Iniciativa do Gabinete de Relações Nacionais e Internacionais (GRNI) e da Associação de Estudantes (AE) da ESEnfC
Foram 26 estudantes da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) que, durante este ano letivo, disseram “sim” à tarefa...

Atribuídos no presente mês de maio, os certificados “ESEnfC Buddy” resultam de um projeto homónimo, iniciativa conjunta do Gabinete de Relações Nacionais e Internacionais (GRNI) e da Associação de Estudantes (AE) da ESEnfC, que pretende facilitar a adaptação dos alunos incoming, auxiliando-os a ultrapassarem todas as dificuldades sentidas, não apenas aquando da chegada, mas também durante a permanência em Coimbra.

De acordo com o professor da ESEnfC, Fenando Amaral, coordenador do GRNI, «o projeto “ESEnfC Buddy” é vantajoso, quer para os estudantes locais, já que lhes permite o desenvolvimento de competência de comunicação noutro idioma, permite o conhecimento de outras realidades e outras formas de ver o mundo, quer para os estudantes estrangeiros, porque lhes permite uma melhor integração na escola e na cidade e facilita a socialização».

«O projeto "ESEnfC Buddy" é uma das iniciativas de que mais temos orgulho, um projeto onde se celebra a diversidade, a partilha, a amizade e todas as oportunidades que advêm dos programas de mobilidade», afirma, por seu turno, a presidente da AE da ESEnfC, Beatriz Pinto, para quem esta é «uma experiência única, não só para os estudantes incoming, como também para todos os estudantes da nossa escola que se propõem participar neste projeto como "buddys", aceitando assim o desafio de transmitir a magia que se vive nesta cidade».

A dirigente associativa refere que, como «o projeto "ESEnfC Buddys" tem caráter voluntário, a sua certificação pretende reconhecer a disponibilidade dos estudantes a contribuir para o cumprimento dos objetivos» que lhe estão inerentes, servindo, também por isso, de complemento ao diploma.

No âmbito das ações que visam a integração e o bem-estar dos estudantes provenientes de outras nacionalidades, a AE e o GRNI também organizam um conjunto de atividades lúdico-turísticas, para proporcionar «um melhor conhecimento da região»

 

Técnica inovadora de biodescontaminação com nova formulação sólida de peróxido de hidrogénio
A Delox, a spin-off do Tec Labs – Centro de Inovação da Ciências ULisboa, acaba de anunciar a angariação de 750 mil euros de...

Esta ronda de financiamento foi liderada pela Kiilto Ventures, juntamente com a Caixa Capital, a Bionova Capital e um investidor privado. Atualmente, o total de capital angariado pela Delox é mais de 1,3 milhões de euros.

O novo sistema de biodescontaminação, capaz de eliminar 99,999% de todos os microrganismos das superfícies de equipamentos de laboratório e espaços de trabalho, incluindo bactérias e vírus como o SARS-CoV-2, parte de uma nova formulação sólida de peróxido de hidrogénio (dryVHP) patenteada, que serve de base ao desenvolvimento de novos dispositivos de biodescontaminação eficientes, compactos e de baixo custo, em contexto de laboratório.

A Delox já realizou diversos estudos-piloto nos EUA e na Europa, que confirmam a eficácia e ajustamento do produto às necessidades do mercado.

A produção, certificação e comercialização do dispositivo de biodescontaminação para equipamento de laboratório é um objetivo estabelecido pela Delox para o último trimestre de 2022.

Ville Solja, CBDO na Kiilto Ventures, considera a Delox uma grande adição à carteira de investimentos, sustentada pela ciência e com uma tecnologia patenteada e testada. “A Delox tem um grande mercado e potencial de desenvolvimento num futuro próximo. Estamos ansiosos por trabalhar com a equipa da Delox para a entrada no mercado global com uma tecnologia capaz de alterar o atual paradigma", diz.

Ricardo Perdigão Henriques, CEO da Bionova Capital, comenta que desde 2018 a Delox tem realizado importantes desenvolvimentos para lançar no mercado a sua inovadora tecnologia antimicrobiana. “Temos trabalhado de perto com a equipa da Delox desde o primeiro dia e estamos felizes por continuar a apoiar a empresa ao longo da sua trajetória", afirma.

Walter Palma, diretor de investimento da Caixa Capital, acredita que a Delox irá liderar a próxima geração de dispositivos de biodescontaminação flexíveis, compactos e seguros, razão pela qual a Caixa Capital continua a investir no projeto.

Para Fadhil Musa “esta nova ronda de capital irá permitir certificar os produtos, enquanto são desenvolvidos outros que satisfazem os requisitos de outros clientes adicionais, por exemplo, em hospitais e empresas farmacêuticas”.

O apoio contínuo das atuais partes interessadas, juntamente com novos investidores que trazem um conhecimento secular sobre higiene profissional representa para Fernando Antunes uma forte validação do potencial empresarial da Delox.

A tecnologia revolucionária da spin-off da Faculdade recebeu vários prémios nacionais e internacionais, o último dos quais em 2020, o Prémio Born from Knowledge, atribuído pela Agência Nacional de Inovação, por ser um projeto que emerge a partir de conhecimentos científicos disruptivos. O seu conjunto de invenções permite ainda o desenvolvimento de uma nova geração de sistemas de biodescontaminação com aplicação nas áreas da saúde, farmacêutica, indústria, biodefesa e espaço.

Conselhos
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, prevê um aumento gradual de temperatura entre os dias 19 e 22 de maio, podendo as...

Crianças, idosos, doentes crónicos e grávidas estão entre aqueles que merecem cuidados redobrados com o aumento das temperaturas previstas já a partir de hoje. Assim, a DGS aconselha a:

  1. Procurar ambientes frescos e arejados ou climatizados;
  2. Aumentar a ingestão de água ou de sumos de fruta natural sem açúcar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  3. Evitar a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11 e as 17 horas. Utilizar protetor solar com fator igual ou superior a 30 e renovar a sua aplicação de 2 em 2 horas e após os banhos na praia ou piscina;
  4. Utilizar roupa solta, opaca e que cubra a maior parte do corpo, chapéu de abas largas e óculos de sol com proteção ultravioleta;
  5. Evitar atividades que exijam grandes esforços físicos, nomeadamente desportivas e de lazer no exterior;
  6. Escolher as horas de menor calor para viajar de carro. Não permanecer dentro de viaturas estacionadas e expostas ao sol;
  7. Dar atenção especial a grupos mais vulneráveis ao calor, tais como crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas, pessoas com mobilidade reduzida, trabalhadores com atividade no exterior, praticantes de atividade física e pessoas isoladas;
  8. Os doentes crónicos ou sujeitos a medicação e/ou dietas especificas devem seguir as recomendações do médico assistente ou do centro de contacto SNS 24: 808 24 24 24;
  9. Assegurar que as crianças consomem frequentemente água ou sumos de fruta natural e que permanecem em ambiente fresco e arejado. As crianças com menos de 6 meses não devem estar sujeitas a exposição solar, direta ou indireta;
  10. Contactar e acompanhar os idosos e outras pessoas que vivam isoladas. Assegurar a sua correta hidratação e permanência em ambiente fresco e arejado;
  11. Ter cuidados especiais, nomeadamente: moderar a atividade física, evitar a exposição direta ou indireta ao sol e garantir ingestão frequente de líquidos.

