em variadíssimas instituições hospitalares nacionais. A estes, juntam-se Fábio A. Nascimento, do Massachusetts General Hospital – Harvard Medical School (Boston, EUA), e Christoph M. Michel, da Universidade de Genève (Suíça), oradores dos webinar de abertura e encerramento, respetivamente (ambos de acesso ao público em geral, mediante inscrição prévia).

As aulas da pós-graduação em EEG têm início a 26 fevereiro, e decorrerão às sexta-feiras, das 18h00 às 21H00, aos sábados, das 9H00 às 12H00. As candidaturas estão abertas até 5 de fevereiro, em www.estesc.ipc.pt.

 

Opinião
A Obesidade é uma doença crónica, considerada como um dos maiores problemas de saúde pública do sécu

A sociedade actual impõe padrões de beleza, em que o ser magro é sinónimo de sucesso nas relações humanas e sociais. Esta pressão social desencadeia no indivíduo uma “luta” entre o corpo e a mente, para atingir esse objectivo o que pode dar origem a quadros patológicos de depressão, de ansiedade ou de stress, interferindo com o autoconceito e a autoestima. Promovendo a tendência de desvalorizar a qualidade de vida e os cuidados com o corpo, uma incorrecta selecção dos alimentos, uma desmotivação para a prática do exercício físico e a um desinvestimento na aparência, ou seja, a adoptar estilos de vida pouco saudáveis.

A comida é utilizada para preencher vazios emocionais causados por diversas situações com as quais as pessoas não conseguem lidar de uma forma positiva (e.g. problemas relacionais, laborais...). O ato de comer de forma compulsiva, acaba por ser um comportamento aditivo, uma vez que a comida dá prazer e proporciona um alívio imediato. Contudo, após a ingestão alimentar, a pessoa volta a sentir os mesmos estados emocionais e uma sensação de vergonha, nojo e/ ou culpa por ter comido e, tudo continuar igual na sua vida. Neste sentido, verifica-se que os problemas emocionais disfuncionais funcionam como antecedentes e consequentes do comportamento alimentar associado ao excesso de peso.

Por outro lado, os indivíduos obesos ou com excesso de peso têm crenças disfuncionais sobre a alimentação e o peso (“sou um fracasso por não conseguir emagrecer”; “como porque estou ansioso”; “estou gordo assim por causa da minha ansiedade”; “preciso aprender a controlar a ansiedade para poder perder peso”, “sou ridículo/ fracassado por comer demais”...), que funcionam como “armadilhas” nos processos cognitivos, promovendo padrões disfuncionais de alimentação.

As pessoas obesas ao sofrerem de discriminação e de preconceito, sendo estigmatizadas podem desenvolver quadros depressivos, levando ao isolamento social, afectando a qualidade de vida. Estes sentimentos de rejeição, humilhação e a falta de confiança nos contactos sociais levam a que estas pessoas vejam a comida como a grande fonte de prazer, adoptando um estilo alimentar pouco saudável.

Grosso modo, pode-se referir que a alteração de pensamentos, sentimentos e comportamentos disfuncionais são essenciais para adopção de comportamentos e de estilos de vida saudáveis, nos padrões alimentares e de actividade física, sustentados no tempo.

 

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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Uma solução tecnológica inovadora, 100% nacional, com recurso à inteligência artificial
O Grupo Lusíadas Saúde recorre à inteligência artificial (IA) e apresenta a primeira assistente virtual, por voz e texto, para...

Esta solução tecnológica inovadora, quer no setor da saúde em Portugal quer no mundo, designa-se LUSI e com uma comunicação mais natural, fruto da programação natural language understanding, empática e inteligente, é capaz de atender a múltiplos pedidos.

Desenvolvida em parceria com a start-up portuguesa AgentifAI, a LUSI estará disponível em breve 24 horas por dia, em todas as unidades do grupo Lusíadas Saúde, permitindo marcar consultas e obter informações sobre os serviços das unidades de saúde, bem como os acordos existentes.

O grupo Lusíadas Saúde oferece, assim, uma nova experiência de acessibilidade aos seus Clientes, ao otimizar o tempo de resposta, permitindo a utilização desta tecnologia por qualquer pessoa. Pelo facto de usar linguagem natural, o Cliente somente terá de falar com a LUSI para ver o seu pedido respondido.

Este investimento da Lusíadas Saúde vem complementar e diversificar o portfólio dos canais de comunicação. Os Clientes podem assim contactar o Grupo por escrito ou por voz, através do Contact Center, app +Lusíadas, Redes Sociais e agora também através do WhatsApp e do Facebook Messenger.

