Contra gripes e constipações

Própolis: o seu aliado para este Inverno

Com o Inverno aí à porta, começam a surgir as indesejadas gripes e constipações. No entanto, a chave para o combate às doenças respiratórias está na prevenção. Sabia que o própolis é uma solução natural que o pode ajudar a prevenir estas doenças? Neste artigo explicamos-lhe tudo sobre os efeitos do própolis na sua saúde.

As temperaturas mais baixas e a ausência de radiação ultravioleta permite que o vírus influenza, responsável por gripes e pneumonias, se torne mais resistente e consiga viver tempo suficiente para afetar organismos saudáveis.

Nesta época, o risco de contágio é maior já que este vírus se propaga mais rapidamente em ambientes fechados, quentes com aglomerados de pessoas – um cenário típico de inverno. O mesmo acontece com os vírus que provocam constipações.

Para combater esta ameaça, é necessário aumentar as defesas naturais do nosso organismo e reforçar o sistema imunitário. Um dos aliados mais eficazes e mais populares, em todo o mundo, é o própolis, conhecido como “escudo protetor” das abelhas.

Muitas vezes confundido com o mel, muito utilizado para aliviar sintomas de gripe, tosse ou garganta irritada, o própolis consiste numa massa, com aspeto de resina, que as abelhas obtêm de plantas, árvores ou rebentos, que é utilizada para revestir as colmeias protegendo-as de agentes externos nocivos.

Da mesma forma, ele vai proteger-nos das ameaças externas, uma vez que nos oferece uma ação imunomoduladora, aumentando a proliferação de alguns tipos de células – como os  linfócitos, por exemplo.

Por outro lado, tem ainda uma ação bactericida, fungicida e antiviral que leva não só ao aumento da resistência a dores e infeções, como combate vírus e bactérias.

O Própolis é composto por vários fitoquímicos que as plantas usam para se defender de infeções e que as abelhas usam para proteger o seu mel. Alguns estudos apontam até para que a própria composição complexa do própolis faz com que as bactérias não lhe consigam criar resistência, algo que acontece com os antibióticos sintéticos.

Na realidade, são vários os seus benefícios. O própolis encontra-se disponível sob várias formas de consumo, adaptadas a diferentes necessidades e recomendadas a todas as idades.

Um dos formatos mais frequentemente utilizados são as pastilhas efervescentes com Zinco e Vitamina C, que contribuem para o reforço do funcionamento normal do sistema imunitário. Uma solução prática e indispensável para o dia-a-dia, já que o própolis tem a capacidade de preservar a ação da Vitamina C, que ganha especial atenção no inverno.

Para aliviar os primeiros sintomas de gripe e travar a sua evolução, a solução passa pela utilização de suplementos à base de própolis, equinácea, vitamina C ezinco. Juntos, estes ingredientes ajudam a fortalecer as defesas naturais e protegem as células da oxidação. Podem ser ainda consumidos como preventivo, sem efeitos secundários ou limites de dosagem diária, em épocas mais propícias ao contágio de gripes e constipações.

Para gargantas irritadas, a sugestão é um spray bocal de própolis que suaviza e alivia a dor. Esta solução inclui um aplicador para chegar de forma mais eficaz à zona afetada e conta ainda com as propriedades da erva dos cantores (ou rinchão), uma planta conhecida pelo elevado teor de mucilagens que lubrificam e desinflamam as irritações da garganta, sendo muito útil em caso de afonia, faringite ou tosse. O spray inclui também extrato de eucalipto, com propriedades anti-sépticas, e o tomilho que facilita a eliminação do muco.

As soluções naturais à base de própolis podem ser facilmente encontradas em lojas dietéticas e estão disponíveis em formatos muito práticos para toma diária.

É por isso, um ótimo «acessório» de inverno que, juntamente com bons agasalhos e uma alimentação cuidada, vai permitir que desfrute em pleno da nova estação.

Sofia Esteves dos Santos
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
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INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.