DPOC e Enfisema
O défice de alfa-1-antitripsina (DAAT) é uma condição genética, caracterizada pela baixa concentraçã

Produzida essencialmente no fígado “a alfa-1-antitripsina (AAT) é uma glicoproteína codificada no gene SERPINA1, do cromossoma 14 cuja principal função é inibir enzimas pulmonares, nomeadamente a elastase neutrofilica”. De acordo com a especialista em pneumologia, Maria João Silva, quando existem níveis reduzidos ou nulos desta proteína no sangue, podem ocorrer alterações na estrutura pulmonar aumentando o risco de desenvolvimento de doença respiratória.

Segundo a especialista a DAAT é “um distúrbio genético autossómico codominante, com uma prevalência na Europa Ocidental de 1/2500 e com 120 mutações identificadas atualmente”.

“As variantes são nomeadas com letras do alfabeto e são classificadas em quatro grupos: normal (nível sérico e função normais - alelos M); deficiente (nível sérico reduzido - alelo Z); nulo (nível sérico indetetável) e disfuncional (nível sérico normal, mas com função reduzida). O fenótipo normal é PI*MM e a mutação Z a mais comum (cerca de 95% dos casos)”, explica.

Importa reforçar que, embora se nasça com este distúrbio, os doentes podem ser assintomáticos até algum momento das suas vidas, daí que alguns diagnósticos ocorram já em idade adulta.

Na realidade, revela a especialista, a grande maioria dos doentes são identificados “a partir da investigação de sintomas respiratórios”. Sintomas como dispneia que agrava com o esforço, pieira, tosse e expetoração constante ou infeções respiratórias frequentes são os principais sinais de alerta e que merecem investigação.

Não obstante, para além destes sintomas, “os doentes apresentam um declínio mais acentuado da função pulmonar e, nos exames de imagem, evidenciam enfisema panlobular com predomínio nos lobos inferiores geralmente com início precoce”.

Para o seu diagnóstico podem ser realizados três tipos de testes:

  • Doseamento de Alfa 1 Antitripsina, para determinar a quantidade da proteína que circula no sangue;
  • Genotipagem de Alfa 1 Antitripsina, para determinar quais os genes herdados (M, S ou Z);
  • Fenotipagem de Alfa 1 Antitripsina, permite também determinar outros genes mais raros (I, Mmalton, P, QoOurém).

Apesar de ainda não existir cura para a Deficiência de Alfa 1 Antitripsina (Alfa1), o diagnóstico precoce e a educação do doente para a adoção de um estilo de vida saudável, são muito importantes.

Entre os principiais cuidados ou alteração no seu estilo de vida estão a evicção do tabaco e do álcool, a prática de exercício físico regular, controlo do peso, e o tratamento precoce de infeções respiratórias.

No que diz respeito ao tratamento, tal como explica a especialista, “os doentes podem receber tratamento farmacológico, oxigenoterapia, ou ser incluídos em programas de reabilitação respiratória, sendo o transplante pulmonar uma opção para aqueles com doença pulmonar avançada”.

Há ainda a possibilidade de recorrer à terapia de substituição de Alfa 1 Antitripsina, com o objetivo de repor no organismo do doente a quantidade considerada necessária desta proteína para controlar os sintomas da doença pulmonar.

No entanto, importa referir que este tratamento não cura a Alfa1 nem provoca o retrocesso da doença pulmonar. Permite apenas manter um nível ideal da proteína Alfa1 Antitripsina no sangue que ajude a estabilizar ou a atrasar a evolução da doença no tempo.

Segundo a pneumologista, “os benefícios da terapêutica são mais expressivos em determinados grupos de doentes, de modo que esta está reservada para aqueles que apresentam doença pulmonar clinicamente estabelecida e progressiva, apesar de terapêutica médica otimizada”.

Apesar de todos os avanços, a mortalidade associada a esta condição ainda é substancial, sendo cerca de 19% aos 5 anos. 

A baixa prevalência e conhecimento da patologia têm impossibilitado um diagnóstico mais atempado, geralmente com intervalo de vários anos entre o início dos sintomas e a identificação da doença.

“Na DAAT, embora os sintomas respiratórios possam aparecer a partir dos 35 anos em fumadores e em idade superior aos 45 anos nos não fumadores, a prática clínica mostra que a idade média de diagnóstico se situa nos 50-55 anos, ou seja, o intervalo entre o aparecimento dos sintomas e a identificação da doença pode ser de oito anos ou mais”, revela ainda Raquel Marçôa, da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, alertando para a importância do diagnóstico precoce.

“O diagnóstico precoce é então importante pois leva a atitudes preventivas e alterações no estilo de vida que diminuirão a progressão da doença, nomeadamente cessação tabágica, eventuais exposições ocupacionais, prevenção de infeções, tratamento precoce de sintomas e exacerbações ou administração de terapêutica de substituição de alfa-1 antitripsina em casos selecionados. Estas medidas contribuem para uma minimização do dano pulmonar”, conclui.

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Campanha alerta para Cancro do Intestino
Em Portugal esta doença mata 11 pessoas por dia e todos os anos são diagnosticados mais de 10 mil novos casos. Existem cerca de...

Muitas destas mortes poderiam ser evitadas através de práticas preventivas e de rastreio para diagnóstico precoce. É sabido que a deteção do cancro colorretal, em estadio I, está associada a 90% de sobrevida global em 5 anos.

Para a Europacolon continua a ser urgente implementar um Rastreio de Base Populacional: “o número de doentes continuar a aumentar e o apoio nos Hospitais é insuficiente. O prazo para fazer uma colonoscopia é de 6 a 12 meses em Portugal Continental. Desta forma, não conseguimos dar seguimento aos testes positivos, nem vamos a tempo de salvar vidas!”, alerta Vítor Neves, Presidente da Associação de Apoio ao Doente com Cancro Digestivo.

Infelizmente, existem disparidades gritantes em toda a Europa no rastreio do cancro colorretal.

Poucos países, como a Eslovénia e os Países Baixos, têm uma taxa de participação ativa de 65%. De forma alarmante, apenas 14% dos cidadãos europeus do grupo etário recomendado (50 - 74 anos) foram convidados para o rastreio de base populacional.

“A deteção precoce deve ser prioridade da Tutela, sob pena de aumentarmos os custos globais de saúde (diretos e indiretos) para os doentes, para as empresas que enfrentam o absentismo laboral, para os hospitais e centros de saúde, que vêm os seus pacientes aumentar, bem como o tempo de espera para a realização de exames complementares de diagnóstico e respetivos tratamentos.

As Escolas precisam ter uma política uniforme no que respeita a alimentação nos refeitórios e a promoção de hábitos alimentares salutares. E o apoio à criação de campanhas de sensibilização junto da população deveria ser uma realidade”, refere Vítor Neves.

A campanha de consciencialização nas Redes Sociais “Porque a Vida Importa” relembra que é preciso conseguir prevenir o cancro.

