Dia 15 de abril
O Serviço de Ortopedia do Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira, numa parceria com a Associação Portuguesa de...

Pretende-se com este evento, ir ao encontro das necessidades da pessoa com ferida cirúrgica, dando visibilidade aos cuidados prestados no interior do país, “onde o trabalho prima pelo rigor e excelência”.

Este vai ser também “um momento privilegiado de formação e partilha e uma mais-valia para a prática clínica de médicos e enfermeiros a nível nacional”, desde os Cuidados Hospitalares aos Cuidados de Saúde Primários, na área da prestação de cuidados ao doente com ferida cirúrgica.

 

Iniciativa inédita na área da saúde decorre nos dias 14 e 15 de abril
“ASAP Challenge - Accelerate Science and Access for Patients in Oncology” é o nome do Hackathon que a MSD Portugal vai promover...

No quadro europeu, Portugal é dos países onde o acesso à inovação é mais demorado. O tempo de aprovação médio para novas soluções terapêuticas no SNS são 676 dias1 e a situação acentua-se na área da Oncologia, onde as terapêuticas demoram, em média, cerca 753 dias2  a ser aprovadas, um período superior à média da UE (545 dias2).

Considerando que a inovação em saúde é fundamental para salvar e melhorar a qualidade de vida dos doentes, o mote desta maratona criativa será desafiar os jovens estudantes a analisar o processo, a identificar fatores de constrangimento e a desenvolver soluções inovadoras que possam contribuir para um acesso a novas terapêuticas mais célere e equitativo.

Este Hackathon vai durar 24 horas, num formato virtual, e conta com equipas formadas por alunos de diferentes áreas de conhecimento: Medicina, Farmácia, Engenharias, Direito, Economia e Gestão. Os participantes fazem parte de Instituições de Ensino selecionadas de Lisboa, Porto, Coimbra e Minho.

Para analisar as propostas submetidas, o “ASAP Challenge” conta com um painel de jurados de reconhecida idoneidade, cuja experiência profissional permitirá promover um debate multidisciplinar: Professora Doutora Daniela Seixas, CEO da TonicApp, Doutor Francisco Ramos,  Professor Associado Convidado do Departamento de Ciências Sociais em Saúde da ENSP-NOVA, Doutora Leonor Ribeiro, Médica Oncologista e Membro da Direção da Sociedade Portuguesa de Oncologia, Doutora Paula Martins de Jesus, Diretora Médica da MSD Portugal, Doutor Ricardo Baptista Leite, Deputado à Assembleia da República, Doutora Sara Cerdas, Deputada ao Parlamento Europeu, e Doutor Vítor Veloso, Médico Oncologista e Secretário-Geral da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC).

No decorrer do desafio, os estudantes serão acompanhados por profissionais de renome, que assumirão o papel de mentores em diferentes áreas de expertise:

  • Avaliação e Acesso
  • Oncologia
  • Representantes de doentes
  • Gestão da Saúde
  • Legislação

Presente em Portugal há mais de 50 anos, a MSD assumiu, desde sempre, um compromisso com a inovação e a investigação para servir um único propósito: salvar e melhorar a vida em todo o mundo. O “ASAP Challenge” é mais uma iniciativa que reitera este compromisso e posiciona a MSD enquanto agente que pretende contribuir ativamente para a promoção da saúde em Portugal.

Qualidade do ar
De acordo com o alerta dado pela Agência Portuguesa do Ambiente, esta semana estamos sujeitos a resp

Respirarmos ar poluído tem um tremendo impacto na nossa saúde e muitas vezes é uma preocupação descurada no dia-a-dia. Devido ao seu minúsculo tamanho, estas partículas são capazes de penetrar profundamente nas vias respiratórias e depositar-se nos alvéolos pulmonares, podendo mesmo alcançar a corrente sanguínea, causando um aumento do stress oxidativo, pró-inflamatório e pró-trombótico.

A qualidade do ar é um problema global…

Ao aplicar técnicas de aprendizagem mecânica aos dados tanto das estações de monitorização da qualidade do ar como dos satélites meteorológicos, uma equipa de investigação em Monash Uni apurou que apenas 0,18% da área terrestre global e 0,001% da população global estão expostos a níveis de PM2,5 dentro dos valores recomendados pela OMS.

Ian Brough, Head of Environmental Care Category na Dyson afirma: "Esta investigação mostra que a qualidade do ar é um problema global. Estamos cada vez mais conscientes da necessidade de evitar estradas movimentadas, desligar os motores em marcha lenta e proteger o nosso ambiente exterior de poluentes. Mas o que pensamos menos é o impacto que o ar exterior tem no ambiente interior. Os dados dos purificadores conectados da Dyson mostram que quando a poluição do ar exterior é elevada, o mesmo acontece com a poluição interior, onde passamos 90% do nosso tempo.”

…que tem um forte impacto nos jovens

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a poluição atmosférica é a causa de morte de 7 milhões de vidas por ano. Mas reforça que este é um problema particularmente prejudicial para as crianças jovens porque respiram mais depressa, o que significa que inspiram mais poluentes numa fase em que os seus corpos ainda se estão a desenvolver.

Só em 2016 morreram mais de meio milhão de crianças com menos de cinco anos devido a infeções respiratórias causadas pela poluição do ar interior e um estudo da Universidade de Harvard, em 2020, que mostrou que as crianças asmáticas que viviam e frequentavam escolas mais perto de estradas principais tinham maior incidência de sintomas de asma3.

