Dia do Euromelanoma
Uma boa notícia: a prática desportiva ao ar livre está na moda. Uma má notícia: cerca de 13% dos maratonistas relataram, em...

Um novo estudo sobre o índice de raios ultravioleta, divulgado pela Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), revela que os níveis já são muito elevados em Portugal.

Numa escala de zero a 11, registam-se, “por todo o país, níveis de oito e nove. E não estamos no Verão”, diz o secretário-geral da APCC, Osvaldo Correia. Esta quarta-feira, assinala-se o Dia do Euromelanoma.

“Considera-se que são muito elevados 7, 8 e 9; níveis extremos: 10 e 11. Portanto, estamos debaixo de índices ultravioleta mesmo fora do Verão, em pleno Maio e Junho”, elabora.

Numa altura em que são cada vez mais os adeptos do desporto ao ar livre, a informação sobre o nível do índice ultravioleta assume especial relevância, sobretudo se se quiser evitar problemas de saúde futuros.

A temperatura pode enganar. “Por vezes, as temperaturas não são elevadas. Podemos ter temperaturas que variam entre 20 e 30 graus e ter o mesmo índice ultravioleta”, diz o dermatologista. “Termos brisa, vento ou nevoeiro pode-nos enganar, porque os dias podem ser de ultravioleta elevados e o risco de queimaduras solares está aí.”

Os níveis de ultravioleta são publicados todos os dias no site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). A consulta é recomendada sempre que se pretenda sair de casa, seja para ir correr, “à praia ou à piscina”.

O estudo da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo indica que, em 2013, cerca de 13% dos maratonistas sofreram queimaduras aquando da prática desportiva ao ar livre.

Homens também precisam de ter cuidado
Quando se fala em cuidados a ter com a pele, é costume os homens pensarem que o assunto não lhes diz respeito. Não apreciam colocar creme no corpo, o protector solar fica nas mãos e leva tempo a ser absorvido.

Mas a pele dos homens não é diferente da das mulheres no que toca aos cuidados a ter e aos riscos que corre quando exposta aos raios ultravioleta. Todos devem evitar a exposição da pele às horas de maior perigo (entre as 11h00 e as 17h00).

Mas quem tem mesmo de estar na rua entre esse período deve usar vestuário adequado – “nomeadamente, chapéu e uma camisola que cubra essencialmente o decote e os antebraços” – e protector solar de índice elevado. A sua aplicação “tem de ser renovada regularmente” para que o creme faça efeito.

Alguns sinais a estar atento
Esta quarta-feira, assinala-se o Dia do Euromelanoma e cerca de 40 serviços de saúde portugueses (lista em PDF) disponibilizam rastreios gratuitos ao cancro da pele. Toda a população pode fazer o exame, mas há grupos de maior risco.

Quais são esses grupos?
Pessoas de pele clara; com tendência a queimaduras solares ou que sofreram queimaduras solares, sobretudo, em idades jovens ou infância; quem está muito exposto ao sol; quem frequenta solários; quem tem mais de 50 sinais e, sobretudo, os homens que têm mais de 50 anos com pele clara e muitos sinais; pessoas com antecedentes familiares com cancro de pele; e os transplantados de órgãos, que têm mais riscos do que todos os anteriores.

Além dos rastreios gratuitos, deve fazer o auto-exame de dois em dois meses. Não há desculpas, diz Osvaldo Correia: “São dez minutos. Dez minutos seis vezes por ano é uma hora por ano. Todos temos de ter tempo para este tipo de exame.”

Devido à crise
O administrador do grupo HPP (Lusíadas Saúde), admite que o valor com que adquiriu os hospitais à CGD seria maior sem a crise e...

Em entrevista, a propósito da mudança de marca dos Hospitais Privados de Portugal (HPP), que é hoje apresentada, o presidente do conselho de administração, José Carlos Magalhães, disse que a crise não assustou o grupo Amil, a empresa brasileira que adquiriu o grupo por 85,6 milhões de euros e que está no negócio em Portugal há 14 meses.

“Essa tal de crise criou oportunidades para fazer bons negócios. Não nos assustou”, disse, lembrando que o brasileiro “vive em crise”.

O administrador admite, contudo, que “talvez em outras épocas os HPP não custassem o que custaram. Talvez custassem muito mais”, mas “é o momento que faz o preço”.

“O que fundamenta o preço é o histórico financeiro num passado muito recente da companhia”, disse, indicando que a saúde financeira do grupo era “delicada” quando o Grupo Caixa Geral de Depósitos o vendeu.

“Não era uma empresa insolvente, mas era uma empresa que não tinha resultados que animassem o investidor”, disse.

A compra incluiu as dívidas que, segundo José Carlos Magalhães, totalizavam 49 milhões de euros a entidades bancárias e financeiras, fornecedores, entre outros.

