Mayo Clinic
Cada pessoa com cancro vivencia a doença de maneira diferente e todas as emoções são válidas e impor

“Se há algo que eu posso dizer a todos os pacientes com cancro é que o stresse não causa a doença. Esse é um mito comum que causa muita culpa e preocupação desnecessária”, diz a especialista. “As pessoas pensam que se elas não tivessem aceitado aquele trabalho stressante ou se tivessem saído daquele casamento stressante, elas não teriam cancro”. Uma das partes mais recompensadoras do meu trabalho é dizer: “Isso não é verdade de maneira alguma. O stresse não causou o seu cancro. Não há evidência científica que comprove isso.”

O stresse pode causar muitos estragos de muitas formas diferentes. A resposta natural do corpo ao stresse, que é feita para proteger o corpo das ameaças percebidas, pode permanecer além do que deveria. Isso pode acontecer por muitos motivos, incluindo trauma e outros fatores de stresse. A ativação a longo prazo do sistema de resposta ao stresse e a superexposição às hormonas do stresse podem interromper quase todos os processos do corpo, mas não podem causar cancro, explica Shawna Ehlers.

No entanto, admite que o stresse pode influenciar a recuperação da doença.

“O stresse foi associado à progressão do cancro a partir do momento em que alguém é diagnosticado”, diz. “É por isso que controlar o stresse é muito importante. Isso não significa evitar o stresse a qualquer custo, mas sim garantir que cada dia tem um período de descanso no qual a fisiologia possa se acalmar.”

Além do trabalho ao lado de um profissional de saúde mental, equilíbrio e aceitação são essenciais para controlar o stresse.

“É importante separar os fatores controláveis daqueles que não podem ser controlados. Quando uma pessoa é diagnosticada com cancro, ela pode sentir-se em choque, perdida e sobrecarregada, como se toda a sua vida estivesse fora de controlo”, refere. “Mas, após pensar um pouco a respeito da situação, a pessoa percebe que há coisas que ela pode controlar.”

Outro mito é que a depressão deve ser tolerada, revela Ehlers.

É normal sentir-se stressado, ansioso e triste, diz a especialista, acrescentando que esses sentimentos geralmente se dissipam. Quando isso não acontece, é importante conversar com um profissional de saúde e pedir ajuda. A depressão é diferente de pessoa para pessoa e nem sempre é fácil de ser reconhecida. Quanto antes ela for tratada, mais cedo o doente pode concentrar sua energia na recuperação e na cura do cancro.

“A depressão, ao longo do processo oncológico, é normal e até esperada, e pode ser tratada. Então não é algo com o qual você tenha que se sentar e sofrer sozinho", diz.

É saudável conversar com outras pessoas sobre o diagnóstico da doença oncológica, mas nem sempre é fácil, acrescenta. Enquanto algumas pessoas se apoiam em amigos e familiares, outras podem tentar lidar com a questão evitando o assunto, e isso pode ter o efeito oposto, consumindo uma energia que poderia ser usada para a cura, adianta a psicóloga.

“Uma das coisas que trabalhamos com estes doentes é desapegar dessa fuga, para que eles possam falar sobre a experiência completa do cancro”, diz. “Esse processamento de emoções ajuda as pessoas a controlarem o stresse e a sentirem-se menos ansiosas e deprimidas ao longo do tempo.”

Também é saudável estabelecer limites. Falar com um profissional de saúde mental, familiares e amigos próximos sobre o cancro pode ajudar, mas responder perguntas de conhecidos e estranhos pode ser stressante, explica a especialista.  Quando a conversa começar a ficar desconfortável, um redireccionamento pode ajudar a conduzir a conversa para a outra pessoa, diz.

Se preferir ser sincero sobre como se sente e pedir educadamente para mudar o assunto da conversa, também está tudo bem. “Parte do que eu faço como psicóloga é capacitar os doentes oncológicos a entender que a vida é deles. O tratamento é deles. A história é deles e eles estão no controlo dela e de quem vai saber o quê.”

 

 

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Edição de 2022
Foram ontem anunciados os projetos vencedores da edição de 2022 das Bolsas de Cidadania Roche, uma iniciativa que pretende...

Entre as 42 candidaturas, um júri independente selecionou os seis projetos vencedores, a quem vão se entregues bolsas entre os 20 e os 5 mil euros.

O Projeto “Âmago – Rede Intergeracional de Inovação para a Saúde” da Associação Vocábulos e Narrativas, vai receber 20 mil euros para promover uma cultura de estratégias municipais para a saúde, com desenvolvimento de instrumentos de diagnóstico que permitam aos municípios definir com exatidão o seu Perfil Municipal de Saúde.

Numa segunda fase, este projeto ambiciona criar uma rede intergeracional de trabalho colaborativo entre jovens em idade escolar e idosos. O intuito é desenvolver soluções inovadoras na gestão de doenças de maior incidência ao nível municipal.

No âmbito de projetos em Évora, Matosinhos, Porto ou Esposende, os promotores do Âmago concluíram que há uma grande necessidade de obter respostas que envolvam adolescentes e idosos, potenciando a sua interação e espírito crítico para os dois grupos etários. 

A bolsa no valor de 15 mil euros vai ser entregue ao Abrigo Centro de Solidariedade Social de São João de Ver pelo seu projeto “Comida e Dignidade”. Este projeto pretende proporcionar às pessoas com dependência uma alimentação assistida digna, desde a confeção, passando pelo empratamento e tornando o momento da refeição prazeroso.

O objetivo é melhorar o estado nutricional das pessoas que necessitam de alimentação assistida, servindo refeições dignas, que promovam boas experiências sensoriais e incrementem a autoestima das pessoas que são assistidas na alimentação. Além disso, passa também por oferecer um plano alimentar adequado às necessidades nutricionais e de consistências de quem precisa de assistência na alimentação.

“Comida e Dignidade” visa formar cuidadores informais, famílias e cuidadores profissionais para práticas de alimentação assistida baseadas na humanidade e na dignidade.

Quando uma pessoa que depende de cuidados recusa a alimentação, acontece um de dois cenários possíveis - o cuidador aceita a recusa ou o cuidador ignora a recusa. As duas opções são negativas para todos os envolvidos. Insistir na alimentação facilmente ultrapassa a linha dos cuidados em força, enquanto a recusa pode ultrapassar a linha da negligência. Este projeto pretende precisamente responder a esta inquietação.

O Projeto “Cuidar, Apoiar e Domiciliar” da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla vai receber da Roche uma bolsa de 10 mil euros.

O objetivo central deste projeto da SPEM é responder às necessidades dos cuidadores e de pessoas com esclerose múltipla, dando respostas sociais e de saúde humanizadas, centradas na qualidade de vida.

