Situação Epidemiológica
Desde ontem foram registados cerca 13 mil novos casos de infeção pelo novo coronavírus e 28 mortes em território nacional. O...

A região de Lisboa e Vale do Tejo voltou a ser a região do país que registou o maior número de mortes, desde o último balanço: 12 em 28. Segue-se a região Norte com 10. A região Centro registou mais três mortes desde ontem e o Alentejo, Algarve e Madeira têm, agora, mais um óbito cada.  

De acordo com o boletim divulgado hoje pela DGS, foram ainda diagnosticados 13.103 novos casos. A região de Lisboa e Vale do Tejo registou a maioria dos casos, nas últimas 24 horas: 4.024, seguida da região Norte com 3.275 novas infeções. Desde ontem foram diagnosticados mais 3.206 casos na região Centro, 856 no Alentejo e 652 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, o arquipélago da Madeira conta agora com mais 561 infeções, e os Açores com 475.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 1.763 doentes internados, menos 69 que ontem. As Unidades de cuidados intensivos têm agora menos três doentes internados, desde o último balanço: 111.

O boletim desta terça-feira mostra ainda que, desde ontem, 20.813 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 2.717.509 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 467.878 casos, menos 7.738 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância menos 15.093 contactos, estando agora 474.904 pessoas em vigilância.

Questionário on-line
A Escola de Saúde e Desenvolvimento Humano da Universidade de Évora, em colaboração com a Escola Nacional de Saúde Pública da...

O estudo tem como objetivos gerais contribuir para a melhoria do conhecimento das situações de trabalho e relações laborais nas organizações de serviços de saúde e propor medidas para promover ações que contribuam para a melhoria das condições do exercício profissional em tempo pandémico. 

O questionário on-line está disponível. As respostas são confidenciais, anónimas e exclusivamente tratadas de forma agregada para fins científicos. Não há respostas certas e erradas; o intuito é conhecer a opinião dos participantes sobre o impacto da Covid-19 nas condições de trabalho dos profissionais de saúde.  

 

Uso excessivo pode vir a prejudicar a alimentação das gerações futuras
Atualmente, os suplementos, como os multivitamínicos, estão em alta. Basta entrar numa farmácia para ver as prateleiras...

Porém, qual é a real importância da suplementação, e como o seu excesso pode vir a afetar o ser humano? Para responder esses questões, o neurocientista Fabiano de Abreu Agrela desenvolveu, em setembro de 2021, o estudo científico intitulado "Nutrição em vão", com o objetivo de compreender se o ser humano está a consumir uma quantidade maior de nutrientes sem necessidade, e qual será o impacto disso no futuro.

O trabalho elaborado por Agrela, que também é biólogo, possui formação em neuropsicologia e especialização em nutrição clínica, explica que organismo humano está acostumado a armazenar nutrientes para uso posterior, e que a tecnologia tenha avançado com a suplementação, o seu uso excessivo pode vir a prejudicar a alimentação das gerações seguintes, dentro do conceito da epigenética, alterando no DNA a condição de armazenamento colocando em risco a humanidade quando houver escassez de alimentos. 

O estudo surgiu a partir de uma inquietação do autor, que se questionou, baseado no alto uso de suplementação atual, como o organismo humano irá se adaptar caso aconteça uma escassez de alimentos devido ao crescimento populacional. O trabalho, aprovado pelo Comitê do Núcleo de Pesquisa Institucional do Centro Universitário de Itajubá - FEPI e publicado na Revista Científica Universitas, publicação digital da instituição, traz um questionamento progressista acerca de algo tão apreciado ultimamente.

 

 

 

 

Algoritmo inteligente para avaliar biopsias renais
Cerca de 50% dos rins provenientes de dadores falecidos são rejeitados para transplante porque os métodos atuais de...

Para tentar ultrapassar este problema, uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) e médicos do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), com a colaboração da Universidade de Buffalo, nos EUA, está a desenvolver um algoritmo inteligente que permita auxiliar os médicos especialistas na complexa tarefa de avaliar as biópsias renais de dadores falecidos no momento da colheita, o designado tempo-zero.

A biópsia fornece informação essencial para a avaliação da qualidade do órgão, se reúne ou não condições para ser implantado no recetor. Porém, os atuais métodos de classificação das biópsias renais são visuais, semiquantitativos e, por vezes, imprecisos, ou seja, «é um exame que resulta da observação humana e depende muito da experiência do especialista que interpreta os resultados, sendo difícil prever a evolução do órgão a longo prazo. É uma análise semiquantitativa porque está sujeita à forma como o clínico classifica uma imagem. O médico observa, avalia determinadas estruturas e toma uma decisão sobre a qualidade ou não do órgão. É um processo muito manual, laborioso e subjetivo, suscetível de gerar o desperdício de órgãos que poderiam ser utilizados», explica Luís Rodrigues, investigador principal do projeto, que foi recentemente distinguido pela Sociedade Portuguesa de Nefrologia.