De forma a melhorar o seu bem-estar e da sua família, ficam aqui algumas dicas de como obter um ar interior saudável:

  1. Ventilar de forma eficiente

Muitos edifícios modernos são hermeticamente selados, o que significa que não permitem a entrada de grandes quantidades de ar fresco, levando a que os poluentes interiores possam acumular-se. Para os remover, pode ventilar a sua casa com ar exterior, embora isso, por vezes, possa ser ainda mais prejudicial devido à poluição. É, portanto, aconselhável verificar regularmente a poluição do ar exterior e as concentrações de pólen para evitar a abertura de janelas quando estes níveis são elevados. Por exemplo, não é aconselhável abrir as janelas de manhã cedo e à noite, adotando um cuidado redobrado durante a estação do Verão.

  1. Escolher a mobília correta

Muitos produtos tais como tapetes e móveis emitem pequenas quantidades de formaldeído, um químico incolor, inflamável e de cheiro forte, utilizado para o fabrico de materiais e produtos domésticos. Por isso, deve manter a casa bem arejada quando coloca novos móveis ou tapetes pela primeira vez. Seria também importante escolher pavimentos de superfície dura em vez de tapetes, comprar móveis em segunda mão (após alguns anos, os produtos deixam de libertar formaldeído), ou procurar colchões feitos de materiais naturais, tais como algodão, lã e látex natural.

  1. Livrar-se do pó

O pó doméstico é uma mistura de sujidade, ácaros, pelo dos animais de estimação, pólen e outras partículas que também podem conter produtos químicos emitidos pela mobília, dispositivos eletrónicos, plásticos e tecidos. Para combater isto podemos adotar hábitos de limpeza regulares como limpar os tapetes, lavar a roupa da cama em água quente a 60°C uma vez por semana, deixar os sapatos à porta de casa e aspirar frequentemente todas as superfícies, pavimentos e colchões com um aspirador totalmente selado, que tenha o sistema de filtragem correto para prender eficazmente o pó.

  1. Evitar os espaços húmidos e a condensação

Bolores e ácaros prosperam em ambientes quentes e escuros, como os quartos, e também em lugares frios e húmidos, como a casa de banho. Uma das medidas que podemos tomar para o evitar é manter as cozinhas, casas de banho e corredores livres de tapetes, uma vez que estes são frequentemente locais húmidos, o que promove o crescimento de bolor. Também é útil fechar as portas da cozinha e da casa de banho ao cozinhar ou tomar banho para impedir a entrada de vapor nas noutras divisões, bem como abrir janelas, utilizar um purificador de ar ou exaustor quando se utilizam estas divisões. Finalmente, evitar secar roupa molhada dentro de casa ou em radiadores; é melhor secá-la ao ar livre.

Em suma, há muitas coisas que podemos fazer para garantir que, enquanto estamos dentro de casa, respiramos o ar mais saudável possível, criando um espaço seguro contra os compostos nocivos que estão constantemente a aumentar no ar exterior. Como vimos, não basta ventilar de vez em quando: podemos adquirir hábitos de limpeza para manter os poluentes à distância.

Fonte: 
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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Opinião
Numa semana de rescaldo em torno da polémica da Crónica “A imagem não é tudo”, a qual infelizmente,

No “ideal de beleza”, no que diz respeito às mulheres, devemos ter um aspeto sempre jovem e não basta sermos só magras, mas também que, de acordo com o tal jornalista, é inaceitável termos flacidez, o que leva a que exista muita pressão para que os nossos corpos nunca sejam bons o suficiente.

E com as redes sociais, tudo isto tem vindo a piorar. Hoje vivemos numa cultura com estímulos visuais constantes, onde somos bombardeadas com imagens e vídeos que promovem padrões de beleza irrealistas. Vivemos uma epidemia de ansiedade em relação à nossa aparência. Isso refere-se ao fenómeno generalizado de pessoas, especialmente mulheres, que se sentem pressionadas a adequar-se a um determinado padrão de aparência física. Essa pressão pode levar a uma série de resultados negativos, incluindo insatisfação corporal, baixa auto-estima e distúrbios de alimentação.

No livro O Mito da Beleza, a escritora Naomi Wolf relata que “Os ideais de beleza não desceram do céu, eles realmente vieram de algum lugar e serviram a um propósito, muitas vezes financeiro, quanto mais fortes as mulheres se tornavam politicamente, mais pesados os ideais de beleza pesavam sobre elas, principalmente para distrair sua energia e minar seu progresso.” “Embora as mulheres representem 50% da população mundial, elas realizam quase ⅔ de todas as horas de trabalho, recebem apenas 1/10 da renda mundial e possuem menos de 1% das propriedades mundiais.” Ou seja, ter uma grande preocupação em relação à nossa aparência, distrai-nos do que é realmente importante no final das contas.

Tanto homens, como mulheres devem ter a liberdade de se concentrar na sua aparência física, se assim o desejarem, sem serem julgados ou discriminados com base no seu género. Mas ao fazer isso, temos de considerar quais consequências que isso trará para as nossas vidas.

Estamos a enfrentar alterações climáticas, a desigualdade social está a aumentar e nós mulheres continuamos a enfrentar barreiras sistemáticas que podem limitar o nosso poder e influência em várias áreas da vida, como no local de trabalho, na política e na sociedade em geral.

Tudo isso é muito bonito e inspirador no papel. Já pararam para pensar no verdadeiro custo em abrir mão dos padrões de beleza e deixarmo-nos ganhar uns “quilinhos” e parar de fazer botox?

Economicamente, ao abrir mão dos padrões de beleza, as pessoas podem enfrentar oportunidades limitadas em áreas como emprego. Estudos têm mostrado que pessoas consideradas atraentes têm maior probabilidade de serem contratadas para empregos e ganhar salários mais altos, enquanto aquelas consideradas “pouco atraentes” podem enfrentar discriminação no local de trabalho. E quando falamos de trabalhos de quem depende da sua imagem e, sobretudo, pessoas que trabalham na televisão, o custo de não seguir os padrões é muito alto, principalmente se forem mulheres.

