No Funchal
A região do Funchal apresenta hoje risco extremo de exposição à radiação ultravioleta, enquanto o resto do país poderá chegar a...

Para a região do Funchal, que apresenta risco extremo, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) aconselha a população a evitar o mais possível a exposição ao sol.

O IPMA informa também na sua página da Internet que as regiões de Aveiro, Beja, Bragança, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Penhas Douradas, Porto, Portalegre, Sagres, Santarém, Setúbal, Sines, Viana do Castelo, Viseu, Vila Real, Santa Cruz das Flores e Angra do Heroísmo apresentam hoje risco muito alto de exposição à radiação UV.

Nestas regiões, o IPMA aconselha a população a utilizar óculos de sol com filtro de radiação ultravioleta (UV), chapéu, t-shirt, guarda-sol e protector solar e a evitar a exposição das crianças ao sol.

Com risco alto estão as regiões de Porto Santo, Horta e Ponta Delgada (Açores).

O IPMA aconselha que sejam usados, nestas regiões, óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt e protector solar.

A radiação ultravioleta pode causar graves prejuízos para a saúde se o nível exceder os limites de segurança, alerta o instituto.

O índice desta radiação apresenta cinco níveis, entre o baixo e o extremo, sendo o máximo o onze.

O IPMA prevê para hoje céu pouco nublado nas regiões do norte e centro, apresentando-se temporariamente muito nublado no litoral até ao meio da manhã e final do dia e possibilidade de ocorrência de períodos chuva fraca ou chuvisco no litoral até ao início da manhã.

A previsão aponta também para vento em geral fraco de noroeste, soprando moderado no litoral, em especial durante a tarde e por vezes forte a sul do Cabo Mondego.

No Sul, prevê-se céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade no litoral oeste até ao início da manhã e vento fraco a moderado de noroeste.

Em Lisboa e no Funchal prevê-se uma temperatura máxima de 23 graus Celsius, no Porto e em Viana do Castelo 19, Castelo Branco e Faro 29, Évora, Beja e Bragança 28, Santa Cruz das Flores 19 e Ponta Delgada e Angra do Heroísmo 29.

Estudo indica
As Unidades de Saúde Familiares têm tido melhores resultados que os tradicionais Centros de Saúde e que os Cuidados de Saúde...

“Quando nós estabelecemos alguma comparação, destacam-se melhores resultados das USF no seu conjunto, em particular do modelo B”, afirmou Bernardo Vilas Boas, Presidente da Direcção da Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar (USF).

Reunindo dados de 2013 a nível nacional, Vilas Boas destacou que as USF, especialmente o subgrupo do modelo B, mostraram ter “melhor acesso, desempenho, vigilância de saúde maternoinfantil, doença crónica e na área da prevenção oncológica, acompanhada de menores custos em medicamentos e MCDT (Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica)”.

Quase 90%
Quase nove em cada 10 habitantes das cidades do mundo estão sujeitos a níveis de poluição acima do aceitável segundo os padrões...

O índice, que inclui 1.600 cidades de 91 países, conclui que a maioria das cidades do planeta não cumpre as directrizes da OMS sobre níveis seguros de poluição do ar exterior, ameaçando a saúde dos seus habitantes.

Com efeito, escreve a organização, apenas 12% das pessoas que vivem nas cidades compreendidas no estudo respiram ar que respeita as directrizes da OMS.

Cerca de metade da população urbana abrangida está exposta a níveis de poluição pelo menos 2,5 vezes mais altos do que a OMS recomenda.

Além disso, alerta a organização, na maioria das cidades com dados suficientes para uma comparação com anos anteriores, a situação está a piorar.

Isto apesar de haver cada vez mais cidades a monitorizar a qualidade do ar ambiente, o que, conclui a OMS, reflecte um crescente reconhecimento dos riscos da poluição do ar para a saúde.

A OMS atribui a deterioração da qualidade do ar à dependência dos combustíveis fósseis, como as centrais eléctricas movidas a carvão, ao uso de veículos particulares motorizados, à ineficiência energética dos edifícios e ao uso de biomassa na cozinha e no aquecimento.

No entanto, o relatório sublinha que algumas cidades têm feito melhorias significativas, demonstrando que a qualidade do ar pode ser melhorada com medidas como a proibição do uso de carvão para o aquecimento de edifícios, a utilização de combustíveis renováveis ou limpos para a produção de energia e a melhoria da eficiência dos motores dos veículos.

A OMS apela por isso aos países para que apliquem políticas de mitigação da poluição do ar e para que vigiem de perto a situação nas cidades de todo o mundo.

“Demasiados centros urbanos estão hoje tão envolvidos em ar poluído que os seus 'skylines' são invisíveis”, disse a directora-geral adjunta da OMS para a Saúde da Família, Criança e Mulher, Flavia Bustreo, recordando que este ar é perigoso para a saúde.