Por isso, todos temos de fazer a nossa parte através da alteração dos padrões alimentares, da redução do consumo de álcool, do aumento da atividade física e da manutenção de um peso corporal saudável.

É importante saber que:

  • O risco da doença aumenta a partir dos 50 anos
  • A obesidade, o consumo de álcool e tabaco são fatores de risco importantes
  • É fundamental conhecer os antecedentes familiares
  • Uma dieta rica em gordura, fritos, açúcar, carnes vermelhas e processadas aumenta a probabilidade de desenvolver cancro do intestino

Fique atento aos sintomas:

  • Alteração persistente dos hábitos intestinais, como o aparecimento de prisão de ventre ou diarreia, sem razão aparente, e/ou fezes muito escuras
  • Perda de sangue pelo reto/ânus ou sangue misturado nas fezes, sem irritação, dor ou prurido
  • Dor forte ou desconforto abdominal
  • Sensação de que o intestino não esvazia completamente
  • Dor forte, desconforto abdominal e/ou cansaço sem explicação aparente

A nível internacional, a DiCE Digestive Cancers Europe lança uma aplicação móvel gratuita, a STEPAPP, que conta os passos (disponível na App Store e Google Play).

Os participantes podem trocar os seus passos por moedas, que podem ser doadas a instituições nacionais que trabalham na prevenção do cancro digestivo, em toda a Europa.

A STEPAPP espera sensibilizar o público em geral, incentivar um estilo de vida mais saudável e, em última análise, ajudar a aumentar as taxas de rastreio. 

Ação de plantação adiada para o dia 11 de março
No mês em que se assinala o Dia Mundial da Árvore (21), a Linde Saúde, empresa que presta cuidados de saúde respiratórios...

No início deste ano, por cada registo na LISA® App e Portal, a Linde Saúde comprometeu-se a plantar uma árvore numa área atingida pelos incêndios nos últimos anos. “Contribuir para a qualidade do ar que respiramos é cuidar do nosso planeta, é cuidar da nossa saúde. Esta iniciativa, em que saúde e sustentabilidade se unem, está alinhada com as nossas preocupações ambientais e com o nosso compromisso de melhorar as condições das comunidades onde vivemos e atuamos. Como tal, além de envolver os nossos colaboradores, esta ação irá envolver a comunidade local.”, refere Maria João Vitorino, Diretora da Linde Saúde.

A ação de plantação realiza-se em parceria com os Projetos ProNatura e Tree-Nation, e também com o apoio da Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente (ANEFA), Câmara Municipal de Seia e da União de Freguesias de Seia, São Romão e Lapa dos Dinheiros.

A LISA® App e Portal é a área digital exclusiva de quem é acompanhado pela Linde Saúde. Acessível a partir de telemóvel, tablet ou computador, permite o acesso e a gestão da informação de tratamento. De forma rápida e segura, promove a autonomia e a capacitação para a saúde, ao disponibilizar dados de evolução do tratamento, conteúdos educativos, entre outras funcionalidades.

Presente em Portugal há mais de 35 anos, a Linde Saúde dedica-se à prestação de cuidados respiratórios domiciliários, reabilitação respiratória, telessaúde e telemonitorização. É pioneira a nível nacional na telemonitorização de pessoas com doença respiratória e cardíaca e, no âmbito da sua atividade, disponibiliza plataformas digitais exclusivas, dirigidas a utentes e profissionais de saúde, reforçando a proximidade entre eles.

 

Equipamento permite gerar imagens de maior qualidade e detalhe
O AniCura Centro Hospitalar Veterinário do Porto dispõe agora de um novo equipamento de ressonância magnética de alto campo,...

Este equipamento, que se junta ao TAC previamente adquirido, enriquece a capacidade diagnóstica permitida até então e é o primeiro, da região, destinado aos cuidados de saúde animal com esta tecnologia. “A otimização dos parâmetros das máquinas desenhadas para utilizar em medicina humana permite uma utilização muito eficaz em animais de companhia, pelo que o equipamento em causa permite, agora, realizar diagnósticos que seriam muito difíceis de obter até aqui”, refere Myriam Gonçalves, Regional Manager da AniCura para Portugal & South of Spain, acrescentando que “este investimento representa uma grande melhoria nos cuidados de saúde prestados aos animais de companhia na região Norte”.

Myriam Gonçalves esclarece ainda que este equipamento será utilizado em cães e gatos, “essencialmente no que diz respeito a patologias neurológicas da coluna e cérebro, podendo ser utilizado também em articulações e abdómen”.

Rui Costa, diretor-geral da GE Healthcare Portugal, afirma que “é muito gratificante continuarmos a exercer a missão de potenciar os cuidados de saúde através de tecnologia médica inovadora e soluções inteligentes. Acreditamos que melhores ferramentas permitem melhores cuidados de saúde e, neste caso, elevamos o patamar da qualidade de imagem a nível veterinário na região Norte de Portugal”. 

 

 

 

 

 

Investigação
Serão os níveis de mercúrio presentes nos produtos da pesca adequados para garantir baixo risco para as populações que consomem...

Tendo em conta as porções diárias recomendadas na Roda dos Alimentos que definem uma alimentação completa e equilibrada, o estudo “Are mercury levels in fishery products appropriate to ensure low risk to high fish-consumption populations?” determinou a frequência semanal com que a população residente em Portugal pode consumir bacalhau, pescada e polvo cozido, bem como carapau e sardinha grelhados, de forma a prevenir efeitos adversos para a saúde, uma vez que algumas espécies marinhas podem conter elevadas concentrações de metilmercúrio.

O metilmercúrio, explica Elsa Teresa Rodrigues, coordenadora do estudo e investigadora do DCV e do Centre for Functional Ecology (CFE) é «uma forma química do mercúrio com potencial de bioacumulação nos tecidos biológicos e com elevada neurotoxicidade, tendo-se verificado neste estudo que a pescada (com mais de 1kg) cozida e consumida mais do que uma vez por semana, e carapau (de 35-40 cm) grelhado e consumido mais do que cinco vezes por semana, ultrapassa o valor de metilmercúrio aceite como seguro e estabelecido pela Agência Europeia para

a Segurança Alimentar. Já bacalhau e polvo cozidos, assim como sardinha grelhada, quando adquiridos e cozinhados nas condições testadas, podem ser consumidos sem restrições», revela.

Para chegar a estes resultados, a equipa da FCTUC adquiriu os produtos frescos no mercado, à exceção do bacalhau da Noruega (salgado e seco), e simulou os métodos culinários tradicionais em laboratório. «A deteção e quantificação do mercúrio total e do metilmercúrio presente nas amostras cruas e cozinhadas foi feita por espectrometria de absorção atómica com combustão direta da amostra», descreve Elsa Teresa Rodrigues.

De acordo com os cientistas do DCV, «verificou-se que os tratamentos culinários testados resultaram sempre num aumento da concentração de mercúrio; e que em todas as situações testadas (amostras cruas e cozinhadas, mercúrio total e metilmercúrio), os níveis mais elevados foram determinados na pescada e no carapau».

