Art'Alegria
O espetáculo solidário Art’Alegria, onde os cancros ginecológicos ganham voz, organizado pela associação MOG - Movimento...

Com a participação especial dos artistas Rodrigo e Rosa Leão, Ana Laíns e Paulo Loureiro, este evento conta ainda com nomes como Rita Lello, Carlos Martins, Carlos Barreto e Alexandre Frazão. O estilista luso-americano António DaSilva junta-se novamente a esta causa através de modelos exclusivos, apresentados por associadas da MOG. A apresentação do espetáculo estará a cargo de Ágata Rodrigues e Rui Oliveira.

"O propósito desta iniciativa é consciencializar a população sobre estes cancros silenciosos e letais. É fundamental encorajar as mulheres a estarem atentas aos sinais do seu corpo”, explica Cláudia Fraga, presidente da MOG. “Estas doenças e as suas repercussões não podem ser subestimadas, o que torna ações como esta fundamentais na nossa sociedade", acrescenta.

Todos os anos são diagnosticados em Portugal cerca de três mil novos casos de cancros ginecológicos. Normalmente silenciosos e detetados em fase avançada, os cancros ginecológicos são por vezes esquecidos, tal como acontece com a saúde das mulheres. Endométrio, colo do útero, ovário, vulva e vagina são os cinco principais cancros ginecológicos em Portugal, sendo o do endométrio o mais frequente e o do ovário o mais letal.

 
Para apoiarem empreendedores na área da saúde
A Nova SBE (Nova School of Business and Economics) e a NOVA Medical School estabelecem um acordo com a Carnegie Mellon...

O CMU Portugal Patient Innovation Accelerator representa um marco significativo no cenário da inovação em saúde em Portugal, visando impulsionar soluções de saúde avançadas e catalisar o empreendedorismo no setor.

O Patient Innovation Bootcamp, um programa de aceleração atualmente em execução e financiado pelo EIT Health, organizado em Lisboa, Barcelona e Copenhaga e coordenado pela Nova SBE e NOVA Medical School, em parceria com a Copenhagen Business School, o IESE Business School, o BioCat e a Associação Patient Innovation, tem como objetivo apoiar doentes e cuidadores informais na implementação e ampliação de soluções inovadoras desenvolvidas para enfrentar os seus próprios desafios de saúde. Através do protocolo CMU Portugal Patient Innovation Accelerator, a edição de 2024 do Patient Innovation Bootcamp será realizado em parceria com a CMU Portugal.

Após o bootcamp, as startups participantes avançarão para uma fase de aceleração adicional, na qual recebem apoio para expandir e desenvolver os seus negócios na Universidade de Carnegie Mellon, em Pittsburgh, EUA. Nesta fase, em colaboração com o Programa CMU Portugal, realizam uma variedade de atividades, incluindo workshops, suporte ao desenvolvimento de produtos, mentorias, networking, apresentações para investidores, expansão para o mercado americano, parcerias corporativas e estratégias de sustentabilidade. O objetivo é acelerar ainda mais o crescimento das startups do ecossistema, com foco especial na aplicação de expertise em inteligência artificial.

A primeira iniciativa decorrente deste protocolo de colaboração entre as entidades será a participação doCMU Portugal na celebração do segundo aniversário do Haddad Entrepreneurship Institute na Nova SBE, dia 10 de abril de 2024, às 17h00.

"Estamos muitos satisfeitos com o acordo com Carnegie Mellon Portugal e com a possibilidade do Swartz Center for Entrepreneurship da Carnegie Mellon University ajudar os nossos alunos e os nossos empreendedores a desenvolverem as suas inovações e, eventualmente, ajudar as suas start-ups a entrarem nos EUA. Trabalhei no passado com a CMU e tenho uma excelente memória de todas as colaborações e do impacto alcançado. Esta é também uma excelente oportunidade de reforçarmos a colaboração com os nossos parceiros da NOVA Medical School", afirma Pedro Oliveira, Diretor da Nova SBE.

Por seu lado Helena Canhão, Diretora da NOVA Medical School revela que "A NOVA Medical School orgulha-se desta parceria, que permite capacitar e apoiar inovadores da área da saúde para desenvolverem as suas soluções. A universidade americana CMU é demais conhecida pela sua excelência nas áreas tecnológicas e inteligência artificial, a SBE pela formação na área da gestão e inovação e a NOVA Medical School como escola de ciência, medicina e saúde. O programa CMU Portugal associa-se assim à NOVA, para aliar de forma coesa estes três componentes, permitindo uma experiência única aos inovadores que são maioritariamente doentes e cuidadores informais e dotando-os de ferramentas fundamentais para inovarem e levarem os seus produtos para o mercado”.

“O Programa CMU Portugal tem uma forte tradição no apoio a iniciativas de aceleração de negócios e de suporte a equipas empreendedoras que pretendam a comercialização de um produto ou serviço na área das TIC. Por outro lado, a plataforma Patient Innovation resultou de um dos projetos apoiados pela Parceria. É agora um enorme prazer ver estas duas vertentes do Programa juntarem-se para dar origem ao CMU Portugal Patient Innovation Accelerator, um programa de aceleração na área da Saúde, que será certamente mais uma iniciativa de sucesso”, reforça Inês Lynce, Co-Diretora do Programa CMU Portugal.

Hábitos que devemos eliminar
Quando se trata de saúde e bem-estar, há sempre algo em que podemos melhorar.

Confira alguns dos maus hábitos que podem estar a impedi-lo de alcançar os seus objetivos.

Dietas radicais

Este pode parecer óbvio, mas é dos maus hábitos mais comuns. Se acha que restringir-se ao mínimo de calorias diárias possíveis o deixará mais saudável, desengane-se. Não existe nenhum método ou dieta milagrosa para perder peso rapidamente de forma saudável e sustentável.

Se deseja obter resultados duradouros precisa de fazer uma alimentação em que esteja em déficit calórico, mas que forneça ao corpo todos os nutrientes de que ele precisa, mantendo-o feliz e saudável. Não há nada de errado em querer ficar mais magro e em forma, mas lembre-se que uma abordagem lenta e constante é mais eficaz.

Negligenciar o sono

Dormir é crucial para manter um peso saudável, uma mente sã e um bom desempenho. A maioria dos especialistas conclui que dormir as horas suficientes e com boa qualidade pode ser tão importante para a saúde e o bem-estar quanto a nutrição e a prática de exercício físico.

Se não anda a priorizar o sono, estabeleça metas para se deitar um pouco mais cedo, por exemplo. Uma hora de sono extra pode ser exatamente o que precisa para se sentir melhor.

Exercitar-se com o foco errado

Não há como negar que a prática de exercício físico pode ser benéfica para o corpo e pode ajudá-lo a ficar mais saudável e em forma. No entanto, se considera que o exercício por si só vai compensar uma má alimentação, desengane-se. Para muitas pessoas, a comida não se trata apenas de uma recompensa, mas também pode servir como atenuador de stress.

O que ingere é talvez mais importante do que a rotina de exercícios quando se está no processo de querer ser mais saudável, pelo que estabelecer uma relação saudável com a comida será crucial para ajudá-lo a atingir os seus objetivos.

