Dia Mundial da Psoríase assinala-se a 29 de outubro
Estima-se que a psoríase – uma doença com impacto psicológico significativo - afete mais de 200 mil portugueses. No entanto, os...

As doenças inflamatórias da pele condicionam o dia-a-dia de milhões de doentes e continuam a existir necessidades não respondidas. No Dia Mundial da Psoríase, que se assinala a 29 de outubro, a LEO Pharma, empresa farmacêutica líder em Dermatologia médica, pretende sensibilizar para o impacto desta doença, que é a principal causa de visita ao dermatologista e que afeta a qualidade de vida de milhões de pessoas.

 A psoríase é uma doença crónica, inflamatória, autoimune e sistémica que se estima que afete 125 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais cerca de 14 milhões na Europa. De acordo com a Associação Portuguesa de Psoríase (PSOPortugal), a doença deverá afetar mais de 200 mil pessoas em Portugal. Aproximadamente 80% dos doentes apresenta formas ligeiras da doença e 20% evidenciam formas moderadas a graves, com envolvimento de mais de 10% da superfície corporal.

 “A psoríase é uma doença inflamatória crónica e não contagiosa que, embora ainda não tenha cura, dispõe de tratamentos cada vez mais inovadores que permitem ao doente manter a doença controlada e com isso, manter a sua qualidade de vida. Apesar de todos os avanços terapêuticos, a psoríase continua a ser uma doença com elevado impacto na vida dos doentes, não só pelas manifestações da própria doença, como pelo impacto emocional e social que causa nos indivíduos e nas suas famílias e cuidadores”, refere Christian Taveira, Farmacêutico e Medical Advisor da LEO Pharma Portugal.

“Enquanto líderes em Dermatologia médica, na LEO Pharma investimos em Investigação e Desenvolvimento (I&D) para disponibilizar tanto aos doentes, como aos profissionais de saúde, soluções inovadoras que permitam responder a necessidades ainda não satisfeitas e diminuir o impacto causado pela doença” acrescenta Christian Taveira, Farmacêutico e Medical Advisor da LEO Pharma Portugal.

A psoríase está associada a altas taxas de depressão e ansiedade, baixa autoestima e com impacto na vida laboral, nas relações interpessoais e na intimidade. Segundo os dados da Federação Internacional das Associações da Psoríase (IFPA) e divulgados pela Associação Portuguesa de Psoríase (PSOPortugal), 26% das pessoas que vivem com a doença afirmam que a patologia é responsável pela mudança ou abandono de algumas atividades do quotidiano3.   

Tratamento da psoríase

A psoríase continua a ser uma doença sem cura, mas os tratamentos existentes, adaptados a cada doente, cujo uso em monoterapia ou em associação, permitem controlar os sinais e sintomas na maioria dos casos. Atualmente, os tratamentos para a psoríase podem diminuir ou limpar totalmente as lesões de psoríase, permitindo uma maior e melhor qualidade de vida do doente. Os avanços nos tratamentos para a psoríase, cujos mais comuns são corticoides, análogos da vitamina D, ácido salicílico, radiações ultravioletas (fototerapia), medicamentos orais sistémicos e agentes biológicos que atuam na inflamação, possibilitam uma redução e diminuição da proliferação das células da camada superficial da pele.

Três sessões online em novembro
Em novembro, as futuras mamãs são convidadas a participar num novo ciclo temático dinamizado pela Academia Mamãs sem Dúvidas,...

Cada aula terá uma temática específica relacionada com o processo de amamentação, sendo conduzida por um especialista convidado que, no final de cada sessão, esclarecerá todas as dúvidas das participantes.

A primeira aula realiza-se no dia 4 de novembro com a Enfermeira Telma Cabral, especialista em saúde materna e obstetrícia e fundadora da Academia Telma Cabral, que vai focar a sua intervenção nas dificuldades da amamentação, partilhando conselhos práticos e úteis com as pré-mamãs que podem ajudar na hora de alimentar o bebé.

A sessão de 11 de novembro vai abordar os cuidados a ter com os mamilos, em que Liliana Pereira, conselheira de leite materno Medela, vai explicar, entre outros aspetos, de que forma a zona do peito deve ser cuidada, prevenindo o aparecimento de feridas ou favorecendo a sua cicatrização.

A última aula do ciclo vai ter a participação da Enfermeira Carmen Pacheco, especialista em saúde materna e obstetrícia, e fundadora do projeto Mãe Ponto, que vai falar sobre a conservação do leite materno.

A participação nas sessões é totalmente gratuita, sendo apenas necessário efetuar a inscrição prévia nas aulas pretendidas aqui.

Os ciclos temáticos da Mamãs sem Dúvidas vão já na sua 3.ª edição, pretendendo continuar a prestar apoio a futuras mamãs, tanto no período de gestação como na altura da chegada do seu bebé.

Para mais informações sobre a Academia Mamãs sem Dúvidas, conteúdos informativos ou próximos eventos consulte o website mamassemduvidas.pt . 

Utilização de cuidados adaptados tem impacto na qualidade de vida
Os tratamentos oncológicos, entre outros efeitos secundários físicos e psicológicos, têm um impacto enorme na pele fragilizada...

