Administração

Radiologia à distância não é solução definitiva em S. José e foi último recurso

O Centro Hospitalar de Lisboa Central garante que o recurso à radiologia à distância no período noturno no hospital de São José não é solução definitiva, mas adianta não ter especialistas suficientes para assegurar radiologista de madrugada.

“Esta opção não é estratégica para o Centro Hospitalar nem definitiva. Nesta especialidade não temos número de pessoas suficientes para aguentar a urgência”, afirmou a presidente da administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), que integra o São José, onde vários chefes de equipa se demitiram por falta de condições na urgência.

Em entrevista, Ana Escoval afirma que esta não é a situação ideal para a administração e garante que assim que tiver condições vai reverter a decisão.

No mês passado, o hospital de São José deixou de ter radiologista no local no período entre as 00:00 e as 08:00, sendo os exames necessários feitos com recurso a uma empresa, por telerradiologia, como acontece já em outros hospitais.

“Isto não são decisões de gestão levianas nem leves. Só avançamos para essas situações porque não temos alternativas. A partir do momento que consiga o mínimo de possibilidade de reverter a situação, reverto-a de imediato”, declarou Ana Escoval.

A presidente da administração do CHLC adiantou ter tentado encontrar outra solução junto dos profissionais, mas indicou que tem muitos especialistas a trabalhar em tempo parcial ou que já não realizam urgência devido à idade.

Ana Escoval adiantou ainda que durante a madrugada “há muito menos” casos que necessitam de radiologia, que as imagens feitas pela empresa à distância ficam logo disponíveis para os profissionais e que o relatório médico chega de forma célere.

Além disso, garante que a responsável da radiologia tem estado a fazer um controlo de qualidade dos relatórios feitos pela empresa de telerradiologia contratada, acrescentando que não foi encontrado nenhum erro.

A falta de radiologistas em presença física no período de madrugada foi criticada na carta entregue pelos chefes de equipa do São José que apresentaram a demissão: “Considerando a importância da imagiologia nos cuidados prestados a situações complexas e como forma diagnóstica e por vezes terapêutica, é impensável a utilização de cuidados imagiológicos por telemedicina num hospital de última linha, como este”.

A presidente da Administração negou ainda que haja internos a realizar urgência sozinhos, sem especialistas, no hospital de São José, situação também referido na carta dos chefes de equipa demissionários.

Fonte: 
LUSA
Nota: 
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Foto: 
Pixabay

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.