Concentre-se em abastecer o corpo com alimentos nutritivos que irão alimentá-lo durante os treinos e, assim, estará no caminho certo para uma vida mais saudável.

Estar sempre a trabalhar

Se é workaholic, é provável que se sinta sempre stressado e o stress é das piores coisas para o corpo e a saúde no geral. A ativação a longo prazo do sistema de resposta ao stress do corpo juntamente com a exposição prolongada ao cortisol e a outras hormonas do stress, pode colocá-lo em risco para alguns problemas de saúde, como problemas digestivos, ansiedade, dores de cabeça, depressão, problemas de sono, aumento de peso, problemas de memória e concentração, hipertensão arterial, doenças cardíacas e AVC.

Pode ser difícil encontrar um equilíbrio entre vida pessoal e profissional, mas esse equilíbrio deve ser uma prioridade para uma vida mais saudável.

Rotular a comida

Rotular os alimentos como “bons” ou “maus” pode impedir que desenvolva uma mentalidade e uma relação saudável com a comida. Todos os alimentos com moderação podem fazer parte de uma dieta variada e eliminar esses rótulos pode ajudá-lo a melhorar a sua relação com os alimentos.

Olhe para os alimentos como uma fonte de nutrientes para o corpo. Tente eliminar a ligação emocional que tem com a comida e concentre-se em fazer uma dieta variada e rica em nutrientes. Assim, a dieta será muito mais sustentável e terá mais probabilidade de prosseguir com essa mudança de estilo de vida por mais tempo.

Cortar os maus hábitos

Muitas pessoas consideram que a única forma de ser mais saudável é adotando uma abordagem de tudo ou nada, mas isso nem sempre corresponde à verdade. A mentalidade do tudo ou nada é o que leva muitas vezes ao fracasso.

O que efetivamente funciona é fazer pequenas mudanças no estilo de vida e formar bons hábitos duradouros. Cortar os maus hábitos e substituí-los por outros mais saudáveis poderá ajudá-lo a conseguir manter essas mudanças a longo prazo, a alcançar o seu objetivo final, ser mais feliz e saudável.

 
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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Presidente da República inaugurou o espaço
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugurou esta segunda-feira o primeiro Espaço Fundação ”la Caixa” de Apoio...

Trata-se de um recurso de apoio, pioneiro no país, localizado no segundo piso do Serviço de Cuidados Paliativos do IPO Porto e concebido como um ambiente de humanização da saúde. Neste espaço, a Equipa de Apoio Psicossocial (EAPS), em colaboração com os profissionais de saúde do referido serviço, proporciona apoio integral às pessoas que sofrem de doenças crónicas avançadas.

A disponibilização deste recurso enquadra-se no Programa para o Apoio Integral a Pessoas com Doenças Avançadas - Humaniza, da Fundação ”la Caixa”. Este Programa nasceu em Espanha, em 2008, e foi trazido para Portugal dez anos depois, com o intuito de complementar os cuidados de saúde prestados às pessoas com doenças avançadas, oferecendo-lhes a elas e às suas famílias apoio emocional, social e espiritual, assim como apoio no luto e apoio aos profissionais. Este Programa pioneiro consolidou-se desde cedo como um modelo de apoio e organização, e está em permanente processo de inovação.

«Este espaço permite uma pausa, num ambiente sereno, na complexa situação de doença e hospitalização. Este é o primeiro espaço em Portugal e sétimo na Península Ibérica que a Fundação ”la Caixa” disponibiliza», destacou o curador Artur Santos Silva.

«Trata-se de um novo recurso que pomos à disposição das pessoas no âmbito do nosso Programa para o Apoio Integral a Pessoas com Doenças Avançadas, implementado em Portugal em 2018, cujo objetivo é contribuir para melhorar a qualidade de vida das pessoas em situação de fim de vida e dos seus familiares proporcionando-lhes apoio emocional, social e espiritual», salientou o diretor-geral da Fundação ”la Caixa”, Antonio Vila Bertrán.

«Este projeto, desenvolvido em parceria com a Fundação ”la Caixa”, está alinhado com os valores e objetivos estratégicos da nossa Instituição, dando relevo à dimensão da humanização dos cuidados de saúde e proximidade à comunidade. Neste que é o maior e mais antigo Serviço de Cuidados Paliativos em Portugal, onde se assume como prioridade a dignificação da condição humana e a diminuição do sofrimento, procura-se inovar na organização dos cuidados, na qualificação do espaço e das equipas de forma a atingir esse propósito. Assim, este projeto e o programa Apoio Integral a Pessoas com Doenças Avançadas - Humaniza da Fundação ”la Caixa” veio reforçar a nossa capacidade e qualidade de resposta no apoio a pessoas com doença oncológica avançada e seus cuidadores», explica o presidente do Instituto Português de Oncologia do Porto, Júlio Oliveira.

Favorecer o bem-estar do doente e da sua família

No Espaço Fundação ”la Caixa” de Apoio Integral, os doentes internados e os seus acompanhantes encontrarão um ambiente acolhedor onde podem receber apoio e sentir-se mais em casa. Este recurso foi criado com os seguintes objetivos:

  • Contribuir para criar bem-estar e reduzir o stress dos doentes e dos seus familiares, oferecendo um espaço de proximidade e introspeção.
  • Favorecer a comunicação entre os doentes e os seus familiares num ambiente privado que lhes permita descontrair e descansar.
  • Facilitar a realização de atividades lúdicas ou de distração (pintura, música, escrita), bem como a participação de voluntários.

Acompanhamento integral

Desenvolvido em Portugal desde 2018, o Programa para o Apoio Integral a Pessoas com Doenças Avançadas - Humaniza, da Fundação ”la Caixa” acompanhou mais de 56 400 pessoas: 25 294 foram doentes e 31 196 familiares.

Atualmente, abrange 19 hospitais, 17 equipas de apoio domiciliário e 25 estruturas residenciais para pessoas idosas de Portugal e está a ser implementado por 11 equipas de apoio psicossocial (EAPS) nas sete regiões, constituídas por mais de 50 profissionais, entre os quais se encontram psicólogos, assistentes sociais e voluntários.

A avaliação do Programa para o Apoio Integral a Pessoas com Doenças Avançadas - Humaniza em Portugal permitiu demonstrar que a intervenção da EAPS produz uma melhoria muito significativa nos níveis de stress psicológico dos doentes, bem como na capacidade de partilharem emoções e na preocupação dos familiares e os amigos.

Em 2022, o Programa alargou a sua atuação a estruturas residenciais para pessoas idosas, o que permite intervir em casos complexos, e apostou na formação dos profissionais com o propósito de melhorar o apoio prestado.

Eleições em junho
O atual Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas (OMD), Miguel Pavão, anuncia a sua recandidatura ao cargo, reafirmando o seu...

Recordando quatro anos desafiantes e trabalhosos, marcados pela pandemia da Covid-19, Miguel Pavão considera que a equipa que liderou ao longo do último mandato conseguiu cumprir os objetivos a que se propôs. “Pela primeira vez, todas as forças políticas referiram a saúde oral durante a campanha eleitoral, todos dialogaram com a Ordem dos Médicos Dentistas e todos assumiram a saúde oral dos portugueses como uma prioridade”, afirma Miguel Pavão.

