1 milhão de dólares
Está a decorrer o processo de submissão de propostas a um Programa Competitivo de Bolsas no âmbito da Aliança Merck-Pfizer....

Estas bolsas estão inseridas no programa Global Medical Grants (GMG) e pretendem apoiar iniciativas independentes, com o objetivo de melhorar os resultados em saúde e responder a necessidades médicas não satisfeitas, alinhadas com a estratégia científica da Aliança Merck-Pfizer.

Este Request for Proposal (RFP) público fornece detalhes sobre a área de interesse, estabelece o período de submissão e datas de revisão e aprovação. Os projetos serão analisados por um painel de revisores internos que integram a aliança entre as companhias e que tomarão a decisão final sobre a atribuição das bolsas.

As companhias não têm influência sobre nenhum aspeto dos projetos e apenas solicitam relatórios sobre os resultados e sobre o impacto dos mesmos com o intuito de compartilhá-los publicamente.

 

Frieiras, micoses e unhas encravadas
Durante o inverno, e perante a vaga de frio prevista para os próximos dias em Portugal, há um conjun

Com a chegada da estação mais fria do ano, a tendência é que os pés passem a maior parte do tempo cobertos, o que poderá causar o aparecimento de frieiras, micoses e unhas encravadas.

Por isso, devemos agir de forma preventiva e cumprir as seguintes recomendações:

  1. Secar bem os pés após o banho

Nos dias frios é comum que as pessoas saiam do banho apressadas para colocar as meias. Este comportamento é imprudente pois usar meias com os pés molhados facilita o aparecimento de bactérias, fungos e frieiras.

Por isso, recomenda-se a devida secagem dos pés, sobretudo os espaços entre os dedos, garantindo que nenhuma região estará húmida quando colocarmos as meias.

  1. Usar meias de algodão em vez de nylon

As meias de algodão apresentam dois benefícios fundamentais para esta época do ano: aquecem devidamente os pés e absorvem o suor dos pés, assegurando um ambiente seco que evita a propagação de bactérias e fungos.

  1. Privilegiar o calçado confortável

Utilizar calçado que se adeque e não aperte os pés nem as unhas é fundamental para evitar quaisquer condicionamentos na circulação sanguínea e consequente encravamento das unhas dos pés.

  1. Usar talco

Utilizar talco no próprio calçado e/ou entre os dedos dos pés reduz a humidade, evitando assim a proliferação de fungos e bactérias.

  1. Deixar os pés "respirarem" em casa

Se possível, quando estiver em casa fique com os pés descalços para que possam, durante algum tempo, “respirar” sem estarem cobertos por sapatos e meias.

  1. Colocar creme hidratante

No Inverno é usual que a pele dos pés fique seca. Para melhorar e aliviar esta condição é recomendável passar um creme hidratante específico para os pés.

  1. Cortar devidamente as unhas

Cortar as unhas em linha reta é importante para que as mesmas não encravem e causem dor ou desconforto nos pés.

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Opinião
Tratar a acne de forma natural, não significa que existe um suplemento ou uma superfood que irá faze

A alimentação é uma das partes mais controversas no que diz respeito a acne: será o problema o chocolate, os lácteos ou as comidas gordurosas? 

Vários estudos descobriram que uma associação entre uma dieta de alto índice glicêmico e a acne. Com isso afeta a pele? Comer alimentos ricos em açúcar elevam os níveis de insulina e consequentemente pode aumentar a produção de sebo, afetar os níveis de SHGB (globulina ligadora de hormonas sexuais) e aumentar a concentração de hormônios andrógenos. Uma dieta com baixo índice glicêmico aumenta a quantidade de SHGB e reduz a quantidade de hormônios andrógenos. Isso é de interesse pois níveis mais altos de SHGB foram associados com uma menor gravidade de acne.

Outro alimento muito controverso são os lácteos. Aqui vale a pena saber que a evidência para o açúcar é muito mais forte do que para os lácteos. De facto, algumas pessoas notam melhorias quando retiram ou reduzem os lácteos, especialmente o leite. A recomendação é que se sofre de acne deve evitar o leite. O restante dos lácteos, se consumidos devem ser com moderação e não como um dos grupos principais da sua alimentação diária.

Atualmente, a alimentação das sociedades modernas é pobre em ômega 3 e rica em ômega 6, e isso deveria ser ao contrário. Vários estudos sugerem que este desequilíbrio aumenta os marcadores de inflamação, uma vez que ômega-6 é pró-inflamatório e ômega-3 é anti-inflamatório. Uma maneira eficaz de aumentar a ingestão de ômega-3 é ingerir peixes como sardinha, cavala, robalo, atum, pescada ou salmão selvagem. Fontes vegetais incluem: nozes, chia, linhaça e sementes de cânhamo.

Se você comer muitas carnes criadas convencionalmente e/ou não comer peixe em quantidades suficientes, considere tomar um suplemento de óleo de peixe. O óleo de fígado de bacalhau é uma boa escolha que contém as vitaminas D e A.

A carne pode afetar o acne de várias maneiras.  A carne vermelha e processada contém uma quantidade significativa de gordura saturada, que pode contribuir para o aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue.

Em segundo lugar, a carne vermelha e processada também pode ser rica em hormônios e antibióticos, que podem desequilibrar a biologia hormonal do corpo, o que pode desencadear a produção de sebo e a obstrução dos poros.

Por último, a carne vermelha e processada geralmente é rica em sódio e geralmente pobre em nutrientes como antioxidantes, vitaminas e minerais, que são importantes para a saúde da pele.

