Conselhos Mayo Clinic
O mito de que as pessoas com pele escura são imunes ao melanoma (um tipo de cancro da pele) persiste

Dawn Davis, dermatologista da Mayo Clinic, afirma que as pessoas com tons de pele mais escuros têm de estar atentas à proteção solar.

"A melanina é o componente proteico da pele que lhe dá cor", afirma a especialista.

Os tons de pele mais escuros contêm mais melanina. O pigmento protege contra os danos causados pelo sol e reduz o risco de cancro da pele. Algumas pessoas com pele escura pensam que a melanina as protege do cancro, mas isso é um mito, afiança a dermatologista

"Todos as pessoas, incluindo as que apresentam um tom de pele mais escuro, correm o risco de desenvolver melanoma. As crianças também podem desenvolver melanoma", afirma a médica.

Quando o melanoma se desenvolve em pessoas com pele escura, é normalmente mais agressivo e o diagnóstico ocorre numa fase mais avançada. Mas isso pode acontecer porque o cancro da pele em pessoas com pele mais escura pode aparecer em áreas não expostas.

"Isto inclui debaixo das axilas, na zona genital, debaixo das unhas das mãos e dos pés e nas palmas das mãos e plantas dos pés", esclarece a especialista.

Deste modo, a dermatologista reforça a necessidade de todas as pessoas, independentemente do seu tom de pele, incluindo crianças, usarem protetor solar e examinarem a sua pele regularmente.

Quanto maior for a exposição ao sol, maior é o risco de desenvolver cancro da pele.  Segundo Dawn Davis há várias medidas que devem ser tomadas por todos para proteger a pele:

  • Usar protetor solar com, pelo menos, SPF (fator de proteção solar) 30;
  • Examinar regularmente a pele;
  • Consultar um profissional de saúde se aparecerem verrugas ou inchaços anormais;
  • Usar vestuário de proteção.
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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Prémios têm um valor global de 225 mil euros
Estão abertas, até ao próximo dia 15 de dezembro, as candidaturas à Bolsa Nacional para Projetos de Investigação em Microbiota,...

Os projetos vão ser avaliados por um júri independente constituído pelos quatro membros do Comité Científico da Biocodex Microbiota Foundation em Portugal e devem ter uma duração máxima de 18 meses. O vencedor será informado pelo Presidente do júri até um mês antes da concessão da bolsa de estudos.  

A microbiota – conjunto de microrganismos que habitam no nosso organismo – tem uma relação direta com a saúde. Uma microbiota saudável tem impacto no funcionamento bom do sistema digestivo, na imunidade, na síntese de vitaminas, armazenamento de gorduras e até no nosso estado emocional. A microbiota vaginal, em particular, é importante para a saúde da mulher e para a fertilidade. Os desequilíbrios na microbiota da zona íntima da mulher podem levar a problemas de secura vaginal, irritações, infeções e problemas na gravidez. 

Para obter mais informação sobre a Bolsa Nacional para Projetos de Investigação em Microbiota, consulte o regulamento e o formulário. As candidaturas devem ser enviadas, até ao dia 15 de dezembro, para o endereço de e-mail: [email protected].  

Estão também abertas, até ao próximo dia 30 de novembro, as candidaturas à Bolsa Internacional para Projetos de Investigação em Microbiota, que tem como tema “o papel da microbiota nos mecanismos da dor”. A esta Bolsa, no valor de 200 mil euros, podem candidatar-se, segundo o regulamento, médicos e investigadores de todos os países, incluindo de Portugal, independentemente da especialidade médica.

Opinião
Portugal tem apresentado dados preocupantes relativamente à prevalência de Diabetes mellitus, confor

Simultaneamente, à medida que aumenta a preocupação com o impacto da inflação, surge, entre outras questões, uma relevante: poderá a implementação da medida IVA zero no cabaz alimentar ser uma ferramenta capaz de auxiliar a gestão da diabetes?

Para melhor compreendermos o alcance da iniciativa IVA zero, é importante explorar os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde que fundamentaram a seleção dos 46 produtos alimentares que compõem o cabaz.

Cada um dos sete grupos da Roda dos Alimentos apresenta funções e características nutricionais específicas, o que justifica a presença de todos eles no cabaz com IVA zero. Essa inclusão é de suma importância para garantir uma alimentação diária completa e equilibrada.

Os cereais e derivados, incluindo os tubérculos, compõem a maior fração da Roda dos Alimentos. Alimentos como pão, batata, arroz e massas alimentícias estão contemplados no cabaz com IVA zero por serem os principais fornecedores de energia, fibra e outros nutrientes. Quanto menos refinados, melhor, uma vez que assim preservam os seus nutrientes em maior quantidade.

O consumo de hortícolas crus e/ou cozinhados é a base de uma alimentação saudável, devido à sua interessante densidade nutricional com compostos antioxidantes, vitaminas, fibra e minerais. A variedade do consumo é importante, uma vez que diferentes cores indicam também diferentes benefícios. A sopa, essencial e tão presente na tradição alimentar portuguesa, não deve ser esquecida já que permite conservar grande parte das propriedades nutricionais dos alimentos. O consumo de sopa nas duas refeições principais pode ser uma estratégia para alcançar as recomendações diárias de consumo de hortícolas. Os hortícolas que fazem parte do cabaz IVA zero são a cebola, o tomate, a couve-flor, a alface, os brócolos, a cenoura, a courgette, o alho-francês, a abóbora, os grelos, a couve-portuguesa, os espinafres, o nabo.

A fruta, tal como os hortícolas, é um fornecedor insubstituível de minerais, vitaminas e fibra e por isso o seu consumo deve ser diário, aplicando-se também neste caso a lógica da variedade das cores. A maçã, banana, laranja, pera e melão estão contemplados na medida IVA zero.

O grupo da carne, pescado e ovos é fornecedor de proteína de elevada qualidade e, simultaneamente, fonte de ferro, zinco e vitaminas do complexo B.

