Estudo “A Saúde dos Portugueses"
A segunda parte do estudo “A Saúde dos Portugueses", realizado no âmbito dos 25 anos da Médis, em colaboração com a Return...

No estudo, numa escala de 1 a 10, os portugueses fazem uma avaliação positiva da qualidade dos serviços de saúde (média de 7 pontos).  47% dos inquiridos considera mesmo que a qualidade é boa ou muito boa, sendo apenas 21% os que a avaliam como muito má. De realçar que as pessoas portadoras de doença mental são as que dão uma pior pontuação (6.6 média) à qualidade da saúde. Nesta avaliação geral, os portugueses inquiridos dizem não existir diferenças significativas entre o público e o privado (7.11 é a avaliação do serviço públicos vs. 7.15 a do privado).

Não obstante a avaliação generalizadamente positiva, tendo em conta o contexto pré pandemia, 35% consideram que a qualidade do acompanhamento que recebem tem vindo a piorar, em oposição aos 10% que dizem o contrário. Embora, mais uma vez, não haja grandes diferenças, a evolução do público é relativamente pior avaliada que a do privado: 37% acham que o serviço público tem vindo a piorar e 31% acham o mesmo em relação ao privado.

No que toca à gestão de problemas de saúde graves, comparando o pré e pós-pandemia, o estudo conclui que a pandemia teve um grande impacto na confiança da capacidade de resposta do SNS. Se na pré-pandemia o indicador da confiança no SNS, numa escala de 1 a 10, era de 7.4, no pós-pandemia a avaliação média desceu para 6.1. Esta perceção atinge tanto os que habitualmente recorrem ao público como ao privado. O peso dos que indicam pouca confiança na capacidade de resposta do SNS perante problemas graves de saúde sobe de 16%, antes da pandemia, para 42% após a pandemia.

Na avaliação aos indicadores de "Satisfação", "Confiança" e "Acesso" aos serviços de saúde, verificam-se assimetrias regionais relevantes em todo o país e mesmo até entre Grande Lisboa e Grande Porto. O Grande Porto atribui avaliação média superior em todos os indicadores, assinalando sempre uma diferença acentuada face a Grande Lisboa e muito acentuada face ao Algarve. O problema poderá estar ao nível dos cuidados primários, uma vez que, por exemplo, para quem reside na Grande Lisboa, recorrer ao centro de saúde perante um sintoma de origem desconhecido não está entre as primeiras opções. Já no que diz respeito à região do Algarve, numa escala de 0 a 10, a confiança que a região atribui ao SNS em pós-pandemia é de 5.5, quando esse valor era de 7.2 em pré-pandemia.

 

Tratamento e prevenção
Caracteriza-se por uma reação alérgica que atinge, habitualmente, ambos os olhos e que se estima que

Tratando-se de uma reação alérgica, a alergia ocular é desencadeada por determinadas substâncias – designadas de alérgenos - que, ao entrar em contacto com a mucosa ocular, despoletam uma inflamação. Estas substâncias são habitualmente inofensivas, exceto quando há história de doença alérgica. Pessoas com rinite alérgica, asma ou dermatite atópica são, por isso, mais susceptíveis de desenvolver alergias oculares.

Entre os alérgenos mais frequentes encontram-se o pólen, os ácaros, o pó e ainda alimentos como o chocolate ou o marisco.

Há casos ainda em que a alergia ocular é provocada pela utilização de determinados medicamentos ou produtos de cosméticos, bem como pelo uso de lentes de contacto. Importa ainda referir que a alergia ocular não afeta apenas os olhos, podendo envolver as pálpebras e pele em seu redor.

Estre os principais sintomas encontram-se o prurido intenso, olho vermelho e lacrimejante, sensação de corpo estranho, ardo, fotossensibilidade ou fotofobia e edema palpebral. No caso de infeção com queratite, o doente apresenta outras queixas como visão turva e dor.

Tipos de alergia ocular

A forma mais frequente de alergia ocular é a conjuntivite alérgica, estimando-se que afete mais de metade dos doentes com rinite alérgica. Esta pode ser ainda classificada como sazonal (surgindo nas épocas de polinização), provocada por pólenes das gramíneas, oliveira e parietária (planta da família da urtiga), ou perene, desencadeada por exposição prolongada (ácaros, pó ou pelos de animais) ao longo do ano.

A queratoconjuntivite atópica, associada à dermatite atópica, surge habitualmente em adultos e caracteriza-se por inflamação das pálpebras com desenvolvimento de crostas (blefarite). Entre as alergias oculares, esta é aquela que apresenta maior risco de cegueira.

A queratoconjuntivite vernal, considerada a forma mais grave e também a mais rara de alergia ocular, atinge sobretudo crianças e adolescentes do sexo masculino (entre os 5 e os 20 anos) com eczema, asma e alergias sazonais, desenvolve-se no início da primavera até ao final do verão. Os sintomas, em geral, são mais severos que nas conjuntivites sazonais e pode haver acometimento da córnea. Quando não tratada, esta pode por comprometer a visão.

