“Atlas do Tabaco”

Tabaco custa mais de 1,5 mil ME e mata sete milhões de pessoas a cada ano

O tabaco custa mais de 1,5 mil milhões de euros por ano à economia internacional, o que representa cerca de 2% da produção mundial, segundo dados hoje divulgados pela Conferência Mundial sobre Tabaco ou Saúde.

O tabaco também causa cerca de sete milhões de mortes por ano (5,1 milhões de homens e dois milhões de mulheres), sendo que quase 900 mil são devido ao fumo de terceiras pessoas, refere a sexta edição do “Atlas do Tabaco”, elaborado pela Associação Americana do Cancro e a organização mundial Vital Strategies.

De acordo com os dados divulgados, oito em cada 10 mortes acontecem em países com menores rendimentos.

“Em países como a Indonésia, quase 90% da população está exposta ao fumo de outras pessoas”, afirmou, o coautor do estudo, Neil Schluger, na Cidade do Cabo, África do Sul, onde decorre a conferência mundial.

O estudo reitera que as grandes tabaqueiras fazem deliberadamente campanhas dirigidas aos países menos desenvolvidos para maximizar os seus benefícios e a sua capacidade de influenciar os governos, os agricultores e os setores da população mais vulnerável.

“África e Médio Oriente são pontos necessários de viragem para evitar epidemias”, assinalaram, em comunicado, os responsáveis da 17.ª edição da Conferência Mundial sobre Tabaco ou Saúde, promovida pela Organização Mundial de Saúde.

Na região da África subsaariana, o consumo aumentou 52% entre 1980 e 2016, graças a estratégias de mercado agressivas e ao crescimento populacional.

O “Atlas do Tabaco” foi um dos assuntos centrais da segunda jornada da conferência hoje iniciada na África do Sul, que constitui o principal fórum mundial sobre este tema.

Vários especialistas alertaram também para os riscos de novas soluções tecnológicas – como o queimador de tabaco IQOS da Phillip Morris (dispositivo eletrónico inovador que aquece o tabaco em vez de o queimar) – inundarem o mercado sem que exista legislação apropriada nem estudos suficientes para determinar o seu impacto na saúde.

“Temos uma longa história com as empresas tabaqueiras com coisas como os cigarros com filtro e outros produtos, que se anunciaram como sendo mais seguros, mas que, de facto, não o eram, pelo que as autoridades de controlo estão muito alerta e querem mais investigações”, explicou a diretora de Saúde Pública da Fundação Filantrópica Bloomberg, Kelly Henning.

Em todo o mundo contabilizam-se cerca de 1,1 mil milhões de fumadores.

 

Fonte: 
LUSA
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Foto: 
Pixabay

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.