Entre as medidas cumpridas, está a Resolução da Revisão da Porteção Radiológica alcançada no final de 2023, após inúmeras reuniões com diversos Governos, a consagração na Lei dos atos próprios do médico dentistas ou a implementação da prova de competência linguística para quem pretende exercer em Portugal.

“Pretendemos continuar a defender os médicos dentistas, garantindo uma Ordem respeitada e dinâmica, uma formação contínua de alta qualidade, a preparação para os novos desafios tecnológicos, a promoção da Saúde Oral e a valorização da nossa profissão”, afirma o atual Bastonário Miguel Pavão.

As eleições vão decorrer entre os dias 6, 7 e 8 de junho e, pela primeira vez, a votação poderá acontecer também eletronicamente. Nos três dias, a votação pode ser feita eletronicamente, sendo que no dia 8 a votação decorre também presencialmente, num serviço regional da OMD. O voto eletrónico foi mais uma medida do mandato que agora termina, com o objetivo de dar mais voz aos médicos dentistas e incentivá-los a manifestarem a sua opinião e vontade onde quer que estejam.

 
Dermatite atópica
O eczema é uma condição de pele comum e crónica que afeta inúmeras pessoas em todo o mundo, causando

Este artigo visa fornecer uma compreensão abrangente do eczema, abordando os seus sintomas, fatores desencadeantes, tipos e, crucialmente, os principais tratamentos disponíveis para aliviar o desconforto e promover uma pele saudável. Exploraremos em detalhes a eficácia do creme para eczema, discutindo como esses produtos específicos podem oferecer alívio e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Entendendo o que é eczema

O eczema, também conhecido como dermatite atópica, é uma condição inflamatória da pele que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracterizada por uma combinação de sintomas como coceira intensa, vermelhidão, inchaço e descamação, esta condição pode se manifestar em qualquer parte do corpo, embora seja mais comum em áreas como os joelhos, cotovelos, mãos e rosto. Enquanto algumas pessoas experimentam sintomas leves e esporádicos, outras enfrentam surtos recorrentes e persistentes de eczema, que podem ter um impacto significativo em sua qualidade de vida.

O eczema é uma condição multifacetada, com uma interação complexa entre fatores genéticos e ambientais desempenhando um papel importante em seu desenvolvimento. Por exemplo, indivíduos com histórico familiar de eczema têm uma probabilidade aumentada de desenvolver a condição. Além disso, certos alérgenos, como pólen, ácaros e produtos químicos presentes em produtos de cuidados pessoais, podem desencadear ou exacerbar os sintomas do eczema em pessoas suscetíveis.

Sintomas comuns do eczema

Os sintomas do eczema são variados e podem apresentar-se de forma diferente em cada pessoa afetada. A coceira intensa é frequentemente o sintoma mais característico, causando desconforto significativo e levando muitos pacientes a coçar a pele até que ela fique ferida. Além disso, a pele afetada pelo eczema tende a ficar seca e escamosa, contribuindo para a sensação de irritação e desconforto. A vermelhidão é outra característica comum, resultante da inflamação subjacente, enquanto o inchaço pode ocorrer devido à resposta do sistema imunológico da pele aos irritantes.

Em alguns casos, o eczema pode levar à formação de bolhas preenchidas com líquido claro, que podem se romper e formar crostas sobre a pele afetada. Estas lesões podem ser particularmente dolorosas e podem aumentar o risco de infecção secundária se não forem tratadas adequadamente.

É importante ressaltar que a gravidade dos sintomas pode variar amplamente de pessoa para pessoa e até mesmo em um mesmo indivíduo ao longo do tempo. Enquanto alguns casos de eczema são leves e podem ser gerenciados com cuidados básicos da pele e evitando gatilhos conhecidos, outros são mais graves e podem exigir intervenção médica para controle adequado dos sintomas e prevenção de complicações.

Fatores que podem desencadear o eczema

Vários fatores podem desencadear o eczema, incluindo:

  1. As alergias a alimentos, produtos químicos, poeira e pólen podem desencadear reações inflamatórias na pele.
  2. O estresse emocional pode desencadear uma resposta inflamatória no corpo, exacerbando os sintomas existentes.
  3. O clima seco e frio muitas vezes agrava os sintomas do eczema devido ao ressecamento excessivo da pele.
  4. Produtos irritantes como sabonetes perfumados, detergentes e produtos de limpeza podem causar inflamação na pele.
  5. A genética desempenha um papel importante na predisposição ao eczema, com pessoas com histórico familiar da condição tendo maior probabilidade de desenvolvê-la.

Tipos de eczema

Existem vários tipos de eczema, cada um apresentando características distintas e desafios específicos para aqueles que vivenciam a condição. O tipo mais comum é a dermatite atópica, que tende a ocorrer em pessoas com histórico familiar da condição. Caracterizada por inflamação crônica da pele e uma tendência a surtos recorrentes, a dermatite atópica pode causar coceira intensa, vermelhidão e descamação, afetando significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

Outro tipo de eczema é a dermatite de contato, que se desenvolve quando a pele entra em contato com substâncias irritantes ou alérgenos. Isso pode incluir produtos químicos presentes em produtos de limpeza, metais como níquel em bijuterias, plantas como hera venenosa e até mesmo certos tecidos. Os sintomas podem variar de leves a graves, dependendo da sensibilidade individual e da duração do contato com o irritante.

Adicionalmente, temos a dermatite seborreica, que geralmente afeta o couro cabeludo, mas também pode se manifestar em outras áreas do corpo, como o rosto, as orelhas e o peito. Caracterizada por descamação oleosa, coceira e vermelhidão, a dermatite seborreica pode ser desencadeada por uma combinação de fatores, incluindo a produção excessiva de óleo pela pele, reações a leveduras presentes na pele e fatores genéticos. Vejamos agora os tratamentos.

Tratamentos para o eczema

Cada tipo de eczema requer uma abordagem de tratamento e gerenciamento específica, adaptada às necessidades individuais do paciente. Alguns dos principais tratamentos incluem:

  1. Hidratantes: manter a pele bem hidratada com cremes para eczema é essencial para controlar a doença e prevenir a secura e descamação.
  2. Corticosteroides tópicos: cremes ou pomadas à base de corticosteroides podem ajudar a reduzir a inflamação e aliviar a coceira.
  3. Antihistamínicos: medicamentos antialérgicos podem ser prescritos para controlar a coceira e a inflamação.
  4. Terapias de luz: a terapia de luz ultravioleta pode ser recomendada para casos graves de eczema que não respondem a outros tratamentos.

É importante consultar um dermatologista para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado para o eczema. Com os cuidados adequados, é possível controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com essa condição de pele.

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As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Iniciativa é financiada pelo BPI Fundação “la Caixa”, Instituto Nacional para a Reabilitação e Caixa Social
A Alzheimer Portugal preconiza a necessidade de uma mudança urgente no paradigma de cuidados para as Pessoas com Demência em...

