Quais deve ter

Cuidados antes de viajar

Se pretende viajar para fora da Europa, saiba os cuidados que deve ter em conta antes de seguir viagem.
Cuidados antes de viajar

Sempre que for viajar deve adoptar medidas preventivas e ter em atenção alguns cuidados para evitar que adoeça. O risco de adoecer durante uma viagem depende de factores como a susceptibilidade do indivíduo - influenciada por antecedentes vacinais e de doenças, doenças concomitantes e utilização de medicamentos - e as características da viagem programada - roteiro, época do ano, duração, tipo de actividade, condições de alojamento, disponibilidade de assistência médica.

A melhor forma de conhecer os riscos, bem como as medidas profilácticas obrigatórias do local para onde viaja é procurar uma das muitas consultas do viajante e/ou centros de vacinação internacional existentes em todo o país. Deve procurar orientação médica especializada com antecedência de pelo menos 30 dias. Após o regresso dos viajantes, estes centros prestam ainda assistência médica e fazem o diagnóstico de problemas possivelmente contraídos durante a viagem.

Assim, as consultas de saúde do viajante são efectuadas por médicos especialistas em doenças infecciosas e em medicina tropical (componente viagens) e, durante a consulta são avaliados os riscos associados à viagem, de acordo com as características individuais de cada viajante, o meio de transporte, a actividade programada e o roteiro detalhado da viagem.

Servem igualmente para administrar as vacinas necessárias (obrigatória) e outros medicamentos profilácticos (por exemplo, para a malária) e também para a importância de possuir alguma informação acerca da higiene individual, cuidados a ter com a água e os alimentos que se ingerem em determinados países, a utilização de repelentes, protector solar, uso de preservativos, etc. 

A vacinação
No que diz respeito à vacinação dos viajantes, o Regulamento Sanitário Internacional em vigor estipula que a única vacina que poderá ser exigida aos viajantes na travessia das fronteiras é a vacina contra a febre-amarela.

Os países que exigem a vacinação contra a febre-amarela são 18 e situam-se no continente africano: Benim, Burkina Faso, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiana Francesa, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Ruanda, República Centro Africana, República Democrática do Congo, República de Angola, São Tomé e Príncipe e Togo. A vacina contra a febre-amarela tem o prazo de dez anos e não é recomendada para crianças com idade inferior a 9 meses.

No entanto, alguns países não autorizam a entrada no seu território sem o comprovativo de vacinação contra outras doenças, como é o caso das vacinas contra a Meningite Meningocócica e da febre tifóide, impostas pela Arábia Saudita e exigidas a todos os que passem a fronteira entre o Sudão e o Egipto. Também a vacina contra a cólera é exigida em determinados países.

Quanto a outro tipo de vacinação, está depende do país para o qual se viajar, sendo que as vacinas mais indicadas são as que protegem contra a cólera, difteria, encefalite japonesa, hepatite A, hepatite B, gripe, poliomielite, raiva, tétano, e febre tifóide. 

Outros cuidados
É aconselhável planear detalhadamente o seu roteiro de viagem tendo em consideração outros cuidados:

- Exposição excessiva à luz solar;
- Diferenças de fuso horário, de clima e de altitude;
- Se é portador de doenças crónicas a necessitar de medicação permanente, assegure-se que leva consigo a quantidade suficiente para o tempo que vai ficar fora;
- Pessoas a necessitar de auxílio para locomoção, dietas especiais e/ou oxigénio devem informar a agência de viagem e/ou entrar em contacto com a companhia aérea com antecedência;
- Indivíduos com factores de risco para trombose venosa profunda devem procurar aconselhamento médico, especialmente quando as viagens são de longo curso;
- Verifique quais as coberturas do seguro em relação a questões de saúde;
- Os portadores de doenças de transmissão respiratória não devem viajar até que seja confirmado que deixaram de ser fonte de infecção para outras pessoa;

Fonte: 
DGS
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.
Foto: 
ShutterStock