Variar o consumo de alimentos deste grupo, em quantidades adequadas, integra os princípios de uma alimentação saudável. É aconselhável consumir mais pescado e menos carne (principalmente vermelha), sendo os ovos uma boa alternativa para ambos. Carne fresca ou congelada de frango, peru, porco ou vaca fazem parte deste cabaz.

As leguminosas em sopa ou no prato devem ser consumidas diariamente, uma vez que possuem uma elevada qualidade nutricional e são uma ótima fonte de proteína vegetal. Estão presentes no cabaz, na versão seca, o feijão vermelho, o feijão-frade, as ervilhas e o grão-de-bico.

Os laticínios, nomeadamente, queijo, leite e iogurte, são por excelência os fornecedores de cálcio, proteína e vitaminas do complexo B. É importante saber fazer escolhas saudáveis e preferir produtos com menor teor de açúcar, gordura e sal adicionados, o que exige uma atenção específica à informação que consta nos rótulos e ao semáforo nutricional. O cabaz contempla leite de vaca, iogurtes ou leites fermentados e queijos.

As gorduras e óleos, nomeadamente o azeite, óleos vegetais e manteiga também fazem parte desta medida. É um grupo que se mostra essencial para o bom funcionamento do organismo, preferencialmente as gorduras de boa qualidade e, obviamente, desde que sejam consumidas com moderação.

Com isto, torna-se claro que a escolha dos alimentos não foi aleatória, demonstrando o alinhamento desta medida tributária com os princípios de uma alimentação saudável. No entanto, ainda podem surgir dúvidas quanto à adequação do cabaz de alimentos com IVA zero na alimentação de pessoas com diabetes.

Em primeiro lugar, é essencial salientar que ter diabetes não é sinónimo de um plano alimentar completamente distinto, mas sim focar em escolhas alimentares saudáveis e equilibradas, adaptadas às necessidades individuais, assim como qualquer outra pessoa que não tem diabetes.

Posto isto, ao analisarmos minuciosamente a lista de alimentos presentes no cabaz, é possível perceber que alguns deles ainda podem suscitar algum receio em pessoas com diabetes, devido a mitos enraizados, tais como a batata, arroz, massa, pão, banana, melão, cenoura e outros. No entanto, estes alimentos podem e devem ser incorporados de forma consciente e equilibrada na alimentação, quando não existem outras contraindicações. Neste caso, a chave para o equilíbrio está na quantidade consumida, tornando importante a orientação de um profissional na área de nutrição.

Assim, será possível não só desfrutar de uma alimentação mais diversificada e prazerosa, mas também assegurar uma maior variedade de nutrientes essenciais para a saúde, inclusive para o auxílio do controlo da Diabetes e redução do risco de complicações associadas à doença (fibra, magnésio, selénio, crómio, vitamina D, entre outros).

Atualmente, três meses após a implementação do IVA zero, o preço total estimado do cabaz alimentar ronda os 129€, representando uma redução de

quase 10€ em relação ao período inicial da medida, conforme indicam dados recentes da DECO.

Ao retrocedermos até 2017, percebemos que foi igualmente implementada uma medida tributária, desta vez com foco na alimentação, a qual consistia na aplicação de um imposto especial sobre bebidas adicionadas de açúcar ou edulcorantes. Através de relatórios governamentais, foi possível verificar que essa medida acarretou certas mudanças, como a redução de cerca de 15% nas vendas das bebidas abrangidas pelo imposto no período de 2017 a 2020, e a própria indústria alimentar sofreu alterações, reduzindo o teor de açúcar nas bebidas em 17% entre 2016 e 2020.

Apesar de não ser o ser o seu objetivo principal, será que a medida IVA zero no cabaz de alimentos, se implementada por tempo suficiente que permita observação de resultados, pode exercer uma influência positiva na qualidade dos hábitos alimentares dos portugueses? Assim esperamos.

Referências Bibliográficas:

Ministério da Saúde. (2023). Eu escolho comer bem com os alimentos do cabaz IVA 0% Guia sobre os grupos de alimentos e combinações saudáveis. Lisboa. Disponível em: https://nutrimento.pt/activeapp/wp-content/uploads/2023/04/AF_GUIA-Alimentacao-Saudavel-CABAZ-0.pdf

Ministério da Saúde (2020). PROGRAMA NACIONAL PARA A PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Lisboa: Direção-Geral da Saúde. Disponível em: https://alimentacaosaudavel.dgs.pt/activeapp2020/wp-content/uploads/2020/11/Relato%CC%81rio-PNPAS-2020.pdf

DECO PROTESTE (2023). Cabaz com IVA zero desceu 10 euros em três meses, mas oito alimentos ficaram mais caros. Disponível em: https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/noticias/cabaz-alimentar-poupanca-sem-iva

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Proteção Oncológica Reforçada (POR)
O cancro é uma doença que altera a perspetiva de vida das Pessoas e das Famílias. A Médis, marca do Grupo Ageas Portugal,...

Em Portugal, segundo dados da Direção-Geral de Saúde (DGS), registam-se cerca de 60 mil novos casos por ano. A Médis estabeleceu como uma das suas prioridades, a proteção dos seus Clientes com doença oncológica, reforçando a sua oferta e criando um serviço dedicado e personalizado, para um acompanhamento especializado.

A oferta da Proteção Oncológica Reforçada (POR), permite reforçar as coberturas através do aumento de capitais e dar acesso a novos serviços assistenciais. A Médis posiciona-se no mercado também, com a oferta de um serviço de apoio clínico e administrativo diferenciado, feito por enfermeiros e acessível através da Linha Médis.

“A Médis, como seguradora de saúde, tem um papel fundamental na promoção da prevenção do cancro, seja pelo apoio que proporcionam ao nível de coberturas, seja através de campanhas que promovam a informação e um maior conhecimento sobre a doença”, diz Paula Galvão, Responsável da Rede Clínica da Médis. A aposta da Médis no reforço da sua cobertura oncológica “é uma resposta direta à dimensão que o cancro atinge na população portuguesa e é mais um passo rumo à humanização dos cuidados de saúde no País”, reforça a responsável.

O tratamento do doente oncológico é longo e muitas vezes difícil tanto para o próprio como para a família e cuidadores. Ter à disposição um acompanhamento dedicado e especializado feito por profissionais de saúde é apreciado e valorizado pelos clientes.