“Este projeto inovador é um marco relevante na estratégia de transformação digital que o Grupo Lusíadas Saúde tem vindo a implementar e tem como principal objetivo oferecer maior proximidade e acessibilidade aos Clientes. A LUSI está na vanguarda da inovação e da tecnologia não só a nível nacional, como mundial, e promete surpreender os Clientes pela sua resposta com linguagem semelhante à humana. Reiteramos, assim, o compromisso de estar ao serviço de quem nos procura.”, afirma Sofia Couto da Rocha, Chief Transformation Officer do Grupo Lusíadas Saúde.

“A Lusíadas Saúde, em parceria com Agentifai, rompe com status quo e implementa a mais recente inovação em termos de IA no apoio ao Cliente, em escala e com qualidade. Os ganhos de eficiência têm sito muito elevados, pois pela primeira vez é a tecnologia que se adapta ao cliente e não o contrário. De realçar que muitos clientes agradecem o atendimento à LUSI no final das conversas, o que comprova a humanização da conversa.” afirma Rui Lopes, CEO da Agentifai.

A AgentifAI é uma tecnológica portuguesa de Braga, nascida em 2016, especializada em automação com base em Inteligência Artificial. A Agentifai desenvolveu uma plataforma conversacional state-of-the-art para o sector da Saúde e da Banca, que resulta numa comunicação envolvente e humanizada, para que os clientes obtenham uma experiência natural e não sintam que estão a falar com um robô.

Curso e-Learning
A Miligrama Comunicação em Saúde e a júnior empresa da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, LisbonPH, acabam de...

“Esta parceria nasce do objetivo mútuo de contribuirmos para a formação dos profissionais de saúde do futuro. Através de um perfil de LinkedIn bem construído e dinamizado, é possível ampliar a rede de contactos e dar um impulso na carreira profissional, quer estejam a dar os primeiros passos no mercado de trabalho ou à procura de novas oportunidades.”, avança Andreia Garcia, Diretora-Geral da Miligrama Comunicação em Saúde.

O curso é composto por quatro módulos, com um total de três horas de duração, e é lecionado em formato e-Learning, na plataforma Thinkific. Entre os temas abordados, encontram-se dicas para criar um perfil de destaque, recomendações para dinamizar a presença no LinkedIn e aproveitar os seus recursos, assim como as ferramentas essenciais para gerir uma página empresarial, nesta rede.

O LinkedIn é a maior rede social profissional da atualidade. Conta com mais de 700 milhões de utilizadores e permite que profissionais e organizações estabeleçam contacto entre si e mantenham-se a par das tendências, na sua área de atuação.

Apesar de orientado para área da saúde, qualquer pessoa, independentemente da sua área profissional, pode inscrever-se no curso, que está disponível no site da LisbonPH: https://lisbonph.pt/boas-praticas-para-a-utilizacao-profissional-do-linkedin/.

 

Solução digital faculta informação sobre problemas de saúde de menor gravidade e medicamentos não sujeitos a receita médica
A plataforma ‘Medicamento Certo’ já chegou ao site da Auchan. Desenvolvida por uma equipa de farmacêuticos da startup...

Para obter respostas às suas dúvidas, o consumidor deve definir no interface inicial se procura esclarecimentos sobre sintomas ou medicamentos. A partir daí, é guiado através de um conjunto de passos, que contemplam a introdução de informações adicionais sobre alergias, condições de saúde prévias e toma de medicamentos, entre outras, até obter como resultado informação adaptada à sua situação.

Na seção Sintomas, a Medicamento Certo faculta informação sobre sintomas relacionados com problemas de saúde de menor gravidade. No resultado final, o consumidor vai encontrar sugestões de cuidados não farmacológicos que ajudam a aliviar o referido sintoma e a indicação do(s) medicamento(s) adequados para a situação em causa. De ressalvar que, caso sejam introduzidos sintomas graves ou identificados sinais de alerta, a irá alertar o consumidor para que consulte um profissional de saúde ou contacte a linha SNS 24.

Já na seção Medicamentos, o consumidor encontrará informação sobre a composição e indicação terapêutica do fármaco, advertências e precauções, bem como a forma de o tomar, as doses indicadas e o tempo de tratamento adequado.

De sublinhar que, quando realizadas de forma responsável, a autogestão da saúde e a automedicação permitem melhorar a saúde do doente e também otimizar os sistemas de saúde ao reduzir o número de consultas médicas e urgências não justificadas.

“Com a ‘Medicamento Certo’ pretendemos reforçar o contributo da Auchan para a promoção do uso racional do medicamento e oferecer ao cliente a possibilidade de comprar medicamentos não sujeitos a receita médica em auchan.pt com toda a comodidade e conveniência, apoiado em informação rigorosa e credível, que lhe permita efetuar uma automedicação responsável e consciente”, sublinha Inês Matos, Diretora de Nutrição, Saúde e Bem-Estar e responsável pelo projeto, na Auchan Retail Portugal.