«A melhor opção terapêutica para tratar doentes com insuficiência renal muito grave, dependentes de hemodiálise, é o transplante, mas debatemo-nos com a escassez de órgãos, um grande problema. Em Portugal a taxa de incidência de doença renal terminal tratada é uma das maiores da Europa, e a lista de espera para transplante aumenta todos os anos, sendo por isso urgente desenvolver ferramentas que permitam aumentar o número de órgãos disponíveis para transplante e otimizar a sua alocação, melhorando assim a sobrevida e qualidade de vida dos recetores dos órgãos», frisa o também médico do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

A equipa do projeto não tem dúvidas de que a inteligência artificial (IA) pode ser uma grande aliada para evitar o desperdício de órgãos. Mas não só. Luís Rodrigues esclarece que o grande objetivo da investigação, que faz parte do seu doutoramento, orientado pelo professor Rui Alves, é desenvolver um algoritmo inteligente de análise de imagem que «além de aumentar a eficácia e precisão da caracterização morfológica dos rins doados, também melhore a alocação dos órgãos, com correspondência de longevidade entre dador e recetor».

«Os dados obtidos através da análise computacional podem fortalecer significativamente a nossa capacidade de prever os resultados do transplante e otimizar o uso e a alocação de órgãos. Quanto mais durarem os órgãos que nós implantamos, menor é a possibilidade de um segundo transplante e menor é a possibilidade de precisarmos de mais um dador», nota o investigador da FMUC.

Se o desenvolvimento de um novo meio de diagnóstico, baseado em inteligência artificial, que permita uma abordagem robusta e sistemática de análise de biópsias renais for bem-sucedido, Luís Rodrigues estima que «entre 10 e 25% dos órgãos que atualmente são rejeitados poderão ser aproveitados». No entanto, acautela, até conseguir um algoritmo robusto para ser aplicado na patologia renal, a equipa ainda tem muito trabalho pela frente. Neste momento, os investigadores estão a recolher informação junto de doentes renais envolvidos no projeto. Os dados obtidos na amostragem clínica serão aplicados na aprendizagem e no treino do algoritmo.

O projeto, com o título “Redes neurais convolucionais para avaliação de biópsias de dadores cadáver de rim em tempo-zero”, decorre na Unidade de Transplante Renal do CHUC, envolvendo a colaboração dos serviços de Nefrologia, de Urologia e Transplantação Renal e de Anatomia Patológica. Além de Luís Rodrigues e Rui Alves, a equipa portuguesa é constituída por Vitor Sousa, Rui Almeida, Ana Pimenta, Catarina Romãozinho, Lídia Santos, Edgar Silva e Arnaldo Figueiredo.

 

Entrevista
A dor crónica é uma doença silenciosa, grave e complexa, com grandes repercussões sociais e económic

Em Portugal, a dor é o principal sintoma que leva o doente a procurar o médico e os cuidados de saúde, estimando-se aliás que mais de 30% dos indivíduos acompanhados em unidades de Cuidados de Saúde Primários vivem com dor crónica. Para entendermos a complexidade deste problema, como se caracteriza a dor crónica?

A Dor crónica é uma síndroma ou doença e não só um sintoma (na dor aguda). Resulta da experiência passada e caracteriza-se por todo um conjunto de sinais e sintomas que prevalece para além do tempo expectável de resolução desses sinais e sintomas. Estabelece-se e torna-se crónica ao longo do tempo, afetando o individuo em múltiplos aspetos da sua vida quotidiana.

Quais as principais causas ou fatores de risco associados à dor crónica? E neste sentido, quais as populações mais vulneráveis?

Desde logo e do ponto de vista físico, o envelhecimento e as suas implicações nos órgãos e estruturas do corpo humano; depois os hábitos de cada individuo, nomeadamente a alimentação o sedentarismo, mas também as condições sociais e económicas (acesso a cuidados de saúde preventivos ou as condições de trabalho em termos posturais ou de carga de trabalho). Do ponto de vista psicológico, a experiência de vida da pessoa ao longo do tempo, particularmente em termos de vivências emocionais e que moldam a sua personalidade (resiliência, depressão, otimismo, pessimismo...).

Como é feito o seu diagnóstico? De que forma é possível quantificar a dor, tendo em conta que é algo tão subjetivo?

O diagnostico é clínico e assente na história clínica. Isto é, no que cada individuo conta ou expressa. Depois confirma-se com o exame físico da pessoa e se mais for preciso, com os meios complementares de diagnóstico, que são ferramentas para isso mesmo, para complementar a hipótese de diagnostico que se equaciona no momento. Quantificar algo subjetivo é sempre difícil, mas importante para tentar perceber quão significativa é a dor para o individuo. Usam-se diferentes escalas métricas, sendo as mais frequentes a escala quantitativa, variando de 0 a 10 ou a qualitativa que varia entre estar sem dor e ter a dor máxima imaginável.

A dor pode ser prevenida? Quais os cuidados a ter?

Se tivermos hábitos de higiene corporal e de vida saudável nas suas diferentes dimensões (física, psicológica e social), a probabilidade de ter dor crónica é menor.

Tratando-se de uma entidade clínica complexa, em que consiste o seu tratamento?