Este acompanhamento é realizado por uma equipa de enfermeiros, que está disponível todos os dias úteis das 8h às 20h, fazendo a gestão de todos os contactos telefónicos destes Clientes, identificando necessidades, estabelecendo planos de acompanhamento e prestando orientações adequadas a cada Cliente. Muitas vezes este acompanhamento é feito proactivamente dando a conhecer a oferta da Médis.

 

 

Foi criada uma estrutura celular sem recurso à fertilização de ovócitos por espermatozoides
O anúncio recente de produção do incorretamente designado “embrião sintético” suscitou dúvidas e controvérsias a que o Conselho...

Um grupo de cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, anunciou a criação de uma estrutura celular semelhante à do embrião humano, unicamente a partir de células estaminais, sem recurso à fertilização de ovócitos por espermatozoides.

O estudo, qualificado como “inovador” e “pioneiro” pela imprensa internacional, levou a um aceso debate ético sobre a realidade em causa, mas também sobre a forma como a notícia foi disseminada.

Como salienta a Presidente do CNECV, Maria do Céu Neves, “não há aqui, efetivamente, uma novidade científica ou tecnológica que represente um avanço qualitativamente distinto da investigação que vem sendo feita nesta matéria desde há décadas e por várias equipas científicas”.

Esta realidade, prossegue a responsável do Conselho, “conduz-nos a alertar para a necessidade do cumprimento escrupuloso dos princípios da integridade científica, não só no processo de investigação, como é do conhecimento comum, mas também no da sua comunicação, o que exige objetividade e rigor. Deve, por isso, rejeitar-se a hiperbolização da informação e o sensacionalismo do discurso. Sobretudo, deve ser evitada a utilização desse anúncio, ainda não substanciado por uma publicação em jornal científico, para a obtenção de vantagens indevidas”.

A produção de uma estrutura celular coloca de imediato a questão terminológica e revisita a definição de embrião, para evitar que uma diferente designação seja um meio para contornar a regra que desde 1984, restringe todo o tipo de experimentação em embriões para além do 14ª dia.

Por outro lado, a atribuição de potencial terapêutico à investigação em causa tende, não só a legitimá-la, mas também a isentá-la do debate social que se impõe, podendo facilmente resvalar do seu intuito originário para aplicações não antecipadas e eticamente problemáticas, alerta o CNECV na sua posição.

Assim, à importância de retomar questões como a da legitimidade ética da manipulação da vida humana, com a destruição intencional de embriões, soma-se a necessidade de refletir sobre estes “modelos de embriões humanos”, qual o seu estatuto e características e o consequente nível de proteção jurídica que lhe deve ser conferido, o que poderá implicar a revisão da legislação em vigor.

O CNECV realça também que o recurso a uma potencial criação de embriões in vitro poderá, no futuro, ter em vista encurtar ou mesmo suprimir a gestação uterina ou, no limite, gerar uma criança unicamente a partir de células de um indivíduo adulto, numa abordagem potencial à clonagem reprodutiva humana que, ao criar uma criança sem progenitores, levaria a um novo sentido de “orfandade”, uma orfandade radical e absoluta.

Aula online para grávidas
A Mamãs Sem Dúvidas vai colocar as grávidas a mexer com mais uma iniciativa de exercício físico mensal. A sessão “Pilates para...

A aula online e gratuita objetiva contribuir para a saúde das mães e bebés, recorrendo aos benefícios associados ao Pilates, como a redução de dores nas costas, fortalecimento do pavimento pélvico e dos restantes músculos necessários para o trabalho de parto, controlo do peso corporal e maior oxigenação do feto.

Além disso, é notório o impacto positivo desta prática na redução dos níveis de stress, postura corporal, flexibilidade e respiração, promovendo o bem-estar geral tanto para a grávida, como para o filho.

Faça a sua inscrição aqui: https://mamassemduvidas.pt/ciclo/

 

Guia de cuidados
Verão é sinónimo de sol e calor, a altura ideal para relaxarmos e sairmos com roupas que nos permite

Praia, piscina e sol são os três vilões de verão no que toca às tatuagens. Estes potenciam possíveis infeções, manchas permanentes na pele, desbotamento ou até mudança da cor dos desenhos, infeções derivadas de alguma contaminação da areia ou da água.

O segredo para uma pele tatuada cuidada é dar especial atenção à sua pele e seguir alguns cuidados. Para que consiga aproveitar o verão sem prejudicar as suas tatuagens, deixamos-lhe cinco passos essenciais que deve seguir:

  1. Cuidado com a exposição direta ao sol - O sol é um dos principais inimigos das tatuagens. A exposição prolongada acelera a descoloração, o que pode desbotar e mudar as cores das mesmas. Neste sentido, evite as horas de maior incidência dos raios solares e tente não expor a área de pele tatuada diretamente ao sol.
  2. Protetor solar é o seu melhor amigo - Nas idas à praia ou à piscina, ou até mesmo em atividades ao ar livre, leve sempre consigo um protetor solar.  A pele é o maior órgão do nosso corpo e devemos cuidar dela com especial atenção. Nas áreas com tatuagens basta aplicar o necessário para cobri-las e mantê-las devidamente protegidas. Deve aplicar 30 minutos antes de começar a exposição solar e ir reaplicando ao longo do dia. Opte por um bom protetor solar de preferência com elevado fator de proteção contra os raios UVA e UVB.
  3. Mergulhos no mar, lagos ou piscinas - É importante ter em mente que uma tatuagem é como uma ferida aberta, sobretudo, se esta for recente. É preciso ter alguns cuidados quando imergimos as nossas tatuagens em água dado que é fácil apanhar infeções bacterianas com a poluição. O cloro pode ser igualmente uma desvantagem para a sua tatuagem na medida em que pode contribuir para a remoção da sua pigmentação e do seu brilho.
  4. Hidratação por dentro e por fora - A desidratação da pele pode prejudicar a preservação da tatuagem. Aposte em cremes hidratantes e loções pós-solares não só para hidratar a pele, como para a acalmar nesta época de sol e de praia. Para manter a pele hidratada também temos de hidratar o corpo. Assim, quando falamos em cuidados com as tatuagens no verão, importa relembrar a importância de beber água, uma vez que ajudará a promover a hidratação.
  5. Limpar a pele regularmente: é sempre importante ter o cuidado que lavar a área tatuada com um produto adequado, principalmente depois de um dia de praia ou piscina para ter a certeza que não se criam infeções com poluentes da água.
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Investigação da Mayo Clinic
Os erros cromossómicos são uma caraterística das células cancerígenas. Os defeitos no genoma resultantes da separação incorreta...

