Dia Mundial da Saúde Oral
A 20 de março comemora-se o Dia Mundial da Saúde Oral, uma iniciativa da World Dental Federation, co

1. É normal perder dentes com a idade?

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, a perda de dentes não é uma consequência natural da idade. Natural da idade é existir desgaste dentário, devido à mastigação e hábitos funcionais e parafuncionais. A perda dentária poderá acontecer na sequência de um trauma, doença periodontal ou cárie. Mas cada vez mais, a medicina dentária caminha no sentido da prevenção para evitar o tratamento.

2. Os dentes do siso podem provocar apinhamento dentário?

Os chamados de “dentes do siso” correspondem aos terceiros molares, sendo os últimos dentes a aparecer. Estes dentes ocupam o espaço remanescente na arcada dentária, mas não está provado que o seu aparecimento provoca apinhamento dentário. Por alterações à erupção dentária, o alinhamento dentário poderá ser o alinhamento natural dos dentes na arcada. Hábitos parafuncionais poderão provocar apinhamento dentário e a extração dos dentes do siso não fará com que os dentes se voltem a alinhar.

3. É normal ter cáries?

A cárie dentária é uma doença infeciosa, causada por bactérias. Os dentes não nascem com cárie, mas, assim que estão em contacto com a cavidade oral, poderão desenvolver cárie. Devido às alterações no padrão alimentar da sociedade atual, de uma alimentação dura para uma alimentação processada, mole e “pegajosa”, a prevalência de cárie dentária continua a ser alta. As cáries nos dentes “de leite” também devem ser tratadas, para não causarem dor.

4. Devemos lavar os dentes a seguir a cada refeição?

Não, devemos aguardar cerca de 30 minutos após as refeições. Quando comemos, o pH da boca sofre alterações. Mas a saliva tem um poder anti-sético contra algumas bactérias que ajuda a equilibrar os dentes e gengivas, aumentando o pH da boca.

A escovagem dentária deve ser realizada no mínimo 2 vezes por dia, durante 2 minutos. E a escova dentária deve ser substituída a cada 3 meses. O “encurvamento” das cerdas da escova indicam a necessidade de substituição da escova.

5. Devemos ir ao Médico Dentista apenas quando temos um problema?

Não. Deve-se ir ao Médico Dentista, pelo menos, duas vezes por ano, à exceção de pacientes com elevado risco para as doenças orais. O risco e consequente frequência de necessidade de acompanhamento deve ser avaliado pelo Médico Dentista e Higienista Oral. As consultas de

check-up deverão ser consideradas como consultas de prevenção e reeducação, contudo, são frequentemente adiadas, pelo que estão frequentemente associadas a tratamento.

6. Sempre que temos dor de dentes devemos tomar antibióticos?

Nem todas as dores de dentes requerem a toma de antibióticos. Numa situação de dor de dentes por cárie, o tratamento indicado é a remoção de cárie ou numa situação mais avançada, o tratamento endodôntico do dente (desvitalização).

7. É doloroso colocar implantes?

Não. A cirurgia para colocação de implantes é um procedimento realizado com anestesia local e, por isso, é um procedimento seguro e indolor e com os riscos associados semelhantes a qualquer outro ato clínico cirúrgico. A cirurgia para colocação de implantes poderá ser simples ou complexa, conforme cada caso.

8. O branqueamento dentário estraga os dentes?

O branqueamento dentário não provoca qualquer alteração na estrutura dentária, pelo que não fragiliza ou desgasta os tecidos que compõe o dente. A hipersensibilidade dentária pode acontecer durante o tratamento, que termina após a interrupção do branqueamento. Existem 3 formas de fazer branqueamento dentário: interno, externo em consultório e externo em gabinete. Deve-se ter, ainda, atenção às pastas dentífricas branqueadoras que podem provocar abrasão do esmalte dentário.

9. O mau hálito vem sempre da boca?

Não. A sensação de mau hálito tem o nome de halitose e pode ter origem oral ou gástrica. A produção de gases orais deriva da fermentação de restos alimentares, que libertam enxofre. A língua é o local onde se dá o maior depósito de bactérias orais pelo que, em caso de halitose, a sua higiene é recomendada.

10.  A gravidez prejudica os dentes?

A gravidez não prejudica os dentes da grávida nem provoca alterações na estrutura do esmalte. Durante a gravidez, poderá existir gengivite, chamada de “gengivite gravídica”. Caso necessite de anestesia local e de realizar radiografias intraorais, não se preocupe porque são seguras, sendo a sua realização ponderada e com base na sua necessidade de urgência.

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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Projeto “Escovar na Escola”
As escolas do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo vão, mais uma vez, receber 100 mil kits de higiene oral para distribuir pelos...

De acordo com a DGS, podem concorrer a este projeto todas as instituições escolares da rede pública, privada e social. Basta que apresentem um projeto de promoção da saúde oral que inclua a escovagem diária dos dentes, realizada em ambiente escolar, e em parceria com unidades de saúde do SNS (equipas de saúde oral e/ou saúde escolar).

Ao abrigo do projeto, que promove a escovagem dos dentes nos jardins-de-infância e nas escolas, já foram disponibilizados mais de um milhão de kits, segundo o balanço da autoridade de saúde.

Ainda no âmbito do Projeto SOBE+, está disponível, em formato digital, o livro “O meu espelho da saúde oral”, da autoria de Miguel Lopes Oliveira. O livro, disponível em SOBE+ e também nas bibliotecas da Rede de Bibliotecas Escolares, convida a uma autoavaliação da sua saúde oral, dando ainda a conhecer as doenças orais e as suas consequências e apresentando propostas de boas práticas em saúde. 

O Projeto SOBE+, desenvolvido em parceria pela DGS, Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027), tem disponibilizado às bibliotecas da RBE vários materiais lúdico-pedagógicos (livros, filmes, jogos, músicas e outros). 