O projeto passa por desenvolver competências nos cuidadores que estejam ligadas ao auxílio na realização das atividades de vida diárias das pessoas com esclerose múltipla; para que os cuidadores adquiram competências na forma de cuidar, conhecendo bem a doença, as suas limitações, a progressão e sintomas.

Outra vertente é promover o bem-estar físico e psicológico das pessoas com esclerose múltipla e cuidadores, através de estratégias de autocuidados, gestão emocional e do stress, bem como gestão do tempo.

As três bolsas no valor de 5 mil euros vão ser atribuídas ao Projeto Anémona, da Associação Anémona, que tem como objetivo a defesa e promoção dos direitos de pessoas transgénero e não binárias nos cuidados de saúde é o centro deste projeto; ao projeto “Juntos Somos Menos Raros”, da Associação de Síndromes Excecionalmente Raras de Portugal, que facultar informação credível, atualizada e em português sobre doenças raras; e ao projeto “Bússola”da Casa do Povo de Fermentões que pretende responder às situações de vulnerabilidade social, emocional e económica de pessoas LGBTI+, famílias e vítimas de violência de género, conferindo a estas pessoas acesso à satisfação das necessidades básicas e de serviços, como alojamento, medicação, consultas médicas e acompanhamento psicossocial especializado.

O anúncio público dos vencedores foi feito ontem dia 1 de junho, nas instalações da Roche.

Os membros do júri na edição deste ano foram: Graça de Freitas (Diretora-Geral da Saúde), Maria de Belém Roseira (antiga Ministra da Saúde), José Manuel Pereira de Almeida (Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde), Maria do Céu Machado (médica e ex-presidente do Infarmed), Isabel Aldir (assessora da Presidência da República), Mário Pereira Pinto (Professor Universitário e investigador), Paula Rebelo (jornalista), e Ricardo Encarnação (diretor médico da Roche).

Esta ação enquadra-se na Política de Responsabilidade Social da Roche e resulta do seu compromisso em assumir um papel ativo na sociedade apoiando, de forma transparente, iniciativas inovadoras e orientadas para a missão de suporte ao doente.

75.ª Assembleia Mundial da Saúde
A Federação Internacional da Diabetes (IDF) – Europa, juntamente com a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e...

“Acreditamos que a adoção destes objetivos proporcionará uma direção suficientemente forte para que os países possam atuar eficazmente no combate à diabetes durante a próxima década”, refere José Manuel Boavida, presidente da APDP e membro da Direção da IDF-Europa.

“A adoção das recomendações da OMS acontece um ano após o lançamento do Global Diabetes Compact, que procura responder à epidemia da diabetes através da redução do risco e da garantia de que todas as pessoas diagnosticadas com diabetes têm acesso a tratamento e a cuidados acessíveis e de qualidade”, explica João Filipe Raposo, presidente da SPD, que participou na elaboração deste documento de referência.

A 75.ª Assembleia Mundial da Saúde aprovou os seguintes 5 objetivos para a diabetes a serem concretizados até 2030:

  • 80% das pessoas com diabetes com diagnóstico realizado.
  • 80% das pessoas com diabetes com bom controlo da glicemia.
  • 80% das pessoas com diabetes com bom controlo da pressão arterial.
  • 60% das pessoas com diabetes e com 40 ou mais anos de idade a receberem tratamento com estatinas.
  • 100% das pessoas com diabetes tipo 1 com acesso a tratamento com insulina e à automonitorização da glicose.

“Atingir os objetivos de diagnóstico, de controlo da glicemia e da pressão arterial e acesso a tratamento com estatinas permitirá a prevenção das consequências da diabetes, ajudando assim a melhorar a qualidade de vida de grande parte das 643 milhões de pessoas que se estima terem diabetes em todo o mundo”, explica José Manuel Boavida, acrescentando: “Os esforços para alcançar o objetivo de 100% de acesso ao tratamento com insulina e à automonitorização da glicose, por exemplo, ajudarão a evitar as mortes que resultam do acesso insuficiente aos cuidados essenciais de que as pessoas com diabetes tipo 1 necessitam, nomeadamente em África”.

Para João Filipe Raposo “estes objetivos oferecem uma excelente oportunidade para melhorar a vida das pessoas que vivem atualmente com diabetes e de todas as que desenvolverão diabetes no futuro.” Se as tendências atuais se mantiverem, estima-se que em 2045 sejam mais de 780 milhões de pessoas com diabetes no mundo.

“Alcançar os objetivos definidos pela OMS permitirá ainda reduzir as despesas que a diabetes representa para os sistemas de saúde, que a IDF estima terem sido de quase 966 bilhões de dólares durante 2021. Os objetivos só podem ser alcançados se os países lhes dedicarem recursos humanos e financeiros suficientes, tanto para agir sobre a diabetes, como para monitorizar o progresso das ações”, explica Luís Gardete Correia, ex-vice-presidente da IDF Global.

Passaram-se 100 anos desde a primeira utilização da insulina, mas estas organizações consideram que a ação para mudar o curso global da diabetes está ainda muito atrasada. A APDP, a SPD e a própria IDF encontram-se disponíveis para apoiar o Governo Português na concretização dos objetivos estabelecidos pela OMS e que já foram propostos ao Ministério da Saúde.

 

 

Minisom deixa o alerta
Perda auditiva em crianças conduz a um atraso no desenvolvimento cognitivo e da linguagem e está rel

A perda auditiva é uma limitação sensorial que traz sérias consequências sociais e principalmente o isolamento dos outros. A maioria de nós associa a perda auditiva ao envelhecimento, mas isto é errado. Há uma percentagem significativa de crianças e jovens que tem dificuldades auditivas.

Que sinais devem os pais e educadores ter em conta:

  • Dificuldade em se expressar oralmente;
  • O seu comportamento muda e têm mais medos do que o habitual, principalmente à noite;
  • Não consegue executar pedidos de ação simples;
  • Não responde à primeira ou assusta-se com sons repentinos;
  • Observa muito os rostos das pessoas ao ouvi-las;
  • Pedir para colocar o som da televisão mais alto;
  • Pedir para repetir o que lhe é comunicado.

Comunicação e fala

A perda auditiva não tratada afeta a forma como as crianças se conectam e comunicam; isso pode ter um profundo efeito no desenvolvimento da linguagem.

A privação da linguagem pode conduzir ao atraso no desenvolvimento cognitivo nas crianças, o que pode ser evitado se uma intervenção adequada for recebida durante os primeiros anos de vida.