A Campanha Nacional que aborda os temas “Sem Contenções” e “Solidão Não Desejada”, visa sensibilizar e informar sobre o que são as Contenções, quais as consequências da sua utilização diária para a Pessoa com Demência e alertar para o facto desta prática generalizada colocar em causa a dignidade, os Direitos e as necessidades destas pessoas. Paralelamente, pretende ainda sensibilizar e capacitar a população em geral e os profissionais da área social e da saúde para o fenómeno da “Solidão Não Desejada”.

Esta iniciativa é financiada pelo BPI Fundação “la Caixa”, Instituto Nacional para a Reabilitação e Caixa Social, contando com a colaboração de vários parceiros, nomeadamente os Centros Distritais da Segurança Social, os Municípios da Guarda, Setúbal e Castelo Branco, o Hospital de Braga (ULS de Braga), as Ordens Profissionais dos Psicólogos, Assistentes Sociais, Fisioterapeutas e Enfermeiros, as Associações Profissionais Nacionais dos Terapeutas Ocupacionais e dos Gerontólogos e a Universidade de Aveiro.

A campanha consiste na realização de ações de sensibilização/informação e terá início no próximo dia 10 de Abril pelas 10h, no Centro Distrital da Segurança Social de Santarém (Largo do Milagre, 49/51), percorrendo durante os próximos meses todos os distritos de Portugal, terminando em outubro, em Lisboa.

De acordo com Filipa Gomes, Coordenadora Nacional do projeto,“esta campanha nacional de capacitação junto das organizações de saúde, sociais, famílias e comunidade, pretende promover um paradigma de cuidados sem contenções das Pessoas com Demência, baseado na prevenção em saúde, fomentando a inclusão e a saúde mental/física destas e a saúde mental dos cuidadores. Visa, ainda, através de uma abordagem preventiva e de capacitação, com a participação ativa das Pessoas com Demência e dos seus cuidadores e ex cuidadores, contribuir para uma sociedade mais consciente sobre o fenómeno da Solidão e, consequentemente, ter menos pessoas com risco de Solidão Não Desejada, em especial pessoas idosas com ou sem demência”. 

 
Novo estudo
Um novo estudo internacional multicêntrico sugere que as pessoas com cancro da mama triplo-negativo em fase inicial, com níveis...

O subtipo de cancro da mama triplo-negativo não responde aos medicamentos que visam o recetor de estrogénio ou a proteína HER2. Cresce rapidamente, tem maior probabilidade de se espalhar para além da mama antes do diagnóstico e tem maior probabilidade de recorrência em comparação com outros cancros da mama. O cancro da mama triplo-negativo representa cerca de 15% de todos os cancros da mama e é mais comum em jovens e em mulheres de ascendência africana, hispânica e indiana. As células imunitárias, também conhecidas como linfócitos infiltradores de tumores ou TILS, são células do sistema imunitário que ocorrem naturalmente e que podem deslocar-se da corrente sanguínea para o tumor, onde podem reconhecer e destruir as células cancerígenas.

"Esta é uma descoberta importante porque revela que a abundância de linfócitos infiltrantes de tumores no tecido mamário é um biomarcador de prognóstico em pessoas com cancro da mama triplo-negativo em fase inicial, mesmo quando não é administrada quimioterapia", explica Roberto Leon-Ferre, oncologista médico no Mayo Clinic Cancer Centre e primeiro autor do estudo. "Os resultados do estudo podem inspirar futuros ensaios clínicos para explorar a possibilidade de as doentes com um prognóstico favorável (níveis elevados de linfócitos infiltrados no tumor) poderem evitar regimes de quimioterapia intensiva."

"A meta-análise confirma solidamente a importância prognóstica dos linfócitos infiltrantes de tumores, anteriormente observada em doentes submetidos a quimioterapia, e esta observação é também validada em doentes tratados sem este tipo de intervenção", explica Sarah Flora Jonas, estatística do Gustave Roussy e primeira coautora do estudo. "Estudos futuros permitirão utilizar este biomarcador em conjunto com fatores clinicopatológicos padrão para fornecer informações que informarão as decisões de tratamento em doentes com cancro da mama triplo-negativo."

"É notável que o primeiro relatório que sugere que o aumento das células imunitárias está associado a um melhor prognóstico em doentes com cancro da mama tenha sido descrito por médicos da Mayo CLinic há mais de 100 anos", explica Roberto Salgado, copresidente do Grupo de Trabalho Internacional de Biomarcadores de Imuno-Oncologia e co-líder do estudo. "Houve um esforço global e foi necessário um século para reexaminar este biomarcador e aplicá-lo aos cuidados dos doentes."

"Os linfócitos infiltrantes de tumores não são atualmente medidos ou comunicados em exames de rotina de amostras de tecido de cancro da mama", explica o coautor Matthew Goetz, oncologista médico no Mayo Clinic Cancer Centre e Erivan K. Haub Family Professor of Cancer Research em honra do Dr. Richard F. Emslander. "Embora os estudos anteriores se tenham centrado na medição dos linfócitos infiltrantes do tumor em pessoas tratadas com quimioterapia, este é o maior estudo a demonstrar de forma abrangente a presença de influências no comportamento natural dos linfócitos infiltrantes do tumor no cancro da mama em pessoas que foram operadas e/ou receberam radiação sem qualquer tratamento médico adicional."

Para este estudo, investigadores da Mayo Clinic e do Gustave Roussy, em colaboração com o International Immuno-Oncology Biomarkers Working Group, conduziram a recolha de dados em 11 grupos adicionais com 1.966 participantes com cancro da mama triplo-negativo em fase inicial que foram submetidas apenas a cirurgia, com ou sem radioterapia, mas sem quimioterapia. As participantes foram seguidas durante uma média de 18 anos. Os resultados mostraram que níveis elevados de linfócitos infiltrantes do tumor no tecido do cancro da mama estavam associados a baixas taxas de recorrência entre as participantes com cancro da mama triplo-negativo em fase inicial.

"Cinco anos após o estudo, 95% dos participantes com tumores pequenos, cancro da mama triplo-negativo em estádio 1 e doentes cujos tumores apresentavam níveis elevados de linfócitos infiltrantes de tumores estavam vivos, em comparação com 82% dos doentes cujos tumores apresentavam níveis baixos de linfócitos infiltrantes de tumores. Mais importante ainda, a taxa de recorrência do cancro da mama foi significativamente mais baixa nas doentes cujos tumores tinham níveis elevados de linfócitos infiltrantes do tumor", explica o coautor sénior Stefan Michiels, chefe da equipa Oncostat, Gustave Roussy, Inserm U1018, Universidade Paris-Saclay. "Com aproximadamente 2000 participantes envolvidos no estudo, reunimos a maior coorte internacional de pessoas com cancro da mama triplo-negativo, em três continentes, em que o tratamento primário foi a cirurgia sem quimioterapia."

"Os resultados do estudo poderão levar a uma recomendação para incluir os linfócitos infiltrantes do tumor nos relatórios patológicos do cancro da mama triplo-negativo em fase inicial em todo o mundo, uma vez que têm o potencial de informar os médicos e os doentes sobre o momento adequado para escolher as opções de tratamento", explica Salgado.

Além disso, o biomarcador requer apenas uma avaliação visual efetuada por um patologista sob observação microscópica, o que não implica custos adicionais associados à identificação de células imunitárias. Este facto pode ser particularmente benéfico para regiões com recursos limitados, acrescenta Leon-Ferre.