A iniciativa Stronger U reconhece a gravidade das doenças oncológicas em Portugal, que impactam não só o doente, mas também toda a sua família, incluindo os cuidadores, ajudando a melhorar a sua qualidade de vida, não só através dos seus produtos, mas também ao proporcionar uma melhor informação/formação para “viver melhor” com cancro.

Esta iniciativa tem como objetivo: educar os profissionais de saúde em relação aos benefícios que a utilização correta de produtos dermocosméticos, no alívio das toxidermias dos tratamentos oncológicos; explicar aos doentes com cancro quais as mais valias do uso de dermocosméticos no alivio da sintomatologia; abordar de forma holística, para impactar na vida e bem estar do doente; bem como explicar aos cuidadores sobre a importância da abordagem holística para a melhoria da qualidade de vida dos doentes e do seu agregado.

Segundo Marco Loureiro, Diretor Geral da Uriage Portugal: “Os tratamentos oncológicos podem frequentemente, provocar alterações no estado da pele e causar alguns efeitos não desejados, como por exemplo, sensações de prurido, secura mais ou menos severa, o que pode representar um enorme desconforto no dia a dia destes doentes. Esta iniciativa nasce com o intuito de ajudar estes doentes a conhecer e controlar melhor estes efeitos, pois é fundamental para que possam continuar a beneficiar da eficácia do tratamento. Acreditamos que a utilização de cuidados adaptados pode realmente ajudar a prevenir o aparecimento destes efeitos ou limitar o seu impacto, o que se traduz numa maior qualidade de vida”.

Stronger U passa por criar uma proximidade com os profissionais de saúde e com associações de doentes oncológicos, organizando sessões de esclarecimento e workshops, nas quais não vão faltar a oferta de kits de produtos com cuidados direcionados aos doentes.

Dia 12 de novembro
No âmbito da sua estratégia de apoio à formação, a Alfasigma dá vida à sessão de outono do evento virtual Ride to IGLOBE. Esta...

“A Alfasigma está empenhada em promover a literacia na área da saúde através de um trabalho constante com médicos especialistas de grande relevo que possam promover a discussão e debate sobre os principais temas e avanços relativos na área da Gastrenterologia. Nesta edição, iremos aprofundar duas temáticas muito importantes: a Hepatologia e a Endoscopia. Estas formações são o resultado do nosso compromisso que se traduz ainda, mediante os desafios e necessidades, em novas oportunidades terapêuticas que possam dar resposta a todos os doentes”.

O evento irá decorrer em inglês e que todas as sessões serão gravadas e estarão disponíveis para acesso na plataforma até ao final de 2021, mediante registo prévio e obrigatório. O programa científico para a edição de outono está disponível aqui e todos os registos devem ser feitos através do seguinte link www.ridetoiglobe.online.

 

Projeto nasceu na Universidade do Minho e foi um dos vencedores da segunda edição do Programa BfK Ideas, em 2018.
Foi um dos vencedores da segunda edição do Born from Knowledge (BfK) Ideas, concurso de ideias promovido pela Agência Nacional...

Lançar novos produtos e serviços inovadores no mercado é também o objetivo dos 34 projetos a concurso na 5ª edição do BfK Ideas, cuja final se realiza hoje, 27 de outubro, entre as 14h00 e as 17h00, no Convento de São Francisco, em Coimbra (ver lista em anexo).

A electron SoftView foi a empresa constituída para o desenvolvimento e comercialização do TopoSEM®, mantendo o estatuto de spin-off da Universidade do Minho.

Em síntese, o TopoSEM® fornece facilmente informações essenciais aos utilizadores SEM – Microscopia eletrónica, sem qualquer alteração de hardware ou modificações nas atividades habituais de funcionamento. Os potenciais clientes são fabricantes e utilizadores SEM, através de licenciamento de software e pay-per-use (na nuvem). Alguns intervenientes importantes no mercado já foram contactados.

A dimensão global do mercado SEM está estimada em cerca de 2,3 mil milhões de euros por ano, até porque o custo de cada dispositivo “supera muito facilmente o milhão de euros”, como explica Diego Martínez Martínez, CEO da electron SoftView.

“Estamos neste momento a realizar os mais recentes testes da TopoSEM® para avaliar a resposta dos utilizadores ao mesmo. Uma vez que se trata de um software científico, vamos começar a sondar a nossa rede de contactos dentro da comunidade de investigação académica (universidades, centros de investigação, entre outros), para, a médio prazo, atingirmos o estatuto de PME”.

Para João Borga, membro do Conselho de Administração da ANI, “é muito gratificante perceber que esta distinção e o acompanhamento que vai sendo dado aos projetos, nomeadamente, através do programa de aceleração tecnológica BfK Rise, tem este desfecho, e que é o objetivo último do programa Born from Knowledge, a transferência de conhecimento para a economia”. O responsável acrescenta: “Julgo que é também um incentivo para os 34 projetos que se apresentam este ano”.

No âmbito do Dia Mundial do AVC
A Portugal AVC - União de Sobreviventes, Familiares e Amigos, no âmbito do Dia Mundial do AVC, que se assinala a 29 outubro,...

Um passo importante neste sentido pode ter sido dado muito recentemente, com o compromisso assinado por Portugal, através da Direção-Geral da Saúde, com vista à implementação do “Plano de Ação para o AVC na Europa”, com ações específicas e adaptadas à realidade nacional.

