‘3F - Financiamento, Fórmula para o Futuro’

Serviço Nacional de Saúde deve ser financiado de forma justa e adaptada às necessidades dos doentes

Maior autonomia para os hospitais e confiança entre todos os atores do sistema são pontos críticos para melhorar o financiamento.

Realizou-se ontem o primeiro workshop de quatro que compõe o projeto ‘3F - Financiamento, Fórmula para o Futuro’, uma iniciativa da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, com o apoio da Roche e da IQVIA. Com o objetivo de desenvolver soluções capazes de dar resposta aos problemas operacionais que afetam o serviço nacional de saúde, diversos peritos das mais variadas áreas da saúde, formularam já algumas conclusões como resultado deste primeiro workshop:

- Peritos aconselham um orçamento real adaptado às necessidades e que sejam evitadas as compensações extraordinárias;

- Maior autonomia e responsabilização na gestão dos recursos;

- Peritos admitem que se utilizem modelos mistos de financiamento que valorizem os bons resultados em saúde para os doentes e que paguem os cuidados de saúde prestados;

- Boas condições de trabalho e maior motivação para os profissionais de saúde de forma a melhorar a qualidade e desempenho no Serviço Nacional de Saúde.

De uma forma geral e conclusiva, para garantir o bom funcionamento é necessário reforçar a confiança entre todos os atores do Serviço Nacional de Saúde.

O 3F conta com a participação de especialistas de diferentes áreas, que se vão juntar em quatro momentos distintos, até abril, para analisar o modelo atual de financiamento dos hospitais portugueses, promover a discussão de potenciais soluções de financiamento com vista à criação de valor para os doentes, assim como desenvolver projetos-piloto com hospitais, de forma a testar a exequibilidade das soluções encontradas. As conclusões do trabalho desenvolvido, assim como a definição dos projetos-piloto, serão apresentadas antes do verão.

Fonte: 
Guesswhat
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.