A perda auditiva contribui para o isolamento social e para a solidão. A incapacidade de compreender informações e manter conversas conduz a um afastamento das outras crianças para evitar situações embaraçosas.

bullying e a perda auditiva

Uma recente pesquisa traz uma consequência nova e perturbadora, apontando que a perda auditiva aumenta o risco de sofrer bullying em meninos e meninas.

A descoberta de que crianças com perda auditiva são mais propensas a sofrer bullying foi resultado de uma revisão de estudos publicados no Laringoscópio1.

Dos 17 estudos avaliados, nove compararam a vitimização de crianças com deficiência auditiva com a de seus pares ouvintes. Destes, sete estudos relataram que a perda auditiva está significativamente associada ao aumento do bullying.

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33438758/

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Bronquiolites e pneumonias são algumas das infeções respiratórias mais comuns
- A Sanofi lança neste Dia Mundial da Criança o “RSV Think Tank – Inspirar à Mudança”, uma iniciativa nacional dinamizada pela...

Com o “RSV ThinkTank – Inspirar à Mudança” quer-se promover uma melhoria de práticas a diferentes níveis de intervenção com o intuito de preparar o país para uma mudança no paradigma da gestão da doença, contando para tal, com um grupo colaborativo de personalidades oriundas de múltiplas áreas e de reconhecido grau de competência ligadas à área de Saúde Pública, Pediatria, Neonatologia, Enfermagem, Economia da Saúde, Regulamentar, Política e Social, que ao longo deste ano se reunirá em sessões ThinkTank (a primeira já realizada no passado dia 26 de maio).

Para permitir esta mudança de paradigma em Portugal e para que se possa fazer mais e melhor, primeiro há que conhecer a realidade do RSV a nível nacional e o seu impacto nas famílias, na sociedade e nos serviços de saúde.

O vírus sincicial respiratório é a causa mais comum de infeções do trato respiratório inferior, tais como bronquiolites e pneumonias, em crianças. Cerca de 20% dos internamentos em crianças abaixo dos 2 anos são por bronquiolite aguda, sendo 2/3 causados pelo RSV. Afeta qualquer criança independentemente da sua condição de saúde e com um grau de severidade imprevisível. Ainda não existem medidas preventivas disponíveis para todas as crianças, mas existem novas soluções que estão já em fase avançada de desenvolvimento e com perspetiva de disponibilidade para breve.

Saiba mais aqui: https://rsvthinktank.pt/

 

 

 

 

Guimarães, Portimão e Évora recebem workshops presenciais
A pensar nos casais que aguardam a chegada do seu bebé, a BebéVida vai realizar entre os dias 1 e 14 de junho novos workshops...

No dia 2 de junho, entre as 18h00 e as 20h00, o My Baby Spa em Guimarães recebe o workshop dedicado ao sono do bebé, com partilha de dicas úteis. Dois dias depois, entre as 18h00 e as 20h00, o Colégio a Flor, em Portimão, abre as suas portas para receber os futuros papás que desejem assistir à sessão centrada no plano de parto e relação entre gravidez e saúde oral do bebé. Nesta sessão, haverá ainda pintura de barrigas com sessão fotográfica. Já no dia 13 de junho, entre as 10h00 e as 12h00, na Farmácia dos Álamos, em Évora, decorre um workshop sobre alimentação na gravidez.

Além destas sessões, vão realizar-se nas primeiras semanas de junho outros workshops, exclusivamente em formato virtual e com duração aproximada de uma hora, entre os quais: “Técnicas para alívio da dor em trabalho de parto”, dia 1 às 18h00; “O enxoval do bebé”, dia 6 às 18h00; “Autocuidados na Gravidez”, dia 7 às 21h00; e “Os desafios do casal com a chegada do bebé” dia 14 às 19h00.

A participação nos workshops, tanto presenciais como online, é gratuita, embora seja obrigatório efetuar inscrição prévia no website da BebéVida.

Simultaneamente, vão realizar-se em várias localidades do país experiências “Eco My Baby”, sessões de ecografia 3D/4D para grávidas a partir das 17 semanas de gestação, tais como: Gondar (01/06), Coimbra e Setúbal (ambas a 02/06), Silves e Valença (ambas a 03/06), Fafe (04/06), Vila Nova de Famalicão, Braga e Beja (estas três a 07/06), Mirandela (13/06) e Santa Maria da Feira (15/06). Também a participação nestas requer inscrição prévia.

 

 

 

Oferta de bilhetes em consultas de Pediatria, Medicina Dentária Infantil e Otorrinolaringologia
São muitas as especialidades da Joaquim Chaves Saúde (JCS), mas, no que diz respeito à saúde infantil, o Grupo é especialista...

A JCS preocupa-se com a saúde e o bem-estar dos mais pequenos. Por isso, quando surge a necessidade de os pais levarem os filhos a uma consulta de Medicina Dentária Infantil, Pediatria ou Otorrinolaringologia, este ano existe um presente para compensar as crianças por serem tão corajosas quando vão às consultas. “Queremos transformar a ida das crianças ao médico num momento positivo, afastando o receio que tantas vezes acompanha este momento”, refere Miguel Vieira Marques, Diretor de Marketing e Comunicação da Joaquim Chaves Saúde. “Enquanto parceiro oficial do Festival Panda, decidimos aproveitar o regresso deste festival infantil, que é também uma festa das famílias, para agradecer e recompensar os mais pequenos pelo facto de terem ido ao médico”, acrescenta.

Com esta campanha, a Joaquim Chaves Saúde quer ainda contribuir para melhorar a prevenção ao nível da saúde infantil, nomeadamente no que diz respeito à saúde oral. De acordo com os dados do Barómetro de Saúde Oral 2021, realizado pela consultora QSP para a Ordem dos Médicos Dentistas, 73,4% dos menores de seis anos nunca foram a uma consulta de medicina dentária. 

Os bilhetes, limitados ao stock existente, destinam-se a crianças, mas serão sempre entregues ao adulto acompanhante no ato do pagamento da consulta. A oferta de bilhetes estará em vigor até dia 18 de junho nas Clínicas de Miraflores, Carcavelos, Cascais e Sintra.

 

“A Pequena Lucy e a Grande Aventura”
Consciente da importância em humanizar o momento do diagnóstico médico, principalmente junto dos mais novos, a FUJIFILM...

Trata-se de um projeto pediátrico pensado e desenhado para ajudar os profissionais de saúde a enfrentar um dos desafios mais complexos e exclusivos da sua atividade. O objetivo estende-se aos mais novos e respetivos pais: os materiais criados e toda a atmosfera permitem diminuir os níveis de ansiedade e despertar sentimentos como calma, tranquilidade e até algum divertimento.

Tudo gira à volta da Pequena Lucy, a protagonista do livro infantil, que precisa de realizar um exame radiológico e, após algum receio inicial, percebe que tudo é mais simples e fácil do que imagina.

