Acompanhamento emocional

É cuidador ou paciente? O Medical Coaching pode interessar-lhe!

Nos tempos que correm, a população portuguesa está muito envelhecida e, por conseguinte, é necessário arranjar soluções adequadas para estes cuidados, não só através de ajuda externa como também muitas vezes através do apoio dado pelos próprios familiares.

Adicionalmente, nos últimos tempos temos sido alvo de várias enfermidades, não só os mais recentes surtos de legionella e de sarampo, como também de outras doenças que infelizmente são cada vez mais frequentes como é o caso dos carcinomas, mais conhecidos por cancro.

Se a sua vida está a passar por esta fase, ou seja, se se reconhece no papel de cuidador de outra pessoa, familiar ou não, ou mesmo se está a vivenciar um processo médico, isto é, se é paciente ou está doente, possivelmente existem desafios que não pensava vir a ter, e alguns dias amanhecem bem mais cinzentos que outros, em que não consegue encontrar forças para mais um dia e a esperança parece tê-lo abandonado.

Por muito dura que seja a verdade, o facto é que o caminho faz-se caminhando. E é na passagem consciente deste caminho que podemos criar estratégias, recursos e desenvolver capacidades para ultrapassar esta fase de uma forma mais completa, e até mesmo mais satisfeita e porque não, feliz.

O Medical Coaching é um processo de acompanhamento baseado numa parceria entre medical coach e cliente que vai permitir-lhe desenvolver a sua resiliência e criar recursos mentais e emocionais para fazer o seu caminho de uma forma que seja melhor para si. O Medical Coaching não substitui as consultas médicas que tem de continuar a frequentar, mas é sim um complemento que opera ao nível das emoções e dos pensamentos.

Todos sabemos que o nosso sistema nacional de saúde beneficiaria de um maior número de médicos, e muitas vezes recorrer ao privado não é possível. Assim, e também para colmatar a lacuna no acompanhamento emocional do doente, criou-se esta especialização no Coaching, chamada de Medical Coaching.

Este acompanhamento é direccionado ao paciente/doente, que se vê numa situação indesejada, sem muitas vezes saber como definir uma nova identidade, agora que tem um intruso na sua vida, chamado de cancro, ou diabetes, ou SPT ou outro nome sofisticado de uma qualquer doença.

É também um acompanhamento direccionado ao cuidador, que muitas vezes está tão focado a providenciar uma melhor vida ao outro, que se esquece de viver a sua própria vida e começa-se a anular ou mesmo deixa de ter objectivos pessoais que não estejam relacionados com aquele de quem cuida.

E por último é também um acompanhamento para todos os profissionais de saúde, quer médicos, quer enfermeiros ou mesmo auxiliares e delegados farmacêuticos por forma a potenciar a sua capacidade de comunicação, motivação, adesão terapêutica, e também especialmente para os profissionais de saúde que estão na primeira linha de acção, a dotá-los de ferramentas para lidarem com a morte e o desapego de uma forma construtiva e apaziguadora.

Se quer que esta fase, pela qual está a passar seja mais completa e serena para si, procure este tipo de acompanhamento e descubra ou crie recursos internos por forma a conciliar-se e a fazer esta caminhada com um sorriso sincero nos lábios, construindo uma nova identidade sobre as aprendizagens do dia-a-dia e os desafios superados e desenvolvendo ferramentas para trabalhar e viver mais completo e realizado.

Espero por si!

 

Sobre a autora
Maggie João é Medical Coach. É credenciada pela ICF e pelo EMCC com o grau de PCC e EIA, respectivamente. Com uma carreira de 20 anos, Maggie escreveu 13 livros sobre Coaching, em português, inglês e espanhol. A Maggie viveu em 12 países o que lhe dá uma ampla experiência cultural e uma perspectiva bastante alargada. Ela trabalha com cuidadores informais e com pessoas que estão a passar por um processo médico. O Medical Coaching é uma área que a fascina e na qual quer contribuir para um mundo melhor.

Maggie João - Executive Coach
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.