Ataque epiléptico

Os sintomas da epilepsia, ou dito correctamente, de uma crise epiléptica, são definidos pelos doentes como singulares impressões sensoriais. Na prática o doente exibe sintomas convulsivos, contracções musculares involuntárias e desmaios. De referir que convulsão e epilepsia não são a mesma coisa e uma pessoa só é considerada epiléptica após várias crises.

Quando um doente mostra sinais de desligamento momentâneo, voltando logo em seguida, normalmente, às suas actividades, diz-se que foi apenas vítima de uma crise de ausência. Já no surto parcial o doente vivencia impressões incomuns, como alterações perceptivas ou falta de controlo de alguma parte do organismo, para além de também apresentar crises súbitas de medo, aflição no estômago e também visualizar ou ouvir algo de forma diversa. Se, além de tudo isto, ele desmaiar, trata-se então de uma crise parcial complexa. Ao despertar o doente fica meio perdido e tem algumas falhas de memória.

Há ataques mais complexos que se traduzem numa perda de consciência rápida, com o corpo inflexível, tremores e uma contracção das partes extremas do organismo. O mais crítico dos surtos é quando o doente fica mais de 30 minutos desacordado, uma vez que as funções do cérebro podem ficar comprometidas

Fonte: 
ISPED – Ana Luísa Santana
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico.

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.