«Além do conhecimento científico produzido, com este estudo contribuímos para um regime alimentar seguro e saudável da população residente em Portugal, uma vez que respondemos a um dos desafios societais associados ao setor alimentar: ajudar a escolha informada dos consumidores», conclui a equipa.

Desta investigação, financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), além do DCV, fazem ainda parte da equipa cientistas da Universidade de Aveiro.

Neurocientista revela
Conhece alguém desonesto?

De acordo com o neurocientista, Fabiano de Abreu Agrela, a pessoa desonesta pode ser assim por uma questão de caráter ou por causa de um problema mental.

“De certa forma, são pessoas que se tornam arrogantes pela própria desonestidade, para tentar balancear o prejuízo do peso de não ser honesto. Pois o certo e o errado está bem definido na nossa cultura e sociedade. Logo, o que destoa, torna-se um peso”, disse.
Segundo Fabiano, a arrogância, tem como semântica a inveja e a prepotência, logo, ver a honestidade de alguém fere aqueles que não conseguiram conquistas através da honestidade. “É como uma competição narcísica em que, a falta de capacidade de conseguir fazer o certo, faz odiar os que conseguem”, complementou.

“Neurocientificamente falando, a desonestidade aumenta com o tempo. Há muita atividade em regiões do cérebro associadas às emoções – a amígdala em particular. Com o tempo, quanto mais desonesto, mais essa região vê a sua atividade diminuir. Mas isso não é bom, pois significa que o cérebro se moldou a essas circunstâncias. O cérebro tem a capacidade de se adaptar e tornar os estímulos menos intensos. Infelizmente, a adaptação torna mais fácil fazer algo mau”, explicou.

De acordo com Fabiano, essa alteração também afeta a região frontotemporal fazendo com que o indivíduo distorça a razão a seu favor. Ou seja, segundo o professor, essa pessoa começa a não se importar com a mentira.

O especialista também afirmou que experiências de imagens cerebrais conduzidas por Tali Sharot na University College London mostram que o cérebro se adapta ao comportamento desonesto. Os participantes mostraram uma atividade reduzida no seu sistema límbico à medida que contavam mais mentiras, apoiando a ideia de que cada mentira torna a mentira mais fácil.

 

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Deco Proteste analisou os quatro regimes alimentares mais comuns
A preocupação com o peso ideal, as idas ao ginásio e as dietas exageradas aumentam com o olho posto no Verão… acrescem a esta...

A Deco Proteste analisou os quatro regimes alimentares mais comuns – vegan, ovolactovegetariano, mediterrânico e planetário – e conclui que o vegan é o mais dispendioso, exigindo mais de sete mil euros por ano. Em contrapartida, a dieta planetária, que custa cerca de menos mil euros, não tem os mesmos benefícios ambientais.

Como reduzir a pegada ambiental?

No que toca aos benefícios para o planeta, o mais aconselhado é um regime vegan, onde não existe consumo de proteína animal. Caso esta seja uma dieta demasiado difícil de implementar, uma dieta tendencialmente mais vegetal, temperado com quanto baste de proteína animal tem também benefícios ambientais, quando comparado com as dietas mediterrânicas e planetárias

VEGAN: se trocar a bebida de amêndoa por uma de aveia, reduz 20% o consumo de água. Numa semana, poupam-se mais de 1500 litros de água e 2 quilos de CO2 equivalente. Ou seja, corta o potencial de aquecimento em 10 por cento.

DIETA OVOLACTOVEGETARIANA: substituir o leite de vaca por uma bebida de soja fortificada com vitaminas e minerais diminui 5% a emissão de CO2 equivalente, 6% o consumo de água e 1% a ocupação do solo.

DIETA MEDITERRÂNICA: as carnes vermelhas exigem mais recursos. Por essa razão, se trocar bifes de vaca por idênticos de frango, o potencial de aquecimento global e o consumo de água são reduzidos em 5 por cento.

Ser vegan sai caro: verdade… ou talvez não?

A dieta mais leve para a carteira é a dieta planetária, em oposição à vegan que é a mais cara.

A eliminação de todo e qualquer alimento de origem animal leva os vegans a incluírem equivalentes lácteos que, só por si, representam 20% da despesa global. Ou seja, 29 euros por semana. As hortícolas e os fungos (cogumelos, por exemplo)

ocupam igualmente uma grande fatia no consumo (25%), à semelhança, aliás, dos outros padrões alimentares. A despesa semanal é de 35 euros. Juntos, os dois grupos somam 45% da despesa global. Esta dieta exige 142 euros por semana, o que, mensalmente, se traduz em 608 euros. É a alternativa mais exigente do ponto de vista económico. Por mês, é 46 euros mais cara do que a dieta ovolactovegetariana, mais 64 do que a mediterrânica e mais 95 do que a planetária

Na dieta ovolactovegetariana, ovos e laticínios ganham protagonismo, fornecendo proteína animal, na falta de carne e de peixe. A proporção de ovos pode ser três vezes e meia superior à das dietas planetária e mediterrânica. Se os juntarmos aos lácteos, a despesa perfaz 21%, mais do que o grupo da carne, pescado e ovos das dietas mediterrânica e planetária (16 e 17%, respetivamente). Porém, são as hortícolas e os frutos a completar quase metade dos gastos (44 %). Por semana, esta dieta totaliza 131 euros e, por mês, 562. Entre as quatro dietas, é a segunda mais cara. Mais 18 euros por mês do que a mediterrânica e mais 49 do que a planetária. Em contrapartida, significa menos 46 euros por mês do que a vegan.

Dieta mediterrânica: reconhecida pela UNESCO em 2013 como Património Imaterial da Humanidade, a sua base é vegetal, com quantidades moderadas de alimentos de origem animal, sobretudo de pescado. Abundam hortícolas, cereais integrais, frutos (incluindo oleaginosos), leguminosas e sementes e o azeite é de uso preferencial. Laticínios e carne vermelha tocam em modo comedido. Hortícolas, cereais e tubérculos e frutos representam 59% da despesa total. Por semana, o gasto é de 127 euros. Face à dieta planetária, custa mais 31 euros por mês, mas menos 64 euros do que a vegan.

Desenvolvida com base na evidência científica, alia dieta, saúde e proteção do planeta - a dieta planetária usa e abusa dos hortícolas, os cereais integrais, as leguminosas e as oleaginosas e, com menos protagonismo, os tubérculos e a fruta. Reduzidos a figurantes, ficam os laticínios e a carne vermelha. O pescado fala mais alto do que a carne. Hortícolas, cereais e tubérculos, carne, pescado e ovos, em uníssono, representam 62% do gasto total. Só as hortícolas pesam 27% na fatura a pagar. O cabaz semanal totaliza 120 euros. Mais económica face à mediterrânica (menos 31 euros por mês), menos 49 em relação ovolactovegetariana e menos 95 perante a vegan.

Todos os valores apresentados têm por base um plano alimentar equilibrado para quatro pessoas (dois adultos, uma criança e um adolescente). Este princípio é válido para todas as dietas.