Para se proteger dos efeitos negativos do calor intenso, a Direção-Geral da Saúde recomenda a que se mantenha “informado, hidratado e fresco”.

 

Dados
O Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde recebeu, no primeiro trimestre do ano, 48 pedidos de...

Segundo o Infarmed, em 2021 foram recebidos 175 (187 em 2020) pedidos para autorização de ensaios clínicos e autorizados 144 (155 em 2020).

Tal como em anos anteriores, mais de metade dos ensaios autorizados este ano foram na área da oncologia (22), seguindo-se os destinados aos sistemas nervoso central e o gastrointestinal e metabólico (cinco cada). Em 2021, as áreas prioritárias foram idênticas, com a oncologia a liderar os pedidos (73), seguida do sistema nervoso central (26) e o gastrointestinal e metabólico (22).

Os dados revelam que a maioria dos pedidos são provenientes da indústria farmacêutica (44 no primeiro trimestre do ano e 167 em todo o ano passado), sendo os restantes académicos (quatro nos três primeiros meses do ano, metade dos oito recebidos no ano passado).

Em janeiro deste ano entrou em vigor um novo regulamento europeu de ensaios clínicos, para retirar burocracia e tempo ao processo, fazendo com que o promotor que quer desenvolver o ensaio submeta o pedido uma única vez (em vez de ser país a país, como antigamente), através de uma plataforma informática. O objetivo do novo regulamento é harmonizar os processos de apresentação, avaliação e supervisão de ensaios clínicos na União Europeia.

 

 

Investigação
Chamam-se emplastros biopoliméricos. O nome parece complicado, mas a função é simples e revolucionária para quem sofreu um...

Produzidos a partir de dois materiais proteicos, gelatina e nanofibrilas de lisozima (uma proteína presente, por exemplo, nos ovos das galinhas), estes emplastros biopoliméricos foram desenvolvidos através da electrofiação, uma técnica que permite a produção de fibras. Através deste procedimento, a equipa de investigadores da UA conseguiu obter fibras extremamente longas e finas constituídas por gelatina e nanofibrilas de proteína que se depositam umas sobre as outras, formando um emplastro fibroso.

Um pouco por todo o mundo, já tinham sido anteriormente produzidos emplastros fibrosos de gelatina, mas as suas propriedades e funcionalidades estavam aquém do que é necessário para ajudarem na regeneração de tecidos de miocárdio de um coração que sofreu um enfarte. A adição destas nanofibrilas proteicas constitui uma estratégia inovadora que permitiu a melhoria de várias propriedades e funcionalidades do emplastro como o desempenho mecânico, a atividade antioxidante e a sua biorressorbabilidade.

“A adição das nanofibrilas de lisozima resultou num aumento do desempenho mecânico dos emplastros, um fator importante tendo em conta o local onde irá ser implantado o emplastro, o coração”, explica Tiago Carvalho, aluno de doutoramento do CICECO-Instituto de Materiais de Aveiro, uma das unidades de investigação da UA.

O estudo publicado na revista Advanced Functional Materials, aponta outras vantagens aos recém-desenvolvidos emplastros: especificamente, um aumento considerável da atividade antioxidante, também extremamente importante, pois um

tecido danificado, como o miocárdio após um enfarte, contém compostos que danificam ainda mais este tecido através de reações de oxidação, e também uma diminuição do tempo de degradação do emplastro de 45 para 30 dias. A propósito desta última propriedade, Tiago Carvalho explica que “é importante que um material implantado se degrade progressivamente, de modo que novas células possam crescer e multiplicar-se nesse local, dando origem a um novo tecido [um fenómeno denominado de biorressorbabilidade]”.

“Estas melhorias foram alcançadas sem afetar a morfologia inicial, a estabilidade térmica, a biocompatibilidade e a capacidade dos emplastos de incorporarem e libertarem um fármaco”, congratula-se Tiago Carvalho que, a par das investigadoras Carla Vilela e Carmen Freire, investigadoras do CICECO e do Departamento de Química da UA, assinam o estudo que contou também com a participação de cientistas da Universidade de Helsínquia.

Este trabalho representa um primeiro passo para ajudar à recuperação de quem sofreu um enfarte do miocárdio e que tem atualmente como únicas soluções terapias paliativas ou o transplante de coração, uma operação sempre rodeada de risco, mas que é, de facto, a única forma eficaz de tratamento hoje existente.

No âmbito deste estudo foram realizados em Helsínquia alguns ensaios biológicos in vitro com estes emplastros biopoliméricos. “O próximo passo será complementar estes resultados com testes in vivo, utilizando modelos animais. Deste modo, ainda faltam alguns anos de investigação até se poder implantar um biomaterial deste género em humanos”, antevê o aluno de doutoramento do CICECO.

Esta investigação faz parte do projeto de doutoramento de Tiago Carvalho centrado na utilização de fibras proteicas para o desenvolvimento de materiais com o fim de regenerar o miocárdio. O projeto é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Quando comparados a doentes sem fístulas
Estudo internacional mostra que pessoas com Doença de Crohn e fístulas perianais têm um impacto negativo mais significativo na...

A Takeda, em colaboração com a Federação Europeia das Associações de Crohn e Colite Ulcerativa ("EFCCA") e com a Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino (APDI), anuncia os resultados de uma das maiores análises de questionários a doentes, e que teve como objetivo avaliar o real impacto das fístulas perianais na qualidade de vida de pessoas com Doença de Crohn (DC), em comparação com o impacto da DC sem fístulas perianais. 

 O estudo demonstra que as pessoas com DC e fístulas perianais reportam um maior impacto na sua qualidade de vida e um aumento de alguns sintomas, tais como dor anal ou corrimento perianal, quando comparados com pessoas com DC sem fístulas perianais. pessoas com DC e fístulas perianais também reportaram sentirem-se menos higiénicos, mais desconfortáveis e com sentimento de culpa sobre a sua condição em relação a familiares e amigos, do que pessoas com DC sem fístulas perianais.