 

 

 

 

 

Mário Hilário é o novo Presidente da Direção para o biénio 22/23
A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica de Medicamentos Veterinários (APIFVET) elegeu, no passado dia 14 de março, os...

Criada em 2018, a APIFVET representa a indústria farmacêutica de medicamentos veterinários em Portugal e tem como propósitos ser uma voz autónoma e interventiva em todas as áreas relacionadas com o medicamento veterinário, promover a melhoria da regulamentação própria do setor, contribuir para a sensibilização das boas práticas do mercado, e promover o diálogo permanente com a Tutela, tendo sempre como denominador comum os superiores interesses do setor agroalimentar e em particular do bem-estar animal.

Mário Hilário afirma que, nos próximos dois anos, o lema principal da APIFVET continuará a ser “a defesa dos interesses dos Associados da APIFVET”. Ciente da importância da indústria farmacêutica no bem-estar e produção animal, o novo Presidente da Direção acrescenta que pretende “continuar a fomentar o diálogo aberto com as Autoridades de Saúde, nomeadamente a Direção-Geral de Agricultura e Veterinária, que regulamenta o setor do medicamento veterinário”. Além disso, será mantido o contacto com as Ordens Profissionais, nomeadamente a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV), e com todas as Associações e Federações ligadas ao setor agroalimentar e bem-estar animal, que são os principais interlocutores da Associação na defesa dos mesmos.

 

A partir de hoje
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) disponibiliza, a partir de hoje, uma consulta para acompanhamento de jovens e crianças...

Esta consulta tem como missão acolher, focando a perspetiva sanitária, crianças e jovens oriundas da Ucrânia requerentes de proteção temporária em Portugal.

A população que aqui chega é referenciada através de uma linha de atendimento, pelo 967 059 865. De acordo com o CHULC, é uma triagem para determinar o agendamento da consulta.

A consulta vai funcionar todos os dias úteis, em gabinete próprio do edifício das Consultas Externas, sendo garantido serviço de tradução. A triagem realiza-se no período da manhã e as consultas são agendadas para a tarde do mesmo dia.

Após uma primeira observação clínica, os utentes de origem ucraniana são encaminhados para tratamento ou consultas de seguimento específicos, de acordo com as suas necessidades.

Recorda-se que aos cidadãos oriundos da Ucrânia requerentes de proteção temporária e membros da sua família será atribuído automaticamente um número de utente, que dará o direito de acesso universal ao SNS nas mesmas condições que os cidadãos nacionais, beneficiando, nomeadamente, da prestação de cuidados no âmbito dos programas de saúde materno-infantil, atualização das vacinas segundo o Plano Nacional de Vacinação, agendamento de vacinação para Covid-19, cuidados hospitalares e demais programas de saúde em vigor.

 

Estudo
Estudo teve como objetivo resumir as três grandes estruturas mentais segundo a teoria da psicanalítica: neurose, psicose e...

Um estudo recente concluiu que pacientes diagnosticados com depressão severa apresentam traços de perversão, no uso de manipulação através da autovitimização na tentativa de dominação do outro.

O estudo tem como autores a neuropsicóloga brasileira Roselene Espírito Santo Wagner e o português Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, doutorado em neurociências e teve como objetivo resumir as três grandes estruturas mentais da psicanálise: neurose, psicose e perversão.  

De acordo com os autores, para a realização do estudo foi necessário articular o funcionamento dos três fatores aos devidos mecanismos de defesa do paciente em questão.

A paciente que participou do estudo, que teve sua identidade preservada, apresenta um quadro definido como “neurótica histérica com diagnóstico de depressão, que usa de traços da perversão para dominação pela manipulação, através de mecanismo de defesa de vitimização e culpa”.

A paciente que colaborou com o estudo tem 35 anos relatou baixa autoestima, problemas com falta de atenção e memória, desesperança, irritabilidade, pensamentos suicidas e outros sintomas. Após o diagnóstico de depressão severa, ela faz acompanhamento psiquiátrico e uso de medicamentos.

A partir do acompanhamento foi possível concluir que ela relatava uma vida feliz no passado, felicidade ligada ao casamento que tinha. Apesar de trabalhar, ela também não se sente realizada, nem bem-sucedida.

“Migrou sua dependência e carência do ex-marido para uma amiga mais velha por quem ela nutre uma dependência emocional. Reconhece que prefere viver de migalhas emocionais, mas sem ter esforço”, diz o estudo.

O estudo também mostrou que o comportamento da paciente proporcionava ganhos imediatos e primários com perdas secundárias a médio e longo prazo e que ela se colocava em “uma posição infantilizada, que se mantém no gozo pela negação e projeção.”

Para os especialistas, o quadro da paciente a impede de tomar decisões, se mantendo no sofrimento por não ter coragem de enfrentar a dor, pois esta emoção negativa têm também uma dimensão curativa; sendo essa evitação a causa dos seus sintomas histéricos. Diante disso, o estudo mostrou que a paciente traz uma estrutura mental neurótica, que usa como mecanismo de defesa o recalque e a repressão, o que acaba impedindo a consciência de suas próprias fragilidades.

 

3.ª Reunião Anual do NEDRESP realiza-se nos dias 01 e 02 de abril na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo
A 3.ª Reunião Anual do Núcleo de Estudos de Doenças Respiratórias (NEDRESP), da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI)...

Subordinada ao tema “O Pulmão nas Doenças Sistémicas”, segundo o coordenador do NEDRESP, Pedro Leuschner, esta reunião pretende apoiar a divulgação científica e a formação do domínio respiratório para a comunidade da Medicina Interna. “É também essencial para a dinamização de um fórum sobre a saúde e as doenças respiratórias, em que a participação dos internistas e dos internos de Medicina Interna reflita devidamente o seu papel central nos cuidados aos doentes deste foro”, acrescenta.