Tratar é acima de tudo cuidar. Cuidar é estar atento e propor todas e quaisquer estratégias que atenuem ou eliminem a dor, quer sejam físicas (como o exercício físico), químicas (como os medicamentos) ou psicológicas (como a motivação, por exemplo). Não existe uma receita universal, mas apenas a grande máxima sempre presente, de que cada caso é um caso, pelo que o tratamento é sempre individualizado para cada pessoa.

De que forma pode a dor condicionar a vida do doente? Quais as repercussões sociais e económicas da dor?

Atualmente, é comum falar-se no conceito de dor total, dadas as repercussões que a dor crónica tem na pessoa. Pensamos nas repercussões físicas, psicológicas ou socioeconómicas. Se pensarmos que a dor nos faz recolher em nós próprios, no “nosso canto”, na nossa individualidade, percebemos facilmente que isso implica depois deixar de estar ativo profissionalmente e deixar de ter capacidade económica. Implicará mais isolamento, mais depressão e consequentemente mais dor. É um círculo vicioso, difícil de ultrapassar e que atinge o individuo na sua totalidade.

Na sua opinião, por que motivo continua a ser tão difícil entender e valorizar a dor? Qual o papel dos profissionais de saúde, sobretudo os profissionais associados aos cuidados de saúde primários, neste âmbito?

É difícil entender porque a dor é individual, subjetiva. Cada um tem a sua e não é reprodutível para os outros. Deve necessariamente ser valorizada para poder ser entendida e tentar ser ultrapassada. Isso significa necessariamente para o profissional de saúde estar atento, cuidar. Sendo os profissionais de saúde dos cuidados primários a porta de entrada no sistema de saúde, significa que deve ser aí a aposta na abordagem da dor. Travar a sua progressão ao longo do tempo. Evitar que a dor se torne crónica; evitar que seja necessário tratá-la, prevenindo-a.

Por fim, no âmbito desta temática, que mensagens chave devemos reter?

A dor crónica é uma doença com repercussões no individuo a todos os níveis. Como dizemos e bem, “mais vale prevenir, do que remediar”. Devemos cultivar um estilo de vida saudável, com exercício físico regular, evitar excessos alimentares e procurar estar bem connosco próprios. Será meio caminho andado para estarmos com os outros, com quem sociabilizamos e que nos deixem e façam felizes. Se o conseguirmos, vamos seguramente vencer a dor!

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Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Informação acessível e credível
Acaba de ser lançado o novo website “Tudo Sobre Dermatite Atópica”, com o objetivo de disponibilizar informação acessível e...

Devido à existência de alguns mitos e estigmas associados a esta patologia, este website assume-se assim como uma ferramenta no combate à escassez de informação credível junto de toda a população, com a desmitificação de perceções erradas sobre a Dermatite Atópica – por exemplo, muitas pessoas ainda pensam que a D.A. é uma doença contagiosa.

“Este novo website vem complementar o investimento que temos vindo a fazer para disponibilizar informação de uma forma simples e acessível num mundo cada dia mais digital. A companhia tem lançado diversas plataformas digitais nas redes sociais como o Facebook e o Instagram que nos aproximam das comunidades, informando sobre a doença de uma forma aberta e transparente. O foco é sensibilizar e ajudar a atenuar o impacto provocado pela D.A., em todas as dimensões da doença, seja física, emocional e de um ponto de vista socioeconómico”, afirma Francisco del Val, General Manager da Sanofi.

A Dermatite Atópica é uma doença inflamatória crónica da pele que, na sua forma moderada a grave provoca lesões físicas graves. No entanto, os seus impactos estendem-se para além do físico: é uma doença caracterizada por causar problemas emocionais e socioeconómicos, muitas vezes associados ao estigma que ainda se faz sentir relativamente à D.A. Segundo as estimativas afeta entre 10 e 20% da população pediátrica a nível mundial1 e quase 4,5% da população adulta a nível europeu.

Saiba mais em: https://www.tudosobreadermatiteatopica.pt/

 

 

Parceria prevê um apoio no valor de 280 mil euros nos próximos três anos
A SWORD Health, startup portuguesa que criou a primeira solução digital para o tratamento de patologias músculo-esqueléticas,...

Com esta parceria, as duas entidades vão promover um conjunto de iniciativas, nomeadamente laboratórios de ensino, ações de apoio à I&D como estágios e/ou bolsas de estudo, aquisição de equipamento, financiamento de protótipos, entre outros, e a criação de uma cátedra na área da Inteligência Artificial e Ciência de Dados ou Ciências da Reabilitação. Com esta colaboração, haverá ainda uma aposta conjunta na área do empreendedorismo, que irá refletir-se no financiamento de provas de conceito e em concursos de ideias.

A cooperação vai ainda permitir a promoção de projetos de I&D aplicada para que o unicórnio português continue a beneficiar do know-how da instituição de ensino superior no seu crescimento e implementação no mercado internacional. A SWORD Health começou a germinar na UA Incubator, a incubadora de empresas da UA.

Com a missão de revolucionar a forma como 2 mil milhões de pessoas em todo o mundo recuperam de patologias músculo-esqueléticas, a SWORD Health quer acelerar o tratamento destas patologias através do desenvolvimento de novas terapias digitais, desde a prevenção até à reabilitação pós-cirurgia. Estas patologias representam o maior custo de saúde a nível mundial e são uma das principais causas de dor crónica e incapacidade.