O administrador sublinha a qualificação que encontrou no grupo e garante que as substituições ocorridas não levaram em conta a qualidade dessas pessoas, mas sim o lugar que ocupavam.

Do que mudou, elege a centralização dos serviços para um escritório central e a aquisição de mais profissionais, nomeadamente médicos e enfermeiros que o grupo foi buscar essencialmente ao setor privado e a quem paga “o mesmo que os outros, nem mais, nem menos”.

José Carlos Magalhães assegura que a sua equipa veio “para ficar” e que não tem pressa, esperando recuperar o investimento dentro de 10 a 12 anos.

Até ao momento, apenas o capital da empresa brasileira foi investido, mas o administrador diz que tem “as portas abertas” para o crédito.

“Ajuda fazer parte de um grande grupo”, disse, referindo-se ao facto da Amil, que é “a maior empresa do sector da saúde privado do Brasil”, pertencer ao Unitedhealth Group, que atende mais de 85 milhões de pessoas no mundo.

Apostado em transformar os hospitais Lusíadas no “melhor grupo privado de saúde em Portugal”, José Carlos Magalhães acredita que mercado não falta.

“Há hoje uma grande procura dos clientes pela medicina privada, neste momento pela conveniência, porque hoje as pessoas têm dificuldade de acesso no Serviço Nacional de Saúde (SNS), naquelas coisas que são mais simples”.

Para o gestor, “o SNS funciona bem se as pessoas estão muito doentes, mas demora a responder se não estiverem bem doentes".

Na escolha do grupo por estes hospitais pesou a convicção de que “o negócio da saúde vai mudar” e que “a participação do privado vai crescer” porque “a inflacção da saúde cresce a uma velocidade tal que o orçamento do Estado não consegue acompanhar”.

Para José Carlos Magalhães, tal não significa que o SNS falhou. “Se o SNS for sistema, os privados têm uma participação que pode ser importante. Se for serviço, sim, no falhanço do SNS surge a oportunidade para outros crescerem”.

O Grupo HPP, a partir de hoje Lusíadas Saúde, é composto por cinco hospitais (Lisboa, Porto, Albufeira, Faro e Lagos) e duas clínicas de proximidade no Fórum Algarve e no Parque das Nações.

Norte/Galiza
O projecto de Assistência Recíproca Inter-regional em matéria de Emergências (ARIEM-112) estará em funcionamento pleno em Junho...

“O `112` já está activo. Já tivemos o ano passado uma intervenção na zona de Salvaterra do Minho, em Monção mas entra em pleno funcionamento em Junho”, afirmou o Tenente-Coronel Paulo Esteves.

O responsável da protecção civil no Norte falava durante a realização, hoje de manhã, de um simulacro de naufrágio no rio Minho que envolveu mais de 150 homens de 30 entidades de Portugal e Espanha.

O ARIEM `112` está a ser desenvolvido há mais de um ano entre três regiões, Norte de Portugal, Galiza e Castela Leão, território com uma população de quase 572 mil pessoas.

O Pacto de Ajuda Mútua (PAM) que formalizou a cooperação entre as três regiões foi assinado, em Outubro de 2013, no Porto, na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), entidade portuguesa que coordena o projecto que envolve 109 municípios.

O `112` transfronteiriço dispõe de uma plataforma informática, através da qual são feitos os pedidos de ajuda internacional e acionados os meios inseridos nessa plataforma, explicou o Comandante da Protecção Civil do Norte.

O serviço está ainda dotado de um sistema de videoconferência que permite interligar os parceiros das três regiões.

“Um dos problemas elencados e já com proposta de solução é ter um sistema de comunicações baseado no sistema TETRA, de maneira a haver interligação nos meios de comunicação portugueses e espanhóis”, adiantou o responsável.

Para suprir essa “dificuldade”, explicou, o que está previsto no PAM é que, quando é instalado um posto comando, será sempre único, português ou espanhol, e são accionados os oficiais de ligação das entidades envolvidas, que fazem a comunicação com os meios respectivos.

De acordo com a CCDR-N, o `112` transfronteiriço “destina-se a facilitar os acessos aos serviços públicos de emergência das três regiões envolvidas, 24 horas por dia, eliminando barreiras territoriais, numa extensão de 16.637 quilómetros quadrados”.

O simulacro de um naufrágio de uma embarcação de recreio no rio internacional, o terceiro realizado pelo projecto, testou, hoje, nos dois lados do rio Minho, a “capacidade de articulação dos meios de socorro e salvamento”.

As operações visavam o resgate de cerca de 11 vítimas, entre feridos, mortos e desaparecidos. Do lado português as operações envolveram a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), o INEM, diversas corporações locais de bombeiros e equipas da PSP e da GNR Do lado galego participam forças e especialidades idênticas, mais um helicóptero da Junta da Galiza.