Todos os materiais que retratam a história da Pequena Lucy ajudam a distrair e a animar os mais novos. Quando o exame termina, cada criança recebe o Diploma de Paciente Corajoso, que pode exibir orgulhosamente. Enquanto isso, os pais conseguem, igualmente, ter uma experiência positiva, naquele que pode ser um momento difícil.

Livro, peluche, t-shirt, diploma, desenhos e lápis de colorir são os materiais que compõem o projeto. Além disso, as salas de radiologia podem ainda ser personalizadas com stickers ilustrados com as imagens da Pequena Lucy, assim como os equipamentos de Ressonância Magnética aberta OASIS™ Velocity e APERTO Lucent™ Plus; bem como o equipamento de radiologia portátil FDR nano; e o ecógrafo ARIETTA™ 750.

Kenbi tem centro tecnológico no Porto e pretende contratar
A Kenbi, start-up luso alemã na área de cuidados domiciliários, está a reforçar a equipa do escritório do Porto depois de ter...

Fundada na Alemanha pelo português Bruno Pires, com outros dois fundadores- um deles suíço e a outra alemã -, a Kenbi tem como missão transformar digitalmente todo setor da assistência domiciliaria, expandindo-o a toda a população independentemente da idade e aumentar o alcance dos seus serviços por toda a Alemanha.

Desde a sua fundação em 2019, a Kenbi já angariou mais de 30 milhões de euros e cresceu de 12 para 430 funcionários, 80% mulheres.

A ronda série A foi liderada pela Endeavor Vision, a que se juntaram os investidores existentes Redalpine, Heartcore, Headline, Partech, entre outros ligados aos Cuidados de Saúde e ao Sillicon Valley Bank.

A disrupção tecnológica lusa no setor de saúde alemão

A start up fundada há apenas três anos, pouco antes do início da pandemia, resolveu um problema de tempo nos enfermeiros: 40% do tempo de trabalho de um enfermeiro está ligado à burocracia e papelada. A solução que a Kenbi apresentou foi a de usar tecnologia para aliviar a falta de pessoal de enfermagem, conseguindo resultados de eficiência ao poupar 20% no tempo de quem exerce a profissão. Por outro lado, a empresa está a desenvolver ferramentas que ajudam os familiares na gestão com a empresa e os cuidadores.

Bruno Pires, cofundador e CTO da empresa afirma: “Através da nossa tecnologia, desenvolvida no Porto, conseguimos resolver um problema: a falta de tempo dos cuidadores. Esse tempo perdido, maioritariamente, em tarefas burocráticas, é transformado em maior flexibilidade para trabalhar e maior oferta de cuidados. Com a Kenbi, os pacientes valorizam a proximidade, acessibilidade e conforto de todos os cuidados necessários. É tão simples como chamar um motorista numa aplicação mobile.”

O fundador da Kenbi avança ainda que “com este investimento vamos ampliar as inovações tecnológicas para o cliente, que vão além do mercado-alvo de idosos, criando uma categoria de assistência médica em casa para uma população mais ampla: agenda de serviços, relatórios de atendimento, contatos da rede de atendimento e um marketplace para solicitação de ofertas adicionais”.

No futuro, a start-up explorará a integração de seus serviços de atendimento domiciliário com avanços modernos de atendimento, como sistemas de farmácia online, modelos de telemedicina assistida por enfermeiros, dispositivos domésticos conectados e análises de big data para assistência médica preditiva. Por mês, a Kenbi consegue promover 48.000 visitas de cuidadores e enfermeiros, aliviando assim a grande falta de profissionais de enfermagem.

A Kenbi é aceite por todos os seguros de saúde alemães. Isto significa que os pacientes têm os seus custos de cuidados de saúde graves e de longo prazo cobertos, independentemente do serviço de escolha. Todos os cuidadores são contratados pela Kenbi, garantindo assim padrões de qualidade elevada e uma colaboração para o desenvolvimento de mais soluções tecnológicas diretamente com o consumidor final.

Reunião decorre de 3 a 7 de junho
A Gilead Sciences, Inc. e a Kite, uma empresa Gilead, anunciaram que mais de 20 abstracts, incluindo duas apresentações orais e...

“A Gilead construiu um pipeline diversificado em oncologia orientado pela nossa visão estratégica, para colmatar as maiores lacunas nos cuidados a prestar às pessoas com cancros difíceis de tratar,” referiu Merdad Parsey, MD, PhD, Chief Medical Officer, Gilead Sciences.

Impulsionar a Inovação Científica em Cancros da Mama com Elevadas Necessidades Não Satisfeitas

Serão apresentados os dados finais do estudo de registo ASCENT, um estudo de Fase 3 internacional, multicêntrico em doentes com cancro da mama triplo negativo localmente avançado irressecável ou metastático (TNBCm) que recidivaram após, pelo menos, duas quimioterapias anteriores para o cancro da mama.

Apresentação de um Portfólio de Terapia com Células CAR T consistente e diversificado

As apresentações incluem resultados de vida real por raça e etnia no LGCB e dados de mais longo prazo dos estudos ZUMA-2 que avaliam a duração da resposta à terapia com células CAR T no LCM recidivante/refratário.

“Na Kite, o nosso único objetivo é desenvolver terapias celulares para tratar e potencialmente curar o cancro,” disse Frank Neumann, MD, PhD, Kite’s Global Head of Clinical Development. “Os nossos dados na ASCO abrangem vários tipos de cancro do sangue e fases de tratamento, reforçando como as nossas terapias estão a mudar a forma como o cancro é tratado.”

Sabe se o filho tem uma visão saudável?
A visão é de forma geral considerada como um dos sentidos mais valiosos que o ser humano tem no seu

1. Os ecrãs fazem mal aos olhos?

Os dispositivos digitais quando são bem utilizados podem ser importantes ferramentas educativas e de lazer. Contudo, é importante monitorizar a sua utilização nomeadamente evitar que os mesmos estejam muito próximos dos olhos pois podem levar a queixas de cansaço visual, olho seco e a perturbações da focagem. Assim, aconselha-se seguir a regra 20/20/20, ou seja, a cada 20 minutos, uma pausa mínima de 20 segundos a uma distância mínima de 20 pés (6 metros).

2. As crianças podem utilizar óculos de sol?

As medidas que se aplicam à proteção da pele nos mais novos estendem-se também à proteção ocular, ou seja, deve evitar-se a exposição direta ao sol entre as 11h e as 15h no período do Verão. Os óculos de sol não sendo obrigatórios, são aconselháveis. Ao escolher uns óculos para o seu filho certifique-se de que as lentes têm filtro de proteção contra os raios ultravioleta (UV) próximo dos 100% e que são de boa qualidade ótica (sem distorção), nunca devendo estar riscadas ou com falhas. E lembre-se: a cor escura não é sinónimo de maior proteção!