Recentemente, a SWORD Health fechou uma ronda de financiamento no valor de 189 milhões de dólares, que colocou a valorização da startup portuguesa nos 2 mil milhões de dólares, tornando-se na start-up que mais rapidamente chegou ao estatuto de unicórnio. A empresa está a contratar mais de 150 profissionais nas áreas de engenharia e produto.

Novo Hub integra tanto profissionais da área da saúde, como profissionais das áreas de tecnologias de informação
A NTT DATA, consultora global de negócios e tecnologia, que reinventa e transforma as organizações pela inovação, criou um Hub...

O novo Hub integra tanto profissionais da área da saúde, como profissionais das áreas de tecnologias de informação, nomeadamente especialistas em Java e integração de sistemas, que conjugam a diversidade de bases de conhecimento e de experiência profissional no desenvolvimento de soluções de base tecnológica para a área da saúde.

Este Hub, localizado na Avenida da Liberdade, segue o modelo de trabalho flexível, híbrido e dinâmico adotado pela companhia, que assenta na confiança e no compromisso de cada colaborador. Reflete-se num registo de trabalho tendencialmente remoto, pontuado por momentos de colaboração presencial, que são muito importantes para promover o espírito de equipa e para revitalizar energias.

Mais quatro Hubs de Conhecimento Especializado já em atividade

A par do Hub de Braga, a NTT DATA tem já outros quatro em funcionamento em três localidades: Castelo Branco, Coimbra e Porto.

Castelo Branco é a cidade de acolhimento do polo que funciona como Center of Excelence & Competence para soluções na plataforma OutSystems e está instalado no CEI – Centro de Empresas Inovadoras.

Em Coimbra, criou um Hub especializado em Salesforce Industry Cloud, que está sedeado no Instituto Pedro Nunes.

O Porto acolhe dois Hubs: uma extensão da estrutura focada no desenvolvimento e suporte em escala e com elevado nível de eficiência de soluções tecnológicas; e o Center of Excelence & Competence de OutSystems.

Paulo Silva, Head of Emerging Business Areas and Delivery Models da NTT DATA Portugal, acrescenta “todas estas unidades estão integradas com as áreas de negócio da companhia e têm a intenção de aprofundar e consolidar o conhecimento e competências da empresa, em matéria setorial ou tecnológica, para servir clientes nacionais e internacionais. Esta é uma aposta na criação de valor diferencial, que reforçará as capacidades da empresa no seio do Grupo e que representa uma interessante oportunidade para quem quer fazer carreira nas áreas de consultoria e Tecnologias de Informação. Prevemos criar mais de uma dezena destes Hubs durante o corrente ano, preferencialmente em centros de pequena ou média densidade populacional, promovendo uma forte ligação às Instituições de Ensino, ao tecido empresarial e às entidades de caráter social aí localizadas. Desta forma, ganhamos capilaridade territorial e damos o nosso contributo para o desenvolvimento dessas localidades.”

Estratégia integrada em plano de crescimento

Recorde-se que a criação destes Hubs de Conhecimento Especializado faz parte da estratégia de crescimento da NTT DATA EMEAL, na qual a subsidiária portuguesa se integra, que prevê duplicar o volume de negócios até 2025, passando dos 3.000 milhões atuais para os 6.000 milhões de euros. Uma ambição que em Portugal se reflete no alargamento da atividade da companhia a outras geografias do país, no reforço das equipas, numa aposta ainda mais intensa no desenvolvimento de talento especializado, também pela via do reskilling e upskilling, e na expansão do laboratório digital da companhia, de forma a que investigadores e estudantes se possam juntar aos clientes e à NTT DATA na experimentação e cocriação de soluções inovadoras.

 

Mayo Clinic tem nova opção de tratamento
Há muito que a cirurgia de fusão é o tratamento adotado para pessoas com escoliose (um desvio da curvatura da coluna vertebral)...

"A fixação vertebral é uma nova ferramenta para o tratamento da escoliose", diz A. Noelle Larson, cirurgiã ortopédica pediátrica na Mayo Clinic em Rochester, Minnesota.

A causa é desconhecida, mas estima-se que a escoliose afete 1 em 300 pessoas em todo o mundo. Um desvio superior a 10 graus na coluna vertebral é caracterizado como uma escoliose. A escoliose grave que requer tratamento é mais comum entre as mulheres.

Os casos de escoliose leve são monitorizados ao longo do tempo. Pequenas curvas durante o crescimento das crianças podem evoluir rapidamente sem tratamento. A escoliose moderada durante o crescimento das crianças é tratada com o uso de ortostética. Até recentemente, a escoliose grave só podia ser tratada com cirurgia de fusão.

Com a cirurgia de fusão, os cirurgiões ligam os ossos da coluna vertebral através de uma incisão na parte de trás e colocam parafusos na coluna vertebral. As hastes são fixadas aos parafusos para puxar a coluna vertebral para a posição correta, e então estas vértebras são fundidas a uma camada sólida de osso.