A maioria das pessoas com cancro da mama triplo-negativo em fase inicial recebe quimioterapia antes ou depois da cirurgia, incluindo as pessoas com cancro da mama em fase 1. Além disso, a maioria das pessoas recebe uma combinação de medicamentos de quimioterapia, o que pode resultar em efeitos secundários consideráveis. Atualmente, os principais critérios considerados para decidir o protocolo de tratamento de quimioterapia para cada indivíduo incluem o tamanho do tumor e a presença de metástases nos gânglios linfáticos. No entanto, os autores observaram que o número de linfócitos que se infiltram no tumor tem uma influência adicional no risco de recorrência futura.

Os cientistas planeiam analisar os linfócitos infiltrados no tumor como biomarcadores em estudos clínicos prospectivos que investigam a escolha da quimioterapia com base nos níveis destes linfócitos. Atualmente, estão a ser desenvolvidos esforços para realizar investigação adicional com outros potenciais biomarcadores.

De 11 a 13 de abril
O Centro de Congressos - Porto Palácio Hotel acolhe, entre os dias 11 e 13 de abril, o XXIX Curso Pós-Graduado de...

Estes cursos contam com a organização da Associação dos Amigos do Serviço de Endocrinologia do Hospital de São João e com a colaboração do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo do Centro Hospitalar Universitário de São João e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. 

A iniciativa inclui espaço para conferências, estando a primeira marcada para dia 11, sob o tema "O Mundo dos tipos de Diabetes em revista". Com moderação de João Sérgio Neves e Marta Borges-Canha, Juliana Gonçalves e Helena Ferreira serão as palestrantes. 

Neste mesmo dia, a conferência "AI – vamos continuar a precisar do Curso Pós-graduado", será apresentada por Inês Sousa, Head of Intelligent Systems Fraunhofer Portugal AICOS.

No dia 12 irá proceder-se à entrega do Prémio Dra. Lídia Pereira Monteiro, atribuído ao melhor trabalho na área de Medicina Geral e Familiar, e do Prémio Dr. Baldaque Faria, atribuído ao melhor trabalho na área de Enfermagem.

Por fim, no dia 13 arranca o XII Advancer Course of Endocrinology, que contará com a participação de um palestrante internacional,  Partha Kar. O dia termina com atribuição de mais três prémios.

Pode consultar-se o programa aqui.  

Profissionais estão há mais de 20 anos sem qualquer avaliação de desempenho ou progressão profissional
Os Administradores hospitalares (AH) endereçaram um pedido de reunião à Ministra da Saúde, com o objetivo de discutir a revisão...

"A situação em que se encontram os Administradores Hospitalares Portugueses é inaceitável e claramente lesiva da boa gestão do Serviço Nacional de Saúde. Mais: fere o cumprimento da Lei, porquanto não se cumpre nem o Dec. Lei 101/80 (que regulamenta o trabalho dos AH em contrato de trabalho em funções públicas), nem tão pouco se implementa o Acordo Coletivo de 2019 publicitado em BTE nº 42 (respeitante aos AH em Contrato Individual de Trabalho)", escrevem os admnistradore hospitalares em comunicado. 

Segundo os AH, "a empresarialização da gestão hospitalar obrigou a rever o enquadramento das diferentes profissões da saúde, criando condições para que as carreiras mantivessem o seu desenvolvimento no seio dos novos Hospitais empresa. Todas as carreiras foram revistas, todas foram reenquadradas, com exceção da Administração Hospitalar". 

Em 2016,  sublinham "o Ministério da Saúde criou um grupo de trabalho para revisão da carreira, com o objetivo concreto de produzir uma proposta de diploma legal. Infelizmente, essa proposta, entregue e validada pela tutela em 2017, nunca se publicou". 

Esta omissão legislativa, cria de acordo os adminstradores hositalares, "situações absolutamente inaceitáveis". "Persiste a falta de harmonização salarial, existindo Administradores Hospitalares a desempenhar funções semelhantes e a auferir salários completamente diferentes. Continuam a existir casos em que o Profissional exerce a função, mas não está contratado como Administrador Hospitalar e, mais grave ainda, continuam a existir Administradores Hospitalares que não exercem as funções nas quais se diferenciaram, criando um claro desperdício do potencial valor que poderiam acrescentar ao Serviço Nacional de Saúde", salientam. 

Estes profissionais são da opinião de que "não é aceitável que os Administradores Hospitalares continuem a trabalhar sem objetivos definidos, sem avaliação do seu desempenho e sem qualquer progressão ou desenvolvimento profissional".

"Os Administradores Hospitalares não podem aceitar a desconsideração a que têm sido sujeitos", afirmam recordando que, no final do ano de 2023, apresentaram "uma queixa formal junto da Provedoria de Justiça, no sentido de evidenciar a responsabilidade do Estado na revisão da nossa carreira".

"De qualquer modo, e sabendo que o Programa eleitoral da Aliança Democrática, apresentado a sufrágio no passado dia 10 de março, previa a revisão da carreira dos Administradores Hospitalares, acrescido do facto de ter sido já adiantado que a revisão das carreiras da administração pública pendentes será uma prioridade para o próximo governo, os Administradores Hospitalares Portugueses esperam um compromisso claro do Governo", exigem. 

Para além do pedido de reunião para discussão deste tema, a APAH procurará ainda apresentar em detalhe, à Ministra da Saúde, "o seu plano de prioridades para a gestão do SNS, oportunamente apresentado à Aliança Democrática em janeiro de 2024, esperando que este documento possa contribuir para as políticas de saúde no âmbito do programa do XXIV Governo constitucional". 

 
Sessões pretendem capacitar os cuidadores informais, numa iniciativa do projeto CaregIVR
Cuidar de quem cuida, ao dotar os cuidadores informais de ferramentas, conhecimentos e metodologias que melhorem a sua...

O primeiro momento do ciclo terá como tópico orientador “Ginásio para a mente, estratégias de autoestimulação cognitiva” e pretende sensibilizar os cuidadores informais para a importância de se manterem ativos e mentalmente saudáveis. A importância de manter o equilíbrio emocional dos cuidadores será explorada no dia 16 de abril, naquela que é a segunda sessão do ciclo, apresentando como tema “Regulação Emocional, um olhar para cuidar de quem cuida”. Finalmente, e porque é de extraordinária importância garantir também o bem-estar físico destas pessoas, de forma a assegurar não só a sua saúde, mas também a prestação com qualidade dos cuidados, a última sessão (no dia 23 de abril) tem como mote “Cuidar de Quem Cuida: Promover o bem-estar físico e prevenção de lesões”.

Um projeto de investigação dedicado aos que cuidam

Durante este ciclo de sessões, a ESSATLA vai também apresentar o projeto CaregIVR, que teve início em novembro de 2023 e que, ao longo de 36 meses, tem como objetivo perceber quais as principais dificuldades dos cuidadores informais de doentes pós AVC (Acidente Vascular Cerebral), assim como prestar apoio e promover a literacia acerca das doenças cardiovasculares. A realidade virtual é uma aliada do projeto, permitindo criar simulações dos desafios experienciados por aqueles que necessitam de cuidado, melhorando assim a preparação dos cuidadores.

