Dúvidas
Durante o período de confinamento, a amamentação e aleitamento materno foram temas que suscitaram muitas dúvidas entre as...

Saber como manter a produção de leite, conhecer e escolher a técnica de extração que mais se adequa a cada situação (manual ou mecânica), como armazenar, conservar e transportar o leite materno em segurança são algumas das principais questões que as mamãs vão poder ver respondidas por profissionais da área.

Ao longo desta sessão online, uma especialista em células estaminais da Crioestaminal irá explicar a importância de criopreservar estas células presentes no cordão umbilical do bebé, que apenas podem ser colhidas no momento do parto e que são um bem único no tratamento de mais de 80 doenças, em caso de necessidade.

Esta é uma sessão do conjunto de 8 sessões incluídas no “Passaporte da Minha Gravidez”, uma iniciativa das Conversas com Barriguinhas que pretende disponibilizar aos futuros pais, durante o mês de agosto, as temáticas mais procuradas na gravidez. Esta iniciativa junta marcas de puericultura e profissionais de saúde em sessões online gratuitas, a decorrer à terça e à quinta-feira, sendo apenas necessária a inscrição no site www.conversascombarriguinhas.pt.

Todas as participantes terão a oportunidade de receber ofertas dos parceiros Conversas com Barriguinhas e, uma das futuras mães presentes receberá ainda uma oferta especial que será entregue em sua casa.

A “Conversas com Barriguinhas” é uma iniciativa de âmbito nacional que junta parceiros e especialistas em saúde materna para levar às famílias o esclarecimento acerca de temas importantes e diversificados como a amamentação, a alimentação na gravidez, a sexualidade, as células estaminais, os cuidados com o bebé e com os pais e as situações de risco, além de deixar alguns conselhos práticos sobre as várias fases do período de gestação.

 

Constituída por equipa Multidisciplinar
Com o objetivo de oferecer uma resposta altamente diferenciada a doenças que se manifestam na região peri-ocular, cujo...

“A criação da Unidade de Órbita vem estruturar e otimizar o trabalho já desenvolvido entre as várias especialidades que a constituem. Torna-se possível uma melhor comunicação interdisciplinar, centrada no doente, a quem procuraremos sempre oferecer uma resposta individualizada, seguindo os mais recentes avanços científicos”, destaca Ana Filipa Duarte, Coordenadora da Unidade de Órbita do Hospital CUF Descobertas. 

A Unidade de Órbita é constituída por uma equipa multidisciplinar que integra Oftalmologia, Neurocirurgia, Otorrinolaringologia, Cirurgia Maxilofacial, Cirurgia Plástica e Reconstrutiva e Neuroradiologia, e conta com o apoio direto de especialistas de Medicina Interna, Oncologia, Hematologia, Endocrinologia, Anatomia Patológica. “A articulação entre todas estas especialidades possibilita uma maior rapidez no diagnóstico e tratamento de doenças envolvendo a região orbitária” refere a oftalmologista da CUF.

A Órbita é uma região anatómica que rodeia o globo ocular, e concentra estruturas vitais como nervos (incluindo o nervo óptico), vasos, músculos e gordura, comunicando diretamente com o espaço intracraniano e seios perinasais.

 

 

Investimento superior a 1,8 M€
A construção do novo bloco operatório do Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil (IPO de Coimbra), que se...

De acordo com fonte da unidade hospitalar, este novo bloco operatório, incluirá duas salas operatórias, uma unidade de cuidados pós-anestésicos, uma sala de indução anestésica, uma zona de desinfeção, uma sala de desinfeção, vestiários, uma sala de arrumos, uma sala do pessoal, parque de camas, transfer e um posto administrativo.

Segundo o comunicado do IPO de Coimbra, a construção deste bloco é o “lançamento da primeira pedra” da obra de ampliação e requalificação do edifício de cirurgia.

A empreitada de ampliação e requalificação do edifício de cirurgia já foi adjudicada, após concurso público, pelo valor de 27,920 milhões de euros, estando o início da obra previsto para o segundo trimestre de 2021.

Em comunicado, o Conselho de Administração lembra que este período de obras pode dar origem a alguns constrangimentos e solicita a compreensão da comunidade para eventuais perturbações no normal funcionamento da instituição.