 

Diagnóstico precoce da doença é fundamental para evitar ou diminuir a sua progressão
É com o objetivo de aumentar e reforçar a importância do diagnóstico precoce do Défice de Alfa-1 Antitripsina (DAAT) junto dos...

Esta iniciativa, desenvolvida em conjunto com o Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), assume toda a pertinência uma vez que, de acordo com Raquel Marçôa, coordenadora deste núcleo da SPP, “na deficiência de alfa-1 antitripsina o diagnóstico precoce pode evitar ou diminuir a progressão da doença. Assim, é muito importante uma colaboração próxima entre os cuidados de saúde primários (CSP) e a Pneumologia. Mais, se quisermos intervir numa fase precoce da doença, o diagnóstico tem de ser realizado maioritariamente nos CSP, com uma orientação posterior da consulta de Pneumologia”.

Apesar de ser rara, a DAAT é uma das doenças genéticas mais prevalentes (a prevalência da DAAT grave na Europa é de cerca de 1/2000-4000 pessoas) encontrando-se, no entanto, subdiagnosticada. É uma doença caraterizada pela ausência ou produção em níveis anormais da proteína alfa-1 antitripsina sendo que, a falta dessa proteína, pelo papel importante que tem na proteção dos pulmões, pode levar ao desenvolvimento de algumas doenças respiratórias, como a DPOC (doença pulmonar obstrutiva crónica) ou enfisema.  “No que diz respeito à DPOC,1 a 2% dos casos serão devidos a DAAT grave. Segundo as guidelines GOLD (Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease) e da Organização Mundial da Saúde, o doseamento sérico da alfa-1 antitripsina (que é uma análise simples e barata) deverá ser pedido a todos os doentes com DPOC, sendo a maioria deles seguidos nos CSP”, explica Raquel Marçôa.

Para a pneumologista, “o diagnóstico precoce da DAAT é relevante porque a evicção de fatores de risco (fumo do tabaco e outras exposições), a prevenção de infeções e a terapêutica de substituição de alfa-1 antitripsina em casos selecionados, evitam ou diminuem a progressão da doença pulmonar. Na DAAT, embora os sintomas respiratórios possam aparecer a partir dos 35 anos em fumadores e em idade superior aos 45 anos nos não fumadores, a prática clínica mostra que a idade média de diagnóstico se situa nos 50-55 anos, ou seja, o intervalo entre o aparecimento dos sintomas e a identificação da doença pode ser de oito anos ou mais. O diagnóstico precoce é então importante pois leva a atitudes preventivas e alterações no estilo de vida que diminuirão a progressão da doença, nomeadamente cessação tabágica, eventuais exposições ocupacionais, prevenção de infeções, tratamento precoce de sintomas e exacerbações ou administração de terapêutica de substituição de alfa-1 antitripsina em casos selecionados. Estas medidas contribuem para uma minimização do dano pulmonar”.

Relativamente à ação que a SPP vai desenvolver nos centros de saúde e unidades de saúde familiar, vai consistir numa breve apresentação da doença às equipas médicas por um pneumologista e na disponibilização de material informativo sobre a DAAT. Raquel Marçôa reforça que “com esta iniciativa, levada a cabo a nível nacional, a SPP pretende aumentar a consciencialização sobre a doença com um consequente aumento no seu diagnóstico numa fase mais precoce de forma a conseguirmos evitar a sua progressão”.

Saúde e bem-estar
Há alguns anos, acreditava-se que a musculação estava indicada apenas para fisiculturistas e atletas

A musculação é um tipo de treino de força que usa pesos para desenvolver resistência. Podem ser usados aparelhos de musculação ou pesos livres, como halteres ou barras, em casa ou em num ginásio. A atividade tonifica e fortalece os músculos ao longo do tempo.

“Quem pode beneficiar da musculação? Não importa se tem 19 ou 90 anos, corre maratonas ou tem dificuldade para subir escadas. A musculação pode beneficiar a todos”, afirma a especialista da Mayo Clinic. “Ela ajuda a desenvolver a musculatura, fortalece os ossos, melhora o equilíbrio e previne lesões. Muitas vezes, ela é útil para pessoas com diversos problemas crónicos de saúde. No geral, ajuda as pessoas a se sentirem melhor física e mentalmente.”

Também já foi demonstrado que a musculação ajuda a melhorar condições como pressão arterial, açúcar no sangue (diabetes), saúde cerebral, densidade óssea, colesterol, dor crónica, doença cardíaca, depressão, metabolismo, fatores como autoconfiança, habilidades mentais e de aprendizagem, gestão de peso, e muito mais, acrescenta Long.

Estes são os 10 principais pontos a serem lembrados ao considerar o início de uma nova rotina de musculação:

  1. Escolha o equipamento: há muitas opções disponíveis, como pesos livres, halteres, faixas elásticas e aparelhos. Alguns exercícios usam apenas o peso do corpo e não necessitam de nenhum equipamento. A escolha certa depende do seu orçamento e das suas preferências. Todas as opções funcionam se forem usadas adequadamente.
  2. Faça aquecimento: músculos não aquecidos são mais propensos a lesões, então faça um aquecimento com uma caminhada rápida de 5 ou 10 minutos e com um alongamento dinâmico antes de iniciar cada treino.
  3. Comece com pouco peso: comece com pesos leves a moderados nas primeiras sessões. Isso pode prevenir dores musculares e diminuir lesões.
  4. Aumente o peso lentamente: aumente gradualmente a quantidade de peso durante um período de 2 a 4 semanas.
  5. Preste atenção à dor: o treino de musculação adequado deve reduzir a dor, não causá-la. Se tiver dor aguda ou acentuada, pare de fazer o exercício. Se feito corretamente, o treino também deve ajudar os seus ossos, tendões, ligamentos e músculos a ficarem mais fortes.
  6.  Levante devagar: ao levantar os pesos, não use o impulso. A maioria das lesões na musculação ocorre ao balançar os pesos, por técnica imprópria, ou por levantar peso excessivo. Leve cerca de dois segundos para levantar o peso e quatro ou mais segundos para baixá-lo. Treinar mais devagar ativa mais fibras do músculo alvo, o que, por fim, aumenta os benefícios da musculação.
  7. Aproveite o repouso: trabalhe os músculos até a fadiga em cada exercício e depois deixe-os descansar por pelo menos 48 horas. Treine cada grupo muscular de 2 a 3 vezes por semana.
  8. Tente variar: um bom programa de treino de musculação deve incluir pelo menos de 8 a 12 exercícios diferentes. Eles devem ser direcionados aos principais músculos das pernas, costas, tórax, abdómen, braços e ombros.
  9. Concentre-se numa série: faça pelo menos uma série de cada exercício, prestando atenção à maneira como o executa. A maioria das pessoas consegue obter resultados fazendo uma série de 10 a 15 repetições de cada exercício. Anteriormente, os pesquisadores recomendavam pelo menos 2 a 3 séries. No entanto, pesquisas recentes afirmam que uma série, feita corretamente, pode ser tão eficaz quanto fazer várias.  
  10. Respire: lembre-se de manter sempre a respiração ao levantar os pesos. Expire na parte mais difícil do exercício.

