1as Jornadas de Patologia Mamária
Com o propósito de juntar profissionais de saúde da região para discutir o diagnóstico e tratamento da patologia mamária - em...

O cancro da mama é a neoplasia mais frequente da mulher, sendo, anualmente, detetados cerca de 7000 novos casos em Portugal. Margarida Coiteiro, ginecologista-obstetra no Hospital CUF Sintra e no Hospital CUF Cascais, parte da Comissão organizadora destas Jornadas, alerta que “é fundamental continuar a partilhar conhecimento e a discutir estratégias, articuladas entre Unidades de Saúde de Cuidados Primários e Unidades da Mama, que motivem uma resposta cada vez mais célere no diagnóstico e tratamento de pessoas com cancro da mama.”

“Senologia: A Arte de Tratar a Mama” é o mote destas jornadas, onde se pretende promover a formação contínua dos profissionais de saúde e, consequente, reforço da qualidade dos cuidados prestados à população. 

O programa desta primeira edição, preparado pela Unidade da Mama do Hospital CUF Sintra e Hospital CUF Cascais, contempla uma abordagem multidisciplinar da patologia da mama, evidenciando o papel dos especialistas de Medicina Geral e Familiar, de Imagiologia e de Anatomia Patológica, Cirurgiões, Oncologia Médica, Radioterapia e todas as valências de apoio ao bem-estar do doente com cancro da mama. Entre os temas em discussão estão: a “Patologia mamária benigna”; e o “Cancro da Mama” - desde a sua prevenção, ao diagnóstico, passando pelo impacto psicossocial e evolução da terapêutica.

O evento requer inscrição através deste link, onde também é possível consultar o programa. 

 

Apresentação decorre a 2 de março
Globalmente, existem 38% de mulheres em lugares de topo na Saúde, área em que 75% da força total de trabalho é feminina....

No evento, aberto a toda a sociedade, será apresentada a iniciativa e ainda um estudo inédito sobre a realidade da liderança feminina no sector da saúde em Portugal. Haverá ainda espaço para reflexão sobre esta temática e apresentação de ideias práticas a implementar neste âmbito.

O Movimento Life - Liderança no Feminino na Saúde pretende ser uma iniciativa contínua para conduzir a uma mudança de comportamentos e ações que contribuam para uma maior paridade na liderança no setor da Saúde. Além disso, pretende-se, com a mesma iniciativa, a médio e longo prazo, caminhar para uma sensibilização das desigualdades na saúde das mulheres, em prol de uma saúde melhor para todos.

Esta é uma iniciativa conjunta de Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher/CICS.NOVA (NOVA FCSH) e da Roche mas que agrega mais de 30 embaixadoras que quiseram juntar-se a este Movimento.

 

 

 

Técnica cirúrgica realizada apenas em escassos alguns médicos mundiais
No passado dia 7 de fevereiro a equipa de Urologia da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA) realizou uma...

Os médicos urologistas Rui Dinis e Miguel Cabrita realizaram uma Cistoprostatectomia Radical com Linfadenectomia Pélvica e Derivação Urinária Cutânea - Conduto Ileal de Bricker Totalmente Intra Corpórea por Laparoscopia.

Trata-se de uma técnica cirúrgica já utilizada no tratamento do cancro da bexiga invasiva, porém a inovação foi ter sido realizada na integra com recurso a cirurgia minimamente invasiva – via Laparoscopia.

O uso desta técnica cirúrgica Laparoscopia é realizada apenas em escassos centros médicos mundiais.

Esta cirurgia de elevada diferenciação técnica foi possível graças ao trabalho conjunto de todos, equipa de anestesia, equipa da UCI, enfermeiros e auxiliares de ação medica.

O Conselho de Administração parabeniza todos os envolvidos nesta cirurgia, com especial destaque para os médicos urologistas Rui Dinis e Miguel Cabrita, e orgulha-se pela realização desta técnica cirúrgica na ULSLA que regista o seu nome e o dos seus profissionais no progresso da medicina.

 

 

Projeto Move4ASD
O Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (DEEC) da Faculdade de...

Denominado Move4ASD, o projeto é desenvolvido em parceria com o Instituto de Imagem Biomédica e de Investigação Translacional de Coimbra (CIBIT) do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS) da Universidade de Coimbra e com a Universidade de Oxford, Reino Unido, e pretende «utilizar abordagens tecnológicas baseadas em metodologias de inteligência artificial para caracterizar o autismo através da análise de tarefas de imitação», revela João Ruivo Paulo, investigador do ISR e coordenador do projeto na FCTUC.

Este projeto, prossegue, «estuda a hipótese de que, nos indivíduos diagnosticados com autismo, o mecanismo de aprendizagem designado neurónio-espelho está alterado, em relação a indivíduos saudáveis. Assim, acredita-se que a aprendizagem de atividades motoras, como andar e dançar, e outras atividades de interação social, possam ser mal interpretadas por indivíduos diagnosticados com esta condição».