3. As crianças até falarem não precisam de ir ao médico oftalmologista?

Existem exames simples que são capazes de quantificar a visão nos bebés desde tenra idade como, por exemplo, o teste do olhar preferencial em que através do interesse demonstrado pelo bebé por padrões de riscas com larguras diferentes se consegue obter o valor da acuidade visual de cada um dos olhos. Existe para cada idade nas consultas de oftalmologia testes adaptados com complexidade crescente até às escalas de visão dos adultos. Em crianças sem antecedentes pessoais ou familiares relevantes e com comportamento visual aparente normal, a primeira consulta de Oftalmologia deve ser realizada por volta dos 3 anos e depois com a periodicidade indicada pelo seu médico oftalmologista.

4. O estrabismo na criança cura-se de forma natural com o seu crescimento?

Qualquer alteração do alinhamento dos eixos visuais, mesmo que não permanente, presente depois dos 6 – 9 meses de idade não é normal e a criança deve ser observada numa consulta. Por outro lado, há formas de estrabismo que aparecem mais tarde, nomeadamente as que estão associadas ao esforço acomodativo (de focagem), que tipicamente surgem pelos 3 – 4 anos de idade, em crianças até aí sem qualquer alteração aparente. Mais do que existir uma cura simples, o tratamento do estrabismo é um processo de reabilitação exigindo um trabalho conjunto com o médico oftalmologista, a criança e os pais.

5. É natural as crianças coçarem os olhos?

É natural, mas não significa que seja benéfico. Coçar os olhos de maneira repetitiva constitui um traumatismo físico que pode levar ao adelgaçamento e deformação da córnea (parte transparente do olho que se situa à frente da íris). Adicionalmente, o coçar pode induzir a inflamações oculares e até mesmo infeções, uma vez que as mãos são portadoras de agentes infeciosos. Neste sentido, apesar do estímulo que as crianças têm para o fazer, nomeadamente as que sofrem de alergias, este comportamento deve ser fortemente desincentivado pelos pais.

6. As crianças não podem usar lentes de contacto?

A primeira ferramenta na correção das perturbações de focagem (erros refrativos) nas crianças são os óculos com lentes graduadas. No entanto, em casos selecionados as lentes de contacto também são uma opção, podendo ser adaptadas a qualquer idade. O uso de lentes de contacto neste escalão etário exige maior vigilância pelo médico oftalmologista e uma monitorização contínua diária por parte dos pais.

7. Lacrimejar é comum e normal nos mais novos?

A obstrução do canal nasolacrimal (que leva as lágrimas do olho ao nariz) é frequente nos bebés, acabando por se resolver nos primeiros meses de vida na grande maioria dos casos só com recurso a massagem no canto interno do olho. No entanto, na presença de lacrimejo constante que condicione episódios repetidos de infeção ocular (conjuntivite) e/ ou na ausência de resolução até aos 6 meses, o bebé deve ser observado por um médico oftalmologista.

Ana Vide Escada, coordenadora da secção de oftalmologia pediátrica e estrabismo do Hospital Garcia de Orta e Secretária-Geral Adjunta da SPO, afirma: “Com o avançar da idade, os mais pequenos podem não apresentar queixas e não notar que por exemplo a visão de um dos olhos é diferente da visão do outro e vão-se habituando a ver desta forma. Por vezes são os professores que notam que a criança cerra os olhos ou cobre um olho para ler o quadro. Os pais devem estar atentos a qualquer alteração do normal comportamento visual dos seus filhos, nomeadamente se se aproximam muito da televisão ou dos monitores, ou se têm tendência para quase colarem a cara aos livros para conseguir ler”.

Neste sentido, “a prevenção e as consultas regulares com um médico oftalmologista são sempre a melhor opção a seguir por parte dos pais, principalmente quando se verificam indícios de que a criança pode ter alguma dificuldade visual”, acrescenta ainda Madalena Monteiro, coordenadora do Grupo de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo da SPO.

Para mais informações sobre saúde ocular, consulte: https://spoftalmologia.pt/

Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Em Coimbra
Professores de quatro universidades do Cambodja e do Vietname estão, durante esta semana, na Escola Superior de Enfermagem de...

A iniciativa insere-se no projeto PrevInf: Capacitating Asia's Nursing Students on Innovative and Sustainable Prevention and Control of Healthcare-associated Infections (numa tradução livre, Capacitando estudantes de enfermagem da Ásia em formas inovadoras e sustentáveis de prevenção e controlo de infeções associadas aos cuidados de saúde), que é coordenado pela ESEnfC, e no âmbito do qual será também criado o PrevInf E-Book, um livro digital que incluirá estratégias pedagógicas e de ensino-aprendizagem, de forma a que professores e estudantes de enfermagem tirem o máximo proveito dos materiais desenvolvidos.

Cofinanciado pela União Europeia (Programa Erasmus +), o projeto abrange as componentes investigação, intervenção e capacitação, em quatro universidades asiáticas: Instituto Bolyno e Universidade Internacional do Cambodja, Universidade Técnica Médica de Hai Duong e Universidade de Enfermagem Nam Dinh (ambas no Vietname).

Este consórcio de estabelecimentos de ensino superior visa, ainda, melhorar as competências dos estudantes de cursos de enfermagem e de saúde das instituições asiáticas parceiras, em matéria de combate à resistência antimicrobiana.

Antes desta primeira reunião transnacional do projeto PrevInf, a decorrer na ESEnfC até ao final da semana, foi feito um «trabalho de pesquisa e de investigação das práticas em uso no contexto asiático», explica a equipa liderada pelo professor da ESEnfC, João Graveto, segundo a qual, «complementarmente», têm vindo a ser construídos «diversos cenários de simulação, aproximados a contextos de ensino clínico, simulando casos reais e facilitando o processo de ensino-aprendizagem e avaliação dos estudantes».

O projeto PrevInf tem um financiamento de cerca de 905 mil euros, proveniente do Programa Erasmus +, no âmbito da ação-chave Cooperação para a inovação e intercâmbio de boas práticas – Capacitação no domínio do ensino superior.

 

Desmistificar o estigma no Dia Mundial Sem Tabaco
A assinalar o Dia Mundial Sem Tabaco (31 de maio), o Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP) alerta para outros fatores de...