De acordo com estudos, a melhor dieta para a acne é a de baixo índice glicémico, que se concentra em alimentos com baixo índice glicêmico (IG), ou seja, alimentos que causam uma liberação gradual de açúcar no sangue. Os alimentos com baixo IG incluem frutas, vegetais, grãos integrais, legumes e proteínas magras. A dieta também geralmente recomenda limitar ou evitar alimentos com alto IG, como açúcar, pão branco e massas refinadas.

Dietas vegetarianas e veganas

Vários pacientes chegam ao consultório a seguir uma alimentação vegetariana ou vegana. A maior parte nota melhorias na pele quando começam a seguir esta dieta.

Se conseguirmos tratar a acne apenas com alterações na alimentação, o problema é fácil de ser resolvido. Na maior parte das vezes, os clientes que chegam até mim já tem uma alimentação saudável e notaram melhorias entretanto desejam melhorar ainda mais, e é então que entra o tratamento com a suplementação e restantes  fatores.

Evite alimentos processados, açúcares refinados, gorduras saturadas e laticínios, pois eles podem agravar a acne. Consumir água suficiente também é importante para manter a pele hidratada e limpa.

É importante mencionar que a acne é uma condição multifatorial e uma dieta saudável pode ser apenas um componente do tratamento.

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Curso de Raciocínio e Registo Clínico
O Núcleo de Estudos de Formação em Medicina Interna (NEForMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) vai realizar...

Para João Araújo Correia, um dos formadores responsável pelo curso, “o Registo Clínico é parte integrante da qualidade assistencial. É a colheita da história clínica, encarada como um interrogatório inteligente, capaz de dar respostas que permitam alcançar o diagnóstico, com maior rapidez e menos exames subsidiários. O Raciocínio Clínico como a marca distintiva do exercício da Medicina Interna”.

A 2ª edição deste curso tem como objetivos dar a conhecer o conceito de Heurísticas e a importância da sua utilização no Raciocínio Clínico e alertar para as armadilhas do Raciocínio Clínico, os diferentes tipos de viés e normas para tornar mais difícil o erro médico.

Quanto ao registo clínico João Araújo Correia saliente que “está amplamente provado que um bom registo clínico leva a melhores cuidados de saúde prestados aos doentes. Devemos sempre adotar como dogma que aquilo que não está registado não foi efetuado. Associar o registo clínico ao Método de Weed será um objetivo extra”.

Inscrições em: https://www.spmi.pt/curso-registo-e-raciocinio-clinico/

 

 

Formação profissionais dos Cuidados de Saúde Primários
O auditório do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPO Lisboa) vai acolher, no dia 19 de maio, a sexta...

Divulgar as recomendações atuais em torno de problemas clínicos da gastrenterologia oncológica e da endoscopia digestiva, bem como promover a discussão de casos clínicos e a interação entre gastrenterologistas do IPO Lisboa e colegas especialistas em medicina geral e familiar é o principal objetivo deste encontro.

Isabel Claro, diretora do Serviço de Gastrenterologia do IPO Lisboa, explica que «as neoplasias digestivas são muito frequentes, sendo uma causa major de mortalidade. A implementação de estratégias que visem a sua prevenção e diagnóstico precoce são fundamentais para a alteração desta realidade. De igual modo, a correta abordagem diagnóstica e terapêutica tem impacto na esperança e qualidade de vida dos doentes. Neste contexto, a integração entre os cuidados primários e hospitalares assume grande relevo e justifica a importância deste curso».

Este curso resulta de uma iniciativa conjunta dos Serviços de Gastrenterologia dos três Institutos Portugueses de Oncologia, tendo a primeira edição decorrido em 2015.

 

Lançada nova campanha de sensibilização
“O planeta de amanhã é feito das escolhas de hoje” é o mote da campanha para 2023 da VALORMED – Sociedade Gestora de Resíduos...

Tendo a consciência de que é urgente adotar medidas para alcançarmos um futuro mais sustentável, a VALORMED lança esta campanha. Vai ter o apoio de estações de televisão, através de publicidade institucional, e de autarquias do norte, sul e regiões autónomas do país, serviços de transportes públicos, que vão disponibilizar de painéis de publicidade e partilhar conteúdos nas suas redes sociais e websites. Além disso, a partir de abril, a VALORMED vai marcar presença na rádio Renascença com a sua rúbrica “Faz Eco”, que pretende passar uma mensagem de cariz ecológico e de promoção do ambiente.

Como os mais jovens serão os adultos de amanhã, a campanha vai estar presente em estabelecimentos do ensino pré-escolar e escolas de 1º e 2º ciclos, através de aulas digitais que vão procurar explicar aos mais novos o impacto ambiental do descarte indevido dos resíduos de medicamentos fora de uso e de prazo e ensinar a forma correta de o fazer.  Às escolas vai, ainda, ser facultada a possibilidade de se envolverem num concurso de disfarces de Carnaval relacionado com a VALORMED, que seja capaz de suscitar a curiosidade e envolver as crianças nesta causa.

Sendo os medicamentos utilizados para a melhoria das condições de saúde, proporcionando segurança e qualidade de vida às sociedades atuais, a sua utilização crescente tem sido acompanhada de uma preocupante tendência de serem eliminados no lixo comum ou vazados nos esgotos domésticos.

Os Indicadores e Dados Gerais VALORMED de 2022 apontam para 1.300 toneladas de resíduos de embalagens e medicamentos recolhidas. É um valor superior em quase 5% quando comparado com o alcançado em 2021, mas, ainda assim, existe muito trabalho a fazer no sentido de sensibilizar e educar a população para que os entregue apenas nas farmácias e parafarmácias.