De acordo com João Ruivo Paulo, o Move4ASD vai analisar dados neurofisiológicos e comportamentais, captados através de eletroencefalografia (EEG) e movimento tridimensional. «Estes dados serão processados por técnicas de aprendizagem

máquina para descobrir distinções entre indivíduos saudáveis e participantes do grupo clínico. Através desta diferenciação entre grupos será possível identificar biomarcadores neurofisiológicos de padrões motores ainda pouco compreendidos, explica o coordenador do projeto.

Com esta investigação, a equipa acredita que «será possível contribuir para um melhor conhecimento do autismo, no que diz respeito ao sistema neurónio-espelho, podendo no futuro desenvolver-se uma ferramenta automática para identificar estes biomarcadores, que por sua vez, pode conduzir a uma caracterização otimizada destas perturbações».

Neste sentido, e para firmar uma colaboração com a Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo (APPDA), vários jovens da APPDA de Coimbra realizaram uma visita ao ISR, na qual tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pelo Instituto e de interagir com robôs, realizar jogos interativos e ainda, conhecer o projeto Move4ASD.

Segundo a equipa do Move4ASD, «esta colaboração será essencial para se desenvolver conhecimento científico relevante no âmbito destas perturbações de desenvolvimento».

Este projeto, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), envolve, além do investigador João Ruivo Paulo e dos professores Paulo Menezes e Gabriel Pires, do DEEC/ISR, o professor Miguel Castelo Branco e Teresa Sousa, do CIBIT/ICNAS, bem como, Tingting Zhu, investigadora da Universidade de Oxford.

Programa "LeapUp"
A AbbVie acaba de lançar o programa de inovação aberta “LeapUp”. Dirigido a startups, este programa pretende promover e...

A inovação tecnológica tem alterado profundamente a prática clínica e a relação entre profissionais de saúde e doentes. Consciente desta realidade e do seu papel no ecossistema da saúde, a AbbVie lança esta iniciativa com o objetivo de criar as condições necessárias para o desenvolvimento e sucesso destes novos projetos.

Este programa surge no momento em que a AbbVie assinala o seu 10º aniversário. Uma companhia que se tem destacado pelo seu compromisso com as pessoas, tendo sido reconhecida pelo Great Place to Work Institute como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal, e a segunda na categoria de empresas com 101 a 500 colaboradores, em 2022. Este foi o nono ano consecutivo em que foi reconhecida. A nível mundial conta com cerca de 50.000 colaboradores em 70 países diferentes, mantendo o foco na inovação e na procura de soluções para necessidades não satisfeitas. 

Desenvolvida em parceria com o Nova SBE Co.Innovation Lab, que é parte integrante do Nova SBE Innovation Ecosystem, a iniciativa procura soluções inovadoras que possam ser aplicadas em quatro áreas terapêuticas: dermatite atópica, doença inflamatória intestinal, linfoma e enxaqueca. Os candidatos deverão responder a desafios para qualquer uma destas áreas, que permitam:

  • melhorar a experiência dos profissionais de saúde no acesso à informação, com impacto direto na vida do doente;
  • otimizar a jornada do doente, acelerando o processo de diagnóstico, referenciação e tratamento, permitindo o acesso aos melhores cuidados de saúde;
  • alertar para a doença e empoderar o doente, através da literacia em saúde, permitindo o mais rápido acesso ao especialista e a informação sobre a sua condição e tratamento;
  • ter acesso a dados de vida real e value based healthcare, com agregação de dados clínicos que permitam uma tomada de decisão mais informada sobre diferentes terapêuticas.

De acordo com o diretor-geral da AbbVie, Antonio Della Croce, “fazemos parte do ecossistema da saúde, com o objetivo de dar resposta às necessidades não atendidas dos doentes. Este compromisso vai além do desenvolvimento de fármacos inovadores, leva-nos a procurar melhorar a experiência e o acesso à informação de profissionais de saúde e doentes, tendo um impacto real nas suas vidas. Com este projeto, de inovação tecnológica, queremos criar oportunidades para novos parceiros darem o seu contributo para a melhoria da gestão da doença”.

Já Rui Coutinho, Diretor Executivo do Nova SBE Innovation Ecosystem, realça a importância da inovação aberta como forma de potenciar essas novas oportunidades: “Os programas de inovação aberta com startups são uma das quatro linhas de atuação do Nova SBE Innovation Ecosystem. Acreditamos que a convergência de interesses mútuos e conhecimento entre empresas e startups disruptivas, tem um papel catalisador nestes diferentes atores. A escola tem um papel fundamental a desempenhar neste sentido, disponibilizando um ambiente seguro e controlado para a experimentação e livre circulação de ideias orientadas a resultados económicos e sustentáveis”.