O ARIEM representou um investimento de 400 mil euros, cofinanciado em 75% pelo Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP).

Do lado espanhol, a Junta da Galiza vai ainda investir até final do primeiro semestre de 2015 cerca de 600 mil euros, também com 75% de financiamento comunitário.

Na doença
A Liga Portuguesa Contra o Cancro planeia abrir novas delegações na Guarda e em Leiria para reforçar o apoio psicológico na...

O presidente do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), Carlos Oliveira, realçou hoje “a necessidade de apoiar os doentes com cancro e suas famílias”, um trabalho que começou por ser assegurado por voluntários, mas que aos poucos “tornou-se mais profissional”.

O apoio psicológico na doença é o tema de uma conferência internacional a realizar em Coimbra, na sexta-feira e no sábado.

Sensibilizar a população
Campanha alerta para necessidade de controlar um dos inimigos do coração: o colesterol.

Porque o colesterol não dá sintomas, o melhor mesmo é cumprir os limites. Um conselho transformado em mote pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia e Fundação Portuguesa de Cardiologia, que lançam agora uma campanha para alertar e sensibilizar a população para os limites do colesterol LDL.

Portugal tem uma taxa muito elevada de risco cardiovascular, com um em cada três portugueses a morrer de doença cardiovascular. Por isso, diz Pedro Marques da Silva, especialista em Medicina Interna, é importante “capacitar o doente que parte daquilo que lhe é proposto para atingir os objectivos lipídicos é também da sua responsabilidade. Tem de haver uma partilha entre o médico e o doente, em que o doente compreende a necessidade de cumprir os objectivos lipídicos, reduzindo a ocorrência de eventos cardiovasculares”.

É fundamental despertar a população para os limites do colesterol LDL, que variam de acordo com o perfil de cada um, sendo pois necessário ter em conta o grau de risco individual. Até porque, por cá, cerca de 60% da população tem um colesterol total acima dos 190 mg/dl e 14% da população tem valores acima dos 240 mg/dl.

Para quem não sabe, o colesterol elevado é um dos principais responsáveis por enfartes e acidentes vasculares cerebrais. Para os evitar é preciso controlar os níveis de LDL, que se faz juntamente com um estilo de vida saudável, sem tabaco, controlo da hipertensão arterial e diabetes, se existirem.

OMS
A Organização Mundial de Saúde admitiu hoje que a sua preocupação com a Síndrome Respiratória do Médio Oriente “aumentou...

A Comissão de Emergência convocada pela directora-geral da Organização Mundial de Saúde para discutir a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS) reuniu-se na terça-feira pela quinta vez, com a participação de três especialistas e de representantes dos 13 países afectados pela doença.

Num comunicado hoje emitido, a OMS informa que a comissão “enfatizou que a sua preocupação com a situação aumentou significativamente”.

Uganda aprova lei
O parlamento do Uganda aprovou um projecto de lei que pune quem transmita o vírus VIH de forma “intencional”, denunciou hoje a...

Cerca de 1,5 milhões de ugandeses são portadores do VIH (vírus da imunodeficiência humana), num país de 35 milhões de habitantes e no qual 140 mil pessoas contraem o vírus anualmente, sendo 28 mil delas crianças, infectadas pelas suas mães durante a gestação, segundo o Ministério da Saúde ugandês.

Na última década, as políticas desenvolvidas pelo Uganda para combater o VIH estão centradas na promoção da abstinência sexual entre os jovens e a fidelidade matrimonial.

O novo projecto de lei prevê multas de dois mil dólares e penas de prisão de até 10 anos para quem contagiar de forma “voluntária” e “intencional” outra pessoa com o vírus do VIH.

A lei, que ainda precisa ser assinada pelo Presidente ugandês, Yoweri Museveni, também obrigará as grávidas e seus maridos a fazer análises para o HIV, e permitirá ao pessoal médico revelar os resultados a outras pessoas.

A medida pode levar muitas pessoas a recusarem-se fazer os testes para o VIH e evitarem assim responsabilidades penais, advertiu a coordenadora regional da Comunidade Internacional de Mulheres com VIH, Lillian Mworeko.

“Se na actualidade já há poucas pessoas que sabem que estão infectadas, esta lei ajudará a desencorajar aqueles que voluntariamente quiserem saber”, explicou o investigador ugandês Peter Mugyenyi, em declarações ao jornal Daily Monitor.

A legislação ugandesa também pune os trabalhadores sexuais e homossexuais, aumentando a discriminação sobre os doentes de SIDA e desencorajando muitas pessoas a realizar análises e a solicitar tratamento.

Investigação internacional
As mulheres com autismo são com frequência mal diagnosticadas e diagnosticadas tardiamente, o que faz com que não sejam...