"A fusão tem sido uma abordagem de tratamento fiável com um resultado a longo prazo e uma correção significativa da curvatura da coluna vertebral", diz Larson. "No entanto, com a fusão, a coluna já não cresce, e não há mais flexibilidade da coluna vertebral sobre as vértebras fundidas. Alguns pacientes e famílias valorizam a mobilidade e o crescimento da coluna vertebral e preferem outro tipo de abordagem de tratamento para a escoliose grave."

Em agosto de 2019, a FDA concedeu isenções de dispositivos humanitários para dois implantes cirúrgicos não-fusão: fixação corporal vertebral e cirurgia de distração dinâmica posterior. Trata-se de uma aprovação mais limitada que cita a segurança do procedimento, mas não a sua eficácia. Um cabo flexível é colocado na parte da frente da coluna por pequenas incisões e fixado às vértebras com parafusos colocados em incisões de 2,54 centímetros.

Quando o cabo é apertado durante a cirurgia, a coluna endireita. À medida que a criança cresce, a espinha pode endireitar ainda mais. As crianças em crescimento com escoliose moderada a grave e certos tipos de curvas são capazes de fazer o procedimento.

Embora o movimento e o crescimento da coluna não sejam possíveis, existem aspetos negativos no procedimento. Neste momento, existe um maior risco de uma segunda cirurgia em comparação com a cirurgia de fusão devido à correção excessiva ou à subcorreção da escoliose. A durabilidade do procedimento a longo prazo é desconhecida e a cirurgia de fusão pode eventualmente ser necessária.

Desde a aprovação da FDA, estão em curso mais estudos sobre a fixação vertebral em todo o país. Larson e o seu colega Todd Milbrandt, estão a liderar um estudo aprovado pela FDA para avaliar os resultados da fixação do corpo vertebral nos dois anos seguintes à cirurgia. Larson é também a principal investigadora dos registos internacionais de escoliose das fundações de Escoliose e da Coluna Pediátrica para pacientes tratados com fixação corporal vertebral.

"Os pacientes e familiares devem ser informados sobre as opções de tratamento", diz Larson. "Algumas famílias gostariam de ter uma alternativa à cirurgia de fusão. Mais informações sobre a cirurgia de escoliose sem fusão estarão disponíveis em breve. Se os doentes estiverem interessados em fixar o corpo vertebral, eu os encorajaria a procurar um centro com experiência, pois esta é uma tecnologia em desenvolvimento.

 

Tema discutido na “Innovation Code”
No âmbito do programa executivo Futures, Strategic Design & Innovation e do ISEG MBA, o ISEG Executive Education apresenta...

Nas últimas décadas, o objetivo das Ciências Médicas foi o de aumentar a esperança média de vida das populações por todo o mundo. No entanto, a ambição hoje é ainda maior: não basta vivermos por mais anos, queremos viver muito sim, mas com saúde e qualidade de vida. É nesse sentido que estamos a adotar um novo paradigma social denominado de longevidade 3.0, no qual transitamos do conceito de esperança média populacional para a procura pela qualidade de vida por mais anos.  

Este é mais um dos importantes temas abordados na “Innovation Code”, conversa realizada recentemente pelo ISEG Executive Education em três episódios distintos sobre liderança, inovação, tecnologia e outros assuntos. “O ser humano no seu estado natural vivia em média cerca de 30 anos. Mas, atualmente, vivemos 80 anos. Porquê? Por causa da tecnologia”, afirma o professor Arlindo Oliveira, uma das maioríssimas referências na área da tecnologia e inteligência artificial. 

O debate sobre a influência da tecnologia na longevidade, disponível tanto nos formatos de vídeo quanto podcast, teve o contributo de outras referências da área além de Arlindo Freitas, como Paulo Soeiro de Carvalho, coordenador do programa executivo Futures, Strategic Design & Innovation; e diretor executivo do ISEG MBA, e Ana Teresa Freitas, especialistas nos temas de tecnologia e bioengenharia. 

Na conversa, os professores tornaram evidente que toda a capacidade de manipulação e volume de dados, a computação avançada e um conjunto de outros desenvolvimentos tecnológicos conquistados no último século foi o que permitiu que começássemos a pensar a saúde, o envelhecimento e os serviços de saúde diferentemente. “A saúde foi democratizada, graças à descoberta e o desenvolvimento de vacinas e antibióticos, terapêuticas muito focadas na doença. Mas, para ser possível viver mais tempo e de uma forma mais saudável, é necessário alterar o paradigma. Ao invés de procurar a solução para a doença, precisamos procurar a prevenção, para que as pessoas não adoeçam”, afirma Ana Teresa Freitas.  

O conceito da Medicina 4P (Personalizada, Preventiva, Precisa e Participativa) também foi abordado no debate entre os especialistas do ISEG Executive Education. E, embora o tema não seja novo, o argumento deles é que nunca estivemos tão preparados para implementá-lo como hoje, principalmente em relação à participação dos pacientes. “Como é que se pode ajudar na capacitação dos pacientes? Criando dispositivos baseados em machine learning e inteligência artificial que vivem connosco, estão à nossa volta, conhecem-nos e podem ajudar na tomada de decisão a traçar um percurso de vida”, explica Ana Teresa Freitas, que reforça ainda que um dos grandes desafios, nesse sentido, ainda é a literacia da população, uma vez que, para serem participativas, as pessoas têm de ser capacitadas no tema da saúde.  