A luta contra a pressão social exercida sobre as mulheres para se adequarem a um padrão irreal de beleza, vai ser árdua. Há muito incentivo financeiro para a indústria de beleza, assim como para os media que ganham dinheiro a fazer publicidade destes produtos e serviços. A insegurança das mulheres traz muito lucro.

O que nos resta fazer? Temos que perceber que a imagem só é tudo, se nós como sociedade deixarmos ser tudo. Foi positivo as várias pessoas que se manifestaram contra a crónica, pois é importante que os indivíduos, bem como a sociedade como um todo, continuem a lutar para promover uma imagem corporal positiva e desafiar padrões de beleza irrealistas.

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Ensaios clínicos, dispositivos médicos, dados de Saúde e Inteligência Artificial
A PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados vai estrear a primeira conferência da Unidade Económica da Saúde, Farmácia e...

A conferência é gratuita e aberta à participação de todos os interessados em se atualizar sobre as mudanças regulatórias na saúde e conhecer as perspetivas dos principais especialistas na área.

A sessão de abertura ficará a cargo de Pedro Raposo, Chairman do Conselho de Administração da PRA e a abordar os novos regulamentos europeus sobre ensaios clínicos e dispositivos médicos estará André Dias Pereira, Presidente da Direção do Centro de Direito Biomédico, juntamente com Daniel Torres Gonçalves, sócio coordenador da unidade económica de Saúde, Farmácia e Biotecnologia da PRA, e um representante da Comissão de Ética para a Investigação Clínica. A moderar o primeiro painel de discussão estará Joana Aguiar Rodrigues, advogada na PRA.

O segundo painel vai debater as propostas de regulamentos sobre o Espaço Europeu de Dados de Saúde e a Inteligência Artificial, com a moderação de Pedro Rebelo Tavares, advogado na PRA. O painel contará com a participação da advogada Carla Barbosa, Investigadora do Centro de Direito Biomédico, Mariana Guimarães Gomes, advogada estagiária e Catarina Silva Caetano, advogada na PRA.

A conferência encerrará com a intervenção de Pedro Fradinho Marques, Coordenador da Unidade de Advanced Analytics & Intelligence dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE.

As inscrições são obrigatórias e deverão ser feitas até ao dia 17 de abril através do seguinte link

 

Primeira sessão é já hoje
Nas próximas sessões online e gratuitas das Conversas com Barriguinhas, os cuidados ao bebé e à mãe vão estar em destaque....

Durante o primeiro ano de vida, o bebé pode sofrer da síndrome de morte súbita do latente, sendo este um dos grandes medos dos pais, nesta fase. Luciana Rodrigues, enfermeira especialista em Reabilitação Respiratória, vai elucidar os pais sobre como prevenir este fenómeno e promover um sono mais seguro para o bebé, no dia 12 de abril, pelas 14:30 horas.

Além deste tema, a Fisiokids, vai dar a conhecer às famílias os benefícios da massagem do bebé. De seguida, a médica dentista e autora do blog “Dente a Dente” Inês Guerra Pereira vai abordar os cuidados a ter no que diz respeito à boca do recém-nascido até aos seus primeiros meses de vida.

Se antes se pensava que o bebé era um ser mais passivo, hoje sabe-se que tem um papel muito mais ativo e que está em total sintonia com o mundo ao seu redor. Assim, no dia 19 de abril, pelas 21:00 horas, a psicóloga pediátrica da ForBabiesBrain Clementina Almeida  vai falar sobre as fantásticas capacidades dos recém-nascidos.

Não são só os bebés o foco das Conversas com Barriguinhas: as mães também são uma das personagens principais nestas sessões. Assim sendo, a consultora de imagem e estilo Cristiana Silva vai falar sobre a importância da imagem na gravidez para a saúde mental da mulher.

Para os pais se prepararem melhor para a chegada do bebé, o pediatra Manuel Magalhães vai alertar os pais para o que devem esperar nos primeiros dias com o recém-nascido em casa. A pediatra Susana Nobre vai também ajudar os pais a identificar os sinais de alerta no bebé.

Por último, a conselheira em células estaminais da Crioestaminal, Joana Gomes, abordará os benefícios e a utilidade de guardar as células estaminais do cordão umbilical.

 

 

 

Webinar da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC)
Como conciliar as exigências e rotinas do trabalho com a prática da atividade física? Que fatores de risco estão associados à...

A sessão de abertura deste seminário realizado pela Internet (via Zoom) está marcada para as 14h00, contando com as intervenções de António Amaral (Presidente da ESEnfC), João Apóstolo (coordenador científico da Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem - UICISA: E), Belmiro Rocha (presidente da Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação) e Margarida Torres (representante do Núcleo de Desporto e Lazer da Associação de Estudantes da ESEnfC).

Seguem-se duas sessões, uma sobre “Literacia física e prática de atividade física” (14h15) – conduzida por Marlene Silva e Bruno Avelar Rosa, do Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Direção[1]Geral da Saúde – e outra sobre “Fatores de risco associados à prática de atividade física de lazer” (14h50), da responsabilidade do professor da ESEnfC, Vítor Parola.

Vinte minutos depois (15h10), professores, estudantes e uma funcionária do corpo técnico da ESEnfC relatam experiências sobre a prática da atividade física e desportiva. Todos eles já premiados nas modalidades que praticam – Atletismo (José Carlos Santos), Basquetebol (Maria Miguel Almeida), Canoagem (Maria Regina Oliveira), Crossfit (Daniela Veiga) e Ténis/Padel (Paulo Alexandre Ferreira) –, os palestrantes integram o painel intitulado “Rotina de trabalho X Atividades Físicas: como conciliar? Algumas vivências…”.