“Se está a começar a treinar, converse com um personal trainer ou outro membro da sua equipa de saúde sobre os melhores exercícios e aprenda a técnica adequada para evitar lesões”, explica Long.

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I Edição do Projeto “Cereals for All”
Depois do sucesso da primeira edição de “Cereals for All – Desenvolver o Futuro dos Cereais”, a Nestlé volta a desafiar os...

Esta colaboração pioneira entre a Indústria Alimentar e a Academia visa promover a imersão dos alunos no processo de desenvolvimento de produtos à base de cereais, saudáveis e sustentáveis, nutricionalmente adaptados ao seu público-alvo.

Decorreu, ontem, o evento de apresentação e de assinatura protocolar entre a Nestlé Portugal e a NOVA Medical School que deu início à segunda edição do Projeto “Cereals for All – Desenvolver o Futuro dos Cereais” – uma parceria inovadora entre a indústria alimentar e o meio académico. O projeto faz parte da unidade curricular de estágio e envolve todos os alunos finalistas da Licenciatura em Ciências da Nutrição, no processo de desenvolvimento de produtos alimentares.

Durante a apresentação, foi feito o balanço da primeira edição, com a participação e testemunho de um aluno como porta-voz da turma anterior. O evento teve lugar no edifício da NOVA Medical School, em Lisboa, e terminou com a assinatura do protocolo por ambas as entidades.

Nesta segunda edição, a parceria entre a Nestlé Portugal e a NOVA Medical School pretende continuar a proporcionar aos alunos o contacto com o processo de desenvolvimento de novos produtos alimentares, saudáveis e sustentáveis, à base de cereais. O Projeto inclui várias etapas, a começar pelo próprio evento de lançamento da II Edição, seguindo-se uma visita à Fábrica da Nestlé em Avanca, com os alunos participantes. Durante o seu trabalho os alunos serão inspirados em duas power sessions de partilha de conhecimento das várias etapas de um processo de desenvolvimento de um produto alimentar. Ao longo do Projeto, os alunos têm a oportunidade de aliar os conhecimentos adquiridos durante os seus estudos ao processo criativo e tecnológico de inovação em produtos alimentares, através da mentoria dada pelas equipas técnicas da Nestlé Portugal.

"Estamos entusiasmados por anunciar o lançamento da segunda edição do projeto 'Cereals for All'. O sucesso do projeto do ano passado foi evidente e ficou patente no interesse e na dedicação dos estudantes que nos apresentaram conceitos inovadores e ‘out of the box’ ao longo do processo de desenvolvimento dos produtos”, afirma Ana Leonor Perdigão, Nutrition, Health and Wellness Manager da Nestlé Portugal. “Esta parceria única entre a Nestlé e a NOVA Medical School continua a alargar as fronteiras da inovação na indústria alimentar, e esperamos ansiosamente ver os novos produtos e ideias que sairão desta segunda edição.”, concluiu.

Por seu lado, Conceição Calhau, responsável pela Licenciatura em Ciências da Nutrição, da NOVA Medical School, afirma: "A parceria com a Nestlé permite à NOVA Medical School contribuir com a sua experiência em nutrição para o desenvolvimento de produtos mais saudáveis e inovadores, enquanto apresenta uma oportunidade de aprendizagem única aos seus alunos de Ciências da Nutrição, podendo aplicar a sua experiência teórica num ambiente prático de competências adquiridas durante os 4 anos de curso e aquisição de competências nas áreas do negócio, empreendedorismo, gestão de prioridades e pressão empresarial, muito importante para preparação para o mercado de trabalho de hoje. Estamos entusiasmados para ver os resultados deste segundo ano."

O Projeto "Cereals for All" é único em Portugal e, em 2022, reuniu 14 alunos finalistas da Licenciatura em Ciências da Nutrição e várias equipas de desenvolvimento de produtos da Nestlé, com o objetivo de reforçar as competências dos alunos na inovação de produtos alimentares saudáveis e sustentáveis, à base de cereais, nutricionalmente adaptados a diferentes perfis de consumidores. A primeira edição do programa resultou em cinco projetos nas áreas de Saúde Infantil, Conveniência, Saúde Mental, Saúde da Mulher e Envelhecimento Ativo.

1 de março
A Bluepharma vai inaugurar no próximo dia 01 de março, pelas 11h45, em Coimbra, Eiras, uma unidade de produção de formas orais...

A cerimónia de inauguração conta com as presenças do Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, do Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva e do Presidente da Bluepharma, Paulo Barradas Rebelo.

No dia em que assinala o seu 22º aniversário, a Bluepharma dá mais um passo na estratégia de diferenciação e posicionamento único em Portugal e na Europa. Estamos perante um importante contributo para o desenvolvimento do país e da estratégia de reindustrialização da Europa.

 

Palestra da audiologista Katya Freire decorre a 8 de março, na UA
A exposição diária e continuada a níveis sonoros excessivos, fruto do desempenho profissional, coloca os músicos na linha da...

Na tribuna da iniciativa, que decorre no Auditório do Complexo de Ciências da Comunicação e Imagem da UA, a partir das 15h00, estará a especialista em audiologia Katya Freire, que é membro do Fórum Mundial de Audição da Organização Mundial de Saúde. O diagnóstico, a prevenção e os cuidados auditivos que os músicos devem adotar, para se protegerem e garantirem - na peugada - a qualidade das suas performances, são as linhas de força da sessão.

O primeiro Relatório Mundial sobre Audição, lançado em 2021 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), estimava que um quarto da população global viverá com algum grau de perda auditiva em 2050, e que, a manter-se o atual cenário de prevenção e tratamento deste tipo de perda, pelo menos 700 milhões de pessoas precisarão de acesso a cuidados auditivos e outros serviços de reabilitação.

Na região europeia, a OMS considera que vivam atualmente 196 milhões de pessoas com um certo grau de deficiência auditiva. Se mais nada se fizer para contrariar a tendência, serão 236 milhões em 2050.

Este quadro fez a OMS lançar um alerta. E além de enfatizar que mais de mil milhões de pessoas entre 12 e 35 anos correm o risco de perder a audição devido à exposição em excesso à música alta, a Organização lançou a Norma Mundial para uma Audição Segura em ambientes e eventos sonoros.

“Ear and Hearing Care for All! Let's make it a reality” é o mote da campanha deste ano, que, uma vez mais, vem acompanhada das seis recomendações que a Organização Mundial da Saúde avançou para limitar o risco de perda auditiva, preservar o som de alta qualidade e, paralelamente, pugnar por uma experiência auditiva agradável: não ultrapassar a média máxima de 100 decibéis; monitorizar os níveis de som através de equipamento calibrado por especialistas; otimizar a acústica e os sistemas de som para garantir qualidade e segurança; disponibilizar proteção auditiva individual para o público, incluindo instruções de uso; criar acesso a zonas de silêncio para as pessoas descansarem os ouvidos e diminuir o risco de danos auditivos; e, por último, fornecer formação e informação aos funcionários.