O projeto pretende ainda investigar e analisar a incidência de AVC em Portugal, Itália, Polónia, Espanha e Ucrânia, países parceiros do projeto, nos quais esta é uma das principais causas de morte e incapacidade. Em Portugal, estima-se que existam cerca de 1,4 milhões de cuidadores informais, que desempenham um papel fundamental no apoio a pessoas que o necessitam devido a diversas causas, entre elas as doenças cerebrovasculares. O acesso a serviços de reabilitação e serviços de saúde é também potenciado com a presença de prestadores de cuidados, pelo que a capacitação e apoio deste grupo de cuidadores permitirá uma melhoria nos cuidados do doente, assim como um melhor estilo de vida para ambas as partes. 

As três sessões que vão ser ministradas em abril não têm nenhum custo associado, tendo uma capacidade máxima de 30 participantes. As inscrições são obrigatórias e podem ser realizadas por e-mail ([email protected]) ou através de contacto telefónico (214 177 186). Sublinhe-se que os interessados podem participar apenas numa das sessões disponíveis, pelo que devem escolher a que mais se adequa às suas necessidades ou interesses. 

 
Saúde Mental
Para grande maioria das pessoas, a primavera está associada a boa disposição, no entanto, muitas fic

Os sintomas geralmente iniciam-se entre março e abril. A intensidade varia consoante a pessoa, e podem englobar fadiga ou cansaço inexplicável por outra causa; fraqueza; tristeza; desmotivação; dificuldade de concentração e da memória; apatia; alergias alteração do padrão de sono; diminuição da líbido; diminuição da energia; falta de apetite; irritabilidade, nervosismo e ansiedade; e dor de cabeça ou dores musculares. Importa salientar que a astenia da primavera parece ser mais prevalente nas crianças, seniores e em mulheres, sobretudo entre os 35 e os 50 anos de idade.

Causas do aparecimento da astenia de primavera:

O cérebro produz vários neurotransmissores (e.g., serotonina, melatonina ou cortisol), que interferem na regulação do humor, das emoções, do estado de espírito ou no ritmo circadiano (sono), sendo a produção regulada, entre outros fatores, pela exposição solar. Na origem da astenia da primavera podem estar diversas alterações fisiológicas que o organismo promove de forma a adaptar-se a mudanças climatéricas como a mudança de luminosidade, humidade, temperatura, e pressão atmosférica trazidas pela nova estação.

Fatores que podem agravar os sintomas da astenia da primavera: 

O facto de os dias serem maiores pode levar-nos a ficar ativos até mais tarde; quem escolhe ir ao ginásio mais tarde, onde a atividade de alta intensidade perto da hora de deitar pode interferir com o tempo que levamos a adormecer; a mudança da hora na primavera no último fim de semana de março e o aumento do número de horas de luz e exposição solar, pois existem pessoas que têm maiores dificuldades em fazer a adaptação e podem levar mais tempo; uma alimentação pouco equilibrada, o stresse e a ausência de atividade física regular (sedentarismo); e as alergias ao pólen que acabam por interferir com o sono.

O que fazer?

Uma vez que não existe um tratamento específico para a astenia da primavera, há que prevenir/atenuar os sintomas. Para isso, seguem-se algumas recomendações: fazer uma alimentação equilibrada e variada, rica em fruta e vegetais; não consumir cafeína em excesso; fracionar as refeições, não fazer jejum mais de 3 horas; levantar cedo de manhã e praticar exercício físico regularmente, de preferência de manhã ou ao final da tarde, pelo menos 40-50 minutos, 3-4 vezes por semana ( exercício aumenta a produção de endorfinas que promovem a sensação de bem-estar); dormir 7-8 horas por noite, mantendo as horas de deitar e acordar regulares; beber entre 1,5L a 2L de água diariamente (manter hidratação); aprender a gerir o stress: planeie bem o dia, estabeleça prioridades e partilhar tarefas.

Quando consultar o médico:

Em alguns casos, a consulta de um médico pode ser importante, no sentido de ajudar a pessoa a controlar os sintomas e a recuperar os níveis de energia habituais. A boa notícia é que estes sintomas da astenia da primavera são temporários e não duram mais do que 2 a 3 semanas (caso se prolonguem mais no tempo, deve-se recorrer a apoio médico).

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Estima-se que, até 2080, quase 5% da população seja atingida
“A demência é um desafio global de saúde pública e o seu impacto em Portugal ainda não é claro, mas o número de pessoas...

“Trata-se de um estudo pioneiro das tendências da prevalência de demência em Portugal, que estima o impacto que este grupo de doenças poderá ter no país até 2080”. Os resultados indicam que o número de pessoas que vive com demência deverá escalar nas próximas décadas, sobretudo devido ao envelhecimento acentuado da população Portuguesa. A idade é um dos principais fatores associados ao aparecimento deste tipo de doenças, que inclui, por exemplo, a doença de Alzheimer e demência frontotemporal. Em 2080, num cenário de projeção central, prevê-se que quase 40% da população portuguesa tenha 65 ou mais anos, e destes, metade tenha 80 ou mais anos. Este crescimento dos grupos mais envelhecidos da população, fará aumentar o número de casos de demência. Estima-se que o número de pessoas com esta doença aumente de 222 mil em 2020 para 450 mil em 2080, no cenário de projeção mais elevado. Este número representará quase 5% do total da população portuguesa em 2080, quando terá sido cerca de 2% em 2020.

Para chegarem a esta conclusão, as investigadoras utilizaram taxas de prevalência de demência por idade e sexo, com base em dois critérios de diagnóstico, encontradas noutros estudos realizados em Portugal. Essas taxas foram aplicadas às projeções da população portuguesa até 2080, para diferentes cenários de crescimento populacional. Segundo destacam, “os dados apontam para o peso expressivo nos grupos com idade mais avançada: prevemos que 3 em cada 4 pessoas com demência em 2080 tenha 80 ou mais anos”. O estudo reforça, ainda, que a doença continuará a ser mais frequente nas mulheres.

Note-se que a demência, é a sétima causa de morte e a quarta causa de sofrimento grave relacionado com a saúde a nível mundial. As autoras consideram urgente a concretização dos planos nacional e regionais da saúde para as demências. Sublinham a importância de medidas concertadas para o diagnóstico precoce, bem como para os cuidados a prestar desde o diagnóstico até ao luto, envolvendo doentes e também cuidadores, que incluem familiares e profissionais. “Há muito a fazer em termos de prevenção de fatores de risco modificáveis (sedentarismo, diabetes, hipertensão), aumento da capacidade de diagnóstico, criação de serviços especializados na comunidade, incluindo cuidados de longa duração e cuidados paliativos, capacitação e formação de profissionais e cuidadores para responder aos desafios da doença, aumento de campanhas de sensibilização, e um maior investimento para a investigação nesta área”, afirma Sara Alves. A autora destaca os projetos inovadores do CIDIFAD desenvolvidos no apoio às demências, nomeadamente, na estimulação multissensorial e na capacidade de condução, financiados pela Fundação “la Caixa”, BPI. Destaca ainda a colaboração com centros de investigação da Universidade do Porto, nomeadamente com o centro Porto4Ageing na criação de um Living Lab no CIDIFAD para testar soluções digitais na área da demência, projeto apoiado pelo Interreg España-Portugal.