A conjuntivite gigantopapilar surge associada ao uso de lentes de contacto, quer por limpeza deficiente ou por reação alérgica aos conservantes das soluções de armazenamento das lentes.

Quanto à blefaroconjuntivite de contacto/tóxica, esta surge na sequência da exposição a fumo de cigarros, a certos produtos de limpeza e outros agentes potencialmente tóxicos, como os presentes em determinados produtos cosméticos, e também pela utilização de alguns medicamentos.

O tratamento é indicado caso a caso pelo médico oftalmologista e pode incluir o uso de medicamentos antialergénicos/anti-histamínicos (usados também como medida de prevenção, durante todo o período em que existe risco de contacto com o alérgeno); descongestionantes para o alívio temporário dos sintomas da alergia (no entanto estes devem ser utilizados apenas durante um curto espaço de tempo, uma vez que a utilização prolongada pode causar efeitos secundário graves); lágrimas artificiais para reduzir a irritação ocular e proteger a superfície dos olhos; corticoides para suprimir a inflamação.

Principais medidas de prevenção

  1. Lave as mãos e o rosto com frequência;
  2. Evite esfregar ou coçar os olhos;
  3. Não partilhe toalhas nem produtos de utilização pessoal
  4. Se é alérgico ao pólen, mantenha a janelas de casa fechadas durante as primeiras horas da manhã, durante a estação polínica;
  5. Use óculos de sol sempre que andar na rua;
  6. Se é alérgico ao pó e aos ácaros, mantenha a casa limpa, arejada e deixe entrar o sol;
  7. Mude a roupa de cama com frequência e lave-a com água quente; opte, sempre que possível, por almofadas antialérgicas;
  8. Evite espaços com fumo ou odores fortes;
  9. Se tem animais, mantenha-os limpos
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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
"Educar para o desenvolvimento sustentável”
É com o vencedor na categoria de melhor documentário nos Prémios César 2016, “Amanhã” (2015), filme dos diretores de cinema...

O documentário, de cariz pedagógico e otimista, dá exemplos, encontrados em vários países (ao longo de uma viagem feita por Cyril Dion e Mélanie Laurent), de como todos podem dar um contributo para a construção de um futuro sustentável, em domínios como a agricultura, a energia, e economia, a democracia ou a educação.

Filmado em França, Dinamarca, Finlândia, Bélgica, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Suíça, Suécia e Islândia, o filme trata, diretamente, aspetos relacionados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (cidades e comunidades sustentáveis e produção e consumo sustentáveis), para os quais a ESEnfC pretende trazer à reflexão com este ciclo de cinema, inserido nas comemorações dos 140 anos da instituição.

“Amanhã” tem entrada gratuita (a sala, com uma lotação máxima de 200 lugares, abre 30 minutos antes do início da sessão). Este ciclo de cinema contou com a parceria da Associação de Estudantes da ESEnfC e do Fila K Cineclube.

 

Equipamentos mais atuais permitem um diagnóstico melhor e mais precoce
A obsolescência dos equipamentos de diagnóstico por imagem disponíveis no Serviço Nacional de Saúde (SNS), motivada pelo défice...

A carta apela ainda ao levantamento urgente e caracterização do parque de equipamentos de diagnóstico por imagem do SNS, dado que a última inventariação remonta a 2012.

De acordo com o grupo de profissionais que assinam esta missiva, “equipamentos mais atuais permitem um diagnóstico melhor e mais precoce em doenças como o cancro ou as lesões cérebro-cardiovasculares, potenciando reduções de custo no seu tratamento. Além disso, têm custos de funcionamento e manutenção mais reduzidos e oferecem maior conforto e proteção a utentes e profissionais”. A situação atual, sublinham, “compromete a melhoria da qualidade dos cuidados de saúde prestados, a promoção de uma esperança de vida saudável aos 65 anos de idade, um melhor conforto e proteção dos pacientes e dos profissionais e a eficiência da gestão dos recursos públicos”.

No final de 2020, para três dos quatro equipamentos pesados mais relevantes, Portugal apresentava uma proporção de equipamentos com 10 ou mais anos maior do que a média europeia. O perfil do parque destes equipamentos instalados no nosso País degradou-se entre 2008 e 2020, sendo agora maior a proporção de equipamentos obsoletos do que em 2008. Para além disso, os subscritores da Carta estimam que esta realidade no Serviço Nacional de Saúde seja ainda mais negativa, dado que a maior parte da despesa com a sua aquisição terá sido feita pelo sector privado.