Em Abril, a OMS revelou que a poluição do ar exterior foi responsável pela morte de 3,7 milhões de pessoas com menos de 60 anos em 2012.

Valores mais elevados
As emissões de dióxido de carbono diminuíram 2,5% em 2013 na União Europeia, relativamente ao ano anterior, mas aumentaram 3,6%...

De acordo com os dados preliminares sobre emissões de dióxido de carbono (CO2) para o ano de 2013, publicados ontem pelo gabinete de estatísticas da União Europeia, estas desceram em 22 Estados-membros, tendo aumentado apenas na Dinamarca (6,8%), na Estónia (4,4%), em Portugal (3,6%), na Alemanha (2%), em França (0,6%) e na Polónia (0,3%).

De 2012 para 2013, Portugal aumentou o nível de emissões em termos absolutos de 45,280 milhões de toneladas para 46,919 milhões, sendo o décimo terceiro Estado-membro com valores mais elevados.

Os países com maiores emissões de CO2 são a Alemanha (760 milhões de toneladas), o Reino Unido (455 milhões), a França (346 milhões), a Itália (342 milhões), a Polónia (290 milhões), a Espanha (224 milhões) e os Países Baixos (162 milhões).

O Eurostat refere que estes sete Estados-membros foram responsáveis por 77% das emissões da União Europeia em 2013.

Chipre (-14,7%), a Roménia (-14,6%), a Espanha (-12,6%), a Eslovénia (-12%), a Bulgária e a Grécia (-10,2%) foram os países que alcançaram maiores reduções nas emissões no ano passado.

Mais de 80%
Mais de 80% dos adolescentes manda mensagens eróticas. Uma investigação realizada pelo Reino Unido e Austrália com jovens entre...

Curioso é que cerca de 20% de todos os participantes na investigação realizada pelo governo australiano, também afirmaram já terem enviado mensagens de texto pornográficas ou imagens explícitas para a pessoa errada. Pior mesmo, é que, em 20% desses casos, o envio acidental foi para a mãe da namorada, a “sogra”.

“Fui enviar uma mensagem para um amigo a falar sobre uma mulher com quem dormi na noite anterior e não tinha gostado. Mas enviei o texto para a minha namorada”, como cita a “Exame”.

Daqueles 80%, metade disse enviou fotos nu ou seminu e vídeos pornográficos próprios para outras pessoas.

O estudo concluiu também que os utilizadores de iPhone são os mais propícios a enviar mensagens de texto com conteúdos eróticos. Estatisticamente, um terço dos proprietários do aparelho da Apple admitiram enviar mensagens obscenas contra 21 por cento dos donos de BlackBerry e 17% dos que usam Samsung.

De realçar ainda que 12% donos de iPhone também disseram ter acabado um relacionamento por meio de mensagens de texto.

Nos EUA
O professor da Universidade de Coimbra José Cunha-Vaz foi distinguido esta semana, nos Estados Unidos, com um prémio...

O prémio Weisenfeld foi entregue a José Cunha-Vaz, de 75 anos, Presidente do Conselho de Administração da Associação para Investigação Biomédica e Inovação em Luz (AIBILI), na segunda-feira, no âmbito da reunião anual da Association for Research in Vision and Ophthalmology (ARVO), que termina hoje em Orlando, no estado norte-americano da Florida.

“O prémio reconhece mais de quatro décadas e meia de contribuições para a literatura clínica e científica em oftalmologia, resultando em mais de 470 publicações, bem como os papéis de liderança no desenvolvimento do Instituto Biomédico de Investigação da Luz e Imagem (IBILI) e AIBILI e o seu papel no desenvolvimento de investigação clínica na Europa”, através do European Vision Institute Clinical Research Network (EVICR.net), refere uma nota da AIBILI.

O galardão distinguiu “a carreira excecional de excelência na clínica oftalmológica” do investigador português, professor jubilado da Universidade de Coimbra, acrescenta.

O prémio Weisenfeld constitui “uma homenagem a contribuições extraordinárias” de Mildred Weisenfeld na área oftalmológica, designadamente através da Fundação Fight for Sight, desde 1946, e o seu papel na criação do National Eye Institute.

Ao explicar que o encontro da ARVO “é a maior reunião anual de investigadores na área da visão e oftalmologia”, a AIBILI realça a importância internacional do prémio, indicando que “é muito rara” a sua atribuição a um especialista de fora dos Estados Unidos da América.

Sob a presidência de José Cunha-Vaz, a associação científica de Coimbra, que está a comemorar 25 anos de actividade, “assume (...) um papel de liderança na investigação europeia em visão e de imagem”, envolvendo instituições académicas e empresas.