Segundo Luís Figueiredo, diretor-geral da VALORMED, “esta campanha surge com o objetivo de alertar a sociedade para o erro que uma parte muito significativa dos portugueses comete relativamente às embalagens e medicamentos fora de uso e de prazo, que é não depositar nos contentores da VALORMED que se encontram disponíveis na quase totalidade das farmácias e já em muitas parafarmácias do País e as consequências que daí poderão advir para o ambiente.”

Nas redes sociais podem ser encontrados posts informativos, com dados atuais, que pretendem ajudar a população a compreender os muitos erros cometidos no dia-a-dia e esclarecer dúvidas frequentes. A campanha decorrerá ao longo de todo o ano e estará também presente no website da VALORMED.

Projeto do IPO Porto “Cancro sem Temor”
No âmbito do Dia Mundial da Luta contra o Cancro, que se assinalou este sábado, é divulgado hoje o terceiro episódio do podcast...

Com a participação de Cláudia Vieira, Oncologista Médica na Patologia de Mama, Deolinda Pereira, Diretora do Serviço de Oncologia Médica e Ana Paula Lopes, sobrevivente de cancro da mama, a conversa centra-se na importante fase da vida do doente, em que o foco é o regresso às rotinas e aos sonhos por concretizar no futuro, em como lidar com a notícia da alta hospitalar e na gestão das relações pessoais e profissionais.

Conta ainda com intervenções de Susana Almeida, Psiquiatra, que apresentou algumas ferramentas de como o doente e também os cuidadores podem enfrentar a fase de sobrevivência e de Sérgio Chacim, Onco-hematologista, que testemunha a sua experiência com jovens doentes.

“Estamos aqui” envolve 45 minutos de conversa intimista, durante a qual se visitam receios, expectativas, visões clínicas e recomendações, sem deixar de lado o humanismo e, sobretudo, a esperança.

“Cancro sem Temor” é um projeto do IPO do Porto, dirigido a toda a população, com o objetivo de realçar a importância de aprender a viver com o diagnóstico de cancro e desmistificar conceitos e ideias sobre esta vivência. Através de diferentes testemunhos e perspetivas, procura-se simplificar e retirar a carga negativa, o medo associado à doença, clarificando diferentes aspetos, para ajudar a lidar melhor com ela. Olhar para a doença de diferentes perspetivas, psicológico, emocional, farmacológico, médico e social. O impacto do diagnóstico no indivíduo e no seu mundo.

O podcast, que conta com o apoio da Novartis, está disponível no canal Youtube do IPO do Porto e nas plataformas de podcast (Spotify e Apple Podcasts).

 

Perceção da Diabetes em Portugal
Mais de 98% dos portugueses afirmam saber o que é a diabetes, mas cerca de 60% não identificam a morte como uma das...

“A diabetes é facilmente identificada pela maioria da população, que a associa a um tema problemático, devido à sua elevada prevalência”, afirma João Filipe Raposo, diretor clínico da APDP, acrescentando, “Contudo, o impacto que a diabetes tem na perda de qualidade de vida e como causa de morte, ainda não é suficientemente conhecido. A diabetes é responsável por cerca de 8 anos de vida perdida e, em 2018, foi a causa direta de morte de 3,8% de portugueses, sem conseguirmos quantificar o seu impacto real, conhecido, na mortalidade por outras causas, das infeciosas, ao cancro ou às doenças cardiovasculares.”

No campo da prevenção, tem sido realizado um trabalho de sensibilização da população, que se comprova pelo facto de 77,3% dos inquiridos do estudo conhecerem os fatores de risco para a diabetes tipo 2, como é o caso do excesso de peso ou da obesidade, do sedentarismo e da hereditariedade. Já 83,5% sabem como é possível prevenir a doença, indicando a alimentação saudável, a prática de exercício físico e ter um estilo de vida saudável como principais formas de o fazer. Ainda assim, apenas 10,1% e 8,8% destas pessoas consideram que o acompanhamento em consulta de endocrinologia ou por uma equipa especializada em obesidade, respetivamente, são as melhores formas de controlar o peso. Em contrapartida, 66% apontam a dieta orientada por um nutricionista como a melhor tática.

No que diz respeito às complicações da diabetes, quase 90% dos inquiridos afirmam saber quais são, mas apenas 43,2% indicaram a morte como uma delas. Ainda sobre as complicações, 90% dos inquiridos afirma saber quais as principais complicações da diabetes e as mais identificadas são a cegueira/ problemas de visão (90%), amputações (77%) e dificuldades na cicatrização de feridas (76%).

“Este estudo demonstra que os portugueses sabem o que é a diabetes e quais as suas principais complicações, mas, mesmo assim, somos um dos países com maior percentagem de população com diabetes na Europa. Assim sendo, não podemos só atuar em campanhas de sensibilização e informação. Para mudarmos os comportamentos, temos de ter respostas concretas, de acompanhamento e suporte, para melhorar os tratamentos e a qualidade de vida de quem tem diabetes. Faltam políticas públicas mais ambiciosas para mudar o curso global da doença, com compromissos das autarquias e da sociedade civil”, aponta José Manuel Boavida, presidente da APDP.

O estudo levado a cabo pela empresa Spirituc, com o apoio da Bayer, baseia-se em 1000 inquéritos realizados a portugueses entre os 18 e os 80 anos, entre os dias 26 de outubro e 6 de novembro de 2022, com o objetivo de avaliar as perceções destes relativamente à diabetes.

Atividade física, sono, alimentação, ciclo menstrual ou meditação
Segundo um questionário do Grupo Euroconsumers, organização europeia que agrega várias organizações de defesa do consumidor,...

Nos últimos dois anos, o confinamento fez com que as aplicações dedicadas a um estilo de vida mais saudável ganhassem destaque nas listas de downloads dos consumidores. Aproximadamente metade dos portugueses, durante esse período de tempo, tentaram melhorar os seus hábitos alimentares (58%), a sua condição física (48%) e os seus hábitos de sono (31%).