O projecto internacional dá pelo nome de “Autism in Pink”, foi financiado pela União Europeia e decorreu durante quatro anos, coordenado pela Sociedade Nacional de Autismo do Reino Unido e com a participação das organizações Edukacinai Projektai, da Lituânia, a Autismos Burgos, da Espanha, e a Federação Portuguesa de Autismo.

O principal objectivo deste projecto foi estudar as mulheres com autismo, as suas necessidades e competências, ajudando-as a ultrapassar as suas dificuldades.

No decorrer do projecto foi reconhecido “ser norma” que os diagnósticos são feitos de forma tardia nas mulheres, algo provavelmente explicado pelo facto de esta ser uma doença que afecta maioritariamente homens.

Segundo a investigadora Judy Gould, da Sociedade Nacional de Autismo do Reino Unido, o diagnóstico tardio é consequência da “natureza escondida” do autismo entre as mulheres, defendendo, por outro lado, que o diagnóstico é o ponto de partida para dar o apoio adequado e necessário a estas mulheres.

A mesma investigadora aponta que a prevalência do autismo é de 1 para cada 100 pessoas e que as investigações mais recentes dão um rácio masculino/feminino de 1,4 para 1 e 15,7 para 1, mas defendeu que “há um forte desvio de género em relação ao diagnóstico de rapazes”.

Por outro lado, Judy Gould sustenta que um diagnóstico atempado “pode evitar as dificuldades que as mulheres e raparigas sofrem durante a sua vida”, ao mesmo tempo que ajuda na avaliação das necessidades ao nível da educação, lazer, residência, relações sociais ou emprego.

A investigação mostrou que “o estereótipo masculino ensombrou o problema do diagnóstico” feminino e revelou também que enquanto os rapazes autistas são mais hiperactivos e agressivos, as raparigas são mais passivas e recolhem informação mais das pessoas do que das coisas.

“Os sistemas correntes não dão exemplos dos tipos de dificuldades mostrados pelas raparigas e mulheres e não são bons para reconhecer os sintomas do autismo nas raparigas e mulheres”, uma vez que “os métodos usados para diagnosticar estão desviados para a apresentação masculina da condição”, revela a investigação.

O estudo internacional defende que as dificuldades centrais são semelhantes tanto em homens como em mulheres com autismo, apesar de a forma como o autismo afecta cada individuo ser altamente variável.

Especificamente em relação às características das mulheres com autismo, o “Autism in Pink” mostra que são mais competentes para “cumprir ações sociais por imitação atrasada”, são mais conscientes e sentem necessidade de interagir socialmente.

Por outro lado, são socialmente mais imaturas e passivas do que os colegas sem autismo, na escola primária são mais “protegidas” pelas colegas, mas são normalmente vítimas de “bullying” na escola secundária.

Segundo esta investigação, as raparigas “têm capacidades linguísticas superiores à dos rapazes”, mas têm pouco conhecimento da hierarquia social e de como comunicar com pessoas de diferente estatuto.

Mostra também que elas “têm melhor imaginação” e “mais capacidade de jogo simbólico”, mas às vezes têm dificuldade em separar a realidade da ficção.

Estes e outros resultados serão apresentados sexta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, no decorrer da apresentação do projecto “Autism in Pink”.

Em 2013
O Município de Mora subsidiou em 56.805 euros os possuidores do Cartão Municipal do Idoso, Reformados, Pensionistas e Idosos do...

No ano passado, a autarquia decidiu alargar o benefício para todos os que tivessem uma reforma até 400 Euros, ao invés dos 350 Euros em vigor até então.

O número de documentos activos subiu para cerca de 1.400, muito devido a essa alteração, “significativa nos tempos actuais de crise”, conforme diz o Presidente da Câmara Municipal, Luís Simão.

Desde a sua implementação, a Câmara já despendeu um total de cerca de um milhão e 584 mil euros em 13 anos.

O Cartão Municipal do Idoso foi criado para apoiar os mais desfavorecidos e garantir uma vida de melhor qualidade, beneficiando reformados, pensionistas e idosos residentes no Concelho há pelo menos um ano e cujas reformas não ultrapassem os 400 euros mensais.

O titular do Cartão do Idoso tem acesso à Oficina Domiciliária e descontos de 50 por cento em todas as taxas e licenças camarárias; comparticipação em igual percentagem na parte que cabe ao utente na aquisição de medicamentos (comparticipados pelo Serviço Nacional de Saúde) e comparticipação também em 50 por cento na aquisição de bilhetes de cinema e entradas nos campos de futebol do Concelho.

Associação assinala 23 anos de luta contra a Dor
A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor assinala, no próximo dia 6 de Junho, o seu 23º aniversário, com um conjunto de...