Segundo o programa da 3.ª Reunião Anual do NEDRESP, o primeiro dia desta iniciativa será marcado pela realização de vários cursos.

No segundo dia serão debatidos os temas “Obesidade e doença pulmonar”, “Nova era no tratamento da Doença Pulmonar Intersticial Fibrosante Progressiva”, “Imunodeficiências”, “Doenças granulomatosas não infeciosas”, entre outros. No final do evento, serão anunciados os três finalistas dos trabalhos e, posteriormente, o vencedor.

Relativamente aos principais critérios na escolha dos temas que fazem parte do programa científico, Pedro Leuschner afirma que “o internista pode e deve envolver-se cada vez mais nos cuidados de saúde respiratórios”, apontando que “tal como com a medicação, cuidados de saúde coexistentes podem competir entre si, se não forem devidamente coordenados. O caminho para a desfragmentação dos cuidados de saúde passa por aproximar as especialidades, mas também por reforçar a competência das especialidades generalistas, reduzindo a sua dependência das subespecialidades.”

Para o coordenador do núcleo de estudos “ao colocar o foco no envolvimento pulmonar por doenças sistémicas, pretende-se fazer sobressair a interdependência entre o sistema respiratório e os demais. Pretende-se também sensibilizar os internistas para o reconhecimento precoce da expressão pulmonar das doenças e para as inovações terapêuticas existentes.”

Pedro Leuschner convida todos a participarem na reunião, tanto pela pertinência dos temas abordados nos cursos de formação e nas mesas de discussão, como pela promoção de um ambiente favorável ao debate e à partilha de experiências.

Ainda devido à atual situação pandémica, a reunião será realizada em formato híbrido de forma a possibilitar e garantir a segurança dos participantes.

Para mais informações, consulte aqui: https://www.spmi.pt/3a-reuniao-anual-do-nedresp/

 

Impacto na qualidade de vida
A importância de uma boa saúde oral não deve ser subestimada e o Dia Mundial da Saúde Oral, comemorado anualmente a 20 de março...

Além disso, a nível emocional, um sorriso branco, bonito e saudável também tem impacto na autoestima e confiança das pessoas diariamente. E um sorriso que reflete confiança vale a pena ser celebrado todos os dias.

Boca, um espelho da nossa saúde

A nossa boca é “a porta de entrada do corpo” e “o espelho da saúde” e o seu cuidado é decisivo para a saúde em geral. Vários estudos mostram uma forte ligação entre a má saúde oral e doenças crónicas, como diabetes, doenças cardíacas e os AVC’s - acidentes vasculares cerebrais. A nível mundial, cerca de três mil milhões e meio de pessoas sofrem de doenças orais, como cáries ou gengivite, mas muitas dessas doenças podem ser prevenidas através de bons hábitos de higiene e cuidado oral. Tal como acontece com muitos dos principais problemas de saúde, a prevenção, a deteção precoce e o tratamento, são importantes para impedir quaisquer efeitos negativos no resto do corpo.

Em 2021, a Organização Mundial da Saúde recomendou que manter uma boca saudável pode reduzir as probabilidades de desenvolver problemas de saúde mais amplos. Destacando que prevenir doenças orais é fundamental para manter uma boa saúde, através de check-ups odontológicos regulares e uma boa escovagem dos dentes. Motivos para manter uma higiene oral perfeita diariamente.

Aumentar a autoconfiança

O sorriso é um dos primeiros impactos que as pessoas têm umas das outras. Um sorriso brilhante e saudável pode deixar uma boa impressão ao longo do tempo. Nesse sentido, ter um sorriso branco, bonito e saudável, pode ter um grande efeito na confiança e na autoestima.

De facto, alguns estudos mostram que ter uma boca saudável pode ajudar as pessoas a sentirem-se mais confiantes. Além disso, a confiança faz com que sorriam com mais frequência, o que desencadeia endorfinas, a hormona da felicidade!

A saúde oral pode afetar todos os aspetos da sua vida porque está ligada ao bem-estar geral, quer seja ele emocional, social, mental e/ou físico.

Balança de dois anos de pandemia
O Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF) cumpre, amanhã, dia 19 de março, dois anos de combate à COVID-19, uma data...

“O balanço dos últimos dois anos revela que as urgências do HFF e os internamentos de doentes COVID-19 em Enfermaria atingiram em alguns momentos, inequivocamente, máximos de toda a região de Lisboa e Vale do Tejo”, afirma Marco Ferreira, presidente do Conselho de Administração do HFF.  

 A 26 de janeiro de 2021, com 385 doentes COVID-19 internados em enfermaria – uma taxa de esforço COVID-19 de 62% do total de camas disponíveis do hospital – registou-se o pico histórico de assistência do HFF à pandemia e, entre 14 e 16 de fevereiro desse ano foi atingido o máximo histórico de 42 doentes COVID-19 internados nas unidades de cuidados intensivos COVID-19 do HFF.  

 Nos últimos dois anos, o HFF realizou 78.624 atendimentos no Serviço de Urgência – Área dedicada a doentes respiratórios, 6.039 internamentos de doentes em enfermarias dedicadas à COVID-19, e 644 internamentos em Cuidados Intensivos. Foram ainda realizados 192.466 mil testes para detetar SARS-CoV-2 (PCR e AG), cuja taxa de positividade foi de 10,2%. 

Para combater a pandemia, o HFF reforçou o parque de equipamentos de diagnóstico e apoio ao tratamento da COVID-19, num investimento que ascende a 4 milhões de euros, e dos quais se destacam, entre outros, o aumento de ventiladores invasivos e não-invasivos, monitores multiparamétricos, sistemas de infusão, sistemas de endoscopia, um TAC de última geração e dois equipamentos de RX.  