No entanto, o inverso também é verdadeiro, uma vez que níveis muito elevados desta confusão genómica caótica e persistente (denominada instabilidade cromossómica) são prejudiciais para os tumores. Consequentemente, as células cancerosas têm de conter estes erros para sobreviver.

Numa investigação recentemente publicada na revista médica Cell Reports Medicine, a bióloga molecular e de células cancerígenas da Mayo Clinic, Veronica Rodriguez-Bravo, e a sua equipa identificaram um "travão" utilizado pelas células tumorais que lhes permite sobreviver a uma elevada instabilidade cromossómica e tornarem-se mais agressivas. Os investigadores descobriram também que os tumores de cancro da próstata resistentes à terapia apresentam a maior instabilidade cromossómica em comparação com outros tipos de tumores. Se, no futuro, forem desenvolvidas terapias para manter a instabilidade (ou seja, impedir o efeito de "travão"), isso poderá potencialmente impedir o crescimento e a sobrevivência das células cancerígenas.

"O estudo desafia ainda mais o dogma de que os erros cromossómicos são principalmente promotores de tumores e propõe que os erros podem, na realidade, ser o calcanhar de Aquiles dos tumores agressivos, como os do cancro da próstata metastático", explica Rodriguez-Bravo. Normalmente, estes tumores são considerados "invencíveis", pelo que foi muito importante descobrir que são seletivamente sensíveis a medicamentos que provocam aberrações cromossómicas ainda maiores nas células tumorais. Durante muitos anos, os erros cromossómicos foram considerados os principais promotores de tumores porque estão associados à progressão agressiva dos tumores".

Os investigadores estudaram modelos experimentais como células de cancro da próstata e modelos pré-clínicos derivados de doentes, combinados com a análise de dados de doentes. A equipa descobriu que as células de cancro da próstata com um elevado nível de instabilidade cromossómica ativam genes específicos que impedem as células de adquirir mais erros cromossómicos, garantindo que as células cancerígenas sobrevivem e continuam a promover o crescimento do tumor. Desta forma, os tumores agressivos que são resistentes às terapias podem evitar atingir níveis catastróficos de erros no genoma que os matariam.

O estudo mostra que a redução terapêutica do "travão" como estratégia para forçar as células cancerosas a acumularem níveis fatais de erros cromossómicos conduz à morte de células tumorais resistentes à terapia e melhora a sobrevivência de modelos pré-clínicos derivados de doentes", acrescenta a investigadora. "O estudo fornece uma prova de conceito para uma nova estratégia terapêutica contra tumores agressivos com elevada instabilidade cromossómica".

O estudo foi um esforço científico da equipa da Mayo Clinic que envolveu investigadores do Departamento de Urologia e do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular.

"O principal objetivo da nossa investigação era revelar as vulnerabilidades cromossómicas de tumores agressivos, como o cancro da próstata metastático, para ajudar a desenvolver uma nova combinação de terapias para os doentes", afirmou Rodriguez-Bravo. "Estudar os processos fundamentais utilizando a investigação básica e translacional sobre o cancro é da maior importância para atingir este objetivo e encontrar oportunidades escondidas."

A investigação foi apoiada pela Mayo Clinic Foundation, pelo Mayo Clinic Cancer Centre e pelo US National Cancer Institute.

Investigação
Uma equipa de investigadores liderada pela professora Adelaide Fernandes, da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa,...

O projeto de investigação, intitulado “Manipulação do microbioma para reduzir a psicopatologia na esclerose múltipla” é o vencedor da 4.ª edição da Bolsa Nacional para Projetos de Investigação em Microbiota, atribuída pela Biocodex Microbiota Foundation, e vai ser desenvolvido ao longo de ano e meio, ao abrigo de um financiamento atribuído em prémio de 25 mil euros. 

De acordo com a professora Adelaide Fernandes*, os investigadores vão “modular o microbioma intestinal de ratinhos através de transplantação fecal para avaliar a melhoria da patogénese da doença e dos sintomas psicopatológicos”. O objetivo é alcançar um alívio dos sintomas e a redução da patogénese da doença, “o que pode ser um primeiro passo para melhorar a qualidade de vida dos doentes com esclerose múltipla, ao retardar ou parar a evolução da doença”. 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde esta doença atinge 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo e cerca de oito mil em Portugal (Gisela Kobelt, 2009). A esclerose múltipla é uma doença neurodegenerativa autoimune crónica e a principal causa de incapacidade neurológica não traumática.  

A professora Adelaide Fernandes explica que “apesar de acometer principalmente adultos jovens, a idade de início da doença é um fator determinante de piores episódios de recaída com um curso progressivo mais rápido e perda de eficácia terapêutica”.  

Os doentes com esclerose múltipla, apesar da sintomatologia neurodegenerativa, também apresentam comprometimento cognitivo, ansiedade e depressão, que têm impacto na progressão e patogénese da doença. Estudos efetuados em animais confirmam que a idade é um fator preditor de pior progressão da doença acompanhada de maior acumulação de défices de saúde medidos pelo índice de fragilidade. 

Diversos estudos clínicos e pré-clínicos começam agora a desvendar a relevância da interação entre o microbioma intestinal e o sistema nervoso em doenças autoimunes, como a esclerose múltipla. No entanto, existem ainda muitas lacunas que a investigação agora premiada vai explorar, como a alteração do microbioma em função da idade e o seu impacto no surgimento e progressão dos sintomas. 