As fístulas perianais são uma complicação grave e incapacitante da DC7, uma doença inflamatória crónica que afeta principalmente o trato intestinal e que está associada a uma diminuição da qualidade de vida dos doentes. Em pessoas adultas com DC, a incidência cumulativa de fístulas perianais estima-se que seja 15%, 21-23% e 26-28% após cinco, 10 e 20 anos, respetivamente. No entanto, foram conduzidos poucos estudos para avaliar a perspetiva das pessoas que vivem com esta condição.

 Para perceber o impacto desta condição em muitos aspetos da vida, o questionário realizado explorou tópicos em diversas áreas. Os resultados mostram um impacto significativo na vida profissional e social, assim como as fístulas perianais tiveram um impacto ainda mais negativo na capacidade das pessoas com DC praticarem desporto, trabalharem, terem relações pessoais e vida sexual. 37,4% das pessoas com DC e fístulas perianais afirmaram que não conseguiam praticar desporto, comparado com 25,7% de pessoas com DC sem fístulas perianais. Quando questionados sobre a atividade sexual, 26,4% das pessoas com DC e fístulas perianais evitaram ter relações sexuais, 6,9% terminaram relacionamentos e 5,5% evitaram novas relações devido à sua condição. Perto do dobro do número de pessoas com DC e fístulas perianais quando comparado com pessoas com DC sem fístulas perianais (14,3% vs 8%) admitiram ter mudado de profissão devido à sua condição. Adicionalmente, o estudo revelou que pessoas com DC e fístulas perianais têm mais dificuldades em falar sobre a sua condição com outros, o que provoca um impacto negativo nos seus relacionamentos.

“Estamos orgulhosos por termos realizado este estudo para avaliar o impacto das fístulas perianais na qualidade de vida na perspetiva única dos doentes”, afirma Luisa Avedano, CEO da EFCCA. “Os resultados reforçam o que há muito suspeitávamos: que as fístulas perianais afetam muito significativamente a vida das pessoas com a doença de Crohn. Os resultados vão-nos ajudar a trabalhar para capacitar as pessoas com doença de Crohn e que vivem com fístulas perianais, o que contribuirá para a melhoria da qualidade de vida.”.

Ana Sampaio, Presidente da APDI, reforça a importância dos resultados do estudo e refere "As pessoas que vivem com Crohn Fistulizante sofrem um grande impacto na sua qualidade de vida. Para abordar o tema lançamos no canal APDI do Youtube duas entrevistas. Uma entrevista com Paula Ministro, Presidente de GEDII e gastrenterologista, e outra com Luis Melo, que vive com esta realidade e é um exemplo de como dar a volta à DII".

De acordo com Paula Ministro, Presidente do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII), “O impacto das doenças crónicas na qualidade de vida dos seus portadores é um aspeto premente ao qual nem sempre foi dada a devida atenção. O estudo acima citado apresenta dados concretos sobre o impacto negativo que a localização perianal tem na qualidade de vida dos doentes com Doença de Crohn (DC). A população estudada foi abrangente, proveniente de vários continentes, ressalvando a participação Portuguesa com 93 doentes. O Grupo de Estudos de Doenças Inflamatórias do Intestino (GEDII) congratula os autores e as associações de doentes, EFCA e APDI, pela colaboração na realização do estudo. A localização peri anal afeta até ¼ dos doentes com DC, é considerada um fator associado a uma evolução menos favorável da doença e afeta negativamente a qualidade de vida dos seus portadores com impacto no domínio pessoal, profissional e social. O resultado do estudo alerta para a necessidade de diagnóstico, tratamento e seguimento adequado destes doentes. A terapêutica da DC de localização perianal é complexa, exige interação médico-cirúrgica especializada e conhecimento aprofundado das alternativas terapêuticas.  Os objetivos da terapêutica visam evitar as complicações, o dano irreversível de estruturas nobres como o esfíncter anal, o qual é responsável pela continência de fezes e gases, bem como melhorar a qualidade de vida dos doentes.”

Webinar
Estão abertas as inscrições para o Webinar da Qualidade do CHUCB, uma iniciativa promovida pelo Serviço de Gestão da Qualidade,...

Com base no atual Plano Nacional para a Segurança dos Doentes (PNSD 2021-2026), que tem como principal propósito consolidar e promover a segurança e a qualidade da prestação de cuidados de saúde, em todo o sistema da saúde Português, esta reunião propõe uma análise plural e prospetiva dos cinco pilares que o estruturam, reconhecendo, por um lado, o foco nos doentes e seus familiares e, por outro lado, a importância de um empenho organizado e coeso, entre os gestores, líderes intermédios e profissionais de saúde, consolidado numa estratégia de melhoria contínua e não punitiva.

Desta forma, o Webinar da Qualidade do CHUCB pretende criar uma oportunidade para a comunidade científica e hospitalar partilhar as suas práticas laborais e refletir sobre as medidas e possíveis estratégias a aplicar para alcançar os objetivos, que compõem cada um dos 5 pilares do PNSD e que dizem respeito à Cultura de segurança (pilar 1), à Liderança e governança (pilar 2), à comunicação (pilar 3), à Prevenção e gestão de incidentes de segurança do doente (pilar 4) e às Práticas seguras em ambientes seguros (pilar 5).

 

Mediante inscrição
No dia 26 de maio, entre as 17h00 e as 19h30, a Academia Mamãs Sem Dúvidas vai realizar, pela primeira vez, um curso intensivo...

A sessão será conduzida pela Enfermeira Telma Cabral, especialista em saúde materna e obstetrícia e fundadora da Academia Telma Cabral, sendo dividida em duas partes, preparação para o parto e preparação do pós-parto, onde vão ser abordados tópicos específicos como o plano de parto, os sinais de trabalho de parto e formas de aliviar a dor, as vantagens de criopreservar as células estaminais do cordão umbilical, os primeiros 15 dias do bebé e os desafios da amamentação.

A inscrição no evento é obrigatória e habilita as participantes a receber um cabaz de produtos no valor de 500€, que inclui: uma mala de maternidade Bioderma, uma almofada 10 em 1 Nuvita, uma bomba manual Nuvita, oferta de uma ecografia Emocional 3D/4D da BebéVida e oferta de abertura de processo na adesão à criopreservação das Células Estaminais da BebéVida.  A vencedora será anunciada no dia 27 de maio, na página de Instagram da Mamãs Sem Dúvidas.

Para saber mais sobre a Academia Mamãs Sem Dúvidas, conteúdos informativos ou eventos consulte o website mamassemduvidas.pt .