Sede e centro coordenador da rede EVICR.net, que reúne 86 centros de investigação de 18 países, a AIBILI é a única instituição europeia reconhecida como “Champalimaud Translational Centre for Eye Research” pela Fundação Champalimaud.

Um dos métodos contraceptivos mais utilizado
É um dos métodos contraceptivos mais conhecido no mundo.
História do preservativo

Datam aproximadamente do ano 1000 a.C., no Egipto, as primeiras provas da existência do uso dos primeiros protectores sexuais feitos em linho. Existem pinturas e escritos, que comprovam a existência dos mesmos na Ásia e Europa no início da Idade Média. Papel de seda embebido em óleos, bexigas de peixes e tripas de animais eram os materiais utilizados.

Foi Gabriele Falloppio, um médico italiano do século XVI, quem, com a identificação das primeiras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) nomeadamente a sífilis, desenvolveu o primeiro preservativo feito em linho e embebido em ervas com a finalidade de protecção para doenças. No século XVII, já em Inglaterra, foi desenvolvido e comercializado um novo tipo de preservativo feito através de intestino animal.

No ano de 1839, com a descoberta da vulcanização da borracha, que consiste na transformação da borracha num material elástico resistente, foram fabricados os primeiros preservativos neste material. Eram espessos, caros e reutilizados depois de lavados.

Foi por volta do ano 1900 que começaram a aparecer os primeiros preservativos feitos em látex, material que continua em uso até aos dias de hoje. Mais baratos e mais confortáveis, começaram a ser utilizados não só para prevenir doenças mas também para evitar a gravidez indesejada. O desenvolvimento do látex permitiu fazer preservativos mais finos, lubrificados e com reservatório para o esperma, reduzindo assim a probabilidade de se romperem.

Com a descoberta da cura para a sífilis e a introdução da pílula feminina no mercado, a utilização do preservativo caiu em desuso. Porém com o aparecimento da SIDA, voltou outra vez a ser bastante utilizado e até mesmo a tornar-se numa das maiores "armas” usadas na prevenção dessa doença.

O material mais recente de que são feitos os preservativos é o poliuretano. Este material foi desenvolvido por um químico alemão, e começou a ser utilizado em preservativos nos anos 90. A necessidade de introduzir este material no fabrico de preservativos, deve-se á existência da alergia ao látex.

É, nos dias de hoje, um produto comercializado em grande escala, com diferentes cores e diferentes formatos, desenvolvido para proporcionar mais estímulo e prazer ao homem e à mulher, mas sempre com os principais objectivos de reduzir a gravidez indesejada e as DST.
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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.
Recomendações para profissionais de saúde
A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor disponibiliza no seu site um vídeo educativo sobre a prescrição de medicamentos...

“A prescrição de medicamentos opióides em Portugal é reduzida comparativamente ao panorama europeu. Essa baixa taxa está associada a diversos mitos existentes na comunidade médica e nos doentes. Existem algumas barreiras que teremos de ultrapassar para conseguirmos que todas as pessoas que sofrem de dor crónica tenham acesso ao tratamento adequado. Acresce a este facto, a necessidade de existirem normas e recomendações de “boas práticas” para a uma correcta prescrição destes fármacos” refere Duarte Correia, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor.

O vídeo tem a duração de aproximadamente 6 minutos e conta com a participação de vários profissionais de saúde.

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) tem por objectivos promover o estudo, o ensino e a divulgação dos mecanismos fisiopatológicos, meios de prevenção, diagnóstico e terapêutica da dor.

Para visualização do vídeo: www.aped-dor.com

Especialista afirma
Neste mundo, nada é de graça, especialmente quando se fala de saúde. Todos os exames, todas as incisões, e cada uma das pílulas...

Em nenhuma área, a coisa pende mais obviamente para a direcção errada do que no mundo das doenças infecciosas, a maior história de sucesso do século XX. Contamos com os antibióticos desde meados dos anos 1940 – praticamente desde que a bomba atómica foi criada, destaca o professor de medicina Martin J. Blaser – e o nosso maior erro foi não ter percebido há muito tempo os paralelos entre essas duas histórias.

Os antibióticos controlaram boa parte dos nossos velhos inimigos bacterianos: queríamos fazê-los desaparecer do planeta, e a dose foi cavalar. Mas, agora, estamos a começar a sofrer as consequências. Aparentemente, nem todos os germes são maus – e existem alguns que são muito bons, na verdade. No livro “Missing Microbes” (“Os micróbios perdidos”, em tradução livre), Blaser, professor de medicina e doenças infecciosas da Universidade de Nova Iorque, apresenta uma série impressionante de razões que nos levam a repensar a destruição promovida nas últimas décadas.