 

Com eletrodos descartáveis
O Serviço de Cardiologia do Hospital Dr. Francisco Zagalo – Ovar (Hospital de Ovar) dispõe, desde o dia 27 de julho, de um...

“O novo electrocardiógrafo disponibiliza um conjunto de recursos que otimizam o serviço, adequados aos novos tempos”, afirma o consultor de tecnologias de informação, Rui Parreira, salientando que o equipamento “traz ganhos substanciais às rotinas da unidade hospitalar”.

Para a cardiopneumologista Maria de Lurdes Silva, o equipamento recentemente adquirido permite “uma melhoria significativa de processos, tornando a realização dos exames mais facilitada e segura, sendo utilizados eletrodos descartáveis”.

De acordo com o Hospital de Ovar, o electrocardiógrafo garante a execução de ECG – eletrocardiograma   – um exame complementar importante para a interpretação do ritmo cardíaco e para a deteção de isquemia do coração – e do exame MAPA – monitorização ambulatória da pressão arterial.

 

 

Investigação
De acordo com um estudo publicado pelo National Bureau of Economic Research, o aumento da temperatura pode vir a provocar mais...

Diz o The Guardian, que este estudo indica que esta é a taxa estimada para um cenário em que pouco ou nada é feito para combater os problemas climáticos que o planeta enfrenta. As 73 mortes por cada 100 mil pessoas quase igualam, mas não superam, o número de vítimas mortais provocadas pela totalidade das doenças infeciosas, incluindo HIV/Sida, malária, dengue e febre amarela.

O problema será particularmente grave nas regiões mais pobres e quentes do Mundo, que terão mais dificuldades em adaptar-se ao calor que está a caminho. Ainda assim, as perdas económicas decorrentes da crise climática vão ser sentidas em todos os continentes, incluindo os países mais ricos.

Amir Jina, economista ambiental da Universidade de Chicago e coautor do estudo, explica que as pessoas mais velhas morrem devido a efeitos indiretos do calor. É que, tal como acontece com a COVID-19, são os mais vulneráveis e com condições pré-existentes, pelo que terão mais probabilidade de ser afetados.

O mesmo especialista adianta ainda como os trópicos serão particularmente afetados. Países como o Gana, Bangladesh, Paquistão e Sudão deverão ter mais 200 mortes por cada 100 mil pessoas, ao passo que geografias mais frias, como a Noruega ou Canadá, registarão descidas nos óbitos.

Entre os países mais ricos, aqueles já habituados a lidar com o calor, terão uma espécie de avanço: «Um dia muito quente em Seattle provoca mais danos do que um dia muito quente em Houston porque ar condicionado e outras medidas do género estão menos espalhadas por lá», acrescenta Bob Kopp, também coautor e cientista especializado no clima da Rutgers University.

No pior cenário possível, dizem os especialistas, podemos vir a assistir a uma migração em massa, em direção de países com temperaturas mais baixas, na tentativa de escapar das regiões mais quentes. “Tal como quando a COVID sobrecarrega um sistema de saúde, é difícil dizer o que acontecerá quando as alterações climáticas colocarem os sistemas sob pressão. Temos de compreender os riscos e investir para mitigar esse risco, antes de começarmos mesmo a notar os impactos”, conclui Amir Jina.

 

DGS
De acordo com o relatório da situação epidemiológica da Direção-Geral de Saúde Portugal regista hoje mais 106 novos casos de...

Segundo o mesmo relatório, o número de doentes recuperados aumentou para 37.111, somando-se mais 127 face ao dia anterior. Uma vez mais, o número de casos recuperados superou ou de novas infeções.

A região de Lisboa e Vale do Tejo soma atualmente 26.389 casos, mais 66 do que no domingo, congregando quase dois terços do total de infeções (cerca de 62,2%).

Quanto aos casos confirmados, Lisboa e Vale do Tejo lidera, com 26.389 casos, seguida pela região Norte (18.797) e da região Centro, com 4.465 infeções. O Algarve totaliza 892 casos, mais cinco do que no domingo, e o Alentejo subiu para as 745 novas infeções confirmadas (mais duas).

A Madeira regista mais cinco casos do que no domingo, totalizando agora 113 infeções confirmadas. Nos Açores, houve mais uma infeção, totalizando 168 casos.

O número de pessoas internadas subiu ligeiramente para 390, das quais 42 em cuidados intensivos.