Ao nível do reforço das infraestruturas hospitalares para o combate à pandemia, o HFF, com o apoio das Câmaras Municipais de Sintra e Amadora, investiu mais de 2,6 milhões de euros, para aumentar o seu nível de assistência à população. Em tempo recorde, o HFF construiu um novo serviço de urgência dedicado a doentes respiratórios e uma nova unidade de cuidados intensivos, estando neste momento em fase de finalização da requalificação da urgência pediátrica (COVID) e unidade de cuidados intensivos pediátrica. Destaca-se ainda a criação de uma nova área para a Farmácia de Ambulatório e o reforço da rede e tanques de oxigénio medicinal.  

“A realidade vivida nos últimos dois anos foi o maior desafio que o HFF enfrentou nos seus 26 anos de história. Só a resiliência e o empenho dos seus profissionais, aliados a uma resposta flexível a nível da utilização dos espaços e da gestão dos recursos humanos, permitiram ultrapassar os desafios colocados, vaga após vaga, pela COVID-19”, diz Marco Ferreira, presidente do Conselho de Administração do HFF.   

Para assinalar esta data simbólica, o HFF vai divulgar um vídeo que recorda as memórias fotográficas dos últimos dois anos, no Núcleo Expositivo localizado no átrio da unidade hospitalar. 

 

Consciencializar acerca do impacto que o Acidente Vascular Cerebral (AVC)
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) associou-se a uma campanha transfronteiriça #CuidedoMaisImportante que envolve...

Esta campanha visa consciencializar acerca do impacto que o Acidente Vascular Cerebral (AVC) tem nas nossas sociedades, formas de prevenção, rápida identificação de sinais e sintomas de AVC e, também, formas de superação.

Menos de 20% dos doentes com AVC recorre aos hospitais através da Via Verde do AVC, e consequentemente, conseguem chegar a tempo de usufruir de tratamento de revascularização eficaz. É por isso fundamental continuar a apostar na divulgação dos sinais e sintomas de AVC e na importância das pessoas ligarem 112 para que, através da Via Verde do AVC possam ser corretamente socorridas e referenciadas para uma unidade hospitalar capaz de intervir nestes casos em que o tempo é crucial.

 

Como a homeopatia pode ajudar
Curiosamente, as diferentes estações do ano podem provocar alterações no nosso organismo.

As alergias primaveris são um problema cada vez mais frequente nas crianças, mas também nos adultos. Riniteconjuntiviteasma e urticária são as manifestações alérgicas mais comuns na primavera, sendo os principais sintomas:

  • Prurido ocular, lacrimejo, olhos vermelhos;
  • Congestão nasal, espirros, rinorreia, prurido nasal, faríngeo, palato e canal auditivo;
  • Prurido cutâneo, exantema, aparecimento ou exacerbação do eczema;
  • Tosse e dificuldade respiratória.

Trata-se de uma resposta exagerada do sistema imunológico frente a um ou vários alergénios do ambiente, ácaros e, principalmente, pólenes. Em Portugal, devido ao clima, existem pólenes no ambiente o ano todo, sobretudo de fevereiro a outubro, com um pico máximo de abril a junho. Os principais pólenes implicados nos quadros alérgicos variam de região para região, sendo os mais frequentes, de um modo geral, algumas espécies de árvores, como a oliveira e o plátano, erváceas, como a parietária, plántago e artemísia e, sobretudo, o pólen de gramíneas, sendo este o principal responsável pelas alergias primaveris. É bastante comum haver sensibilização para mais do que uma espécie de pólen, inclusive a combinação de alergia a pólen e, concomitantemente, a ácaros ou fungos. Podem surgir em qualquer idade, embora sejam muito raras no recém-nascido, surgindo ao longo dos primeiros anos de vida.

Quando existe uma exposição ao alergénio, este é reconhecido por umas células presentes na pele e nas mucosas que, por sua vez, desencadeiam uma resposta com formação de anticorpos do tipo IgE. Estes anticorpos, quando se fixam aos mastócitos presentes em pele e mucosas, serão os responsáveis pela libertação de Histamina e outras substâncias inflamatórias que provocarão os sintomas alérgicos, sobretudo a nível de pele, mucosas e aparelho respiratório. Por vezes, os sintomas alérgicos podem ser confundidos com uma simples “constipação” ou um quadro de rinofaringite vírica, porém, a doença alérgica raramente se manifesta com febre e os sintomas não se prolongam no tempo ou são recidivantes.

De todas as manifestações alérgicas, a rinite é a mais prevalente, estimando-se que 30% dos portugueses sofram de rinite alérgica. A gravidade das manifestações está ligada ao grau de sensibilização alérgica e à concentração de pólen no ar e da sua exposição, no caso dos polínicos. Este processo inflamatório alérgico tem tendência a persistir e cronificar ao longo do tempo, com sintomas recorrentes, ou mesmo agravar-se, desenvolvendo asma.

diagnóstico de alergia ao pólen passa por uma história clínica detalhada, acerca do tipo de sintomas e os períodos de agravamento, uma exploração física completa e um rastreio de sensibilização alérgica através de testes cutâneos e/ou análises.

Podemos prevenir os sintomas alérgicos?

É impossível a evicção completa da exposição aos pólenes responsáveis pelos nossos sintomas alérgicos, mas podemos reduzir a exposição através de algumas medidas:

  • Consultar o boletim polínico semanal que divulga as previsões de quantidades de pólen nas diferentes regiões, evitando-se sair nos dias de maior concentração polínica;
  • Evitar estar ao ar livre nas primeiras horas da manhã, sobretudo nos dias de muito vento e sol, quando existe mais pólen, e arejar as divisões da casa na parte da tarde;
  • Ao chegar a casa, tomar banho, mudar de roupa e fazer lavagem nasal com soro fisiológico;
  • Optar por ir de carro ou de transporte público até à escola ou trabalho; ir de janelas fechadas e usar/substituir regularmente os filtros anti pólen do ar condicionado;
  • Usar óculos escuros para aliviar os sintomas oculares;
  • Evitar idas ao campo e atividades ao ar livre nos dias de maior concentração de pólen.