Primeiro e mais importante: a guerra tem-se tornado cada vez mais violenta. O uso imprudente de antibióticos resultou na resistência dos micróbios; médicos especializados em doenças infecciosas operam agora num estado de quase pânico, uma vez que o tratamento de doenças comuns está a exigir medicamentos mais e mais poderosos.

Em segundo lugar, como sempre, são justamente os espectadores desafortunados que mais sofrem com isso – não os seres humanos, vejam bem, mas as infinitas bactérias benevolentes e trabalhadoras que colonizam as nossas peles e o interior de nosso trato gastrintestinal. Precisamos dessas criaturas para sobreviver, mas até mesmo algumas doses de antibióticos são o bastante para destruir o seu universo, com mortes incalculáveis e paisagens devastadas. Às vezes, nem as populações nem o seu habitat voltam a recuperar plenamente.

E, por fim, há uma acumulação desanimadora de evidências de que a guerra contra as velhas pragas esteja a levar simplesmente a guerras ainda piores contra uma série de novas pragas.

Parte dos argumentos de Blaser já é bem conhecida, tais como a história do Clostridium, uma causa cada vez mais comum de diarreia. Essa condição surge quando os antibióticos eliminam a população microbiana normal das entranhas, favorecendo um organismo produtor de toxinas. Às vezes é preciso usar ainda mais antibióticos para reestabelecer a função intestinal. Mas às vezes não há tratamento que funcione – nada além de preencher o intestino com fezes repletas de bactérias normais, uma estratégia que é o último recurso, mas que se mostrou bastante eficaz. Sem isso, pessoas totalmente saudáveis podem morrer.

Menos conhecido é o paradoxo gerado por um pequeno organismo em forma de vírgula conhecido como Helicobacter pylori, que habita o estômago humano. Blaser é um dos maiores especialistas nessas “bactérias da úlcera”, que estão associadas não apenas com as úlceras, mas também com o cancro do estômago. Estamos lentamente a eliminar o H. pylori com antibióticos – e eles tornaram-se bastante incomuns em países desenvolvidos.

Mas à medida que desaparecem, destaca Blaser, uma pequena epidemia de doenças no esófago é seguida de uma inflamação que pode causar azia e, até mesmo, cancro. Aparentemente, essa bactéria do mal também é boa e fundamental para proteger o esófago humano.

E isso está longe de ser tudo, pessoal.

Sabemos que dar antibióticos para frangos, vacas e porcos resulta em animais maiores e mais gordos nos mercados. Mas estamos a fazer basicamente a mesma coisa com os nossos jovens, salvando-os basicamente de todas as infecções da infância (muitas das quais nem precisam de antibióticos para serem curadas). Os resultados de uma série interconectada de experiências no laboratório de Blaser, com ratos jovens alimentados com uma série de regimes de antibióticos, deram apoio à teoria de que a exposição aos antibióticos no início da vida tem efeitos duradouros no metabolismo, e pode contribuir para a epidemia actual de obesidade infantil e adulta.

Para outras condições cada vez mais comuns, tais como a asma, a doença inflamatória intestinal e a doença celíaca, Blaser oferece uma inversão da “hipótese da higiene”, que afirma que uma vez que deixamos de ter contacto com os micróbios do meio ambiente, a vida higienizada moderna leva o sistema imunológico a sair do controlo. Ao invés disso, a culpa seria da distorção da fauna microbiana interior, segundo ele.

Os antibióticos são parcialmente responsáveis, mas o mesmo pode ser dito de outros hábitos médicos, tais como o uso cada vez mais frequente de cesarianas. Esses procedimentos assépticos evitam que os recém-nascidos herdem das mães uma série de organismos ao passarem pelo canal do parto, possivelmente preparando-os para uma vida cheia de problemas, tais como riscos maiores que o normal de uma série de problemas ligados à imunidade.

Blaser apresenta todas essas questões a um ritmo acelerado, não exagerando na linguagem técnica, mas gerando interesse suficiente para tornar o seu argumento e os seus dados razoavelmente acessíveis (ele contou com a ajuda de Sandra Blakeslee, jornalista científica veterana e contribuidora frequente do Science Times).

Entre os melhores na área em todo o mundo
Dois portugueses passam a fazer parte da Organização Europeia de Biologia Molecular (EMBO, na sigla em inglês) segundo a lista...

Rui Costa, investigador da Fundação Champalimaud, e Margarida Amaral, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, fazem parte de uma lista de mais de uma centena de nomes, considerados entre os melhores.

A EMBO é uma organização criada há 50 anos, que promove o desenvolvimento na área da biologia molecular e a cooperação e investigação científica. Tem mais de 1600 membros, dos quais 66 prémios Nobel.