Há mais infetados na faixa etária entre os 40 e os 49 anos (8.544), seguindo-se a faixa entre 30 e 39 anos, que contabiliza hoje 8.427 casos.

No entanto, ressalva a DGS, “aguardam resultado laboratorial 1.423 pessoas, menos 124 do que no domingo”.

 

Balanço da pandemia
O secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, garantiu hoje que a diminuição de novos casos de COVID19 não está...

“Na semana que findou, Portugal fez, em média, mais de 13.300 testes por dia, não há qualquer orientação para testar menos”, disse. As declarações surgiram a propósito de notícias que questionaram o impacto da norma na realização de testes, e que a DGS desmentiu em comunicado, assegurando que Portugal não irá reduzir o número de testes” nem restringir o universo de pessoas sujeitas à realização de testes.

António Lacerda Sales afirmou que a nova norma mais não faz que formalizar e normatizar aquilo que já eram os procedimentos habituais. “A realização de testes a contactos de casos confirmados de covid-19 sempre dependeu e continua a depender da estratificação do risco efetuada pelas autoridades de saúde”, disse.

Acrescentou ainda que a eficácia da testagem é limitada se não houver, paralelamente, um trabalho de identificação de cadeias de transmissão, através de inquéritos epidemiológicos que permitam identificar e isolar os contactos.

Por último, destacou que têm sido tomadas “as melhores decisões, com base na melhor evidência científica disponível em cada momento e gerindo os recursos de que dispomos de forma proporcional, dinâmica e procurando sempre a melhor eficiência”.

Portugal regista hoje mais 106 novos casos de infeção por COVID-19 em relação a domingo, segundo o relatório da situação epidemiológica da Direção-Geral de Saúde (DGS), em que se assinala que, desde o início da pandemia, se registaram 51.569 casos de infeção e 1.738 mortes.

 

Instituição universitária licenciou 577 enfermeiros ao longo dos últimos 19 anos
A Licenciatura em Enfermagem da Escola Superior de Saúde Atlântica (ESSATLA) apresenta taxa de desemprego fixada nos 0% entre...

Os números dizem respeito ao ano de 2019 e estão em linha com aquilo que acontece desde 2001, ano em que o referido curso foi lançado. Até ao momento, a instituição que integra a Atlântica, Escola Universitária de Ciências Empresariais, Saúde, Tecnologias e Engenharia, formou 577 enfermeiros, estando todos a exercer funções.

A ESSATLA diplomou 211 licenciados pré-Bolonha e conta agora com 366 alunos formados no pós-Bolonha, perfazendo até ao momento um total de 577 enfermeiros, verificando-se um impacto muito positivo no mercado de trabalho, com uma empregabilidade imediata. Para Hortense Cotrim, Professora Coordenadora da Licenciatura em Enfermagem da ESSATLA, “a profissão de enfermagem, pelas suas características específicas, cujo objeto de trabalho é o ser humano, único e irrepetível, só faz sentido se encarada como a interligação entre o conhecimento técnico-científico e a humanização dos cuidados”, sendo essa uma das principais características diferenciadoras do curso lecionado nesta instituição de ensino.

“Neste sentido, a minha presença como coordenadora do curso de enfermagem da ESSATLA pauta-se pelo despertar no estudante desta vertente mais humanista na sua relação com o utente e a sua família. Do mesmo modo, e porque o ser humano aprende essencialmente pelo exemplo, é filosofia da ESSATLA estabelecer com o estudante uma relação de proximidade, onde ele perceba a importância do cuidar, em especial através da forma como se sente cuidado”, acrescenta.

Hortense Cotrim mostra-se assim convicta de que “esta forma de recebermos os nossos estudantes faz com que a frequência do curso de enfermagem seja mais que o adquirir de um grau académico, mas acima de tudo seja um importante contributo para o desenvolvimento de competências humanas e relacionais fundamentais para o seu crescimento pessoal”. 

 

 

Perito
A Comissão Europeia (CE) acaba de nomear Raúl de Sousa, Optometrista e Presidente da Associação de Profissionais Licenciados de...

Para além da oftalmologia foram ainda nomeados especialistas para as áreas de ortopedia, sistema circulatório, neurologia, sistema respiratório, endocrinologia e diabetes, cirurgia geral e plástica, obstetrícia e ginecologia, nefrologia e urologia e, dispositivos médicos para diagnóstico in vitro. Estes painéis de especialistas vão estar integrados na Direção-geral de Saúde e Segurança Alimentar da CE e vão vigorar por um período de três anos.