Nesta carta aberta os subscritores (Grupo de Imagem Médica da AGEFE (Associação Empresarial dos Setores Elétrico, Eletrodoméstico, Eletrónico e dasTIC) e as Associações de Profissionais de saúde, APRANEMN e ATARP) pedem ao Governo que assegure a execução das verbas e investimentos previstos no Orçamento de Estado para 2021 nesta área e mobilize os fundos necessários para a substituição a curto prazo dos equipamentos obsoletos no SNS, designadamente no Orçamento do Estado para 2022. A carta apela ainda à promoção do desenvolvimento de orientações quanto à gestão do ciclo de vida dos equipamentos de diagnóstico por imagem.

Os equipamentos de diagnóstico por imagem, entre os quais se contam várias tipologias de equipamentos médicos pesados, englobam um conjunto de tecnologias de saúde como a radiografia, mamografia, ultrassonografia, endoscopia tomografia computadorizada, ressonância magnética, radiologia intervencionista, angiografia, densitometria óssea e tomografia por emissão de positrões, das quais depende a qualidade, a eficácia e a eficiência dos serviços de saúde.

A Carta Aberta está disponível no seguinte link: https://www.agefe.pt/repositorio/Carta aberta _AGEFE imagem médica - APRANEMN - ATARP 22.10.2022.pdf

Empresa junta-se a iniciativa da Liga Portuguesa contra o Cancro
A Transdev vai dar boleia ao peditório nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) e às campanhas de prevenção do cancro...

Os cofres-fixos para recolha de donativos vão estar nas bilheteiras Transdev dos terminais de Aveiro, Braga, Porto, Coimbra e Viseu.

Em apoio ao movimento “Onda Rosa”, a Transdev designou ainda internamente o dia 29 de outubro como o #DiaRosaNaTransdev. Nesta data, as equipas Transdev, nomeadamente nas bilheteiras e motoristas, vão equipar-se com t-shirts rosa para promover a campanha da LPCC “Outubro Rosa” e sensibilizar colaboradores e passageiros para a prevenção do cancro da mama. Também será distribuído material de sensibilização da LPCC sobre os sinais de alerta, as medidas de prevenção e serviços de apoio ao doente oncológico e familiares.

Em novembro, a iniciativa passa por chamar a atenção para o cancro da próstata, durante a campanha “Novembro Azul”.

No âmbito da parceria com a LPCC vai realizar-se uma sessão online sobre o cancro da próstata, iniciativa específica para colaboradores Transdev. A sessão é dirigida por um médico que colabora com a Liga Portuguesa Contra o Cancro e vai focar as medidas de prevenção e o reconhecimento de sintomas.

 

 

Iniciativa aberta a todos dos estudantes de Medicina do país
A VI Edição do Meeting ME chega já este sábado, dia 30 de outubro, num formato híbrido, e com cerca de 200 participantes nas...

Rita Costa, estudante do 4.º ano e coordenadora da equipa do Meeting ME, para mostrar que “nós escolas médicas e futuros médicos também temos um papel na solução dos problemas”. O encontro faz parte de uma das várias iniciativas do Departamento de Educação Médica e Política Educativa do NEMUM, com um objetivo bastante claro: “O objetivo do Meeting ME é efetivamente levar os temas da Educação Médica, que nós consideramos centrais, aos estudantes e que às vezes têm menos envolvimento por desconhecimento”.

O foco do Meeting ME é também “colocar de novo os estudantes no centro da educação médica e dar-lhes as ferramentas necessárias para o fazer”, criando aqui um palco para o efeito, como explica a coordenadora do evento.

A VI Edição procura mostrar onde e como os estudantes se podem envolver, mostrando também o seu impacto quer a nível local, quer na reestruturação dos cursos a nível nacional. As sessões planeadas englobam ainda as competências interpessoais, a simulação médica, e a indiferenciação e alternativas à profissão.

“Este ano quisemos mesmo que fosse totalmente focada nos estudantes, em temas que de certo modo os inspirasse a envolverem-se na educação médica. Explicar de que forma é que o podem fazer, qual é o impacto e a relevância de se envolverem e de se interessarem por esta área”, define Rita Costa, a voz de uma equipa que envolve vários estudantes da nossa Escola.

Os projetos dedicados à educação médica em Portugal são poucos e esta é uma oportunidade de juntar estudantes de todo o país na discussão do futuro da formação e na busca de soluções para os problemas encontrados.

 

“Direito à Saúde: Uma responsabilidade partilhada. Um compromisso de todos”
Realiza-se no próximo dia 27 de outubro, às 9h30, no Auditório da Associação Nacional das Farmácias (ANF), em Lisboa, a...

A abertura do evento é da responsabilidade do Secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Soares Miguel, e da presidente da Plataforma Saúde em Diálogo, Maria do Rosário Zincke.

A saúde mental, os desafios da bioética em tempo de pandemia e a cobertura 5G, no âmbito da literacia digital e da coesão territorial, são alguns dos temas que estarão em debate nesta conferência, onde serão também dados a conhecer diversos projetos locais colaborativos promotores da saúde e do bem-estar físico e social da população, através do envolvimento das autarquias, da sociedade civil e das associações de doentes. 