No final do ano passado, contemplou dois cientistas portugueses com uma bolsa de 50 mil euros anuais, por um período até seis anos, mas, em anos anteriores, também já tinha distinguido cientistas nacionais.

Os novos investigadores (dos quais 21 são mulheres) que se destacam na área das ciências da vida são maioritariamente da Europa, mas também há membros associados da China, do Japão e dos Estados Unidos.

De acordo com um comunicado da EMBO, o número elevado de novos membros (106) acontece no âmbito dos 50 anos da organização e também para homenagear os progressos que têm sido feitos no campo da neurociência.

Congresso Português de Reumatologia
O alargamento da cobertura da rede nacional de reumatologia vai ser discutido no XVII Congresso Português de Reumatologia, que...

“Temos uma rede nacional de reumatologia que já foi elaborada há muitos anos e que precisa de uma adaptação à realidade actual do país e isso é vital para que haja uma correcta referenciação dos doentes com patologia reumática aos reumatologistas”, explicou aquele responsável.

O congresso, onde participam mais de 600 profissionais, desde reumatologistas a médicos de clínica geral, ortopedistas, psicólogos, enfermeiros e nutricionistas, entre outros, decorre no CS Palácio de Congressos do Algarve, em Albufeira, até 10 de Maio.

Para esta edição, a organização escolheu o tema “Inovação e Regeneração em Reumatologia”, que motivará a reflexão sobre novas formas de diagnóstico e novas vias fisiopatológicas de doenças como a osteoporose e o lúpus.

“O objectivo deste congresso é debater e discutir as técnicas e soluções inovadoras que têm surgido no sentido de controlar a progressão e a actividade das doenças e garantir aos doentes uma vida o mais normal possível”, explica a organização em comunicado.

O programa inclui a apresentação de alguns resultados do estudo ReumaCensos – EpiReuma.pt, o primeiro inquérito nacional, que contou com a colaboração da Universidade Católica, sobre a prevalência das doenças reumáticas e que pretende obter informação relevante para o desenvolvimento do Plano Nacional contra as doenças reumáticas.

Segundo Fernando Pimentel-Santos, as conclusões deste estudo, realizado entre 2011 e Dezembro de 2013, só deverão estar concluídas entre Julho e Agosto, tendo destacado que os dados irão permitir saber com rigor a prevalência das doenças reumáticas em Portugal e também o seu impacto em termos sociais, pessoais e familiares assim como estas doenças motivam reformas antecipadas, absentismo e os consumos de recursos de saúde.

Para esta quarta-feira, 07 de Maio, está marcado um curso prático de ressonância magnética nuclear nas espondilartrites, que capacita os especialistas na interpretação de imagens de ressonância magnética e facilitar o diagnóstico precoce da espondilartrite axial.

A espondilartrite axial é um tipo de artrite inflamatória que envolve a coluna vertebral ou as articulações sacroilíacas e inclui a espondilartrite axial sem evidência radiográfica e a espondilite anquilosante, cujo sintoma principal é a dor lombar.

Visitantes podem participar em actividades
Dois institutos lisboetas dedicados à medicina tropical abrem as portas na Sexta-feira e no Sábado para mostrarem a...

Os dois dias de portas abertas são uma iniciativa conjunta do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) e do Instituto de Investigação Científica e Tropical (IICT), que tem como tema “Um dia com a Medicina Tropical” e decorre nas instalações das duas instituições.

No IHMT, da Universidade Nova de Lisboa, os visitantes poderão visitar laboratórios e interagir com os cientistas, assim como participar em actividades como a extracção do próprio ADN e a observação das suas células, bem como observação de bactérias, vírus e fungos, parasitas e insectos causadores das doenças tropicais mais importantes.

Poderão ainda participar numa simulação de consulta do viajante e usufruir de uma consulta de promoção da saúde e de conselhos de nutrição.

O IICT, na tutela do Ministério dos Negócios Estrangeiros e que vai ser integrado na Universidade de Lisboa, vai abrir o seu Arquivo Histórico Ultramarino e proporcionar visitas guiadas ao Herbário, permitindo aos cidadãos conhecer as colecções de plantas que ali se encontram preservadas.

Quase 100 mil doentes “anónimos”
A Doença Celíaca, caracterizada pela “intolerância” ao glúten, afecta entre 1 e 3% da população portuguesa, mas existem “apenas...

Em declarações a propósito da 2ª reunião nacional da Doença Celíaca, a realizar sábado, em Braga, a organizadora do evento e médica, Henedina Antunes, explicou que "ainda não é fácil" o dia-a-dia de um celíaco principalmente porque “muitas vezes o é sem saber”.

Com origens que remontam ao século II, com a introdução massiva de cereais (que contém glúten) na alimentação, a Doença Celíaca (DC) é uma doença autoimune, que afecta indivíduos com predisposição genética, causada pela permanente sensibilidade ao glúten que, ao ser ingerido, provoca lesões na mucosa do intestino e origina uma diminuição da capacidade de absorção dos nutrientes.