Este Plano pretende alcançar melhorias em todos os momentos que envolvem cuidados ao AVC, incluindo a prevenção primária, organização dos serviços que prestam cuidados, tratamento de fase aguda, prevenção secundária e reabilitação, avaliação dos resultados e melhoria da qualidade de vida após o AVC. Tendo sido lançado conjuntamente, a nível nacional, pela Sociedade Portuguesa do AVC e pela Portugal AVC, representando, respetivamente, a Organização Europeia do AVC (European Stroke Organization - ESO) e a entidade que congrega associações de sobreviventes e familiares da Europa (Stroke Alliance for Europe - SAFE).

O Dia Mundial do AVC será também assinalado pelo arranque conjunto, em diversas regiões de Espanha e em Portugal, da campanha #CuideDoMaisImportante, para sensibilizar a população para a importância da prevenção, dar a conhecer ou lembrar os sinais de que pode estar a acontecer um AVC, e da importância de uma adequada reabilitação e da vida pós-AVC.

Segundo António Conceição, Presidente da Portugal AVC, uma das entidades promotoras, “com esta campanha pretende-se, não apenas sensibilizar para o impacto e a importância do AVC, inclusive com enormes custos socioeconómicos para a sociedade, mas também fomentar a cultura de prevenção da saúde, recordar como detetar um AVC e mostrar a importância da reabilitação”.

E recorda que a inclusão é um dos fatores chave, “uma vez que está nas mãos de todos contribuir para que as pessoas que sofreram um AVC, quaisquer que sejam as sequelas, possam reintegrar-se através de uma vida pessoal, familiar, social e profissional, de qualidade”.

 

 

Covid-19 em países de língua portuguesa
A hesitação em relação à vacina Covid-19 tem causado preocupação entre as autoridades de saúde, incluindo nos países de língua...

O estudo “Determinantes da hesitação vacinal em relação à Covid-19 em países de língua portuguesa”, publicado em meados de outubro, teve como objetivo estimar a prevalência e os fatores associados à hesitação vacinal em relação à Covid-19 em países de língua portuguesa, de modo a contribuir para a criação de estratégias mais eficazes para aumentar a aceitação da vacina. 

Tratou-se de um estudo observacional e analítico, através da colheita on-line de dados com 6.843 indivíduos de sete países de língua oficial portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe). A taxa global de hesitação vacinal foi de 21% com consideráveis variações entre os países. 

Refletindo sobre estas descobertas, os investigadores observam que, no contexto da hesitação vacinal relacionada com a Covid-19, as redes sociais contribuem para a criação de bolhas afetivo-informacionais de desinformação guiadas por uma lógica algorítmica, em que as pessoas procuram informações que reforcem os seus preconceitos e aliviem os seus medos e tensões, mesmo que sejam baseadas em erros. 

Características específicas relacionadas com o género, a idade e vulnerabilidades sociais e cognitivas, somadas ao conhecimento adquirido pouco fundamentado e/ou mal representado sobre a vacina Covid-19, precisam ser consideradas no planeamento das campanhas de vacinação, conclui este estudo. “É necessário responder de maneira oportuna, rápida e precisa aos desafios colocados pela hesitação vacinal”, consideram ainda os autores do estudo. 

 

29 e 30 de outubro
Nos próximos dias 29 e 30 de outubro realiza-se em Peniche a maior reunião científica nacional no âmbito da cirurgia, que...

“Este será um evento importante e frutífero para os profissionais de saúde, no qual serão apresentadas as mais recentes técnicas e tecnologias cirúrgicas que podem beneficiar aqueles que mais necessitam de tratamentos inovadores, seguros e eficazes. É de extrema importância retomar as atividades e reuniões científicas, respeitando todas as normas sanitárias de segurança recomendadas, de forma a permitir e incentivar a formação, atualização e investigação de excelência dos profissionais de saúde”, afirma Hélder Ferreira, cirurgião e presidente da SPCMIN.

O evento tem início marcado para as 8h30 do dia 29 de outubro e as sessões dividem-se em quatro temas: “Inovações”, “Oncologia”, “Parede Abdominal e Pavimento Pélvico” e “Cirurgia Metabólica/Endócrina”. Serão abordados temas como o transplante uterino, a aplicação de inteligência artificial em cirurgia, a cirurgia robótica e guiada por imagem e os novos tratamentos para os vários tipos de cancro. Além disto, os vários debates incluem ainda temas como as inovações nas áreas da cirurgia pediátrica, do tratamento das hérnias e de outras patologias que necessitam de tratamento cirúrgico.

Será ainda apresentado o “Estado da Arte” no tratamento da endometriose, doença que afeta a qualidade de vida e fertilidade de até 15% das mulheres em idade reprodutiva, pelo presidente da SPCMIN.

“Sendo o evento em Peniche, ‘Meca’ do surf nacional e internacional, a organização decidiu incluir uma sessão científica, inovadora em Portugal, sobre a prática de surf e a cirurgia minimamente invasiva. Esta tem como foco as lesões típicas dos surfistas e amantes de surf que necessitam de abordagem cirúrgica. Estarão presentes surfistas e médicos referências nacionais e internacionais nesta área”, acrescenta ainda o cirurgião.

O congresso conta também com workshops e cursos hands-on com recurso a simuladores de última geração (como robóticos e de realidade virtual), apostando fortemente na área da educação e formação médico-cirúrgica.