A sessão de encerramento está a cargo de Ema Paulino, presidente da ANF, e Isabel Saraiva, membro da Plataforma Saúde em Diálogo.

 

 

Promovido pela Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS)
Decorre no próximo dia 26, pelas 18h30, o webinar "Viver depois do cancro da mama", integrado na campanha sob o mesmo...

A sessão contará com a presença de Gabriela Sousa, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Senologia, Paula Ravasco, médica especialista em Imuno-Hematologia e em Nutrição Clínica, Marta Crawford, sexóloga, Pedro Antunes, especialista em Ciências do Desporto, Ângela Feiteira, terapeuta de Reiki e professora de Yoga e Joana Cruz, radialista.

O webinar, realizado no âmbito desta campanha, está integrado na nova plataforma www.viverdepoisdocancrodamama.pt, que disponibiliza informação útil e relevante sobre como viver depois do cancro da mama. A campanha tem como objetivo principal apoiar as sobreviventes da doença e abordar os cuidados a ter.

A sessão está integrada no pré-programa do XI Congresso Nacional de Senologia www.congressonacionalsenologia.pt, que se realiza nos dias 29 e 30 de outubro, em formato híbrido, com o tema “Cancro da Mama no novo milénio: Ciência e Decisão”.

 

Consórcio de saúde digital junta universidades, unidades de saúde e empresas em candidatura ao PRR
O Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, a Nova IMS, a Escola de Saúde Egas Moniz e a genesis.studio, criaram o Plano-A,...

A solução permite que os próprios utentes façam as medições dos sinais biométricos e o registo de informação sobre o seu estado de saúde, recebendo depois os alertas e recomendações dos profissionais de saúde que os acompanham. Para os médicos, a aplicação facilita a gestão do acompanhamento à distância de cada utente, apresentando os dados de saúde relevantes, incluindo informação preditiva gerada pela inteligência artificial e relativa ao nível de risco de agravamento de cada doença.

“Trata-se de uma grande inovação na forma como os doentes podem partilhar os seus dados de saúde com o seu médico, a partir do conforto de sua casa e aliviando assim a pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde”, disse Matilde Pato, professora assistente do Departamento de Engenharia de Eletrónica e Telecomunicações e de Computadores do Instituto de Engenharia Superior de Lisboa.  Matilde Pato sublinha ainda que a aplicação vai permitir “que os utentes tenham um papel principal nos seus tratamentos”.

Ricardo Correia, co-fundador e administrador da start-up tecnológica genesis.studio afirmou: ”Estamos entusiasmados com este projeto, com a sua forte componente universitária, a participação de vários investigadores em engenharia informática, biomédica e de ciência dos dados de primeira linha, e o envolvimento e proximidade de prestadores de serviços de saúde.”

O Plano-A é uma de muitas aplicações e plataformas de saúde digital das 16 entidades que integram o Consórcio Data4Life, no âmbito de um programa de investimento de €25 milhões submetido ao Plano de Recuperação e de Resiliência. O projeto prevê a criação direta de 70 postos de trabalho altamente qualificados e de programas de mestrado e de doutoramento nas áreas da ciência de dados aplicada à saúde, engenharia informática e biomédica. O Consórcio pretende que mais pessoas e serviços de saúde acedam a esta inovação, reforçando ao mesmo tempo a posição de Portugal como referência em inovação e cooperação na saúde digital.

Sobre a candidatura ao PRR, Ricardo Correia destaca: “O PRR é uma oportunidade para um avanço sem precedentes em cuidados de saúde digital de maior qualidade, e com menores custos. Da cooperação entre os participantes do consórcio Data4Life irá resultar conhecimento e tecnologia de ponta que podem ser exportados, levando melhores serviços de saúde também a outras geografias e reforçando a posição de Portugal como referência em inovação e cooperação na saúde digital.”

No Dia Mundial da Terceira Idade
Encontro organizado pela Escola de Enfermagem de Coimbra, no Dia Mundial da Terceira Idade, começa com conferência sobre...

Aí está o 10º Colóquio Envelhecimento, Saúde e Cidadania. No próximo dia 28 de outubro, Dia Mundial da Terceira Idade, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) organiza mais uma edição desta reunião anual de especialistas em assuntos geriátricos, agora com um programa desenhado numa lógica interprofissional, que propõe analisar «a parceria de cuidados na equipa interdisciplinar», seus «desafios e estratégias».

Os trabalhos, em formato online, começam, logo após as notas de abertura (às 09h00) – da Presidente da ESEnfC, Aida Cruz Mendes, do coordenador científico da Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (UICISA: E), João Alves Apóstolo, e da coordenadora da Unidade Científico-Pedagógica de Enfermagem do Idoso, da ESEnfC, Maria de Lurdes Almeida –, com a conferência “Literacia em Saúde – a importância do conhecimento para a pessoa idosa”, a proferir, cerca das 09h20, por Luís Saboga (Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa).