“Nos últimos 20 anos, o panorama nacional no estudo e no tratamento da dor apresentou uma enorme evolução, mas teremos ainda um caminho longo e árduo a percorrer. Reafirmamos o nosso compromisso para com todos os portugueses que o alívio da dor é um direito dos doentes e um dever dos profissionais, que constitui um imperativo ético, promover o seu tratamento precoce e adequado”, refere o médico Duarte Correia, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED).

E acrescenta: “é contudo necessário melhorar a acessibilidade dos doentes, promover uma rede de referenciação para a medicina da dor, aumentar o número de Unidades de Tratamento da Dor, e dos recursos humanos afectos a estes serviços, apostar na formação dos profissionais de saúde nesta área”.

O médico alerta ainda que “em Portugal, à semelhança de outras patologias, na dor crónica apenas uma reduzida percentagem da população está correctamente diagnosticada com dor orofacial, quer por desconhecimento que existe tratamento, quer pela desvalorização deste problema”.

A dor orofacial é uma situação de dor associada aos tecidos da cabeça, face, pescoço e estruturas da cavidade oral. Incluem-se, entre outras, a dor de cabeça, garganta, por doenças graves como tumor, a dor com origem no sistema nervoso, e a disfunção da articulação temporomandibular.

Até outubro deste ano celebra-se o ano mundial contra a dor orofacial, instituído pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP).

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) tem por objectivos promover o estudo, o ensino e a divulgação dos mecanismos fisiopatológicos, meios de prevenção, diagnóstico e terapêutica da dor.

Para mais informações: www.aped-dor.com ou [email protected]

Associação Portuguesa de Adictologia
A Associação Portuguesa de Adictologia promove no dia 17 de Maio, pelas 15h30, na livraria Ler Devagar em Lisboa, uma sessão...

Motivada pela preocupação com a indefinição da estratégia para a área da dependência em Portugal, a Associação Portuguesa de Adictologia promove uma sessão que junta profissionais de saúde, representantes de associações e entidades da área, numa análise e debate sobre as melhores práticas do passado e as recomendações para o futuro da área.

Como explica o presidente da Associação, João Curto “desde 2011 com a extinção do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) os serviços públicos de adições continuam a aguardar uma definição de linhas orientadoras sobre a orgânica e a funcionalidade que se pretende para estes serviços. Numa altura em que nos deparamos com a ausência de informação sobre a estratégia e a incerteza por parte dos profissionais, torna-se essencial um debate com o envolvimento de todos os interessados na área e que permita uma análise ao melhor caminho a seguir.”

A organização das unidades de saúde com intervenção na área das adições, a desmotivação dos profissionais e a falta de formação na área, serão algumas das preocupações da Associação abordadas neste encontro. A sessão pública será dinamizada pelo psiquiatra Nuno Miguel.

Live na internet
A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla em colaboração com a Novartis, realiza, no dia 23 de Maio, a segunda edição da...

A iniciativa acontece no âmbito da terceira edição do MS Patient Summit, que este ano decorre em Lisboa, no Hotel Tivoli Oriente, nos dias 22 e 23 de Maio.

A Academia 35 vai juntar, no mesmo espaço e sob o conceito de menores de 35 anos, profissionais de saúde e jovens com esclerose múltipla e será também transmitida, na íntegra, a partir do site www.academia35.pt, entre as 14h00 e as 15h00.

Para assistir à Academia 35 via live stream, os interessados devem aceder ao link disponível no site da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) (www.spem.pt), na página de Facebook da SPEM (www.facebook.com/SPEM.Portugal) ou directamente em www.academia35.pt e preencher o formulário de registo (nome, email, telefone, localidade, idade actual e idade do diagnóstico de esclerose múltipla). A partir daqui poderão assistir a toda a sessão e, inclusive, dirigir algumas questões que gostariam de ver esclarecidas, através de um formulário de perguntas também disponível no site.

“O objectivo da Academia 35 é chegar principalmente aos jovens recentemente diagnosticados, que têm muitas dúvidas e pouco à vontade para as conseguir esclarecer”, refere Fátima Paiva, Presidente da SPEM. E acrescenta: “A primeira edição da Academia 35 foi um sucesso e, por isso, faz todo o sentido que se repita, dando oportunidade aos jovens que, por mais longe que estejam, possam também partilhar histórias e experiências com outros jovens e, acima de tudo, esclarecerem as dúvidas que têm em relação à doença”.

O MS Patient Summit vai reunir em Lisboa associações de doentes provenientes de 13 países diferentes. Esta terceira edição terá como tema Protecting Brain Today for a Better Tomorrow (Proteger o Cérebro Hoje para um Melhor Amanhã). O encontro antecede o Dia Mundial da Esclerose Múltipla, que este ano se celebra no dia 28 de Maio.

Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas é o orador convidado
A WHPA realiza, nos dias 17 e 18 de Maio, na cidade suíça de Genebra a sua terceira conferência mundial sobre regulação...