 

 

Doença de Crohn e a Colite Ulcerosa
As Doenças Inflamatórias do Intestino (DII) são doenças crónicas, autoimunes, do tubo digestivo e in

As principais doenças inflamatórias do intestino são a Doença de Crohn e a Colite Ulcerosa. “Ambas são doenças crónicas que causam inflamação recidivante do tubo digestivo, que frequentemente evolui por cursos de agudização (crises) e remissão”, começa por explicar a especialista da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia.

A Doença de Crohn

A Doença de Crohn localiza-se frequentemente na parte terminal do intestino delgado e pode atingir todos os segmentos do tubo digestivo (desde a boca até ao ânus). A inflamação pode estender-se a todas as camadas da parede digestiva, com formação de úlceras. Além disso, “é tipicamente descontínua e assimétrica, havendo zonas de intestino saudável intercaladas com zonas de intestino inflamado”

A Colite Ulcerosa

A colite ulcerosa tipicamente afeta apenas o intestino grosso. “A inflamação inicia-se no reto distal e estende-se de forma contínua no intestino grosso”, afetando apenas a camada mais interna da parede (mucosa).

Como se manifesta a DII?

Frequentemente estes doentes têm queixas crónicas de dor abdominal e diarreia”, descreve Marília Cravo.

No entanto, e consoante a gravidade da doença, os doentes podem ainda apresentar outras queixas, nomeadamente extraintestinais, tais como:

  • Febre;
  • Perda de peso;
  • Artrites;
  • Dores articulares
  • Lesões da pele;
  • Manifestações oculares;
  • Hepatite;
  • Alterações biliares;
  • Anemia.

Quais as causas da DII e/ou fatores de risco associados?

Não se conhece exatamente a origem das DII, mas pensa-se que resulta de uma complexa interação entre fatores genéticos, ambientais, do sistema imunitário e da flora intestinal que leva ao desenvolvimento de inflamação crónica no intestino.

No entanto, de acordo com a especialista da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, ter história familiar de Doença Inflamatória do Intestino, sobretudo num familiar de primeiro grau, é o principal fator de risco para desenvolver a patologia. Assim como “a presença de outras doenças de foro imune, como a artrite reumatoide ou psoríase”.  

O tabagismo e a exposição a antibióticos, adianta, foram identificados como importantes fatores de risco para a Doença de Crohn.

Quem pode sofrer da doença?

Doenças Inflamatórias do Intestino (DII) podem atingir qualquer pessoa de qualquer género e idade.

No entanto, é tipicamente diagnosticada entre os 15-35/40 anos de idade ou entre os 55-65 anos de vida.

Como se diagnostica a DII?

O diagnóstico de DII, explica Marília Cravo, “é feito com base em elementos de ordem clínica, laboratorial e com base no aspeto da inflamação na endoscopia e nas biopsias recolhidas durante a endoscopia”. Por outro lado, a informação obtida em métodos de imagem (TAC, ressonância) “pode ser útil e complementar para estabelecer o diagnóstico”, salienta.

Como se trata a DII?

Segundo a especialista em gastrenterologia, “o tratamento envolve medicamentos anti-inflamatórios e medicamentos que tentam atenuar a resposta exagerada do sistema imunitário, como os imunomoduladores ou os fármacos biológicos”.

A cirurgia faz parte das opções terapêuticas e está indicada em doentes que não respondem à terapêutica médica ou para o tratamento de complicações da doença.

Quais a principais complicações da DII?

“Na doença de Crohn cerca de 80% dos doentes ao longo dos anos desenvolve estenoses no intestino e/ou fistulas e abcessos, complicações que frequentemente requerem tratamento cirúrgico”, revela a médica.

Por outro lado quando a DII, seja ela colite ulcerosa ou doença de Crohn, atinge o intestino grosso há o risco de desenvolvimento de cancro colorretal, pelo que se aconselha “uma vigilância periódica do intestino”.

 

 

 

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Decisão ainda tem de ser validada pelo Ministério da Saúde
Os enfermeiros da Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNe) não são discriminados pelo tipo de contrato quer sejam CIT ou...

No encontro entre as duas entidades estiveram em cima da mesa temas como a progressão nas carreiras, a contratação de mais enfermeiros ou a resolução dos contratos a termo. Num universo de 750 enfermeiros ao serviço da ULSNe, Pedro Costa frisa que “cerca de meia centena tem ainda um vínculo a termo certo, depois de terem sido contratados nos últimos dois anos para reforçar os quadros de pessoal em função das necessidades do hospital para combater a COVID-19”.

O dirigente sindical afiança que a administração reconhece a importância destes enfermeiros e quer normalizar a sua situação, procedendo a uma contratação sem termo. No limite, exemplifica Pedro Costa, “a não contratação destes enfermeiros para os quadros efetivos da ULS do Nordeste é o equivalente a, de um dia para o outro, a Urgência deixar de ter enfermeiros ao serviço”.

Em discussão esteve, também, a existência de bolsas de horas, cuja ilegalidade a administração da ULSNe reconhece. “Têm noção que não é legal a existência de horas e querem criar condições para que seja possível os enfermeiros deixarem de ter essas horas em bolsa, seja pelo gozo de horas seja pelo seu pagamento como horas extraordinárias”, sustenta Pedro Costa.

Dos cerca de 750 enfermeiros ao serviço da Unidade Local de Saúde do Nordeste, 300 reúnem condições para passar a enfermeiro especialista. “Atualmente, só 150 estão colocados na carreira como enfermeiros especialistas e as vagas identificadas no recente despacho do Ministério da Saúde são manifestamente insuficientes para as necessidades da unidade de saúde”, adianta o presidente do SE.

“Há vontade de resolver esta situação, bem como a dos enfermeiros que reúnem condições para serem colocados na carreira de enfermeiro gestor, mas, mais uma vez, a concretização destas boas intenções da administração da ULSNe está dependente da concordância do Ministério da Saúde”, adverte o dirigente sindical.

A Administração da ULSNe foi, ainda, confrontada com queixas de enfermeiros que alegam terem sido impedidos de gozar as folgas semanais, ou de verem os seus horários alterados sem a sua concordância. “O enfermeiro diretor garantiu-nos que não tem conhecimento de qualquer irregularidade, mas apelou aos enfermeiros afetados que lhe reportem esta situação para averiguar o que está a levar a uma situação que considera ser inaceitável”, conclui Pedro Costa.