A ‘Medicamento Certo’ está disponível aqui e é para uso exclusivo de maiores de 18 anos.

NEGERMI promove webinar
O Núcleo de Estudos de Geriatria (NEGERMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) vai realizar, dia 5 de fevereiro...

Em 2020, o recurso às urgências devido a acidentes domésticos e de lazer aumentou 13% na população com mais de 65 anos. As quedas aparecem como a principal causa e representaram mais de 45 mil idas às urgências, representando 89,4% dos acidentes nesta faixa etária. De referir ainda que a cada 100 internamentos devido a quedas, seis têm como desfecho a morte ainda no hospital.

“Pretendemos com este webinar sensibilizar os médicos e outros profissionais de saúde para a vulnerabilidade das pessoas idosas para a ocorrência de quedas, uma das principais síndromes geriátricas, que pode ser antecipada e prevenida, através de intervenções que reduzam o risco. É um fenómeno muito comum, mas frequentemente banalizado e associado ao normal envelhecimento. No entanto, é um fenómeno preocupante porque pode precipitar a deterioração do estado funcional e da autonomia, aumentando a dependência e a probabilidade de institucionalização, com profundo impacto na qualidade de vida e bem-estar. As quedas são por isso consideradas um problema de saúde pública” afirma Sofia Duque, Coordenadora do NEGERMI.

As quedas nos idosos são multifatoriais resultando da combinação de problemas de equilíbrio e mobilidade, défices sensoriais, a perda de massa e força muscular, vários problemas médicos como a doença cardio e cérebro-vascular, a doença de Parkinson, as alterações cognitivas e psicológicas, a doença osteoarticular degenerativa, problemas nutricionais como a desnutrição e a sarcopénia, a hipotensão ortostática, problemas vestibulares, problemas podológicos, entre outros. Destaca-se ainda o potencial de vários fármacos poderem potenciar as quedas, estando os doentes idosos frequentemente polimedicados.

Outros problemas demográficos, psicossociais e ambientais aumentam o risco de quedas e não podem ser ignorados na avaliação de cada pessoa idosa, como a história prévia de quedas, a limitação nas atividades de vida diária, o sedentarismo, o uso de roupa e calçado inadequados, a existência de barreiras arquitetónicas dentro e fora de casa ou elementos de risco como o pavimento escorregadio ou irregular, bem como a exposição a situações de risco.  

“As consequências mais dramáticas e imediatas das quedas são as lesões corporais, em particular as fraturas ósseas e o traumatismo crânio-encefálico, que podem mesmo ser fatais ou levar a problemas de mobilidade e dependência. No entanto, mesmo quando não correm estas consequências dramáticas há efeitos indesejáveis, como o medo de cair, associado a progressiva imobilidade, dificuldade nas atividades de vida diária, depressão e ansiedade, isolamento social, sedentarismo, culminando tudo em perda de autonomia e dependência com compromisso da qualidade de vida” conclui Sofia Duque.  

Este webinar conta com a participação de vários profissionais de saúde, não só médicos Internistas com competência em Geriatria, mas também médicos Fisiatras, Fisioterapeutas e Enfermeiros, todos com um papel ativo e importante na prevenção de quedas. 

Assista aqui ao webinar: https://www.spmi.pt/webinar-quedas-nos-idosos/

 

Iniciativa decorre no âmbito do Dia Internacional da Criança com Cancro
Como é ser sobrevivente de um cancro pediátrico em Portugal? Qual a importância da saúde oral durante e pós tratamento? Qual o...

Pais, familiares, cuidadores ou amigos de crianças e adolescentes com cancro, mas não só, todos os que de alguma forma se interessam sobre estes temas, podem inscrever-se aqui e assistir, de forma gratuita, ao seminário.

“Num momento em que só se fala de covid-19, há algo que nos continua a preocupar e da qual estou certa: em Portugal continuamos a ter todos os dias, pelo menos, uma família confrontada com o diagnóstico de cancro de um filho. São cerca de 400 casos diagnosticados todos os anos. Um caso diagnosticado envolve sempre toda a família. Famílias estas que, em tempo de pandemia, se encontram ainda mais vulneráveis e preocupadas com o bem-estar dos seus filhos. É para estas famílias que estamos a trabalhar hoje, e que vamos continuar a trabalhar” começa por explicar Cristina Potier, diretora-geral da FROC. “É a necessidade de informar e esclarecer estas famílias que nos leva a organizar estes seminários anualmente com um grande objetivo: esclarecer, através de profissionais e peritos credíveis, e através de partilha de testemunhos.” 