Em média, avalia a OMS, o governo de cada país pode ter um retorno de quase 15 euros por cada euro que for investido nos esforços de minimização do impacto auditivo.

A participação na palestra sobre a saúde auditiva dos profissionais de música é gratuita, mas é necessária uma inscrição prévia (que deverá ser direcionada para o e-mail [email protected]).

Complexo cultural e, ao mesmo tempo, hotel com uma especial predileção pelo universo musical, o M.Ou.Co., recorde-se, dispõe de uma Clínica da Performance, que vai ao encontro das dores dos músicos, fundamentando-se em princípios da ergonomia e das ciências da performance. A unidade é coordenada por Flora Vezzá, especialista em Fisioterapia Preventiva e Ergonomia, membro do núcleo de Investigação & Desenvolvimento da Escola Superior de Saúde de Santa Maria, enquanto pesquisadora internacional convidada.

Tiny Trainers é a primeira ‘app’ para crianças com Atrofia Muscular Espinhal
Cerca de um ano depois de ter sido lançada, a primeira aplicação móvel para crianças com Atrofia Muscular Espinhal...

A Tiny Trainers é uma aplicação com jogos e com exercícios lúdicos concebidos para crianças com Atrofia Muscular Espinhal tipo 1 e tipo 2 entre os quatro e os sete anos de idade, mas que pode ser jogado por qualquer criança com outra doença neuromuscular ou mesmo sem qualquer patologia.

Os jogos da ‘app’ passam por cuidar de um animal de estimação virtual que vai tendo de ser alimentado e lavado. Os prémios vão sendo ganhos através dos exercícios propostos. O jogo reage ao movimento da criança através da câmera frontal do dispositivo móvel. 

Inicialmente com três jogos, a ‘app’ criada há um ano tem agora mais dois jogos, num total de cinco. O objetivo é sempre que as crianças façam exercício de uma forma mais divertida.

Andreia Rocha, Fisioterapeuta do Centro Materno Infantil do Centro Hospitalar Universitário do Porto, explica que “para participarem nas atividades é fundamental que as crianças se sintam motivadas. As crianças aprendem experimentando e interagindo. Tiny Trainers, um jogo pensado e desenvolvido para crianças com Atrofia Muscular Espinhal, pode ser um interessante complemento ao programa de fisioterapia de cada criança.”

A Tiny Trainers não tem o propósito de diagnosticar, prevenir, monitorizar ou tratar qualquer doença. Por isso mesmo, não deve fazer parte do regime de fisioterapia do doente, nem do seu tratamento médico, nem deve, de qualquer forma, substituí-los.

A ‘app’ foi desenvolvida pela Roche e pela Nordic Forest Games, em conjunto com fisioterapeutas e é uma ‘app’ sem anúncios, sem compras e com controlo por voz.

Pode descarregar a ‘app’ através da App Store ou da loja da Google Play, de forma gratuita.

 

Parceria para a Sustentabilidade e Resiliência dos Sistemas de Saúde (PHSSR) apresentou medidas para o SNS
Depois de, no âmbito da Parceria para a Sustentabilidade e Resiliência dos Sistemas de Saúde (PHSSR), um grupo de peritos...

O relatório da PHSSR, uma colaboração global entre organizações académicas, não-governamentais, de ciências da vida, saúde e empresas, criada em 2020 pela London School of Economics, pelo Fórum Económico Mundial e pela AstraZeneca, contou, em Portugal, com a coordenação de Mónica Oliveira, do Instituto Superior Técnico, e Aida Isabel Tavares, do Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade de Lisboa, que vão marcar presença neste debate, tendo a seu cargo a apresentação das Recomendações PHSSR sobre Investigação Clínica e Acesso à Inovação.

Susana Correia, vice-presidente da Comissão de Saúde; Catarina Resende Oliveira, presidente da Direção da AICIB – Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica; Heitor Costa, Diretor de Assuntos Institucionais de Inovação da APIFARMA e Rui Santos Ivo, presidente do Conselho Diretivo do INFARMED (a confirmar) tomarão a palavra para discutir as melhores formas de implementar, na prática, medidas que são unânimes entre os especialistas envolvidos para facilitar o acesso à inovação em Portugal.

As 43 recomendações para um sistema de saúde português mais sustentável e resiliente, em sete domínios, que resultaram de um consenso alargado de 37 peritos, podem ser consultadas aqui. O relatório, na sua totalidade, poderá ser consultado aqui. Para mais informações sobre a PHSSR: https://www.phssr.org/home

 

27 de fevereiro
A “Mamãs Sem Dúvidas” organiza mensalmente várias iniciativas dedicadas à grávida, sendo as aulas de atividade física uma das...

A próxima aula, online e gratuita, realiza-se no dia 27 de fevereiro às 18H30, com Susana Lopes, Professora de Yoga e fundadora do projeto Yoga & Maternidade.

A gravidez pode, em alguns casos, induzir falta de vontade ou receio de praticar exercício, no entanto está cientificamente provado que a prática de exercício, desde que devidamente acompanhado, tem diversos benefícios para a mãe e para o bebé.

A atividade física diminui a probabilidade de a mãe desenvolver patologias comuns como a diabetes gestacional e melhora a circulação sanguínea que favorece o transporte de nutrientes e oxigénio para o bebé através do cordão umbilical. A atividade física é também geradora de endorfinas, substância que promove o bem-estar.

As inscrições podem ser feitas em https://mamassemduvidas.pt/ciclo/

 

Oncologia
Embora seja um dos 10 tipos de cancro mais comuns em todo o mundo, de um modo geral, estamos pouco s

Mais frequente entre o sexo masculino, estima-se que todos os anos sejam diagnosticados cerca de 2 mil novos casos de cancro na bexiga. Apesar de as suas causas não estarem completamente esclarecidas, sabe-se que existem alguns fatores que predispõem o seu desenvolvimento, como é o caso do tabagismo. Segundo a oncologista, Joana Febra, “os fumadores apresentam 3 vezes mais probabilidade de vir a desenvolver cancro da bexiga”. Além do tabaco, acrescenta, “a idade também parece estar relacionada, com aumento do aparecimento da doença em idades superiores a 65 anos (em 70% dos casos), assim como o sexo masculino (3 a 4 vezes mais frequente do que no sexo feminino), a raça caucasiana (2 vezes mais frequente do que na raça negra) e a exposição a agentes químicos (como tintas, borracha, petróleo)”.

Por outro lado, há outros fatores a ter em conta como a história familiar/genética de cancro da bexiga, história de infeções crónicas da bexiga, alterações congénitas, assim como radioterapia prévia com atingimento pélvico.

Classificação

O cancro da Bexiga pode ser classificado quanto à “profundidade da invasão tumoral”:

  • cancro da bexiga não invasivo – onde as células cancerígenas se encontram apenas no revestimento interno da bexiga (corresponde a cerca de 70% de todos os casos)
  • cancro da bexiga que invade o músculo – quando o tumor avança até ou para além da camada de músculo da bexiga
  • cancro da bexiga metastizado – quando já existem células tumorais fora da bexiga.