O pagamento do subsídio extraordinário de COVID-19 e a atualização do vencimento dos enfermeiros para o primeiro nível salarial da carreira foram outros dos pontos em análise. “Foi-nos dada a garantia de que esse reposicionamento salarial é tão só uma justa atualização salarial e não um ato de progressão na carreira”, adianta o presidente do Sindicato dos Enfermeiros – SE. Pedro Costa espera que “todas estas garantias sejam cumpridas, pelo que o Sindicato irá continuar a acompanhar a situação na ULS do Nordeste e irá intervir novamente sempre que tal se justifique”.

Nutrição
A compulsão alimentar é caracterizada por episódios de ingestão excessiva de comida, mesmo na ausênc

Confira as dicas que vão ajudá-lo a controlar a compulsão alimentar.

Pare com as dietas milagrosas

As dietas para perder de peso de forma rápida ou extremamente restritivas são prejudiciais para a sua saúde e podem desencadear episódios de compulsão alimentar.

Em vez de seguir dietas que se concentram em cortar grupos alimentares ou reduzir significativamente a ingestão calórica como forma de perder peso rapidamente, concentre-se em fazer alterações saudáveis na dieta.

Com tantas dietas da moda, o ideal é consultar uma nutricionista para que tenha um plano alimentar recomendado para as suas necessidades e objetivos sem colocar a sua saúde em causa.

Evite saltar refeições

Definir e manter uma rotina no horário das refeições é uma das maneiras mais eficazes de controlar a compulsão alimentar.

Saltar refeições pode contribuir para o aumento dos desejos alimentares e o risco de comer excessivamente para compensar.

Adquirir uma rotina alimentar, em termos de porções e horários, ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e da grelina, a hormona da fome, evitando que tenha episódios de compulsão alimentar.

Pratique mindfulness

Mindfulness é uma prática mental que ensina a perceber os pensamentos, as emoções e as necessidades do corpo. Esta técnica permite evitar excessos, ajudando-o a aprender a reconhecer quando está saciado e, assim, a melhorar os comportamentos alimentares e a reduzir a incidência de compulsão alimentar.

A combinação da mindfulness com a terapia cognitivo-comportamental pode também melhorar o autocontrolo e a autoconsciência.

Para além desta técnica, coma devagar e desfrute da comida afim de promover comportamentos alimentares saudáveis.

Mantenha-se hidratado

Beber muita água ao longo do dia é uma maneira simples, mas eficaz para reduzir os desejos e controlar a compulsão alimentar.

Para além disso, o aumento da ingestão de água pode levá-lo a consumir menos calorias e a ter menos fome.

Pratique yoga

O yoga é uma prática que incorpora o corpo e a mente através de exercícios de respiração e meditação que ajudam a reduzir o stress.

Estudos indicam que o yoga pode ajudar a incentivar hábitos alimentares mais saudáveis ​​e a reduzir o risco de compulsão alimentar.

A combinação de yoga com tratamento para transtornos alimentares diminui a depressão, a ansiedade e os distúrbios da imagem corporal, fatores que podem desencadear compulsão alimentar.

Coma mais fibra

Uma dieta rica em fibra está associada a uma maior saciedade e a uma ingestão calórica menor, promovendo assim a perda de peso e a saciedade. O aumento da ingestão de fibras pode reduzir os desejo e o apetite.

Comer mais frutas, legumes, leguminosas e grãos integrais ajuda a reduzir a ingestão calórica e a sensação de fome.

Faça uma limpeza à despensa

Ter a despensa recheada de alimentos processados, como as bolachas, chocolates e batatas fritas, pode desencadear episódios de compulsão alimentar. Por outro lado, manter os alimentos saudáveis à vista pode reduzir o risco de ter fome emocional. Lembre-se que só vai comer o que tiver em casa, se só tiver alimentos saudáveis só irá comer esses alimentos.

Encher o frigorífico e despensa com frutas, vegetais, alimentos ricos em proteínas, grãos integrais, nozes e sementes pode melhorar a sua dieta e reduzir o risco de compulsão para alimentos não saudáveis.

Pratique exercício físico

A prática de atividade física reduz os níveis de stress e melhora o humor, ajudando a reduzir a compulsão alimentar.

Caminhar, correr, nadar e andar de bicicleta são algumas formas de atividade física que podem ajudar a aliviar o stress e a reduzir a compulsão alimentar.

Tome o pequeno almoço todos os dias

Começar o dia com um pequeno-almoço saudável pode ajudá-lo a controlar e a reduzir o risco de compulsão alimentar ao longo do dia.

Tente combinar no seu pequeno-almoço alimentos ricos em fibras, como frutas, legumes ou grãos integrais, com uma boa fonte de proteína para evitar excessos.

Durma o suficiente

A privação do sono não afeta apenas os níveis de fome e do apetite, mas também causa resistência à insulina. Dormir pouco ou com interrupções está associado ao aumento de peso e à compulsão alimentar.

Durma pelo menos 8h por noite para manter os níveis de apetite regulados e reduzir o risco de compulsão alimentar.

Faça um diário alimentar e de humor

Um diário alimentar e de humor pode ser uma ferramenta eficaz para monitorizar o que come e como se sente. Isto ajudá-lo-á a assumir responsabilidades, a identificar potenciais gatilhos e a promover hábitos alimentares mais saudáveis.

Estudos demonstram que o uso de um diário alimentar está associado a menos episódios de compulsão alimentar, bem como a uma maior perda de peso.

Aumente a ingestão de proteínas

Os alimentos ricos em proteínas podem mantê-lo saciado por mais tempo e ajudá-lo a controlar o seu apetite.

Aumentar a ingestão de proteínas diminui a ingestão de calorias, aumenta a sensação de saciedade e aumenta os níveis de GLP-1, a hormona que ajuda a suprimir o apetite.

Tente incluir pelo menos uma boa fonte de proteína, como carne, peixe, ovos em cada refeição e desfrute de lanches ricos em proteínas para manter os desejos controlados.

Planeie as refeições

Planear as refeições pode ajudá-lo a garantir que tenha ingredientes saudáveis para preparar refeições nutritivas, minimizando o risco de recorrer a alimentos processados.

O planeamento de refeições está associado à melhoria na qualidade e variedade da dieta, ajudando-o a manter uma rotina alimentar saudável e a controlar a compulsão alimentar.

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Transformação ecológica
A ADIFA - Associação de Distribuidores Farmacêuticos assinaou 5º aniversário com um evento dedicado ao tema ‘Green Deal – O...

Este é também o momento em que o setor assumirá o compromisso de atingir a neutralidade carbónica da atividade de distribuição farmacêutica de serviço completo em Portugal até 2040, um objetivo que prevê uma redução de 40% das suas emissões de CO2 já em 2030.

