Estudos

Estudo
Uma experiência de investigadores da Universidade de Lisboa comprovou que os morcegos são um controlo de pragas natural eficaz, salvando culturas de arroz dos insetos e evitando a desflorestação.
Estudo
Os tratamentos atualmente utlizados na Diabetes têm como objetivo controlar a glicemia, o colesterol e a tensão arterial. Contudo, estas terapêuticas não curam a Diabetes tipo 2, pelo que é necessário desenvolver novos tratamentos que revertam a patologia e que conduzam à cura.
Estudo
A garantia é dada pelos autores de um novo estudo internacional que a publicação especializada Sexual Medicine divulga na sua última edição. 40% dos inquiridos, com idades entre os 65 e os 80 anos, admite que faz sexo com regularidade.
Estudo
Cerca de 70% das equipas de cuidados paliativos têm um programa de apoio ao luto, mas apenas uma minoria realiza todas as atividades indicadas, segundo o Relatório de Outono do Observatório Português dos Cuidados Paliativos, hoje divulgado.
Estudo
Uma nova tecnologia baseada numa molécula orgânica natural, que impede a formação de placa bacteriana e de outras patologias dentárias, foi criada por investigadores da Universidade de Coimbra, foi hoje anunciado.
Estudo
Investigadores da Universidade de Coimbra descobriram três proteínas que convertem células da pele em células que funcionam como sentinelas do sistema imunitário, uma investigação que pode abrir novas perspetivas na imunoterapia contra o cancro.
Estudo
Em 80% das unidades de saúde familiar foram registados no último ano casos de ameaça ou agressão verbal a profissionais e em 14% houve mesmo situações de violência física, revela um estudo divulgado ontem.
Estudo
Mais de 70% das unidades de saúde familiar ficaram mais de 10 vezes num ano sem acesso informático e nove em cada dez unidades teve pelo menos uma vez falta de material considerado básico.
Estudo
O número de unidades de saúde familiares a iniciar atividade este ano foi o mais baixo de sempre, com apenas 16 novas unidades, segundo um estudo que aponta para um “forte desinvestimento” nos cuidados de saúde primários.
ONU
Apesar do rápido crescimento económico, a região Ásia-Pacífico tem quase 500 milhões de pessoas a passar fome e os programas de ajuda internacional estagnaram, revela um relatório da ONU hoje divulgado.

Páginas

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.