Veja todos os episódios do Innovation Code, do ISEG Executive Education, aqui

Professor catedrático jubilado da Faculdade de Medicina do Porto
É com grande pesar que a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e a Fundação Ernesto Roma anunciam o...

O Prof. Doutor José Luís Medina era Professor catedrático jubilado da Faculdade de Medicina do Porto e foi Diretor de Serviço de Endocrinologia do Hospital de S. João. Especializado em Medicina Interna e Endocrinologia pela Ordem dos Médicos, foi Presidente das Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, da Sociedade Portuguesa de Diabetologia e da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade.

Foi também Presidente da Sociedade Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, Diretor do Laboratório de Endocrinologia da Faculdade de Medicina do Porto, Diretor do Departamento de Medicina da Faculdade de Medicina do Porto, Adjunto do Diretor do Hospital Universitário de S. João (Professor Fleming Torrinha) e consultor da Direcção Geral da Saúde.

A APDP e a Fundação Ernesto Roma lamentam profundamente a perda um profissional notável que contribuiu durante décadas para um melhor tratamento das pessoas com diabetes em Portugal, apresentando as mais sentidas condolências à família.

 

Para avaliar várias dimensões da experiência e do bem-estar sexual humano
Um consórcio internacional, envolvendo mais de 45 países, está a desenvolver um estudo sobre sexualidade, pretendendo avaliar...

A representação portuguesa está a cargo do Laboratório de Investigação em Sexualidade Humana (SexLab – Universidade do Porto). Pode participar qualquer pessoa com nacionalidade portuguesa e idade superior a 18 anos. 

O estudo pretende ainda compreender especificidades culturais na forma como os indivíduos vivenciam a sua sexualidade e relações íntimas. 

O inquérito, que contém questões sensíveis sobre aspetos privados da sexualidade, foi aprovado pela Comissão de Ética da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.  

 

Situação Epidemiológica
Desde ontem foram registados cerca seis mil novos casos de infeção pelo novo coronavírus e 35 mortes em território nacional. O...

As regiões Norte e de Lisboa e Vale do Tejo voltaram a ser as regiões do país que registaram maior número de mortes, desde o último balanço: 12, cada, de um total de 35. Segue-se a região Centro com cinco. Alentejo, Algarve e Açores contabilizaram mais duas mortes, cada, desde ontem.

De acordo com o boletim divulgado hoje pela DGS, foram ainda diagnosticados 5.789 novos casos. A região de Lisboa e Vale do Tejo registou a maioria dos casos, nas últimas 24 horas: 2.161 seguida da região Norte com 1.392 novas infeções. Desde ontem foram diagnosticados mais 871 casos na região Centro, 251 no Alentejo e 382 no Algarve. Quanto às regiões autónomas, o arquipélago da Madeira conta agora com mais 348 infeções, e os Açores com 384.

Quanto ao número de internamentos, há atualmente 1.832 doentes internados, mais 44 que ontem. No entanto, as Unidades de cuidados intensivos têm agora menos dois doentes internados, desde o último balanço: 114.

O boletim desta segunda-feira mostra ainda que, desde ontem, 19.997 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando para 2.696.696 o total daqueles que conseguiram vencer a doença desde o início da pandemia.

No que diz respeito aos casos ativos, o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, revela que existem 475.616 casos, menos 14.243 que ontem.  As autoridades de saúde mantêm sob vigilância menos 15.040 contactos, estando agora 489.997 pessoas em vigilância.

Dados DGS
Mais de 83 mil crianças, entre os 5 e os 11 anos, já têm o esquema vacinal contra a Covid-19 completo. Segundo os últimos dados...

Deste modo, atualmente, encontram-se em Portugal Continental, com vacinação primária completa, 83.691 crianças entre os 5 e os 11 anos e 329.958 com uma dose da vacina contra a Covid-19.

Fora desta faixa etária, foram também vacinadas, com a segunda dose, 5.152 pessoas, 22.649 com a dose de reforço e 389 receberam a vacina da gripe, refere a DGS.

De acordo com os dados divulgados, 8.892.049 pessoas têm a vacinação primária completa e 5.826.929 já receberam a dose de reforço.

Recorde-se que na quinta-feira, dia 17 de fevereiro, o Coordenador do Plano de Vacinação, Coronel Carlos Penha-Gonçalves, referiu que a vacinação contra a Covid-19 destinada a crianças está aquém das expectativas, no entanto, salientou que Portugal é dos países da Europa com maior taxa de adesão na faixa etária entre os 5 e os 11 anos.

António Lacerda Sales, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, referiu que a imunização das crianças contra a Covid-19 é um “processo em continuidade”, salientando que “praticamente 50% desta faixa etária foi vacinada”.

 

24 de fevereiro
No dia 24 de fevereiro a 3.ª edição das “Conversas Raras e Especiais” contará com especialistas em Doenças Raras, bem como...