Ainda no contexto das iniciativas comemorativas do Dia Mundial da Atividade Física, realiza-se, quinta-feira (13 de abril) uma caminhada/corrida (16h00 - 17h30), no Polo B da instituição, em São Martinho do Bispo (pátio junto à sede da Associação de Estudantes).

«Portugal é um dos países com níveis mais baixos de atividade física, o que deve preocupar as entidades e organizações nacionais e a população em geral», lê-se na apresentação do programa de atividades da ESEnfC, que, desta forma, vem «sensibilizar a academia educativa e os profissionais de saúde em geral para a importância da prática regular da atividade física no quotidiano dos cidadãos».

Este conjunto de atividades, que compreende, ainda, durante esta semana, algumas sessões experimentais de treino funcional, ioga e pilates, enquadra-se no plano estratégico da ESEnfC em vigor até 2024.

Mais informações em www.esenfc.pt/event/atividadefisica2023.

2 bolsas no valor total de 300.000$
Está a decorrer o processo de submissão de propostas a um Programa Competitivo de Bolsas, promovido pela Pfizer, para apoiar...

Está prevista a atribuição de 2 bolsas e as submissões consideradas para financiamento deverão ser focadas em projetos de educação médica nas áreas específicas abaixo definidas. Apenas serão aceites as propostas que sejam submetidas até dia 30 de abril de 2023.

Posteriormente, os projetos serão analisados por um painel de revisores da Pfizer, que irá selecionar os projetos para financiamento. A Pfizer não tem influência sobre qualquer aspeto dos projetos e apenas solicita relatórios sobre os resultados e o seu impacto, para partilha pública.

Estas bolsas estão inseridas no programa Pfizer Global Medical Grants (GMG), criado para apoiar iniciativas independentes, com o objetivo de melhorar os resultados em saúde e responder a necessidades médicas não satisfeitas, alinhadas com a estratégia científica da Pfizer.

 

Pelo 5º ano consecutivo
A Associação RECOVERY IPSS, sediada em Barcelos e presidida por Miguel Durães, acaba de ser distinguida, pela quinta vez...

O Prémio Cinco Estrelas Regiões anunciou os vencedores da 6ª edição dos Prémios, “com o objetivo de avaliar e reconhecer o que de melhor se faz de Norte a Sul de Portugal”, sendo que “o galardão premeia ícones regionais, como praias, aldeias e vilas, monumentos ou cozinha tradicional, além de avaliar marcas regionais e de premiar as que se distinguem pela sua qualidade”, sublinha o Prémio Cinco Estrelas.

Para Miguel Durães, Presidente da Direção, “é uma grande honra receber este reconhecimento pela missão e trabalho diário de toda uma equipa que me orgulho de liderar”. Salienta que “o Prémio Cinco Estrelas é único na sua forma de avaliação, pois esta é feita diretamente pelas pessoas. Por tal, agradecemos a todos os membros do júri inicial, da comissão de avaliação e aos portugueses que nos avaliaram de forma tão generosa e honrosa. Os números que saíram desta avaliação são uma prova do excelente trabalho realizado. Mas, mais importante do que os números, são as histórias felizes criadas, diariamente, para aqueles que apoiamos e fazem parte desta grande família que é a RECOVERY”, sublinha. Em jeito de conclusão, Miguel Durães afirma-se “honrado, enquanto Presidente de Direção”, partilhando “mais esta memória feliz para a nossa instituição com todos que nos acompanham nesta missão diária, 24 horas por dia".

Sobre os Prémios Cinco Estrelas

Sistema de avaliação que mede o grau de satisfação que os produtos, serviços ou marcas conferem aos seus utilizadores, tendo como critérios de avaliação as cinco principais variáveis que influenciam os consumidores nas suas decisões de compra/consumo. Utiliza a metodologia mais completa e rigorosa do mercado, aplicando diferentes técnicas de recolha de informação, de acordo com os diferentes produtos e serviços e com o perfil do seu público-alvo.

O Prémio Cinco Estrelas Regiões aplica-se a produtos e serviços de presença regional, pretendendo enaltecer o impacto que as empresas revelam na promoção do nosso país a nível económico e social, para além da riqueza patrimonial que caracteriza e valoriza o nosso país numa vertente igualmente turística, região a região.

Capacitar os profissionais de saúde para o uso de ferramentas digitais de aconselhamento
Com o objetivo de capacitar os profissionais de saúde para o uso de ferramentas digitais de aconselhamento para a promoção da...

De acordo com os dados oficiais disponíveis, mais de 45% dos adultos no nosso país não cumprem as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) em matéria de atividade física, colocando Portugal como o país mais mal colocado dos 27 da União Europeia, segundo aponta um relatório recente da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) e da OMS. Os dados demonstram ainda que Portugal está entre os Estados-membros da UE com piores níveis de atividade física entre os adolescentes: um em cada cinco rapazes e menos de uma em cada 10 raparigas dizem respeitar a recomendação da OMS, que aponta para a realização de pelo menos uma hora de atividade física moderada a vigorosa por dia.

Num momento em que se perspetiva a revisão da Lei de Bases da Atividade Física e do Desporto até 2024, a Plataforma NAU e a DGS procuram ajudar os profissionais de saúde a incentivar e alertar os utentes para a prática de atividade física, através de conteúdos baseados na ciência comportamental e motivacional.

Com este curso, o profissional de saúde será capaz de identificar os conceitos-base que sustentam a promoção da atividade física, incluindo a sua importância e os objetivos estratégicos do SNS. Conhecerá também quais as recomendações OMS e o seu impacto na saúde e qualidade de vida e como a sua intervenção é essencial, enquanto agente facilitador da mudança comportamental para a motivação, autorregulação e mudanças comportamental dos utentes.