No que diz respeito à classificação anatomopatológica dos tumores de bexiga, esta tem em conta o tipo de células que dão origem ao tumor:

  • carcinoma de células de transição (o mais frequente)
  • carcinoma de células escamosas
  • adenocarcinoma
  • carcinoma de pequenas células.

“Além disso, de acordo com o aspeto das células, existem três graus de malignidade, que indicam a rapidez com que o tumor pode crescer e espalhar-se: Baixo Grau; Grau Intermédio; e Alto Grau (são os mais agressivos e invasivos)”, explica a especialista em Oncologia Médica.

Sintomas

Embora a neoplasia da bexiga possa ter sintomas semelhantes a outras doenças, como por exemplo uma infeção, existem alguns sinais de alerta que nunca deve descurar:

  • presença sangue na urina (hematúria)
  • ardor ou dor miccional
  • sensação de esvaziamento incompleto
  • aumento da frequência miccional.

Para além destes, podem aparecer sintomas mais gerais como dor lombar, dor abdominal ou perda de peso inexplicável.

Diagnóstico

De acordo com a oncologista, “o cancro da bexiga pode ter sintomas semelhantes a outras doenças”. Deste modo, o diagnóstico requer uma história clínica detalhada, exame físico completo e a realização de exames complementares de diagnóstico apropriados, tais como:

  • análises gerais e à urina
  • citologia urinária
  • cistoscopia
  • biópsia
  • exames de imagem como ecografia, TAC ou ressonância magnética.

Tratamento

As opções terapêuticas disponíveis vão depender da fase em que o tumor se encontra quando diagnosticado:

  • cirurgia ou tratamentos intravesicais para tumores não invasivos
  • cirurgia, eventualmente tratamentos intravesicais e quimioterapia sistémica para tumores que invadem o músculo
  • quimioterapia sistémica, imuno-oncologia (imunoterapia) e, eventualmente, radioterapia para tumores metastizados.

Prognóstico

“O prognóstico do cancro da bexiga é variável, com taxas de sobrevivência que diminuem substancialmente com a progressão do tumor para além da bexiga”, revela Joana Febra, indicando que “nos casos de doença em estadios iniciais, a sobrevida poderá alcançar os 96% aos 5 anos. No entanto, um de cada 10 casos de cancro da bexiga já se disseminou à altura do diagnóstico, sendo a sobrevivência apenas de 5-6% aos 5 anos”.

Diagnosticar precocemente aumenta a sobrevida

O cancro da bexiga, apesar de não ser uma doença rara, não é muito falado nem discutido. Não existem rastreios para este tipo de neoplasia, mas é muito importante estar alerta sobre os seus fatores de risco. O aparecimento de algum sinal de alerta deve levar o doente a consultar o médico assistente, para realização do exame físico completo, seguido de exames auxiliares e encaminhamento para a consulta de especialidade. 

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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Dispositivos monitorizam tensão, oxigénio, glicose, peso e temperatura
O Projeto S@úde+Perto visa a telemonitorização de 500 doentes crónicos idosos da região centro, através de dispositivos de...

No âmbito desta iniciativa, foram distribuídos aos idosos, aos seus cuidadores, ou a equipas das Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) kits da Hope Care de medição de vários sinais biomédicos, como oxigénio, glicose do sangue, peso, temperatura ou tensão, ligados a uma plataforma que os recolhe e processa para análise. Qualquer dos valores que fuja a um intervalo, previamente definido como normal, emite um alerta monitorizado por um profissional de saúde. Este profissional avalia a situação do doente através de uma chamada ou videoconsulta, reencaminhando-o para o Hospital de Avelar ou propondo outro modo de atuação. Graças ao 5G da NOS, a conectividade e rapidez são garantidas em todo o processo, bem como a qualidade das teleconsultas, em tempo real.

O projeto – apoiado pelo Portugal 2020 e pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, através das Parcerias para o Impacto do Portugal Inovação Social – tem benefícios efetivos para os doentes ao evitar que tenham de recorrer a consultas de urgência ou internamentos no hospital de referência, neste caso o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), obrigando a deslocações incómodas, demoradas e que acarretam riscos de saúde por possíveis contaminações em contexto hospitalar. Por outro lado, os médicos que acompanham estes doentes passam a dispor de mais informação, melhorando eventuais diagnósticos e avaliações de terapias. Este sistema tem, ainda, vantagens para o Serviço Nacional de Saúde, pela redução dos custos financeiros relacionados com o transporte de doentes, internamentos e consultas desnecessárias, melhorando a qualidade de vida dos doentes.

Manuel Ramalho Eanes, Administrador da NOS, sublinha: "A saúde é uma das áreas estruturantes da sociedade que mais pode beneficiar com a introdução do 5G, enquanto impulsionador da inovação nos tratamentos e na aproximação e humanização dos cuidados de saúde. Através de projetos como este, de telemedicina, contribuímos para uma abordagem de prevenção e de tratamento das pessoas de uma forma contínua e não episódica, contribuindo para mais e melhores cuidados de saúde, melhor informação e mais eficiência. Por outro lado, numa altura em que, cada vez mais, nos deparamos com desafios associados ao envelhecimento da população, o 5G pode ajudar a alavancar soluções que permitam às pessoas viver com melhor qualidade durante mais tempo".

Luís Fareleiro da Fundação Nossa Senhora da Guia – Hospital de Avelar, comenta: “Entendemos a tecnologia como catalisador da mudança nos cuidados de saúde. A monitorização à distância dos pacientes crónicos através de dispositivos eletrónicos permite um melhor acompanhamento do doente e libertar os profissionais de saúde para seguir mais doentes de forma mais efetiva, reduzindo as idas às urgências e os internamentos hospitalares. Importa salientar o envolvimento do CHUC e do Agrupamento de Centro de Saúde do Pinhal Interior Norte (ACeSPIN), que desde a primeira hora demonstraram interesse e disponibilidade na participação ativa neste Projeto. Finalmente, a visão de rede e escala do Projeto fica demonstrada pelo envolvimento dos seis Municípios da região de intervenção do Projeto S@úde+Perto, que participam como Investidores Sociais e têm sido determinantes na viabilização do modelo de financiamento deste Projeto Demonstrador”.

Para José Paulo Carvalho, fundador da Hope Care, “a Saúde Digital é um veículo para permitir aos cidadãos terem um meio de acesso mais facilitado aos cuidados de saúde. A telemonitorização permite criar uma nova consciência de autocuidado, onde cada um gere e monitoriza o seu estado de saúde e partilha com os seus cuidadores. A partilha online desta informação cria uma nova forma de prevenção participativa, onde o cidadão se compromete com a gestão da sua saúde e os seus cuidadores podem acompanhar a evolução da saúde remotamente. É uma nova abordagem preventiva, participativa, colaborativa, onde cada um tem um papel fundamental no cuidado. O sistema de saúde passa de “Patient Centric”, onde o cidadão está no centro das atenções sem poder agir, para “Patient Partnership”, onde o cidadão participa com a cedência dos seus dados em tempo real, compreende a sua situação com o feedback das soluções digitais e participa na decisão sobre o seu estado de saúde com os cuidadores e em casa. Esta mudança de conceito permite criar o Hospital em Casa, acessível, participativo e responsável. Isto é o que se pretende criar com o S@úde+Perto”.