Espaço pioneiro em Portugal
A Universidade de Coimbra (UC) vai criar o primeiro laboratório de ADN antigo do país. Esta nova estrutura, que será inaugurada...

Este espaço pioneiro em Portugal pretende, assim, promover a excelência científica, colaborativa e interdisciplinar, uma vez que vai ser uma estrutura de apoio para vários domínios de investigação, nomeadamente, o estudo da adaptação e mobilidade de populações e espécies como resposta a alterações ambientais; a utilização de ADN antigo, ambiental e forense para monitorização da biodiversidade, espécies invasoras, qualidade alimentar e preservação de recursos naturais; o estudo da valorização das populações e do seu território, incluindo aldeias históricas e locais arqueológicos; o estudo da incidência e evolução de doenças ao longo do tempo; ou a implementação e análise computacional de dados genómicos de larga-escala (big data).

«A aposta da Universidade de Coimbra neste novo laboratório pretende potenciar a investigação e a inovação em vários domínios do saber. Com a criação desta nova estrutura estaremos não só a promover a inovação dentro de portas, mas também fora da UC, uma vez que pretendemos que este laboratório contribua para a investigação que é feita dentro e fora de Portugal, nas áreas em que o ADN antigo pode ter um contributo fundamental», destaca o Reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão.

«O laboratório de ADN antigo contribuirá para superar algumas das principais limitações infraestruturais do país nesta área, e irá promover a excelência científica interdisciplinar e contribuir para consolidar a liderança da Universidade de Coimbra na investigação e inovação. O laboratório estará integrado numa rede global de instituições científicas especializadas em ADN antigo, genética forense, biologia evolutiva, arqueologia, linguística e museologia», explica o vice-coordenador do Centro de Estudos Interdisciplinares da UC (CEIS20), atualmente na Universidade Nacional da Austrália e investigador afiliado da UC, João Carlos Teixeira, que será o investigador principal desta nova estrutura.

João Carlos Teixeira tem dedicado a sua carreira de investigação à genética e à evolução das espécies, em particular à espécie humana, sobretudo através da análise de amostras de ADN antigo, tendo publicado em prestigiadas revistas científicas internacionais sobre, por exemplo, a importância da diversidade genética para a conservação das espécies, a história evolutiva das populações humanas, ou a identificação do mais antigo caso documentado de uma síndrome genética

O investigador explica que o ADN antigo «oferece uma janela direta para o passado, permitindo o estudo da arquitetura genética de populações naturais ao longo do tempo, incluindo episódios de seleção ou migração, mas também os fatores genéticos associados à domesticação, especiação ou extinção de espécies». 

«Com este novo laboratório, vem, igualmente, a ambição de estabelecer fortes parcerias também em território nacional com outras unidades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) dos setores público e privado», avança João C. Teixeira, que realça «a oportunidade única de se estabelecerem programas de ensino e treino especializado».

O novo laboratório vai envolver diversas unidades de ensino e investigação da Universidade de Coimbra, nomeadamente o CEIS20, o Centro de Investigação em Antropologia e Saúde (CIAS) da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC), o Departamento de Ciências da Vida da FCTUC, o Jardim Botânico, o Museu da Ciência e a Faculdade de Letras (FLUC). 

Balanço
A Cruz Vermelha Portuguesa deu resposta a quase 1.500 ocorrências durante a Jornada Mundial da Juventude, que decorreu entre 1...

Nos dez Postos Médicos Avançados (PMA), colocados junto aos locais onde decorreram as maiores concentrações, nomeadamente Parque Eduardo VII, Parque Tejo ou Terreiro do Paço, as equipas da Cruz Vermelha Portuguesa atenderam quase 900 pessoas. As situações mais prevalentes foram desidratações, intoxicações alimentares, pequenos traumatismos.

As equipas apeadas, que circularam entre os peregrinos para resposta imediata, registaram perto de 600 ocorrências.

A Cruz Vermelha Portuguesa integrou a resposta médico-sanitária do evento, em coordenação com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), contando com um dispositivo de mais de mil operacionais e voluntários, entre os quais médicos, enfermeiros, psicólogos, socorristas.

 

Opinião
O processo natural de envelhecimento exige que se adotem cuidados redobrados na saúde e o coração nã

A doença valvular cardíaca incide nas quatro válvulas do coração (tricúspide, pulmonar, mitral e aórtica), elementos responsáveis pela passagem ou não do sangue para o interior do coração. Com a presença de fatores de risco como a idade, fatores genéticos, tabagismo, doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes e alguns tipos de infeções, a funcionalidade das válvulas vai deteriorando-se, afetando o fluxo sanguíneo do coração.

No caso da estenose aórtica, a doença mais comum das válvulas do coração, a válvula aórtica fica mais estreita, deixando de fazer a abertura completa, o que se traduz num impedimento do fluxo normal do sangue da região do ventrículo esquerdo para a artéria aorta. Como consequência, a função da saída do sangue do coração fica condicionada, colocando a vida do doente sob ameaça.

A insuficiência mitral, merece igual destaque por ser a segunda principal causa de intervenção valvular nos países europeus. Neste caso, a válvula mitral, responsável pela passagem de sangue da aurícula esquerda para o ventrículo direto, sem que o sangue volte para trás quando está a ser bombardeado para o resto do corpo, deixa de funcionar na plenitude. Como consequência, existe uma fuga de sangue (regurgitação) do ventrículo para a aurícula, no sentido contrário ao do fluxo normal, o que resulta numa menor quantidade de sangue em circulação e que a pressão do sangue nas veias pulmonares aumente.

Para avaliar a possibilidade de desenvolver um problema deste cariz, comece por estar atento a sintomas como fadiga, dor no peito, palpitações, desmaios e inchaço, em regiões como as pernas. Na presença de algum destes indícios, deve proceder a uma avaliação médica, cujo diagnóstico é efetuado recorrendo a meios de auscultação e ecografia com doppler, e, numa fase de confirmação, através de cateterismo cardíaco.

Ao ser detetada uma doença valvular cardíaca, deve ser prescrita a toma de medicação, podendo ainda ser necessário optar por métodos de reparação ou através do implante de uma nova válvula cardíaca, a prótese, que atualmente é possível através de procedimentos minimamente invasivos, via cateter, uma alternativa cada vez mais frequente em relação às cirurgias cardíacas.