“Em Portugal existe apenas um estudo sobre a DC. Foi feito aqui em Braga e apontou para uma prevalência da patologia em uma entre 134 pessoas. Ou seja, estima-se que entre 1 e 3% de portugueses sejam celíacos”, explicou Henedina Antunes, também autora do referido estudo.

Apesar dos cálculos, em Portugal “apenas estão diagnosticados 10 mil indivíduos”, sinal de que esta é uma doença “subdiagnosticada” ainda hoje.

“A verdade é que podem existir até cerca de 100 mil celíacos anónimos. Isto tem consequências na saúde destes indivíduos e afecta-os, seguramente, no bem-estar”, alertou.

Por isso, a especialista defende que “aos primeiros sinais deve ser feito o rastreio”, exame que, disse, “nem é muito dispendioso, mas pode traduzir-se numa melhoria enorme na qualidade de vida” dos doentes.

“Há mulheres a quem só é diagnosticada a DC quando querem engravidar e não conseguem. É um exemplo de como se pode chegar à idade adulta sem que seja apontado o problema embora, indiscutivelmente, tenha havido sinais de alarme ao longo da vida”, contou.

Os sintomas da DC são “na forma típica, que afecta as crianças, diarreias crónicas, distensão abdominal, vómitos, atrasos no crescimento”, na “forma atípica, em adultos, anemia, aftas, dores ósseas, caibras, alterações dermatológicas”.

A DC, embora não seja uma doença “potencialmente fatal”, pode levar à morte porque, explicou Henedina Antunes, “a proibição de ingerir glúten é vitalícia” já que “não há cura” para a patologia.

“Muitos alimentos têm glúten e as pessoas não o sabem. Todos os derivados de trigo, cevada, centeio e aveia como pão, torradas, bolachas, massas, bolos, cerveja, entre outros. Daí esta ser uma doença associada a áreas indo-europeias onde aqueles prevalecem na alimentação. Mas já há casos de DC em países como a China, efeitos da globalização alimentar”, disse.

Segundo esta especialista, “apesar das restrições não é impossível conviver com esta doença, embora ainda hoje seja difícil”, até porque, referiu, “a oferta, apesar de ter crescido nos últimos 10 anos, não é muita e, em regra, estes alimentos preparados sem glúten são mais caros”.

Além disso, não estão disponíveis em “qualquer” sítio.

“Um celíaco vai a um café em Portugal e está muito limitado. Não tem que ser assim. É preciso haver um pressing para que seja usual e normal ter alimentos feitos sem glúten. Para já é ainda raro. Há que mudar o paradigma”, alertou.

Mais de mil inscritos
Prova conta com o apoio i running e quer record Guiness.

Mais de 1.000 inscrições regista a Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa que, com a Associação de Atletismo de Lisboa, organiza dia 11 de Maio, a 1ªCorrida Saúde Mais Solidária.

Com um percurso de 10km com início na Alameda da Universidade e chegada na Pista de Honra do Estádio Universitário de Lisboa a prova é um projecto sem fins lucrativos e todo o montante amealhado será doado na totalidade a instituições de caracter solidário.

As instituições são a Associação Inês Botelho, Os Francisquinhos, Tiliascoop, Liga dos Amigos do Hospital de Santa Maria e a Casa do Pessoal do Hospital Fernando Fonseca.

Para além disso, tem a finalidade de promover bons hábitos de saúde, fazendo também parte do evento rastreios de saúde pública realizados pelos alunos.

A organização quer tentar bater o Record do Guinness do maior número de pessoas a serem auscultadas ao mesmo tempo. Para tal, convidaram os estudantes da FML a comparecerem no Estádio de Honra do Estádio Universitário de Lisboa, com bata e estetoscópio, para no final da corrida se tentar bater esse record com a ajuda dos participantes. 

250 profissionais da área da saúde já se inscreveram
Até ao momento já se inscreveram na nova edição do Re-Thinking Pharma 250 profissionais ligados à área da saúde.

O maior evento nacional dirigido a profissionais da Indústria farmacêutica e que irá decorrer nos dias 15 e 16 de Maio de 2014, está prestes a esgotar a sala do Hotel Aqualuz, em Tróia. Este número representa um acréscimo de 70% em relação ao ano passado.

As estratégias de internacionalização, a aposta na I&D e as oportunidades e riscos trazidos pela “era digital” serão alguns dos temas em destaque durante o encontro, além dos desafios que o contexto económico tem imposto aos players da área.