O evento teve lugar no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, e contou na sessão de abertura com a presença de Marta Temido, Ministra da Saúde, e Nuno Flora, Presidente da Direção da ADIFA. Seguiu-se um painel de convidados que irá discutir os desafios da transição ecológica da distribuição farmacêutica e procurar definir medidas e estratégias para garantir um futuro mais verde do setor.

No debate, moderado pela jornalista da SIC, Patrícia Carvalho, participaram Manuel Pizarro, Eurodeputado, Nuno Lacasta, Presidente da APA - Agência Portuguesa do Ambiente, Luís Lourenço, Presidente da Secção Regional Sul e Regiões Autónomas da Ordem dos Farmacêuticos, Hélder Mesquita, Membro da Direção da ADIFA, e Jaime Braga, Assessor para os Assuntos Ambientais e Energéticos da CIP – Confederação Empresarial de Portugal. O encerramento coube a Martin FitzGerald, Deputy Director General do GIRP – European Healthcare Distribution Association, para apresentar o panorama europeu do setor da distribuição farmacêutica.

“Através deste evento, pretendemos assinalar o trabalho desenvolvido ao longo dos cinco anos de atividade em que a ADIFA afirmou o papel dos distribuidores farmacêuticos de serviço completo enquanto elo vital no circuito do medicamento em Portugal. É o momento ideal para aliarmos o nosso serviço de interesse público de aproximar as tecnologias de saúde das pessoas a um compromisso de responsabilidade ambiental, trazendo a discussão propostas estratégicas com vista a acelerar a transformação ecológica do nosso setor de atividade”, sublinha Nuno Flora, Presidente da ADIFA.

“Ao dia de hoje são já visíveis os esforços das empresas de distribuição farmacêutica de serviço completo, que só nos últimos três anos já conseguiram reduzir em 9% a sua pegada carbónica devido a vários investimentos na melhoria das operações que estão a implementar. Apesar de o caminho estar traçado, reconhecemos o impacto ambiental da distribuição farmacêutica, nomeadamente ao nível das suas infraestruturas e, principalmente, de transporte, pelo que consideramos ser este o momento oportuno para definir prioridades e assegurar um alinhamento setorial para atingirmos as metas de neutralidade carbónica definidas”, conclui Nuno Flora.

O alinhamento com os objetivos nacionais para a descarbonização da economia, o desenvolvimento tecnológico e evolução do mercado (em 2035 os novos veículos ligeiros de mercadorias serão 0 emissões), o financiamento público e privado sustentável com elevado nível de maturidade e o alinhamento com objetivos de neutralidade da indústria serão algumas as principais alavancas da descarbonização identificadas no estudo ‘Oportunidades estratégicas para apoiar o setor na transição para uma economia verde’ que a ADIFA espera ver amplamente implementadas nas próximas décadas.

 

Triénio 2022-2025
Diana Breda, administradora hospitalar há 20 anos, concorre à liderança da APAH, com a Lista B, assumindo como objetivo o...

A candidata refere que “a associação existe há 40 anos e, com os recursos financeiros que tem tido à disposição, não se compreende que os Administradores Hospitalares continuem a não ser reconhecidos na sua profissão. A profissão tem de ser reconhecida, até pela relevância que têm no Serviço Nacional de Saúde e no Sistema, e isso só será possível com uma nova direção. Uma direção que ouça mais os associados. A APAH tem de ser apartidária.”

A Lista B, liderada por Diana Breda, assume o slogan “Pelo Reconhecimento, Dignificação e Valorização da profissão de Administrador Hospitalar”, e defende uma alternativa à liderança atual, comprometendo-se com maior transparência na gestão e com resultados efetivos na carreira dos associados.

Administradora Hospitalar com duas décadas de experiência, desenvolveu a sua atividade maioritariamente no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, onde coordenou o gabinete de internacionalização. É, desde abril de 2020, Presidente do Conselho Diretivo do Hospital Arcebispo João Crisóstomo, em Cantanhede, e encabeça a Lista B, com a ambição de dirigir os destinos da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, no próximo triénio 2022-2025.

A Diana Breda pertenceu ao European Reference Network Hospital Manager Group e foi cofundadora da Women in Global Health Portugal.

 

Envolvimento do projeto inclusivo Semear e da organização REFOOD
No próximo dia 20 de maio, a Novartis assinala o 26º Dia da Comunidade, uma iniciativa que incentiva os colaboradores da...

Os colaboradores voluntários vão colher produtos alimentares da quinta do Semear que depois utilizarão para cozinhar cerca de 1500 refeições, com a colaboração do Chef Chakall. Essas refeições, por sua vez, alimentarão mais de 52 núcleos da rede Refood a nível nacional.

“O Dia da Comunidade celebra o nosso compromisso com a comunidade. Para além de oferecermos uma oportunidade aos nossos colaboradores de dedicarem o seu dia a ações de voluntariado, é também um momento de reforço do nosso espírito de pertença à Novartis e dos laços entre as nossas pessoas e equipas”, esclarece Patrícia Adegas, Diretora de Comunicação e Relação com Associações de Doentes da Novartis.

Nas palavras do Chef Chakall, “pela segunda vez tive a oportunidade de participar nesta iniciativa da Novartis e é sempre muito gratificante. Cozinhar é um ato de partilha, preparar uma refeição para os outros é uma forma especial de darmos um pouco de nós. Fazê-lo com ingredientes acabados de colher e poder com eles preparar 1500 refeições, que são distribuídas a quem mais precisa, é sem dúvida um privilégio. Agradeço à Novartis a oportunidade de fazer parte deste projeto e ao Semear a forma como nos acolheu”.

“Agradecemos à Novartis esta doação de 1500 refeições que tem um impacto muito significativo nas famílias que ajudamos. A criação da Refood teve na sua origem acreditarmos que podíamos contribuir para a criação de uma sociedade mais justa, solidária e sustentável. Ao longo de mais de dez anos de existência já apoiámos dezenas de milhares de pessoas, contribuindo simultaneamente para evitar a produção de milhares de toneladas de bio resíduos. São números que nos orgulham, mas o sentimento de dever cumprido cresce sempre que outros se juntam à nossa missão, e é isso que sentimos neste dia de partilha dos colaboradores da Novartis”, defende Hunter Halder, fundador da Refood.