As candidaturas estão abertas até ao dia 21 de abril de 2023. Mais informações podem ser consultadas aqui.

Estudo do Politécnico de Coimbra lançado livro
A Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Politécnico de Coimbra (ESTeSC-IPC) lança, hoje, às 16h00, o 27º volume da coleção...

A investigação permitiu confirmar que as pessoas que vivem com perda auditiva severa a profunda têm maior probabilidade de ter problemas de equilibro/vertigem. “A maioria dos candidatos à realização de Implante Coclear (IC) apresentou um comprometimento da função vestibular e um défice no desempenho no equilíbrio postural”, explica a investigadora, concluindo-se assim que “a perda auditiva de grau profundo está a associada a um comprometimento da função vestibular”.

A realização de cirurgia de implante coclear tem impacto na função vestibular, com consequências distintas consoante a sintomatologia prévia dos indivíduos: as pessoas que já apresentam alterações no sistema vestibular antes da cirurgia podem piorar após a intervenção cirúrgica; já os indivíduos que não apresentam sintomas de vertigem antes da cirurgia revelam melhorias no equilíbrio após a colocação de IC.

“A ocorrência de sintomas vestibulares antes da cirurgia é indicativa da sua presença após a intervenção cirúrgica, com maior agravamento da intensidade, durante a primeira semana”, descreve a investigadora, explicando que órgãos otolíticos são as estruturas mais afetadas com a intervenção cirúrgica, seguidos do canal semicircular horizontal, principalmente no ouvido implantado. Ainda assim, a realização de reabilitação vestibular iniciada duas semanas após a cirurgia ajudou a melhorar o desempenho do equilíbrio postural e a qualidade de vida dos indivíduos, o que sugere que esta terapia acelera os mecanismos relacionados com a compensação vestibular.

O facto de os indivíduos que não apresentavam sintomas vestibulares terem melhorado o seu equilíbrio postural após a cirurgia indica, por sua vez, que o processo de compensação vestibular se inicia logo após a ativação do IC, explica Inês Araújo.

A investigação “Os Efeitos da Cirurgia de Implante Coclear no Sistema Vestibular e no Equilíbrio Postural” foi realizada no âmbito da tese de doutoramento de Inês Araújo, apresentada à Universidade de Coimbra. O trabalho resulta da realização de três estudos: dois deles aplicados a uma amostra de indivíduos, de ambos os sexos, com perda auditiva bilateral severa a profunda, submetidos à cirurgia de IC unilateral; e um terceiro estudo realizado com uma amostra de indivíduos que apresentavam sintomas vestibulares com duração superior a duas semanas após a intervenção cirúrgica.

O Implante Coclear

O implante coclear é uma opção terapêutica para reabilitar indivíduos com perda auditiva, que não beneficiam do uso de aparelhos auditivos convencionais. Este implante estimula diretamente o nervo auditivo, com o objetivo de proporcionar sensação auditiva e compreensão da fala. Segundo a literatura, pelo facto de os sistemas vestibular e coclear partilharem a mesma origem anatómica e embriológica, existe uma estreita relação entre a perda de audição e a deterioração da função vestibular, mesmo antes da cirurgia de IC. Apesar do IC não interferir diretamente com o sistema vestibular, são vários os estudos que mencionam a incidência de sintomas vestibulares e a modificação do funcionamento do sistema vestibular após a cirurgia.

 

Saúde e bem-estar
Sabia que viver numa casa feliz é sinónimo de melhoria da saúde mental e da qualidade do sono?

Da decoração às pequenas rotinas, partilhamos 10 dicas para que possa tornar a sua casa num espaço mais feliz:

1. Colocar plantas: é tão bom ter espaços verdes em casa. As plantas ajudam não só a aumentar o bem-estar, como também a captar carbono - um benefício para o planeta.

2. Dar personalidade aos espaços: através de novas peças de decoração, dê à sua casa outra identidade, que corresponda melhor à sua personalidade.

3. Utilizar novas fragâncias: o olfato, além de ser o sentido mais apurado, tem a capacidade de despertar emoções positivas. Existem determinadas fragrâncias que potenciam o estado de felicidade como, por exemplo, a alfazema. Velas aromáticas ou incenso poderão também ser boas opções.

4. Fazer a cama de manhã: fazer a cama durante o período da manhã é uma forma de começar o dia com mais energia e felicidade, dado que promove uma sensação de organização e contribui para uma mente mais calma.

5. Limpar e organizar a casa: manter a casa limpa e organizada não só é mais saudável como oferece uma sensação de maior conforto.

6. Luz natural: abrir as persianas ou cortinados e deixar a luz entrar – se tiver poucas janelas, porque não colocar espelhos perto da janela, criando um ângulo perpendicular que fará com que a luz solar reflita mais intensamente em toda a divisão.