“Somos muitas vezes confrontados com a frustração de doentes que nunca fumaram e desenvolvem cancro do pulmão”, refere o grupo de trabalho do GECP dedicado a esta campanha. Os especialistas explicam: “de facto, cerca de 85% dos casos de cancro do pulmão poderiam ser evitados com a cessação dos hábitos tabágicos, no entanto existem outras causas para o desenvolvimento de células cancerígenas nos pulmões”. A poluição ambiental, seja através da exposição a fumos dos escapes de automóveis/fábricas ou da exposição a fibras de amianto, muito utilizadas na construção civil durante muitos anos; os fatores genéticos/hereditários; e, claro, uma prática de ação voluntária ou involuntária de fumador passivo, são aspetos que podem levar ao desenvolvimento de cancro do pulmão.

“Devemos incentivar a cessação tabágica em todas as oportunidades de diálogo com os nossos doentes, tendo aqui a Medicina Geral e Familiar um papel de destaque nas consultas regulares com os seus utentes”, considera o GECP. No entanto, “é importante reforçar que o cancro do pulmão é mais do que fumar”, olhando para a saúde do pulmão como um todo e procurando evitar estas outras causas que, a longo prazo, podem ter consequências indesejadas.

Os pneumologistas envolvidos nesta campanha (Dr.ª Ana Barroso, Dr.ª Carina Gaspar, Dr. Daniel Coutinho, Dr.ª Margarida Dias e Dr.ª Teresa Almodovar) esclarecem ainda que este tipo de cancro é, por norma, “silencioso”, isto é, “pode crescer durante muito tempo sem dar qualquer sintoma ou sinal, o que dificulta o seu diagnóstico nas fases iniciais”, fator agravado no caso de não fumadores, em que as suspeitas ficam diminuídas. “Não obstante, podemos enumerar sintomas de alarme que devem motivar uma ida ao médico o mais rapidamente possível: tosse irritativa e persistente e/ou com sangue; dor torácica, no ombro e braço; dificuldade respiratória ou em engolir; dor óssea; fadiga/perda de apetite por períodos prolongados, edema da face e pescoço e pieira no peito”.

Enquanto mensagem final para esta data, o grupo de especialistas dedicado ao combate do cancro do pulmão acredita ser necessário “orientar os esforços no combate à doença na direção certa”, sendo ela a prevenção, com a diminuição da exposição aos fatores de risco mencionados (tabaco e além do tabaco) e o diagnóstico precoce (através do rastreio e sensibilização da população).

Em parceria com autarquias e unidades de saúde locais
Em junho o Grupo de Ajuda Mútua de Viseu realiza, excecionalmente, a sua reunião no dia 08 e não no dia 01 de junho. A reunião...

A associação Portugal AVC – União de Sobreviventes, Familiares e Amigos disponibiliza grupos, com extensão de norte a sul do país e ilhas, que reúnem pessoas que têm em comum o facto de terem sofrido um AVC, que se encontram para encarar a situação pela positiva, partilhar mais informação, conhecer melhor a saúde e os direitos, prestando informações e esclarecimento de dúvidas a sobreviventes de AVC.

Os Grupos de Ajuda Mútua (GAMs) são uma forma de atuação para responder aos problemas de quem sofreu um Acidente Vascular Cerebral, sentindo o conforto de não serem os únicos a “lutar”. Pretendem ainda melhorar a capacidade de enfrentar situações difíceis, ajudar a sair do isolamento e solidão, aumentando a autoestima e colhendo ideias para facilitar a integração.

Em parceria com autarquias e unidades de saúde locais, a associação Portugal AVC promove encontros para a integração e combate à exclusão social dos sobreviventes de AVC oferecendo a possibilidade de os interessados beneficiarem de um acompanhamento regular, comparecendo em reuniões mensais.

Dos primeiros dias até ao longo da vida do sobrevivente, os GAM’s apresentam-se como uma solução de apoio onde qualquer pessoa pode encontrar informações e respostas a dúvidas.

Para mais informações, os interessados em frequentar as reuniões promovidas por este GAM podem entrar em contacto para o email: [email protected].

Também através desta iniciativa, a associação Portugal AVC compromete-se a promover a vida pós-AVC, melhorando a prevenção, reabilitação e integração do sobrevivente de AVC na comunidade.

​Para mais informações: www.portugalavc.pt; facebook.com/pt.avc ou [email protected]

 

Numa primeira fase o programa destina-se a grávidas e à população pré-escolar e do 1º Ciclo
A Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e o Município de Ferreira do Zêzere assinaram um protocolo de cooperação que...

Destinado a grávidas e à população pré-escolar e do 1º ciclo do concelho de Ferreira do Zêzere, o programa inclui ações de literacia para a saúde com distribuição de materiais de divulgação e promoção oral, identificação de problemas de saúde oral e a possibilidade de encaminhamento de grávidas, crianças e jovens para as consultas realizadas no âmbito das aulas de prática clínica do Mestrado Integrado de Medicina Dentária da FMUC.

Dados do 3º estudo nacional de prevalência de doenças orais revelam que 45% das crianças portuguesas têm cárie dentária, uma realidade que para Ana Luísa Costa, Professora de Medicina Dentária da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) não deve ser negligenciada: “é fundamental promover uma maior intervenção junto da comunidade escolar, sobretudo no ensino pré-escolar e no 1º ciclo do ensino básico”.

No que toca à saúde oral na gravidez, a especialista em Odontopediatria considera que “a vigilância e prevenção de problemas orais nesta fase é fundamental para garantir um bom desenvolvimento da gestação e do parto, uma vez que as patologias orais e as patologias sistémicas estão estritamente relacionadas e interrelacionam-se mutuamente”. Segundo a especialista “a intervenção junto das grávidas, no contexto dos cuidados de saúde primários, é uma das formas mais eficazes de prevenir, diagnosticar e tratar problemas de saúde oral durante a gestação e prevenir potenciais complicações passiveis de ocorrer no bebé”.

Este é um protocolo que pressupõe, ainda, a implementação de políticas de intervenção sanitária, as quais devem ser baseadas numa estratégia concertada de literacia e promoção do conhecimento, tendo sempre em vista a intervenção humana especializada e dedicada, bem como a distribuição de materiais e instrumentos que permitam implementar boas práticas de forma continuada e ciclicamente reforçadas.

Para Carlos Robalo Cordeiro, Diretor da FMUC, “as patologias orais, altamente prevalentes em crianças e adultos, possuem enorme influência ambiental e comportamental e são, genericamente, preveníveis desde idade precoce. Neste sentido, esta iniciativa acaba por refletir aquilo que é a nossa missão enquanto instituição ligada à formação e promoção da prevenção de doenças, a qual passa por uma clara aposta na literacia em saúde através de uma estreita relação com a sociedade civil”.