A formação conta com uma carga total de cerca de 30 horas, divida em cinco módulos, incluindo a avaliação, que consta de vários questionários no decorrer do curso, podendo ser realizada ao ritmo do utilizador e totalmente online.

A Plataforma NAU é um projeto pioneiro em Portugal dedicado ao ensino e formação online, reconhecido pela sua versatilidade na adequação de temáticas dirigidas a grupos alargados, como a nichos mais específicos, dinamizado pela Unidade de Computação Científica (FCCN) da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Consiste numa plataforma de MOOC com conteúdos gratuitos e lecionados maioritariamente em português, promovidos em conjunto com entidades de relevo dos sectores público, ensino superior e privado, disponíveis no site https://nau.edu.pt/.

Lançada em 2019, a NAU procura incentivar a requalificação, a aprendizagem ao longo da vida e o desenvolvimento pessoal dos portugueses, enquanto contribui de forma significativa para a promoção da língua portuguesa como veículo de transmissão de conhecimento.

Num contexto online e através de um conjunto de serviços digitais partilhados, que visam apoiar o desenvolvimento do ensino e da ciência em Portugal, a NAU conta com mais de 205 mil utilizadores e mais de 460.000 inscrições nas cerca de 275 edições dos mais de 130 cursos já disponibilizadas. Atualmente, estão disponíveis cursos de acesso aberto em parceria com mais de 45 entidades de referência nacional.

O financiamento inicial do projeto NAU, proveniente do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional da União Europeia e do Programa Operacional Comunitário COMPETE 2020, no âmbito do Quadro Portugal 2020, com o número de projeto 02/SAMA2020/2016, foi reforçado com financiamento proveniente do Fundo Social Europeu no âmbito do Programa Competitividade e Internacionalização para a concretização do projeto FAN – Ferramentas Avançadas NAU, com o número de projeto POCI-05-5762-FSE-000266.

Este projeto consiste na futura disponibilização de ferramentas, serviços e documentação para a plataforma NAU, nomeadamente ferramentas de avaliação online; inclusão de um chatbot de inteligência artificial; disponibilização de uma ferramenta anti-plágio; certificados mais robustos do ponto de vista de segurança; integração de ferramentas de colaboração via LTI (Learning Tools Interoperability); a possibilidade de acesso pelas entidades promotoras dos cursos a ferramentas de reporting e analítica mais complexas; possibilidade de limitar as inscrições em cursos através de processos de autenticação exclusivos; e a possibilidade de ter instâncias privadas de formação.

Após terramotos
A UNICEF, em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS), Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI) e...

Reforçar os níveis de imunização entre as crianças é prioritário nesta região onde os terramotos destruíram parcial ou totalmente 67 instalações de saúde, e após 12 anos de conflito terem enfraquecido gravemente o sistema de saúde. Cerca de 100 mil pessoas estão deslocadas pelos sismos e vivem em campos sobrelotados com sistemas de água, saneamento e higiene precários.

A campanha de vacinação destina-se a imunizar crianças nos 12 distritos mais afetados em Idlib e no Norte de Alepo. O sarampo e a poliomielite podem propagar-se rapidamente e causar doenças respiratórias graves e paralisia, respetivamente, ambas potencialmente mortais.

"Proteger as crianças mais novas e vulneráveis ​​de possíveis surtos de doenças é crucial para salvar vidas. Sabemos, com base em anos de experiência, que as vacinas funcionam", referiu Adele Khodr, Diretora Regional do UNICEF para o Oriente Médio e Norte da África.

As operações estão a ser coordenadas a partir do escritório da OMS em Gaziantep, na Turquia, envolvendo cerca de 3 mil profissionais de saúde, alguns deles impactados também pelos efeitos dos terramotos, que têm trabalhado incansavelmente para garantir que as crianças sejam protegidas contra estas doenças.

“Colocando em prática a nossa visão de Saúde para Todos, em colaboração com os nossos parceiros, e vacinando crianças com menos de cinco anos, podemos prevenir o agravamento dos impactos dos terramotos”, referiu Ahmed Al-Mandhari, Diretor Regional da OMS para o Mediterrâneo Oriental.

No último mês, foi também realizada uma campanha de vacinação contra a cólera, que imunizou quase 1,7 milhão de pessoas contra esta doença. A UNICEF e os seus parceiros vão continuar a trabalhar para garantir que todas as crianças afetadas pelos terramotos sejam vacinadas para ficarem protegidas contra doenças graves e potencialmente mortais.

Estudo Mayo Clinic
De acordo com uma investigação conduzida pela Aliança para Ensaios Clínicos em Oncologia e pelo Centro de Cancro da Mayo Clinic...

"Estou entusiasmada com estas descobertas porque elas irão capacitar os doentes e as equipas multidisciplinares de cuidados de saúde que cuidam deles. Poderão pensar nesta opção para as mulheres que desejem preservar os seus seios", diz Judy Boughey, autora principal, cirurgiã oncologista de mama e professora de Medicina Individualizada W.H. Odell Chair in Individualized Medicine. "Algumas doentes podem ainda preferir ou precisar de uma mastectomia, o que é uma abordagem perfeitamente válida. Mas ser capaz de oferecer uma opção para mais mulheres diagnosticadas com cancro da mama é um grande avanço".

O estudo prospetivo de um único grupo, um estudo em que todas as mulheres inscritas no estudo são tratadas da mesma forma, analisou dados de 204 mulheres elegíveis com mais de 40 anos de idade que tinham 2 ou 3 áreas separadas com cancro da mama na mesma mama e estavam interessadas em conservá-la. Todas as mulheres tinham mamografia e/ou ultrassom pré-operatório, e todas, exceto 15, tinham imagens de ressonância magnética dos seios. Tinham mastectomias parciais para remover os tumores, seguidas de radioterapia para toda a mama com doses agudas de radiação em cada local de tumorectomia. As mulheres foram seguidas durante cinco anos para que se observassem mais eventos de cancro da mama.

