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Consultas na gravidez

Todas as grávidas têm direito à prestação de cuidados de saúde gratuitos, quer no centro de saúde, quer no hospital.

Para vigiar a sua saúde e a do seu bebé, é necessário ir regularmente às consultas. É importante que não falte. Quando, por qualquer motivo, não puder ir, avise e marque nova consulta.

Vai-lhe ser entregue um livrinho verde - o Boletim de Saúde da Grávida.

Leve-o consigo sempre que for a qualquer consulta ou à urgência. Não se esqueça de o levar quando for ao hospital para o parto.

Um aspecto importante a recordar é que a gravidez diz respeito não só à mulher (mãe), mas também ao homem (pai).

Pelas mais diversas razões, o pai do bebé nem sempre está em condições de viver a gravidez junto da mãe, ou participar nas consultas de vigilância. Mas, sempre que isso seja possível, é bom que ele esteja presente, de modo a obter informações sobre a gravidez, a criança e o seu papel de pai.

Aliás, é um direito que o futuro pai tem e, ao mesmo tempo, um dever.

As consultas
Durante a gravidez é necessário verificar regularmente se tudo está a correr bem consigo e se o seu bebé está a desenvolver-se normalmente.

Para isso, nas consultas de gravidez os procedimentos de rotina são:

  • Avaliações da tensão arterial;
  • Testes à urina;
  • Palpação abdominal para medir a altura do útero e verificar a posição e o tamanho do bebé;
  • Auscultação dos batimentos cardíacos fetais;
  • Exame às pernas para eventual detecção de varizes ou edemas (inchaços);
  • Exame ginecológico no início e final da gravidez.

Durante a gravidez, o médico vai solicitar:

  • Análises ao sangue regulares, com vista a excluir anemias ou outros problemas;
  • Ecografias em cada trimestre, para avaliar o desenvolvimento e o estado de saúde do bebé.

Deve fazer os exames que lhe forem pedidos e mostrar os resultados na consulta seguinte. Não tenha medo ou vergonha de conversar com a equipa de saúde sobre as suas necessidades, os seus problemas e os seus receios.

Tome nota das suas dúvidas num papel. Assim não se esquecerá de as esclarecer na próxima consulta.

Muitos centros de saúde e hospitais oferecem aulas de ginástica de preparação para o parto.

Fonte: 
DGS
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.
Foto: 
ShutterStock

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.