Escola Superior de Tecnologia da Saúde

Professor de Coimbra é coautor das primeiras normas para limites de radiação pediátrica

O docente Paulo Graciano, da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Politécnico de Coimbra, é coautor das primeiras normais europeias de referência para limites de radiação em exames pediátricos, foi hoje anunciado.

O Politécnico de Coimbra (IPC), em comunicado, refere que as normas "têm como objetivo definir níveis de referência de diagnóstico em pediatria nos exames de radiologia convencional, tomografia computorizada (TAC) e radiologia de intervenção".

"A criação de normas europeias deve-se à necessidade de regular o crescente aumento do número de exames com radiação e vai levar a uma redução significativa na radiação a que as crianças são submetidas", refere a nota.

Citado no comunicado, Paulo Graciano acredita que a implementação destas normas vai levar "a uma redução significativa na radiação a que as crianças são submetidas nos exames radiológicos".

O docente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde (ESTeSC) espera que com a utilização das normas técnicas publicadas pela Direção-Geral da Energia da Comissão Europeia "se passe a ter uma forma homogénea de avaliar a exposição à radiação nos vários países da Europa".

Para o presidente da ESTeSC, José João Joaquim, também citado no comunicado, a segurança dos doentes "é uma prioridade no contexto da utilização de procedimentos em saúde e os grupos de risco devem merecer uma atenção particular dos profissionais e da academia, no sentido de criar conhecimento para a adoção de boas práticas".

"Esta investigação é de extrema importância para mostrar à sociedade a capacidade e a qualidade que a escola vem assumindo, mas acima de tudo a possibilidade de disponibilizar conhecimento e recursos em benefício da comunidade, neste caso em concreto de uma população muito especial", sublinha.

As normas foram desenvolvidas pela Sociedade Europeia de Radiologia (ESR), Sociedade Europeia de Radiologia Pediátrica (ESPR), Federação Europeia de Associações de Técnicos de Radiologia, Radioterapia e Medicina Nuclear (EFRS) e Federação Europeia de Organizações de Física Médica (EFOMP).

Fonte: 
LUSA
Nota: 
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Foto: 
Pixabay

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.