O artigo científico, disponível para consulta aqui, contou com o apoio do Programa do Centro Operacional Regional Norte de Portugal, integrado no Acordo de Parceria PORTUGAL 2020, que apoia a Santa Casa da Misericórdia de Riba D’Ave; e por fundos nacionais da Fundação para a Ciência e Tecnologia que apoia o CINTESIS@RISE da Universidade do Porto. 

 
Sessão online e gratuita
A Mamãs Sem Dúvidas apresenta mais um Curso Flash, um evento imperdível para as futuras mamãs, que irá decorrer em formato...

Durante este curso, irão ser abordados temas fundamentais relacionados com o sono, tanto para a grávida como para o bebé, visto que os recém-nascidos apresentam ciclos de sono diferentes, que no pós-parto são de apenas de uma a quatro horas de dormida, seguidas de uma a duas horas acordado.

Fazendo as contas, no primeiro mês de vida, o bebé chega a dormir uma média de 16 horas por dia, o que vai contribuir para a privação de sono dos pais, que está associada a problemas de humor, frustração e impactos na vida familiar e laboral.

Por este motivo, Ana Maria Pereira, Terapeuta do Sono, compartilhará alguns dos seus conhecimentos sobre o sono da grávida e ainda irá oferecer dicas valiosas para garantir um descanso tranquilo.

Esta sessão conta ainda com a participação de Diana Santos, Formadora BebéVida, sobre a importância do momento do parto para a recolha das células estaminais, incidindo nas potencialidades das células estaminais para o tratamento de múltiplas doenças.

 
Temas discutem-se nas Jornadas de Psicologia IUCS-CESPU
Seja hoje ou em cinco anos, metade dos jovens portugueses apontam o acesso a um emprego e à saúde como as suas principais...

Estas serão temáticas a abordar durante as Jornadas de Psicologia do Instituto Universitário de Ciências da Saúde (IUCS) da CESPU, que se realizam a 9 de abril, no Hotel Porto Palácio.

Sob o mote "Ser Jovem – Desafios do Presente. Um Olhar sobre o Futuro”, durante estas jornadas serão traçados os perfis da população jovem portuguesa no âmbito económico, laboral, habitacional, participação ativa na sociedade e, sobretudo, o impacto no autocuidado e na saúde mental. Na atualidade, os jovens portugueses auferem em média 1007 euros – sendo o salário deles 26% mais alto que o das jovens mulheres. Acima dos 25 anos, dois terços trabalham em média entre 40 e 50 horas semanais.

Em termos habitacionais, entre aqueles que já não dependem da família, 20,18% tem já habitação própria, mas 34,86% arrenda casa – com valores médios de renda de 428 euros, mas 11,76% pagam mais de 700 euros mensais. Registam-se aqui também diferenças entre regiões: o valor médio despendido no acesso a habitação por jovens do litoral é 47% superior àquele que se verifica no interior do país (430€ vs. 292€).

Estes são alguns dos dados que estarão no centro do debate nas XXIV Jornadas de Psicologia. Vão ser apresentados pelo SINCLab – Social Inclusion Laboratory, grupo de investigação responsável pelo estudo RETRATO DA POPULAÇÃO JOVEM PORTUGUESA Quem São, o Que as/os Move “Agora” e Quais as Suas Expectativas realizado em 2023. Com coordenação científica de Alexandra Serra, professora no Departamento de Ciências Sociais e do Comportamento do Instituto Universitário de Ciências da Saúde da CESPU, e Rui Serôdio, professor na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, este diagnóstico nacional contempla 5137 respostas de jovens entre os 12 e os 30 anos e foi elaborado a pedido da Movijovem.

Programa: Certezas e erros na autonomização dos jovens

O encontro científico da CESPU, já na sua 24.ª edição, terá conferência inaugural proferida pelo conhecido psicólogo Eduardo Sá.

Durante todo o dia serão debatidos os problemas, perceções e políticas presentes (ou ausentes) no processo de autonomização e desenvolvimento dos jovens adultos, e que contarão com a intervenção de investigadores das áreas da psicologia e da economia, e também ao mais alto nível pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, pelo Conselho Nacional da Juventude, pela Movijovem, pela Federação Académica do Porto e pela Social Business School. De destacar ainda a apresentação de um conjunto de medidas, programas e projetos focadas na população juvenil com evidência demonstrada de impacto, como a Pista Mágica e o Movimento Transformers. Todo o programa disponível aqui.

Este evento integra ainda um Mural Coletivo construído com as partilhas individuais dos participantes de todas as Jornadas Científicas do IUCS-CESPU que decorrem esta semana, alargando a reflexão sobre o tema.

As Jornadas de Psicologia do IUCS são realizadas pelo Departamento de Ciências Sociais e do Comportamento do IUCS-CESPU, em conjunto com o Núcleo de Psicologia da Associação de Estudantes. E inclui também três workshops disponíveis apenas para os alunos da CESPU, no dia anterior às jornadas. Em foco estarão temas como empregabilidade, educação financeira e o autocuidado – neste último caso, com o título Não aguento mais! O que se passa?!?, a psicóloga Ana Lage Ferreira abordará os desafios e dificuldades da vida universitária.  

 
Dia 12 de abril
A NOVA Medical School abre as suas portas no dia 12 de abril, às 14h30, no Campo Mártires da Pátria, para todos aqueles que...

Durante este dia, os participantes vão poder contactar diretamente com docentes, investigadores e estudantes, conhecer as instalações da Faculdade e esclarecer dúvidas e questões sobre os Mestrados em Investigação Biomédica, Nutrição Humana e Metabolismo, Epidemiologia, Bioestatística e investigação em Saúde, Gestão da Investigação Clínica e Uma Saúde: Saúde Pública Humana e Animal.

A oferta de formação pós-graduada conferente de grau da NOVA Medical School é ampla e diversificada ao nível dos cursos de Mestrado e tem como objetivo potenciar o conhecimento e formar profissionais com competências para desenvolver de forma autónoma projetos de investigação científica nos domínios académico e de investigação, bem como na prática clínica e em ambiente empresarial.

A participação no Open Day Mestrados da NMS é gratuita, estando apenas sujeita ao preenchimento do formulário disponibilizado neste link.

 
António Raminhos e dupla musical ‘Anjos’ são os embaixadores
No próximo dia 10 de abril, às 17h30, no Auditório da Fundação Champalimaud será lançada a Associação Portuguesa OCD Foundation...

A associação POCDF procura criar um centro de apoio para os doentes e famílias que permita a integração dos diversos tipos de tratamentos reconhecidos como válidos para melhorar a vida dos doentes com POC. Para isso conta com um conselho científico composto por alguns dos principais especialistas nacionais ligados à área da saúde mental em Portugal. Albino Maia é o presidente do conselho científico e também médico psiquiatra na Fundação Champalimaud; Pedro Morgado, Coordenador Regional de Saúde Mental da Região Norte e chefe da Unidade de Perturbações do Especto Obsessivo-Compulsivo do Hospital de Braga; Sónia Dias, Diretora da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP-NOVA) e Coordenadora do Centro de Investigação em Saúde Pública e Carla Branco, Psicóloga clínica com especialidade avançada em psicoterapia, são os membros que completam este comité científico.