Nas situações devidamente acompanhadas e controladas, é possível viver normalmente, desde que se privilegiem rotinas saudáveis, que não agravem a patologia, através de uma alimentação regrada, pobre em sal, e da prática regular de exercício físico. Salienta-se ainda a importância de realizar avaliações de rotina, em particular nos seniores.

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“A Hepatite não pode esperar”
A Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) acaba de lançar o e-book “A Hepatite não pode esperar”. Esta iniciativa...

“Com este documento pretendemos divulgar informação e consciencializar os portugueses para as Hepatites, uma doença que representa um problema de saúde pública e afeta milhões de pessoas em todo o mundo. As Hepatites de causa viral são provocadas por diferentes vírus, que podem ser categorizadas nas tipologias A, B, C, D ou E. Por este motivo, é crucial que as pessoas estejam informadas e conscientes de que as diferentes tipologias apresentam vários modos de transmissão, sintomas, tratamento e prevenção”, explica Arsénio Santos, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF).

E acrescenta: “Estas condições apresentam diferentes gravidades e exigem confirmação através de exames de sangue e de Imagiologia. Neste sentido, com esta iniciativa, queremos que as pessoas compreendam a importância do diagnóstico e do tratamento, uma vez que limitam que o vírus se propague e as lesões se agravem, especialmente nos casos graves e crónicos. Pessoas mais informadas sobre os fatores de risco para as doenças do fígado, formas de as diagnosticar, de tratar, e de as prevenir, constroem uma sociedade mais forte e saudável”.

O e-book está disponível gratuitamente no site da Associação e pode ser consultado aqui: https://apef.com.pt/ebook-a-hepatite-nao-pode-esperar/

A Hepatite caracteriza-se por uma inflamação das células do fígado, que pode ter várias causas, nomeadamente os vírus da Hepatite A, B, C, D e E, sendo a B e a C as que têm maior impacto na saúde pública. O fígado é um importante órgão do sistema digestivo e, no caso de inflamação ou lesão, pode haver comprometimento da sua função, podendo originar diversas complicações a curto ou a longo prazo.

A Hepatite é uma doença evitável, tratável e, no caso da hepatite C, curável. As Hepatites virais B e C afetam 350 milhões de pessoas em todo o Mundo, causando 1,4 milhões de mortes por ano. Em Portugal poderão ainda existir milhares de doentes com Hepatites B e C não diagnosticados.

Destinado a farmacêuticos ou estudantes do curso de Ciências Farmacêuticas
A Tecnigen, empresa de genéricos de capital 100% português do Grupo Tecnimede, acaba de lançar a 2ª Edição do Prémio Tecnigen...

O objetivo é premiar quatro projetos inovadores dirigidos à prática da farmácia comunitária, que promovam a saúde e o bem-estar das suas comunidades. As candidaturas podem ser submetidas no website do Prémio até dia 31 de dezembro de 2023, sendo que a short-list com os 10 projetos finalistas será anunciada em fevereiro de 2024 e os vencedores revelados em novembro desse mesmo ano.

Nesta 2ª edição serão novamente distinguidos dois projetos que estejam ainda na fase de conceito e dois projetos que se encontrem já desenvolvidos (incluindo projetos piloto). Está prevista a atribuição de quatro prémios monetários, num total de 20 mil euros, em que o melhor projeto por categoria recebe 7.5 mil euros e o segundo melhor 2.5 mil euros. Os quatro projetos vencedores recebem ainda uma formação customizada dada pela Católica Lisbon School of Business & Economics, com uma duração de oito horas.

Além da Ordem dos Farmacêuticos e da CATÓLICA-LISBON, esta segunda edição conta com um novo parceiro institucional, o Instituto de Saúde Baseada na Evidência (ISBE), que estará responsável por ministrar um webinar aberto a todos os participantes interessados em concorrer ao Prémio, com o mote “Como Desenhar um estudo na Farmácia Comunitária?” O ISBE estará ainda responsável por sessões de coaching científico que serão oferecidas aos 10 projetos finalistas.

O júri desta 2ª edição é constituído por personalidades relevantes a nível nacional, como Hélder Mota Filipe, Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, que será também Presidente de Júri; Carolina Mosca, Presidente do Conselho do Colégio de Especialidade de Farmácia Comunitária; Ema Paulino, Presidente da Associação Nacional de Farmácias; Isabel Cortez, Presidente da Associação de Farmácias de Portugal e Ana Cabral, Farmacêutica Comunitária e Professora Auxiliar Convidada na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra.

Para mais informações sobre o Prémio, consulte: http://www.premiofarmaciascomunitarias.tecnigen.pt/

 

Itens de saúde
Para muitos a chegada do verão representa a altura ideal para abrandar o ritmo e fugir da rotina e d

Quando vamos de férias, continua a ser importante manter alguns cuidados especiais para zelar pela nossa saúde. E, por isso, além dos documentos de identificação, dos acessórios eletrónicos, dos produtos de higiene e de roupa leve e fresca, deve levar um kit de primeiros socorros com os objetos e medicamentos que poderão salvar o seu dia-a-dia, caso aconteçam pequenos acidentes ou questões de saúde repentinas.

Antes da viagem, é essencial preparar a sua mala com cuidado, o que pode ser uma tarefa desafiante. Para garantir que não se esquece de nada, siga esta lista com dezoito itens de saúde que são um must-have para as suas férias em família:

1.      Luvas descartáveis;

2.      Adesivo e ligaduras elásticas;

3.      Tesoura pequena;

4.      Desinfetante;

5.      Gazes esterilizadas;

6.      Pensos rápidos de vários tamanhos;

7.      Termómetro;

8.      Gelo instantâneo;

9.      Creme para irritações e queimaduras para cicatrizar a pele;

10.  Creme desinfetante e cicatrizante para utilizar em feridas, bolhas e arranhões com risco de infeção;

11.  Anti-histamínico para aliviar os sintomas de alergia;

12.  Gotas oftálmicas (em doses individuais) para aliviar o olho seco, irritado ou a sensação presença de “grãos de areia”;

13.   Anti-inflamatório, analgésico e antipirético para o alívio das dores e da febre;

14.  Antiácido para a azia, indigestão ou enfartamento.

15.  Antifúngico para o tratamento de fungos;

16.  Repelente de insetos para prevenir as picadas;

17.  Comprimidos para o enjoo, náuseas e vómitos;

18.  Outros medicamentos de acordo com a medicação diária e habitual dos membros da família.

Lembre-se de levar todos estes medicamentos e produtos na sua checklist de viagem.