O primeiro grande tema em destaque no seminário é “Ser sobrevivente em Portugal”. Este será um painel que conta com a presença de Tiago Costa, Patient Advocate na Acreditar, Ana Teixeira, Médica Pediatra no Serviço de Pediatria do IPOFG Lisboa, e de Inês Domingos com o seu testemunho. “Neste painel são vários os contributos que vão explicar e analisar como é viver e como é feito o acompanhamento do pós doença em Portugal. “Porque a realidade do cancro pediátrico não termina com a cura”, acrescenta Cristina Potier.

“Saúde oral, durante e pós tratamento” é o segundo tema em destaque e, como explica Cristina Potier: “A saúde oral é muitas vezes negligenciada no Sistema Nacional de Saúde. Sendo o cuidado com a saúde oral para as famílias mais carenciadas muitas vezes esquecidos. Mas não deve ser assim, porque é durante a infância e adolescência que os cuidados orais devem ser maiores, especialmente nestes grupos mais fragilizados. É muito comum, por exemplo, surgirem durante a quimioterapia e radioterapia mucosites e é preciso identificá-las e tratá-las corretamente." Para debater este tema foi convidada a Patrícia Correia, Médica Dentista Odontopediatra e Professora Auxiliar da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade Católica Portuguesa, e Joana Rebelo, Médica Pediatra na Unidade de Oncologia Pediátrica do Centro Hospitalar de São João a explicar como este tema é tratado no Centro de Referência de que faz parte.

O terceiro tema a ser abordado é “Saúde mental em oncologia pediátrica”. Um painel que terá a presença de Maria de Jesus Moura, Diretora Serviço Psicologia IPOFG Lisboa, e Catarina Garcia Ribeiro, Pedo-Psiquiatra no Hospital D. Estefânia e o testemunho de uma mãe. Cristina Potier acrescenta que “perante um diagnóstico de doença oncológica toda a família é afetada e muitas vezes pode ser necessário acompanhamento psicológico. Durante a pandemia e perante às diversas restrições existentes esta questão torna-se ainda mais urgente."

Por último, haverá ainda tempo para falar dos “Novos tratamentos e investigação na área de oncologia pediátrica”, com Manuel Brito, Diretor Serviço Oncologia do Hospital Pediátrico de Coimbra, e Isabel Oliveira, em representação da Agência De Investigação Clínica e Inovação Biomédica.

No decorrer do seminário serão apresentados os vencedores e menções honrosas, da 6ª edição do Prémio Rui Osório de Castro/Millennium BCP, que apoia, com o valor de 15.000€, projetos que promovem a melhoria dos cuidados prestados a crianças com doença oncológica.

“É um seminário aberto a todos pois, apesar do programa ser sempre criado a pensar nas famílias, qualquer pessoa poderá participar, como voluntários, estudantes, profissionais de saúde, assistentes sociais e profissionais de outras organizações sociais que trabalham na área” termina a diretora-geral da FROC.

Em fevereiro
O 16.º Congresso Português do AVC vai abranger quatro cursos que irão decorrer virtualmente, tal como as restantes atividades...

“A Via Verde do AVC em 9 perguntas” é o tema do Curso I, que irá decorrer no dia 2 de fevereiro, entre as 14h00 e as 19h30, com o apoio da Boehringer Ingelheim e coordenação do Dr. Miguel Rodrigues e da Dr.ª Liliana Pereira, ambos neurologistas do Hospital Garcia de Orta (Almada) e membros da SPAVC.

Dirigido a médicos com interesse na doença vascular cerebral, incluindo especialistas e internos, nas áreas de Neurologia, Neurocirurgia, Neurorradiologia, Medicina Interna e Medicina Intensiva, este curso “pretende proporcionar uma introdução ou revisão aos procedimentos de fase aguda, que capacite os participantes a abordarem o doente com suspeita de AVC agudo no serviço de urgência e orientarem o tratamento dos casos diagnosticados com lesão isquémica”. 

“Com um programa renovado, pretende ser prático e será indicada aos participantes bibliografia recomendada para leitura e estudo pré-curso, para que aproveitem ao máximo o tempo despendido nas sessões”, pode ler-se na descrição desta ação de formação que tem como objetivos “descrever os dados essenciais na colheita da história clínica e observação de um doente com suspeita de AVC agudo, identificar e discutir as alterações mais frequentes nestes exames e selecionar doentes para trombólise e tratamento endovascular de acordo com as últimas recomendações científicas”, entre outros. Todas as informações sobre este evento online e o formulário de inscrição podem ser consultados no site oficial da SPAVC.