O colóquio prossegue com a mesa-redonda “A abordagem do enfermeiro à pessoa idosa com doença crónica – Update” (10h00). “Nursing Now - Competências em Enfermagem Geronto/Geriátrica” (João Tavares, Universidade de Aveiro), “O que existe de novo na abordagem multidimensional do idoso com doença crónica” (Joana Ferreira, Cruz Vermelha Portuguesa), “O potencial do uso da tecnologia – Novas ferramentas para o enfermeiro?” (Abel Paiva, Escola Superior de Enfermagem do Porto) e “Simulador de velhice: uma estratégia de capacitação” (Adriana Coelho, ESEnfC) são os temas que atualizam o conhecimento sobre a proteção e o cuidado da população mais idosa.

No 10º Colóquio Envelhecimento, Saúde e Cidadania, não poderia deixar de ser analisado “Um ano de estatuto do cuidador informal: retrato da situação”, tema a trazer à discussão pela Associação Nacional de Cuidadores Informais (a partir das 11h40). Numa mesa-redonda intitulada “Parcerias de cuidados - desafios e estratégias”, intervirão, ainda, a equipa do município de Vila Nova de Famalicão responsável pelo projeto Cuidar Maior e a professora da ESEnfC, Susana Duarte, com a alocução “Construção de parceria de cuidados família-enfermeiro”.

Esforços na saúde da população idosa serão infrutíferos sem as instituições de ensino superior

No dia que tem como objetivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento, a UICISA: E e a ESEnfC lançam, ainda (14h00), o livro “Competências em Enfermagem Gerontogeriátrica: uma exigência para a qualidade do cuidado”. Segue-se um período para comunicações livres, entre a 14h30 e as 16h00, hora de encerramento do colóquio.

A “capacitação dos profissionais de saúde” e consequente “adequação dos serviços de atenção à saúde do idoso” exigem que a formação em enfermagem concentre esforços e saberes (gerontológicos, geriátricos, de reabilitação e interdisciplinares), partindo do simples princípio de que o passar dos anos não é sinónimo de ser doente; significa, sim, o passar do tempo, o timing biológico com os seus ritmos, sobre os quais há saberes a organizar, uma vez que “Envelhecer é também ir aprendendo outra forma de viver…”, lê-se na página de abertura do sítio do colóquio na Internet, em www.esenfc.pt/event/10cesc.

De acordo com a Unidade Científico-Pedagógica de Enfermagem do Idoso, da ESEnfC, «a importância do envolvimento das instituições de ensino superior nestas questões é um requisito imperioso», ao citar a Organização Mundial de Saúde, segundo a qual sem esta participação «todo o esforço que se venha a fazer na saúde da população idosa será infrutífero».

Situação Epidemiológica
Desde ontem foram registados pouco mais de 300 novos casos de infeção pelo novo coronavírus e cinco mortes em território...

A região de Lisboa e Vale do Tejo foi a região do país que registou maior número de mortes, desde o último balanço: dois em cinco. Seguem-se as regiões Centro, Algarve e arquipélago dos Açores com uma morte, cada, a assinalar nas últimas 24 horas.

De acordo com o boletim divulgado hoje pela DGS, foram ainda diagnosticados 313 novos casos. A região de Lisboa e Vale do Tejo foi a que registou a maioria dos casos, nas últimas 24 horas: 118, seguida da região Norte com 90 novas infeções. Desde ontem foram diagnosticados mais 46 casos na região Centro, quatro no Alentejo e 24 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, a Madeira registou mais 20 casos e o arquipélago dos Açores conta agora com mais 11 infeções.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 290 doentes internados, mais 21 que ontem. Também as unidades de cuidados intensivos têm mais sete doentes internados, estando agora 59 pessoas em UCI.

O boletim desta segunda-feira mostra ainda que, desde ontem, 284 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 1.035.977 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 31.336 casos, mais 24 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância mais 321 contactos, estando agora 21.124 pessoas em vigilância.

Dados DGS
De acordo com os últimos dados divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), a terceira dose da vacina contra a Covid-19 já foi...

No que respeita à vacinação contra a gripe, cuja segunda fase da campanha de vacinação arrancou a 18 de outubro, acima 65 anos ou mais, esta já conta com 279 mil vacinas administradas.

De acordo com a DGS, os utentes vão ser convocados através de uma SMS para a toma em simultâneo da vacina contra a gripe e contra a Covid-19 ou apenas para a vacina contra a gripe (se não forem elegíveis para Covid-19).

O agendamento será automático, no entanto, “poderá haver casos, porém, em que sejam chamados doentes abaixo da faixa que se encontra aberta por já cumprirem todos os critérios de elegibilidade e para não atrasar o processo”, lê-se no documento que faz o ponto de situação do processo de administração de vacinas em Portugal.