A saúde no seu todo mantém-se igualmente como uma preocupação: 37% admitem que fazem, no mínimo, 30 minutos de exercício físico três dias ou mais por semana, contra 19% que afirma nunca o fazer.

Segundo os dados do inquérito, as aplicações de saúde e fitness integradas no smartphone (64%) e as aplicações dedicadas à prática de exercício físico são as preferidas dos portugueses (59%).

A Deco Proteste identificou a Garmin Connect, a Nike Run/Training, a Adidas Run/Training e a Strava como as favoritas dos inquiridos para a realização de atividade física e a Samsuns Fit Health, FitBit, Zepp, Google Fit/Heath e Apple Fit/Health, como as preferidas dos inquiridos quanto à monotorização da saúde em geral.

Além das aplicações de exercício físico, as aplicações de saúde e de nutrição também têm registado uma procura elevada. Com efeito, 43% dos inquiridos que usam estes três tipos de aplicações afirmaram que estas os ajudam bastante a alterar alguns hábitos pouco saudáveis na sua rotina diária, como forma de atingir um estilo de vida mais equilibrado.

As pulseiras de fitness e os relógios inteligentes também começaram a ser mais utilizados mas, ainda assim, apenas 29% dos inquiridos afirmou usar aparelhos para monitorizar a saúde ou a condição física. Motivos como o preço (30%), ou o facto de não precisarem de equipamento eletrónicos para terem hábitos saudáveis (47%), foram apresentados como fatores para não os usarem.

Como a oferta deste tipo de aplicações é, regra geral, gratuita, a Deco Proteste considera que se deverá experimentar várias aplicações até que se encontre a que melhor responde às necessidades de cada individuo. Mas, no final, antes de remover a aplicação, deverá apagar a sua conta e respetivos dados pessoais.

Muitas são as aplicações que permitem monitorizar vários aspetos relacionados com o bem-estar de cada um. Independentemente do que se usa (smartphone, relógio ou pulseira) o importante é procurar seguir um estilo de vida saudável.

“Guia de Alimentação na Pessoa com Cancro”
No dia 4 de fevereiro assinalou-se o Dia Mundial do Cancro e importa sempre relembrar o importante papel da alimentação ao...

Dada a importância que um bom estado nutricional tem no aumento da tolerância aos tratamentos oncológicos, uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde que cuidam diariamente de pessoas com cancro, nomeadamente uma Oncologista, uma Enfermeira e duas Nutricionistas, decidiram preparar um “Guia de Alimentação na Pessoa com Cancro”. Trata-se de uma ferramenta escrita de forma acessível e organizada de uma forma prática e intuitiva para que doentes e familiares/cuidadores possam esclarecer as suas dúvidas relativas à alimentação e gestão de sintomas durante e após os tratamentos.

Para além de Elsa Madureira, são também autores deste manual Andreia Capela, Presidente da AICSO e Médica Oncologista no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho; Luciana Teixeira, Nutricionista no Centro Hospitalar e Universitário de São João e Sara Parreira, Enfermeira Coordenadora na CUF Oncologia.

Este Guia foi desenvolvido pela Associação de Investigação de Cuidados de Suporte em Oncologia (AICSO) com o apoio da Danone Nutricia e da Liga Portuguesa contra o Cancro. A completar este Guia há um pequeno livro de receitas apelativas, preparadas com Suplementos Nutricionais Orais, como forma alternativa de os tomar, quando estes são recomendados. Este Guia está disponível para consulta ou download (gratuito) no site da AICSO.

Clique na imagem para aceder ao Guia

Tratamento de lesões
Os meniscos medem aproximadamente 25mm de diâmetro e as suas funções são múltiplas, sempre relaciona

Permitem a adaptação de duas superfícies incongruentes, o fémur e a tíbia, nos movimentos de flexão e extensão do joelho. Por outro lado, são estruturas essenciais na transmissão de força durante a transferência de peso/descarga de peso, para a distribuição das forças compressivas durante o movimento articular.

O menisco medial é comparado com um C muito aberto, ocupando cerca de 50% do contacto do compartimento interno do joelho. O menisco lateral, em forma de O, é maior do que o medial, envolvendo quase 70% do prato tibial externo, é também o menisco com maior grau de mobilidade durante o movimento do joelho.

As lesões meniscais são comuns em todos os grupos etários e funcionais. O aumento da vascularização do menisco medial, na periferia, aumenta a hipótese de maior sucesso de cicatrização após reabilitação. As lesões em jovens ocorrem devido a forças e tensões a que a estrutura está sujeita, podendo estar associado ao desporto, posturas incorretas, profissão e a fatores genéticos.

De uma forma geral, as lesões surgem devido à carga com rotação, durante a flexão ou extensão do joelho. Tal acontece porque, no movimento de extensão, o joelho possui estruturas que lhe conferem estabilidade impedindo movimentos de varismo/valgismo.

Se existir uma fraqueza ou laxidão dessas estruturas, as lesões meniscais terão maior probabilidade de ocorrerem. A lesão do menisco é acompanhada, sempre, de edema, podendo existir também lesões sinoviais, capsulares ou ligamentares. As lesões centrais do menisco não cicatrizam ao contrário do que acontece nas periféricas, que apresentam potencial de recuperação.

A cirurgia meniscal está entre os procedimentos ortopédicos mais comuns realizados atualmente, podendo ocorrer alterações estruturais e biomecânicas da articulação do joelho.

Muitos estudos confirmaram a importância do menisco na articulação do joelho, e a sua lesão está associada à instabilidade e desgaste articular.