Cuidados a ter
A pele dos bebés e crianças necessita de mais proteção solar, devido aos seus baixos níveis de prote

Apesar de a absorção de vitamina D através da exposição solar ter múltiplos benefícios para a saúde – como efeitos anti-infeciosos, cicatrizantes, antidepressivos, circulatórios e termorreguladores, entre outros –, a exposição solar nas crianças deve ser sempre moderada, a fim de evitar queimaduras solares, eritemas e problemas de pigmentação. Isto acontece porque a sua pele tem menos proteção natural contra os raios ultravioleta (UV) – de facto, são necessários oito a 10 anos para que a derme adquira a maturidade ideal.

Os especialistas da Atida | Mifarma explicam que a melanogénese (produção de melanina) é fundamental para proteger a pele contra a exposição solar. Contudo, a pele dos bebés e das crianças (especialmente até aos três anos de idade) tem níveis mais baixos de melanina, o que reduz o efeito protetor. O mesmo é válido para o estrato córneo (a camada mais externa da pele), que é mais fino nas crianças, e por isso muito menos protetor, permitindo que os raios UV penetrem mais profundamente.

Devido a estas especificidades da pele das crianças e dos bebés, é aconselhável aplicar protetores solares com filtros solares, substâncias capazes de absorver, dispersar ou refletir a radiação ultravioleta.

Proteção adequada para cada idade

Os recém-nascidos com menos de seis meses não devem ser expostos à luz solar direta devido à sensibilidade da sua pele. É aconselhável cobri-los recorrendo a roupa ou sombrinhas – e ter em conta que nylon, lã, seda e poliéster são os tecidos que mais protegem contra os raios UV. Isto é essencial porque, devido à elevada absorção da derme do recém-nascido, a aplicação de cremes não é adequada e certos químicos poderão até ser tóxicos.

A partir dos seis meses, os bebés e crianças expostos à luz solar direta devem utilizar protetor solar para reduzir o risco de danos na pele. Esta é muito sensível e é necessário hidratá-la e protegê-la para evitar lesões como queimaduras solares. É também importante evitar a exposição solar entre as 11-16h e complementar sempre a proteção UV elevada com vestuário, chapéu e óculos de sol.

Sensibilizar para a necessidade de proteger a pele dos bebés

Proteger a pele das crianças depende também da educação e dos hábitos que recebem desde tenra idade. Atualmente, segundo a Atida | Mifarma, apenas cerca de metade dos pais garante que os seus filhos utilizam sempre, ou frequentemente, protetor solar.

Desta forma, a rotina de cuidado da pele dos bebés deve basear-se na sua proteção e hidratação, recorrendo a produtos com ingredientes naturais e uma elevada proteção. A Atida | Mifarma deixa ainda duas dicas a ter em conta:

  • Aplicar protetor solar (SPF) pelo menos de duas em duas horas. No caso das crianças e dos bebés, o fator de proteção solar deve ser superior a 50.
  • Tornar a hidratação da pele das crianças num hábito antes e depois da exposição solar. Nas zonas mais expostas, como o rosto e as mãos, podem ser utilizados cremes com extratos de calêndula e camomila para acalmar a epiderme. Para o corpo, recomenda-se uma loção corporal ou um óleo de massagem com um efeito calmante.

 

Fonte: 
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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
(In)Fertilidade: Integração de conhecimentos para a atividade do Psicólogo
A Associação Portuguesa de Fertilidade (APFertilidade) promove o workshop “(In)Fertilidade: Integração de conhecimentos para a...

No evento vão ser abordadas questões legais, sociais e psicológicas que envolvem a Procriação Medicamente Assistida (PMA) e a Gestação de Substituição, tendo em conta a recente entrada em vigor de novos artigos que regulam o processo na Lei da PMA. 

A sessão começa pelas 10 horas, com Margarida Silvestre, professora de medicina na Faculdade de Coimbra, a dar início aos trabalhos, com uma intervenção sobre as questões éticas em PMA. Segue-se o professor de Direito da Faculdade de Coimbra, Rafael Vale e Reis, que falará sobre em que ponto está a lei da Procriação Medicamente Assistida, e, por sua vez, Maria João Rosa e Mónica Henriques da equipa de adoção, apadrinhamento e acolhimento familiar do núcleo de infância e juventude da Unidade de Desenvolvimento Social do Centro Distrital de Segurança Social de Coimbra. As duas responsáveis vão abordar questões como quem pode adotar e quais as crianças que podem ser adotadas e como decorre este processo.

O painel que se segue será “Fertility Awareness: O que podemos fazer para promover a literacia em (in)fertilidade?”, apresentado por Juliana Pedro, do Centro de Genética da Reprodução Prof. Alberto Barros.

Ana Galhardo, psicóloga clínica e coordenadora da Rede de Apoio Psicológico da APFertilidade, apresenta, por sua vez, a MyJourney, que pretende ser uma plataforma de autoajuda para pessoas que não concretizaram o seu desejo de parentalidade. 

“Gestação de substituição: Implicações psicossociais e linhas orientadoras para a prática clínica” será o tema apresentado por Mariana Veloso Martins, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.

O evento termina pelas 17 horas com a leitura, em vídeo, dos livros “Na minha história há... Uma fada!” e “Na minha história há... Uma semente Mágica!” Vera Fernandes e Elsa Teixeira.

A APFertilidade tem organizado, desde 2011, workshops dirigidos a psicólogos que exerçam funções e se interessem pela área da saúde reprodutiva. Após uma interrupção resultante da situação de pandemia, esta atividade é retomada de forma a promover o debate e sensibilização sobre a infertilidade e todas as questões relativas à Procriação Medicamente Assistida e à legislação que a suporta. 

“A APFertilidade tem uma rede de Apoio Psicológico, formada por profissionais que se focam nas dificuldades relacionadas com infertilidade, e que passaram pelos workshops que realizamos há 11 anos. Acreditamos que o apoio de profissionais especializados é imprescindível para quem passa pelas consequências emocionais de um impacto de um diagnóstico de infertilidade. É nesse sentido que temos vindo a apostar nestas ações de formação e de sensibilização para esta realidade”, explica Cláudia Vieira, presidente da APFertilidade.

O programa completo do workshop “(In)Fertilidade: Integração de conhecimentos para a atividade do Psicólogo” e o formulário de inscrição encontra-se aqui.

"Uma Nova Vida para os seus Pulmões!" vai decorrer até ao final do ano, em 72 farmácias, de norte a sul do país
Estima-se que apenas cerca de 5% dos fumadores consiga deixar de fumar sem apoio profissional. O aconselhamento especializado...