“O autoagendamento das vacinas contra a gripe e terceira dose da vacina contra a Covid-19, será possível acima dos 80 anos a partir de 26 de outubro, no Portal Covid-19, do Ministério da Saúde,” no entanto a DGS adianta que o ritmo de vacinação, tanto da gripe como da terceira dose da Covid-19, está previsto acelerar em novembro, altura em que a quantidade de doses disponíveis deverá aumentar.

 

Uma alternativa saudável ao sal de cozinha
Os portugueses gostam de condimentar a comida com sal. O Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física demonstra...

Para que continuem a condimentar ao gosto, a salicórnia surge cada vez mais como um excelente substituto saudável ao sal tradicional. Quer seja fresca, seca ou moída, é ideal para temperar e condimentar os mais variados pratos, dando-lhes ao mesmo tempo um elevado valor nutricional.

A salicórnia é uma planta que nasce nas rias, assumindo naturalmente o sabor salgado graças à absorção direta do sal do mar/solo onde se desenvolve. Com um teor de sódio 75% mais baixo do que o sal marinho, a salicórnia pode ser utilizada na cozinha em detrimento do sal, apresentando uma vantagem ao nível da redução do teor de sódio na culinária.

Este fator é de extrema importância, dado que se tem verificado o consumo abusivo de sal, nos últimos anos, em Portugal, e este é considerado um importante fator de risco para o aumento da pressão arterial da população e, consequentemente, para o aumento do risco de doenças cardiovasculares (DCV). Quem sofre de problemas de hipertensão, tem assim uma excelente alternativa para diminuir ou até mesmo eliminar a ingestão de sal, mas sem com isso retirar o sabor às suas refeições.

Rica em vitaminas A, C e D, sais minerais, além das propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, diuréticas e antidiabéticas, o consumo de salicórnia é assim recomendado a todas as pessoas que se preocupam com o seu bem-estar e saúde e que pretendem por isso reduzir a quantidade de sal utilizado na sua alimentação.

Cheia de sabor, a salicórnia é uma mais-valia para a saúde e para o paladar.

O Referencial pretende orientar a operacionalização da resposta ao nível regional e local
A Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou o Referencial outono/inverno 2021-22, que pretende ser um documento orientador da ação...

O documento contempla três cenários de evolução da epidemia de Covid-19, do mais favorável ao menos favorável, prevendo medidas para cada um, reduzindo o potencial impacto deste período na saúde da população em geral e, em especial, nos grupos de risco.

Caso a epidemia se agrave, a DGS indica que deve ser garantida a resposta a doentes urgentes e dada prioridade a população mais vulnerável. “Garantir uma comunicação eficaz, informativa, centralizada e tranquilizadora” e “garantir o uso eficiente e reposição da reserva estratégica”.

O Referencial pretende orientar a operacionalização da resposta ao nível regional e local e assenta em seis linhas estratégicas: vigilância e intervenção em Saúde Pública; vacinação; gestão de casos; resposta intersetorial e literacia e comunicação.

Dirigido às entidades do Ministério da Saúde, o documento não substitui os planos específicos de reforço da capacidade de resposta e recuperação do sistema de saúde e do Serviço Nacional de Saúde.

 

Com o objetivo de melhorar todo o processo de admissão pré-internamento cirúrgico
A Clínica APIC, unidade de admissão centralizada de doentes para cirurgia convencional programada no Centro Hospitalar Tâmega e...

Com o objetivo de melhorar todo o processo de admissão pré-internamento cirúrgico foi implementada a Clínica APIC no Centro Hospitalar Tâmega e Sousa em setembro de 2020, sendo assegurada por uma equipa composta por três enfermeiros, quatro assistentes operacionais a e um assistente técnico. Esta unidade veio possibilitar uma maior agilidade e eficácia no processo de admissão e preparação dos doentes de cirurgia convencional programada, numa visão centrada no doente, contribuindo para uma diminuição de custos e promovendo uma maior humanização e satisfação dos doentes.

A primeira menção honrosa foi para o projeto “Cirurgia de ambulatório & hospitalização domiciliária em doentes em idade geriátrica com cancro da mama”, do Centro Hospitalar Universitário de São João. Este projeto representa uma nova e inovadora abordagem ao doente oncológico em idade geriátrica, a nível nacional, e permitirá desmistificar paradigmas e limites respeitantes à idade cronológica e à cirurgia oncológica em regime de ambulatório.

Além disso e excecionalmente foram premiados dois projetos na segunda menção honrosa. O primeiro foi “Sistema de Rastreabilidade Têxtil”, do Centro Hospitalar Universitário de São João. Trata-se de um sistema que permite quantificar o número de peças utilizadas durante as 24h e o número de serviços realizado, fornecendo roupa hospitalar de forma atempada, segura, flexível, consistente e adequada às necessidades.