A convite da organização, Orlando Monteiro da Silva, bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, será o orador da cerimónia de encerramento e vai reflectir sobre os principais pontos-chave das intervenções dos vários oradores da Conferência.

Ao longo dos dois dias de trabalhos, vão ser debatidas questões como os desafios que enfrentam as profissões reguladas na área da saúde, o efeito da regulação na concorrência, e as formas de identificar e promover as melhores práticas de regulação ao nível de governance e de desempenho.

Um debate particularmente relevante para os profissionais portugueses da área da saúde quando se aguarda que o governo apresente a nova lei-quadro das ordens profissionais.

A conferência da World Health Professions Alliance (WHPA) está subordinada ao tema “Health professional regulation – facing challenges to acting in the public interest” e reúne representantes de várias entidades, incluindo a World Dental Federation, International Council of Nurses, International Pharmaceutical Federation, World Confederation for Physical Therapy ou a World Medical Association, entre muitas outras.

Mais informações sobre a conferência em: http://www.whpa.org/whpcr2014/index.htm

Em Portugal
Cegueira provocada por doenças da córnea pode ser reversível.

A córnea é uma estrutura da superfície ocular externa, transparente, sem vasos sanguíneos, com uma curvatura e espessura muito próprias que permitem a entrada da luz dentro do olho. É um importante tecido ocular e a sua integridade é fundamental para que todo o processo da visão se possa realizar normalmente. Os transplantes são muitas vezes a única solução para reverter a cegueira provocada pelas doenças da córnea. Segundo a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) são feitos cerca de 700 por ano em Portugal, em cinco grandes centros de especializados neste tipo de procedimento.

Paulo Torres, presidente da SPO, refere que há muitas doenças que afectam directamente a córnea, destacando as que induzem alterações anatómicas com diminuição da sua espessura e aumento da sua curvatura, infecções e traumatismos que originam cicatrizes e as que alteram as células mais internas da córnea com modificação do estado de relativa desidratação da mesma, originando, consequentemente, edema da córnea. Todas estas situações, se não tratadas ou se a sua progressão não for travada, poderão levar a uma acentuada diminuição da acuidade visual e por vezes cegueira”.

“A cegueira provocada por patologia da córnea pode ser reversível” realça o especialista, “desde que as outras estruturas do olho estejam preservadas. Para tal recorre-se aos transplantes de córnea, isto é, substituição da córnea do doente ou parte dela por uma córnea total ou por lamelas corneanas provenientes de cadáver”.

Em Portugal, as principais doenças que motivam a realização de transplantes de córnea são o queratocone nos seus estadios mais avançados, as opacidades da córnea originadas por infecções e traumatismos, as descompensações celulares corneanas originadas por doença da própria córnea ou por traumatismo cirúrgico prévio.

O presidente da SPO refere ainda que “não nos podemos esquecer do grande inimigo do transplante de córnea, como em todos os transplantes de órgãos, que é a rejeição. Nas consultas de seguimento, os doentes são avisados dos sinais e sintomas de alerta desta complicação em particular, pelo que o acompanhamento próximo por parte do oftalmologista assistente na fase pós-transplante é fundamental”.

Em Leiria
A Secção Regional do Centro (SRC) da Ordem dos Enfermeiros realiza a 20 de Maio em Leiria uma conferência para divulgar o seu...

A iniciativa insere-se num ciclo de conferências “Acreditação dos Contextos de Prática Clínica Passo a Passo…”, que decorre até Janeiro de 2015 nas seis capitais de distrito da Região Centro e na cidade da Covilhã. Teve início a 14 de Abril em Aveiro.

Cada uma das sessões será dedicada a um dos “sete pilares” do Modelo de Desenvolvimento Profissional (MDP), e visam dotar os enfermeiros de mais informação sobre um modelo já aprovado pela Assembleia da Republica, com a publicação da Lei nº111/2009 de 16 de Setembro, no seu artigo 7º e que aguarda apenas a sua operacionalização por parte do Ministério da Saúde, integrada na nova alteração estatutária, actualmente em fase discussão.

A conferência programada para o dia 20, das 17h00 às 19h00 no auditório da Escola Superior de Saúde de Leiria, intitula-se “Referencial para o Exercício Profissional de Enfermagem”. Nela participa o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros (OE), Enfº Germano Couto, e é orador convidado o Presidente do Conselho de Enfermagem, Enfº José Carlos Gomes.

“Pretendemos que os colegas entendam melhor as vantagens que o MDP tem para si, para as instituições de saúde e para a população”, sublinha o Presidente do Conselho de Enfermagem Regional do Centro (CERC), Enfº Hélder Lourenço.

É convicção de que o novo Modelo de Desenvolvimento Profissional (MDP) trará “uma melhoria efectiva da qualidade dos cuidados prestados” aos cidadãos.