Existem 2 grupos principais de pacientes com lesões meniscais submetidos à artroscopia: aqueles com lesões agudas e os que desenvolvem lesões degenerativas.

  • As lesões agudas geralmente ocorrem quando uma carga axial é transmitida diretamente ao joelho fletido associada à rotação.
  • Em contraste, as lesões degenerativas são típicas dos idosos e de pessoas obesas e acompanhadas de alterações degenerativas na cartilagem. Quando lesado, o menisco apresenta pouca capacidade regenerativa, principalmente devido ao seu sistema vascular.

Embora grande parte das roturas meniscais sejam tratadas de forma conservadora, aquelas que são sintomáticas e produzem um bloqueio e instabilidade da articulação podem ser tratadas cirurgicamente.

O tratamento depende do estado morfológico do menisco determinado pela artroscopia, pela correlação clínica, pela idade, localização da lesão, correlação com os dados clínicos usados, extensão da lesão meniscal, lesões associadas e nível de atividade física.

Uma grande variabilidade de programas de reabilitação tem sido usada para tratar pacientes em recuperação após este tipo de cirurgias.

Existe uma grande variabilidade de protocolos de reabilitação pós-operatória, que defendem diferentes aspetos de várias variáveis, tais como, a restrição da amplitude de movimento, o suporte de peso e a taxa na qual os pacientes progridem de um estadio do protocolo para o seguinte. O fortalecimento é parte integrante e de grande importância nos programas de reabilitação. Os exercícios isotónicos e isocinéticos são duas opções para a recuperação de força após cirurgia, podendo ser usados ao mesmo tempo durante a reabilitação.

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Universidade de Coimbra
A investigadora do Centro de Imagem Biomédica e Investigação Translacional (CIBIT) do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas...

Através do uso de técnicas de imagem cerebral funcional de ponta, e também de microscopia de alta resolução, a investigação pretende aprofundar o conhecimento sobre o desenvolvimento da unidade neurovascular durante o período neonatal, que pode contribuir para melhorar o diagnóstico e tratamento de patologias cerebrais em recém-nascidos.

Em concreto, o projeto de investigação “Desvendar a mudança neonatal no acoplamento neurovascular: uma abordagem multimodal” foca-se no estudo do desenvolvimento da comunicação entre os vasos sanguíneos e os neurónios, necessária para a obtenção de energia e oxigénio, cruciais para o bom funcionamento cerebral. Esta investigação pré-clínica vai ser realizada em murganhos recém-nascidos, através da «análise da resposta cerebrovascular após estimulação neuronal, recorrendo a várias metodologias de neuroimagem que irão ser complementadas com análise molecular», contextualiza Vanessa Coelho-Santos.

A imagem cerebral funcional é «uma valiosa ferramenta não invasiva amplamente utilizada em estudos do cérebro na área da saúde, que se baseia no fluxo sanguíneo e no estado de oxigenação para fornecer informações sobre a função cerebral, e desempenha um papel importante para detetar problemas e lesões no cérebro do recém-nascido e na previsão de alterações do neurodesenvolvimento a longo prazo associadas a essas lesões», explica a investigadora da UC.

«Curiosamente, em recém-nascidos, há uma discrepância na resposta cerebrovascular quando comparada com adultos, o que dificulta muitas vezes o diagnóstico e caracterização de patologias», elucida Vanessa Coelho-Santos. Até ao momento, «existe uma lacuna no conhecimento para explicar esta discrepância que precisa ser abordada para uma melhor compreensão dos dados de imagem cerebral funcional», contextualiza a investigadora. Explicar o que está na origem desta mudança pode vir a permitir «intervir em patologias quando este acoplamento neurovascular fica comprometido não

só durante o desenvolvimento, mas em outras patologias tais como na doença de Alzheimer ou num Acidente Vascular Cerebral», acrescenta.

Com esta investigação, que vai estar em curso até ao final de 2025, a equipa coordenada por Vanessa Coelho-Santos pretende «avançar com conhecimento que pode abrir caminho para estudos de biomarcadores para uma eficaz identificação de lesões ou outros processos adversos que podem inviabilizar o desenvolvimento normal do cérebro, podendo vir a ter impacto num diagnóstico precoce e tratamento de patologias cerebrais neonatais, como a paralisia cerebral ou doenças do neurodesenvolvimento, como autismo», destaca a investigadora.

Com recurso a metodologias de imagem cerebral de ponta, complementadas por uma abordagem molecular, este estudo laboratorial vai envolver uma equipa multidisciplinar. O financiamento competitivo conquistado por Vanessa Coelho-Santos vai ainda permitir a integração de novos elementos na equipa de investigação.

Decisão da ARS norte inviabiliza tratamento
A DaVita Portugal abriu as portas da sua clínica em Lamego para uma visita aberta à população que juntou cidadãos, políticos e...

Esta nova unidade, apesar de cumprir todos os requisitos exigidos legalmente, viu o pedido de convenção recusado pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, impedindo assim o seu funcionamento.

Durante a visita, perante instalações e equipamentos operacionais que aguardam autorização política para satisfazer as necessidades dos doentes, as diversas personalidades presentes manifestaram-se solidárias com a posição da clínica de hemodiálise.

“A decisão da ARS Norte inviabiliza uma solução que providenciaria, no imediato, melhorias na saúde e qualidade de vida dos doentes renais de Lamego”, anunciou Paulo Dinis, Diretor Geral da DaVita Portugal.

“A DaVita Portugal trabalha para impulsionar o acesso aos cuidados renais e a qualidade de vida dos doentes renais portugueses. Essa é a nossa missão aqui em Lamego, pela qual continuaremos a trabalhar e lutar junto das entidades competentes”, concluiu. 

O Presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes, reiterou a posição já aprovada, por unanimidade, pelo executivo municipal que defende a convenção do serviço de hemodiálise às clínicas privadas que pretendem instalar-se nesta cidade, independentemente de o Centro Hospitalar querer instalar também a sua unidade.

“Os doentes hemodialisados de Lamego e da região do Douro Sul devem ser livres de escolher a clínica que presta o melhor serviço. Assumimos uma posição de defesa da qualidade de vida dos nossos doentes. Observando a qualidade da intervenção neste espaço e dos equipamentos aqui instalados é um imperativo que esta clínica comece a trabalhar. Não compreendemos que se desperdicem recursos de investimento em equipamentos que, por enquanto, não têm utilização”, fundamenta.

Hugo Maravilha, o deputado da Assembleia da República que interpelou o Ministro da Saúde acerca da decisão da ARS, foi também uma das figuras políticas presentes esta manhã em Lamego.

Recorde-se que a nova Clínica de Hemodiálise de Lamego, recentemente concluída a um custo de 2 milhões de euros, é a única solução para que os doentes renais crónicos da região evitem as horas de viagem que atualmente são obrigados a percorrer para realizar o tratamento que necessitam.

Ministro da Saúde
De acordo com o Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, “em 2022, assistimos a uma notável recuperação da atividade assistencial”....

Nos hospitais do SNS contabilizaram-se um total 12.770.000 de consultas médicas em 2022 e foram feitas 758.313 cirurgias, um aumento de 7%, afirmou Manuel Pizarro. Foi a primeira vez que o Serviço Nacional de Saúde fez mais de 750 mil cirurgias num ano.

Nos hospitais foi igualmente batido o anterior recorde de consultas médicas de especialidade, com 12 770 747 consultas, um aumento de 3% face a 2021, o melhor ano até aqui. No total foram mais 346 mil consultas. Comparando com 2015, hoje são feitas mais 770 mil consultas por ano nos hospitais do SNS do que há sete anos, um aumento de 6,4%. 

Já ao nível dos cuidados de saúde primários, Manuel Pizarro avançou que o número de consultas presenciais aumentou, entre 2021 e 2022, 19%. As consultas presenciais aumentaram de 14.557.007 em 2021 para 17 271 186 em 2022 (+18%), registando-se uma diminuição dos atendimentos não presenciais que atingiram níveis recorde durante a pandemia, mas que continuam hoje dar resposta à distância a mais situações, mantendo-se ainda acima dos níveis pré-pandémicos. Em 2022 foram feitas 16 milhões de consultas não presenciais, o que compara com 9,2 milhões em 2019.

No total, realizaram-se 34 543 935 consultas médicas,  nos Cuidados de Saúde Primários. Mais 3 milhões (+9,4%) do que em 2019 e mais 4 milhões (+13,4%) do que em 2015.

Entre consultas nos hospitais e cuidados primários e também os episódios nas urgências, avança,  o SNS garantiu, em 2022, mais de 53,5 milhões de atendimentos.

 

 

Maior evento profissional dedicado às farmácias
De 9 a 11 de fevereiro de 2023, os superalimentos de alta qualidade e de origem biológica certificados da Föld vão estar, pela...

“A presença da Föld na ExpoFarma é uma oportunidade única para estreitar relações com os visitantes, dar a conhecer o portefólio de produtos e os benefícios exclusivos a potenciais novos clientes e partilhar informação com outros profissionais do setor que partilham da mesma visão da saúde e bem-estar que a marca”, explica Vera Torégão, farmacêutica e Brand Diretor da marca Föld.

Os produtos Föld são elaborados por farmacêuticos e nutricionistas com o objetivo de completar a oferta de produtos no canal farmácia na área da alimentação saudável, promovendo e protegendo a saúde. É também na farmácia que é feito um aconselhamento profissional dos produtos Föld mais adequados a cada perfil de utente. A missão da marca é simplificar o acesso aos superalimentos e promover hábitos de vida saudável, sem sacrifícios nem complicações! A gama é composta por oito referências diferentes, sendo que cada produto corresponde a um benefício-chave para a saúde. Todos os produtos têm um bom sabor e são de fácil consumo.

“As características inerentes a este evento, que reúne durante três dias as equipas das Farmácias e os mais variados stakeholders, muitos dos quais já clientes Föld, permite-nos comunicar com todos os profissionais de saúde desta área, relacionando-os num ambiente de partilha de novidades focadas no negócio da farmácia”, conclui a responsável pela Föld.

De 9 a 11 de fevereiro, visite a Föld no Centro de Congressos de Lisboa – CCL. O evento é gratuito a qualquer pessoa que se registe.

Dia Mundial do Doente assinala-se a 11 de fevereiro
A Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) vai lançar um conjunto de seis vídeos para consciencializar a população...

“Com estes vídeos pretendemos transmitir várias mensagens sobre a Encefalopatia Hepática, os seus sintomas, fatores de risco, consequências, formas de prevenção e de tratamento. O nosso objetivo é consciencializar os portugueses para a Encefalopatia Hepática; para a importância da adoção de cuidados dietéticos, farmacológicos e do acompanhamento regular pelo médico Hepatologista”, avança José Presa, presidente da APEF.

As doenças crónicas do fígado são a sétima causa de morte na Europa. “Em Portugal, morrem cerca de 2.500 pessoas por ano com doenças no fígado, como a cirrose ou o cancro do fígado. A cirrose hepática é a fase final de agressões continuadas ao fígado, como por exemplo no consumo regular e continuado de álcool. Contudo, o impacto desta condição é bastante mais abrangente do que parece à primeira vista. Uma das complicações frequentes da cirrose é conhecida por Encefalopatia Hepática, que leva à perturbação do funcionamento do cérebro, e pode chegar a afetar até 50% destes doentes”, explica.