O congresso irá realizar-se no Hotel MH Atlântico, em Peniche, nos dias 29 e 30 de outubro. A inscrição pode ser realizada até dia 28 de outubro através deste link. Para mais informações, consulte o site oficial da SPCMIN.

 

Exposição fotográfica estará disponível no 37.º Congresso de Pneumologia
Para reconhecer o papel dos pneumologistas e das equipas que fazem parte dos serviços de Pneumologia de todo o país, a...

Em exibição de 11 a 13 de novembro de novembro, no Centro de Congressos do Hotel Epic Sana, em Albufeira, local onde decorre o 37.º Congresso de Pneumologia, a iniciativa visa reconhecer o papel da especialista no combate à pandemia.

“Em 2020 o mundo parou por força de uma pandemia que ainda temos dificuldade em compreender. Um vírus que, em poucas semanas, chegou a todos os cantos do mundo, deixando um rasto de medo e incerteza. Que obrigou ao fecho de escolas, restaurantes, centros comerciais, fábricas e isolou as famílias em casa. Que roubou os abraços, os afetos e nos manteve, ao longo de vários meses, afastados dos nossos. Que fez as populações despertarem para a importância dos serviços de saúde e para a valorização dos profissionais que estiveram na primeira linha de combate à COVID-19, mas também dos que asseguraram a prestação de cuidados aos doentes não-COVID”, escreve a Sociedade Portuguesa de Pneumologia em comunicado.

Acrescentando que: “também por força desta pandemia, a Pneumologia mostrou o seu lugar de destaque no que respeita à abordagem de uma infeção viral que entra no organismo através do aparelho respiratório, deixando lesão, em primeiro lugar, no pulmão”. 

Aqui fica uma pequena amostra das mais de 500 fotografias recolhidas:

Em parceria com o CONSANAS Hospital da Prelada
Esta sexta-feira, dia 29 de outubro, Dia Mundial do AVC, pelas 17 horas, o GAM Porto da Portugal AVC – União de Sobreviventes,...

O GAM Porto (Grupo de Ajuda Mútua de Sobreviventes de AVC) é uma iniciativa aberta a todos os que quiserem, que se caracteriza sempre por ser livre, gratuito e sem compromisso de espécie alguma.

A Portugal AVC, entidade associativa de âmbito nacional, tem como missão contribuir para a prevenção do AVC e as suas consequências, assim como, apoiar na resposta às necessidades sentidas pelos sobreviventes de AVC, seus familiares e cuidadores.

Os GAMs de sobreviventes de AVC (que podem também existir de familiares/cuidadores), são uma iniciativa da Portugal AVC, e contribuem para a plena integração social dos sobreviventes de AVC, tentando, igualmente, ser um espaço de diálogo aberto entre iguais, que pode ajudar a suavizar os problemas, e mesmo proporcionar mudanças pessoais e/ou sociais aos participantes.

O AVC é um acontecimento absolutamente devastador! Em Portugal, a cada 23 minutos uma pessoa sofre um AVC. Até 25% dos casos ocorrem antes dos 65 anos e estima-se que, anualmente, haja cerca de 20.000 sobreviventes de AVC, o qual é, ainda, a primeira causa de morte e incapacidade permanente em adultos.

Estas reuniões (GAM), uma iniciativa da Portugal AVC - União de Sobreviventes, Familiares e Amigos, neste caso com o apoio do CONSANAS HP, vão acontecer com uma periodicidade mensal, na última sexta-feira de cada mês. 

Esta primeira reunião, para além de sobreviventes de AVC, contará com a presença do presidente da Portugal AVC, António Conceição, e será dinamizada pela enfermeira chefe Cristina Carvalho e pela neuropsicóloga Janina Fontoura, da equipa clínica do CONSANAS HP.

Maria Ribeiro, sobrevivente de AVC, realizou a sua reabilitação no CONSANAS HP e recorda que além da sua fé e força de vontade o que contribuiu para a sua recuperação foi o carinho, apoio, motivação e esforço de toda a equipa. Ainda que insegura no seu regresso a casa, após cerca de 3 meses internada, refere que “Com o tempo fui recuperando e regressei à minha vida normal. Desejo a todos aqueles que sofram do mesmo que nunca percam a esperança e tenham muita força e acredito que o GAM possa ser uma mais valia nesse sentido!”

Fátima Mendonça, reconhece a desorientação causada pelo AVC que atingiu o seu marido, e em conjunto, cuidadora e sobrevivente, recorreram aos GAMs com regularidade e chegaram à conclusão que “estava a ser benéfico para os dois por vários motivos”, em especial, no que toca a quebrar “o isolamento social, tão comum em pessoas que se sentem diminuídas nas suas capacidades, e nos seus familiares e/ou cuidadores!” E afirma: “Não cometa o erro de se isolar, venha assistir a um GAM, mas não desista à primeira!”

Os GAMs realizam-se em vários pontos do país e a sua regularidade é muito importante pois os sobreviventes de AVC referem que a frequência de um GAM, modificou o sentido das suas vidas e apercebem-se “que são sempre muito mais as qualidades que conservamos, ainda que algumas, em consequência do AVC, eventualmente, tenham que ser diferentes”, afirma António Conceição, também ele sobrevivente, com sequelas que o levaram a adaptar algumas formas de encarar a vida.