Os dados obtidos após os cinco anos de observação mostraram que com um seguimento médio de 66,4 meses, seis pacientes tiveram recidivas locais. A taxa de recorrência local do cancro foi de 3,1 por cento. O resultado é excelente e é semelhante à taxa de recidiva local para pacientes com um único tumor de mama que receberam terapia de conservação da mama, diz a especialista.

Historicamente, as mulheres com tumores múltiplos na mama têm sido aconselhadas a fazer uma mastectomia. Agora, podem receber uma opção menos invasiva com recuperação rápida, resultando numa maior satisfação e melhores resultados cosméticos, esclarece a oncologista.

Um achado complementar indica que a taxa de ocorrência local era mais baixa em mulheres que tinham imagens de ressonância magnética pré-operatórias do que em mulheres que não as tinham feito antes da cirurgia. Para mulheres com dois ou três tumores numa mama e que estão a considerar a conservação da mama, a ressonância magnética pré-operatória deve ser considerada para assegurar que a doença não seja mais extensa, explica. Numerosos outros fatores, como o tamanho da mama, influenciarão a oferta de terapia de conservação da mama, acrescenta ela.

Este é um ensaio clínico de fase II conduzido pela Aliança para Ensaios Clínicos em Oncologia, que recebeu apoio do Instituto Nacional do Cancro através da Rede Nacional de Ensaios Clínicos. A investigação relatada nesta publicação foi apoiada pelo Instituto Nacional do Cancro dos Institutos Nacionais de Saúde.

 

Dia 12 de abril
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde, o Gabinete de Humanização Hospitalar e o Centro de Responsabilidade...

Assim, pelas 14h, serão plantadas 44 árvores no Hospital Sobral Cid, em alusão aos 44 anos do Serviço Nacional de Saúde (SNS);

Pelas 15,15h será inaugurado um jardim no Hospital Pediátrico;

Pelas 16h, terá lugar, no Centro de Congressos dos HUC, a assinatura de um protocolo de colaboração entre o CHUC e o Conservatório de Música de Coimbra, em que o CHUC dará apoio em áreas como lesões e burnout e o Conservatório de Música prestará apoio e colaboração à direção técnica do coro do CRI de Psiquiatria;

Pelas 16,15h, terá lugar o concerto do coro do CRI de Psiquiatria e do Conservatório de Música de Coimbra.

Dia 15 de abril
A Associação Portuguesa de Podologia (APP) vai organizar as IV Jornadas de Podiatria Desportiva no Auditório da CESPU, em Vila...

O evento, um dos mais importantes da especialidade no país, reunirá novamente podologistas, profissionais de saúde e estudantes.

“As Jornadas de Podiatria Desportiva contemplam o compromisso assumido pela Associação Portuguesa de Podologia em promover a formação contínua nas diversas áreas de intervenção da Podologia”, afirma Manuel Portela, Presidente da APP.

“Em Portugal cada vez mais pessoas praticam atividade física de forma regular e isso exige uma maior partilha de experiências e conhecimento entre podologistas para garantir uma melhor avaliação e tratamento do pé do desportista”, conclui.

Atualmente, as equipas médicas dos clubes desportivos, nomeadamente no futebol, integram no seu quadro de equipa multidisciplinar o podologista como elemento fundamental na avaliação, diagnóstico, prevenção e tratamento de lesões do pé e do membro inferior.

As IV Jornadas de Podiatria Desportiva incluem palestras divididas em quatro paneis: “Qual a melhor equipa? A equipa multidisciplinar no desporto”; “Dos pés à cabeça: Visão, postura e desporto”; “O atleta e o profissional de saúde. Da imagem ao diagnóstico” e “A intervenção do podologista no desporto”.

Todos os participantes terão a oportunidade de conhecer as mais recentes novidades e tendências da especialidade médica com a presença de vários especialistas.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do e-mail: [email protected].

 

Distinguir o que de melhor se faz ao nível da saúde em Portugal
O Prémio Saúde Sustentável, iniciativa da Sanofi e do Jornal de Negócios em parceria com a NTT DATA, que este ano se dedica ao...

Nesta que é já a 12ª edição da iniciativa, as entidades podem-se candidatar dentro de 5 categorias distintas - Cuidados de Saúde Centrados no Cidadão; Inovação em Saúde; Integração e Continuidade de Cuidados; Promoção da Saúde e Prevenção da Doença e Transformação Digital. Para aceder ao regulamento e efetuar a sua candidatura aceda ao website do Prémio Saúde Sustentável em https://premiosaudesustentavel.negocios.pt/

Os Prémios Saúde Sustentável serão atribuídos, por categoria, aos projetos que, tendo em conta as pontuações nos critérios de sustentabilidade, apresentam a pontuação total mais alta em termos de: Ganhos em saúde; Replicabilidade; Sustentabilidade Ambiental; Sustentabilidade Económica e Satisfação dos Utentes.

Paralelamente, poderão também ser atribuídas Menções Honrosas a projetos que se destaquem pela sua excelência, apesar de não terem vencido a categoria a que se candidataram.

O júri, presidido pela Ex-Ministra da Saúde Maria de Belém Roseira e composto por personalidades relevantes do meio empresarial, académico e político da sociedade portuguesa, avaliará as candidaturas de acordo com os princípios orientadores de rigor e comparabilidade, flexibilidade e facilidade de candidatura.