Os vídeos podem ser visualizados no canal de YouTube da Associação aqui: https://www.youtube.com/@apefassociacaoptestudofigado.

O conteúdo também está disponível em áudio, no podcast “À Conversa com o seu Fígado” aqui: https://open.spotify.com/show/6X07pXsey24xWvuZpSAzP3?si=bc6fe021d7a34387

A encefalopatia hepática é uma consequência direta da inflamação e da lesão do fígado, que leva a alterações das funções cerebrais,  principalmente pela acumulação de substâncias tóxicas que o fígado não conseguiu eliminar do sangue. Esta consequência pode surgir de forma silenciosa e progredir para uma sintomatologia debilitante, que vai impactar a personalidade e o comportamento do doente no dia a dia.

Os sinais de alerta como apatia no discurso, irritabilidade, agressividade e condução de forma perigosa, por parte de doentes hepáticos, devem constituir um motivo para procurar ajuda médica. Os sintomas não devem ser em nenhuma instância ignorados, uma vez que a probabilidade de reversão rápida e definitiva, diminui em atuações tardias.

A adoção de uma dieta equilibrada que reduza o consumo de comida processada, ingestão proteica excessiva, de gorduras e bebidas alcoólicas, é uma das recomendações principais, tanto na fase de tratamento desta condição, como na prevenção das doenças hepáticas e da sua sintomatologia.

Opinião
A Organização Mundial de Saúde (OMS) consagrou que, no dia 6 de Fevereiro, deve ser relembrada e fei

Esta prática “atroz”, realizada em meninas à nascença, ou em idades mais tardias, até aproximadamente os 14 anos de idade, consiste na excisão/remoção de partes do órgão genital feminino, nomeadamente o clitoris, corte dos grandes e pequenos lábios e, muitas das vezes, implicando o fecho  da entrada da vagina.

Algumas religiões/culturas, acreditam, que após esta prática, a mulher será mais pura e terá filhos mais saudáveis (os genitais não tocarão na cabeça do bebe aquando do parto, evitando doenças).

Está apta a aumentar o prazer sexual do seu parceiro ... procurando, assim, garantir a integração e o reconhecimento social destas mulheres na cultura em que se inserem. Crenças que de um modo geral representam uma forte discriminação do género feminino socialmente.

Mulheres, que façam parte destas culturas, sofrem em silêncio, aceitando a sua identidade cultural mesmo que seja de um modo abrupto, doloroso, a frio… sem senso nem nexo.

Infelizmente, sabemos que a ação de mutilação genital feminina, apenas traz dor, trauma, destruição de um desenvolvimento psicosexual saudável e, em algumas situações, complicações de saúde graves.

O que pode ser feito? Educar, Formar, Intervir e Prevenir! Sabia que …. Hoje em dia, cada ano que passa, continua a existir o risco de milhões de mulheres e meninas serem mutiladas sexualmente?

A mutilação genital envolve questões sociais, religiosas, políticas?

Em pleno século XXI, ainda existem locais onde é efetuada esta prática ancestral e que constitui uma violação GRAVE dos direitos humanos, discriminando as mulheres e a sua integridade sexual.

Cabe a cada um de nós, quebrar o silêncio e falar sobre este ato, ajudando a dissipar tabus, e erradicar costumes que em nada beneficiam o desenvolvimento humano e bem estar do próprio.

Nós…. Profissionais de saúde, temos o dever de tornar presente a erradicação desta prática! Estamos muito próximos da população, e dos seus hábitos culturais.

Escutar para intervir é fundamental em populações que ainda consideram esta prática necessária, por acreditarem em mitos que em nada são verdadeiros.

A vida futura da intimidade de uma menina, está nas nossas mãos!

Alterar comportamentos, educar sobre o desenvolvimento psicosexual afigura-se preponderante, permitindo que se torne evidente a importância da vida intima e sexual destas meninas e futuras mulheres.

Seja ativo socialmente, e não permita que os direitos humanos, neste caso da mulher, sejam devassados por crenças erróneas!

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Cientistas criam aplicações inovadoras para estes materiais
Desenvolver aplicações acústicas e mitigar os problemas de ruído e de vibrações na indústria, edifícios ou meios de transporte,...

Afinal, o que são metamateriais? «São materiais cujas propriedades vão para além do que se pode encontrar na natureza», começa por explicar Luís Godinho, coordenador do projeto na FCTUC, esclarecendo que, «na verdade, são materiais artificiais, modificados ou criados de forma a apresentar certas propriedades específicas, desejadas para uma determinada aplicação. No caso da acústica e vibrações, procuramos tirar partido de conceitos como o de ressoador acústico ou mecânico, ou de elemento absorsor de energia para criar estruturas cujo comportamento como um todo apresenta desempenhos de proteção muito além dos esperados ou observados num material isolado».

O METAVISION é um projeto que se dedica à formação de novos doutorados na área específica dos metamateriais para aplicações acústicas e mitigação de vibrações. Segundo o também docente do DEC, pretende-se formar uma nova geração com competências específicas neste tipo de soluções inovadoras, permitindo que, durante o decorrer destes doutoramentos, sejam desenvolvidos novos métodos de design e análise para ampliar o desempenho e a aplicabilidade dos metamateriais.

Assim, esta investigação «procura conciliar duas tendências conflituantes. Por um lado, sabemos que a população se tem tornado cada vez mais consciente do impacto negativo da exposição excessiva ao ruído e às vibrações na saúde. Sabemos, também, que as soluções atuais de mitigação deste problema ainda exigem elementos muito pesados ou com grande volume de material para serem viáveis e eficientes em aplicações práticas, principalmente para frequências mais baixas» afirma o investigador.