Segundo o presidente da Portugal AVC, “os GAMs são espaços de partilha, de informação e formação pela positiva e também de convívio''. Sempre plenamente livres, gratuitos e sem compromisso algum. Quaisquer que sejam as sequelas do AVC, o sobrevivente pode sentir o “conforto” de que não está sozinho, encontrar um grupo que o percebe e acolhe, e pode também, inclusive, ser uma ótima ajuda a quebrar a tentação do isolamento social, tão característico em muitos casos”.

Situação Epidemiológica
Desde ontem foram registados mais de 800 novos casos de infeção pelo novo coronavírus e três mortes em território nacional. O...

A região de Lisboa e Vale do Tejo foi a região do país que registou maior número de mortes, desde o último balanço: dois em três. Segue-se a regiões Norte com uma morte a assinalar nas últimas 24 horas.

De acordo com o boletim divulgado hoje pela DGS, foram ainda diagnosticados 829 novos casos. A região de Lisboa e Vale do Tejo foi a que registou a maioria dos casos, nas últimas 24 horas: 283, seguida da região Centro com 218 novas infeções. Desde ontem foram diagnosticados mais 216 casos na região Norte, 39 no Alentejo e 48 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, a Madeira registou mais dez casos e o arquipélago dos Açores conta agora com mais 15 infeções.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 301 doentes internados, mais 11 que ontem. Também as unidades de cuidados intensivos têm mais três doentes internados, estando agora 62 pessoas em UCI.

O boletim desta terça-feira mostra ainda que, desde ontem, 1.284 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 1.037.261 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 30.878 casos, menos 458 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância mais 345 contactos, estando agora 21.469 pessoas em vigilância.

Principais causas de morte
As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte em Portugal.

São duas situações clínicas que se localizam em órgãos diferentes, mas que, se não forem tratadas atempadamente, podem causar sequelas graves para o doente, podendo até, e como já foi referido, levar à morte. Ambas estão associadas a episódios vasculares, isto é, envolvem os vasos sanguíneos e, particularmente, as artérias.

Os sintomas são diferentes e devem ser distinguidos. O enfarte ocorre quando uma das artérias que transporta oxigénio e nutrientes ao coração fica obstruída, devendo as pessoas estar atentas a sintomas como dor no peito, suores, náuseas, vómitos, falta de ar e ansiedade.

O AVC ocorre quando uma das artérias que transporta oxigénio e nutrientes ao cérebro fica obstruída (AVC isquémico) ou quando uma artéria do cérebro rompe (AVC hemorrágico), a pessoa pode sentir a face ficar assimétrica de uma forma súbita, aparecendo um “canto da boca” ou uma das pálpebras descaídas; falta de força num braço ou numa perna subitamente; fala estranha ou incompreensível; perda súbita de visão, de um ou de ambos os olhos, e forte dor de cabeça, sem causa aparente.

Em ambos os casos, na presença destes sintomas, não tente ir para o hospital num veículo próprio. Recomenda-se que ligue rapidamente para o 112, que siga as instruções que lhe forem dadas e que aguarde pela ambulância, que levará o doente para um centro especializado, onde será atendido como prioritário, sendo-lhe, prontamente, instituído o tratamento mais adequado.

É importante apostar na prevenção destas doenças, adotando um estilo de vida saudável. Pratique exercício físico, mesmo que apenas 10 minutos por dia; evite o álcool; não fume; e controle a alimentação, optando por não consumir em excesso alimentos ricos em açúcar e gordura.

A hipertensão arterial, o colesterol elevado, a diabetes, o tabagismo, a obesidade e o sedentarismo contribuem significativamente para aumentar o risco de sofrer de uma destas doenças. 

A Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) está a promover a campanha Cada Segundo Conta, uma iniciativa que tem como objetivos promover o conhecimento e compreensão sobre o enfarte agudo do miocárdio e os seus sintomas; e alertar para a importância do diagnóstico atempado e tratamento precoce. Para mais informações sobre esta campanha consulte www.cadasegundoconta.pt.

A Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC), uma entidade sem fins lucrativos, tem por finalidade o estudo, investigação e promoção de atividades científicas no âmbito dos aspetos médicos, cirúrgicos, tecnológicos e organizacionais da Intervenção Cardiovascular. Para mais informações consulte: www.apic.pt.

 

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Podcasts responde às principais dúvidas da prática clínica diária dos especialistas em medicina geral e familiar
A propósito do Dia Mundial da Terceira Idade, que se assinala a 28 de outubro, a Medtronic, líder em tecnologia de saúde, vai...

Esta parceria foi criada para disponibilizar informação científica ao processo de decisão clínica e facilitar a referenciação de doentes dos cuidados primários para outras especialidades médicas, englobando já 10 áreas terapêuticas. A Medtronic lidera assim este processo, facilitando a articulação entre os cuidados primários e hospitalares.

 “A estenose aórtica afeta cerca de 32 mil portugueses, sendo uma das doenças cardíacas mais comuns, afetando principalmente pessoas acima dos 70 anos. Isto dificulta muitas das vezes o diagnóstico, uma vez que os seus sintomas podem ser facilmente confundidos com consequências da idade avançada. É o caso do cansaço, da dor no peito ou da perda de consciência”, alerta o cardiologista Pedro Carrilho Ferreira, que explica ainda que “estes podcasts servem para apoiar todos os médicos portugueses, evitando desfechos mais graves, uma vez que o diagnóstico precoce é crucial para que seja adotado o tratamento adequado”.