“O Semear, Terra de Oportunidades é um projeto inclusivo, em que além de promovermos a inclusão de jovens e adultos com dificuldade intelectual e de desenvolvimento, apostamos numa agricultura biológica, próxima e sustentável. Há alguns anos que a Novartis se associa à nossa causa e nos ajuda a cumprir a nossa missão. A possibilidade das pessoas, que por norma não têm uma relação com o campo e a agricultura, poderem ter este contacto com a terra é uma forma de as consciencializar para as mais-valias desta forma de cultivo e para a importância de “semear um futuro melhor”. Estarmos envolvidos nesta iniciativa e vermos os nossos produtos a serem transformados em refeições para quem mais precisa também nos enche o coração”, afirma Joana Santiago, Presidente do Semear.

21 de outubro
O Grupo de Reabilitação Músculo-Esquelética do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação do Hospital Professor Doutor...

“Nesta primeira edição das Jornadas irão ser abordados diversos temas, dos quais destaco a dor crónica, a reeducação neuromuscular e as mais recentes técnicas no tratamento das patologias de origem músculo-esquelética”, refere Alexandre Coelho, fisioterapeuta e co-presidente das Jornadas.

Carla Vera-Cruz, médica fisiatra, também co-presidente das Jornadas, afirma que a Comissão Organizadora se encontra expectante com a iniciativa e espera que estas promovam uma partilha de conhecimentos entre os diferentes profissionais de saúde e contribuam para uma melhoria sustentada e científica na abordagem e tratamento das diferentes patologias de origem músculo-esquelética”.

Para além das comunicações orais, a iniciativa também comtempla a apresentação de trabalhos originais relacionados a temática em formato de e-Poster. A submissão dos resumos deve ser feita até ao próximo dia 10 de agosto, através do email: [email protected].

Para mais informações consulte a página da internet ou a comissão organizadora através dos seguintes contatos:  https://jornadasmfr.wixsite.com/smfr-hff

E-mail: [email protected]

As inscrições deverão ser realizadas através do seguinte link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfhPksGnswpdKyVEGMtJ-krCT4bUIvVDXgBV6g5b01GshQWxQ/viewform.

Cardiologia
Considerado um importante fator de risco cardiovascular, o “mau” colesterol pode ser combatido com a

Responsável por cerca de um terço de todas as doenças cardiovasculares em todo o Mundo, estima-se que o colesterol seja a causa de 18% do total das doenças cerebrovasculares e 56% do total das doenças isquémicas cardíacas diagnosticadas. Em termos mortais, calcula-se que esteja associado a 4,4 milhões de mortes por ano.

No entanto, apesar dos dados alarmantes há que salientar que existem vários tipos de colesterol e que este desempenha funções essenciais no nosso organismo. “O colesterol tem imensas funções no nosso organismo: estabilização da membrana celular, transporte de substâncias, síntese hormonal, etc”, começa por explica o cardiologista do Hospital Santa Cruz.

Por outro lado, explica que, muito embora a sua excessiva concentração de forma continuada aumente o risco cardiovascular, “existem vários tipos de colesterol consoante a sua função e tamanho. Por definição, o HDL é considerado o ‘colesterol bom’ (normalmente mais elevado no sexo feminino) que é responsável pela remoção do colesterol dos tecidos em direção ao fígado de forma a ser excretado. Por sua vez, o LDL é considerado o ‘colesterol mau’ e faz o percurso inverso entre o fígado e os tecidos, levando à sua deposição em diversos tecidos”.

De acordo com o especialista, a concentração dos diferentes tipos de lípidos no organismo varia de pessoa para pessoa. Este perfil lípido, quando conhecido, é essencial em matéria de prevenção, uma vez que permite “corrigir alguma alteração que assim o exija, quer através de alterações do estilo de vida, quer através de medicamentos”. Por outro lado, o especialista saliente que mais importante do que conhecer os valores de colesterol recomendados, “é saber que o valor alvo varia de pessoa para pessoa, consoante o seu risco CV e os antecedentes pessoais”.

De um modo geral, segundo Gustavo da Rocha Rodrigues, “toda a população deve reduzir o consumo de gorduras saturadas (fritos, queijos, enchidos, bolos), bem como praticar exercício físico (pelo menos 30 minutos de caminhada 3x/semana), evitando também o excesso de peso”.

De forma individualizada, adianta, “devemos respeitar as recomendações do médico assistente, que muitas vezes passam também pela toma de medicamentos seguros, que são utilizados para diminuir o colesterol, e assim, diminuir o risco cardiovascular”.

 

 

 

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
"Fibromialgia e Síndrome de Fadiga Crónica/Encefalomielite Miálgica - uma abordagem diferente"
No dia 28 de maio, irá realizar-se o XIV Fórum Myos "Fibromialgia e Síndrome de Fadiga Crónica/Encefalomielite Miálgica -...

O XIV Fórum Myos tem como principal objetivo a consciencialização da sociedade sobre a Fibromialgia e a Síndrome de Fadiga Crónica/Encefalomielite Miálgica e contará com a participação de profissionais de saúde de diversas áreas, demonstrando assim a importância de uma abordagem multidisciplinar de todos aqueles que convivem com a Fibromialgia e a SFC/EM.

O XIV Fórum irá decorrer no auditório Agostinho da Silva, na Universidade Lusófona, situado no Campo Grande nº376, 1749-024 Lisboa (em frente ao jardim do Campo Grande).

O evento é aberto a todos, mas gratuito para os sócios da Myos, carecendo de inscrição. As inscrições decorrem até ao dia 23 de maio.

A inscrição de não sócios deve ser realizada através do seguinte link: https://bit.ly/3wusqYa

 

Primeiro episódio é dedicado ao Melanoma
O IPO do Porto arranca hoje com a segunda temporada do projeto “Cancro sem Temor”, no dia da sensibilização para o melanoma,...

A pele, o maior órgão do corpo humano, tem uma função que vai muito além de cobrir e proteger o corpo e alimentar a vaidade. Infelizmente, nem sempre é convenientemente protegida, o que implica por vezes sérias consequências.

Neste episódio, a Clínica da Pele, Tecidos Moles e Osso alerta para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce enquanto forma de mudar a história do melanoma em Portugal, onde se tem registado um aumento de 6% ao ano do número de novos casos. Para tal, conta com a participação de Matilde Ribeiro, Orientadora da Clínica da Pele, Tecidos Moles e Osso e Especialista em Cirurgia Plástica e Reconstrutiva e de Paula Ferreira, Coordenadora da Patologia de Pele no Serviço de Oncologia Médica e Médica Oncologista; conta, simultaneamente, com a presença de um doente, Jorge Assunção, com 60 anos, que entrou no IPO do Porto em 2010, tendo neste momento a doença em completa remissão. 