Esta iniciativa, que se realiza no âmbito do Dia Mundial das Doenças Raras, assinalado a 28 de fevereiro, pretende ser uma conversa dedicada às necessidades dos doentes e das suas famílias. Contará com a moderação de Elisa Leão Teles, pediatra e coordenadora do Centro de Referência de Doenças Hereditárias do Metabolismo do Centro Hospitalar e Universitário de São João e reúne um conjunto de especialistas de forma a abordar e debater aquilo que é possível fazer atualmente para melhorar a qualidade de vida destes doentes.

Num primeiro momento, será discutido o tema “Apoiar no Presente” por Elisa Leão Teles,  por Joana Almeida - psicóloga no Hospital Pediátrico de Coimbra (CHUC), por Paula Namora - assistente social no Hospital Pediátrico de Coimbra (CHUC) e António Silva, presidente da APL – Associação Portuguesa de Doenças do Lisossoma. A sessão focar-se-á na importância de uma abordagem multidisciplinar e no papel de cada um dos intervenientes.

O evento contará, ainda, com a presença de Paulo Gonçalves, presidente da RD Portugal - União de Associações de Doenças Raras, e de José Vilhena, presidente da DOCE - Associação Nacional para Divulgar e Orientar para Combater e Enfrentar a Tay-Sachs e outras Gangliosidoses. Irão abordar a importância de “Manter a Esperança para o Futuro” para quem vive com Doenças Raras, por meio da constante investigação científica e inovação, mencionando, ainda, a expetativa de quem vive com uma doença sem tratamento.

Consulte todas as informações em Facebook Raras e Especiais

 

Como intervir em situações de paragem cardíaca e em emergências cardiorrespiratórias,
A Escola de Reanimação do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF), um projeto pioneiro em Portugal, realizou 23 cursos...

O primeiro curso deste ano, dirigido ao Internato Médico, realizou-se nos dias 19 e 20 de fevereiro.  Até ao final de 2022 estão previstas 24 formações (suporte básico de vida; suporte avançado de vida; suporte avançado de vida pediátrico e suporte básico de vida não clínico).

Pedro Nunes, coordenador da Escola de Reanimação do HFF, refere que “estes cursos recriam cenários clínicos simulados, que estimulam a participação, treinando todas as técnicas chave individualmente, em equipa e como líderes de equipa”.

A Escola de Reanimação do HFF funciona desde 2014 e está integrada na Unidade de Formação e Ensino do Hospital, possuindo autonomia pedagógica para lecionar os seus conteúdos formativos e assegurando acreditação nacional pelo INEM e internacional pela AHA – American Heart Association. É neste momento, uma das poucas instituições do serviço nacional de saúde, a proporcionar formação acreditada e regular a todos os seus colaboradores.

O sucesso da reanimação cardiorrespiratória (RCR) que ocorre dentro de uma instituição hospitalar depende do diagnóstico rápido e correto, e de uma atuação em conformidade com a situação. A formação e treino dos profissionais de saúde para o reconhecimento de situações de paragem cardiorrespiratória ou peri-paragem são fundamentais para garantir a recuperação dos nossos pacientes com qualidade e em segurança, e desde sempre, constituiu um dos principais pilares organizativos do HFF.

 

Conferência serve de mote à inauguração da Clínica Piaget no Campus de Almada
A saúde mental dos portugueses estará em debate no próximo dia 2 de março numa conferência organizada pelo Instituto Piaget....

A conferência serve de mote à inauguração oficial da Clínica Piaget instalada naquele Campus, uma infraestrutura de saúde vocacionada para a área da Psicologia, que se destina a servir tanto a comunidade académica como a população em geral, em condições muito acessíveis.

A conferência, que antecede o ato formal de inauguração da Clínica, pretende ser um momento de reflexão sobre a importância de um serviço de atendimento aberto à comunidade, tendo em vista a promoção da saúde mental dos cidadãos. Isto numa fase da nossa vida coletiva ainda muito afetada pelo atual contexto pandémico.

Para debater o tema estarão, como oradores convidados, Ana Lage Ferreira, da Ordem dos Psicólogos Portugueses; Telma Almeida, da Alertamente – Associação Nacional para a Saúde Mental; Pedro Ferreira, da Santa Casa da Misericórdia de Almada; e Sandra Roberto, doutorada em Psicologia Clínica e da Saúde e docente no Instituto Piaget de Almada.

A participação na conferência é gratuita, mas carece de inscrição prévia, a qual deverá ser feita online no site do Instituto Piaget, através do link https://ipiaget.org/conferencia-sobre-promocao-da-saude-mental-no-campus-de-almada/

A Clínica Piaget de Almada, cuja inauguração oficial contará com a presença da representante da direção nacional da Ordem dos Psicólogos Portugueses, dispõe de consultas de Psicologia Clínica, Avaliação Psicológica e Orientação Vocacional. O espaço funciona aos dias de semana entre as 14h00 e as 20h00 e aos sábados das 10h00 às 14h00, com preços especiais em função da missão social a que o Instituto Piaget pretende dar corpo com esta iniciativa. 

 

O que se sabe
Quando se tem alergia a animais, há quem questione se há raças mais aconselháveis para essas pessoas

Existem raças de cães que têm sido comercializadas como sendo considerados menos alergénicas do que outras raças. No entanto, os níveis de alergénios variam enormemente dentro das raças e entre elas.