A prática tutelada em enfermagem – explica o Enfº Hélder Lourenço - deve acontecer em determinadas condições que garantam a qualidade dos processos de desenvolvimento profissional e de certificação de competências e no cumprimento destes requisitos, cada serviço/unidade de saúde realizará um processo gradual e progressivo de melhorias contínuas no seu funcionamento.

A formulação dos Padrões de Qualidade dos Cuidados de Enfermagem, o enquadramento conceptual e os enunciados descritivos da qualidade dos cuidados, constitui-se como um sólido referencial para a determinação das condições e requisitos de idoneidade formativa dos contextos de prática clínica tutelada, acrescenta.

Outra das condições basilares é que o mesmo ocorra segundo um modelo próprio de supervisão clínica, baseado num referencial de competências que visa a qualidade e a experiência profissional.

Serão esses supervisores clínicos certificados pela OE que assumirão a formação tutelada dos novos enfermeiros. Após a licenciatura, estes, terão de ser acompanhados por um supervisor clínico num período temporal definido provisoriamente entre nove meses a um ano, findo o qual poderão obter a cédula profissional definitiva.

Actualmente um licenciado em enfermagem requer à Ordem dos Enfermeiros a sua Cédula Profissional. Com o MDP passará a receber uma cédula provisória, e só depois de realizar positivamente o seu exercício profissional tutelado (EPT) é que terá o título definitivo.

“Há estudos que referem que 60 por cento dos erros em Enfermagem acontecem no primeiro ano do exercício profissional”, realça o Presidente do CERC, frisando que o acompanhamento do enfermeiro por um supervisor clínico durante a fase inicial da sua carreira também contribuirá para melhorar a qualidade dos cuidados prestados à população.

250 profissionais reunidos para discutir o impacto da crise na área da saúde
Realiza-se no próximo dia 16 de Maio em Tróia (Hotel Aqualuz - 9h30/18h30) o Re-Thinking Pharma 2014–2024, o maior evento...

Ao todo serão mais de 250 profissionais ligados à área da saúde a debater o impacto da crise na área da saúde - entre 2009 e 2013, período em que a indústria farmacêutica em Portugal perdeu cerca de 1000 postos de trabalho - e as novas tendências que poderão dar um novo fôlego a este sector em Portugal e na Europa.

As estratégias de internacionalização, a aposta na I&D e as oportunidades e riscos trazidos pela “era digital” serão alguns dos temas em destaque durante o encontro, além dos desafios que o contexto económico tem imposto aos players da área.

O Re-Thinking Pharma 2014-2024 é o grande evento nacional dirigido a profissionais da indústria farmacêutica e será presidida por Sua Excelência o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Manuel Teixeira. O evento conta com o apoio oficial da AICEP, da APOGEN (Associação Portuguesa de Genéricos), da APDP (Associação portuguesa do Doente Diabético), da APMIF (Associação Portuguesa de Medicina Farmacêutica) e do IPAM/ IADE (Instituto Português de Administração e Marketing).

Estudo
O vinho tinto afinal não é assim tão positivo para a saúde como se pensava. Pelo menos é o que nos diz um estudo de que a BBC...

Depois de analisarem a saúde de 800 habitantes de Chianti, especialistas concluíram que não há provas do que se pensava ser verdade: que o consumo moderado de vinho tinto tem benefícios para a saúde, nomeadamente cardiovasculares.

Vários estudos têm demonstrado que o consumo de vinho tinto e também de chocolate negro e frutos vermelhos contribui para a diminuição de inflamações. Pensava-se que tal propriedade seria devida a um elemento em particular, o resveratrol, componente habitualmente encontrado nas uvas e no vinho. Afinal, também sobre isto, não parece haver qualquer prova.

A “boa notícia” para os apreciadores do ocasional copo de tinto à refeição, é que a BBC refere que os especialistas consideram é essencial que mais estudos sejam realizados.

Alunos dizem
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina defende uma redução do número total de vagas nestes cursos, por considerar que...

A reivindicação surge no seguimento da apresentação pública do projecto de despacho de vagas no ensino superior para 2014-2015, que determina a manutenção do mesmo número de vagas para os cursos de Medicina em relação ao ano lectivo que ainda decorre.

Citando uma recomendação de 2012 do Grupo de Trabalho para a Revisão do Internato Médico, constituído pelo Ministério da Saúde, a Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) recorda a proposta de redução de vagas para dois terços da actual oferta, e sublinha que esse grupo de trabalho afirmava na altura que “só deste modo, se poderá manter e reforçar o bom nível de formação pré-graduada e assegurar, aos que chegam ao sistema formativo do Ministério da Saúde, uma profissionalização que respeite os parâmetros europeus”.