Ao longo desta conversa dão também o seu testemunho, António Santos, Diretor do Serviço de Dermatologia do IPO do Porto, Emília Magalhães, enfermeira responsável pela Clínica da Pele, Tecidos Moles e Osso e Maria João Monteiro, doente com melanoma.

Nesta conversa, o foco está no papel do doente na prevenção do melanoma, a que tipo de sinais é necessário estar atento, que alterações deverão ser olhadas com maior preocupação. São também abordados, o contributo individual para o diagnóstico precoce e a sua importância, os cuidados a ter com o sol e os fatores de risco. Entre os temas em destaque estão ainda a evolução das opções terapêuticas e de tratamento, e a importância da multidisciplinaridade da equipa que acompanha.

“É muito importante continuar a alertar as pessoas para os cuidados a ter com o sol e o contributo de cada um no diagnóstico precoce.  O cancro da pele, como quase todos os cancros, quando diagnosticado precocemente é curável. Há, no entanto, determinados tipos de cancro da pele que têm um potencial de metastização grande, e quando diagnosticados em fases avançadas, apresentam um prognóstico muito negativo para o doente”, alerta Matilde Ribeiro.

Sobre o projeto que inicia a segunda temporada, “queremos abordar novas temáticas, procurando contribuir para a mudança de mentalidades e comportamentos”, acrescente Matilde Ribeiro.

O podcast, que conta com o apoio da Novartis, está disponível no canal Youtube do IPO do Porto e nas plataformas de podcast (Spotify e Apple Podcasts).

Competição da Sociedade Portuguesa de Simulação Aplicada às Ciências da Saúde (SPSim)
Diana Carvalho, Inês Antunes, Viktoriya Shkatova e Patrícia Vaz Conde integram a equipa ABCDoctors, da Faculdade de Medicina da...

Esta é uma competição na qual as alunas de 6º ano do Mestrado Integrado em Medicina irão participar depois de terem ganho a competição de simulação Scrub UP!, no âmbito do XI In4Med, congresso médico-científico organizado pelo Núcleo de Estudantes de Medicina da Associação Académica de Coimbra.

Depois de ganhar a competição de simulação Scrub UP!, no âmbito do XI In4Med, congresso médico-científico organizado pelo Núcleo de Estudantes de Medicina da Associação Académica de Coimbra, esta equipa venceu a competição de simulação SimUniversity Portugal 2022, realizada no passado dia 18 de março , no Centro de Simulação da NOVA Medical School, em Lisboa. A vitória garantiu o apuramento para a primeira fase da competição de simulação Europeia, SIMUniversity, que se realizou no dia 7 de abril, no Centro de Simulação CUF Academic Center, onde se destacaram como uma das quatro equipas apuradas para a fase final da competição europeia.

Para Carlos Robalo Cordeiro, Diretor da Faculdade de Medicina de Coimbra, “este resultado espelha o empenho e trabalho das nossas alunas, que demonstraram iniciativa, espírito de sacrifício e dedicação. Por outro lado, é um indicador muito positivo no que diz respeito à qualidade do nosso ensino, ao envolvimento dos docentes na área de simulação e ao acompanhamento e apoio que é prestado pelo Gabinete de Educação Médica, na promoção da simulação enquanto ferramenta pedagógica de valor. Sabemos que a simulação médica é uma verdadeira revolução no ensino médico e no treino dos profissionais e das equipas de saúde. Neste sentido é muito importante promover a integração da simulação clínica no maior número de unidades curriculares.”

 

Campanha ‘Mude o Ritmo da Sua Vida’
A campanha ‘Mude o Ritmo da Sua Vida’, lançada no âmbito do Dia Nacional de Luta contra a Obesidade, celebrado a 21 de maio,...

Nesta música, agora disponível  no site averdadesobreopeso.com, a artista inspira-se no mote da campanha cujo objetivo é mostrar a quem vive com esta realidade que não está sozinho e que é importante procurar ajuda médica para um tratamento adequado da doença.

Sobre a canção, Ana Bacalhau explica: “A música “Eu Vou” pretende enfatizar a importância de darmos o primeiro passo e de procurarmos ajuda de uma forma positiva e leve, mas, ao mesmo tempo, empoderadora”.

Esse é um dos grandes poderes da arte musical: o de nos fazer sentir bem e nos dar alento para enfrentarmos a vida e os seus obstáculos.

De acordo com estimativas recentes, 67,6% da população em Portugal tem excesso de peso ou Obesidade1, sendo que a prevalência da Obesidade é de 28,7% (o equivalente a mais de 2 milhões de portugueses)2. Um estudo recente revela que apenas 2 em cada 10 pessoas procuram um médico para falar sobre o tema3. Foi com este racional que a Novo Nordisk, a ADEXO, a SPEO e a SPEDM se uniram para desenvolver uma campanha que reconhecesse a obesidade como um problema de saúde prioritário, para o qual é fundamental a intervenção de um profissional de saúde especializado.

Sobre o propósito da campanha, que tem como assinatura #AVerdadeSobreOPeso, Carlos Oliveira, Presidente da ADEXO, refere que “encontrar um profissional de saúde especializado é o primeiro e crucial passo nesta jornada de combate a esta doença. Apoiar esta campanha, faz para nós todo o sentido, uma vez que consideramos que é necessário criar um suporte de informação claro sobre o excesso de peso e a Obesidade, que contribua para colocar o médico no centro da resposta para uma doença que é cada vez mais preocupante, e cuja prevalência se perspetiva vir a aumentar nos próximos anos”.

Também José Silva Nunes, Presidente da SPEO, partilha a mesma opinião no que toca ao combate à Obesidade: “O médico é – e será sempre – central na resposta para apoiar as pessoas com excesso de peso ou Obesidade a seguir o melhor caminho e o tratamento mais adequado. O aumento da prevalência da Obesidade representa um enorme desafio que torna urgente agir para travar uma doença cujo impacto vai muito para além da esfera individual, afetando famílias, os sistemas de saúde, a economia e o progresso social do nosso país. Esta campanha ajuda-nos a fazer esse caminho e a chegar mais próximo dos doentes”.

Para João Jácome de Castro, presidente da SPEDM, “Apesar de Portugal ter sido um dos primeiros países a reconhecer a Obesidade como doença crónica, há ainda muito a fazer para uma adequada abordagem da doença no nosso país. É imperativo tornar o tratamento da obesidade mais equitativo e criar condições para o fim do estigma e discriminação das pessoas que vivem com obesidade. É igualmente inadiável um reforço da prevenção da Obesidade e da sensibilização para o tema, onde campanhas como esta desempenham um papel fundamental”.

Mais informação sobre a campanha está disponível no website averdadesobreopeso.com ou em Mude o ritmo da sua vida.

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