“Esta nomeação é mais um reconhecimento do valor, importância e contributo dos Optometristas Portugueses para a ciência e cuidados de saúde da visão em Portugal e no mundo. Mais uma vez, uma organização internacional reconhece a relevância e o contributo científico e clínico dos optometristas prestação de cuidados primários para a saúde da visão em Portugal e no mundo. Para assegurar acesso universal aos cuidados para a saúde da visão, é preciso garantir cuidados de proximidade e na comunidade, através de força de trabalho bem planeada e organizada com oftalmologistas, optometristas e ortoptistas em trabalho de equipa multidisciplinar e distribuídos pelos vários níveis de cuidados do SNS. Não é tolerável que Portugal continue a ignorar as recomendações da Organização Mundial de Saúde, as resoluções da Assembleia da República e o fracasso das experiências passadas com recuperação de listas de espera e não implemente as melhores práticas já conhecidas e evidenciadas” afirma Raúl de Sousa.

Raúl de Sousa foi também nomeado, no passado mês de junho, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) perito para o grupo de trabalho de desenvolvimento de intervenções para o erro refrativo desta organização.

 

Recomendações
Ter uma pele hidratada no verão é o desejo de qualquer pessoa.

Como o body butter é mais espesso que os outros hidratantes corporais, é uma opção fabulosa para aqueles que sofrem de pele seca ou que têm algumas áreas problemáticas como os joelhos ou os cotovelos. Tome nota de algumas dicas para tomar o melhor partido deste hidratante:

1. As regras do banho

Quem diria que existiam regras para o banho, para que o hidratante agarrasse melhor à pele? Em primeiro lugar, banhos quentes podem inflamar a pele, causando vermelhidão, comichões e, o mais importante, privá-la dos seus óleos, gorduras e proteínas vitais. Diminua a temperatura da água e a quantidade de tempo no banho para ajudar a manter os níveis de humidade da pele. Após o banho, pegue na toalha e seque delicadamente a pele sem a esfregar com força. Dar pequenos toques na pele seca permite que ela absorva mais a água e prepara o terreno para um tratamento hidratante com body butter. Em seguida, aplique uma quantidade generosa de Skin Food Body Butter em todo o corpo.

 2. Um aspeto suave, firme e... bem cheiroso

Se deseja uma pele com um aspeto mais suave e firme, o Skin Food Body Butter da Weleda possui ricos ingredientes vegetais de rápida absorção que nutrem a pele deixando-a suave e aveludada. Criado a partir de óleo de sementes de girassol, manteiga de cacau, manteiga de carité, extratos de alecrim, camomila, calêndula e viola tricolor (amor-perfeito), deixa um perfume incrível na pele.

3. Um aliado para os cuidados pós-exposição solar

O verão já vai a meio, e descuidos acontecem – a exposição ao sol provavelmente causou um grande impacto na sua pele, independentemente dos cuidados que possa ter tido. Quanto mais a sua pele fica exposta ao sol, mais danos ganha e mais humidade perde. O Skin Food Body Butter ajuda a reabastecer a humidade perdida e a reparar os danos causados pelo sol. Deixe que os ingredientes naturais ajudem a acalmar e reduzir a inflamação, reparando a pele e incentivando a renovação celular para uma pele nova e bonita.
4. Um bom companheiro para os seus pés

Já reparou que os nossos pés passam o dia a suportar-nos, mas, quando chega o momento de serem mimados, são quase sempre negligenciados? Além de todo o trabalho que geralmente fazem, no verão estão quase sempre expostos ao sol, ficando ainda mais secos – o Skin Food Body Butter é o tratamento perfeito para pés cansados e calcanhares rachados. Aplique o produto nos pés limpos e esfregue suavemente para aliviar a tensão do dia. Se nota os calcanhares mais secos e rachados, aplique um tratamento noturno com uma grande quantidade de produto nos calcanhares e cubra os pés com meias de algodão limpas antes de dormir. Acordará com pés mais macios e flexíveis do que nunca!

5. A versatilidade é um ganho

Já alguma vez foi de férias e esqueceu-se de desmaquilhante? Os hidratantes body butter são ótimos substitutos quando precisa de uma ajuda. Basta aplicar uma quantidade do tamanho de uma moeda num lenço de papel, fechar os olhos e esfregar suavemente a maquilhagem!