Esta é uma doença fatal se não for detetada a tempo, uma vez que, quando há uma estenose, a válvula aórtica não abre completamente, ficando cada vez mais estreita. Isto impede o fluxo normal do sangue, acabando por limitar os doentes e a sua qualidade de vida.

Quando são detetados os primeiros sintomas, é crucial procurar de imediato um especialista, de forma a que seja realizado um diagnóstico e tratamento de forma atempada. O tratamento desta doença pode passar pelo implante de uma nova válvula cardíaca e pode ser realizado através da cirurgia convencional (peito aberto) ou do tratamento percutâneo (TAVI), uma técnica minimamente invasiva.

A Tonic App disponibiliza informação baseada em fontes científicas e entidades oficiais, que é tratada de forma independente por uma equipa especializada. Esta plataforma é utilizada por mais 21 100 médicos portugueses, e 84 000 médicos em Portugal, Espanha e Itália, e aposta em recursos, como árvores de apoio ao diagnóstico e tratamento, critérios e mapas de referenciação para doenças de difícil diagnóstico e/ou tratamento, conteúdos educacionais para médicos e conteúdos informativos para doentes.

Estudo “A Saúde dos Portugueses"
A segunda parte do estudo “A Saúde dos Portugueses", realizado no âmbito dos 25 anos da Médis, em colaboração com a Return...

No estudo, numa escala de 1 a 10, os portugueses fazem uma avaliação positiva da qualidade dos serviços de saúde (média de 7 pontos).  47% dos inquiridos considera mesmo que a qualidade é boa ou muito boa, sendo apenas 21% os que a avaliam como muito má. De realçar que as pessoas portadoras de doença mental são as que dão uma pior pontuação (6.6 média) à qualidade da saúde. Nesta avaliação geral, os portugueses inquiridos dizem não existir diferenças significativas entre o público e o privado (7.11 é a avaliação do serviço públicos vs. 7.15 a do privado).

Não obstante a avaliação generalizadamente positiva, tendo em conta o contexto pré pandemia, 35% consideram que a qualidade do acompanhamento que recebem tem vindo a piorar, em oposição aos 10% que dizem o contrário. Embora, mais uma vez, não haja grandes diferenças, a evolução do público é relativamente pior avaliada que a do privado: 37% acham que o serviço público tem vindo a piorar e 31% acham o mesmo em relação ao privado.

No que toca à gestão de problemas de saúde graves, comparando o pré e pós-pandemia, o estudo conclui que a pandemia teve um grande impacto na confiança da capacidade de resposta do SNS. Se na pré-pandemia o indicador da confiança no SNS, numa escala de 1 a 10, era de 7.4, no pós-pandemia a avaliação média desceu para 6.1. Esta perceção atinge tanto os que habitualmente recorrem ao público como ao privado. O peso dos que indicam pouca confiança na capacidade de resposta do SNS perante problemas graves de saúde sobe de 16%, antes da pandemia, para 42% após a pandemia.

Na avaliação aos indicadores de "Satisfação", "Confiança" e "Acesso" aos serviços de saúde, verificam-se assimetrias regionais relevantes em todo o país e mesmo até entre Grande Lisboa e Grande Porto. O Grande Porto atribui avaliação média superior em todos os indicadores, assinalando sempre uma diferença acentuada face a Grande Lisboa e muito acentuada face ao Algarve. O problema poderá estar ao nível dos cuidados primários, uma vez que, por exemplo, para quem reside na Grande Lisboa, recorrer ao centro de saúde perante um sintoma de origem desconhecido não está entre as primeiras opções. Já no que diz respeito à região do Algarve, numa escala de 0 a 10, a confiança que a região atribui ao SNS em pós-pandemia é de 5.5, quando esse valor era de 7.2 em pré-pandemia.

 

Tratamento e prevenção
Caracteriza-se por uma reação alérgica que atinge, habitualmente, ambos os olhos e que se estima que

Tratando-se de uma reação alérgica, a alergia ocular é desencadeada por determinadas substâncias – designadas de alérgenos - que, ao entrar em contacto com a mucosa ocular, despoletam uma inflamação. Estas substâncias são habitualmente inofensivas, exceto quando há história de doença alérgica. Pessoas com rinite alérgica, asma ou dermatite atópica são, por isso, mais susceptíveis de desenvolver alergias oculares.

Entre os alérgenos mais frequentes encontram-se o pólen, os ácaros, o pó e ainda alimentos como o chocolate ou o marisco.

Há casos ainda em que a alergia ocular é provocada pela utilização de determinados medicamentos ou produtos de cosméticos, bem como pelo uso de lentes de contacto. Importa ainda referir que a alergia ocular não afeta apenas os olhos, podendo envolver as pálpebras e pele em seu redor.

Estre os principais sintomas encontram-se o prurido intenso, olho vermelho e lacrimejante, sensação de corpo estranho, ardo, fotossensibilidade ou fotofobia e edema palpebral. No caso de infeção com queratite, o doente apresenta outras queixas como visão turva e dor.

Tipos de alergia ocular

A forma mais frequente de alergia ocular é a conjuntivite alérgica, estimando-se que afete mais de metade dos doentes com rinite alérgica. Esta pode ser ainda classificada como sazonal (surgindo nas épocas de polinização), provocada por pólenes das gramíneas, oliveira e parietária (planta da família da urtiga), ou perene, desencadeada por exposição prolongada (ácaros, pó ou pelos de animais) ao longo do ano.