Como embaixadores e rostos da associação juntam-se o humorista e ator António Raminhos, uma personalidade nacional que tem abordado diversas temáticas do foro mental, e os músicos Nelson e Sérgio Rosado, conhecidos como ‘Anjos’.

O lançamento da associação será feito no Auditório da Fundação Champalimaud, no âmbito da realização da ‘1ª Conferência Portuguesa sobre Estimulação Cerebral em Saúde Mental’, e contará com a presença de António Raminhos para realizar ao vivo a próxima edição do seu podcast ‘Somos todos Malucos’, contando com a presença de dois convidados que vivem com POC.

Paulo Sousa Marques, presidente da associação POCDF, afirma “Criei esta associação porque convivo diariamente com a POC, através do meu filho Miguel diagnosticado desde os seis anos com esta perturbação, e sinto que ainda existe um grande desconhecimento sobre esta doença, muitas vezes uma descredibilização, e é necessário estarmos todos atentos enquanto sociedade aos sinais da POC nomeadamente através dos conhecidos ‘rituais’ para conseguirmos apoiar de forma eficaz quem vive e convive com esta doença”.

Para mais informações consulte: https://www.pocdf.pt/.

 
12 de abril
“Segurança dos medicamentos: tod@s podemos contribuir!” é o mote da próxima sessão informativa do Projeto Saúde Mental 360º...

A segurança dos medicamentos é um pilar fundamental da saúde pública. É necessário consciencializar a população para a importância do uso seguro dos medicamentos, assim como para o papel do cidadão na sua promoção, nomeadamente através da notificação de suspeitas de reações adversas a medicamentos.

Margarida Espírito Santo, farmacêutica, professora na Universidade do Algarve e presidente do Conselho Científico da Unidade de Farmacovigilância do Algarve e Baixo Alentejo, conduzirá a sessão, que visa sensibilizar os participantes para o uso responsável da medicação, contribuindo ainda para a segurança do medicamento.

Investir na literacia em saúde e na capacitação das pessoas para navegarem no sistema de saúde e tomarem as suas decisões de forma responsável é cada vez mais importante. “Tudo isto contribui para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e a sustentabilidade do sistema de saúde”, explica Ricardo Valente Santos, psicólogo e gestor do projeto Saúde Mental 360º Algarve.

As sessões informativas “Saúde em Dia” pretendem esclarecer a população algarvia sobre importantes temas relacionados com a área da saúde e prevenção e gestão da doença, através de uma comunicação simples e objetiva que desmitifica alguns conceitos. Para isso, contam com o apoio de profissionais de saúde e de associações de doentes associadas à Plataforma Saúde em Diálogo, que se juntam nesta missão de promover a qualidade de vida e o bem-estar da comunidade idosa do Algarve.

A iniciativa é gratuita e aberta ao público em geral.

 
 
 
“Por Falar em Segurança”
Foi lançado no Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, o podcast "Por Falar em Segurança”, uma iniciativa da B. Braun que visa...

“A segurança do doente e dos profissionais de saúde é uma prioridade absoluta para nós. Acreditamos que, ao reunir diversos pontos de vista e experiências, podemos impulsionar melhores práticas e promover um ambiente mais seguro para todos. Este projeto oferece uma oportunidade valiosa para os profissionais de saúde aprimorarem as práticas clínicas e fortalecerem o compromisso com a segurança do doente”, explica Isabel Dias, Medical & Scientific Affairs Manager da B. Braun. 

Além de ser uma ferramenta importante para os profissionais de saúde, a B. Braun espera que este podcast possa ser uma plataforma educativa para o público em geral. Ao fornecer informações confiáveis e de fácil acesso, a empresa pretende capacitar os ouvintes para que se tornem mais informados e conscientes sobre os cuidados com a saúde. 

"Queremos não só aumentar a literacia em saúde, mas também criar uma plataforma que promova uma compreensão mais profunda dos desafios enfrentados na segurança do doente", acrescenta Mafalda Fateixa, Project Manager Communication & Marketing da B. Braun. "Acreditamos que ao capacitar as pessoas com conhecimento, podemos ajudá-las a tomar decisões mais informadas sobre a sua própria saúde e bem-estar". 

O primeiro episódio do podcast “Por Falar em Segurança”, será sobre a hidrocefalia de pressão normal — uma doença que se caracteriza pela acumulação de líquido no cérebro, mas que neste caso particular pode ser revertida. Para desmitificar o tema, o episódio conta com a presença do neurocirurgião Miguel Carvalho para falar sobre os principais sintomas, diagnóstico diferencial e tratamento.  

O podcast está também disponível em formato de videocast, permitindo que os espectadores tenham acesso à imagem.  

Os episódios podem ser vistos no website da B. Braun, em www.bbraun.pt/porfalaremseguranca, ou diretamente no Spotify.  

 
Candidaturas abertas até 31 de maio
A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) acaba de lançar a mais recente edição do Prémio de Jornalismo, cujas candidaturas vão...

Com o apoio da AstraZeneca, o Prémio de Jornalismo 2023 vai atribuir um montante global de 10 mil euros aos melhores trabalhos a concurso. O valor será distribuído pelas categorias audiovisual (televisão e rádio) e Imprensa (imprensa e internet), cujos vencedores recebem cinco mil euros cada.

Podem concorrer ao Prémio de Jornalismo 2023 todos os jornalistas habilitados com carteira profissional e que tenham publicado trabalhos na área de oncologia, em língua portuguesa, num meio de comunicação nacional, entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2023. O Prémio só aceita candidaturas de um máximo de três trabalhos por jornalista e, no caso das candidaturas coletivas, as equipas a concurso não podem ultrapassar os três elementos. 

Francisco Cavaleiro de Ferreira, Presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, sublinha a importância da iniciativa da LPCC que pretende valorizar o trabalho dos jornalistas e dos meios de comunicação social na área da oncologia. “Trata-se de uma distinção cada vez mais relevante quando se assiste ao crescimento dos números da doença oncológica, em Portugal e em todo o mundo”, afirma o Presidente da LPCC.  Francisco Cavaleiro de Ferreira acrescenta ainda “é com muito orgulho que voltamos a abrir as candidaturas para o Prémio de Jornalismo. Aproveito para agradecer à AstraZeneca pelo apoio, sem o qual não seria possível continuarmos este trabalho pelo fortalecimento de uma informação plural e rigorosa sobre o cancro”.

Tal como nas edições anteriores, o painel de jurados do Prémio de Jornalismo 2023 é  presidido pelo antigo Ministro da Educação Marçal Grilo e conta com a contribuição de Maria do Céu Machado, Professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e Presidente da Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa, Pedro Pita Barros, Professor de Economia da Nova School of Business and Economics da Universidade Nova de Lisboa, António Granado, jornalista e co-coordenador do mestrado em Comunicação de Ciência na Universidade Nova de Lisboa e Dulce Neto, Editora Executiva do Observador.

Para mais informação sobre o regulamento e o processo de candidatura aqui

 

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