A quantidade de queda e o comprimento do cabelo e pelo são também divulgados como sendo protetores, supondo que a caspa e saliva ficam agarradas ao pelo do cão e não seriam libertadas no ar ambiente.

Contudo, existem estudos que compararam amostras recolhidas de casas com raças de cães relatadas como hipoalergénicas com amostras recolhidas de casas com outros cães. Os níveis de alergénios caninos presentes no pavimento ou no ar em casas com cães “hipoalergénicos” não diferiram dos níveis das casas com outras raças.

Gatos para alérgicos

Tem havido muito debate sobre a existência de animais de estimação hipoalergénicos. A evolução da medicina tem permitido efetuar um diagnóstico molecular. O que é que isto significa? Significa que atualmente já temos conhecimento que existem proteínas que são ubiquitárias, ou seja, proteínas que existem em diversos locais aparentemente não relacionados.

No caso dos animais já se conseguiram identificar vários alergénios moleculares. No caso dos cães, dos alergénios identificados até à data, não se conseguiu identificar nenhum alergénio que fosse dominante sobre os outros. No caso dos gatos existe um Alergénio dominante, Fel d 1, mas o qual está presente em todos os gatos.

A sensibilização alérgica a animais de estimação comuns aumenta o risco de desenvolver novas sensibilizações a outros animais peludos, com consequente desenvolvimento de alergia. A identificação da sensibilização cruzada com outras plantas e animais será importante na compreensão do desenvolvimento de alergias.

Esta é uma área atualmente em desenvolvimento que poderá dar-nos respostas no futuro.

Tamanho do pelo

Características como o comprimento do cabelo ou pelo de um gato, seu sexo e a quantidade de tempo que o gato passa dentro de casa não estão associadas aos níveis de alergénios do gato.

O mesmo é válido para o cão. Não há evidência científica que o tamanho do pelo ou a queda influencie o desenvolvimento de sintomas.

Desenvolver sintomas

Sabemos que a poeira (o pó) e os pólenes podem fixar-se no pelo tanto dos gatos como dos cães podendo também causar sintomas de alergia. Nesses casos, a alergia é ao pó ou ao pólen, não ao gato ou ao cão. Pode acontecer ainda que a pessoa possa estar polissensibilizada, ou seja ter alergia a ambos (animais e pó) e pela carga alergénica desencadear sintomas.

De salientar que casas com mais de um gato têm níveis mais elevados de alergénios.

Relativamente à existência de raças tanto de gatos como cães que possam ser hipoalergénicas, é de referir que muitos dos alergénios já descobertos ainda estão a ser caracterizados, quanto à sua alergenicidade, e a sua verdadeira função in vivo ainda permanece obscura.

Até ao momento, não há nenhum cão ou gato verdadeiramente hipoalergénico.

São necessários mais estudos para poder dar uma resposta concreta do ponto de vista científico.

Foto: 
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Barreiro
O Hospital de Nossa Senhora do Rosário tem patente a exposição “Uma Visita à História da Diabetes no Centenário da Descoberta...

“O que acontecia antigamente é que as pessoas morriam ao fim de alguns dias ou semanas, pelo que a grande revolução da descoberta da insulina foi levar estas pessoas à vida e integrá-las na sociedade. As pessoas passaram a saber gerir a sua própria doença, com o doente a autocontrolar e administrar o próprio tratamento. Esta exposição pretende mostrar a todos os portugueses a fantástica jornada deste tratamento que salva vidas.”, destaca Luís Gardete Correia.

Até ao final do mês de fevereiro, os visitantes são convidados a descobrir os principais marcos históricos referentes ao tratamento da diabetes começando no antigo Egipto (1550 A.C.), onde já havia referência a uma doença semelhante à diabetes; e terminando em 1921, ano em que a insulina foi descoberta e aplicada com sucesso pela primeira vez.

A exibição, que pretende percorrer Portugal de norte a sul e iniciou o seu percurso em Lisboa, esteve já presente em cidades como Coimbra, Porto, Braga, Évora, Funchal e Ponta Delgada.

Poderá visitar a exposição no corredor da entrada principal do Hospital de Nossa Senhora do Rosário até ao próximo dia 28 de fevereiro. Para mais informações, consulte www.100anosinsulina.pt.

 

22 de fevereiro
A GS1 Portugal, organização neutra, sem fins lucrativos, responsável pela implementação de standards para promover uma cadeia...

A realizar, amanhã, terça-feira (22), esta ação formativa sobre “Etiqueta Logística GS: Melhor eficiência no armazém” tem início previsto para as 09h e duração prevista de 4 horas.

Com o intuito de partilhar informação para uma gestão mais eficaz nos setores da logística e distribuição, esta formação é um estímulo à codificação e rastreabilidade dos produtos ao longo de toda a cadeia de valor. Além disso, serve também para dar a conhecer aos participantes a utilidade dos serviços disponibilizados pela GS1 Portugal a que poderão ter acesso.

Para informação adicional e inscrições nestas formações, por favor aceder aos formulários nos links em cima ou, em alternativa, contactar a GS1 Portugal - [email protected].

 

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