A queratoconjuntivite atópica, associada à dermatite atópica, surge habitualmente em adultos e caracteriza-se por inflamação das pálpebras com desenvolvimento de crostas (blefarite). Entre as alergias oculares, esta é aquela que apresenta maior risco de cegueira.

A queratoconjuntivite vernal, considerada a forma mais grave e também a mais rara de alergia ocular, atinge sobretudo crianças e adolescentes do sexo masculino (entre os 5 e os 20 anos) com eczema, asma e alergias sazonais, desenvolve-se no início da primavera até ao final do verão. Os sintomas, em geral, são mais severos que nas conjuntivites sazonais e pode haver acometimento da córnea. Quando não tratada, esta pode por comprometer a visão.

A conjuntivite gigantopapilar surge associada ao uso de lentes de contacto, quer por limpeza deficiente ou por reação alérgica aos conservantes das soluções de armazenamento das lentes.

Quanto à blefaroconjuntivite de contacto/tóxica, esta surge na sequência da exposição a fumo de cigarros, a certos produtos de limpeza e outros agentes potencialmente tóxicos, como os presentes em determinados produtos cosméticos, e também pela utilização de alguns medicamentos.

O tratamento é indicado caso a caso pelo médico oftalmologista e pode incluir o uso de medicamentos antialergénicos/anti-histamínicos (usados também como medida de prevenção, durante todo o período em que existe risco de contacto com o alérgeno); descongestionantes para o alívio temporário dos sintomas da alergia (no entanto estes devem ser utilizados apenas durante um curto espaço de tempo, uma vez que a utilização prolongada pode causar efeitos secundário graves); lágrimas artificiais para reduzir a irritação ocular e proteger a superfície dos olhos; corticoides para suprimir a inflamação.

Principais medidas de prevenção

  1. Lave as mãos e o rosto com frequência;
  2. Evite esfregar ou coçar os olhos;
  3. Não partilhe toalhas nem produtos de utilização pessoal
  4. Se é alérgico ao pólen, mantenha a janelas de casa fechadas durante as primeiras horas da manhã, durante a estação polínica;
  5. Use óculos de sol sempre que andar na rua;
  6. Se é alérgico ao pó e aos ácaros, mantenha a casa limpa, arejada e deixe entrar o sol;
  7. Mude a roupa de cama com frequência e lave-a com água quente; opte, sempre que possível, por almofadas antialérgicas;
  8. Evite espaços com fumo ou odores fortes;
  9. Se tem animais, mantenha-os limpos
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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
"Educar para o desenvolvimento sustentável”
É com o vencedor na categoria de melhor documentário nos Prémios César 2016, “Amanhã” (2015), filme dos diretores de cinema...

O documentário, de cariz pedagógico e otimista, dá exemplos, encontrados em vários países (ao longo de uma viagem feita por Cyril Dion e Mélanie Laurent), de como todos podem dar um contributo para a construção de um futuro sustentável, em domínios como a agricultura, a energia, e economia, a democracia ou a educação.

Filmado em França, Dinamarca, Finlândia, Bélgica, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Suíça, Suécia e Islândia, o filme trata, diretamente, aspetos relacionados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (cidades e comunidades sustentáveis e produção e consumo sustentáveis), para os quais a ESEnfC pretende trazer à reflexão com este ciclo de cinema, inserido nas comemorações dos 140 anos da instituição.

“Amanhã” tem entrada gratuita (a sala, com uma lotação máxima de 200 lugares, abre 30 minutos antes do início da sessão). Este ciclo de cinema contou com a parceria da Associação de Estudantes da ESEnfC e do Fila K Cineclube.

 

Equipamentos mais atuais permitem um diagnóstico melhor e mais precoce
A obsolescência dos equipamentos de diagnóstico por imagem disponíveis no Serviço Nacional de Saúde (SNS), motivada pelo défice...

A carta apela ainda ao levantamento urgente e caracterização do parque de equipamentos de diagnóstico por imagem do SNS, dado que a última inventariação remonta a 2012.

De acordo com o grupo de profissionais que assinam esta missiva, “equipamentos mais atuais permitem um diagnóstico melhor e mais precoce em doenças como o cancro ou as lesões cérebro-cardiovasculares, potenciando reduções de custo no seu tratamento. Além disso, têm custos de funcionamento e manutenção mais reduzidos e oferecem maior conforto e proteção a utentes e profissionais”. A situação atual, sublinham, “compromete a melhoria da qualidade dos cuidados de saúde prestados, a promoção de uma esperança de vida saudável aos 65 anos de idade, um melhor conforto e proteção dos pacientes e dos profissionais e a eficiência da gestão dos recursos públicos”.

No final de 2020, para três dos quatro equipamentos pesados mais relevantes, Portugal apresentava uma proporção de equipamentos com 10 ou mais anos maior do que a média europeia. O perfil do parque destes equipamentos instalados no nosso País degradou-se entre 2008 e 2020, sendo agora maior a proporção de equipamentos obsoletos do que em 2008. Para além disso, os subscritores da Carta estimam que esta realidade no Serviço Nacional de Saúde seja ainda mais negativa, dado que a maior parte da despesa com a sua aquisição terá sido feita pelo sector privado.