“Prevenção de Quedas” foi igualmente reconhecido com a segunda menção honrosa. O projeto da Unidade Local de Saúde de Matosinhos assenta numa estratégia voltada para o envelhecimento ativo e saudável, em que o principal objetivo é capacitar as pessoas com episódios de queda e ou em risco, para a prevenção de quedas e gestão da sua condição, através de estratégias educativas e de exercício físico centrado na melhoria das qualidades físicas, força e equilíbrio.

“Vivemos tempos de dificuldades, mas sabemos que temos competências e capacidades para fazer melhor e fazer com excelência. É isto que pretendemos com esta iniciativa, enaltecer o que já se faz no nosso país e estimular os nossos profissionais a fazer cada vez melhor”, concluiu Alexandre Lourenço, presidente da APAH.

Para Antonio Della Croce, Diretor Geral da AbbVie Portugal, “esta iniciativa simboliza o dinamismo, a capacidade de resiliência da organização em Portugal, principalmente em tempo de pandemia. Este Prémio pretende distinguir instituições que procuram implementar boas práticas e têm uma boa gestão na saúde, regendo-se por valores como a criatividade, resiliência e inovação”. E reforçou também “a necessidade de se realizar uma reflexão profundada sobre a sustentabilidade do setor da saúde e a necessidade de maiores investimentos nesta área”.

Entre os finalistas estavam ainda outros quatro projetos: “Chegar mais longe” da ANDAR – Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatoide; “Portal de Agendamento Online Para Vacinação Contra a Covid-19” dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS); “Programa de Recondicionamento ao Esforço para Doentes Pós-Covid-19” da Unidade Local de Saúde de Matosinhos e “Just in Time” do Centro Hospitalar de Setúbal.

A 8ª. edição do Prémio Healthcare Excellence decorreu na passada quarta-feira, no Hotel Vila Galé Coimbra, onde foi ainda apresentado o livro comemorativo da iniciativa “A Excelência da Saúde em Portugal”.

Diploma entra em vigor a 01 de janeiro de 2022
A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) vê com grande satisfação a aprovação do diploma pelo “direito ao...

“O diploma aprovado no dia 22 de outubro representa uma grande vitória numa batalha muito antiga contra uma injustiça e discriminação absolutamente abusivas. Mesmo as seguradoras e bancos que não negam a casa ou a realização do seguro, aumentam muitas das vezes as taxas três ou quatro vezes sem quaisquer critérios”, alerta José Manuel Boavida, Presidente da APDP, acrescentando: “O próximo passo é a regulamentação da lei e o estabelecimento de regras que clarifiquem a sua aplicação. A nossa disponibilidade é total para colaborar na implementação da lei”.

A opinião é partilhada por João Valente Nabais, Vice-Presidente da Federação Internacional da Diabetes e Assessor da Direção da APDP, que explica que a alteração da medida representa o “terminar da discriminação de pessoas com diabetes” nesta parte da sua vida. “Até agora, as pessoas com diabetes tinham um incremento naquilo que tinham de pagar, o que acaba por ser complicado em termos psicológicos e não só. No entanto, hoje em dia, uma pessoa com diabetes tem uma esperança média de vida igual à de uma pessoa sem diabetes”, reforça.

No diploma, que entrará em vigor no dia 01 de janeiro de 2022, garante-se que estas pessoas que superaram ou mitigaram doenças graves não podem ser sujeitas a um aumento de prémio de seguro e/ou exclusão de garantias de contratos de seguro e que nenhuma informação de saúde relativa à situação médica que originou o risco agravado de saúde ou a deficiência pode ser recolhida ou objeto de tratamento pelas instituições de crédito ou seguradores em contexto pré-contratual.

No texto final aprovado pelo parlamento fica consagrado que “as pessoas que tenham superado ou mitigado situações de risco agravado de saúde ou de deficiência têm, na qualidade de consumidor, direito ao esquecimento na contratação de crédito à habitação e crédito aos consumidores, bem como na contratação de seguros obrigatórios ou facultativos associados aos referidos créditos”.

 

Molnupiravir
O comité de medicamentos humanos da Agência Europeia de Medicamentos (CHMP) iniciou uma revisão contínua do molnupiravir, um...

A decisão do CHMP de iniciar a revisão em andamento baseia-se em resultados preliminares de estudos laboratoriais (dados não clínicos) e estudos clínicos. Estes estudos sugerem que o medicamento pode reduzir a capacidade de SARS-CoV-2 se multiplique no corpo, evitando assim a hospitalização ou a morte em pacientes com Covid-19.

Em comunicado a autoridade europeia revela que vai avaliar mais dados sobre a qualidade, segurança e eficácia do medicamento. “A revisão em curso continuará até que haja provas suficientes para que a empresa apresente um pedido formal de autorização de introdução no mercado.”