Fonte: 
Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Candidaturas até 29 de setembro
Estão abertas as candidaturas ao Net Zero Health Systems – Accelerating the descarbonization of Patient Care, um programa de...

As candidaturas podem ser submetidas por startups, empresas que estejam a desenvolver um projeto, com menos de cinco anos de existência formal, ou pessoas singulares maiores de 18 anos de qualquer nacionalidade, concorrendo individualmente ou em equipa.

O Programa conta um total de 20.000€ em prémios, divididos em duas fases. Um Júri de mérito reconhecido irá avaliar e eleger o primeiro e segundo projetos mais promissores, atribuindo prémios no valor de 10.000€ e 5.000€, respetivamente. Estas duas Startups, às quais se poderão juntar até mais seis, terão acesso a um programa de aceleração de oito semanas, que contará com sessões de capacitação em temas críticos para o desenvolvimento dos projetos, mentoria com entidades e representantes de instituições de saúde nacionais de relevo, empreendedores e potenciais investidores e apoio à validação do seu projeto no mercado. Findo o programa de aceleração, os projetos serão novamente apresentados ao júri, num Demo Day, que determinará o vencedor da fase de aceleração, que irá receber prémio adicional de 5.000€, e acesso direto e gratuito à incubação na Startup Lisboa, durante seis meses.

“Sabe-se que o setor da saúde tem uma pegada ambiental considerável (representando cerca de 5% da pegada de Co2). Por isso, sendo a AstraZeneca uma entidade ligada a este setor e com preocupações ligadas à sustentabilidade, considerámos que trabalhar e apoiar projetos que possam permitir a redução da pegada do sistema de saúde português, faria todo o sentido”, refere Sérgio Alves, Presidente da AstraZeneca Portugal. A sustentabilidade é, aliás, um dos pilares orientadores dentro da companhia, mas também fora das suas portas, através do desenvolvimento de parcerias com entidades do setor da saúde e outras. Nesse âmbito, “têm sido vários os projetos que temos vindo a desenvolver com o objetivo de contribuir para um sistema de saúde mais sustentável, como a PHSSR (Parceria para a Sustentabilidade e Resiliência dos Sistemas de Saúde), a participação numa comunidade energética envolvendo o Hospital Professor Dr. Fernando da Fonseca, ou o projeto Care Pathway da Unidade de Saúde Local de Matosinhos e Hospital de Braga”.

Gil Azevedo, diretor executivo da Unicorn Factory Lisboa e Startup Lisboa, refere que “é com enorme orgulho que vemos nascer esta parceria com a AstraZeneca. O Programa NetZero Health Systems vem impulsionar o desenvolvimento de soluções inovadoras na área da saúde com foco na sustentabilidade do setor, áreas essenciais para o futuro. Este Programa é mais uma peça fundamental para expandir o ecossistema empreendedor em Portugal, promovendo e apoiando projetos de elevado potencial.”

As candidaturas ao programa estão abertas até dia 29 de Setembro de 2023.

Para mais informações sobre o programa Net Zero Health Systems – Accelerating the descarbonization of Patient Care e consulta do regulamento, aceda aqui: www.netzero-health.com

Associações de Portugal e Moçambique em parceria
A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e a Associação Moçambicana dos Diabéticos (AMODIA) acabam de assinar...

A colaboração pressupõe ainda o acesso a estágios de profissionais de saúde moçambicanos na APDP, a colaboração com instituições internacionais, a troca de experiências relativamente ao desenvolvimento associativo e a valorização da prevenção, do diagnóstico precoce e da educação junto das autoridades governamentais, portuguesas e moçambicanas.

“É com muita satisfação que anunciamos mais uma feliz parceria no percurso da APDP. Através deste protocolo de cooperação, conseguiremos prestar apoio a mais pessoas com diabetes, moçambicanos residentes, quer em Portugal, quer em Moçambique, e garantir uma resposta mais ampla para ambas as associações”, afirma José Manuel Boavida, presidente da APDP.

O protocolo de cooperação foi assinado pelo presidente da APDP, José Manuel Boavida, e pela presidente da AMODIA, Sandra Loureiro. A assinatura aconteceu na sede da APDP, onde estiveram também presentes os membros da AMODIA Honorato de Deus Cassamo, Naser Hassane Ismail e Maria Regina Ismail.

Segundo um estudo apresentado no final de 2022 durante o IV Fórum de Pós-Graduação do Instituto Nacional de Saúde, em Maputo, os casos de diabetes em Moçambique triplicaram num período de três anos. Dados do Atlas da Diabetes da Federação Internacional da Diabetes estimam que 1 em cada 22 adultos vivam com diabetes na região de África, sendo que 1 em cada 5 estarão por diagnosticar (54% da população).

A presidente da AMODIA congratula-se com a criação de um protocolo que “representa uma excelente contribuição para conseguirmos travar o aumento de casos de diabetes em Moçambique e melhor acompanhar as pessoas que já lidam diariamente com esta doença. Desta forma, conseguiremos dar uma resposta ainda mais robusta a todos os que necessitam do nosso apoio”.

A APDP disponibiliza assim a sua experiência de 97 anos, bem como as suas ligações internacionais, “para o desenvolvimento de uma parceria profícua que consiga envolver Governos, a Organização Mundial de Saúde e a Organização das Nações Unidas.”, remata o presidente da APDP.