No mesmo dia decorrerá o Curso II “A Enfermagem e a Doença Cerebrovascular: O Estado da Arte em 2022”, que conta com o apoio da Angels e a coordenação do Enf. Gonçalo Vital (Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central).

Entre as 15h00 e as 19h00 do dia 2 de fevereiro, Enfermeiros e outros Profissionais de Saúde com interesse particular na doença vascular cerebral poderão aprender mais sobre “Défice neurológico agudo: Intervenção especializada em meio VMER” e os “Cuidados de Enfermagem na admissão do doente numa Unidade de AVC”, entre outros tópicos de apresentação incluídos no programa multidisciplinar, que poderá ser consultado através do seguinte link.

Outros dois cursos vão acontecer já depois do 16.º Congresso Português do AVC ter terminado. Por isso, o Curso III, intitulado “MIND”, está agendado para o dia 5 de fevereiro, entre as 14h30 e as 18h00, e será coordenado pela Prof.ª Ana Rute Costa, pela Dr.ª Joana Pais, e pelo Prof. Vítor Tedim Cruz.

“Esta formação, dirigida a profissionais de diferentes áreas, terá como foco principal a introdução à metodologia MIND, através do ensino de estratégias não farmacológicas importantes para a prevenção do declínio cognitivo”, refere a organização. “A metodologia será teórico-prática, com a apresentação e discussão dos principais princípios teóricos subjacentes à implementação deste tipo de programa e de estratégias de promoção da saúde adaptadas a diferentes contextos”. Além disso, “será dada ênfase a três áreas de intervenção prioritárias: treino cognitivo, exercício físico e educação alimentar, e serão também disponibilizados materiais usados no âmbito do projeto de intervenção MIND-Matosinhos: Multiple Interventions to Prevent Cognitive Decline”. Tal como os restantes cursos, todas as informações relativas aos objetivos e ao plano de formação podem ser encontradas no site da SPAVC.

Por último, entre as 15h00 e as 19h00 do dia 5 de fevereiro, decorrerá o Curso IV, focado nas “Técnicas ultrassonográficas para guiar decisões terapêuticas na Unidade de AVC” e coordenado pelos membros da Direção da SPAVC, o Dr. Alexandre Amaral e Silva, (neurologista do Hospital de Vila Franca de Xira) e o Prof. João Sargento Freitas, (neurologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra).

“Médicos internos e especialistas de especialidades dedicadas ao tratamento de fase aguda do Acidente Vascular Cerebral” são os destinatários desta formação cujos objetivos são “apresentar técnicas ultrassonográficas essenciais para o estudo e caracterização dos doentes cerebrovasculares em fase aguda, enquadrar as informações que as técnicas ultrassonográficas podem transmitir com os diferentes quadros clínicos e promover multidisciplinariedade nas equipas e integração multimodal da investigação”, referem os coordenadores. Para inscrições e informações sobre o programa, basta aceder ao seguinte link.

 

Na Guiné-Bissau
Telma Mendes, Maria Helena Brito e Guillermo Pastor são os médicos do Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira (CHUCB) que...

Estes profissionais de saúde, especialistas nas áreas da Medicina Interna e Cirurgia, respetivamente, vão ajudar a suprimir algumas carências existentes ao nível dos cuidados especializados, nomeadamente com a prestação de consultas e cirurgias, mas sobretudo, dando formação aos profissionais internos do Hospital Nacional Simão Mendes, por forma a partilhar conhecimento e promover a melhoria dos cuidados prestados, numa unidade de saúde e num país, com condições muito adversas e diferentes da realidade portuguesa.

Para além dos médicos que participam diretamente nesta missão, com a força do seu trabalho e conhecimento, o Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira contribui ainda, com o fornecimento de alguns materiais e esquipamentos médicos, nomeadamente, equipamentos de protecção individual (EPIs) e material cirúrgico, naquele que se prevê ser o início de um amplo processo de cooperação interinstitucional, dada a responsabilidade social que o CHUCB desde sempre assume, nesta e em outras matérias, e dadas as ligações estreitas que alguns dos seus colaboradores detêm, com Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

A Associação “Saúde Sabe Tene” – SSTENE (ONG) é uma Associação de cariz humanitário, sem fins lucrativos e tem como missão a sensibilização da sociedade portuguesa e outras comunidades para os problemas sócio humanitários e sanitários, bem como prestar assistência às populações desfavorecidas da comunidade dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), particularmente da Giné-Bissau, em Portugal e nos países de origem. 

Estudo
Uma equipa multidisciplinar de investigadores da Universidade de Coimbra (UC), com a participação da Universidade Federal da...