 «O Prémio Saúde Sustentável é uma iniciativa com um histórico de 12 anos e que quer continuar a distinguir o que de melhor se faz ao nível da saúde em Portugal, através de projetos únicos e inovadores que aportam um verdadeiro valor aos utentes que deles beneficiam. A Sanofi quer continuar a premiar a excelência do trabalho desenvolvido por instituições públicas e privadas, incentivando a partilha de boas práticas com impacto real na sociedade portuguesa», diz Helena Freitas, Diretora Geral da Sanofi Portugal

«Pelo historial que antecede e pelo prestígio que o Prémio alcançou ao longo desta mais de uma dezena de anos, é para mim uma honra e um privilégio ser, atualmente, a Presidente de uma iniciativa que, desde a sua primeira edição, sublinha a sua mensagem de inovação», acrescenta Maria de Belém, Presidente do Júri.

Dentro desta iniciativa destaca-se ainda o “Prémio Personalidade Saúde Sustentável”, uma distinção não sujeita a candidatura. Identificada pelo Júri, a personalidade com maior destaque e relevo na promoção de práticas sustentáveis na área da saúde será premiada.

Ao longo dos últimos 11 anos, já foram cerca de 100 os projetos/entidades premiados pelo seu destaque nas boas práticas ligadas à saúde e, ainda, 11 personalidades.

Precisão e segurança
A primeira cirurgia robotizada de prótese do joelho realizou-se hoje, na Unidade de Gambelas, em Faro. O Grupo HPA Saúde tem um...

O robot utilizado conduz uma fresa inteligente com precisão infra milimétrica. Controlado pelo cirurgião, reduz a possibilidade de erro e ajuda na colocação do implante, reproduzindo quase na totalidade o joelho original do doente.

As artroplastias do joelho e da anca são, pelos seus excelentes resultados, dos procedimentos mais gratificantes para o doente e para o cirurgião ortopedista. Perfazem cerca de 10% das 2.000 intervenções anuais realizadas pelo Grupo de Ortopedia (GO) do HPA e são há 12 anos uma das áreas onde o GO mais tem investido em termos técnicos e científicos.

De acordo com o Dr. João Paulo Sousa, coordenador do GO HPA “acreditamos que com esta opção tecnológica, precisa e segura, vamos conseguir melhorar os nossos resultados clínicos e funcionais: reduzir o número de doentes insatisfeitos e, provavelmente, encurtar o tempo de internamento e de recuperação, permitindo um regresso mais seguro às atividades de vida diária, bem como aumentar a longevidade da prótese.”

Todo este esforço tem como objetivo final a melhoria dos resultados oferecidos aos doentes. Numa análise recente acerca da satisfação em que foram avaliados 711 doentes submetidos a artroplastia do joelho, pedindo-lhes que classificassem o nível de satisfação de um a dez, 48% classificaram-na com dez e 90% classificaram-na com sete ou superior a sete.

Perante estes resultados, o Dr. João Paulo Sousa afirma que “a melhoria contínua faz parte da nossa missão, por isso estabelecemos uma nova meta: reduzir os 7% que classificaram a sua satisfação em níveis inferiores a seis. As determinantes da obtenção de um ótimo resultado, um bom resultado ou um mau resultado são multifatoriais e não as conhecemos ou dominamos na plenitude”.

Na ortopedia, como em múltiplas áreas da medicina, o contributo das novas tecnologias tem sido precioso e crescente. Exemplo disto é o sistema PSI (Patient Specific Instrumentation), em que são executados blocos de corte específicos e personalizados para cada doente, sistema a que o GO HPA já recorre há mais de 10 anos, tendo-se tornado num centro de referência.

O investimento do GO HPA na área das novas tecnologias tem gerado uma produção científica (dez publicações em revistas indexadas, três capítulos de livros, 60 comunicações em congressos), que está na base do reconhecimento da idoneidade formativa pela Ordem dos Médicos de internos de ortopedia. A introdução da robótica dará um novo impulso a esta importante vertente da atividade médica.

Depois do robot para o tratamento para hiperplasia benigna da próstata, apresentado no final do ano passado, este é mais um robot em Portugal disponibilizado pelo Grupo HPA Saúde.

Até dez sessões por doente por ano
A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) está a disponibilizar um apoio psicológico dirigido a doentes hemato...

“Esta iniciativa pretende ajudar os doentes hemato-oncológicos mais desfavorecidos a receber um apoio fundamental para o seu processo de tratamento ou recuperação. Acreditamos que este acompanhamento psicológico terá um impacto positivo na forma como encaram e lidam com a doença.”, refere Manuel Abecasis, presidente da APCL.

No âmbito deste projeto, a APCL está a colaborar com Andreia Cardoso, psicóloga com consultório em Almada. As consultas podem ser online ou presenciais. O apoio, disponibilizado de forma gratuita a doentes com leucemia, linfoma, mieloma múltiplo ou síndromes mielodisplásicas, já se encontra disponível e pode ser solicitado à APCL pelas assistentes sociais dos vários serviços de hematologia do país.

A APCL tem como missão contribuir, a nível nacional, para aumentar a eficácia do tratamento das Leucemias e outras neoplasias hematológicas afins, apoiando as famílias e doentes mais necessitados. No âmbito deste compromisso, um dos objetivos da Associação passa por fornecer apoio que permita melhorar a qualidade de vida de doentes hemato-oncológicos e das suas famílias.

 

 

Portugal Health Summit
A Lusíadas Saúde, o Negócios e a SÁBADO uniram-se para lançar o fórum Portugal Health Summit, um espaço de reflexão e...

Caracterizado por um pensamento maior – livre, transparente, inclusivo e interdisciplinar –, o Portugal Health Summit pretende analisar o contexto, os desafios e as necessidades, e encontrar soluções com o envolvimento de todos, abrindo momento a uma entreajuda mais plena e a uma integração mais intencional que garanta mais e melhor vida à nossa sociedade.