“Apesar de existir uma tendência decrescente no número de fumadores, a verdade é que os últimos quase 2 anos de pandemia tiveram um impacto negativo no apoio profissionalizado prestado aos fumadores que querem deixar de fumar. Com esta campanha procuramos reforçar o impacto positivo da cessação tabágica, não só na saúde do fumador, como na saúde de todos os que o rodeiam e promover o acompanhamento prestado pelo farmacêutico comunitário junto das pessoas que querem deixar de fumar, garantindo o aumento das possibilidades de sucesso na manutenção da abstinência definitiva do tabaco. Com o Serviço de Cessação Tabágica Holon pretendemos melhorar a rede de apoio personalizado e especializado à cessação tabágica”, explica Sofia Ramos, responsável por este projeto nas Farmácias Holon.

Fumar afeta todo o organismo humano, sendo causa ou fator de agravamento das doenças crónicas não transmissíveis mais prevalentes, em particular do cancro, das doenças respiratórias, das doenças cardiovasculares e da diabetes, para além de outros efeitos nocivos ao nível da saúde sexual e reprodutiva, da saúde ocular, da saúde oral e do envelhecimento da pele.

“A cessação tabágica pode contribuir para diminuir a frequência de outras doenças que não o cancro do pulmão. Desde logo e dentro da oncologia, o hábito tabágico aumenta a frequência de outras neoplasias, da laringe, do estômago, esófago, cavidade bucal e mesmo leucemias. A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica é provocada, em 90% dos casos, pelo hábito tabágico, é consequência das alterações arquitetónicas do pulmão e da destruição das paredes alveolares. Esta doença provoca muitos internamentos e mortes precoces. O hábito tabágico pode provocar intoxicação por CO, 20% da hemoglobina, proteína transportadora do oxigénio (O2) e do dióxido de carbono (C02), fica bloqueada nos fumadores de um maço por dia. Finalmente, fumar sobe o risco de pneumonias por aumento das secreções e perda de eficácia do sistema muco ciliar. Parar de fumar é o ato isolado que mais melhora a qualidade e esperança de vida”, explica o Prof. Dr. José Alves, Presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão.

Para além de sensibilizar e promover o conhecimento da população sobre os benefícios da cessação tabágica, as farmácias irão também acompanhar pessoas motivadas para deixar de fumar, durante 1 ano. Este acompanhamento consiste em 7 consultas. A primeira consulta destina-se, principalmente, à recolha de informação e avaliação clínica do fumador, nomeadamente na avaliação do seu grau de dependência e de motivação para deixar de fumar.

“O(a)s farmacêutico(a)s podem ter um papel muito importante na cessação tabágica. Pela disponibilidade, pela proximidade e pela assertividade. Na disponibilidade por estarem mais perto do fumador e poderem ser contactado(a)s de forma rápida e fácil. Marcar uma consulta com o médico de família é bem mais complicado que usar uma ida rotineira à farmácia. Na proximidade, porque tudo fica facilmente disponível, o conselho clínico, a definição do método e o uso de substitutos de nicotina. Assertividade, porque sendo sabedores da dificuldade da cessação e conhecedores das diferentes formas de ajudar, conhecendo, também, os seus utentes sabem qual o melhor método, o mais eficaz em cada caso”, concluiu o Prof. Dr. José Alves.

As pessoas interessadas em deixar de fumar devem inscrever-se para esta consulta através de link disponibilizado no site: https://www.farmaciasholon.pt/

 A campanha e todas as ações realizadas no âmbito do Dia Mundial Sem Tabaco e Dia Europeu do Ex. Fumador serão partilhadas através de diferentes meios e plataformas, como mupis, Revista H, Holon TV e redes sociais das Farmácias Holon (Site, Facebook e Instagram).

A campanha ‘UMA NOVA VIDA PARA OS SEUS PULMÕES!’ desenvolvida pelas Farmácias Holon conta com o apoio da Fundação Portuguesa do Pulmão e da Niquitin®.

 

Evento em formato virtual
Para assinalar o Dia da Criança, que se celebra no dia 1 de junho, a Academia Mamãs Sem Dúvidas vai realizar no dia 2 de junho...

A sessão vai ter uma duração aproximada de duas horas, sendo dividida em três partes, cada um tópico específico abordado por um especialista diferente. A alimentação nos primeiros 12 meses de vida do bebé será a primeira temática a ser abordada, com a intervenção da Enfermeira Sónia Patrício, especialista em saúde infantil e pediatria, bem como fundadora do projeto Positive Parenting Nurse Care. De seguida, será a vez da Enfermeira Alice Araújo, especialista em saúde materna e obstetrícia, fundadora do projeto Momentos de Ternura, falar sobre os diferentes tipos de choro do bebé. O último tópico em análise será o banho do bebé, com o contributo da Enfermeira Olga Domingues, também especialista em saúde materna e obstetrícia.

A participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória. Ao participar, as futuras mamãs ficam habilitadas a receber um cabaz de produtos no valor de 300€, que inclui: uma mala da maternidade com produtos Bioderma; um estojo de higiene BebéConfort; uma cadeira da papa Safety 1st; uma ecografia 4D completa e um conjunto de peluches, ambas as ofertas de BebéVida. A feliz contemplada será conhecida no dia 3 de junho, no Instagram da Mamãs Sem Dúvidas.

Para saber mais sobre a Academia Mamãs Sem Dúvidas, conteúdos informativos ou eventos visite o website mamassemduvidas.pt .

 

 

Para ajudar o desenvolvimento motor
Nasceu a primeira aplicação móvel especificamente criada para crianças com Atrofia Muscular Espinhal. Foi desenvolvida pela...

É uma ‘app’ sem anúncios, sem compras e com controlo por voz, para ajudar o desenvolvimento motor de crianças com Atrofia Muscular Espinhal (AME). Trata-se de um jogo, com exercícios lúdicos concebidos para crianças com AME tipo 1 e tipo 2 entre os quatro e os sete anos de idade, mas que pode ser jogado por qualquer criança e em qualquer idade.

O jogo consiste em cuidar de um animal de estimação virtual que vai tendo de ser alimentado e lavado. Os prémios vão sendo ganhos através dos exercícios propostos. O jogo reage ao movimento da criança através da câmera frontal do dispositivo móvel.  

A aplicação tem o objetivo de que as crianças com AME façam exercício de uma forma mais divertida. TINY TRAINERS não tem o propósito de diagnosticar, prevenir, monitorizar ou tratar qualquer doença. Por isso mesmo, não deve fazer parte do regime de fisioterapia do doente, nem do seu tratamento médico, nem deve, de qualquer forma, substituí-los. 

A app TINY TRAINERS é compatível com o sistema iOS e Android e está disponível na App Store e na loja Google Play, de forma gratuita.

Clique aqui para a versão appstore e aqui para a versão googleplay e descarregue a app.

 

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