7. Manter as superfícies com poucos objetos: tentar manter todas as superfícies com poucos objetos dá um ar minimalista e evita a sensação de desarrumação e desorganização.

8. Praticar ioga em casa: é uma atividade muito ligada à saúde mental e, por consequência, ao conceito de felicidade no geral.

9. Beneficiar de atividades em conjunto: no caso de viver perto da família ou amigos, opte por realizar atividades em conjunto - jogos de tabuleiro ou puzzles são sempre uma boa ideia.

10. Criar uma parede de gratidão: tirar alguns minutos da rotina para pensar naquilo pelo qual está grato, é um fator-chave para a saúde mental. Basta escolher um local e começar a escrever os temas em relação aos quais está grato em post-its.

Estar feliz em casa é um passo determinante para estar e ser feliz na vida. A casa é o seu refúgio e, ao seguir estas dicas, será mais fácil alcançar a felicidade plena.

 

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
23 de fevereiro
Pela primeira vez este ano, a GS1 Portugal, organização neutra, sem fins lucrativos, responsável pela implementação de...

Além de contextualizar o tema e o papel da GS1 Portugal na garantia de qualidade da informação contida na rotulagem, a formação permitirá aos participantes entender o enquadramento legal (nacional e europeu) de rotulagem de géneros alimentícios e conhecer as referências obrigatórias a incluir num rótulo alimentar, nomeadamente, a gestão de alérgenos, as regras de elegibilidade e o conceito de venda à distância.

Esta formação destacará os benefícios da codificação e da rastreabilidade dos produtos ao longo de toda a cadeia de valor. Além disso, serve também para dar a conhecer aos participantes a utilidade dos serviços disponibilizados pela GS1 Portugal.

Para informação adicional e inscrição nesta formação, por favor preencher o formulário ou, em alternativa, contactar a GS1 Portugal - [email protected].

 

Segundo relatório da TEVA
O fabrico de medicamentos na Europa enfrenta uma crise. Nos últimos 10 a 15 anos, a produção europeia de medicamentos...

O relatório salienta que “existe o risco que os fornecedores distantes e as longas cadeias de abastecimento” - enfraquecidas por conflitos e pressões como a inflação - “possam comprometer o fornecimento seguro de medicamentos essenciais a doentes europeus”.

Com a redução da capacidade de fabrico, “a Europa pode não ser capaz de garantir um fornecimento fiável dos medicamentos necessários, a par de uma procura crescente.”  Os seus sistemas de saúde poderão tornar-se quase inteiramente dependentes da China e de outros mercados, com a diminuição do controlo que isso implica.

Segundo o relatório, esta situação enfraqueceu a diversidade de medicamentos essenciais na Europa e, portanto, a segurança - sendo os antibióticos e o paracetamol um caso flagrante. Com efeito, esta mudança reduziu a capacidade da Europa de fornecer medicamentos essenciais aos doentes em momentos de maior necessidade. A COVID-19 evidenciou esta preocupante tendência. Por isso a TEVA apela à ação: um fornecimento mais seguro dos medicamentos essenciais dos quais milhões de doentes na UE dependem diariamente, e insta os decisores políticos nacionais e da UE para que apoiem a indústria europeia no fabrico de medicamentos essenciais.

Marta González, diretora geral da TEVA Portugal, salienta a importância do apoio dos legisladores: "A deslocalização da produção de medicamentos da Europa para os mercados emergentes deixou os doentes europeus vulneráveis. Agora é o momento de apoiar a produção europeia de medicamentos - e as suas cadeias de abastecimento - enquanto ainda podemos. Por isso apelamos aos legisladores nacionais e da UE que se comprometam a adotar uma série de medidas concretas destinadas a assegurar o fabrico europeu, colocando a indústria numa base mais segura para melhorar os resultados dos pacientes.

"Com o elevado preço da energia a aumentar o custo dos produtos, a questão que se coloca é até que ponto se pode permitir que o fabrico destes medicamentos essenciais não seja afetado antes que seja demasiado tarde.  A pandemia evidenciou a fragilidade do setor farmacêutico europeu quando as fronteiras e as fábricas no estrangeiro foram encerradas. E agora, as crises energética e económica, são um novo sinal de alerta.”

Enquanto fabricante mundial de medicamentos essenciais, a TEVA possui uma das maiores infraestruturas de produção na Europa: 28 fábricas, 19.000 empregados, que são responsáveis pela produção de 96% dos medicamentos que a empresa comercializa no continente europeu.  Atualmente, a farmacêutica está a construir uma unidade de produção biotecnológica de última geração, em Ulm, na Alemanha. O investimento ronda os mil milhões de dólares para apoiar os produtos e o portfólio de inovação da empresa. A nova unidade dará emprego a 300 pessoas e contribuirá significativamente para o fabrico de produtos biofarmacêuticos da TEVA.