 

A importância da alimentação

Sendo a base deste problema um quadro inflamatório mediado pela libertação de histamina, faz sentido o consumo de alimentos ricos em vitaminas e minerais, com efeito anti-inflamatório e antioxidantes, evitando outros alimentos considerados "libertadores de histamina", os quais poderão contribuir negativamente no controlo dos sintomas alérgicos.

No que respeita aos alimentos que funcionam como "aliados", privilegiar o consumo de peixe azul, sementes de cânhamo, linhaça, kefir, leguminosas, levedura de cerveja, gérmen de trigo, cebola, alho, agrião, couve kale, gema de ovo, tomilho, algas clorella, espirulina, sementes de chia, bagas de goji, geleia real, açaí, gengibre e canela.

Por outro lado, é aconselhado evitar alimentos chamados “libertadores de histamina”, pró-inflamatórios, nomeadamente: açúcar, cacau, enchidos, fumados, enlatados/conservas, queijos curados, vinagre, citrinos, tomate, marisco, molhos com glutamato, entre outros.

Medicamentos para alívio de sintomas

Nos doentes alérgicos, sobretudo nas crianças, os medicamentos homeopáticos são uma excelente opção terapêutica, quer a nível da prevenção quer no controlo de sintomas nos períodos críticos. Também podem ser usados como complemento à medicação habitual, nomeadamente anti-histamínicos ou de outro género, uma vez que não há incompatibilidades. São seguros, eficazes e sem efeitos secundários de relevo.

  • Pulmo Histaminum 15CH: excelente medicamento que atua quer na prevenção como na fase aguda da doença; tem um efeito inibidor na libertação de histamina e de outros mediadores da cascata alérgica; pode ser tomado na forma de 5 grânulos duas vezes por dia a modo de prevenção desde a fase pré-polínica até junho; pode-se aumentar as tomas na fase mais crítica;
  • Allium cepa 9CH: indicado quando predomina um corrimento nasal claro e irritativo, espirros (estes sintomas pioram com o calor);
  • Apis mellífica 15CH: têm um efeito anti-inflamatório, alivia a sensação de “comichão” e ardor nos quadros de rinite e conjuntivite alérgica;
  • Euphrasia officinalis 9CH: conjuntivite com lacrimejo claro irritativo, olhos vermelhos com sensação de “areia” nos olhos;
  • Nux vómica 9CH: se predominar a obstrução nasal e os espirros “em salvas”.

A dosagem será de 5 grânulos por toma, com intervalos e frequência variáveis consoante a sintomatologia.

A Homeopatia para os sintomas alérgicos pode ser uma boa opção terapêutica para reequilibrar o organismo e para reduzir sua reação à exposição a esses agentes.

Torna-se fundamental fazer um diagnóstico correto e um controle adequado dos sintomas, pelo impacto tão importante na qualidade de vida dos pacientes polínicos ao longo destes meses do ano.

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Investigadores e estudante de doutoramento da Ciências ULisboa e do cE3c participam na investigação
Um estudo - colaborativo e sem precedentes -, liderado por biólogos evolucionistas da Universidade de Toronto Mississauga, no...

No âmbito do projeto GLUE foram recolhidos e analisados dados por 287 cientistas, em 160 cidades, de 26 países, tendo como espécie amostrada, em cidades e áreas rurais próximas, a planta do trevo-branco (Trifolium repens).

Os investigadores recolheram mais de 110.000 amostras de trevo e sequenciaram mais de 2.500 genomas o que gerou um enorme conjunto de dados que será estudado nos próximos anos.

A espécie escolhida é uma das poucas presentes em quase todas as cidades da Terra, sendo para este efeito uma ferramenta fundamental para entender como os ambientes urbanos influenciam a evolução.

De Toronto a Tóquio, de Melbourne a Lisboa ou Almada, o trevo-branco está a evoluir em resposta direta às mudanças ambientais que ocorrem nestes ambientes.

Segundo os autores do artigo “Global urban environmental change drives adaptation in white clover”, com esta descoberta é possível começar a desenvolver estratégias para conservar melhor as espécies raras mesmo em ambiente urbano. A investigação também pode ajudar a entender melhor como evitar que pragas e doenças indesejadas se adaptem aos ambientes humanos.

“Os investigadores reconheceram a importância deste projeto. Nunca houve um estudo de campo de evolução a esta escala, ou um estudo global de como a urbanização influencia a evolução. Teria sido impossível fazer isso sem esta grande colaboração”, comenta Marc T. J. Johnson, coordenador da investigação.

Este trabalho é um exemplo de como a ciência é inclusiva: reúne investigadores de carreira, estudantes universitários de todos os níveis e de todos os continentes habitados do mundo. Os cientistas da Faculdade e do cE3c envolvidos no GLUE representam também a diversidade que este projeto procurava. Da equipa fazem parte os professores Octávio Paulo e Cristina Branquinho; o investigador Pedro Pinho e a aluna do programa doutoral em Biodiversidade, Genética e Evolução, Filipa Grilo.

Trevo-branco produz cianeto de hidrogénio como mecanismo de defesa contra herbívoros para aumentar a sua tolerância ao stress hídrico

O projeto GLUE ilustra como as condições ambientais nas cidades tendem a ser mais semelhantes entre si do que com os habitats rurais próximos - um efeito conhecido de homogeneização da biodiversidade causada pela urbanização. O centro de Toronto é mais comparável ao centro de Lisboa em muitos aspetos do que às terras agrícolas e florestais circundantes.