Esta iniciativa teve início em junho de 2022, prevendo-se um período inicial de avaliação de 15 meses. Acompanha idosos com patologias crónicas, como insuficiência cardíaca, doenças pulmonares, diabetes, hipertensão, ou doentes multicrónicos, residentes em concelhos mais rurais e de baixa densidade populacional cujo índice de envelhecimento se encontra muito acima do índice de envelhecimento nacional: Ansião, Alvaiázere, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Pedrogão Grande e Penela. Estes doentes têm vindo a ser seguidos no CHUC ou no ACeSPIN.

ADIFA recebida em audição pela Comissão Parlamentar de Saúde
A ADIFA – Associação de Distribuidores Farmacêuticos considera urgente implementar as medidas anunciadas pelo Governo no...

Presente hoje em audição na Comissão Parlamentar de Saúde sobre as faltas de medicamentos nas farmácias, a associação que representa os distribuidores farmacêuticos propôs ainda a implementação de um sistema integrado de alerta prévio e de monitorização de escassez e de harmonização das origens de faltas de medicamentos.

Este mecanismo deve envolver as autoridades e todos os agentes do setor do medicamento com vista a assegurar o correto abastecimento de medicamentos a nível nacional e avaliar o nível de serviço dos agentes e a satisfação da procura por parte dos doentes.

Nuno Flora, Presidente da ADIFA, salienta que “As recentes medidas do Governo traduzem-se em avanços e refletem abertura para resolver um problema que se tem vindo a intensificar. Antecipamos, contudo, que não sejam suficientes para colmatar os problemas de abastecimento a nível nacional e, por isso, acreditamos que este seja apenas o primeiro passo do Governo para melhorar, de forma sustentada, a competitividade das empresas que atuam na área farmacêutica.”

A associação defendeu ainda um conjunto de outras medidas para apoiar o setor da distribuição farmacêutica, que ficou muito afetado com a subida dos custos associados à inflação e o aumento dos preços dos combustíveis e energia, que se sucedem há mais de um ano.

Nesse sentido, a ADIFA apresentou três propostas de forma a assegurar a competitividade e o regular abastecimento do mercado nacional, nomeadamente: (i) continuar a valorizar e acompanhar o preço dos bens e serviços na área do medicamento, (ii) consagrar legalmente a diferenciação da atividade de distribuição farmacêutica de serviço completo, com deveres e direitos próprios, condizentes com a sua natureza e nível de especialização, e (iii) reconhecer a distribuição farmacêutica como infraestrutura crítica nacional, por via da sua inclusão nos planos de proteção civil e demais regulamentação.

Para a associação, deve existir uma clara distinção entre os distribuidores farmacêuticos de serviço completo que asseguram o abastecimento contínuo de medicamentos e produtos de saúde, de outros agentes que se dedicam à atividade de distribuição de produtos ou segmentos específicos.

Para o Presidente da ADIFA, “Nunca foi tão evidente a importância da distribuição farmacêutica nacional como nestes últimos anos, em que, a uma situação de crise de saúde pública se somou uma crise energética, e os distribuidores farmacêuticos de serviço completo fizeram sempre chegar a todos os cidadãos os medicamentos e outras tecnologias de saúde de que necessitavam”, acrescenta.

Igualmente importante, no âmbito do acesso dos portugueses ao medicamento, será a implementação do regime de dispensa de medicamentos hospitalares em proximidade aos doentes. Mais concretamente, para a ADIFA, a disponibilização de medicamentos para tratamento de diversas patologias que atualmente são apenas dispensados em meio hospitalar nas farmácias comunitárias é uma medida que oferece benefícios às unidades hospitalares, aos doentes e seus cuidadores, contribuindo para uma melhor gestão da terapêutica do doente e poupando recursos ao SNS e às famílias.

23 e 28 de fevereiro
No primeiro ano de vida dos bebés existem vários acontecimentos que apanham os pais de surpresa, principalmente os de primeira...

Uma das grávidas inscritas nestas sessões online vai receber um prémio especial que pode fazer toda a diferença na rotina doméstica durante esta nova fase: um robot de cozinha Chefy 6 da Miniland. As inscrições gratuitas estão disponíveis na plataforma e dão ainda acesso a um conjunto de descontos dos parceiros da iniciativa.

As cólicas, tão comuns em bebés, trazem muito desconforto, fazendo-os chorar horas a fio. Perante a dor dos pequenos, muitos pais acabam por se sentir desamparados e confusos. Para ajudar a atuar nestas situações, a enfermeira especialista em Saúde Materna e Obstetrícia Teresa Coutinho vai partilhar, na sessão de 23 de fevereiro, pelas 17 horas, dicas para gerir os desconfortos abdominais do bebé.

É também durante este primeiro ano que se desenvolvem as habilidades motoras a um ritmo acelerado: além de aumentar a estatura e o peso, aprende a sustentar a cabeça, a sentar, a ficar em pé, a gatinhar e, até mesmo, a começar a andar. A FisioKids também estará presente no evento online para falar sobre estas mudanças dos 0 aos 12 meses.  

Um dos aspetos cruciais para o desenvolvimento do bebé é o sono, cujos padrões variam consoante as diferentes fases: um recém-nascido necessita de dormir mais tempo do que um bebé de um ano. No dia 28 de fevereiro, pelas 17 horas, a psicóloga pediátrica Clementina Almeida vai desmistificar os principais mitos sobre o sono do bebé e dar a conhecer as melhores práticas.

Ainda neste dia, a enfermeira especialista em Saúde Materna e Obstetrícia Clara Aires vai falar sobre os sinais de início de trabalho de parto.

A Crioestaminal vai marcar também presença, nas duas sessões online, com a conselheira em células estaminais Joana Gomes, que vai dar a conhecer os tratamentos possíveis com células estaminais do cordão umbilical do bebé, e a técnica de laboratório Marta Batista, que vai abrir as portas do laboratório da Crioestaminal para mostrar onde estas células ficam guardadas.

 

 

11 de março
No próximo dia 11 de março, a Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS) realiza o Best Of 2022, no Hotel Quinta das Lágrimas, em...

A iniciativa conta com a participação de especialistas nas áreas da Imagiologia Mamária, Oncologia, Cirurgia, Radioterapia e Anatomia Patológica.

Para José Carlos Marques, Presidente da SPS, “esta é já uma reunião que a SPS desenvolve há vários anos e tem sido sempre muito participada. Mais uma vez pretendemos selecionar os artigos mais recentes e representativos e levá-los a discussão, num fórum entre pares, mas interdisciplinar”.

Consulte aqui o programa na íntegra.

 

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