Não lhe apetece usar um amaciante de cutículas carregado de produtos químicos para uma simples manicura em casa? Tente molhar os dedos em água morna para suavizar as cutículas, adicione uma pequena quantidade de body butter e empurre a pele para trás com um palito de cutícula de madeira limpo. Uma das maiores vantagens destes produtos é a sua versatilidade!

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Medida para evitar fraudes
A partir de agora, as farmácias só podem dispensar duas caixas do mesmo medicamento por mês ao mesmo utente, ou quatro, se for...

A lei foi aprovada em 2016, mas só entrou ontem em vigor. Segundo o Jornal de Notícias, já está a ser aplicada a quem comprou medicamentos nos últimos 30 dias.

A adoção desta medida acabou por ser prorrogada devido aos atrasos na implementação das receitas eletrónicas. O principal objetivo é reduzir os casos de fraude com medicamentos.

 

Dados da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP)
De acordo com os hospitais privados houve uma quebra para metade nos episódios de urgência devido à pandemia de covid-19. No...

Os dados avançados pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) mostram que nas cirurgias os valores que se verificavam em fevereiro (cerca de 17.000) foram recuperados em julho (extrapolando a partir de dados obtidos até ao dia 22), depois de em abril não terem chegado às 3.000.

A APHP lembra que, com o decreto do estado de emergência, “houve uma quebra abrupta na atividade de todos os hospitais portugueses a partir da segunda quinzena de março, que se agravou em abril”.

No caso dos hospitais privados, “a atividade chegou a cair cerca de 67% em abril, face ao mesmo mês do período homólogo”, uma situação que foi transversal ao setor da saúde, quer no setor público quer no privado ou social, por causa da pandemia.

Nas consultas de especialidade, os privados dizem ter passado de cerca de 700.000 em fevereiro para menos de 400.000 em março e cerca de 150.000 em abril, valores que começaram a inverter em maio.

Em julho, extrapolando para o total do mês a partir dos dados obtidos até dia 22, os privados conseguiram recuperar nas consultas de especialidade para um valor próximo das 650.000.

“Nota-se, no entanto, ainda uma quebra da ordem dos 50% nos episódios de urgência”, reconhece a APHP.

Os hospitais privados explicam que ao nível das cirurgias tem sido feito um “esforço suplementar” para recuperar a atividade que não pôde ser realizada, recordando as orientações emitidas pela Direção-Geral da Saúde aquando do estado de emergência para adiar consultas de especialidade e cirurgias não urgentes.

“Com uma correta gestão das equipas e otimização dos blocos, mesmo aos fins de semana, tem havido uma forte recuperação da atividade cirúrgica, ao nível do que existia em 2019″, lembra o presidente da APHP, Óscar Gaspar, sublinhando que os hospitais privados estão já a funcionar em pleno.

“É fundamental que as pessoas continuem a cuidar da sua saúde, que não tenham receio de ir ao hospital”, acrescenta.

A quebra na prestação de cuidados de saúde a partir do mês de março — quando se registou o primeiro caso de covid-19 em Portugal e em que um despacho do governo determinou a quebra da atividade assistencial — ocorreu também no serviço público.

Os últimos dados divulgados pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares indicam que a pandemia fez adiar milhares de cirurgias e mais de um milhão de consultas.

 

Medicina Intensiva
O Serviço de Medicina Intensiva do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT) recebeu um equipamento de monitorização, com tecnologia...

De acordo com o comunicado do centro hospitalar, trata-se de um aparelho, denominado HemoSphere, que com recurso a inteligência artificial, através de um algoritmo, faz a interpretação de dados recolhidos nos doentes críticos, permitindo antecipar procedimentos para reverter eventuais alterações da situação clínica dos referidos doentes.

O Diretor do Serviço de Medicina Intensiva, Nuno Catorze, reconhece a vantagem deste equipamento na diferenciação do serviço, que incrementa “a capacidade de monitorização hemodinâmica, complementando os equipamentos já existentes, permitindo uma maior versatilidade e abrangência das competências da medicina intensiva, nomeadamente na neuromonitorização e cardiovascular”. 

O responsável afirma, ainda, que “a inteligência artificial permitirá, neste caso, aumentar a diferenciação técnica auxiliando na decisão clínica”. 