Durante três anos, o Conselho de Curadores do Portugal Health Summit vai refletir sobre a saúde e contribuir com as suas propostas para melhorar este setor que “é de todos e para todos”.

Elevar a consciência de saúde, cuidar desde a primeira hora, abraçar a longevidade, promover o envelhecimento ativo, educar em todas as idades, antecipar a urgência, assegurar a prevenção, convocar o indivíduo para uma participação mais ativa na sua saúde, digitalizar e integrar sistemas, transformar dados em informação útil, pensar e decidir com mais conhecimento, modernizar as estruturas, investir e inovar no ensino superior, melhorar as saídas profissionais e o desenvolvimento das carreiras, reinventar a gestão da saúde, apostar nas lideranças de impacto, criar culturas de proximidade e servir cada vez melhor as pessoas, são alguns dos tópicos a abordar ao longo das várias iniciativas que compõem o Portugal Health Summit 2023 e que já pode seguir em portugalhealthsummit.negocios.pt.

Numa sequência de diálogos construtivos, vamos ligar setores, dar voz à visão de especialistas, discutir boas práticas, inovar sistemicamente e evoluir em conjunto.

Portugal Health Summit 2023 é promovido pela Lusíadas Saúde e a Cofina.

Pioneiro
O Serviço de Neurocirurgia do Centro Hospitlar Universitário São João (CHUSJ) é o único centro nacional a disponibilizar...

Já em 2023, o CHUSJ iniciou a programação da estimulação pós-operatória baseada na imagem, "técnica usada no tratamento da doença de Parkinson que permite localizar com exatidão o elétrodo em relação ao núcleo alvo antes de iniciar a estimulação. A partir daí, simula-se nessa imagem a área de estimulação que se pretende de modo a conseguir o melhor resultado clínico", explica o neurocirurgião.

De acordo com o clínico, "o CHUSJ disponibiliza as mais adequadas e atuais respostas de intervenção médica e cirúrgica necessárias para o tratamento desta patologia que interfere de um modo muito importante com a qualidade de vida e que se tem tornado mais frequente dado o envelhecimento da população."

Vários neurocirurgiões do CHUSJ têm sido convidados a participar como palestrantes em conferências nacionais e internacionais como são exemplo, o 1º Congresso Nacional de Parkinson e a DBS Academy que decorrerão entre os dias 11 e 20 de Abril.

Na edição de 2023 da comemoração do dia Mundial da Consciencialização para a doença de Parkinson, "a mensagem que o CHUSJ pretende transmitir à comunidade é a da confiança. Nos diferentes centros do País são oferecidas aos doentes portugueses todas as soluções de tratamento existentes, estando os resultados nacionais ao nível dos centros de referência europeus e americanos", conclui Rui Vaz.

 

Doença Neurodegenerativa
Ocorre tipicamente na 5.ª e 6.ª décadas de vida e estima-se que afete cerca de 1% da população com m

A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa que afeta o sistema nervoso, especificamente a área do cérebro que controla o movimento. A DP é caracterizada por uma perda de células produtoras de dopamina na substantia nigra, uma região do cérebro que desempenha um papel chave na regulação do movimento. Como resultado, as pessoas com a Doença de Parkinson experimentam uma série de sintomas que podem ter um impacto profundo na sua vida quotidiana.

Sintomas:

Os sintomas da DP podem variar muito de pessoa para pessoa, e podem desenvolver-se gradualmente ao longo do tempo. Os sintomas comuns da DP incluem:

  • Tremores;
  • Rigidez;
  • Movimento lento;
  • Dificuldade com equilíbrio e coordenação.

Algumas pessoas com DP podem também apresentar sintomas não motores, tais como depressão, ansiedade, distúrbios do sono, e perturbações cognitivas.

É também frequente registar-se problemas de deglutição, incontinência, obstipação, fadiga, dor, disfunção sexual, perda de olfato, perda de memória ou perturbações da tensão arterial.

À medida que a doença progride, os sintomas podem tornar-se mais graves, levando a dificuldades com as atividades diárias e a uma qualidade de vida reduzida.

Fatores de risco:

Embora a causa exata da doença seja desconhecida, os investigadores identificaram vários fatores de risco que podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento da patologia. Estes fatores de risco incluem a idade, genética, e fatores ambientais.

  • Idade: O risco de desenvolvimento da Doença de Parkinson aumenta com a idade, e a maioria das pessoas são diagnosticadas após os 60 anos de idade. No entanto, uma pequena percentagem de pessoas desenvolve a doença numa idade mais jovem.
  • Genética: Embora a maioria dos casos sejam esporádicos, o que significa que não são herdados, existem algumas mutações genéticas que aumentam o risco de desenvolvimento da doença. A mais comum destas mutações é no gene LRRK2.
  • Fatores ambientais: A exposição a determinadas toxinas ambientais, tais como pesticidas e herbicidas, tem sido associada a um risco acrescido de Doença de Parkinson.

Como a causa da doença de Parkinson é desconhecida, não existem formas comprovadas de prevenir a doença.

Algumas investigações demonstraram que o exercício aeróbico regular pode reduzir o risco da doença de Parkinson.

Outras, mostraram que as pessoas que consomem cafeína contraem a doença de Parkinson com menos frequência do que as que não a consomem. O chá verde está também relacionado com um risco reduzido de desenvolver a doença de Parkinson. No entanto, ainda não se sabe se a cafeína protege contra a doença de Parkinson ou se está relacionada de alguma outra forma. Atualmente não existem provas suficientes que sugiram que beber bebidas com cafeína proteja contra a doença de Parkinson.

Fontes:

https://www.cuf.pt/saude-a-z/doenca-de-parkinson

https://spdmov.org/doenca-de-parkinson/

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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.

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