"Bridging the Atlantic"

Alunos de enfermagem dos Estados Unidos nos Açores em projeto transatlântico

Um grupo de alunos de enfermagem das universidades de Massachusetts, nos Estados Unidos, e dos Açores, encontram-se na região autónoma, no âmbito do projeto "Bridging the Atlantic", a estudar problemas médicos nas comunidades piscatórias.

O secretário regional adjunto da presidência para as Relações Externas, Rui Bettencourt, que recebeu hoje os jovens, considerou que este projeto é “muito interessante”, unindo duas comunidades de açorianos radicadas nos Estados Unidos e Açores.

Nos Estados Unidos, na costa leste, existe uma larga comunidade de emigrantes de origem portuguesa de origem açoriana, de forma mais acentuada nas cidades de Fall River e New Bedford.

Rui Bettencourt, que ressalvou que a iniciativa engloba jovens com raízes portuguesas e outros de outras nacionalidades que se interessam pela região, declarou que o projeto “coloca os estudantes de enfermagem a preocuparem-se com questões sociais".

A edição de 2018 está focada nas dificuldades de saúde que se fazem sentir nas comunidades piscatórias da cidade de New Bedford e da ilha de São Miguel, tendo o titular da pasta das Relações Externas assinalado o “entusiasmo que os jovens" estudantes de enfermagem colocam neste projeto.

O governante destacou as vertentes social e cultural inerente ao projeto, além da vertente profissional, que lhes permite apurar como é que podem na sua ação comunitária atenuar as dificuldades de saúde das comunidades piscatórias.

Para Rui Bettencourt, mais importante do que apoiar o projeto é o Governo Regional dos Açores registar o seu retorno por via do que estão a produzir e a eficácia relevada no terreno.

O trabalho de campo dos jovens enfermeiros consiste na identificação das patologias existentes nas comunidades piscatórias em estudo, estabelecendo-se paralelos e produzindo uma resposta que será materializada num relatório sobre esta fase atual do projeto.

O projeto já envolveu durante as suas quatro edições 64 estudantes dos Açores e Estados Unidos, vários eventos técnico-científicos, publicações científicas e visitas de caráter cultural.

 

Fonte: 
LUSA
Nota: 
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INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO NOME DO MEDICAMENTO: Microlax, 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml, Solução rectal e Microlax, 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml, Solução rectalCOMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Composição por microclister: Citrato de sódio: 450 mg ou 270 mg; Laurilsulfoacetato de sódio 45 mg ou 27 mg. Excipiente q.b.p.: 5 ml ou 3 ml. FORMA FARMACÊUTICA: Solução rectal (enema). A solução é viscosa, incolor e contém pequenas bolhas de ar incorporadas. INFORMAÇÕES CLÍNICAS – Indicações terapêuticas: Tratamento sintomático da obstipação rectal ou recto-sigmoideia; Encopresis; Obstipação durante a gravidez, obstipação associada ao parto e cirurgia (uso pré e pós­operatório); Preparação do recto e sigmóide para exames endoscópicos. Posologia e modo de administração: Adultos e crianças de idade superior a 3 anos: Administrar o conteúdo de uma bisnaga por dia. Na obstipação marcada pode vir a ser necessária a aplicação do conteúdo de duas bisnagas. Crianças até 3 anos: Na maioria dos casos é suficiente uma bisnaga de Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml. Modo e via de administração: 1. Retirar a tampa da cânula (Microlax a 270 mg/3 ml + 27 mg/3 ml) ou quebrar o selo da cânula (Microlax a 450 mg/5 ml + 45 mg/5 ml). 2. Comprimir ligeiramente a bisnaga até aparecer uma gota na extremidade da cânula. 3.Introduzir a cânula no recto. 4.Comprimir completamente a bisnaga. 5.Retirar a cânula, mantendo a bisnaga comprimida. Contra-indicações:Hipersensibilidade às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. Advertências e precauções especiais de utilização: Recomenda-se evitar a utilização de Microlax no caso de pressão hemorroidária, fissuras anais ou rectais e colites hemorrágicas. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Não foram realizados estudos de interacção. Efeitos indesejáveis: Doenças gastrointestinais: Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Como em relação a todos os medicamentos do género, um uso prolongado pode originar sensação de ardor na região anal e excepcionalmente rectites congestivas. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Janeiro de 2009. Para mais informações deverá contactar o titular de Autorização de Introdução no Mercado. Medicamento não Sujeito a Receita Médica.