Qualidade do ar
Uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de Africa, que transporta poeiras em suspensão, está prevista atravessar...

Este poluente (partículas inaláveis – PM10) tem efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, crianças e idosos, cujos cuidados de saúde devem ser redobrados durante a ocorrência destas situações. Assim, e enquanto este fenómeno se mantiver, a Direção-Geral da Saúde aconselha a população em geral “deve evitar os esforços prolongados, limitar a atividade física ao ar livre e a exposição a fatores de risco, tais como o fumo do tabaco e o contacto com produtos irritantes”.

Crianças, idosos, doentes com problemas respiratórios crónicos, designadamente asma, e doentes do foro cardiovascular, “pela sua maior vulnerabilidade aos efeitos deste fenómeno, para além de cumprirem as recomendações para a população em geral, devem, sempre que viável, permanecer no interior dos edifícios e, preferencialmente, com as janelas fechadas”.

Os doentes crónicos devem manter os tratamentos médicos em curso, sendo que “em caso de agravamento de sintomas contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou recorrer a um serviço de saúde”

Para informação adicional sobre a qualidade do ar e os valores medidos nas estações de monitorização, a DGS sublinha que esta pode ser consultada a página da internet da Agência Portuguesa do Ambiente ou a App QualAr.

 

 

 

Abrantes
O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) reabriu, no dia 17 de fevereiro, a sua Unidade de Cuidados Intensivos Cardíacos (UCIC)...

Na cerimónia de reabertura, Casimiro Ramos, Presidente do Conselho de Administração do CHMT, adiantou que a instituição já está a trabalhar no reforço da especialidade de Cardiologia para a região, com a criação de uma sala de cardiologia de intervenção, para cirurgias mais complexas.

A UCIC agora reativada dispõe de uma capacidade de até seis camas, e conta com o suporte de uma equipa multidisciplinar, que integra em permanência, 24 horas por dia, médicos cardiologistas, enfermeiros e assistentes operacionais, garantindo assim os melhores cuidados da especialidade de Cardiologia a todos os utentes da região do Médio Tejo.

«A Cardiologia é a patologia que está em segundo lugar ao nível do número de intervenções cirúrgicas, representando cerca de 9 por cento das intervenções realizadas no CHMT. Mas assumimos que estamos a trabalhar para o compromisso ir mais além, estando a desenvolver neste momento o projeto da criação de uma sala de Cardiologia de intervenção, para intervenções mais complexas, fundamental para a região do Médio Tejo», concluiu o Presidente do Conselho de Administração do CHMT.

Em 2022 foram realizadas no CHMT 363 cirurgias cardíacas, 6.986 consultas da especialidade e 27.000 exames da especialidade, dos quais 21.000 foram eletrocardiogramas.

 

Impacto da colocação de implantes cocleares nos sintomas de equilíbrio/vertigem
A Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Politécnico de Coimbra lança, na próxima quarta-feira, às 16h00, o 27º volume da...

A sessão conta com a participação da médica e responsável pela consulta de Vertigem dos CHUC, Margarida Amorim, que proferirá a conferência “Abordagem do doente com vertigem no CHUC: A perspetiva do ORL”.

Editada pela ESTeSC-IPC, a coleção Ciência, Saúde e Inovação – Teses de Doutoramento pretende dar a conhecer a ciência e investigação que tem sido produzida pelo corpo docente Escola, no âmbito das suas teses de doutoramento.

 

Liga Portuguesa Contra o Cancro colabora na organização da iniciativa
Lisboa é a cidade escolhida para a realização do primeiro Encontro Internacional de Voluntários do movimento “Um Dia Pela Vida ...

A organização do maior movimento global é da responsabilidade da American Cancer Society, com a colaboração da Coordenação Nacional do Projeto “Um dia pela VIDA” e todos os Núcleos da Liga Portuguesa Contra o Cancro, entidade que representa os voluntários na área da luta contra o cancro em Portugal.

“O RFL/Um Dia Pela Vida é um projeto que a LPCC promove há muitos anos junto das comunidades, sobretudo, longe dos grandes centros urbanos. É o UDPV que leva a mensagem de Missão da Liga a todo o lado e que contribuiu para que a LPCC tenha uma presença tão forte em todo o território, que angariou tantos voluntários pelas terras por onde passou, que deu a conhecer os serviços de apoio ao doente, que levou a Prevenção Primária a tantas escolas, famílias e casas”, refere Filipa Rocha Mendes, da Coordenação Nacional do Projeto “Um dia pela VIDA”.

Este projeto tem como objetivos divulgar informação sobre a doença oncológica, educar para a prevenção e angariar fundos que apoiem o trabalho desenvolvido por organizações que lutam contra o cancro.