Os produtos desenvolvidos – distribuídos por duas gamas, uma para eliminar as larvas em água e outra para ser utilizada em armadilhas de captura de insetos – têm na sua base óleos naturais extraídos de plantas nativas do Brasil e da Ásia, combinados com polímeros biodegradáveis, e recorrem a técnicas e solventes “verdes” e de baixo impacto ambiental. Têm ainda a particularidade de permitirem a libertação controlada dos princípios ativos de forma eficiente.

As formulações desenvolvidas pelos cientistas da UC e do Brasil distinguem-se por serem «biodegradáveis, sem propriedades tóxicas ou perigosas para humanos, animais e meio ambiente, e foram pensadas para serem usadas, de uma forma generalizada, no controlo de mosquitos do género Aedes (Aedes aegypti, Aedes albopictus e Aedes japonicus), insetos vetores de doenças como a Dengue, Zika, febre Chikungunya, febre amarela e febre do Nilo Ocidental», destaca Hermínio Sousa, investigador do Centro de Investigação em Engenharia dos Processos Químicos e dos Produtos da Floresta (CIEPQPF) da UC e coordenador do projeto.

Os testes já realizados em laboratório revelaram que estes produtos são uma alternativa eficaz aos larvicidas e inseticidas sintéticos. «De facto, as formulações já desenvolvidas demonstraram ser eficientes em termos das suas atividades larvicidas para o A. aegypti, seguras e de baixo impacto ecológico. Foram ainda desenvolvidas estratégias que permitiram obter produtos e formulações que podem manter a sua eficiência por períodos bastante longos de tempo», descreve o também docente do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC (FCTUC).

No entanto, apesar de os testes terem apresentado resultados francamente promissores, para estes produtos chegarem ao mercado ainda são necessários mais estudos. «No caso das larvas, é necessário, por exemplo, otimizar a dose, isto é, verificar se é possível obter a mesma eficácia com uma dose menor. Atualmente, estamos a desenvolver mais estudos para verificar a eficiência e a segurança das formulações em termos das atividades atrativas para os mosquitos da espécie A. aegypti, para a sua captura em armadilhas», explica Hermínio Sousa.

No contexto das alterações climáticas, estes mosquitos podem disseminar-se e estabelecer-se em todo o mundo, de forma muito rápida. «Inevitavelmente, a grande circulação de pessoas e de bens por todo o mundo, decorrentes dos processos de globalização, bem como as alterações climáticas esperadas para os próximos anos, terão grandes efeitos na disseminação e propagação destas espécies para regiões onde ainda não estão estabelecidas e, consequentemente, das doenças por elas transmitidas», previne o investigador e docente da FCTUC.

Considerando que a Dengue, Zika, Chikungunya, febre amarela e febre do Nilo Ocidental «constituem um problema muito grave de saúde pública em vários países do mundo, com especial ênfase na Ásia, Oceânia, África e América do Sul/Central, incluindo o Brasil», Hermínio Sousa sublinha que é urgente «desenvolver múltiplos meios para o controlo eficiente e seguro destes insetos nos meios rurais e urbanos, tanto nas regiões tropicais como nas regiões subtropicais e de clima temperado, e particularmente nos países ibero-americanos e mediterrânicos, como Portugal».

O passo seguinte da investigação, adianta o coordenador do projeto, será explorar novas abordagens e desenvolver novos estudos, de modo a «expandir o conhecimento já adquirido, quer no combate aos outros dois insetos vetores (A. albopictus e A. japonicus) associados a estas doenças, quer no uso de outros compostos naturais com atividade biológica para o seu controlo e de novas formulações e produtos que possam ser comercializados e utilizados pela população em geral».

Este projeto, designado “Formulações inovadoras de base natural para o controle do Aedes aegypti nas regiões ibero-americanas”, envolve ainda a participação de outros investigadores do CIEPQPF-UC (Mara Braga, Marisa Gaspar, Ana Dias e Carla Maleita) e foi realizado ao longo dos últimos quatro anos no âmbito de uma cooperação bilateral entre Portugal e o Brasil, tendo sido financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, Ministério da Educação do Brasil).

Enfermeiros
Os webinares LadoaLado.Com regressam em 2022 com o evento “Sistemas de Informação em Enfermagem” - O papel dos Sistemas de...

LadoaLado.Com Webinar: Sistemas de Informação em Enfermagem vai decorrer na quinta-feira, dia 27 de Janeiro, das 21h às 23h, através da plataforma online Cisco Webex.