Resumo das Características do Medicamento: 1. NOME DO MEDICAMENTO Beacita 60 mg cápsulas. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada cápsula contém 60 mg de orlistato. 3. FORMA FARMACÊUTICA Cápsula. 4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS 4.1 INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS Beacita é indicado para perda de peso em adultos com excesso de peso (índice de massa corporal, IMC, ≥28 Kg/m2) e deve ser tomado em associação a uma dieta moderadamente hipocalórica e de baixo teor em gorduras. 4.2 POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO Adultos: A dose recomendada de Beacita é uma cápsula de 60 mg três vezes ao dia. Não devem ser tomadas mais do que três cápsulas de 60 mg em 24 horas. O tratamento não deve exceder 6 meses. Caso os doentes não consigam perder peso após 12 semanas de tratamento com Beacita, devem consultar o seu médico ou um farmacêutico. Pode ser necessário descontinuar o tratamento. A dieta e o exercício são partes importantes dum programa para perder peso. Recomenda-se que se inicie uma dieta e um programa de exercício antes de iniciar o tratamento com Beacita. Enquanto estiver a tomar Beacita, o doente deve fazer uma dieta equilibrada do ponto de vista nutricional, moderadamente hipocalórica e em que as gorduras contribuam aproximadamente em 30% para o valor calórico total (por exemplo, numa dieta de 2000 kcal/dia, isto equivale a <67 g de gordura). A ingestão diária de gorduras, de hidratos de carbono e de proteínas deve ser distribuída pelas três refeições principais. A dieta e o programa de exercício devem continuar a ser seguidos após interrupção do tratamento com Beacita. Populações especiais. População pediátrica: Beacita não deve ser utilizado em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos devido a insuficiente informação sobre segurança e eficácia. Idosos (> 65 anos de idade): existem dados limitados sobre o uso do orlistato em idosos. No entanto, como o orlistato é minimamente absorvido, não é necessário ajustar a dose para idosos. Disfunção hepática e renal: não foram estudados os efeitos do orlistato em doentes com insuficiência hepática e/ou renal. Contudo, como o orlistato é absorvido em frações mínimas, não é necessário ajustar a dose nos doentes com compromisso hepático e/ou renal. Modo de administração: a cápsula deve ser tomada com água imediatamente antes, durante ou até 1 hora após cada refeição principal. Se for omitida uma refeição ou se esta não contiver gordura, a dose de Beacita deve ser omitida. 4.3 CONTRAINDICAÇÕES Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes, tratamento concomitante com ciclosporina, síndrome de mal absorção crónica, colestase, gravidez, amamentação, tratamento concomitante com varfarina ou outros anticoagulantes orais. 4.8 EFEITOS INDESEJÁVEIS As reações adversas ao orlistato são essencialmente de natureza gastrointestinal e relacionadas com o efeito farmacológico do fármaco na prevenção da absorção da gordura ingerida. Infeções e infestações: Muito frequentes: Influenza, Doenças do sangue e do sistema linfático: Frequência desconhecida: Diminuição do valor da protrombina e aumento de INR, Doenças do sistema imunitário, Frequência desconhecida: Reações de hipersensibilidade, incluindo, anafilaxia, broncospasmo, angioedema, prurido, erupção cutânea e urticária, Doenças do sistema imunitário: Frequência desconhecida: Reações de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia, broncospasmo, angioedema, prurido, erupção cutânea e urticária, Doenças do metabolismo e da nutrição: Muito frequentes: Hipoglicémia, Perturbações do foro psiquiátrico, Frequentes: ansiedade, Doenças do sistema nervoso, Muito frequentes: cefaleias, Doenças respiratórias, toráxicas e do mediastino, Muito frequentes: Infeção respiratória superior, Frequentes, Infeção respiratória inferior, Doenças gastrointestinais, Muito frequentes, Eliminação de manchas oleosas pelo reto, Gases com descarga, Sensação de urgência em defecar, Fezes gordurosas/oleosas, Evacuação oleosa, Flatulência, Fezes moles; Frequentes: Dor abdominal, Incontinência fecal, Fezes líquidas, Aumento da defecação, Distensão abdominal, Afeção nos dentes, Afeção nas gengivas, Frequência desconhecida: Diverticulite, Pancreatite, Hemorragia retal ligeira; Afeções hepatobiliares: Frequência desconhecida: Hepatite que se pode tornar grave, Colelitíase, Aumento das transaminases e da fosfatase alcalina; Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: Frequência desconhecida: Erupções vesiculares; Doenças renais e urinárias: Frequência desconhecida: Nefropatia por oxalato; Perturbações gerais e alterações no local de administração: Frequentes: Fadiga. 5. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO Actavis Group PTC ehf., Reykjavikurvegur 76-78, IS-220, Hafnarfjordur, Islândia. 6. NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO Registado no Infarmed I.P. com o nº 5474143, blister de 60 unidades. Registado no Infarmed I.P. com o nº 5474150, blister de 84 unidades. 7. DATA DA REVISÃO DO TEXTO 29 de outubro de 2012. Para mais informações deverá consultar o titular de autorização no mercado. Medicamento Não Sujeito a Receita Médica.