Notícias da Saúde da Mulher

5 de maio – Dia da Mãe
No momento em que uma mulher sabe que está grávida, há preocupação com cuidados relacionados com a alimentação, exercício físico, higiene oral e elasticidade da pele. No entanto, é necessário não esquecer os cuidados com a saúde ocular. Assim, no âmbito do Dia da Mãe, que se assinala no próximo dia 5 de maio, a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia faz o alerta de que todas futuras mães também devem ter cuidados especiais com a visão porque há a possibilidade de alterações do sistema visual, características do período gestacional, provocadas pelas alterações hemodinâmicas e hormonais, que podem afetar o normal funcionamento da visão.
Estudo
Segundo o estudo, o dinheiro, problemas de saúde, preocupação com crianças e pais idosos e a utilização das redes sociais, são o que nos mantém acordados durante a noite. Já as necessidades fisiológicas, o stress, os pesadelos, os parceiros, animais de estimação e crianças são apontados como sendo o que mais perturbam o sono.
Oncologia
A Associação Portuguesa Contra a Leucemia organiza a 26 de março mais um workshop de truques de maquilhagem para doentes hemato-oncológicos.
OMS
A Organização Mundial de Saúde (OMS) deu “luz verde” à experimentação de uma vacina contra o vírus Ébola em mulheres grávidas na República Democrática do Congo, anunciou ontem em Genebra a agência das Nações Unidas.
Estudo
Estudo comprova que as células reprodutivas masculinas mais lentas são impedidas de chegar ao óvulo por ação do corpo feminino, que cria mecanismos que só os mais rápidos conseguem ultrapassar.
Reino Unido
Quando Bethany e Kieron Simpson foram confrontados com o diagnóstico da sua bebé, que mostrava uma malformação genética, decidiram realizar uma cirurgia inovadora para tentar corrigir o problema.
Relatório revela
O risco de ter um filho com paralisia cerebral é “muito superior” nas mães acima dos 39 anos e nos bebés prematuros, ainda que a incidência da paralisia tenha reduzido em Portugal na última década.
OMS
Se a mutilação genital continuar a ser praticada ao ritmo atual nos países onde a prática prevalece, 68 milhões de meninas poderão converter-se em novas vítimas até 2030, segundo a Organização Mundial de Saúde.
“Não corte o futuro!”
O Governo português lança hoje uma nova campanha sobre a mutilação genital feminina, que pretende "alertar para as consequências" da prática "no bem-estar de meninas e mulheres" e "mobilizar organizações e profissionais" para a sua "erradicação".
Desde 2012
O Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto acompanha, desde 2012, 506 doentes diagnosticadas com cancro da mama, no âmbito de um estudo que visa melhorar o conhecimento sobre as complicações da doença e dos seus tratamentos.