No entanto, acrescenta, «cada quilo de massa retirado da cadeia logística tem de facto um benefício económico e ecológico direto, pelo que há todo o interesse em minimizar a massa/volume de material a usar em soluções práticas de engenharia de controlo de ruído e vibrações. Há, por isso, uma forte necessidade de soluções de materiais compactos e de baixa massa com excelentes características face ao ruído e vibrações, para as quais surgiram recentemente os chamados metamateriais e que têm demonstrado imenso potencial».

De acordo com Luís Godinho, este projeto reúne universidades, institutos de investigação e indústrias de pequena e grande dimensão dos setores da produção industrial, construção, transportes e equipamentos, com experiência relevante para criar o ambiente colaborativo de investigação e inovação necessário para levar os metamateriais de conceitos puramente académicos para a sua manufatura em larga escala. Portanto, a preocupação central do METAVISION é a aplicabilidade industrial das novas soluções de controlo de ruído e vibrações, abrindo caminho para uma Europa mais silenciosa e mais verde.

No âmbito deste estudo serão desenvolvidas 11 linhas de investigação específicas, culminando em projetos demonstradores industriais onde se implementarão muitos dos conceitos explorados. No caso da FCTUC, a equipa, da qual fazem ainda parte Andreia Pereira e Paulo Amado Mendes, também docentes do DEC, estará ligada a três das linhas de investigação definidas neste projeto, coordenando duas delas e participando na terceira.

«Nestas duas linhas que coordena, a equipa pretende desenvolver novos conceitos de soluções modulares de mitigação de ruído através de estruturas periódicas à base de betão leve, com especial interesse na criação de uma solução modular, inovadora e industrializável, e um conceito para melhoria do isolamento sonoro em edifícios baseado em micro ressoadores acoplados a painéis leves, que pode permitir uma melhoria significativa do desempenho acústico de muitas soluções técnicas de paredes leves. Já na terceira linha, apoiará o desenvolvimento de um novo conceito de ventilação para edifícios com elevada atenuação sonora, ajudando a mitigar um problema muito relevante nos nossos edifícios», finaliza o professor do DEC.

Este projeto, financiado pela Comissão Europeia, da tipologia Marie Skłodowska-Curie Actions (MSCA) – Doctoral Network, é liderado pela Universidade Católica de Leuven (Bélgica). Além da UC, envolve o Centre National de la Recherche Scientifique (França) e diversas empresas, designadamente, a Siemens Industry Software NV, a Materialise NV, a Metacoustic e a Phononic Vibes SRL. Conta ainda com um conjunto de empresas e entidades parceiras que apoiam e dão suporte ao projeto, entre as quais a Mota Engil Engenharia e Construção.

DGS recorda o Dia da Tolerância Zero à mutilação Genital Feminina
A Mutilação Genital feminina, que envolve a alteração ou lesão dos genitais femininos sem qualquer razão médica, pode causar...

Entre janeiro e dezembro de 2022, foram efetuados 190 registos de Mutilação Genital Feminina na plataforma Registo de Saúde Eletrónico (RSE-AP), tendo-se registado um aumento de 27,4% em relação ao período homólogo anterior. Desde 2014, foram registados um total de 853 casos em Portugal. Dos 190 casos de Mutilação Genital Feminina, foi registada a intervenção dos profissionais de saúde, em 84,2% (160) dos casos, no âmbito do esclarecimento dos direitos da mulher numa perspetiva educativa e preventiva.

Estes dados integram a “Atualização dos Registos de Mutilação Genital Feminina - Ano de 2022”, que a Direção-Geral da Saúde (DGS) publica hoje, Dia da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina.   Neste dia, a DGS associa-se a todas as mulheres e meninas submetidas à Mutilação Genital Feminina que vivem em Portugal.

Associa-se também a todos e todas que continuam ativamente a trabalhar para a eliminação desta prática e que mantêm o interesse por esta problemática.

Com o sentido de melhorar a caracterização e o conhecimento sobre esta prática (mutilação genital/corte) em Portugal, a DGS produziu a “Atualização dos Registos de Mutilação Genital Feminina, referente ao ano de 2022”. Com esta publicação pretende-se disponibilizar dados importantes que contribuam para a reflexão de todos os profissionais e demais interessados no tema, trabalhando em prol de investigar, sinalizar necessidades e eliminar a prática.

 

Mais cuidados de saúde oral para a população de Santarém e concelhos limítrofes
A rede CUF alarga a sua presença em Santarém, com a abertura de uma clínica dedicada à Medicina Dentária, que inicia a sua...

Com uma equipa composta por 16 profissionais de saúde focados na prevenção, diagnóstico e tratamento das patologias da cavidade oral, a Clínica CUF Medicina Dentária Santarém, em estreita ligação com as diferentes áreas médicas e equipas do Hospital CUF Santarém, responde às necessidades de cada pessoa através de uma abordagem multidisciplinar personalizada. 

Nesta nova clínica da rede CUF, que garante segurança e qualidade clínica, acompanhamento contínuo e conforto, estão integradas todas as áreas da Medicina Dentária, nomeadamente: Implantologia, Ortodontia, Odontopediatria, Endodontia, Reabilitação e Estética Dentária Higiene Oral, Medicina Dentária do Sono, Patologia Oral, Cirurgia Oral e Oclusão.

Para uma otimização do prognóstico e garantia do sucesso dos tratamentos, a clínica dispõe de equipamentos médicos com tecnologia diferenciada, como é exemplo o scanner intraoral e o microscópio cirúrgico.

A clínica, situada numa zona central da cidade de Santarém, no Largo Cândido Reis, conta com excelentes condições de acessibilidade e com horários alargados de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h, e sábados, das 09h às 17h.

Páginas