“Antecipamos um fim de semana de muito trabalho, aprendizagem, mas também de muita camaradagem e entusiasmo em redor de uma luta que nos une a todos. Sairemos de lá, os 150 delegados, mais ricos em conhecimento, mas sobretudo, mais ricos do ponto de vista humano”, esclarece Filipa Rocha Mendes.

O momento alto é a Cerimónia das Luminárias do GRFL Fórum, que irá acontecer no sábado à noite (25 de fevereiro) e onde serão acesas luminárias de todo o mundo, trazidas pelos delegados dos países participantes, homenageando os doentes oncológicos que faleceram devido ao cancro.

Convidamos todos a fazer parte honrando um sobrevivente/lutador de cancro ou lembrando um ente querido perdido dedicando uma luminária, no link abaixo.

https://raiseyourway.donordrive.com/index.cfm?fuseaction=donorDrive.personalCampaign&participantID=5817

A Liga Portuguesa Contra o Cancro conta com um total de 19.892 voluntários.

Caso queira inscrever-se como Voluntário da Liga Portuguesa Contra o Cancro, inscreva-se aqui.

O movimento Global Relay For Life junta agora 32 países parceiros numa missão partilhada: encontrar uma cura para o cancro e apoiar os doentes e as suas famílias durante a o seu percurso. O Global Relay For Life também dá às organizações oncológicas de todo o mundo uma plataforma para aumentar a sua visibilidade e gerar “awareness” sobre o cancro no seu país.

O cancro é a 2.ª causa de morte mais frequente em Portugal, com 50 mil novos casos em 2018. O cancro colorretal, da mama e da próstata são os tipos de cancro mais prevalentes em Portugal. De acordo com dados do Globocan 2020, o número de casos estimados de cancro em 2020 fixaram-se nos 19 milhões a nível mundial (ambos os sexos, todos as idades), estimando-se que em 2040 atinja um total de 28,9 milhões de pessoas em todo o mundo.

 

Recomendações
Os nossos olhos são uma das partes mais importantes do nosso corpo, responsáveis por nos fornecer a

Aqui estão alguns cuidados importantes a ter com os olhos:

  • Fazer exames regulares: É importante que se façam exames oftalmológicos regulares com o médico oftalmologista, mesmo que não se tenha problemas de visão aparentes. Os exames ajudam a detetar problemas precocemente, antes que possam piorar e causar danos mais graves.
  • Manter as lentes de contato limpas: Se usa lentes de contato, é importante mantê-las limpas e seguir as instruções de uso e cuidado fornecidas pelo fabricante. A falta de higiene pode aumentar o risco de infeções oculares, algumas vezes muito graves. 
  • Proteger os olhos do sol: Os raios UV do sol podem causar danos oculares. Por isso, é importante usar óculos de sol com proteção UV quando estiver ao ar livre, especialmente durante o verão ou em locais de alta altitude.
  • Descansar os olhos: Se passa muito tempo a olhar para um ecrã de computador, tablet ou smartphone, é importante fazer pausas regulares para descansar os olhos. Olhe para longe do ecrã durante 20 segundos a cada 20 minutos, piscando várias vezes para lubrificar os olhos e evitar a fadiga ocular.
  • Evitar o tabagismo: Fumar é prejudicial para todo o corpo, incluindo os olhos. O hábito pode aumentar o risco de cataratas, degeneração macular e outros problemas oculares. Se fuma, pare o quanto antes.
  • Ter uma alimentação saudável: Uma dieta rica em vitaminas e minerais, especialmente os antioxidantes, pode ajudar a prevenir problemas oculares. Alimentos como cenoura, espinafre, brócolos, couves, peixes e frutas são ótimas fontes de nutrientes para os olhos.
  • Proteger os olhos durante a prática de desportos e em determinadas profissões com óculos de proteção adequados, para reduzir o risco de lesões.

Além destes cuidados gerais com os olhos, é importante estar ciente de possíveis traumatismos e cuidados a serem tomados, bem como as doenças mais comuns que podem afetar a saúde ocular.

Traumatismos oculares podem ocorrer de várias formas, como impacto direto, objetos estranhos, quedas ou acidentes. Em caso de lesões oculares, é fundamental procurar ajuda médica imediatamente. Nas queimaduras químicas com ácidos ou bases lave copiosamente os olhos durante 15 minutos e dirija-se à urgência de Oftalmologia. Se houver um objeto estranho preso no olho, não tente removê-lo e evite esfregar os olhos. Procure o médico oftalmologista.