Os investigadores observaram a adaptação do trevo-branco à urbanização de forma global, e identificaram a base genética dessa adaptação e os fatores ambientais associados.

O trevo-branco produz cianeto de hidrogénio como mecanismo de defesa contra herbívoros para aumentar a sua tolerância ao stress hídrico; e adapta-se de maneira diferente, consoante a sua localização ocorre nas cidades ou nas zonas rurais.

O trevo que cresce nas cidades normalmente produz menos composto, do que o trevo que cresce nas áreas rurais vizinhas. Essa descoberta foi comprovada para as cidades amostradas em diferentes climas, e as implicações vão muito para além desta espécie.

Espaço de referência em Nefrologia na zona Centro
A DaVita Portugal vai realizar uma cerimónia de comemoração dos 40 anos da Eurodial - Centro De Nefrologia e Diálise de Leiria ...

“Apesar da clínica de Leiria fazer parte do Grupo DaVita apenas desde 2013, a verdade é que este espaço de referência nefrológico na zona Centro conta já com uma história de 40 anos, enquanto Eurodial. Não podemos deixar passar esta data em branco e aproveitamos o facto para festejar e para estarmos juntos presencialmente, algo que, por conta da pandemia, já não fazíamos há algum tempo”, afirma Paulo Dinis, diretor-geral da DaVita Portugal.

Equipada com tecnologia inovadora, a clínica de Leiria conta com 54 postos de tratamento e capacidade para dar assistência a um total de 324 doentes por semana.

A doença renal crónica é provocada pela deterioração lenta e irreversível da função renal. Como consequência, existe retenção no sangue de substâncias que normalmente seriam excretadas pelo rim, resultando na acumulação de produtos metabólicos tóxicos no sangue (azotemia ou uremia). Nas fases mais avançadas as pessoas com esta doença necessitam de realizar regularmente um tratamento de substituição da função renal que poderá ser a hemodiálise, a diálise peritoneal ou o transplante renal.

 

Menor risco de internamento e morte
A farmacêutica norte-americana Moderna solicitou à Food and Drug Administration (FDA), o órgão regulador dos EUA, que...

O pedido da Moderna é mais amplo do que o feito, na passada terça-feira, pela farmacêutica norte-americana Pfizer e pelo seu parceiro alemão BioNTech, que pediu à FDA que aprovasse uma segunda dose de reforço da vacina, mas apenas para adultos com 65 anos ou mais.

Em comunicado, a Moderna explicou que a sua petição abrange todos os adultos por acreditar que as autoridades de saúde dos EUA, como o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), devem ter "flexibilidade" para decidir com os médicos de família quem deve obter uma segunda dose de reforço.

A FDA autorizou a primeira dose de reforço das vacinas Moderna e Pfizer/BioNTech em novembro passado, concluindo que a eficácia das duas primeiras doses é reduzida ao longo do tempo e que é necessário autorizar uma injeção de reforço para minimizar internamentos e mortes.

A Moderna e a Pfizer/BioNTech argumentam agora que uma segunda dose de reforço permitiria que a imunidade ao vírus fosse novamente melhorada.

Nas suas petições à FDA, ambas as empresas aludiram aos dados recolhidos em Israel, que foram pioneiros na distribuição da segunda dose de reforço.

 

Nos EUA
A Pfizer e a BioNTech anunciaram terça-feira que pediram à Food and Drug Administration (FDA) que autorizasse uma dose...

O pedido baseia-se em dados de Israel analisados quando a variante Ómicron circulava amplamente, afirmaram as empresas em comunicado.

Estes dados mostram, de acordo com a Pfizer e a BioNTech, que "uma dose adicional de da vacina do RNA mensageiro aumenta a imunogenicidade" (a capacidade de provocar uma resposta imune) "e reduz as taxas de infeções confirmadas e doenças graves".

Por conseguinte, as empresas solicitaram uma autorização de utilização de emergência junto da FDA.

 

Protocolo estratégico na área da Biotecnologia
A Amyris, empresa americana na área da biotecnologia, é o membro mais recente do Clube de Empresas do MBA Executivo da Católica...

 “A entrada da Amyris no Clube de Empresas do MBA Executivo reforça a estratégia de internacionalização da escola, oferecendo uma importante oportunidade de exposição dos nossos alunos à realidade internacional desta empresa e desta indústria,” salienta Rui Sousa, diretor da Católica Porto Business School, acrescentando “esperamos agora que a Amyris nos desafie e desafie os nossos alunos do MBA com case studies e diferentes iniciativas multidisciplinares.” 

John Melo, CEO da Amyris, reforça a aliança, afirmando que este protocolo “é uma oportunidade importante de interligação com a academia e de criação de sinergias. A Amyris está ansiosa por desafiar os estudantes do MBA Executivo e por conhecer as suas respostas a esses desafios.”  

O Clube de Empresas do MBA Executivo da CPBS é composto no total por 22 empresas que se disponibilizam para acolher projetos de investigação, visitas de estudo, seminários, iniciativas para o desenvolvimento de casos de estudo, apresentação de projetos ou problemas para trabalhos a desenvolver pelos alunos, assim como a participação em seminários e em dinâmicas com os alunos do MBA Executivo, através dos seus CEOs/Diretores de empresas. As iniciativas ao abrigo deste protocolo são várias, colocando as empresas e a universidade em contacto estreito, ao mesmo tempo que se estabelecem importantes contributos para o desenvolvimento da missão de ambas as entidades.  

Isabel Braga da Cruz, presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, destacou que “este protocolo reforça a ligação da Católica e da Amyris, uma ligação já muito profícua nas áreas da Biotecnologia e que agora se estende à nossa Business School. É um enorme orgulho promover estas sinergias que nos desafiam a aumentar os nossos padrões de internacionalização e ligação às empresas.” 