Nuno Catorze sublinha que “as novas tecnologias são um instrumento (ou um legado) fundamental na aprendizagem e ensino da medicina, nomeadamente em cuidados intensivos, o que trará mais-valias à qualidade assistencial, apoiando os jovens médicos numa decisão mais acertada”.


O  HemoSphere recolhe e faz a interpretação dos dados de doente críticos permitindo antecipar procedimentos

De 1 a 7 de Agosto
Todos os anos, a Semana Mundial do Aleitamento Materno é comemorada, entre 1 e 7 de agosto, em mais de 170 países, com o...

Este ano o mote da Semana Mundial do Aleitamento Materno é «Apoiar o Aleitamento Materno por um Planeta Saudável» com o objetivo de consciencializar para o impacto da alimentação infantil no meio ambiente e alterações climáticas e para a necessidade de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno para a saúde das pessoas e do planeta.

O aleitamento materno é a melhor forma de fornecer aos bebés os nutrientes de que necessitam. A Unicef recomenda o aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de vida e a sua manutenção, com alimentos complementares, pelo menos, até ao segundo ano de vida.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno evoca a Declaração Innocenti, assinada pelos responsáveis da Organização Mundial da Saúde e da Unicef, em agosto de 1990, comprometendo-se a proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.

 

Unidade de Hospitalização Domiciliária em Lisboa
O Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) tratou mais de 60 doentes em casa, nos últimos seis meses. Desde o...

De acordo com o centro hospitalar universitário, um terço dos doentes tratados em casa pela Unidade de Hospitalização Domiciliária foram admitidos nos meses de março e abril, quando se registou a primeira vaga da Covid-19 em Portugal.

Nesta primeira fase, a Unidade de Hospitalização Domiciliária contou com seis camas e uma equipa multidisciplinar com mais de uma dezena de profissionais, entre médicos, enfermeiros, assistente social, assistente técnica e operacional.

A hospitalização domiciliária é "um projeto estratégico para o CHULN, que ganha uma importância redobrada em contexto de pandemia, com a criação de circuitos seguros e de mais camas para internamento. O Hospital passa por sua casa", destaca o centro hospitalar universitário.

 

Diabetes
Um grupo de estudantes de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de...

O “BluNi”, assim designado pelos estudantes, traduz-se numa solução que, recorrendo a tecnologia Bluetooth, pretende unificar o sistema de monitorização da diabetes, inspirando-se em tecnologias que já existem, e implementar um nível de segurança extra – a criptografia dos dados Bluetooth transmitidos com informações biométricas.

O objetivo final, afirmam os autores do projeto, Ana Faria, Diogo Henriques, Miguel Marques e Óscar Martins, é «ter um sistema mais autónomo e fácil de usar para monitorização e controlo da glicose com base em conexões Bluetooth seguras».

Genericamente, o BluNi, desenvolvido no âmbito da cadeira de Projeto II, é um sistema que garante a comunicação entre três dispositivos: o telemóvel (através de uma app), um sensor de glicemia intersticial e a bomba de insulina. Para tal, a aplicação central possui um sistema de leitura da impressão digital do utilizador (sempre que este faça o login), e o programa, a partir da informação gerada pela imagem da impressão digital, cria uma “uma chave secreta e única”. Ou seja, gera um conjunto de caracteres únicos que serão depois utilizados para codificar toda a comunicação que ocorre entre os três dispositivos.

Ao «unificar as tecnologias já existentes no que diz respeito à monitorização contínua dos índices glicémicos, o BluNi é um projeto que visa facilitar o dia-a-dia das pessoas com diabetes. Para a realização deste trabalho, tínhamos vários requisitos técnicos, o que levou a que o BluNi conte com uma segurança acrescida baseada em dados biométricos», realçam Ana Faria, Diogo Henriques, Miguel Marques e Óscar Martins.

Considerando que a solução tecnológica foi desenvolvida durante este período de pandemia, a equipa teve de criar estratégias para simular os dispositivos reais através de software. Os estudantes criaram então três aplicações em ambiente MATLAB - uma que representa a aplicação no smartphone, outra para simular o sensor de glicemia e, por fim, uma aplicação para simular a bomba de insulina. Posteriormente, desenvolveram metodologias que lhes permitisse simular a comunicação Bluetooth entre os três dispositivos, através de um protocolo de comunicação simples, e que fosse capaz de detetar se ocorreu alguma falha durante o envio e receção das mensagens.