 

Cláudia Vieira juntou-se a grávidas convidadas em aula de ginástica no Porto
Realizou-se no último fim de semana, nos dias 16 e 17 de outubro, a 5.ª edição da Maratona da Maternidade, em formato virtual,...

A caminhada solidária, que pretendia incentivar o aumento da natalidade em Portugal, decorreu em formato virtual, superando o número de inscritos e os donativos da edição anterior. Este ano a iniciativa registou cerca de 1 460 inscrições, correspondendo a 4 380 km (3 km por inscrição). Tendo sido alcançado o objetivo estipulado pelo laboratório de 1 000 Km percorridos, a BebéVida dobrou o valor das inscrições pagas, perfazendo 3 183€, valor que será entregue à Fundação Make-A-Wish.

“É com profundo orgulho que este ano vimos quase triplicar o número de participantes, que se traduziu num valor angariado para a Make-A-Wish superior face ao ano passado, tão importante para a continuidade da missão da associação, que passa por proporcionar momentos de alegria e esperança a crianças e jovens com doenças graves”, referiu Luís Melo, administrador do laboratório de tecidos e células estaminais BebéVida. “Ficou claro o interesse e entusiamo das futuras mamãs num evento de cariz solidário com uma componente de atividade física, o que nos motiva a replicar a iniciativa futuramente”, acrescenta.

Claúdia Vieira, madrinha da iniciativa e embaixadora da Fundação Make-A-Wish, marcou presença, no dia 16 de outubro, numa das atividades dinamizadas no âmbito da Maratona da Maternidade, por antecipação à data da caminhada. A atriz e apresentadora exercitou-se ao lado de várias grávidas convidadas numa aula de fitness e pilates.

Cerimónia de entrega dos prémios acontece dia 27 de outubro a partir das 16h30
“Dar visibilidade às entidades e pessoas que estão a construir o futuro” é o tema da 10ª edição do Prémio Saúde Sustentável,...

Nesta cerimónia serão conhecidos os 5 vencedores e as 5 menções honrosas, correspondentes às cinco categorias: Cuidados de Saúde Centrados no Cidadão; Inovação e Transformação Digital; Integração de Cuidados; Promoção da Saúde e Prevenção da doença e; Sustentabilidade Económica e Financeira.

Todos os projetos apresentados visam dar resposta às necessidades sentidas nestas áreas, contribuindo para uma saúde mais próxima e centrada nas pessoas e para reduzir a burocracia dos processos e aumentar a sua eficácia. As candidaturas selecionadas foram alvo de uma profunda análise e ponderação por parte do Júri composto por notáveis figuras do ecossistema da saúde em Portugal e representantes de várias instituições parceiras desta iniciativa.

Durante a Cerimónia será também atribuído o Prémio Personalidade, que distingue uma personalidade que se tenha destacado no seu contributo e dedicação à área da saúde.

Para Francisco del Val, diretor-geral da Sanofi Portugal, “o Prémio Saúde Sustentável surgiu há 10 anos com a clara missão de incentivar a partilha de boas práticas e premiar a inovação e a sustentabilidade em saúde. Num contexto muitas vezes adverso é importante reconhecer todas as pessoas e entidades que no seu dia a dia ultrapassam barreiras e demonstram o seu compromisso para com a saúde dos cidadãos.  O nosso obrigado e reconhecimento pelo seu notável trabalho em prol de uma saúde mais sustentável.

Ao longo dos últimos 9 anos, já foram premiados 82 projetos/entidades ligadas à saúde e, ainda, 9 personalidades. Esta 10ª edição ficará marcada pela versatilidade de projetos e de iniciativas inovadoras.

Saiba mais sobre o Prémio Saúde Sustentável em https://premiosaudesustentavel.negocios.pt/.

 

Para profissionais de saúde
A Unidade de Diabetes do Hospital CUF Descobertas organiza, em conjunto com a CUF Academic Center, o seu 2º Update de Diabetes,...

O tratamento da diabetes é, hoje, um desafio de atualização científica para os profissionais de saúde. Este evento, que acontece de dois em dois anos, é uma oportunidade de conhecer a evidência mais recente sobre as novas terapêuticas e tecnologias que vieram mudar o paradigma da abordagem da diabetes.

Será discutida a abordagem multidisciplinar da diabetes tipo 1 no adolescente, compreendendo o papel do médico, do nutricionista, do enfermeiro e do psicólogo; os novos parâmetros de avaliação metabólica: TIR; o presente e futuro das insulinas; as novas tecnologias e dispositivos na gestão da diabetes e a importância da motivação no controlo metabólico.

Também será abordada a ligação entre a diabetes e outras patologias, nomeadamente, as cardiovasculares e renais.

A participação carece de inscrição obrigatória: os profissionais de saúde interessados podem inscrever-se e consultar o programa através deste link

 

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