Para Miguel Santos Silva, responsável do Re-Thinking Pharma 2014-2024, “a receptividade em relação ao evento tem sido excelente e despertado um enorme interesse nos diferentes grupos profissionais afectos à Industria Farmacêutica a operar em Portugal. O debate “Indústria Farmacêutica e Parceiros: Um Futuro Partilhado" tem sido percebido pelos inscritos como uma oportunidade única de debate e partilha pelos principais players do mercado farmacêutico em Portugal e a expectativa sobre os resultados deste debate é enorme.”

A Sessão de Abertura do Re-Thinking Pharma 2014-2014, será presidida por Sua Excelência o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Manuel Teixeira e o evento conta com o apoio Oficial da AICEP, da APOGEN (Associação Portuguesa de Genéricos), da APDP (Associação portuguesa do Doente Diabético), da APMIF (Associação Portuguesa de Medicina Farmacêutica) e do IPAM (Instituto Português de Administração e Marketing).

Sem lei
A Quercus recebe todas as semanas dezenas de pedidos de esclarecimento sobre o amianto em casas particulares, mas ainda não...

As questões colocadas à associação ambiental incidem sobretudo sobre “coberturas de fibrocimento”, explica Carmen Lima, do Centro de Informação da Quercus. Este material é aquele que, contendo amianto, é mais fácil de identificar - embora esta substância tenha sido aplicada em isolamentos, revestimento de paredes, tectos falsos, depósitos e condutas, entre outros materiais. Esta é uma questão “complicada”, defende Carmen Lima, pois “não existe enquadramento legislativo”.

Pelas horas não pagas
Os enfermeiros do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental vão manifestar-se frente ao Hospital São Francisco Xavier para exigir o...

Num comunicado enviado às redacções, o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anuncia uma greve e uma concentração frente ao Hospital São Francisco Xavier na próxima quinta-feira, dia 8, para mais uma vez reclamarem por “justiça e a devolução do dinheiro ganho em horas penosas”.

“Os enfermeiros com CIT reivindicam o pagamento de retroactivos relacionados com as horas penosas de trabalho realizadas de 2008 a 2012, ou seja, as horas trabalhadas e não pagas, nos Natais, Páscoas, Passagens de Ano, feriados, sábados e domingos”, lê-se no comunicado.

Em declarações, uma representante da direcção regional de Lisboa do SEP explicou que entre 2008 e 2012 os enfermeiros com contrato individual de trabalho (CIT) receberam menos pelas horas penosas do que os enfermeiros com contrato de trabalho em funções públicas (CTFP).

Segundo Isabel Barbosa, apesar de os enfermeiros terem um decreto-lei específico que regula o pagamento destas horas, o conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental (CHLO) decidiu aplicar o definido no Código de Trabalho a partir de 2008.

“Isto é uma questão monetária, mas é muito mais para além disto. É uma questão de justiça porque os enfermeiros já têm estes horários que são desajustados para uma vida social normal e passam a maior parte do tempo ausentes de família e amigos e portanto devem ser compensados por isso”, defendeu.

Isabel Barbosa acrescentou que esta questão é relativa apenas a entre 2008 e 2012 porque a partir de 2013 o conselho de administração voltou a pagar aos enfermeiros com CIT como paga aos restantes funcionários públicos por imposição do Orçamento do Estado para 2013.

Contactado, o conselho de administração do CHLO entende que a situação do ponto de vista jurídico é “mais complexa” do que aquela que o SEP apresenta porque só alguns dos enfermeiros com CIT terão direito a ser ressarcidos.

Segundo fonte do CHLO, em causa estão apenas os anos de 2011 e 2012, mas garantiu que os enfermeiros que tenham direito ao pagamento das respectivas horas serão ressarcidos faseadamente ao longo de três anos a começar já em 2014.

A greve irá decorrer entre as 08:00 e as 12:00 de quinta-feira, estando a concentração marcada para as 10:30. 

Liga Portugal e Instituto Português do Sangue e da Transplantação
A Liga Portugal e o Instituto Português do Sangue e da Transplantação encontram-se a promover uma campanha de apelo à dádiva de...

Em comunicado, Mário Figueiredo, presidente da Liga Portugal, refere que “o futebol é uma atividade com uma enorme capacidade de mobilização e mediatização” e por isso mesmo, a “Liga Portugal não poderia deixar de ‘abraçar’ esta causa que diz respeito a todos nós”.

Em Portugal são necessárias 1200 unidades de sangue todos os dias, em que a compatibilidade sanguínea é necessária e imprescindível para o sucesso da transfusão, refere Luís Negrão, responsável pelo sector de colheitas e promoção da dádiva de sangue do Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

A página Internet www.dador.pt dá resposta a dúvidas sobre horários e locais onde é possível doar sangue.