A ligação da Amyris com a Universidade Católica Portuguesa estreita-se, desta forma, com a afirmação de mais uma parceria. De recordar que o projeto Alchemy, projeto que visa a promoção da transferência de tecnologia e que tem como objetivo traduzir-se num crescimento de competitividade das empresas na área da bioeconomia, resulta de uma parceria estratégica entre a instituição e a Amyris. De salientar ainda que este projeto de investigação se materializa num centro de competências de excelência em biotecnologia, promovendo Portugal na linha da frente nas áreas da bioeconomia e economia circular. 

 

Opinião
Celebra-se hoje, dia 18 de março, o dia mundial do sono sob o tema “sono de qualidade, mente sã, mun

Infelizmente, a maioria das pessoas ainda não vê o sono como um dos pilares essenciais para um estilo de vida saudável, como a alimentação e o exercício.

Neste sentido, no dia mundial do sono, é importante relembrar que manter horários regulares de sono, de encontro às necessidades individuais de cada um

(uma média de oito horas no adulto), garantindo um ambiente adequado para o sono no quarto (calmo, escuro, silencioso), mas também com boas rotinas de sono nas horas que antecedem a noite (como evitar dispositivos eletrónicos) são medidas essenciais a uma boa higiene de sono.

Existem também alguns sinais de que o sono não é de qualidade e que devem levar a pessoa a procurar ajuda médica:

  • Dizem-me que ressono muito ou que paro de respirar durante a noite
  • Tenho dificuldade em adormecer ou em manter o sono ou acordo muitas vezes durante a noite
  • Acordo cansado e ando sonolento durante o dia
  • Tenho dificuldades em concentrar-me durante o dia
  • Não estou satisfeito com a qualidade do meu sono, sinto que não é reparador

Dormir mal pode significar que temos uma insónia e não conseguimos iniciar ou manter o sono. Mas pode também querer dizer que temos um distúrbio respiratório do sono que nos perturba a qualidade do sono, com impacto no nosso dia-a-dia. Este é o caso da apneia do sono, que consiste em vários episódios repetitivos de colapso da via aérea superior com graves consequências para a saúde, sendo mais frequente em homens ou mulheres após a menopausa e pessoas com excesso de peso. Entre os principais riscos da apneia do sono destacam-se a sonolência excessiva em atividades mais monótonas (e, em casos mais graves, na condução ou no trabalho), o risco de enfarte agudo do miocárdio ou de acidente vascular cerebral. Mas pode também ser a causa de uma hipertensão arterial, diabetes ou arritmia não completamente controlada.

Por fim, é fundamental que neste dia mundial do sono nos lembremos da importância do sono para nos sentirmos bem, na forma como nos vemos e como nos relacionamos com os outros.

Os distúrbios do sono afetam gravemente a saúde mental em pessoas com doenças prevalentes como a depressão ou a ansiedade. Diagnosticar e tratar a apneia do sono pode melhorar o humor e os sintomas depressivos.

Portanto, no Dia Mundial do Sono lembre-se de pensar o seu sono e procurar ajuda!

 

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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
No âmbito da campanha realizada no Dia Internacional da Criança com Cancro
A Fundação Juegaterapia entregou ontem os primeiros 100 Baby Pelones às crianças hospitalizadas no serviço de pediatria do IPO...

A cerimónia de entrega dos primeiros 100 Baby Pelones teve lugar ontem no IPO Lisboa, contou com a presença da Dra. Filomena Pereira, Diretora de Serviço de Pediatria do IPO Lisboa, bem como de Ana Príncipe, Embaixadora da Fundação Juegaterapia em Portugal, de Patrícia Vicente, Diretora de Expansão da instituição, e representantes dos diversos distribuidores que participaram na iniciativa: El Corte Inglés, Toys R Us, Gocco, Farmácia Internacional e Envialia. Vera Fernandes, locutora de rádio e uma das caras que apoiou esta campanha, marcou também presença na iniciativa.

Para Filomena Pereira, a Diretora do Serviço de Pediatria do IPO Lisboa: “a brincadeira é o mais importante para as crianças pois é neste processo que reciclamos as emoções e a necessidade de conhecer e reinventar o mundo, a nós mesmos e a nossa relação com ele. A Fundação Juegaterapia, durante estes anos, tem levado sorrisos a muitas crianças e isto é o mais importante, vermos os mais pequenos felizes.”

“Na Fundação Juegaterapia, estamos muito satisfeitos com o resultado desta bela campanha que lançámos por ocasião do Dia Internacional da Criança com Cancro, a 15 de fevereiro. Uma campanha que superou todas as nossas expectativas graças ao envolvimento dos distribuidores e Envialia e graças, especialmente, à generosidade do povo português, inclusive dos Açores. Hoje fazemos esta primeira entrega em conjunto, mas não vamos parar aqui. Há ainda muitos mais Baby Pelones para serem entregues e o nosso sonho é que todas as crianças que sofrem de cancro possam ter o seu Baby Pelón e que, como temos vindo a dizer há anos, "a quimio a brincar passa a voar”, refere Ana Príncipe, Embaixadora da Fundação Juegaterapia em Portugal.

"A Envialia colabora com esta instituição há 11 anos, enviando consolas e jogos de vídeo para crianças em hospitais. E agora damos mais um passo, fazendo a nossa parte nesta iniciativa em Portugal, que irá beneficiar muito mais crianças. Estamos muito orgulhosos de fazer parte deste incrível trabalho", afirma Víctor Álvarez, gestor de área da Envialia para Portugal.

A Fundação Juegaterapia é uma instituição solidária que apoia crianças em tratamento oncológico, dotando-as de ferramentas que promovam a brincadeira e as façam por momentos esquecer a sua doença. Com esta iniciativa, pretendemos que estes 100 Baby Pelones transmitam a sua alegria às crianças hospitalizadas e que a quimio a brincar passe a voar.