Fundada a 15 de maio de 2000, a AMODIA conta com mais de 11 mil associados em todo o país e cerca de 16 colaboradores, incluindo médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, técnicos de saúde, administrativos e auxiliares. Através da aposta em formação e investigação, a associação tem como foco a prevenção da diabetes e a melhoria do tratamento e da qualidade de vida das pessoas com diabetes em Moçambique.

Candidaturas podem ser submetidas até 6 de outubro no site da TEVA
A TEVA, empresa farmacêutica líder mundial em genéricos com forte área de inovação, abriu candidaturas à 3.ª Edição dos Prémios...

Com vista a reconhecer projetos que promovem a melhoria da qualidade de vida dos doentes, os Prémios Humanizar a Saúde vão distinguir o trabalho de cinco entidades, instituições ou associações com o valor de 5.000 euros cada. O valor será atribuído como donativo para que possam continuar a desenvolver o projeto premiado.

As candidaturas podem ser submetidas até 6 de outubro de 2023 às 23h59, através do formulário disponível em https://www.teva.pt/humanizing-health/share-your-initiative/ ou do envio da documentação requerida para o endereço de correio eletrónico [email protected].

Os Prémios terão em conta iniciativas que contribuam para um ambiente e tratamento mais afetivo, próximo e humano e que, a longo prazo, conduzam a uma melhoria da qualidade dos cuidados e do tratamento dos doentes.

"Com estes prémios queremos continuar a reconhecer o imenso trabalho realizado por profissionais de saúde, cuidadores e instituições que contribuem diariamente para a humanização dos cuidados de saúde e que promovem a qualidade de vida das pessoas que sofrem de uma doença. O nosso compromisso, além de produzir medicamentos, é dar visibilidade a iniciativas que nos inspiram com as suas ideias, esforço e dedicação. Estes prémios têm-nos permitido descobrir soluções absolutamente inovadoras e impactantes que nos emocionam todos os anos pelo seu espírito de altruísmo.”, explica Marta Gonzalez Casal, Diretora Geral da Teva Portugal.

Vencedores da 2.ª Edição dos Prémios Humanizar a Saúde (2022)

Na edição anterior dos Prémios Humanizar a Saúde foram atribuídos prémios no valor total de 25.000 euros às seguintes iniciativas: Associação Nuvem Vitória com o projeto Dormir é o melhor remédio que consiste em contar histórias a crianças hospitalizadas para uma melhor qualidade de sono fundamental para a sua recuperação; projeto Escola do Ser, implementado pela Associação Partilhas e Cuidados, que visa ajudar a comunidade oncológica a encontrar um serviço de apoio psico-emocional; Delegação da Madeira da Alzheimer Portugal com a iniciativa Vamos Puxar pelo Cérebro com Câmara de Lobos, que consiste na realização de sessões dos grupos de estimulação cognitiva para os utentes de Câmara de Lobos; o projeto Aldeias Humanitar, que intervém na prestação de cuidados complementares integrados de saúde, amparo social e combate ao isolamento social; e o projeto Dá a tua voz, da Associação Portuguesa de Doentes de Esclerose Lateral Amiotrófica, que visa dar uma voz a quem a perdeu através da criação de um banco de mensagens

Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva tem nova direção
A Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva elegeu Susana Lopes como presidente da direção para o biénio 2023-2025. Susana...

“Queremos promover o desenvolvimento da endoscopia digestiva, estimulando a criação de projetos multicêntricos e a colaboração com sociedades congéneres, apostar na literacia em saúde e contribuir para o estabelecimento de normas de treino e prática em endoscopia digestiva”, destaca Susana Lopes como as prioridades para o seu mandato.

A nova direção é também constituída pelos médicos Pedro Moutinho Ribeiro, Fernanda Maçoas e Nuno Nunes (Vice-Presidentes), Filipe Vilas Boas (Secretário-Geral), Miguel Bispo (Tesoureiro), e João Fernandes, Tiago Cúrdia, Paula Sousa, Elisa Gravito Soares, Catarina Fidalgo e David Horta (Vogais). A Assembleia-Geral é constituída pelos médicos Jorge Canena (Presidente), Luís Lopes (Vice-Presidente) e Ana Isabel Jardim (Secretária). O Conselho Fiscal é constituído por Jorge Silva (Presidente), Germano Villas-Boas (Secretário do Conselho Fiscal) e Bernardino Ribeiro (Vogal).

A Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva (SPED) é uma associação científica, sem fins lucrativos e de utilidade pública, que congrega médicos e outros profissionais ligados à saúde que praticam ou se interessam pela endoscopia digestiva em Portugal. Para mais informações consulte: www.sped.pt

 

Anualmente surgem 700 novos casos de melanoma em Portugal
O MAR Shopping Algarve, em parceria com a Associação Oncológica do Algarve (AOA), realiza o despiste "Verão sem Escaldão...

A exposição prolongada ao sol durante as estações quentes pode resultar em problemas como ressecamento da pele, queimaduras, manchas e queratose. Por viverem numa das zonas mais quentes do país, os algarvios, sem dúvida, enfrentam uma maior exposição aos raios solares. Desta forma, o despiste "Verão sem Escaldão" oferece avaliações personalizadas e informações sobre proteção solar e cuidados com a pele, promovendo uma rotina diária segura e saudável durante o verão. A parceria com a Associação Oncológica do Algarve (AOA) realça a importância da prevenção como pilar essencial no combate ao cancro de pele.

De referir que os médicos têm alertado para o facto de o cancro da pele ser um dos que tem vindo a crescer mais na Europa, apesar de poder ser diagnosticado numa fase precoce. Em Portugal, surgem anualmente cerca de 700 novos casos de melanoma maligno, estimando-se que em 2019 tenham morrido 260 pessoas devido a esta doença.

Esta iniciativa faz parte do ciclo periódico de atividades de sensibilização algarvia para a importância da deteção precoce de indicadores de saúde que careçam de acompanhamento médico, realizadas no MAR Shopping Algarve, que reforça o compromisso do Meeting Place em promover o bem-estar e a saúde da comunidade local. O projeto integra a Plataforma ODSlocal, tendo a missão de contribuir para as metas da Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas).

A agenda de rastreio está disponível e atualizada no website do MAR Shopping – www.marshopping.com

 

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