Cuidados

Pernas inchadas? Saiba como combater a retenção de líquidos

Com a chegada do calor, muitas são as mulheres que se queixam da retenção de líquidos. Neste artigo dizemos-lhe como pode aliviar a sensação de pernas inchadas.

A retenção de líquidos é caracterizada pela acumulação excessiva de água no organismo que conduz a inchaço, também conhecido com edema. Erros alimentares, alterações hormonais ou má circulação podem esta na origem de um problema que afeta maioritariamente mulheres. No entanto, fatores como hereditariedade ou falta de exercício físico podem contribuir para agravar o problema.  

De acordo com os especialistas, sempre que existe algum tipo de desequilíbrio no nosso organismo, este conduz à acumulação de água em zonas específicas do corpo. Daí que a retenção de líquidos seja tão comum no período pré-menstrual, altura em que os níveis de estrogénio e progesterona sofrem alterações.

O que acontece, nestes casos, é que os líquidos saem dos vasos sanguíneos e vão-se acumulando no tecido subcutâneo - sobretudo nas pernas, tornozelos, mãos, pés e abdómen - provocando o “famoso” edema. A sensação de pernas pesadas, desconforto e um aumento de peso – que pode ir até 2,3 quilos - são outros sintomas desta condição.

Embora se apontem algumas causas como os fatores hormonais, a hereditariedade, a ingestão excessiva de sal, a carência de algumas vitaminas ou a sedentariedade, a verdade é que há outros aspetos que lhe parecem estar associados.

Neste sentido, dizem os entendidos na matéria que usar roupa demasiado apertada, ficar demasiado tempo em pé ou sentado, estar exposto a elevadas doses de stress ou ansiedade, e o calor podem ser a causa para a retenção.

Se costuma sofrer com frequência deste “mal” saiba, no entanto, que com os cuidados certos pode conseguir livrar-se do inchaço.

Especialistas aconselham a que beba entre 1,5 ou 2 litros de água por dia. Ainda que possa parece um pouquinho contraditório, a verdade é que a ingestão de líquidos irá ajudar o organismo a eliminar, de forma eficaz, as toxinas que se vão acumulando ao longo do dia.

Para além da água (e até porque há muita gente que não gosta de a beber) aposte nas infusões, nos chás e aumente o consumo de alimentos ricos em água, como os vegetais ou frutas.

Entre os chás mais indicados está o chá verde, chá de cavalinha, chá de funcho e erva-príncipe ou dente-de-leão. Todos eles com propriedades drenantes.

Frutas como papaia, melancia ou abacaxi, além de ajudá-lo a conseguir o aporte de água diário recomendado, trazem-lhe outros benefícios.

Fonte de cálcio e potássio, a papaia tem um papel importante na regulação da pressão arterial e no equilíbrio hídrico.

A melancia, constituída por 92 por cento de água e apenas 6 por cento de açúcar, vai ajudá-lo a manter-se hidratado sem comprometer, por exemplo, os níveis de glicemia no sangue.

Já o abacaxi, tendo na sua constituição uma enzima protoelítica que possui propriedades anti-inflamatórias – a bromelina – vai ajudar a diminuir o inchaço.

Quanto aos vegetais, escolha o pepino e o aipo com ação diurética e anticelulítica.

Por outro lado, reduza o consumo de sal, considerado um dos grandes responsáveis pela retenção de líquidos. Um dos truques quando vai ao supermercado é ler os rótulos para detetar a presença de sal nos alimentos.  Sódio, Na+, glutamatomonosodico, bicabornato de sódio, bissulfato de sódio, fosfato dissodico, hidróxido de sódio, propionato de sódio, são algumas das formas como é designado. Tenha atenção!

Caldos industrializados, sopas instantâneas, comida congelada, enchidos ou conservas escondem níveis elevados de sódio.

Em casa, ao confeccionar as refeições, troque o sal pelas ervas aromáticas. Estragão, funcho ou salsa são bons exemplos. É que além do sabor que acrescentam ao prato, ajudam a desinchar.

Ainda no que diz respeito aos hábitos alimentares, aumente o consumo de fibras para o bom funcionamento do seu intestino, livrando-se, ao mesmo tempo, da sensação de barriga inchada.

Evite, também, os alimentos processados, tendencialmente ricos em gorduras «trans» e açucares simples que contribuem para o excesso de peso e acumulação de gordura.

Por fim, aproveite o bom tempo para fazer caminhadas. Além de ajudar a emagrecer, aumenta a sensação de bem-estar e deixa as pernas mais bonitas.

Sofia Esteves dos Santos
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
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INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.