“Em linha” com o grupo de trabalho “a ANEM defende que a redução do 'numerus clausus' para as escolas médicas nacionais e a extinção do concurso especial de acesso a titulares do grau de licenciado (...) são medidas essenciais na defesa da qualidade do ensino médico. São também necessárias para garantir a sustentabilidade de uma formação médica integrada e consequente qualidade da prestação de cuidados no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, lê-se no comunicado da associação de estudantes.

Os estudantes de Medicina defendem ainda que “esta redução deverá proceder-se a um ritmo que assegure, por um lado, o seu propósito de optimização das condições formativas das escolas, e que por outro lhes permita um processo de adaptação à redução no número de ingressos anual”.

“Entre 1995 e 2013 verificou-se um acréscimo de 475 para 1570 vagas no contingente geral para ingresso nos cursos de Medicina em Portugal, um aumento superior a 300%. A estas vagas, acrescem os estudantes ao abrigo do contingente especial para acesso a titulares de grau de licenciado, que traduzem um acréscimo de 15% do contingente geral, para um total de mais de 1800 estudantes por ano”, refere o comunicado.

A ANEM cita o projecto de despacho do Governo sobre as vagas para 2014-2015, que está em discussão pública até ao final do mês, para frisar que é o executivo que quer fazer depender a fixação de lugares no ensino superior dos “factores de qualidade do ciclo de estudos, incluindo os recursos humanos e materiais”, assim como da sua utilização racional.

“Tal não se coaduna com a manutenção do número de vagas, visto que o aumento do número de estudantes de Medicina sem respectivo incremento nas condições pedagógicas das várias escolas médicas perspectiva a redução da qualidade do ensino médico, traduzida pelos elevados rácios tutor-estudante em todo o país”, defende a ANEM.

Em causa estão também as condições em que são feitos os internatos, com demasiados alunos a acompanhar o mesmo paciente, na opinião dos estudantes, que consideram que a situação gera “um conflito” entre as necessidades de formação dos alunos e a vulnerabilidade dos pacientes, comprometendo “seriamente a humanização dos cuidados de saúde”.

A ANEM quer ser recebida em audiência pelo ministro da Educação, Nuno Crato, e pelo secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes, para lhes transmitir as suas preocupações.

Medicamentos baratos
Fique a saber quais as farmácias do país que vendem maior número de genéricos, medicamentos mais baratos do que os outros.

A quota de mercado nacional em volume de negócio foi de 39%, em 2013, mas há grandes oscilações entre as várias farmácias: na que existe no Hospital de Coimbra a venda destes produtos atinge uma quota de 78%, enquanto na Farmácia Pulido no distrito de Beja, concelho de Vidigueira, se ficou pelos 28%, segundo dados da Autoridade Nacional do Medicamento - Infarmed relativos a todo o ano de 2013.

Descubra as 10 farmácias onde parece ser fácil comprar mais barato e as 10 onde estes produtos não têm tanto sucesso.

As dez campeãs de vendas de genéricos:

1.  Farmácia do Centro Hospitalar de Coimbra (quota 78,1%)
2.  Farmácia do Hospital de Faro, E.P.E (72,9%)
3.  Farmácia do Hospital de Santo André, em Leiria (68,8%)
4.  Farmácia da Praça, Guimarães (67,4%)
5.  Farmácia Pancada, Mértola (64,4%)
6.  Farmácia do Conde Redondo, Lisboa (62,8%)
7.  Farmácia da Casa do Povo Redondo, Redondo (61,8%)
8.  Farmácia Carneiro, Serpa (61,6%)
9.  Farmácia Nova de Mértola (61,2%)
10.  Farmácia Cesário Tavares, Tavira (60,9%)

As dez piores a vender genéricos:

1.  Farmácia Pulido, Vidigueira (28,4%)
2.  Farmácia Carvalhense, Covilhã ( 28,5%)
3.  Farmácia Do Aviz, Porto (29,0%)
4.  Farmácia Confiança Lda, Tabuaço (29,7%)
5.  Farmácia Bairro Azul, Lisboa (29,9%)
6.  Farmácia Parente, Covilhã (29,9%)
7.  Farmácia da Alameda, Covilhã (30,4%)
8.  Farmácia Crespo, Covilhã (31,3%)
9.  Farmácia Neves da Silva, Albufeira (31,4%)
10.  Farmácia Arminda Silva, São Pedro do Sul (31,5%)

Estágios desportivos
A cidade de Vila Real de Santo António dispõe, desde ontem, de um novo centro médico que os responsáveis querem afirmar a nível...

O presidente da Câmara Municipal disse que este centro é a evolução das parcerias que têm vindo a ser feitas com os serviços médicos cubanos, há quase sete anos para tratamentos oftalmológicos e de reabilitação física.

Além da melhoria nas valências disponíveis no concelho ao nível da prestação de cuidados de saúde, o novo Centro Médico Internacional significa, também, “o assumir de um protagonismo na área do turismo de saúde”.

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