O papel dos Sistemas de Informação em Enfermagem revela-se essencial nos contextos de prestação de cuidados. Sabemos que a documentação da prática profissional apresenta-se como um aspecto inerente à Enfermagem. Com o desenvolvimento tecnológico, nas últimas décadas temos observado uma alteração significativa no modo como esta documentação é realizada. Deste modo, não é surpreendente que os Sistemas de Informação em Enfermagem (SIE) tenham ocupado um lugar de destaque no dia-a-dia dos enfermeiros, com 90,2% dos enfermeiros a terem contacto com estes, segundo o inquérito sobre SIE realizado pela Ordem dos Enfermeiros (OE). Contudo, e segundo este mesmo inquérito, 72,6% refere uma influência

negativa destes SIE na prática de cuidar, com implicações no tempo de contacto com a pessoa/família a cuidar e na própria satisfação dos enfermeiros.

Sendo indiscutível a importância destes sistemas, torna-se pertinente a reflexão entre pares sobre como estes SIE podem contribuir positivamente para a prática de cuidados, nomeadamente o seu papel numa prestação de cuidados de maior qualidade, e os requisitos associados aos contextos.

Reflectir sobre o papel dos SIE na prestação de cuidados e prática profissional e sobre os requisitos de um SIE, segundo o contexto de actuação são os objectivos desta sessão online.

João Gomes, Enfermeiro Especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica no Hospital Braga, Pós-graduado em Sistemas Informação Enfermagem e Doutorando Ciências Enfermagem; Luís Rodrigues, Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação na UCC Coimbra Saúde e elemento do Grupo Normalização Registos Enfermagem da ARS Centro; Bruno Coelho, Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica na ULS-Guarda, formador de SIE na mesma instituição, e Vogal do Conselho de Enfermagem Regional da SRCentro; Elisa Melo, Enfermeira Coordenadora do Grupo de Assessoria em Sistemas Informação e Documentação em Enfermagem (GASIDE) do CHUC; e Nuno Pereira, Enfermeiro Especialista em Enfermagem

Médico-Cirúrgica no CHUCB e Secretário da Mesa Assembleia Regional da SRCentro, irão prestar o seu testemunho no âmbito da temática.

Joana Sousa, Enfermeira Especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica no CHUC; Professora Adjunta Convidada na Escola Superior Saúde – IPLeiria, Pós-graduada em SIE e Doutorada em Enfermagem, será a moderadora deste painel.

O webinar é aberto a todos os enfermeiros, sendo acreditado com 0,35 Créditos de Desenvolvimento Profissional. A inscrição é gratuita, mas obrigatória no Balcão Único AQUI.

Proposta da Ordem vê a luz do dia
Concurso aberto na passada sexta-feira vai permitir operacionalizar uma estratégia para melhorar a alimentação escolar.

A Ordem dos Nutricionistas congratula-se com a abertura do concurso para a integração de nutricionistas no Ministério da Educação, medida que foi aprovada no Orçamento do Estado para 2020, após anos de luta. A propósito, a bastonária, Alexandra Bento, relembra que a criação do nutricionista escolar, enquanto responsável pela implementação e aplicação de uma política alimentar escolar estruturada e sustentável, já tinha sido recomendada ao Governo em Resolução da Assembleia da República em 2012. 

“Este é um concurso que há muito ansiávamos ver aberto, uma vez que, é premente intervir no sistema alimentar escolar. Portugal necessita de uma nova ambição para a intervenção na alimentação escolar e a presença dos nutricionistas nas escolas, profissionais com conhecimento que os habilita a tratar o tema com a profundidade que ele merece, dará um contributo essencial”, explica a bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, que afirma também que “a integração destes profissionais no Ministério da Educação vai ter impacto na vida e na saúde das nossas crianças, melhorando o ambiente alimentar na escola e capacitando as crianças para escolhas saudáveis.” 

Estes nutricionistas, que vão integrar o Ministério da Educação, terão a seu cargo monitorizar e acompanhar a alimentação nas escolas, bem como promover a literacia alimentar e bons hábitos em contexto escolar, em articulação com todos os atores envolvidos na alimentar escolar. “Será de grande importância o trabalho destes nutricionistas que atuarão em perfeita articulação com os nutricionistas das autarquias, das empresas de restauração coletiva e do Serviço Nacional de Saúde”, reforça Alexandra Bento, acrescentando que “os nutricionistas trabalharão também em profunda ligação com toda a comunidade escolar – alunos, diretores, professores, pais e auxiliares - porque só assim será possível obter os ganhos almejados”. 

O concurso que agora avança está em linha com a estratégia governamental de promoção de uma alimentação saudável que, em agosto de 2021, restringiu a disponibilização de produtos alimentares prejudiciais à saúde em bufetes e máquinas de venda automática nas escolas.  