Nos últimos 12 meses
Em Portugal, 6,9% da população teve asma nos últimos 12 meses e 6,5% tem asma crónica. Entre as crianças, 8,4% são asmáticas....

O número de casos estabilizou no último ano, diz o alergologista João Fonseca. No entanto, ainda não é possível um controlo efectivo da incidência da doença nas crianças. Nos mais novos, a asma é muitas vezes confundida com outras situações clínicas.

“Estamos numa fase de estabilização do número de casos, mas que, infelizmente, em alguns grupos, nomeadamente nas crianças, ainda é bastante mal controlado, ou seja ainda é bastante aquém dos objectivos dos tratamentos que nós temos”, reconhece.

João Fonseca foi o coordenador da equipa de especialistas portugueses que criou o primeiro teste clínico para avaliar o controlo da asma e rinite alérgica em crianças. O CARATkids “é o primeiro teste a nível mundial que avalia a asma juntamente com a renite, que é a patologia que mais acompanha a asma”, refere.

Trata-se de “um questionário curto, preenchido quer pela criança, quer pelos pais”, que permite, “de uma forma muito fácil e muito concreta”, controlar a doença e, assim, “saber se a pessoa está perto de atingir os objectivos do tratamento ou se, pelo contrário, deveria fazer alguma coisa para os conseguir.”

O CARATkids foi testado em 11 hospitais nacionais e está a ser usado em unidades hospitalares holandesas.

A asma é uma doença inflamatória crónica das vias respiratórias que causa redução ou obstrução reversível e recorrente no fluxo de ar. Os principais sintomas são a tosse, a dificuldade respiratória, a dor ou ardência do peito e a sibilância.

Se não for reposta normalidade
O condicionamento do Serviço de Urgência Básica de Loulé, devido à falta de médicos e enfermeiros, está a ser contestado por um...

O Movimento de Cidadãos em Defesa dos Serviços de Saúde de Loulé, que em 2012 se manifestou contra a intenção de encerramento daquele SUB, diz em comunicado que “se a situação da falta de médicos não se resolver com a máxima brevidade vai voltar a sair à rua com a intenção de ocupar o Centro de Saúde até que a situação esteja resolvida”.

Em comunicado, a Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, assumiu a “falta pontual” de médicos nas escalas dos Serviços de Urgência Básica (SUB) de Loulé e Albufeira, mas assegurou que “tomou todas as diligências necessárias para colmatar” as faltas, sublinhando que a gestão e organização do sistema de urgência e emergência é da responsabilidade do Centro Hospitalar do Algarve.

Durante os dias 1 e 2 de Maio o SUB de Loulé esteve a funcionar sem médicos, situação que segundo o sindicato dos enfermeiros resulta da redução de profissionais afetos àquele serviço, à semelhança do que acontece com os SUB de Vila Real de Santo António e Albufeira.

Considerando que a situação é “inaceitável”, o executivo municipal de Loulé já se reuniu com a Administração Regional de Saúde e com a administração do Centro Hospitalar do Algarve, tendo-se apercebido de que existe um conflito entre ambas as entidades, que descartam responsabilidades sobre a matéria.

De acordo com a ARS/Algarve, é o Centro Hospitalar do Algarve que “obrigatoriamente, tem de assegurar a prestação de serviços e atendimento 24 horas por dia nos SUB de VRSA, Loulé e Albufeira, à semelhança do que acontece no SUB de Lagos”, embora aquela administração possa ajudar à resolução do problema.

“Quando se verificam dificuldades pontuais na gestão de escalas e serviços dos SUB e sempre que comunicado atempadamente pelo Centro Hospitalar do Algarve, a ARS/Algarve, por sua iniciativa e por disponibilidade de um conjunto de profissionais contribui para a resolução da falta pontual de elementos médicos escalados”, sublinham.

Os deputados João Semedo e Cecília Honório, do Bloco de Esquerda, já questionaram o Ministério da Saúde sobre a falta de profissionais naquele SUB por forma a garantir o seu funcionamento e querem saber quais a medidas que vão ser tomadas para resolver a situação do SUB de Loulé.

No documento enviado ao ministério, os deputados observam que aquele serviço serve o maior e mais populoso concelho do Algarve, que regularmente tem mais de 70 mil habitantes, número que triplica durante o pico turístico.

O SUB de Loulé esteve a funcionar sem médicos nos dias 1 e 2 de Maio. Em alternativa, a população teve que se deslocar ao Hospital de Faro: “Não há médicos de serviços, é favor dirigir-se ao Centro Hospitalar de Faro”, era a mensagem afixada na porta do SUB, contam os deputados.

Além das dificuldades colocadas aos utentes, os deputados alertam que este episódio originou uma sobrecarga no serviço de urgência hospitalar de Faro onde o tempo de espera para triagem “chegou a ser de uma hora”.

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