Algumas das doenças oculares mais comuns incluem a retinopatia diabética, glaucoma e degenerescência macular da idade (DMI). São as causas mais frequentes de cegueira em Portugal. A retinopatia diabética é uma condição que afeta os vasos sanguíneos da retina, causando perda de visão. Pessoas com diabetes devem controlar os níveis de açúcar no sangue para prevenir o desenvolvimento da doença. Devem ser observadas regularmente pelo seu medico oftalmologista. É um erro grave recorrer ao medico apenas quando há perda de visão. O glaucoma é uma condição em que a pressão intraocular aumenta, danificando o nervo ótico. Pode passar despercebido se não houver avaliações de rotina e levar à cegueira se não for tratado precocemente. A DMI é uma condição em que a mácula, a área central da retina, se deteriora gradualmente ou de forma súbita afetando a visão central. A deteção precoce e o tratamento atempado podem ajudar a retardar a progressão destas doenças. Daí a importância das avaliações regulares com o medico Oftalmologista.

Em resumo, cuidar da saúde ocular é fundamental para manter uma boa qualidade de vida e prevenir problemas de visão. Se adotarmos medidas preventivas, como cuidados com a higiene, uso adequado de óculos e lentes de contacto e proteção dos olhos assim como avaliações regulares pelo médico oftalmologista poderemos prevenir muitas doenças oculares e garantir uma visão saudável por muitos anos.

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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Webinar “Primeiros passos para codificar na Saúde” realiza-se a 22 de fevereiro
O webinar “Primeiros passos para codificar na Saúde” é uma iniciativa da GS1 Portugal, organização neutra, sem fins lucrativos...

Com esta formação, a GS1 Portugal pretende demonstrar a importância da identificação de produtos de saúde segundo os Regulamentos em vigor, apresentando as ferramentas de identificação disponíveis e as vantagens do Sistema de Standards GS1 no setor da saúde, nomeadamente, a eficiência das operações logísticas e respetiva rastreabilidade.

Desta forma, além da Introdução ao Sistema de Standards GS1, a sessão assentará em quatro grandes pilares: Requisitos legais para a codificação de produtos de saúde; Identificação e captação de dados de produtos; Identificação única de medicamentos e dispositivos médicos; Transformação dos requisitos legais em meios para impacto benéfico no negócio.

Além de partilhar informação para uma gestão mais eficiente no setor da saúde, esta formação é um estímulo à codificação e rastreabilidade dos produtos, servindo, também, para dar a conhecer aos participantes a utilidade dos standards e serviços disponibilizados pela GS1 Portugal a que poderão ter acesso.

Para informação adicional e inscrições nesta formação, por favor aceder ao formulário ou, em alternativa, contactar a GS1 Portugal - [email protected].

 

 

Espaço de reflexão e análise da Saúde e da Medicina em Portugal
O médico e candidato a Bastonário da Ordem dos Médicos, Rui Nunes, vai avançar com a criação do Fórum Nacional de Saúde, “um...

“Em quatro meses e meio, conseguimos fazer os médicos voltar a sonhar”, salienta o médico portuense, frisando que “é isto que falta aos médicos e aos profissionais de saúde em geral, autonomia para sonhar”. O candidato frisa que o grupo, que começou com 12 ou 13 pessoas, depressa se estendeu a mais de 200 médicos que se ofereciam a ser parte integrante da Ordem dos Médicos, para agilizar os processos. “Um crescimento orgânico e natural, que nos permitiu disputar o lugar de Bastonário em poucos meses e que, a cada dia, chamou ainda mais a atenção de muitos outros profissionais de Saúde”, frisa.

O passo seguinte, assevera o professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, “passa pela criação de um Fórum Nacional de Saúde, um espaço agregador, que envolva todos os médicos que apoiaram a minha candidatura, mas que acolha também todos os demais profissionais de saúde que queiram abraçar este espaço de reflexão sobre a Saúde no nosso país”, sustenta ainda.

Rui Nunes aproveita ainda para congratular Carlos Cortes, com quem disputou a segunda volta das eleições, e que ontem foi eleito como próximo Bastonário da Ordem dos Médicos. “Os médicos são soberanos no futuro que pretendem. Eu, que mais não quis do que devolver a  Ordem aos médicos, não serei agora fator de desestabilização. Respeito a decisão dos profissionais e tudo farei para que a Ordem permaneça unida”, diz. E deixa uma garantia a todos os médicos: “Estou disponível para ajudar todos a afirmar a medicina e a unir os médicos”.

 

 

Curso inovador em Portugal arranca em abril
A NOVA Medical School volta a abrir inscrições, até ao dia 24 de março, para a Pós-Graduação em Medicina Farmacêutica, dando...

Pós-Graduação em Medicina Farmacêutica, coordenada por Jaime da Cunha Branco e Eduardo Ribeiro, destina-se a Médicos, Farmacêuticos e outros profissionais que podem desempenhar funções na, ou para a, indústria farmacêutica, nas empresas que conduzem ensaios clínicos, nas autoridades reguladoras e nos centros de investigação.

Esta formação vem preencher uma lacuna formativa, existente em Portugal, no que respeita à formação dos Médicos e de outros profissionais com licenciaturas em Ciências da Saúde, que trabalham em Medical Affairs/Assuntos Médicos nos Departamentos Médicos das companhias da indústria farmacêutica, apresentando-se como inovadora pelo seu currículo, reconhecido nacional e internacionalmente.