Ilustração do “BluNi"

Ana Faria, Diogo Henriques, Miguel Marques e Óscar Martins referem que «as tecnologias para ajuda no controlo da diabetes estão a evoluir bastante, e existem já vários estudos clínicos em curso para procurar desenvolver um sistema completamente independente da intervenção do utilizador. Tal sistema ainda não existe, mas nós achamos que o futuro está a caminhar nessa direção, e o BluNi poderá ser um contributo importante».

Em Portugal, «existem poucas empresas dedicadas à oferta de um pacote completo, isto é, que ofereçam um sistema de monitorização contínua de glicose, uma app e uma bomba de insulina a trabalhar de forma conjunta e, de certa forma, independente. Os diabéticos veem-se obrigados a usar uma combinação de diferentes tecnologias criadas por diferentes empresas», finalizam.

Quanto à implementação do projeto em contexto real, os estudantes esclarecem que ainda será necessária mais investigação, uma vez que todo o sistema foi desenvolvido em MATLAB. O vídeo sobre o projeto está disponível em: https://youtu.be/pKOt_he4DZg.

Aleitamento Materno
O período de amamentação é carinhosamente apelidado de “4º trimestre da gravidez”, não só pela proxi

A natureza dotou a mulher da capacidade de nutrir os filhos, pelo que o seu corpo está preparado e é capaz de produzir leite para as necessidades da criança em todas as fases da amamentação. As primeiras semanas são vitais para estabelecer uma boa produção de leite materno a longo prazo, pelo que sugerimos que, por um lado, se amamente em regime livre, isto é, sempre que o bebé solicitar, por outro lado, que haja uma atenção e cuidado frequente com as mamas e mamilos aplicando no final de cada mamada colostro/leite materno e lanolina nos mamilos, favorecendo a hidratação e regeneração da pele. 

O leite materno é um alimento vivo que contém células estaminais, glóbulos brancos e bactérias benéficas, bem como de outros componentes bioativos, como anticorpos, enzimas e hormonas. De entre muitas vantagens para a criança amamentada, destacamos, nesta fase, o papel importante na prevenção de doenças, combate a infeções, contribuindo não só para um início de vida saudável, como para um desenvolvimento adequado. É um leite único e completamente adaptado a cada criança, havendo consenso mundial de que a ingestão exclusiva é a melhor forma de alimentar os bebés até aos 6 meses de vida, mantendo-se posteriormente com a alimentação diversificada pelo período de tempo que a mãe entender.

Embora se refira a dependência da mãe em termos nutricionais, não significa presença física ad aeternum. A mulher que amamenta pode ter espaços seus, quer seja por motivos sociais, quer sejam profissionais, podendo o bebé ficar ao cuidado de um familiar. Neste sentido, quando a mãe necessita de se ausentar durante algum período que coincida com as mamadas, pode extrair e conservar leite para ser oferecido à criança. É assim premente conhecer técnicas de extração e conservação de leite, para que possa planear esses momentos. Por exemplo, no regresso ao trabalho é importante pensar como vai manter a produção de leite, conhecer e escolher a técnica de extração que mais se adequa à sua situação (manual ou mecânica), se há possibilidade de efetuar extração no local de trabalho, como vai armazená-lo, conservá-lo e transportá-lo em segurança. Por outro lado, refletir como será o leite oferecido à criança e quem o fará, para que essa pessoa possa ser também elucidada sobre os cuidados a ter com o leite (como aquecer, que quantidades oferecer, entre outros).

O leite materno extraído pode ser utilizado para alimentar o bebé durante um período de tempo variável, sendo possível criar uma espécie de banco de leite para recorrer nas situações que a mãe está ausente.

Amamentar é uma técnica, aprende-se a amamentar, ensina-se a criança a mamar (trazem reflexos, mas muitas vezes têm de ser orientados). Nos primeiros meses algumas mães e bebés (famílias) podem confrontar-se com momentos verdadeiramente desafiantes. Estar informado/a “é meio caminho andado” para se protegerem de todas e mais algumas opiniões (carinhosas, mas muitas descontextualizadas), triarem o importante e juntos se tornarem peritos e peritas nos vossos filhos. 