“É nos mais jovens que devemos concentrar os nossos esforços de promoção de um estilo de vida saudável e a escola é o local privilegiado para a modulação de comportamentos alimentares. A par das medidas da alteração da oferta alimentar urge uma estratégia assente na promoção da saúde, de implementação a longo prazo, para que seja possível a alteração efetiva dos comportamentos alimentares, essencial para que consigamos ganhos em saúde significativos”, conclui Alexandra Bento.  

“Esta é uma das mais importantes ações implementadas no nosso País, nos últimos anos, para promover a saúde dos portugueses. A prazo os seus resultados terão enorme impacto positivo”, finaliza a bastonária da Ordem dos Nutricionistas.

Canabidiol (CBD)
Ensaios pré-clínicos em células humanas e ratos sugerem que o canabidiol, um composto ativo primário do cânhamo e da marijuana ...

Esta é uma das principais conclusões de um estudo publicado na revista Science Advances, liderada por investigadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, que, no entanto, rejeitam veementemente a autoadministração deste composto para a Covid-19: é necessária mais investigação e permanecem dúvidas sobre a dose ideal, formulação ou modo de administração.

Além disso, uma análise correlativa de 1.212 pacientes que tinham um histórico de utilização de canabidiol (CBD) para tratar convulsões mostrou uma taxa substancialmente mais baixa de infeção SARS-CoV-2 em comparação com grupos de controlo emparelhados.

Esta é atualmente a única utilização aprovada pela FDA para o CBD.

Long Chi Nguyen e a sua equipa, que sublinham a importância de não se autoconsumir esta substância, defendem ensaios clínicos rigorosos que avaliam o potencial do CBD como uma intervenção terapêutica para a Covid -19, incluindo os seus potenciais efeitos ao longo de todo o curso da infeção SARS-CoV-2.

Segundo os cientistas, os resultados fornecem "uma justificação sólida para o fazer", refere um resumo do artigo fornecido pela revista.

 

Plataforma desenvolvida pela UpHill
“COVID-19: e agora?” é a designação da plataforma desenvolvida pela spin-off da Universidade da Beira Interior (UBI), UpHill. A...

“COVID-19: e agora?” permite responder a quatro grandes grupos de questões, em função da situação da pessoa: “Tenho SINTOMAS ou suspeito ter COVID-19, o que faço?”; “Estive em CONTACTO com uma pessoa que testou positivo, o que faço?”; “Não tenho sintomas, nem tive nenhum contacto positivo, mas o meu TESTE deu positivo, o que faço?”; e “Só quero esclarecer dúvidas sobre VACINAS, ISOLAMENTOS e BUROCRACIAS”. “Não substitui o aconselhamento médico e a consulta da documentação oficial das Autoridades de Saúde em Portugal”, de acordo com a empresa, nem “emite testes nem certificados”.

A plataforma, puramente informativa, inclui todas as recomendações divulgadas inteiramente baseadas nas orientações da Organização Mundial da Saúde, Centro de Controlo e Prevenção de Doenças e da Direção-Geral da Saúde e em poucos dias já recebeu mais de 200 mil visitas.

A UpHill é uma startup dedicada ao desenvolvimento de software e conteúdo médico, fundada em 2016 por Luís Patrão e Duarte Sequeira, diplomados em Medicina pela UBI, e Eduardo Freire, formado em Medicina pela NOVA Medical School. Tem sede na incubadora UBImedical.

 

Situação Epidemiológica
Desde ontem foram registados perto de 59 mil novos casos de infeção pelo novo coronavírus e 49 mortes em território nacional. O...

A região de Lisboa e Vale do Tejo voltou a ser a região do país que registou maior número de mortes, desde o último balanço: 19 em 49. Segue-se a região Norte com 14 óbitos registados, a região Centro com nove e Madeira com cinco. Alentejo e Algarve reportaram uma morte, cada, desde ontem.

De acordo com o boletim divulgado hoje pela DGS, foram ainda diagnosticados 58.530 novos casos. A região Norte voltou a registar a maioria dos casos, nas últimas 24 horas: 24.930 seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo com 17.673 novas infeções. Desde ontem foram diagnosticados mais 8.719 casos na região Centro, 2.011 no Alentejo e 2.199 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, o arquipélago da Madeira conta agora com mais 1.890 infeções, e os Açores com 1.108.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 2.044 doentes internados, mais 40 que ontem. Também as unidades de cuidados intensivos têm agora mais 10 doentes internados, desde o último balanço: 162.

O boletim desta sexta-feira mostra ainda que, desde ontem, 20.156 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 1.675.736 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 422.893 casos, mais 38.325 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância mais 34.280 contactos, estando agora 425.910 pessoas em vigilância.

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