As inscrições para a Pós-Graduação em Medicina Farmacêutica decorrem até ao próximo dia 24 de março e podem ser efetuadas no site da NOVA Medical School. A formação arranca no próximo mês de abril e estende-se até abril de 2024, num total de três quadrimestres.

 

Afasia já era um sinal de que o ator poderia estar a sofrer de algo mais grave
Um dos maiores atores de Hollywodd, Bruce Willis, conhecido por filmes como “Duro de matar” e “O sexto sentido”, foi...

Em 2020, o ator já havia sido afastado, até então temporariamente, da sua carreira para tratar a afasia, doença que afeta a compreensão de sons e imagens, comunicação e verbalização, com a qual havia sido diagnosticado.

De acordo com o neurocientista, Fabiano de Abreu, a afasia já era um sinal de que o ator poderia estar a sofrer de algo mais grave.

“A afasia progressiva primária é, na verdade, um tipo de demência frontotemporal, formada por alguns distúrbios que afetam os lobos frontais ou temporais do cérebro, o que faz com que o seu diagnóstico inicial fosse um sinal de alerta para a presença de condições mais graves, visto que a afasia pode ter uma melhora significativa com o tratamento, já a demência frontotemporal é progressiva e não tem cura nem tratamentos que a retardem”.

“A demência frontotemporal afeta normalmente indivíduos com mais de 65 anos e apresenta alguns sintomas como alterações de personalidade, dificuldades em comunicar, torna a pessoa mais distraída e com menor capacidade de reter informações, em alguns casos também pode causar rigidez nos movimentos ou perda no controlo da bexiga”, explica.

“É interessante observar que mesmo o Bruce Willis sendo uma pessoa que passou grande parte da vida exercitando a neuroplasticidade cerebral através da leitura e memorização de guiões passe por isto, mas existem outros fatores que podem desencadear essa situação, como o alcoolismo, com o qual o ator lutou, ou até mesmo fatores genéticos”.

 

 

Care4Diabetes
A Direção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional para a Diabetes, participa no projeto europeu “Care4Diabetes”, que tem...

Este projeto envolve um total de 30 parceiros de doze países - Bélgica, Bulgária, Espanha, Eslováquia, Eslovénia, Finlândia, Grécia, Hungria, Itália, Malta, Polónia e Portugal -, terá uma duração de três anos e um orçamento de quatro milhões de euros (80% cobertos pela Comissão Europeia). O “Care4Diabetes” procura implementar na União Europeia a “Reverse Diabetes2Now”, uma boa prática desenvolvida durante uma década pela ONG holandesa Voeding Leef.

Inicialmente, os profissionais de enfermagem, de medicina geral e familiar, nutrição e psicologia, com formação específica na área da Diabetes, vão trabalhar intensivamente durante seis meses com pessoas com Diabetes, seguindo-se um período adicional de acompanhemento, com a duração de mais seis meses, para avaliação dos resultados.

Sob a coordenação da Direção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional para a Diabetes, colaborarão na implementação deste projeto quatro instituições do SNS vão colaborar na implementação deste projeto no nosso país. São elas o ACES do Estuário do Tejo, na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo; o ACES do Sotavento, na região de saúde do Algarve; o Centro Hospitalar Universitário do Porto, na região de Saúde do Norte; e a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, na região de saúde do Alentejo. 

A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal, vai também participar enquanto entidade afiliada do projeto.

Na primeira reunião com todos os parceiros, o Ministro da Saúde Regional do Principado das Astúrias, Pablo Fernández Muñiz, que lidera o projeto, destacou a força destes projetos europeus porque “agregam o conhecimento e a experiência de entidades de diferentes países, todas com o propósito de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”.

 

 

 

 

 

Equipa multidisciplinar
No âmbito do Dia Internacional da Criança com Cancro, que se assinalou esta semana, o conselho de administração do Centro...

Constituída por uma equipa multidisciplinar, que conta com polos em Faro e Portimão, a criação desta equipa tem como objetivo assegurar que todos os utentes em idade pediátrica (recém-nascidos, crianças e jovens) que vivem com uma doença crónica complexa, limitante ou ameaçadora da vida, e suas famílias, recebam cuidados que vão ao encontro das suas necessidades, desejos e preferências.

Segundo a Presidente do Conselho de Administração do CHUA, Ana Varges Gomes, “a mais-valia é podermos acompanhar os doentes, que estão infelizmente na fase terminal da sua doença, com dignidade, apoiando os pais, as famílias e as crianças”.

Em comunicado o CHUA refere que, em Portugal, estima-se que existam pelo menos 8 mil crianças com necessidades de cuidados paliativos, sendo que apenas 10% têm acesso a esses cuidados.

 

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