Para saber mais sobre este e outros temas relacionados com a gravidez, parto e pós-parto inscreva-se nas próximas sessões das Conversas com Barriguinhas em https://www.conversascombarriguinhas.pt/

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Iniciativa
O Centro Hospitalar Póvoa de Varzim – Vila do Conde (CHPVVC) lançou uma campanha com o mote «O Hospital vai à Praia», assente...

A iniciativa parte do trabalho de pequenas equipas, sob a égide do Serviço de Gestão de Doentes, que – munidas de dispositivos móveis – irão ter presença nas praias concelhias, com argumentos de sensibilização e registo dos banhistas no portal do CHPVVC – #Sigame – a par de idêntico registo, envolvendo a área do cidadão do Portal SNS, divulga o centro hospitalar, em comunicado.

Em qualquer lugar, há funcionalidades online que podem ser ativadas e que em muito contribuem, não só para o conforto do utente, como para a respetiva segurança, num contexto de vigência da pandemia de Covid-19.

O portal #SIGAME, entre outras funcionalidades, dispõe de uma opção de chat que o utente pode utilizar para tirar dúvidas, permite fazer agendamentos, obter declarações ou aceder a uma teleconsulta.

De acordo com o Centro Hospitalar Póvoa de Varzim – Vila do Conde, o portal integra um projeto abrangente em torno de objetivos relacionados com a desmaterialização e promoção da literacia digital em saúde, denominado Hórus. “Sob esta designação há todo um trabalho em curso, alicerçado em protocolos com as autarquias locais, e que aposta na formação de recursos humanos para promover, precisamente, a literacia em saúde”.

 

Covid-19
Pela primeira vez desde 16 de março, Portugal não regista mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. Na conferência de imprensa...

António Lacerda Sales afirmou que é necessário olhar para os números com humildade e cautela “porque sabemos que de um momento para o outro a situação pode inverter-se”, lembrando que há “uma grande imprevisibilidade” em qualquer pandemia.

O Secretário de Estado assegurou que a diminuição de novos casos de infeção pelo novo coronavírus registada nos últimos dias não decorre de uma quebra no número de testes realizados.

“Na semana que findou, Portugal fez, em média, mais de 13.300 testes por dia, não há qualquer orientação para testar menos”, garantiu o governante, reiterando que “a realização de testes a contactos de casos confirmados de Covid-19 sempre dependeu e continua a depender da estratificação do risco efetuada pelas autoridades de saúde”.

Acompanhado na conferência de imprensa pelo novo Subdiretor-Geral da Saúde, Rui Portugal, o Secretário de Estado considerou que a resposta de Portugal à pandemia tem sido positiva, assegurando que vão continuar a ser tomadas “as melhores decisões com base na melhor evidência científica disponível em cada momento e gerindo os recursos de que dispomos de forma proporcional, dinâmica e procurando sempre a melhor eficiência”.

 

 

Ou eficaz contra o novo Coronavírus
O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS) que durante uma conferência de imprensa, admitiu que pode nunca vir a existir...

O comentário surgiu logo depois da OMS revelar que a investigação de vacinas contra a Covid-19, em alguns laboratórios, já estava na fase final de testes.

“Várias vacinas estão na fase três dos ensaios clínicos, e todos esperamos que dos ensaios saiam vacinas efetivas que ajudem a impedir que as pessoas sejam infetadas, mas não há panaceia e talvez nunca haverá”, admitiu o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Com quase 18 milhões de infeções e mais de 686 mil mortes, o diretor-geral da OMS lembrou que as infeções confirmadas, nos últimos três meses, subiram 5 vezes mais e que, na ausência de uma vacina, é necessário manter o controlo das infeções, com medidas que incluam o rastreamento de casos.

A OMS insistiu ainda nas regras básicas de segurança, tais como lavar as mãos e usar máscara. “Precisamos fazer tudo, manter distância física, lavar as mãos constantemente, não tossir ao lado dos outros, usar máscara e reforçar a vigilância”, insistiu Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Vimos em todo o mundo que nunca é tarde para mudar a situação, colaborando juntos, podemos salvar vidas”, reforçou.

Durante a conferência de imprensa, o diretor-geral da OMS lembrou ainda que em relação ao coronavírus “existe uma combinação de fatores muito perigosa, é um vírus que se move muito rápido e também mata muito, afetando os países desenvolvidos e os mais pobres”.

 

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