Nesta carta aberta os subscritores (Grupo de Imagem Médica da AGEFE (Associação Empresarial dos Setores Elétrico, Eletrodoméstico, Eletrónico e dasTIC) e as Associações de Profissionais de saúde, APRANEMN e ATARP) pedem ao Governo que assegure a execução das verbas e investimentos previstos no Orçamento de Estado para 2021 nesta área e mobilize os fundos necessários para a substituição a curto prazo dos equipamentos obsoletos no SNS, designadamente no Orçamento do Estado para 2022. A carta apela ainda à promoção do desenvolvimento de orientações quanto à gestão do ciclo de vida dos equipamentos de diagnóstico por imagem.

Os equipamentos de diagnóstico por imagem, entre os quais se contam várias tipologias de equipamentos médicos pesados, englobam um conjunto de tecnologias de saúde como a radiografia, mamografia, ultrassonografia, endoscopia tomografia computadorizada, ressonância magnética, radiologia intervencionista, angiografia, densitometria óssea e tomografia por emissão de positrões, das quais depende a qualidade, a eficácia e a eficiência dos serviços de saúde.

A Carta Aberta está disponível no seguinte link: https://www.agefe.pt/repositorio/Carta aberta _AGEFE imagem médica - APRANEMN - ATARP 22.10.2022.pdf

Empresa junta-se a iniciativa da Liga Portuguesa contra o Cancro
A Transdev vai dar boleia ao peditório nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) e às campanhas de prevenção do cancro...

Os cofres-fixos para recolha de donativos vão estar nas bilheteiras Transdev dos terminais de Aveiro, Braga, Porto, Coimbra e Viseu.

Em apoio ao movimento “Onda Rosa”, a Transdev designou ainda internamente o dia 29 de outubro como o #DiaRosaNaTransdev. Nesta data, as equipas Transdev, nomeadamente nas bilheteiras e motoristas, vão equipar-se com t-shirts rosa para promover a campanha da LPCC “Outubro Rosa” e sensibilizar colaboradores e passageiros para a prevenção do cancro da mama. Também será distribuído material de sensibilização da LPCC sobre os sinais de alerta, as medidas de prevenção e serviços de apoio ao doente oncológico e familiares.

Em novembro, a iniciativa passa por chamar a atenção para o cancro da próstata, durante a campanha “Novembro Azul”.

No âmbito da parceria com a LPCC vai realizar-se uma sessão online sobre o cancro da próstata, iniciativa específica para colaboradores Transdev. A sessão é dirigida por um médico que colabora com a Liga Portuguesa Contra o Cancro e vai focar as medidas de prevenção e o reconhecimento de sintomas.

 

 

Iniciativa aberta a todos dos estudantes de Medicina do país
A VI Edição do Meeting ME chega já este sábado, dia 30 de outubro, num formato híbrido, e com cerca de 200 participantes nas...

Rita Costa, estudante do 4.º ano e coordenadora da equipa do Meeting ME, para mostrar que “nós escolas médicas e futuros médicos também temos um papel na solução dos problemas”. O encontro faz parte de uma das várias iniciativas do Departamento de Educação Médica e Política Educativa do NEMUM, com um objetivo bastante claro: “O objetivo do Meeting ME é efetivamente levar os temas da Educação Médica, que nós consideramos centrais, aos estudantes e que às vezes têm menos envolvimento por desconhecimento”.

O foco do Meeting ME é também “colocar de novo os estudantes no centro da educação médica e dar-lhes as ferramentas necessárias para o fazer”, criando aqui um palco para o efeito, como explica a coordenadora do evento.

A VI Edição procura mostrar onde e como os estudantes se podem envolver, mostrando também o seu impacto quer a nível local, quer na reestruturação dos cursos a nível nacional. As sessões planeadas englobam ainda as competências interpessoais, a simulação médica, e a indiferenciação e alternativas à profissão.

“Este ano quisemos mesmo que fosse totalmente focada nos estudantes, em temas que de certo modo os inspirasse a envolverem-se na educação médica. Explicar de que forma é que o podem fazer, qual é o impacto e a relevância de se envolverem e de se interessarem por esta área”, define Rita Costa, a voz de uma equipa que envolve vários estudantes da nossa Escola.

Os projetos dedicados à educação médica em Portugal são poucos e esta é uma oportunidade de juntar estudantes de todo o país na discussão do futuro da formação e na busca de soluções para os problemas encontrados.

 

“Direito à Saúde: Uma responsabilidade partilhada. Um compromisso de todos”
Realiza-se no próximo dia 27 de outubro, às 9h30, no Auditório da Associação Nacional das Farmácias (ANF), em Lisboa, a...

A abertura do evento é da responsabilidade do Secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Soares Miguel, e da presidente da Plataforma Saúde em Diálogo, Maria do Rosário Zincke.

A saúde mental, os desafios da bioética em tempo de pandemia e a cobertura 5G, no âmbito da literacia digital e da coesão territorial, são alguns dos temas que estarão em debate nesta conferência, onde serão também dados a conhecer diversos projetos locais colaborativos promotores da saúde e do bem-estar físico e social da população, através do envolvimento das autarquias, da sociedade civil e das associações de doentes. 

A sessão de encerramento está a cargo de Ema Paulino, presidente da ANF, e Isabel Saraiva, membro da Plataforma Saúde em Diálogo.

 

 

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