Como homenagem a todas as crianças, a Fundação Juegaterapia criou os Baby Pelones uma coleção de 22 bonecos bebés que se tornaram o símbolo do apoio da instituição às crianças com doenças oncológicas. Os Baby Pelones são inspirados nas crianças que lutam contra o cancro e todos os bonecos têm um lenço na cabeça, em sua homenagem. Estes simpáticos bonecos custam 14,95€ e podem ser comprados em Portugal, no El Corte Inglés, Toys”R”Us, Gocco e também online na Amazon, Women`s Secret e Juguetilandia e na loja online da Fundação em www.juegaterapia.org/tienda. Para mais informações, visite os respetivos pontos de venda e as redes sociais da Fundação Juegaterapia em Portugal.

 

Covid-19
A funcionar de segunda a sábado, das 09:00 às 20:00 e sem marcação, o centro de testagem rápida e gratuita à COVID 19, com...

Atentos à evolução da pandemia e á possibilidade de Portugal vir a registar uma sexta vaga de infeções Biojam Holding Group considera ser importante estender a parceria que já mantinha com o Boavista FC e, através da OPFC - Clínica Médica do Porto, manter realização dos testes a toda a população até que a pandemia o justifique.

Para Carlos Monteiro, CEO da Biojam, “há dados que apontam para uma possível nova vaga, pelo que acreditamos que é importante manter a monitorização e continuar a reforçar a ideia de que, apesar do levantamento de restrições - como seja o fim da exigência de teste negativo para acesso a grandes eventos, recintos desportivos - é necessário tomar cuidados individuais, nomeadamente quando o Indicador de Avaliação da Pandemia aponta para a subida do nível de alerta e descida da protecção imunitária”.

Este domingo, dia de Boavista FC – Porto, o centro de testagem abre portas em horário alargado, até às 21:00.

 

 

 

Distúrbios do sono aumentam a sensibilização central em doentes com dor
O sono é uma componente essencial para a saúde. Em pessoas que apresentam dor crónica, por exemplo lombalgia, são comuns as...

Filipe Palavra, médico neurologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Neurologia, afirma que “entre 55% a 88% dos doentes com dor crónica apresentam perturbações do sono e mais de 40% dos doentes com perturbações do sono reportam dor crónica.” Neste contexto, recorda que “é fundamental que a abordagem à dor crónica tenha também em conta aspetos relacionados com o padrão de sono para que o tratamento e acompanhamento do doente seja o mais adequado e efetivo possível”.

Na prática clínica, as perturbações do sono devido à dor podem ser indicativas da gravidade e do impacto a nível funcional desta patologia, existindo também evidência significativa de que esta seja uma relação bidirecional e recíproca. Os distúrbios do sono aumentam a sensibilização central em doentes com dor e podem também ser um fator preditivo da própria dor.

O sono é caracterizado por um estado de consciência alterado com ciclos específicos de atividade de ondas cerebrais. Durante o sono ocorre uma libertação coordenada de substâncias neurotransmissoras e de hormonas, que regulam o crescimento, o desenvolvimento, a imunidade e as funções metabólicas.1 As perturbações do sono, como a privação do mesmo, estão associadas a muitas comorbilidades, a custos sociais e a custos de saúde (diretos e indiretos)1, e devem ser avaliadas como um sintoma clinicamente importante no contexto da dor crónica.

 

 

Recomendações
O intestino é conhecido como o "segundo cérebro" do corpo humano, já que o seu funcionamen

As mulheres são as que mais sentem os efeitos de um intestino irritado, e Cabral explica que o mau desempenho do órgão pode prejudicar, inclusive, a vida sexual feminina. "Quando a mulher não lida bem com a questão intestinal, ela tem maior stress, tensão, obstipação, flatulência, inchaço, dor de cabeça, e isso repercute no mau humor, na concentração e na sexualidade", pontua a profissional.

Para auxiliar na formação de uma microbiota intestinal de qualidade, a nutricionista explica que é essencial incorporar alimentos saudáveis e ricos em fibras, como aveia, psyllium e farinha de maracujá. Monik indica também o consumo de quinoa, linhaça, grão de bico, abacate, banana verde e nozes.

A especialista pontua que o bom funcionamento do intestino depende de três pilares: boa ingestão hídrica, atividade física regular e, claro, alimentação equilibrada. "Um padrão alimentar rico em vegetais garante que seu organismo receba um bom aporte de fibras e compostos bioativos importantes para a microbiota", afirma.

Confira, abaixo, quatro hábitos para te ajudar a manter o seu intestino saudável, de acordo com a nutricionista Monik Cabral:

  1. Beba muita água! de acordo com a profissional, é indicado o consumo de, no mínimo, 35ml vezes o seu peso corporal (kg). "Isso vai ajudar na motilidade intestinal. E quando isso não é adequado, ocorre alteração na consistência das fezes, favorecendo que elas fiquem mais duras e ressecadas", explica.
  2. Mude a posição para evacuar: Monik afirma que a posição correta para fazer cocô é sentar no vaso sanitário com os joelhos elevados, acima da linha do quadril. Ficar nessa posição permite o relaxamento do músculo puborretal e a liberação do intestino, facilitando a saída das fezes.
  3. Cuide da sua saúde física e mental: faça exercícios físicos regularmente, prezando por aqueles que você goste mais, e maneje o seu stress. Atividades como yoga e meditação são ótimas.
  4. Retire os industrializados da sua alimentação: a nutricionista ressalta que alimentos embalados, processados, excesso de álcool e/ou de medicamentos são irritantes e inflamatórios para a mucosa intestinal. Portanto, evite consumi-los diariamente. 

 

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